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	<title>Arquivo de decreto publicado - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de decreto publicado - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Decreto regulamenta Lei da Segurança Privada no país</title>
		<link>https://weeknews.online/decreto-regulamenta-lei-da-seguranca-privada-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[decreto publicado]]></category>
		<category><![CDATA[diário oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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		<category><![CDATA[PF fecha mais de mil empresas clandestinas de segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[PMs do RJ são presos por fazer segurança privada durante serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal combate empresas clandestinas de segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal definiu regras para autorizar, controlar e fiscalizar serviços de segurança privada em todo o país. Decreto publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União regulamenta a Lei da Segurança Privada e define procedimentos específicos para o caso de instituições financeiras, com maior rigor na atuação e supervisão do setor. O texto consolida as atribuições da Polícia Federal como órgão responsável por acompanhar as atividades do setor, incluindo empresas, profissionais e sistemas eletrônicos de monitoramento. De acordo com o decreto, empresas de segurança privada só poderão operar após autorização da Polícia Federal e deverão cumprir requisitos como comprovação de capital, origem lícita dos recursos, instalações adequadas e contratação de seguro.  A norma detalha as atividades consideradas de segurança privada, como: vigilância patrimonial; transporte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O governo federal definiu regras para autorizar, controlar e fiscalizar serviços de segurança privada em todo o país. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-13.012-de-9-de-junho-de-2026-711402096" target="_blank">Decreto publicado</a> nesta quarta-feira (10) no <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/servicos/diario-oficial-da-uniao/destaques-do-diario-oficial-da-uniao" target="_blank">Diário Oficial da União</a></em> regulamenta a Lei da Segurança Privada e define procedimentos específicos para o caso de instituições financeiras, com maior rigor na atuação e supervisão do setor.</strong></p>
<p>O texto consolida as atribuições da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br" target="_blank">Polícia Federal </a>como órgão responsável por acompanhar as atividades do setor, incluindo empresas, profissionais e sistemas eletrônicos de monitoramento.</p>
<p>De acordo com o decreto, empresas de segurança privada só poderão operar após autorização da Polícia Federal e deverão cumprir requisitos como comprovação de capital, origem lícita dos recursos, instalações adequadas e contratação de seguro. </p>
<p><strong>A norma detalha as atividades consideradas de segurança privada, como</strong>:</p>
<ul>
<li>vigilância patrimonial;</li>
<li>transporte e escolta de valores;</li>
<li>segurança pessoal;</li>
<li>monitoramento eletrônico;</li>
<li>gerenciamento de riscos.</li>
</ul>
<p>Cada serviço exige requisitos específicos, como número mínimo de profissionais, veículos padronizados e equipamentos de segurança.</p>
<h2>Atuação de profissionais</h2>
<p><strong>O decreto estabelece regras para formação, registro e atuação dos profissionais do setor, como vigilantes, supervisores, gestores e operadores de sistemas eletrônicos. </strong>Todos deverão passar por cursos específicos autorizados pela Polícia Federal, com atualização periódica.</p>
<p>Além disso, os profissionais deverão apresentar certidões negativas de antecedentes criminais para exercer a função, e o registro terá validade de dois anos. O uso de uniforme será obrigatório, com exceção de algumas funções específicas, e não poderá se confundir com o de forças de segurança pública.</p>
<h2>Instituições financeiras</h2>
<p>As instituições financeiras passam a ter exigências mais detalhadas para garantir a segurança de suas dependências. O decreto determina que agências com atendimento ao público e circulação de valores só poderão funcionar com plano de segurança previamente aprovado pela Polícia Federal.</p>
<p>Entre os requisitos mínimos estão a presença de vigilantes armados, instalação de sistemas de alarme e monitoramento por câmeras, além de cofres com dispositivos de segurança. </p>
<h2>Controle </h2>
<p>A nova regulamentação define regras rígidas para aquisição, uso, transporte e armazenamento de armas, munições, coletes balísticos e outros equipamentos utilizados na segurança privada. A autorização para compra continuará centralizada na Polícia Federal, com exigência de origem legal dos produtos e controle sobre sua destinação.</p>
<p><strong>O decreto prevê penalidades para a prestação de serviços de segurança privada sem autorização. As multas variam de R$ 1 mil a R$ 30 mil, conforme o infrator seja pessoa física ou jurídica. Além disso, materiais utilizados em atividades clandestinas poderão ser apreendidos e destruídos.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/decreto-regulamenta-lei-da-seguranca-privada-no-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 10 Jun 2026 10:15:00 -0300</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Decreto inclui Ligue 180 no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio</title>
		<link>https://weeknews.online/decreto-inclui-ligue-180-no-pacto-nacional-brasil-contra-o-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia]]></category>
		<category><![CDATA[Central de Atendimento à Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[decreto publicado]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Fachin diz que CNJ vai priorizar combate à violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Ligue 180]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto contra o feminicídio busca colocar leis em prática]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra as mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Decreto publicado nesta quarta-feira (11) no Diário Oficial da União integra a Central de Atendimento à Mulher &#8211; Ligue 180 ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. A norma é assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes. Em nota, o Palácio do Planalto lembrou que o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, lançado no dia 4, estabelece uma atuação coordenada e permanente entre Executivo, Legislativo e Judiciário para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. Notícias relacionadas: Pacto contra o feminicídio busca colocar leis em prática, diz Lula. Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia. Fachin diz que CNJ vai priorizar combate à violência contra a mulher .&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-12.845-de-10-de-fevereiro-de-2026-686543506" target="_blank">Decreto publicado</a> nesta quarta-feira (11) no <em>Diário Oficial da União</em> integra a Central de Atendimento à Mulher &#8211; Ligue 180 ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. A norma é assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770823659_280_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770823659_283_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota, o Palácio do Planalto lembrou que o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, lançado no dia 4, estabelece uma atuação coordenada e permanente entre Executivo, Legislativo e Judiciário para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Pacto contra o feminicídio busca colocar leis em prática, diz Lula.</li>
<li>Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia.</li>
<li>Fachin diz que CNJ vai priorizar combate à violência contra a mulher .</li>
</ul>
<p>“O Decreto nº 12.845 atualiza normas que regulamentam o funcionamento do Ligue 180, aprimorando fluxos, integração institucional e capacidade de resposta às denúncias. A central passa a integrar formalmente o eixo estruturante de prevenção secundária do pacto, como ferramenta estratégica de acolhimento, proteção e prevenção”, explica o Palácio do Planalto.</p>
</blockquote>
<h2>Atualização</h2>
<p>Criado há duas décadas, o Ligue 180 consolidou-se como serviço público essencial no enfrentamento à violência contra as mulheres, com milhões de atendimentos realizados desde sua instituição. </p>
<p><strong>“A atualização do decreto adequa o marco normativo à evolução do serviço ao longo desses anos”, avaliou a Presidência da República.</strong></p>
<p>“O novo texto reafirma o caráter nacional e interfederativo do serviço, fortalecendo a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios, com interoperabilidade de dados, integração de fluxos e padronização de procedimentos, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”, ressalta.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Com a mudança, a Central de Atendimento à Mulher poderá ser acionada por meio de ligações telefônicas locais e de longa distância, de telefones fixos ou móveis, públicos ou particulares, e também por meio de aplicativos de mensagens e outros canais digitais disponibilizados pelo Ministério das Mulheres.</p>
<p>Segundo o decreto, o Ligue 180 e os demais canais estarão disponíveis 24 horas, todos os dias da semana, inclusive fins de semana e feriados locais, regionais e nacionais.</p>
<p><strong>“Os entes federativos poderão aderir formalmente ao sistema da Central de Atendimento à Mulher &#8211; Ligue 180, mediante acordos de cooperação técnica que assegurem interoperabilidade de dados, integração de fluxos e padronização de procedimentos”, esclarece o Palácio do Planalto.</strong></p>
<h2>Atribuições</h2>
<p>O decreto também altera trechos das atribuições da Central de Atendimento à Mulher. A partir de agora, o Ligue 180 deverá, após registrar denúncias, direcionar as mulheres em situação de violência à rede de serviços de atendimento e encaminhar às autoridades competentes, quando couber, possível ocorrência de infração penal.</p>
<blockquote>
<p>“O Ligue 180 também atuará para disseminar as ações e políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres para as usuárias que procuram o serviço e produzir uma base de informações estatísticas sobre a violência contra as mulheres, com a finalidade de subsidiar o sistema nacional de dados e de informações relativas às mulheres”, destacou o palácio.</p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo a norma, o número 180 e os demais canais de atendimento serão amplamente divulgados em meios de comunicação, em instalações e estabelecimentos públicos e privados, entre outros.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/decreto-inclui-ligue-180-no-pacto-nacional-brasil-contra-o-feminicidio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 11 Feb 2026 12:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/decreto-inclui-ligue-180-no-pacto-nacional-brasil-contra-o-feminicidio/">Decreto inclui Ligue 180 no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mirante e trilha em NIterói vão se chamar Juliana Marins </title>
		<link>https://weeknews.online/mirante-e-trilha-em-niteroi-vao-se-chamar-juliana-marins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 22:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Autópsia indonésia conclui que Juliana Marins morreu de hemorragia]]></category>
		<category><![CDATA[constataram que já havia morrido]]></category>
		<category><![CDATA[decreto publicado]]></category>
		<category><![CDATA[determinou ao Ministério das Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Marins]]></category>
		<category><![CDATA[Lula fala com pai de Juliana e diz que Itamaraty pode fazer traslado]]></category>
		<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[Socorristas voluntários que trabalharam no resgate homenageiam Juliana]]></category>
		<category><![CDATA[traslado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Rio, vai dar o nome da jovem Juliana Marins, 26 anos, que era moradora da cidade, ao Mirante e à Praia do Sossego, em Camboinhas. Segundo a prefeitura, a mudança do nome é uma homenagem à sua memória e ao amor que ela tinha pelo local. Juliana fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia, no último sábado (21), quando caiu na cratera do vulcão. Quando as equipes de socorro chegaram até ela, constataram que já havia morrido. O prefeito Rodrigo Neves recebeu nesta quinta-feira (26) a família e amigos da jovem. A irmã de Juliana, Mariana Marins, agradeceu o gesto simbólico da homenagem.  “A Praia do Sossego era um dos lugares&#8230;</p>
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]]></description>
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</div>
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<p><strong>A prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Rio, vai dar o nome da jovem Juliana Marins, 26 anos, que era moradora da cidade, ao Mirante e à Praia do Sossego, em Camboinhas.</strong> Segundo a prefeitura, a mudança do nome é uma homenagem à sua memória e ao amor que ela tinha pelo local.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1751063586_857_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1751063587_205_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Juliana fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia, no último sábado (21), quando caiu na cratera do vulcão. Quando as equipes de socorro chegaram até ela, constataram que já havia morrido.</p>
<p>O prefeito Rodrigo Neves recebeu nesta quinta-feira (26) a família e amigos da jovem. A irmã de Juliana, Mariana Marins, agradeceu o gesto simbólico da homenagem. </p>
<blockquote>
<p>“A Praia do Sossego era um dos lugares preferidos da minha irmã. Foi ela quem me apresentou àquele paraíso e vivemos momentos especiais ali, junto com amigas. Em meio a tanta dor e a tantas notícias falsas que circularam nos últimos dias, encontrar o apoio da prefeitura de Niterói e do prefeito, que acreditou na nossa palavra desde o início, foi fundamental”, declarou Mariana.</p>
</blockquote>
<p>A mãe de Juliana também expressou gratidão pelo ato. O prefeito destacou que a homenagem no Mirante e na trilha da Praia do Sossego será uma forma de eternizar o legado de Juliana.</p>
<h2>Traslado</h2>
<p>A prefeitura de Niterói decretou luto oficial de três dias e <strong>anunciou que custeará o translado do corpo de Juliana de volta ao Brasil. </strong></p>
<p>O presidente <strong>Lula também determinou ao Ministério das Relações Exteriores que preste todo o apoio à família, o que inclui o traslado do corpo até o Brasil.</strong> Um decreto publicado nesta sexta-feira (27) no Diário Oficial da União permite o custeio, pelo governo federal, do traslado de corpos de brasileiros falecidos no exterior.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/mirante-e-trilha-em-niteroi-vao-se-chamar-juliana-marins">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 27 Jun 2025 18:31:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mirante-e-trilha-em-niteroi-vao-se-chamar-juliana-marins/">Mirante e trilha em NIterói vão se chamar Juliana Marins </a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Decreto dá à Funai poder de polícia para proteger terras indígenas</title>
		<link>https://weeknews.online/decreto-da-a-funai-poder-de-policia-para-proteger-terras-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 02:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[9 mil servidores temporários]]></category>
		<category><![CDATA[decreto publicado]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[Governo autoriza Funai a contratar 1]]></category>
		<category><![CDATA[mas desafios são diários]]></category>
		<category><![CDATA[poder de polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Yanomami tem menos garimpo e fome]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) passa, agora, a ter poder policial para proteger as terras indígenas. Em decreto publicado nesta segunda-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva regulamenta o uso dessa força pela Funai. A publicação atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro do ano passado. Em 2020, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) havia entrado com uma ação contra o poder público, por causa da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia. Na ação, foram propostas medidas de proteção às comunidades e aos territórios. Agora, segundo o decreto, a Funai deve usar o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/decreto-da-a-funai-poder-de-policia-para-proteger-terras-indigenas/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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<div>
<p>A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) passa, agora, a ter poder policial para proteger as terras indígenas. Em<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2025/Decreto/D12373.htm" target="_blank"> decreto publicado</a> nesta segunda-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva regulamenta o uso dessa força pela Funai.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738634516_28_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738634516_373_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A publicação atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro do ano passado. Em 2020, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) havia entrado com uma ação contra o poder público, por causa da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia. Na ação, foram propostas medidas de proteção às comunidades e aos territórios.</p>
<p>Agora, segundo o decreto, a Funai deve usar o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos indígenas, e evitar a ocupação ilegal de suas terras.</p>
<p>Os agentes da Funai devem combater ataques ao patrimônio cultural, material e imaterial, além de coibir construções ilegais e atividades de exploração exercidas por outras pessoas dentro das terras indígenas e em desacordo com a lei.</p>
<p>Os alvos da força policial da Funai incluem quem tentar remover indevidamente os indígenas de suas próprias terras; quem usar de forma inadequada a imagem dos indígenas ou das comunidades, sem a devida autorização; e quem atacar ou descaracterizar as placas e marcos que delimitam os territórios.</p>
<p>A Funai pode restringir o acesso às terras indígenas, expedir certificado de medida cautelar e determinar a retirada obrigatória de ocupantes, além de destruir, inutilizar, apreender bens ou instalações usadas nas infrações.</p>
<p>A instituição também pode solicitar aos órgãos de segurança pública, especialmente à Polícia Federal (PF) e às Forças Armadas, cooperação para proteger as comunidades.</p>
<p>A execução de todas essas medidas depende agora das atribuições das carreiras dentro da Funai.</p>
<h2>Ouça na Radioagência Nacional:</h2>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Gabriel Corrêa &#8211; Repórter da Rádio Nacional , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-02/decreto-da-funai-poder-de-policia-para-proteger-terras-indigenas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 03 Feb 2025 20:18:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/decreto-da-a-funai-poder-de-policia-para-proteger-terras-indigenas/">Decreto dá à Funai poder de polícia para proteger terras indígenas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>&#8220;Queremos padronizar a ação das polícias&#8221;, diz Lewandowski</title>
		<link>https://weeknews.online/queremos-padronizar-a-acao-das-policias-diz-lewandowski-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 23:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[decreto publicado]]></category>
		<category><![CDATA[Força Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Operação policial dentro da Fiocruz deixa ao menos um morto]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Violência e ação policial levam fluxo da Cracolândia para novas áreas]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nesta sexta-feira (17) a portaria que estabelece os protocolos para o uso gradativo da força policial. O texto regulamenta um decreto publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim do ano passado, formulado a partir de amplo debate com as agências federais, estaduais e municipais da segurança e sociedade civil. &#8220;Estamos tentando padronizar a ação da polícia em todo o território nacional&#8221;, destacou o ministro, em entrevista coletiva após assinar a portaria. &#8220;Queremos que a polícia aja racionalmente e reaja proporcionalmente às ameaças&#8221;, pontuou. Lewandowski também argumentou que a portaria foi muito discutida com todos os integrantes do Sistema de Segurança Pública brasileiro e está baseada em normas internacionais das quais o&#8230;</p>
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        </a>
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<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nesta sexta-feira (17) a portaria que estabelece os protocolos para o uso gradativo da força policial. O texto regulamenta um decreto publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim do ano passado, formulado a partir de amplo debate com as agências federais, estaduais e municipais da segurança e sociedade civil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737158344_340_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737158345_799_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Estamos tentando padronizar a ação da polícia em todo o território nacional&#8221;, destacou o ministro, em entrevista coletiva após assinar a portaria. &#8220;Queremos que a polícia aja racionalmente e reaja proporcionalmente às ameaças&#8221;, pontuou.</p>
<p>Lewandowski também argumentou que a portaria foi muito discutida com todos os integrantes do Sistema de Segurança Pública brasileiro e está baseada em normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Segundo o ministro, o uso da força deve obedecer aos princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade e da razoabilidade.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O uso letal da força física e da força letal só deve ocorrer quando não há mais outra possibilidade de utilizar um modo alternativo, um instrumento de menor potencial ofensivo contra a pessoa. Porque a vida humana, pela própria Constituição, é um bem absolutamente fundamental&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Tanto a portaria de agora quanto o decreto de dezembro resultam de um grupo de trabalho que se iniciou em fevereiro de 2024, composto por representantes do Conselho de Secretários de Segurança Pública, Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícias Militares, Conselho Nacional de Chefes de Polícias, representantes das guardas civis, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Cruz Vermelha Internacional e entidades da sociedade civil, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).</p>
<p>&#8220;Todas as normas estabelecidas nessa portaria, que traz procedimentos práticos, estão de acordo com parâmetros da ONU [Organização das Nações Unidas]. E a ideia do Ministério da Justiça e Segurança Pública é a proteção da vida dos policiais e da população, bem como o estabelecimento de regras claras procedimentais aos policiais&#8221;, argumentou o secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubo.</p>
<p>Entre os pontos abordados pela portaria estão normas para o emprego de armas de fogo, de instrumentos de menor potencial ofensivo, gerenciamento de crise, uso de algemas e busca pessoal e domiciliar.</p>
<p>O governo federal também vai disponibilizar aos estados e municípios 249 mil sprays de gás de pimenta e 22,7 mil armas de incapacitação neuromuscular (armas de choque), com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Para receber os equipamentos, os entes federados terão que aderir às diretrizes da portaria, caso queiram se valer dos recursos do fundo. O MJSP também vai oferecer 110 cursos de capacitação para mais de 4,5 mil agentes policiais, que poderão replicar os conteúdos da formação.</p>
<h2>Comitê de Monitoramento</h2>
<p>A portaria também institui o Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força, que será integrado por representantes de todas as agências policiais. Entre as atribuições do colegiado, estão a produção de relatórios com análises e orientações para a concretização do decreto, acompanhamento da implementação do Plano Nacional de Segurança Pública, em relação ao uso diferenciado da força, redução da letalidade policial e da vitimização dos próprios agentes de segurança pública.</p>
<h2>Núcleo Estratégico</h2>
<p>A pasta federal também criou o Núcleo Estratégico de Combate ao Crime Organizado, que será chefiado pelo próprio ministro da Justiça, integrando as forças federais de segurança e órgãos de controle de ativos.</p>
<p>Entre as incumbências, está a de mapear e organizar informações sobre atuação organizações criminosas, promover a integração e desburocratização de procedimentos e agilizar os processos de identificação e confisco de bens das organizações criminosas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/ministerio-regulamenta-uso-gradativo-da-for%C3%A7a-pela-policia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 17 Jan 2025 19:33:00 -0300 </p>

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		<title>&#8220;Queremos padronizar a ação das polícias&#8221;, diz Lewandowski</title>
		<link>https://weeknews.online/queremos-padronizar-a-acao-das-policias-diz-lewandowski/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 22:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[decreto publicado]]></category>
		<category><![CDATA[Força Policial]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação policial dentro da Fiocruz deixa ao menos um morto]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Violência e ação policial levam fluxo da Cracolândia para novas áreas]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nesta sexta-feira (17) a portaria que estabelece os protocolos para o uso gradativo da força policial. O texto regulamenta um decreto publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim do ano passado, formulado a partir de amplo debate com as agências federais, estaduais e municipais da segurança e sociedade civil. &#8220;Estamos tentando padronizar a ação da polícia em todo o território nacional&#8221;, destacou o ministro, em entrevista coletiva após assinar a portaria. &#8220;Queremos que a polícia aja racionalmente e reaja proporcionalmente às ameaças&#8221;, pontuou. Lewandowski também argumentou que a portaria foi muito discutida com todos os integrantes do Sistema de Segurança Pública brasileiro e está baseada em normas internacionais das quais o&#8230;</p>
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<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nesta sexta-feira (17) a portaria que estabelece os protocolos para o uso gradativo da força policial. O texto regulamenta um decreto publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim do ano passado, formulado a partir de amplo debate com as agências federais, estaduais e municipais da segurança e sociedade civil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737154607_528_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737154608_98_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Estamos tentando padronizar a ação da polícia em todo o território nacional&#8221;, destacou o ministro, em entrevista coletiva após assinar a portaria. &#8220;Queremos que a polícia aja racionalmente e reaja proporcionalmente às ameaças&#8221;, pontuou.</p>
<p>Lewandowski também argumentou que a portaria foi muito discutida com todos os integrantes do Sistema de Segurança Pública brasileiro e está baseada em normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Segundo o ministro, o uso da força deve obedecer aos princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade e da razoabilidade.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O uso letal da força física e da força letal só deve ocorrer quando não há mais outra possibilidade de utilizar um modo alternativo, um instrumento de menor potencial ofensivo contra a pessoa. Porque a vida humana, pela própria Constituição, é um bem absolutamente fundamental&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Tanto a portaria de agora quanto o decreto de dezembro resultam de um grupo de trabalho que se iniciou em fevereiro de 2024, composto por representantes do Conselho de Secretários de Segurança Pública, Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícias Militares, Conselho Nacional de Chefes de Polícias, representantes das guardas civis, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Cruz Vermelha Internacional e entidades da sociedade civil, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).</p>
<p>&#8220;Todas as normas estabelecidas nessa portaria, que traz procedimentos práticos, estão de acordo com parâmetros da ONU [Organização das Nações Unidas]. E a ideia do Ministério da Justiça e Segurança Pública é a proteção da vida dos policiais e da população, bem como o estabelecimento de regras claras procedimentais aos policiais&#8221;, argumentou o secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubo.</p>
<p>Entre os pontos abordados pela portaria estão normas para o emprego de armas de fogo, de instrumentos de menor potencial ofensivo, gerenciamento de crise, uso de algemas e busca pessoal e domiciliar.</p>
<p>O governo federal também vai disponibilizar aos estados e municípios 249 mil sprays de gás de pimenta e 22,7 mil armas de incapacitação neuromuscular (armas de choque), com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Para receber os equipamentos, os entes federados terão que aderir às diretrizes da portaria, caso queiram se valer dos recursos do fundo. O MJSP também vai oferecer 110 cursos de capacitação para mais de 4,5 mil agentes policiais, que poderão replicar os conteúdos da formação.</p>
<h2>Comitê de Monitoramento</h2>
<p>A portaria também institui o Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força, que será integrado por representantes de todas as agências policiais. Entre as atribuições do colegiado, estão a produção de relatórios com análises e orientações para a concretização do decreto, acompanhamento da implementação do Plano Nacional de Segurança Pública, em relação ao uso diferenciado da força, redução da letalidade policial e da vitimização dos próprios agentes de segurança pública.</p>
<h2>Núcleo Estratégico</h2>
<p>A pasta federal também criou o Núcleo Estratégico de Combate ao Crime Organizado, que será chefiado pelo próprio ministro da Justiça, integrando as forças federais de segurança e órgãos de controle de ativos.</p>
<p>Entre as incumbências, está a de mapear e organizar informações sobre atuação organizações criminosas, promover a integração e desburocratização de procedimentos e agilizar os processos de identificação e confisco de bens das organizações criminosas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/queremos-padronizar-acao-das-policias-diz-lewandowski">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 17 Jan 2025 19:33:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/queremos-padronizar-a-acao-das-policias-diz-lewandowski/">&#8220;Queremos padronizar a ação das polícias&#8221;, diz Lewandowski</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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