<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de De Olho Aberto para não Virar Escravo - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/de-olho-aberto-para-nao-virar-escravo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/de-olho-aberto-para-nao-virar-escravo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Mar 2025 02:37:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de De Olho Aberto para não Virar Escravo - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/de-olho-aberto-para-nao-virar-escravo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Brasil tem 3,4 mil mulheres resgatadas de trabalho escravo em 10 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-tem-34-mil-mulheres-resgatadas-de-trabalho-escravo-em-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 02:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo Laudelina]]></category>
		<category><![CDATA[De Olho Aberto para não Virar Escravo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[dizem especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dois brasileiros conseguem fugir de trabalho escravo em Mianmar]]></category>
		<category><![CDATA[Fim do trabalho escravo exige novas políticas]]></category>
		<category><![CDATA[MPT]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Ipê]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho escravo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/brasil-tem-34-mil-mulheres-resgatadas-de-trabalho-escravo-em-10-anos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. De 2004 a 2024, 3.413 mulheres foram resgatadas em situações análogas à escravidão ou ao trabalho escravo contemporâneo. Desse total, 200 foram socorridas no ano passado. De acordo com o Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas, iniciativa desenvolvida conjuntamente por entidades como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ao longo da década, a maioria das vítimas (763) era da faixa etária de 18 a 24 anos. O quantitativo representa mais de um quinto do total (22,35%). O segundo maior grupo é o de mulheres com idade entre 25 e 29 anos, composto por 497 vítimas (14,5%). Nos gráficos elaborados pelo observatório, constata-se que as mulheres com 60 anos ou mais e de 18 anos ou menos representam&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-tem-34-mil-mulheres-resgatadas-de-trabalho-escravo-em-10-anos/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-tem-34-mil-mulheres-resgatadas-de-trabalho-escravo-em-10-anos/">Brasil tem 3,4 mil mulheres resgatadas de trabalho escravo em 10 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p>De 2004 a 2024, <strong>3.413 mulheres foram resgatadas em situações análogas à escravidão ou ao trabalho escravo contemporâneo</strong>. Desse total, 200 foram socorridas no ano passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742524657_271_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742524658_270_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas, iniciativa desenvolvida conjuntamente por entidades como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ao longo da década,<strong> a</strong> <strong>maioria das vítimas (763) era da faixa etária de 18 a 24 anos</strong>. O quantitativo representa mais de um quinto do total (22,35%).</p>
<p>O segundo maior grupo é o de mulheres com idade entre 25 e 29 anos, composto por 497 vítimas (14,5%). Nos gráficos elaborados pelo observatório, constata-se que as mulheres com 60 anos ou mais e de 18 anos ou menos representam os menores grupos de vítimas. </p>
<p>Em 2023, das 222 vítimas mulheres, 74 (33,3%) tinham dois perfis: metade com idade entre 25 e 29 anos e metade na faixa etária de 40 a 44, segundo o observatório da Rede de Cooperação SmartLab.</p>
<p>No acumulado dos anos analisados, de 2004 a 2024, <strong>a quantidade de vítimas do gênero masculino é significativamente superior, um total de 44.428</strong>.</p>
<p>As estatísticas corroboram a conexão que as pessoas com baixa escolaridade têm maior propensão de ser aliciado e explorado por meio do trabalho escravo contemporâneo. Ao todo, <strong>15.976 (32,8%) vítimas, mulheres e homens, tinham parado os estudos na 5ª série do ensino fundamental</strong>, sem concluí-los; e <strong>12.438 (25,5%) eram analfabetas</strong>.</p>
<h2>O que é o trabalho escravo contemporâneo?</h2>
<p>A legislação brasileira atual classifica como <strong>trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada &#8211; quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho &#8211; desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas</strong>. Casos em que o funcionário é vigiado constantemente, de forma ostensiva, pelo patrão também são considerados trabalho semelhante ao escravo. </p>
<p>De acordo com a Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), a <strong>jornada exaustiva é todo expediente que, por circunstâncias de intensidade, frequência ou desgaste, cause prejuízos à saúde física ou mental do trabalhador</strong>, que, vulnerável, tem sua vontade anulada e sua dignidade atingida.</p>
<p>Já as <strong>condições degradantes de trabalho são aquelas em que o desprezo à dignidade da pessoa humana se instaura pela violação de direitos fundamentais do trabalhador</strong>, em especial os referentes à <strong>higiene, saúde, segurança, moradia, ao repouso, alimentação</strong> ou outros relacionados a direitos da personalidade.</p>
<p>Outra forma de escravidão contemporânea reconhecida no Brasil é a <strong>servidão por dívida, que ocorre quando o funcionário tem seu deslocamento restrito pelo empregador sob alegação de que deve pagar determinada quantia de dinhe</strong>iro.</p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>A Comissão Pastoral da Terra (CPT) desenvolve, desde 1997, a campanha <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.chegadeescravidao.org.br/" target="_blank">De Olho Aberto para não Virar Escravo</a>, ativa desde 1997, que distribui vídeos explicativos e também lembra os principais setores econômicos em que esse tipo de crime é praticado, como a agropecuária em geral. A criação de bovinos, por exemplo, responde por 17.040 casos (27,1%), enquanto o cultivo da cana-de-açúcar está ligado a 8.373 casos (13,3%), conforme dados da organização.</p>
<p>O <strong>principal canal para se fazer uma denúncia</strong> é o<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ipe.sit.trabalho.gov.br/#!/" target="_blank"> Sistema Ipê</a>, do governo federal. As <strong>denúncias podem ser apresentadas de forma anônima</strong>, isto é, sem necessidade de o denunciante se identificar.</p>
<p>Outra possibilidade é o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.org.laudelina&amp;hl=pt_BR" target="_blank">aplicativo Laudelina</a>, desenvolvido pela Themis &#8211; Gênero, Justiça e Direitos Humanos e a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad). A ferramenta pode ser baixada no celular ou acessada por um computador, sendo que sua tecnologia permite que as usuárias consigam utilizá-la independentemente de uma conexão de internet de alta velocidade</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Letycia Bond &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-03/brasil-tem-34-mil-mulheres-resgatadas-de-trabalho-escravo-em-10-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 20 Mar 2025 20:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-tem-34-mil-mulheres-resgatadas-de-trabalho-escravo-em-10-anos/">Brasil tem 3,4 mil mulheres resgatadas de trabalho escravo em 10 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
