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	<title>Arquivo de danos ao corpo - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de danos ao corpo - WeekNews</title>
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		<title>AGU pede mais tempo para regular uso da cannabis medicinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 23:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa fará consulta pública para atualizar regulamentação da cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[autorizou a importação de sementes e o cultivo de cannabis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) mais 180 dias para entregar a regulamentação do plantio de cannabis medicinal e científica. O prazo solicitado pela anteriormente expirou nesta terça-feira (30). No ano passado, a o tribunal havia determinado que a União e a Anvisa regulamentassem o cultivo, o plantio e a comercialização da cannabis para fins medicinais e farmacêuticos e estabeleceu o prazo de seis meses para que a regulamentação fosse publicada. Notícias relacionadas: Anvisa fará consulta pública para atualizar regulamentação da cannabis. Cultivo de cannabis medicinal pelo agronegócio é destaque em congresso. A AGU alega a necessidade de um amplo diálogo com a sociedade e, sendo assim, os setores envolvidos pedem mais tempo para uma regulamentação eficaz e segura. A solicitação para aumento&#8230;</p>
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				</p>
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) mais 180 dias para entregar a regulamentação do plantio de <em>cannabis</em> medicinal e científica. O prazo solicitado pela anteriormente expirou nesta terça-feira (30).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759359904_607_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759359904_195_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No ano passado, a o tribunal havia determinado que a União e a Anvisa regulamentassem o cultivo, o plantio e a comercialização da <em>cannabis</em> para fins medicinais e farmacêuticos e estabeleceu o prazo de seis meses para que a regulamentação fosse publicada.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Anvisa fará consulta pública para atualizar regulamentação da cannabis.</li>
<li>Cultivo de cannabis medicinal pelo agronegócio é destaque em congresso.</li>
</ul>
<p>A AGU alega a necessidade de um amplo diálogo com a sociedade e, sendo assim, os setores envolvidos pedem mais tempo para uma regulamentação eficaz e segura. A solicitação para aumento do prazo foi motivada pela necessidade de concluir a análise de impacto regulatório e promover a participação de diversos atores sociais no processo,segundo especialistas.</p>
<p>A <em>cannabis</em> pode contribuir no tratamento de quadros como a epilepsia, a esclerose múltipla e dores crônicas. Mais de 670 mil pessoas já se tratam hoje com remédios à base do produto, que é eficaz no alívio de sintomas graves. Muitas vezes os pacientes têm respostas melhores do que ao se submeter a procedimentos tradicionais.  </p>
<p>O ato normativo deverá abranger aspectos referentes à importação de sementes, ao plantio, cultivo e comercialização da planta utilizada para finalidades como essas. Para a AGU, ampliar o prazo é necessário para que o governo garanta a participação da sociedade civil e, a partir das contribuições encaminhadas, possa editar a norma. </p>
<p>A União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) chegaram a pedir mais tempo ao STJ para finalizar o marco regulatório, mas a solicitação foi <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/28022025-Negado-pedido-da-Anvisa-por-mais-prazo-para-regulamentar-uso-da-cannabis-com-fins-medicinais.aspx" target="_blank">indeferida</a>. Desta vez, caberá à ministra Regina Helena, decidir se a União será atendida em seu requerimento. </p>
<h2>Uso pessoal</h2>
<p>Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) ratificou seu entendimento sobre o limite de quantidade liberada para uso pessoal. Ao contrário do Senado Federal, o STF considera que o porte de até 40 g de maconha para uso pessoal não mais configura crime. Em junho de 2024, os ministros já haviam votado sobre isso e, por 6 votos contra 5, prevaleceu a avaliação de que levar consigo maconha para consumo próprio continua sendo proibido, mas <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/RE635659Tema506informaosociedaderev.LCFSP20h10.pdf" target="_blank">não é algo passível de prisão</a>.</p>
<p>No segundo semestre, em novembro de 2024, houve outro desdobramento relevante, associado à pauta. A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a importação de sementes e o cultivo de cannabis (maconha) exclusivamente para fins medicinais, farmacêuticos e industriais.</p>
<p>O psicólogo Cauê Pinheiro ressalta que a diretoria da Anvisa tem mantido as portas para o diálogo e que não há coesão entre todos os grupos pró-<em>cannabis</em>. Segundo informou, existem  associações de vários portes, com demandas diferentes, o que exige abrangência na regulamentação. </p>
<p>Atuante na Paraíba, Pinheiro ressalta que há três forças em disputa: movimentos sociais, associações e indústria farmacêutica.</p>
<p>Algumas das associações, segundo ele, se aproximam mais da indústria e outras envolvem processamento distinto da farmácia viva no Sistema Único de Saúde (SUS), algo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0018_03_04_2013.html" target="_blank">contemplado</a> pela Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa nº 18/2013..</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Obviamente, uma associação não é uma farmácia viva no SUS, mas tem todos os moldes técnicos e possibilidade de funcionar como uma&#8221;, diz o especialista, que é diretor da Associação Canábica Florescer (Acaflor), com sede em João Pessoa. </p>
</blockquote>
<p>Pinheiro destaca ainda produtos como a flor <em>in natura</em>, que não podem ser importados nem comprados em farmácias. O acesso aos produto está restrito a cerca de dez associações.</p>
<p>Pinheiro chama a atenção para a relevância do THC (Tetrahidrocanabinol), outro composto da planta junto com o CBD (canabidol). Ele afirma que a maconha é fundamental na etapa denominada redução de danos, ou seja, quando o paciente usa a planta para aliviar sintomas de abstinência provocados pelo corte de drogas mais fortes.</p>
<p>Embora, para muitos, a redução de danos remeta ao<em> crack</em> e à cocaína, ele cita também o álcool, o cigarro e a própria maconha, já que com a ilegalidade não há controle de qualidade, e muitos usuários acabam comprando algo impuro e mal manuseado, que ocasiona<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://apublica.org/2017/08/como-nasce-o-prensado/" target="_blank"> danos ao corpo</a>.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O Brasil foi o primeiro país do mundo a editar uma lei contra a maconha. O dispositivo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, data de 4 de outubro de 1830, e trata do &#8220;pito de pango&#8221;. Ali já se fazia distinção entre a penalidade aplicável a quem vendesse a droga e a que recairia sobre o usuário: enquanto o primeiro teria que pagar multa, este seria preso por até três dias. A lei também faz uma distinção importante, marcando as posições sociais com clareza, ao escrever &#8220;escravos e demais pessoas&#8221;. </p>
<p>O posicionamento de representante do Brasil, em reunião da Liga das Nações, antecessora da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1925, foi determinante para a criminalização da <em>cannabis</em>. Durante encontro que serviria para discussão sobre o ópio, o governo do Egito argumentou que a <em>cannabis</em> tinha um poder altamente destrutivo.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Depois que a ONU foi criada, houve a primeira Convenção Única de Entorpecentes, em 1961, assinada por mais de 200 países, colocando a cannabis em uma lista, junto com a heroína, como droga particularmente perigosa. É algo que não tem razão científica nos dias de hoje&#8221;, afirma o médico Elisaldo Carlini, em entrevista concedida 15 anos atrás à <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.cebrid.com.br/sobre-o-cebrid/" target="_blank">Revista Pesquisa Fapesp</a>.</p>
</blockquote>
<p>Elisaldo Carlini foi peça fundamental no reconhecimento da maconha usada para fins terapêuticos. O interesse surgiu por sua curiosidade pela farmacologia, em 1952, quando cursava o 2º ano da graduação, na Escola Paulista de Medicina (EPM), que hoje é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Falecido em 2020, aos 90 anos, dedicou 50 deles ao aprofundamento de sua pesquisa sobre a planta.</p>
<p>Criador do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.cebrid.com.br/sobre-o-cebrid/" target="_blank">Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas</a> (Cebrid), Carlini comandou a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, órgão que depois viria a se tornar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Retornou ao Brasil após concluir o mestrado na Universidade Yale, uma das instituições de maior prestígio do mundo.</p>
<h2>ExpoCannabis Brasil</h2>
<p>Com início em 15 de novembro, a 3ª ExpoCannabis Brasil deste ano definiu tem como ttema &#8220;Cultivar para Florescer&#8221;, O evento espera atrair 45 mil visitante que, além de participar das atividades, também podem se inscrever em workshops.</p>
<p>A exposição será realizada no São Paulo Expo, localizado na zona sul de São Paulo. Os ingressos já estão sendo vendidos. Mais informações podem ser conferidas no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://expocannabisbrasil.com/" target="_blank">site oficial</a>.</p>
<p> Letycia Bond &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/governo-pede-mais-tempo-ao-stj-para-regular-uso-da-cannabis-medicinal">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 01 Oct 2025 19:52:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/agu-pede-mais-tempo-para-regular-uso-da-cannabis-medicinal/">AGU pede mais tempo para regular uso da cannabis medicinal</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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