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	<title>Arquivo de Demência - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Demência - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Milton Nascimento é diagnosticado com demência, revela filho do cantor</title>
		<link>https://weeknews.online/milton-nascimento-e-diagnosticado-com-demencia-revela-filho-do-cantor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 16:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[demência por corpos de Lewy]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Nascimento se emociona com filme sobre sua vida em pré-estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Trem azul da Portela vai levar Milton Nascimento para a Sapucaí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O cantor Milton Nascimento, 82 anos, foi diagnosticado com demência, revelou seu filho, o empresário Augusto Nascimento, em seu perfil no Instagram. Ele afirmou que comportamentos diferentes começaram a ser notados no final do ano passado, mas nada que fosse alarmante. Com o tempo, entretanto, as alterações foram se acentuando. &#8220;O Parkinson, diagnosticado em 2022, avançando, e as pequenas atividades do dia a dia sofrendo impacto.&#8221; Notícias relacionadas: Milton Nascimento se emociona com filme sobre sua vida em pré-estreia . Trem azul da Portela vai levar Milton Nascimento para a Sapucaí. Augusto revela que fez uma viagem de motorhome com o pai, em maio. &#8220;Rodamos aproximadamente 4.000 km, eu dirigia com ele sempre ao meu lado de copiloto e escolhendo as músicas &#8211; tal&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O cantor Milton Nascimento, 82 anos, foi diagnosticado com demência, revelou seu filho, o empresário Augusto Nascimento</strong>, em seu perfil no Instagram.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759423356_980_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759423356_729_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ele afirmou que comportamentos diferentes começaram a ser notados no final do ano passado, mas nada que fosse alarmante. Com o tempo, entretanto, as alterações foram se acentuando. &#8220;O Parkinson, diagnosticado em 2022, avançando, e as pequenas atividades do dia a dia sofrendo impacto.&#8221;</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Milton Nascimento se emociona com filme sobre sua vida em pré-estreia .</li>
<li>Trem azul da Portela vai levar Milton Nascimento para a Sapucaí.</li>
</ul>
<p>Augusto revela que fez uma viagem de motorhome com o pai, em maio. &#8220;Rodamos aproximadamente 4.000 km, eu dirigia com ele sempre ao meu lado de copiloto e escolhendo as músicas &#8211; tal qual sempre fizemos em nossas boas viagens pelo mundo. De alguma forma, eu sabia que aquela viagem seria uma despedida desses momentos&#8221;, afirmou o filho, destacando que, dentro das limitações, Milton se divertiu muito e costumava dizer que aquela &#8220;havia sido a melhor viagem da vida dele.&#8221;</p>
<p>De volta ao Brasil, Augusto afirma que estava em uma viagem a trabalho quando foi obrigado a retornar para casa às pressas. Milton precisava de apoio por causa de uma desidratação, fruto da dificuldade que ele vem tendo de tomar líquido e se alimentar.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Dali para frente, entramos em uma montanha russa, e absolutamente tudo mudou de forma extremamente rápida: veio, então, o duro diagnóstico de demência&#8221;, declarou o filho.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;<strong>Nossos diálogos, desde então, têm sido, em sua maioria, silenciosos ou um pouco confusos. Meu pai me chama e tenta falar comigo, mas nem sempre consegue se expressar.&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;As inúmeras ligações a cada vez que eu viajo para trabalhar, já não existem mais, nem mesmo a curiosidade por boas fofocas da vida, ou a espera ansiosa por cada vez que eu retorno para casa em que ele me aguardava com uma camiseta com a nossa foto, ou a curiosidade travessa de me perguntar se eu tinha batido em todo mundo nas voltas dos treinos de jiu-jítsu&#8221;, completou Augusto. </p>
<p>Em entrevista à revista Piauí, Augusto revelou que o <strong>diagnóstico do pai, após diversos exames e testes clínico, é demência por corpos de Lewy (DCL)</strong>, um distúrbio neurodegenerativo caracterizado por declínio nas funções de pensamento, movimento, comportamento, cognição e humor. A DCL é o terceiro tipo mais comum de demência e tem sintomas parecidos com os do mal de Alzheimer e, no que diz respeito às questões motoras, ao Parkinson. </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-10/milton-nascimento-e-diagnosticado-com-demencia-revela-filho-do-cantor">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 02 Oct 2025 12:33:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Riscos modificáveis estão associados a quase 60% dos casos de demência</title>
		<link>https://weeknews.online/riscos-modificaveis-estao-associados-a-quase-60-dos-casos-de-demencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 18:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[artigo publicado este mês na sessão Regional Health Americas]]></category>
		<category><![CDATA[da revista científica The Lancet]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[Demência em idosos hospitalizados não é percebida em até 50% dos casos]]></category>
		<category><![CDATA[diz estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Geriatria]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos que usam internet crescem quase quatro vezes em oito anos]]></category>
		<category><![CDATA[Musculação protege cérebro de idosos contra demência]]></category>
		<category><![CDATA[The Lancet]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Fatores de risco modificáveis foram associados a quase 60% dos casos de demência no Brasil por um estudo liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Segundo os pesquisadores, as três condições evitáveis com maior impacto são: baixa escolaridade no início da vida, perda da capacidade visual não tratada,  depressão. Os fatores de risco modificáveis são aqueles que podem ser evitados ou atenuados por políticas públicas, intervenções de saúde ou iniciativas individuais de prevenção. Isso os diferencia do envelhecimento e da predisposição genética, por exemplo, que também influenciam na incidência da doença. Notícias relacionadas: Demência em idosos hospitalizados não é percebida em até 50% dos casos. Musculação protege cérebro de idosos contra demência, diz estudo. Idosos que usam internet crescem quase quatro vezes em oito anos. Estudos populacionais mais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>Fatores de risco modificáveis foram associados a quase 60% dos casos de demência no Brasil por um estudo liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Segundo os pesquisadores, as <strong>três condições evitáveis com maior impacto são</strong>:<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756234685_33_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756234685_465_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<ul>
<li>baixa escolaridade no início da vida,</li>
<li>perda da capacidade visual não tratada, </li>
<li>depressão.</li>
</ul>
<p><strong>Os fatores de risco modificáveis são aqueles que podem ser evitados ou atenuados por políticas públicas, intervenções de saúde ou iniciativas individuais de prevenção. Isso os diferencia do envelhecimento e da predisposição genética, por exemplo, que também influenciam na incidência da doença.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Demência em idosos hospitalizados não é percebida em até 50% dos casos.</li>
<li>Musculação protege cérebro de idosos contra demência, diz estudo.</li>
<li>Idosos que usam internet crescem quase quatro vezes em oito anos.</li>
</ul>
<p>Estudos populacionais mais recentes, do Relatório Nacional sobre a Demência, do Ministério da Saúde, estimam que <strong>entre 12,5% e 17,5% da população idosa no Brasil tenham alguma forma da doença</strong>, que se torna mais importante conforme aumenta o percentual de brasileiros nessa faixa etária.</p>
<p>&#8220;Estratégias de saúde pública podem levar a reduções mais substanciais e equitativas na prevalência e na incidência da doença e devem ser priorizadas, com foco especial no acesso educacional desde a infância, no cuidado oftalmológico acessível e na ampliação dos serviços de saúde mental, sobretudo para populações em situação de vulnerabilidade&#8221;, concluem os pesquisadores, em <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.thelancet.com/journals/lanam/article/PIIS2667-193X(25)00219-4/fulltext" target="_blank">artigo publicado este mês na sessão <em>Regional Health Americas</em>, da revista científica <em>The Lancet</em></a>.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>A pesquisa estimou a contribuição de cada um dos 14 fatores de risco modificáveis para a demência</strong>, utilizando dados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), coordenado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A soma de todos eles pode ser associada a 59,5% dos casos de demência, proporção acima da média mundial, que é de 45%.</p>
<h2>Fatores de risco modificáveis</h2>
<p><strong>A baixa escolaridade na fase inicial da vida foi o fator modificável com a maior porcentagem de associação a casos de demência, 9,5% de casos</strong>; seguida pela perda visual na velhice, com 9,2%; e pela depressão na meia-idade com 6,3%.</p>
<p><strong>Os outros 11 fatores modificáveis que aumentam o risco de demência, segundo a pesquisa, são: </strong></p>
<ul>
<li>isolamento social;</li>
<li>poluição do ar;</li>
<li>traumatismo cranioencefálico;</li>
<li>hipertensão arterial;</li>
<li>diabetes;</li>
<li>obesidade;</li>
<li>falta de atividade física;</li>
<li>tabagismo;</li>
<li>consumo excessivo de álcool;</li>
<li>perda auditiva;</li>
<li>colesterol elevado.</li>
</ul>
<p>A influência da educação no início da vida está relacionada à reserva cognitiva: <strong>durante o aprendizado, os neurônios criam novas conexões, o que aumenta a capacidade do cérebro de compensar danos no futuro.</strong> Os estímulos cognitivos também explicam porque a perda visual tem tanto impacto:</p>
<p>&#8220;O nosso cérebro integra as informações que nós recebemos do meio externo, através da audição e da visão, com as informações que a gente já sabe do mundo. E, a partir disso, a gente programa uma resposta. Então, quando a gente tem uma perda visual, parte da nossa estimulação cerebral cessa. A gente deixa de enxergar coisas que nos ajudariam a melhorar a nossa memória e estimular nosso cérebro&#8221;, complementa a professora de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP, Cláudia Suemoto, uma das autoras da pesquisa.</p>
<p>Esse mesmo mecanismo também pode explicar a influência da depressão. &#8220;Quando a pessoa está deprimida, ela não sente vontade de fazer coisas novas, de estimular o cérebro com novos desafios. Uma outra explicação, mais biológica, é que o desbalanço de neurotransmissões, que acontece na depressão, poderia, a longo prazo, levar à perda neural. Então, existem essas duas hipóteses, que provavelmente não são concorrentes, as duas devem ter impacto.&#8221;</p>
<p>A proporção brasileira foi maior do que a média mundial em 10 fatores, incluindo os três principais. Para os pesquisadores, isso demonstra &#8220;como <strong>as desigualdades socioeconômicas e o acesso inadequado à educação e aos cuidados de saúde mental podem contribuir para o risco de demência</strong>&#8220;. As exceções foram perda auditiva, colesterol elevado, isolamento social e consumo excessivo de álcool.</p>
<h2>Políticas públicas preventivas</h2>
<p>Além disso, a pesquisa identificou que a contribuição da baixa escolaridade e da perda visual não tratada foi maior nas regiões mais pobres do Brasil e entre as pessoas negras, tanto em relação à média nacional, quanto em comparação com regiões mais ricas e pessoas brancas.</p>
<p><strong>A professora de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP enfatiza que as descobertas apontam medidas de prevenção, que podem ser tomadas individualmente, mas devem, principalmente, fundamentar políticas públicas.</strong></p>
<p>&#8220;No Brasil, nós estamos envelhecendo rapidamente, e o aumento da idade é o principal fator de risco para demência, mas esse não é modificável ─ enquanto estivermos vivos, estaremos envelhecendo. Não há país no mundo que consiga lidar com uma população envelhecida que tenha uma alta prevalência de demência. Por isso, a prevenção é essencial.&#8221;</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A gente pensa em demência como uma doença da velhice, porque ela é muito mais frequente após os 65 anos. Mas a prevenção começa cedo e deve ser feita em vários momentos da vida&#8221;, alerta Cláudia Suemoto. </p>
</blockquote>
<p>A geriatra defende que os gestores devem olhar para esses fatores ─ como baixa educação, depressão e risco cardiovascular ─ e planejar intervenções e programas de saúde pública que ajudem e informem a população.</p>
<p>&#8220;Ao aumentar a escolaridade, tratar a depressão, diagnosticar e tratar pressão alta, diabetes, colesterol, perda visual, perda auditiva, também se previne a demência&#8221;, complementa a professora da USP.</p>
<p><em>*Colaborou Ana Cristina Campos</em></p>
<p> Tâmara Freire* &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/riscos-modificaveis-estao-associados-a-quase-60-dos-casos-de-demencia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 26 Aug 2025 15:39:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Demência em idosos hospitalizados é despercebida em até 50% dos casos</title>
		<link>https://weeknews.online/demencia-em-idosos-hospitalizados-e-despercebida-em-ate-50-dos-casos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[Diretriz para tratar obesidade aborda uso racional de remédios]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[FMUSP]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos são os mais atingidos por infecções do vírus da gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Um terço dos médicos deixou Atenção Primária à Saúde entre 2022 e 2024]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Estudo liderado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) alerta que, apesar de cada vez mais frequentes, condições associadas ao envelhecimento, como comprometimento cognitivo e demência, frequentemente passam despercebidas pelas equipes de saúde que atuam nos hospitais. A demência é um dos principais desafios de saúde pública no mundo, afetando atualmente cerca de 57 milhões de pessoas, incluindo cerca de 2,5 milhões de brasileiros. Estimativas para 2050 indicam que esse número pode quase triplicar, ultrapassando os 150 milhões de casos em todo o mundo. Segundo o primeiro autor do estudo e professor colaborador da FMUSP, Márlon Aliberti, a situação ocorre porque a atenção dos profissionais que atuam no ambiente hospitalar se concentra na identificação e no tratamento da condição&#8230;</p>
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<p>Estudo liderado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) alerta que, apesar de cada vez mais frequentes, condições associadas ao envelhecimento, como comprometimento cognitivo e demência, frequentemente passam despercebidas pelas equipes de saúde que atuam nos hospitais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1748965148_757_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1748965149_349_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A demência é um dos principais desafios de saúde pública no mundo, afetando atualmente cerca de 57 milhões de pessoas, incluindo cerca de 2,5 milhões de brasileiros. Estimativas para 2050 indicam que esse número pode quase triplicar, ultrapassando os 150 milhões de casos em todo o mundo.</p>
<p>Segundo o primeiro autor do estudo e professor colaborador da FMUSP, Márlon Aliberti, a situação ocorre porque a atenção dos profissionais que atuam no ambiente hospitalar se concentra na identificação e no tratamento da condição aguda que levou à internação, como pneumonia, infecção urinária ou descompensação cardíaca</p>
<blockquote>
<p>“No entanto, a demência influencia diretamente a resposta a medicamentos, aumenta o risco de delírio, prolonga a internação e dificulta a reabilitação”, explica Aliberti.</p>
</blockquote>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agsjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jgs.19494" target="_blank">estudo</a>, publicado no Journal of the American Geriatrics Society, revelou que cerca de dois terços dos pacientes hospitalizados com 65 anos ou mais apresentam algum grau de comprometimento cognitivo, como déficits de memória, e um terço deles têm diagnóstico de demência.</p>
<blockquote>
<p>“Essas alterações já estavam presentes antes do problema agudo que motivou a internação. No entanto, entre os casos de demência, aproximadamente metade nunca havia sido diagnosticada, permanecendo desconhecida tanto por médicos quanto por familiares até o momento da hospitalização”, esclarece Aliberti.</p>
</blockquote>
<h2>Novo método</h2>
<p>Diante do cenário, os pesquisadores propõem uma solução prática e viável, mesmo em contextos com poucos recursos: realizar, ainda nos primeiros dias de internação, uma entrevista à beira do leito com um familiar ou cuidador próximo para avaliar como estava a memória e outras funções cognitivas do paciente antes do episódio agudo que motivou a hospitalização.</p>
<p>De acordo com a professora associada da faculdade e responsável pela supervisão do estudo, Claudia Suemoto, essa abordagem permite identificar alterações cognitivas pré-existentes, mesmo quando o paciente está desorientado, com dor ou incapaz de participar diretamente da avaliação. Não se trata de um diagnóstico definitivo, mas de uma triagem eficiente que pode identificar uma possível demência e ajudar no melhor planejamento do cuidado hospitalar.</p>
<blockquote>
<p>“A identificação precoce do comprometimento cognitivo também permite orientar melhor os cuidados após a alta. Por exemplo, se a pessoa vive sozinha, os familiares podem ser preparados para oferecer mais suporte, o que pode evitar novas internações”, afirma a médica Claudia Suemoto.</p>
</blockquote>
<p>O novo método foi testado em cinco hospitais de três capitais brasileiras &#8211; São Paulo, Belo Horizonte e Recife &#8211; e apresentou eficácia superior a 90%. Com os resultados positivos, a abordagem será expandida para toda a rede de instituições do grupo de estudo Change (sigla em inglês para Creating a Hospital Assessment Network in Geriatrics), da Faculdade de Medicina. Mais de 250 profissionais já foram treinados para aplicar a ferramenta em 43 hospitais públicos e privados de todas as regiões do Brasil e outros quatro países, Angola, Chile, Colômbia e Portugal.</p>
<p>O estudo foi realizado pelo Laboratório de Investigação Médica em Envelhecimento, sob supervisão da professora Claudia Suemoto em colaboração com a professora Monica Yassuda, docente do curso de Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidade da USP, e com a médica Regina Magaldi, da Divisão de Geriatria do Hospital das Clínicas da USP.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p> Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-06/demencia-em-idosos-hospitalizados-e-despercebida-em-ate-50-dos-casos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Jun 2025 12:03:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/demencia-em-idosos-hospitalizados-e-despercebida-em-ate-50-dos-casos/">Demência em idosos hospitalizados é despercebida em até 50% dos casos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Musculação protege cérebro de idosos contra demência, diz estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/musculacao-protege-cerebro-de-idosos-contra-demencia-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 13:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alerta SBU]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[doença de Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Epilepsia atinge 65 milhões de pessoas no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Escape de urina não deve ser normalizado e tem tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[o estudo acompanhou 44 pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[segundo a LBE]]></category>
		<category><![CDATA[terceira modalidade esportiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Manter uma rotina de musculação não traz apenas benefícios como aumento de força e resistência, melhora na postura e prevenção contra lesões. Um estudo de enfoque original, desenvolvido no Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), confirmou que a atividade protege o cérebro de idosos contra demências. Detalhado em artigo da revista GeroScience, o estudo acompanhou 44 pessoas que já apresentavam um comprometimento cognitivo leve, estágio que fica entre o comprometimento do envelhecimento normal e a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. O que se descobriu foi que praticar musculação duas vezes por semana, com intensidade moderada ou alta, preservou o hipocampo e o pré-cúneo, áreas cerebrais que&#8230;</p>
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<p>Manter uma rotina de musculação não traz apenas benefícios como aumento de força e resistência, melhora na postura e prevenção contra lesões.<strong> Um estudo de enfoque original, desenvolvido no Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), confirmou que a atividade protege o cérebro de idosos contra demências.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1743512590_74_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1743512590_666_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Detalhado em artigo da revista <em>GeroScience</em>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11357-024-01483-8">o estudo acompanhou 44 pessoas</a> que já apresentavam um comprometimento cognitivo leve, estágio que fica entre o comprometimento do envelhecimento normal e a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. <strong>O que se descobriu foi que praticar musculação duas vezes por semana, com intensidade moderada ou alta, preservou o hipocampo e o pré-cúneo, áreas cerebrais que se alteram quando esse diagnóstico. </strong></p>
<p>Com ineditismo, os 16 pesquisadores também identificaram outro impacto positivo: o de melhora na chamada substância branca, parte do cérebro que opera em conjunto com a massa cinzenta, por meio de axônios, para garantir a conexão entre neurônios, mediante as sinapses. As vantagens chegaram à metade dos participantes, a dos que incorporaram a musculação ao seu cotidiano, já após seis meses e há possibilidade de que o impacto seja ainda mais expressivo, caso o período seja maior.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;No grupo que praticou musculação, todos os indivíduos apresentaram melhoras de memória e na anatomia cerebral. No entanto, cinco deles chegaram ao final do estudo sem o diagnóstico clínico de comprometimento cognitivo leve, tamanha foi a melhora&#8221;, ressalta a primeira autora do artigo, a bolsista de doutorado da Fapesp Isadora Ribeiro, vinculada à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
</blockquote>
<p>Para analisar os possíveis efeitos da musculação no cérebro dos participantes, a equipe responsável pela pesquisa realizou testes neuropsicológicos e exames de ressonância magnética. Os especialistas buscavam comparar índices e imagens, uma vez que já se sabe que, entre pessoas com perdas cognitivas, há atrofia, isto é, redução do volume de certas regiões do cérebro.</p>
<p><strong>Atualmente, no Brasil, cerca de 2,71 milhões de pessoas com 60 anos ou mais convivem com quadros de demência,</strong> o que corresponde a 8,5% desse grupo populacional. De acordo com o <em>Relatório Nacional sobre a Demência</em>, lançado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, essa quantidade deve dobrar até 2050, subindo para 5,6 milhões. </p>
<p>O relatório sublinha que praticamente metade (45%) dos casos de demência poderiam ser evitados ou, pelo menos, faz com que chegue mais tarde. Entre os fatores que aumentam as probabilidades de se desenvolver demências estão: </p>
<ul>
<li>Baixa escolaridade</li>
<li>Perda auditiva</li>
<li>Hipertensão</li>
<li>Diabetes</li>
<li>Obesidade</li>
<li>Tabagismo</li>
<li>Depressão</li>
<li>Inatividade física </li>
<li>Isolamento social. </li>
</ul>
<h2>Bem-estar</h2>
<p>A professora aposentada, atriz e modelo Shirley de Toro, de 62 anos <em><strong>(na foto de destaque)</strong></em>, é vizinha da unidade Sesc Santana, em São Paulo, e há 17 anos bate cartão no local para se exercitar. Passou a frequentá-la desde a inauguração, inicialmente pela programação artístico-cultural e depois para manter o corpo fortalecido. </p>
<p><strong>Com histórico de saúde marcado por episódios de epilepsia e um acidente, ela considera a atividade como fundamental para seu bem-estar no presente e no futuro. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Há 20 anos, fiz uma cirurgia no cérebro, porque tinha epilepsia, e, antes disso, não fazia nada. Só trabalhava, trabalhava, mas nunca foquei em academia. Depois, percebi a necessidade disso, aí comecei a fazer caminhada”, diz Shirley. </p>
</blockquote>
<p>Ela conta também que, após ter sido atropelada, há cerca de 10 anos, descobriu os benefícios da musculação para a melhora das dores. </p>
<p>&#8220;Quebrei clavícula, costela, uma parte da coluna e isso foi o desencadeador para o esporte, porque eu fazia fisioterapia e saía chorando de dor. Simplesmente acabaram com meu braço. Tenho uma placa e doía demais. Quando vim para a academia, comecei a fazer exercícios de força e pararam as dores. Melhorou muito. Faço todo tipo de exercício, pego peso&#8221;, emenda.</p>
<p>Durante a pandemia de Covid-19, Shirley vivia com a filha mais nova e perdeu sua mãe, que morava no apartamento de baixo. No período, cumprir o ritual de exercícios físicos, ainda que pela internet, todos os dias, foi o que conservou sua saúde mental. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu sinto falta hoje em dia. A gente acha que nunca vai sentir falta, né. Pensa: &#8216;ah, é chato&#8221;. Hoje eu sinto falta. Quando vou trabalhar, subo as escadarias do metrô, para dar um jeito [de me manter em movimento]&#8221;, diz a atriz, que pratica ginástica multifuncional. </p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=418273:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0g0a1908.jpg" alt="São Paulo (SP), 21/03/2025 - Shirley de Toro, que é professora aposentada, atriz e modelo, faz musculação no centro de ginática multifuncional do SESC Santana, na zona norte da capital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0g0a1908.jpg" alt="São Paulo (SP), 21/03/2025 - Shirley de Toro, que é professora aposentada, atriz e modelo, faz musculação no centro de ginática multifuncional do SESC Santana, na zona norte da capital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=418273 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=418273-->São Paulo (SP), 21/03/2025 &#8211; Shirley de Toro, que é professora aposentada, atriz e modelo, faz musculação no centro de ginática multifuncional do SESC Santana, na zona norte da capital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=418273--></h6>
</p>
</div>
<h2>Corpo e mente</h2>
<p><strong>Alessandra Nascimento, técnica da gerência de desenvolvimento físico-esportivo do Sesc de São Paulo, destaca que, atualmente, muitos estudos já têm comprovado os benefícios dos exercícios físicos tanto para o corpo quanto para a mente</strong> e que isso não fica restrito a modalidades como natação, ciclismo e corrida. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os trabalhos com sobrecarga, independentemente de ser peso, musculação, com o próprio peso, com elástico ou molas, têm mostrado que, além dos benefícios físicos, trazem melhoras cognitivas e relacionadas à saúde mental, de foco&#8221;, esclarece. </p>
</blockquote>
<p>Atualmente, a calistenia, que é o método utilizado para a prática de exercícios físicos apenas com o peso do próprio corpo como resistência, é a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://jornal.usp.br/atualidades/a-calistenia-e-a-terceira-modalidade-com-mais-interesse-no-mundo/">terceira modalidade esportiva</a> com mais interesse no mundo, segundo uma revista acadêmica.</p>
<p>A especialista lembra que só mais recentemente é que se começou a recomendar a idosos esse tipo de exercício, porque antes era consenso de que deviam praticar algo como hidroginástica ou dança. A imagem de fragilidade que se tinha dos idosos estava por trás dessa percepção, que agora mudou com as descobertas de pesquisas mais recentes. </p>
<p>Ela lembra que, a partir dos 30 anos de idade, toda pessoa vai perdendo força, equilíbrio e massa magra, processo que deve ser refreado. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Hoje em dia, a gente vê o contrário, os médicos indicando um trabalho de força, de resistência, justamente porque os estudos vêm mostrando a importância de proteção, de ter mais massa muscular -, porque a gente vai perdendo essa massa para tantas coisas -, para conseguirmos fazer as atividades do dia a dia sem depender de ninguém&#8221;, afirma Alessandra. </p>
</blockquote>
<p>A técnica do Sesc destaca a necessidade de políticas públicas para facilitar o acesso às atividades físicas por toda a população. </p>
<p>&#8220;A gente precisa de políticas públicas que consiga incluir o profissional de educação física nas UBS [Unidades Básicas de Saúde], no SUS [Sistema Único de Saúde], porque esse trabalho precisa ser multidisciplinar. Tem que ter o médico, o profissional de educação física, o fisioterapeuta e destacar o trabalho do educador físico. A gente ainda não vê tanto isso aqui no Brasil.&#8221;</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Letycia Bond &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/musculacao-protege-cerebro-de-idosos-contra-demencia-diz-estudo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 01 Apr 2025 09:15:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Estudo inovador mostra que casos de demência poderiam ser modificados</title>
		<link>https://weeknews.online/estudo-inovador-mostra-que-casos-de-demencia-poderiam-ser-modificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 19:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ao menos 73% dos custos com demência estão com famílias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[OMS: demência deverá afetar 139 milhões de pessoas em 2050]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[revela estudo]]></category>
		<category><![CDATA[SUS terá primeiro medicamento para demência associada ao Parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Um estudo inovador da Faculdade de Medicina da Universidade de SP conclui que mais da metade dos casos de demência diagnosticados na América Latina acontecem por fatores que poderiam ser modificados. O percentual registrado no continente, de 54%, está bem acima da média mundial, de 40%. Os dados são de um estudo conduzido pela Faculdade de Medicina da USP, e publicado na revista The Lancet Global Health. A professora de Geriatria da USP, Cláudia Suemoto, coordenadora da pesquisa, afirma que não se conhece um estudo tão robusto no mundo. Foram coletados dados de 108 mil participantes, maiores de 18 anos, entre 2015 e 2021, em seis países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru. Foram analisados 12 fatores de risco para&#8230;</p>
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<p>Um estudo inovador da Faculdade de Medicina da Universidade de SP conclui que mais da metade dos casos de demência diagnosticados na América Latina acontecem por fatores que poderiam ser modificados.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743103266_977_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743103267_558_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O percentual registrado no continente, de 54%, está bem acima da média mundial, de 40%. Os dados são de um estudo conduzido pela Faculdade de Medicina da USP, e publicado na revista The Lancet Global Health.</p>
<p>A professora de Geriatria da USP, Cláudia Suemoto, coordenadora da pesquisa, afirma que não se conhece um estudo tão robusto no mundo. Foram coletados dados de 108 mil participantes, maiores de 18 anos, entre 2015 e 2021, em seis países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru.</p>
<p>Foram analisados 12 fatores de risco para a demência, entre eles hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, isolamento social, sedentarismo e consumo excessivo de álcool. A pesquisadora cita os fatores mais observados no Brasil:</p>
<blockquote>
<p>Os três principais fatores de risco para o Brasil especificamente são baixa educação em primeiro lugar, pressão alta na meia idade &#8211; que vai dos 35 aos 65 anos, e perda auditiva na meia idade. </p>
</blockquote>
<p>Citando alguns exemplos da pesquisa, enquanto a hipertensão foi verificada em apenas 3% dos afetados na Bolívia, ela foi detectada em 46% no Brasil. Já o consumo excessivo de álcool foi menor no Brasil, com 4,5%, enquanto na Argentina esse índice salta para 33%.</p>
<p>Cláudia Suemoto comenta os desafios propostos pelo estudo para reduzir a demência na terceira idade:</p>
<blockquote>
<p>O grande desafio é não só educar as pessoas, como a gente vem fazendo, mas também influenciar os gestores públicos para melhorar as condições de políticas públicas de controle de hipertensão e diabetes. </p>
</blockquote>
<p>A pesquisadora informa que os resultados já estão no Ministério da Saúde, que está desenvolvendo uma série de campanhas para informar sobre a demência no Brasil, que atinge cerca de dois milhões de pessoas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> liliane.farias , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-03/estudo-inovador-mostra-que-casos-de-demencia-poderiam-ser-modificados">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 27 Mar 2025 18:45:20 +0000 </p>

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