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	<title>Arquivo de deficiência visual - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de deficiência visual - WeekNews</title>
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		<title>Dia Mundial da Saúde Ocular alerta para doenças silenciosas que podem levar à cegueira; Brasil tem quase 8 milhões de afetados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:58:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Nesta sexta-feira, 10 de julho, é celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular, uma campanha instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e o tratamento de doenças que afetam a visão. A data ganha relevância especial no Brasil, onde, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 8 milhões de brasileiros declaram ter cegueira total ou severa dificuldade para enxergar. Esse número torna a limitação funcional a mais prevalente no país, superando outras deficiências. A OMS estima que aproximadamente 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados ou tratados adequadamente se fossem diagnosticados em estágios iniciais. Entre as principais causas de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/dia-mundial-da-saude-ocular-alerta-para-doencas-silenciosas-que-podem-levar-a-cegueira-brasil-tem-quase-8-milhoes-de-afetados/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/credito_alberto_contarato_i_cia_poeticas_da_cena_contemporanea-1024x512.jpg" alt="Dia Mundial da Saúde Ocular alerta para doenças silenciosas que podem levar à cegueira; Brasil tem quase 8 milhões de afetados" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/dia-da-saude-ocular-chama-atencao-para-doencas-que-afetam-visao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Nesta sexta-feira, 10 de julho, é celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular, uma campanha instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e o tratamento de doenças que afetam a visão. A data ganha relevância especial no Brasil, onde, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 8 milhões de brasileiros declaram ter cegueira total ou severa dificuldade para enxergar. Esse número torna a limitação funcional a mais prevalente no país, superando outras deficiências.</p>
<p>A OMS estima que aproximadamente 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados ou tratados adequadamente se fossem diagnosticados em estágios iniciais. Entre as principais causas de perda de visão estão a catarata, o glaucoma, a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade. Embora algumas dessas condições estejam associadas ao envelhecimento, alterações na visão podem surgir em qualquer faixa etária, inclusive na infância. Fatores como predisposição genética, diabetes, hipertensão arterial e hábitos inadequados também aumentam o risco de desenvolver doenças oculares ao longo da vida.</p>
<p>O principal alerta dos especialistas é o caráter assintomático de muitas dessas doenças, que agem de forma silenciosa e podem progredir sem que a pessoa perceba. Um exemplo é o caso do administrador Alexandre de Menezes, que descobriu ter catarata aos 49 anos durante um exame oftalmológico de rotina. &#8220;Sempre associei essa condição de catarata a pessoas mais idosas, né? No dia a dia, não havia percebido qualquer perda na qualidade da visão&#8221;, relatou. Após o diagnóstico, ele realizou exames complementares e passou por uma cirurgia. &#8220;Fiz uma cirurgia numa quarta-feira, e na segunda-feira já estava trabalhando. Na verdade, após a cirurgia, eu já saí enxergando daqui. Ao chegar em casa e olhar pela janela, sem a necessidade de um óculos e poder observar detalhes que antes eu não conseguia ver, foi para mim algo muito marcante&#8221;, contou.</p>
<p>A oftalmologista Núbia Vanessa reforça que a melhor forma de prevenir doenças oculares é com diagnósticos precoces. &#8220;Nós devemos fazer isso em todas as faixas etárias para detecção precoce das doenças oculares, para evitar cegueiras que podem ser reversíveis e as irreversíveis&#8221;, afirmou. Ela também destacou a importância de pacientes com comorbidades como diabetes, pressão alta e doenças autoimunes procurarem o médico oftalmologista regularmente. &#8220;Esses pacientes devem fazer a detecção precoce de alguns problemas visuais ou doenças oculares que estão relacionadas&#8221;, explicou.</p>
<p>Além da consulta periódica ao oftalmologista, hábitos simples podem contribuir para a manutenção da saúde ocular. Entre eles, evitar a automedicação e o uso indiscriminado de colírios, utilizar óculos de sol com proteção ultravioleta e fazer pausas regulares durante o uso prolongado de telas e outros dispositivos eletrônicos. Essas medidas ajudam a reduzir o risco de desenvolver problemas visuais e a preservar a qualidade da visão ao longo da vida.</p>
<p>A data também serve para lembrar que a cegueira e a deficiência visual têm um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas, afetando a capacidade de trabalho, a mobilidade e a independência. Com o envelhecimento da população brasileira, a tendência é que o número de pessoas com problemas oculares aumente, tornando ainda mais urgente a adoção de políticas públicas de prevenção e acesso a tratamentos.</p>
<p>O Dia Mundial da Saúde Ocular, portanto, não é apenas uma data comemorativa, mas um chamado à ação para que governos, profissionais de saúde e a sociedade em geral se mobilizem em prol da saúde visual. A mensagem central é clara: a prevenção e o diagnóstico precoce são as armas mais eficazes contra a cegueira evitável. Como destacou a OMS, a maioria dos casos de deficiência visual pode ser evitada ou tratada, desde que haja informação e acesso a serviços oftalmológicos de qualidade.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/dia-da-saude-ocular-chama-atencao-para-doencas-que-afetam-visao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Deficiência visual e dança: “Nos palcos, sinto que posso voar&#034;</title>
		<link>https://weeknews.online/deficiencia-visual-e-danca-nos-palcos-sinto-que-posso-voar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 14:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>>Tempo excessivo e pouca distância de telas contribuem para miopia]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência visual]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Camillo]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Aos 46 anos, Gisele Camillo realiza um sonho de infância: ser bailarina. O desejo de dançar sempre esteve presente. Mas a baixa visão, diagnosticada logo que nasceu, dificultou um pouco as coisas. “Tentei dançar quando criança em algumas escolas, quando eu ainda tinha baixa visão. Mas eu tinha que fingir que enxergava. Se eu falasse, ninguém me aceitava. Tinha que ficar perto do professor. E assim eu seguia a vida”.  Aos 38 anos, por conta de um quadro de glaucoma, Gisele perdeu praticamente toda a visão. Hoje, eventualmente, enxerga vultos e formas. Mas esses detalhes, segundo ela, pouco importam quando sobe ao palco. Notícias relacionadas: Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia . Tempo excessivo e pouca distância de telas contribuem&#8230;</p>
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				</p>
<p>Aos 46 anos, Gisele Camillo realiza um sonho de infância: ser bailarina. O desejo de dançar sempre esteve presente. <strong>Mas a baixa visão, diagnosticada logo que nasceu, dificultou um pouco as coisas</strong>. “Tentei dançar quando criança em algumas escolas, quando eu ainda tinha baixa visão. Mas eu tinha que fingir que enxergava. Se eu falasse, ninguém me aceitava. Tinha que ficar perto do professor. E assim eu seguia a vida”. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756648865_913_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756648866_903_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Aos 38 anos, por conta de um quadro de glaucoma, Gisele perdeu praticamente toda a visão. Hoje, eventualmente, enxerga vultos e formas. Mas esses detalhes, segundo ela, pouco importam quando sobe ao palco.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia .</li>
<li>Tempo excessivo e pouca distância de telas contribuem para miopia.</li>
</ul>
<p>“Quando estou com as meninas no palco, nem lembro da visão. A gente se ajuda muito, a gente conversa. A gente aprendeu mesmo a lidar com a falta da visão no palco. Hoje em dia, não faz mais muita diferença não.”</p>
</blockquote>
<p><strong>Enquanto Gisele dança, o cão-guia Faísca, labrador caramelo que acompanha a bailarina há cerca de dois meses, aguarda pacientemente</strong>. Até então, ela usava uma bengala para guiar seus movimentos. Recentemente, tomou coragem e passou a confiar boa parte de sua independência ao companheiro de quatro patas. </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/whatsapp_image_2025-08-27_at_18.58.53.jpeg" alt="Brasília (DF) 27/08/2025 - Faísca, cão-guia de Gisele Camillo, que participa de apresentação da Cia de Ballet de Cegos. Foto: Paula Laboissière/Agência Brasil" title="Paula Laboissière/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Faísca, cão-guia de Gisele Camillo, que participa de apresentação da Cia de Ballet de Cegos. Foto: <strong>Paula Laboissière/Agência Brasil</strong><!--END copyright=435146--></h6>
</div>
</div>
<p>“Na segunda semana de treinamento, conversei com o instrutor e contei que achava que não daria conta. Mas ele disse que eu estava indo bem, só estava ficando nervosa demais. É uma adaptação completamente diferente, mas estou muito feliz com ele. É um parceirão. É liberdade. Cão-guia é você sair voando”, conta, enquanto Faísca acompanha os ensaios. </p>
<h2>O projeto </h2>
<p>Gisele faz parte da Cia de Ballet de Cegos, projeto criado em 1995 pela bailarina Fernanda Bianchini, que desenvolveu o primeiro método de ensino de balé clássico para pessoas com deficiência visual. <strong>Atualmente, a companhia de dança conta com cerca de 200 alunos, sendo 60% deles com algum tipo de deficiência visual</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Me sinto muito feliz e realizada. Sempre tive o sonho de ser dançarina, bailarina. Quando estou no palco, me sinto livre. Sinto que eu posso voar. A gente sempre ouviu muitos nãos. Mas, quando todo o público aplaude, é aquele ‘Sim, você é capaz. Sim, você pode’. Toda vez que estou no palco, me sinto muito realizada por estar dançando como eu sempre quis.”</p>
</blockquote>
<p><strong>A gerente da Associação Fernanda Bianchini, Damaris Ferreira, conta que, no começo, a proposta de ensinar balé para pessoas com deficiência não recebeu muita credibilidade da maioria das pessoas</strong>. “Elas diziam ‘Imagina. Ensina qualquer coisa’. Hoje, a gente vê meninas dançando com sapatilha de ponta e sem visão”. </p>
<p>“Antes, a pessoa com deficiência sempre foi uma pessoa deixada de lado, escondida nas famílias. Hoje, a pessoa com deficiência tem muitos direitos, é incentivada a muitas coisas”, destaca, ao citar que a companhia de balé já dançou com nomes como o cantor Stevie Wonder e o coreógrafo Mikhail Baryshnikov. </p>
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<div class="meta">Apresentação da Cia de Ballet de Cegos. Foto: <strong>Paula Laboissière/Agência Brasil</strong><!--END copyright=435144--></div>
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<p><strong>Durante o 69º Congresso Brasileiro de Oftalmologia, encerrado no sábado (30) em Curitiba, o grupo de Gisele apresentou duas coreografias</strong>. “Como o evento tem essa característica de falar sobre a reabilitação ocular e tem um olhar social para a pessoa com deficiência visual, a gente veio para celebrar e dizer que a pessoa com deficiência pode sim estar e fazer o que quiser. Não há limites”, concluiu Damaris. </p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)</em></p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Enviada especial* , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/deficiencia-visual-e-danca-nos-palcos-sinto-que-posso-voar">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 31 Aug 2025 10:18:00 -0300 </p>

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		<title>Deficiência visual e dança: “Nos palcos, sinto que posso voar&#034;</title>
		<link>https://weeknews.online/deficiencia-visual-e-danca-nos-palcos-sinto-que-posso-voar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 13:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>>Tempo excessivo e pouca distância de telas contribuem para miopia]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência visual]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Camillo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Aos 46 anos, Gisele Camillo realiza um sonho de infância: ser bailarina. O desejo de dançar sempre esteve presente. Mas a baixa visão, diagnosticada logo que nasceu, dificultou um pouco as coisas. “Tentei dançar quando criança em algumas escolas, quando eu ainda tinha baixa visão. Mas eu tinha que fingir que enxergava. Se eu falasse, ninguém me aceitava. Tinha que ficar perto do professor. E assim eu seguia a vida”.  Aos 38 anos, por conta de um quadro de glaucoma, Gisele perdeu praticamente toda a visão. Hoje, eventualmente, enxerga vultos e formas. Mas esses detalhes, segundo ela, pouco importam quando sobe ao palco. Notícias relacionadas: Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia . Tempo excessivo e pouca distância de telas&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/deficiencia-visual-e-danca-nos-palcos-sinto-que-posso-voar/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
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				</p>
<p>Aos 46 anos, Gisele Camillo realiza um sonho de infância: ser bailarina. O desejo de dançar sempre esteve presente. <strong>Mas a baixa visão, diagnosticada logo que nasceu, dificultou um pouco as coisas</strong>. “Tentei dançar quando criança em algumas escolas, quando eu ainda tinha baixa visão. Mas eu tinha que fingir que enxergava. Se eu falasse, ninguém me aceitava. Tinha que ficar perto do professor. E assim eu seguia a vida”. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756647206_758_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756647206_680_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Aos 38 anos, por conta de um quadro de glaucoma, Gisele perdeu praticamente toda a visão. Hoje, eventualmente, enxerga vultos e formas. Mas esses detalhes, segundo ela, pouco importam quando sobe ao palco.</p>
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<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia .</li>
<li>Tempo excessivo e pouca distância de telas contribuem para miopia.</li>
</ul>
<p>“Quando estou com as meninas no palco, nem lembro da visão. A gente se ajuda muito, a gente conversa. A gente aprendeu mesmo a lidar com a falta da visão no palco. Hoje em dia, não faz mais muita diferença não.”</p>
</blockquote>
<p><strong>Enquanto Gisele dança, o cão-guia Faísca, labrador caramelo que acompanha a bailarina há cerca de dois meses, aguarda pacientemente</strong>. Até então, ela usava uma bengala para guiar seus movimentos. Recentemente, tomou coragem e passou a confiar boa parte de sua independência ao companheiro de quatro patas. </p>
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<h6 class="meta">Faísca, cão-guia de Gisele Camillo, que participa de apresentação da Cia de Ballet de Cegos. Foto: <strong>Paula Laboissière/Agência Brasil</strong><!--END copyright=435146--></h6>
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<p>“Na segunda semana de treinamento, conversei com o instrutor e contei que achava que não daria conta. Mas ele disse que eu estava indo bem, só estava ficando nervosa demais. É uma adaptação completamente diferente, mas estou muito feliz com ele. É um parceirão. É liberdade. Cão-guia é você sair voando”, conta, enquanto Faísca acompanha os ensaios. </p>
<h2>O projeto </h2>
<p>Gisele faz parte da Cia de Ballet de Cegos, projeto criado em 1995 pela bailarina Fernanda Bianchini, que desenvolveu o primeiro método de ensino de balé clássico para pessoas com deficiência visual. <strong>Atualmente, a companhia de dança conta com cerca de 200 alunos, sendo 60% deles com algum tipo de deficiência visual</strong>. </p>
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<p>“Me sinto muito feliz e realizada. Sempre tive o sonho de ser dançarina, bailarina. Quando estou no palco, me sinto livre. Sinto que eu posso voar. A gente sempre ouviu muitos nãos. Mas, quando todo o público aplaude, é aquele ‘Sim, você é capaz. Sim, você pode’. Toda vez que estou no palco, me sinto muito realizada por estar dançando como eu sempre quis.”</p>
</blockquote>
<p><strong>A gerente da Associação Fernanda Bianchini, Damaris Ferreira, conta que, no começo, a proposta de ensinar balé para pessoas com deficiência não recebeu muita credibilidade da maioria das pessoas</strong>. “Elas diziam ‘Imagina. Ensina qualquer coisa’. Hoje, a gente vê meninas dançando com sapatilha de ponta e sem visão”. </p>
<p>“Antes, a pessoa com deficiência sempre foi uma pessoa deixada de lado, escondida nas famílias. Hoje, a pessoa com deficiência tem muitos direitos, é incentivada a muitas coisas”, destaca, ao citar que a companhia de balé já dançou com nomes como o cantor Stevie Wonder e o coreógrafo Mikhail Baryshnikov. </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/whatsapp_image_2025-08-27_at_18.56.06.jpeg" alt="Brasília (DF) 27/08/2025 - Apresentação da Cia de Ballet de Cegos. Foto: Paula Laboissière/Agência Brasil" title="Paula Laboissière/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta">Apresentação da Cia de Ballet de Cegos. Foto: <strong>Paula Laboissière/Agência Brasil</strong><!--END copyright=435144--></div>
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<p><strong>Durante o 69º Congresso Brasileiro de Oftalmologia, encerrado no sábado (30) em Curitiba, o grupo de Gisele apresentou duas coreografias</strong>. “Como o evento tem essa característica de falar sobre a reabilitação ocular e tem um olhar social para a pessoa com deficiência visual, a gente veio para celebrar e dizer que a pessoa com deficiência pode sim estar e fazer o que quiser. Não há limites”, concluiu Damaris. </p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)</em></p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Enviada especial* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/deficiencia-visual-e-danca-nos-palcos-sinto-que-posso-voar">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 31 Aug 2025 10:18:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/deficiencia-visual-e-danca-nos-palcos-sinto-que-posso-voar/">Deficiência visual e dança: “Nos palcos, sinto que posso voar&quot;</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Erros de refração são principal causa de deficiência visual infantil</title>
		<link>https://weeknews.online/erros-de-refracao-sao-principal-causa-de-deficiencia-visual-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 10:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[cartilha]]></category>
		<category><![CDATA[cartilha Saúde Ocular na Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha sobre saúde ocular na infância orienta pais e professores]]></category>
		<category><![CDATA[CBO]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência visual]]></category>
		<category><![CDATA[erros refratários]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos discutem uso de IA para pessoas com deficiência visual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Erros de refração não corrigidos figuram como a principal causa de deficiência visual entre crianças brasileiras. Por afetarem diretamente o rendimento escolar e a socialização, eles geram grande impacto econômico e social. O alerta é do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).  Segundo a entidade, um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o percentual estimado de pessoas com deficiência visual por erros de refração não corrigidos na América do Sul, na faixa etária de 5 a 15 anos (0,7%), estima que existam 23 milhões de crianças e adolescentes em idade escolar com problemas de refração. Entenda Notícias relacionadas: Cartilha sobre saúde ocular na infância orienta pais e professores. Médicos discutem uso de IA para pessoas com deficiência visual. As chamadas ametropias ou erros&#8230;</p>
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				</p>
<p>Erros de refração não corrigidos figuram como a principal causa de deficiência visual entre crianças brasileiras. Por afetarem diretamente o rendimento escolar e a socialização, eles geram grande impacto econômico e social. O alerta é do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756462340_866_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756462340_693_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo a entidade, um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o percentual estimado de pessoas com deficiência visual por erros de refração não corrigidos na América do Sul, na faixa etária de 5 a 15 anos (0,7%), estima que existam 23 milhões de crianças e adolescentes em idade escolar com problemas de refração.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Cartilha sobre saúde ocular na infância orienta pais e professores.</li>
<li>Médicos discutem uso de IA para pessoas com deficiência visual.</li>
</ul>
<p>As chamadas ametropias ou erros refrativos decorrentes de condições em que os raios de luz não são focados corretamente na retina, resultando em visão desfocada, englobam desde a miopia e a hipermetropia até o astigmatismo. “Todas corrigíveis com óculos, lentes de contato ou cirurgia”, destacou o CBO. </p>
<p>O tratamento precoce, segundo o conselho, ajuda ainda a reduzir a incidência de ambliopia, popularmente conhecida como olho preguiçoso. “A triagem oftalmológica é considerada fundamental do ponto de vista de saúde pública por permitir a detecção precoce de doenças e prevenir a cegueira infantil”. </p>
<p>De acordo com a entidade, a idade ideal para realizar a triagem oftalmológica é entre os primeiros meses e os 6 anos de vida, período em que ocorre o desenvolvimento da visão.</p>
<h2>Prioridade</h2>
<p>O CBO defende que a saúde ocular de crianças seja tratada como prioridade por famílias e órgãos públicos, já que problemas de visão não diagnosticados e não tratados podem comprometer o processo de aprendizagem e a socialização.</p>
<p>“Estimativas da Agência Internacional de Prevenção à Cegueira indicam que o Brasil pode ter cerca de 27 mil crianças cegas, muitas delas em decorrência de doenças que poderiam ter sido prevenidas ou tratadas precocemente. A diversidade regional e as desigualdades socioeconômicas sugerem uma prevalência média de cegueira infantil entre 0,5 e 0,6 por mil crianças”, destacou o conselho. </p>
<h2>Cartilha </h2>
<p>Em julho, o CBO e a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (Sbop) lançaram a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://cbo.net.br/admin/docs_upload/Saude-ocular-na-infancia.pdf" target="_blank">cartilha <em>Saúde Ocular na Infância</em></a>, que reúne orientações práticas, cuidados essenciais e sinais de alerta para preservar a visão em crianças. </p>
<p>O material inclui temas como cuidados com a conjuntivite e o terçol, uso correto de óculos e maquiagem infantil. A cartilha conta com seis seções que abordam desde o desenvolvimento visual do bebê e da criança até orientações sobre exames oftalmológicos.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).</em></p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Enviada especial* , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/erros-de-refracao-sao-principal-causa-de-deficiencia-visual-infantil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 29 Aug 2025 06:40:00 -0300 </p>

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		<title>Mais de 6 milhões de brasileiros têm questões severas de visão</title>
		<link>https://weeknews.online/mais-de-6-milhoes-de-brasileiros-tem-questoes-severas-de-visao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 15:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[abril marrom]]></category>
		<category><![CDATA[Abril Marrom alerta sobre doenças que podem levar à cegueira]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência visual]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde dos Olhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 19% da população brasileira tem algum tipo de deficiência visual. Deste total, mais de 6 milhões têm questões severas. Para o médico oftalmologista Maikon Afonso Colassanti, a visita regular ao especialista é necessária e imprescindível. &#8220;O brasileiro associa muito o oftalmologista ao óculos. Então se ele acha que está vendo bem ou se os óculos ainda estão bons, ele não vai. Só que o oftalmologista não passa só óculos, né? Os óculos são o comecinho da consulta. O que vem depois é muito mais importante, na verdade. A gente olha fundo de olho, mede a pressão do olho, procura catarata, procura glaucoma, procura doença da retina. A consulta é muito mais vasta do que tem esse&#8230;</p>
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<p>De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 19% da população brasileira tem algum tipo de deficiência visual. Deste total, mais de 6 milhões têm questões severas. Para o médico oftalmologista Maikon Afonso Colassanti, a visita regular ao especialista é necessária e imprescindível.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744816972_902_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744816972_783_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><em>&#8220;O brasileiro associa muito o oftalmologista ao óculos. Então se ele acha que está vendo bem ou se os óculos ainda estão bons, ele não vai. Só que o oftalmologista não passa só óculos, né? Os óculos são o comecinho da consulta. O que vem depois é muito mais importante, na verdade. A gente olha fundo de olho, mede a pressão do olho, procura catarata, procura glaucoma, procura doença da retina. A consulta é muito mais vasta do que tem esse conceito. E isso é um problema também no Brasil, porque às vezes o paciente recorre a um atendimento que não é nem com um médico oftalmologista, passa pela consulta, recebe uma receita e faz a receita, achando que está bem. Só que às vezes tem uma doença oculta lá que não foi investigada, que não foi vista. O check-up do corpo humano deve ser feito todo ano e a oftalmologia tem que estar no meio. Nosso sentido mais precioso é a visão. A gente interage com o mundo muito mais com a visão do que com os outros sentidos. Perder a visão por uma causa que seria evitável é drástico.&#8221;</em></p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/_mg_2874.jpg" alt=" O Dr. Flávio Medina realiza exame de fundo de olho com um retinógrafo portátil," title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/_mg_2874.jpg" alt=" O Dr. Flávio Medina realiza exame de fundo de olho com um retinógrafo portátil," title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=148381 --></div>
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<p> Exame de fundo de olho com retinógrafo portátil. &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=148381--></p>
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<p>O especialista em cirurgia de catarata e refrativa destaca que algumas doenças oculares podem evoluir para cegueira e merecem atenção especial a partir dos 50 anos. Silenciosa e de evolução lenta, o glaucoma é uma delas.</p>
<p><em>&#8220;Existe uma grande quantidade de doenças na oftalmologia que levam a cegueira, mas as que são mais frequentes, a causa de cegueira irreversível, a que acontece mais no mundo é o glaucoma, que é uma doença relacionada à pressão dos olhos. Ela tem uma relação com a genética, a parte familiar, e tem também uma relação com outras doenças associadas. Pessoas que têm diabetes, pessoas que fizeram uso de algumas medicações ou tiveram algum trauma no olho podem desenvolver o glaucoma. E o problema é que ela é irreversível. Quando você faz o diagnóstico, no estado que você estiver, você só vai estacionar a doença. Mas se ela já estiver no estado muito avançado, não tem como mais parar o processo.&#8221;</em></p>
<p>A outra doença é uma consequência natural do envelhecimento. Todos vão desenvolvê-la em algum momento da vida, e a única forma de tratamento é a cirurgica.</p>
<p><em>&#8220;A catarata é algo que não é genético. Após 60 anos, começa um endurecimento da lente que nós temos dentro do olho, que é o cristalino, que nasce transparente. Como ela é feita de proteína, ela vai estragando com o passar dos anos e isso também acontece muito lentamente; o paciente não consegue perceber que ele está perdendo qualidade. Existia uma ideia antiga, porque a cirurgia de catarata era uma cirurgia perigosa, então a gente tinha o protocolo de só operar o paciente depois que ele tivesse perdido 50% da visão para valer o risco da cirurgia. Não precisamos mais fazer essa abertura dos olhos: com uma incisão de 2 mm é possível fazer a cirurgia. Então esse conceito de esperar o paciente perder metade da visão para operar não existe mais. Existe no Brasil até uma lei, que é recente, que hoje a cirurgia de catarata não é mais só com o propósito de tirar a catarata, ela também é com o propósito de corrigir o grau.&#8221;</em></p>
<p>O medico ressalta que manter uma alimentação saudável, usar óculos de grau e de sol de qualidade e se submeter a uma rotina periódica de exames preventivos é uma combinação ideal para preservar a boa visão.</p>
<p><em>&#8220;A irradiação ultravioleta, que é a irradiação do sol, favorece algumas doenças. Favorece aquela carnezinha que cresce no olho, que é o pterígio, que pode causar doenças da retina e pode acelerar a catarata também. Então o uso de óculos de sol é uma prática boa quando você está na rua, quando você está em praia, óculos de sol original. Existe uma doença que é a DMRI (degeneração macular relacionada à idade), que é outra causa de cegueira, que é uma doença que também tem relação com a alimentação pobre em vitaminas. Então a alimentação saudável ajuda a proteger dessa doença, que surge geralmente após os 70 anos, tem relação com a idade. Também a prática de atividades físicas, que ajudam a controlar a glicemia, que ajudam a manter o corpo saudável, também tem repercussão nos olhos.&#8221;</em><br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> raissa.saraiva , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-04/mais-de-6-milhoes-de-brasileiros-tem-questoes-severas-de-visao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 16 Apr 2025 14:53:47 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mais-de-6-milhoes-de-brasileiros-tem-questoes-severas-de-visao/">Mais de 6 milhões de brasileiros têm questões severas de visão</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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