<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/decretos-e-regulamentos-que-flexibilizaram-a-posse-de-armas-de-fogo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/decretos-e-regulamentos-que-flexibilizaram-a-posse-de-armas-de-fogo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Apr 2026 17:38:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/cropped-cropped-versao5-2-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/decretos-e-regulamentos-que-flexibilizaram-a-posse-de-armas-de-fogo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro</title>
		<link>https://weeknews.online/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[armamento fosse desviada para as mãos de criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Campos Neto falta à CPI do Crime Organizado pela terceira vez]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[CPI do crime organizado do Senado]]></category>
		<category><![CDATA[decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo]]></category>
		<category><![CDATA[editou decretos para restringir o acesso a armas no país]]></category>
		<category><![CDATA[ganhos econômicos das bigtechs]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar e Gonet]]></category>
		<category><![CDATA[grupos criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[indiciamentos]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção federal no estado do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli]]></category>
		<category><![CDATA[relator senador Alessandro Vieira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em cerca de 220 páginas, o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro.  “Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos – virtuais ou não –, têm igualmente se valido do sistema financeiro formal para ocultar ou dissimular a natureza ilícita dos bens originários”, escreveu o relator. Notícias relacionadas: Campos Neto falta à CPI do Crime Organizado pela terceira vez . Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro. Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet. Vieira aponta o caso do Banco&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro/">Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Em cerca de 220 páginas, o relatório final da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2793/reuniao/14590/item/109515" target="_blank">Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado</a> (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776188337_995_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776188337_150_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos – virtuais ou não –, têm igualmente se valido do sistema financeiro formal para ocultar ou dissimular a natureza ilícita dos bens originários”, escreveu o relator.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Campos Neto falta à CPI do Crime Organizado pela terceira vez .</li>
<li>Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro.</li>
<li>Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.</li>
</ul>
<p>Vieira aponta o caso do Banco Master como exemplo do uso do sistema financeiro para lavagem de dinheiro do crime organizado no Brasil.</p>
<p>“O caso Master evidenciou de forma incontornável que o crime organizado brasileiro atingiu um patamar de sofisticação em que facções criminosas de base territorial, como o PCC, operam em simbiose com operadores do mercado financeiro formal, valendo-se de fundos de investimento, gestoras de ativos e instituições bancárias para lavar bilhões de reais, corromper agentes públicos e capturar parcelas do aparato estatal e regulatório”, explicou.</p>
<p>O relator acrescentou que a CPI constatou que a lavagem de dinheiro permanece como o mecanismo central de sustentação do crime organizado, que utiliza mercados lícitos para reciclar o dinheiro do tráfico de drogas e armas.</p>
<blockquote>
<p>“A infiltração em setores como tabaco, ouro, combustíveis, mercado imobiliário e bebidas, aliada ao uso sofisticado de fintechs, criptomoedas e fundos de investimento, demonstra que a criminalidade organizada opera com grau de sofisticação empresarial que exige resposta igualmente qualificada do Estado”, pontuou Alessandro Vieira.</p>
</blockquote>
<p><strong>O relatório apresentado ainda precisa de aprovação da CPI do Crime Organizado, que ainda pode pedir vistas do texto, em sessão marcada para a tarde desta terça-feira (14).</strong></p>
<h2>Áreas dominadas pelas facções</h2>
<p>Diante da relação do crime organizado com o sistema financeiro, o relator da CPI Alessandro Vieira defende que o enfrentamento à criminalidade não pode se limitar ao combate ostensivo de facções em territórios dominados.</p>
<blockquote>
<p>“É igualmente necessário atuar sobre as cadeias econômicas que financiam essas estruturas, com especial atenção para mercados de consumo massivo, rotas logísticas já consolidadas e setores em que a aparência de legalidade”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O relator da CPI acrescenta que, sem esse olhar econômico e patrimonial, a repressão tende a incidir apenas “sobre manifestações visíveis da criminalidade, preservando-se, entretanto, os mecanismos que garantem sua reprodução financeira e institucional”.</p>
<p><strong>A CPI do Crime no Senado foi instalada após operação policial no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 122 pessoas, a maior letalidade de uma operação na história do país.</strong></p>
<h2>Controle de armas</h2>
<p>O relator Alessandro Vieira ainda destacou a importância de aumentar a fiscalização das armas e munições no Brasil. Segundo ele, alterações legislativas e falhas de fiscalização, “criam ambiente propício a desvios e usos indevidos de armas e munições. Esse ponto interessa diretamente ao crime organizado”.</p>
<p>Durante o governo de Jair Bolsonaro, foram editados decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo, em consequência da plataforma do governo anterior que defendia a flexibilização das regras para venda e posse de armas no Brasil. </p>
<p>Estudo do Instituto Sou da Paz aponta que medidas de flexibilização favoreceu que parte desse armamento fosse desviada para as mãos de criminosos. </p>
<p>Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decretos para restringir o acesso a armas no país, revertendo a flexibilização no monitoramento e acesso a armas que havia sido promovida durante o governo anterior. </p>
<h2>Redes Sociais e crianças</h2>
<p>Um dos focos da CPI do Crime Organizado no Senado foi investigar o papel das plataformas digitais para a criminalidade organizada e os ganhos econômicos das <em>bigtechs</em> por meio da prática de crimes pela internet. </p>
<p><strong>No relatório final, o senador Alessandro Vieira aponta que o ambiente digital é elemento estruturante no aliciamento e exploração de crianças e adolescente.</strong>  </p>
<blockquote>
<p>“Evidências mostram que plataformas amplamente utilizadas, como Facebook e Instagram, são centrais no aliciamento, enquanto sistemas de recomendação podem conectar usuários a redes ilícitas, inclusive de abuso sexual infantil”, escreveu.</p>
</blockquote>
<p>O relatório aponta que esse quadro é agravado pela atuação “predominantemente passiva das plataformas”, a partir de denúncias realizadas por usuários.</p>
<blockquote>
<p>“Esse modelo, no entanto, revela limitações evidentes quando se considera que o ambiente é amplamente frequentado por crianças e adolescentes, que não dispõem de plena capacidade de identificar, compreender e reagir adequadamente a situações de violência e exploração”, completou Vieira.</p>
</blockquote>
<p><strong>A SaferNet Brasil registrou, entre janeiro e julho de 2025, 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual infantil <em>online</em>, aumento de 18,9%, correspondendo a 64% das denúncias de crimes cibernéticos.</strong></p>
<h2>Déficit do sistema prisional e das forças de segurança</h2>
<p>O “alarmante” déficit de vagas no sistema prisional brasileiro, que ultrapassa as 202 mil, é apontado no relatório como grave porque os presídios seriam a principal plataforma das facções no Brasil.  </p>
<blockquote>
<p>“[Essa situação] permitiu que os presídios se tornassem o berço e o centro de comando das organizações criminosas no país”, escreveu o relator. O Brasil possui a terceira maior população prisional do mundo, com 701 mil pessoas presas.  </p>
</blockquote>
<p><strong>Para suprir esse déficit, o relator calculou que seriam necessários aportes de RS 14 bilhões para construção de novas vagas.</strong></p>
<p>Vieira ainda destaca o efetivo “diminuto” das forças de segurança em função das dimensões continentes do país, com a Polícia Federal operando com 40% de déficit no quadro funcional.</p>
<blockquote>
<p>“A descapitalização dos órgãos de controle e inteligência representa, paradoxalmente, um dos maiores estímulos à expansão do crime organizado, pois reduz a capacidade do Estado de detectar, investigar e reprimir atividades ilícitas”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Indiciamentos e Intervenção do RJ</h2>
<p>O relator da CPI do Crime Organizado no Senado Alessandro Vieira ainda pediu, no mesmo relatório, os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. </p>
<p>A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.</p>
<p>Além disso, o relatório recomenda que o presidente da República decrete uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro (RJ) como medida “indispensável” diante da infiltração do crime no Poder Público local, o que comprometeria a capacidade do estado “de conduzir, com autonomia e idoneidade, as ações de enfrentamento necessárias”. </p>
<p> </p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Apr 2026 14:11:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro/">Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
