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	<title>Arquivo de Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina - WeekNews</title>
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		<title>Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 15:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: 1 milhão de doses da vacina podem ser entregues pelo Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Brasil registrou, desde 1º de janeiro de 2025, 1.010.833 casos prováveis de dengue. De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, o país contabiliza ainda 668 mortes confirmadas pela doença e 724 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 475,5 casos para cada 100 mil pessoas. A título de comparação, no mesmo período do ano passado, quando foi registrada a pior epidemia de dengue no Brasil, haviam sido contabilizados 4.013.746 casos prováveis e 3.809 mortes pela doença, além de 232 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência, à época, era de 1.881 casos para cada 100 mil pessoas. &#62;&#62;Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue Em 2025, a maior parte dos casos prováveis se concentra na faixa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><strong>O Brasil registrou, desde 1º de janeiro de 2025, 1.010.833 casos prováveis de dengue. De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, o país contabiliza ainda 668 mortes confirmadas pela doença e 724 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 475,5 casos para cada 100 mil pessoas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744903928_533_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744903928_131_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>A título de comparação, no mesmo período do ano passado, quando foi registrada a pior epidemia de dengue no Brasil, haviam sido contabilizados 4.013.746 casos prováveis e 3.809 mortes pela doença, além de 232 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência, à época, era de 1.881 casos para cada 100 mil pessoas.</p>
</blockquote>
<p>&gt;&gt;Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue</p>
<p><strong>Em 2025, a maior parte dos casos prováveis se concentra na faixa etária de 20 a 29 anos, seguida pelos grupos de 30 a 39 anos, de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos. As mulheres concentram 55% dos casos e os homens, 45%. Brancos, pardos e pretos respondem pela maioria dos casos (50,4%, 31,1% e 4,8%, respectivamente).</strong></p>
<p>São Paulo lidera o ranking de estados em número absoluto, com 585.902 casos. Em seguida estão Minas Gerais (109.685 casos), Paraná (80.285) e Goiás (46.98 casos). São Paulo mantém ainda o maior coeficiente de incidência (1.274 casos para cada 100 mil pessoas). Em seguida aparecem Acre (888), Paraná (679) e Goiás (639).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-04/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 17 Apr 2025 12:13:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025/">Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rio amplia para 18 anos faixa etária para vacinação da dengue</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-amplia-para-18-anos-faixa-etaria-para-vacinacao-da-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 20:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Ampliação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil soma mais de 500 mil casos de dengue; queda de quase 70%]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Governo anuncia vacina 100% nacional contra a dengue no SUS em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro ampliou o público-alvo da vacinação contra a dengue para adolescentes de 17 a 18 anos. A medida vale até o dia 26 de março. A finalidade é aproveitar 50 mil doses remanescentes entre o grupo prioritário neste momento. A vacina também está disponível para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos que ainda não se vacinaram. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, dengue é sempre uma preocupação no verão, mas este ano os números são muito menores do que ano passado, quando houve uma epidemia na cidade do Rio e no Brasil. &#8220;Temos uma preocupação grande porque o número cresce em São Paulo, que já tem mais de 58 mil casos, tem a&#8230;</p>
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]]></description>
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<p>A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro ampliou o público-alvo da vacinação contra a dengue para adolescentes de 17 a 18 anos. A medida vale até o dia 26 de março. <strong>A finalidade é aproveitar 50 mil doses remanescentes entre o grupo prioritário neste momento</strong>. A vacina também está disponível para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos que ainda não se vacinaram.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742156644_600_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742156645_650_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, dengue é sempre uma preocupação no verão, mas este ano os números são muito menores do que ano passado, quando houve uma epidemia na cidade do Rio e no Brasil.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos uma preocupação grande porque o número cresce em São Paulo, que já tem mais de 58 mil casos, tem a dengue tipo 3 circulando e pode chegar ao Rio a qualquer momento”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>A secretaria reforça que a vacina contra a dengue é segura e eficaz e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A campanha faz parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do governo federal, sendo o Brasil o primeiro país do mundo a incorporar o imunizante à rede pública de saúde.</p>
<p><strong>O município do Rio registrou em fevereiro a primeira morte por dengue</strong>. A vítima foi um homem, de 38 anos, morador no bairro de Campo Grande, zona oeste da capital. Mais de mil pessoas já foram contaminadas pela doença na cidade.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/rio-amplia-para-18-anos-faixa-etaria-para-vacinacao-da-dengue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 16 Mar 2025 16:54:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-amplia-para-18-anos-faixa-etaria-para-vacinacao-da-dengue/">Rio amplia para 18 anos faixa etária para vacinação da dengue</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Defesa Civil de SP testa pulverização de larvicidas com drones</title>
		<link>https://weeknews.online/defesa-civil-de-sp-testa-pulverizacao-de-larvicidas-com-drones/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 00:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes Aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil soma mais de 500 mil casos de dengue; queda de quase 70%]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[drone]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mairiporã]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização de larvicidas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Defesa Civil estadual de São Paulo testou, pela primeira vez, um drone de grande porte para a pulverização de larvicidas no combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, na cidade de Mairiporã, região metropolitana de São Paulo. O modelo Agras MG1P, geralmente usado para pulverização agrícola, foi testado em residências com pontos de proliferação do mosquito, como piscinas sujas, locais de acúmulo de lixo, caixas d&#8217;água abertas, e em áreas que não atendem a apelos dos agentes de saúde. O drone escolhido tem autonomia de voo de 15 e 20 minutos, por bateria, podendo chegar a 50 metros de altura e voar a até um quilômetro do operador. O limite de operação durante o teste foi menor, em torno de 150 metros, uma vez que a região é&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/defesa-civil-de-sp-testa-pulverizacao-de-larvicidas-com-drones/">Leia mais...</a></p>
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        </a>
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<p>A Defesa Civil estadual de São Paulo testou, pela primeira vez, um drone de grande porte para a pulverização de larvicidas no combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em>, vetor da dengue, na cidade de Mairiporã, região metropolitana de São Paulo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741824745_381_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741824745_43_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O modelo Agras MG1P, geralmente usado para pulverização agrícola, foi testado em residências com pontos de proliferação do mosquito</strong>, como piscinas sujas, locais de acúmulo de lixo, caixas d&#8217;água abertas, e em áreas que não atendem a apelos dos agentes de saúde.</p>
<p><strong>O drone escolhido tem autonomia de voo de 15 e 20 minutos, por bateria, podendo chegar a 50 metros de altura e voar a até um quilômetro do operador.</strong> O limite de operação durante o teste foi menor, em torno de 150 metros, uma vez que a região é urbana e há maior risco de interferência. O equipamento carrega até 10 litros de larvicida.</p>
<p>Embora Mairiporã tenha baixa incidência da doença (15,9/100 mil habitantes), o município tem imóveis de veraneio em áreas rurais, com terrenos grandes e dificuldade de acesso pelas equipes de saúde, segundo informou Maxwell de Souza, porta-voz da Defesa Civil do Estado de São Paulo.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=374785:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/acao_dengue_10.jpg" alt="São Paulo (SP) 05/03/2024 - Agentes de saude da cidade de São Paulo em ação com drone em prédios abandonados, à procura de focos do mosquito transmissor. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/acao_dengue_10.jpg" alt="São Paulo (SP) 05/03/2024 - Agentes de saude da cidade de São Paulo em ação com drone em prédios abandonados, à procura de focos do mosquito transmissor. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=374785 --></div>
<p><h6 class="meta">Agentes de saúde da cidade de São Paulo em ação com drone em prédios abandonados para combater focos do mosquito transmissor. Foto: <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=374785--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>O equipamento foi cedido pelo Núcleo de Tecnologia da Casa Militar após agentes de saúde tentarem contato com moradores sem sucesso.</strong> Nos locais onde não foi possível contato foi feita uma primeira verificação com drones de observação. Em seguida, o drone foi acionado para pulverização nos imóveis.</p>
<h2>Resultado positivo</h2>
<p>Embora o resultado tenha sido positivo, as equipes estudam o uso de drones menores, mais acessíveis às prefeituras, para aplicação de larvicidas em pastilhas. De acordo com Souza, o governo estadual procura parceiros em órgãos públicos e privados para os testes, que podem servir de base para editais futuros.</p>
<p>Porém, segundo o porta-voz, mesmo que a estratégia permita acesso a áreas difíceis, a melhor estratégia contra a dengue continua sendo a prevenção feita pela população.</p>
<p>Até 75% dos criadouros do mosquito ficam dentro das casas, em áreas acessíveis somente para moradores, como caixas d&#8217;água, ralos e calhas mal vedados ou com acúmulo de resíduos, lixo acumulado em pequenos pedaços de plástico, como brinquedos ou vasilhames.</p>
<p>Além dos cuidados com a limpeza, é importante que a população informe sobre focos do mosquito, por meio do serviço estadual Dengue 100 ou de telefones municipais, como o 153, 156 ou 199.</p>
<p>Medidas preventivas como limpeza com cloro e uso de areia em pratos de vasos também podem ter impacto positivo.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/defesa-civil-testa-drone-de-grande-porte-no-combate-a-dengue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Mar 2025 20:55:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/defesa-civil-de-sp-testa-pulverizacao-de-larvicidas-com-drones/">Defesa Civil de SP testa pulverização de larvicidas com drones</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dengue: Brasil ultrapassa meio milhão de casos prováveis este ano</title>
		<link>https://weeknews.online/dengue-brasil-ultrapassa-meio-milhao-de-casos-provaveis-este-ano-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 19:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[coeficiente de incidência]]></category>
		<category><![CDATA[Com 300 casos por 100 mil habitantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[do Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Monitoramento das Arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde confirma primeiro caso de nova cepa de mpox no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[SP entra em epidemia de dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. De janeiro a março deste ano, o Brasil registrou 502.317 casos prováveis de dengue. Durante o período, foram confirmadas 235 mortes pela doença, enquanto 491 óbitos permanecem em investigação. O coeficiente de incidência no país, neste momento, é de 236,3 casos de dengue para cada 100 mil habitantes.  Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. De acordo com a plataforma, 55% dos casos prováveis de dengue registrados este ano foram entre mulheres e 45%, entre homens. As faixas etárias que mais concentram casos são de 20 a 29 anos, de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos. São Paulo lidera o ranking de estados, com 291.423 casos prováveis. Em seguida estão Minas Gerais (57.348), Paraná&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/dengue-brasil-ultrapassa-meio-milhao-de-casos-provaveis-este-ano-2/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/dengue-brasil-ultrapassa-meio-milhao-de-casos-provaveis-este-ano-2/">Dengue: Brasil ultrapassa meio milhão de casos prováveis este ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
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<p><strong>De janeiro a março deste ano, o Brasil registrou 502.317 casos prováveis de dengue.</strong> Durante o período, foram confirmadas 235 mortes pela doença, enquanto 491 óbitos permanecem em investigação. O coeficiente de incidência no país, neste momento, é de 236,3 casos de dengue para cada 100 mil habitantes. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741633214_733_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741633214_991_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti/monitoramento-das-arboviroses" target="_blank">Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde</a>. De acordo com a plataforma, 55% dos casos prováveis de dengue registrados este ano foram entre mulheres e 45%, entre homens. As faixas etárias que mais concentram casos são de 20 a 29 anos, de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos.</p>
<p>São Paulo lidera o ranking de estados, com 291.423 casos prováveis. Em seguida estão Minas Gerais (57.348), Paraná (31.786) e Goiás (27.081). <strong>Em relação ao coeficiente de incidência, o Acre aparece em primeiro lugar, com 760,9 casos para cada 100 mil habitantes</strong>, seguido por São Paulo (633,9), Mato Grosso (470,2) e Goiás (368,4).</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Em nota, o <strong>Ministério da Saúde informou que, nos dois primeiros meses de 2025, o Brasil registrou uma redução de 69,25% nos casos prováveis de dengue</strong> em comparação com o mesmo período de 2024.</p>
<p>O levantamento corresponde às semanas epidemiológicas 1 a 9, compreendendo o intervalo de 29 de dezembro de 2024 a 1º de março de 2025.</p>
<blockquote>
<p>“A queda demonstra a efetividade das medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, e reforça a necessidade de esforços contínuos para manter a tendência de redução”, avaliou a pasta.</p>
</blockquote>
<p>Dados do ministério indicam que, <strong>nos primeiros meses de 2024, o Brasil havia registrado 1,6 milhão de casos prováveis,</strong> 1.356 óbitos e 85 em análise.</p>
<p>* <em>Matéria alterada às 15h29 para acrescentar nota do Ministério da Saúde</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/brasil-soma-mais-de-500-mil-casos-de-dengue-queda-de-quase-70">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 10 Mar 2025 13:05:00 -0300 </p>

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		<title>Dengue: Brasil ultrapassa meio milhão de casos prováveis este ano</title>
		<link>https://weeknews.online/dengue-brasil-ultrapassa-meio-milhao-de-casos-provaveis-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 16:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[coeficiente de incidência]]></category>
		<category><![CDATA[Com 300 casos por 100 mil habitantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[do Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Monitoramento das Arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde confirma primeiro caso de nova cepa de mpox no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[SP entra em epidemia de dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. De janeiro a março deste ano, o Brasil registrou 502.317 casos prováveis de dengue. Durante o período, foram confirmadas 235 mortes pela doença, enquanto 491 óbitos permanecem em investigação. O coeficiente de incidência no país, neste momento, é de 236,3 casos de dengue para cada 100 mil habitantes.  Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. De acordo com a plataforma, 55% dos casos prováveis de dengue registrados este ano foram entre mulheres e 45%, entre homens. As faixas etárias que mais concentram casos são de 20 a 29 anos, de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos. São Paulo lidera o ranking de estados, com 291.423 casos prováveis. Em seguida estão Minas Gerais (57.348),&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><strong>De janeiro a março deste ano, o Brasil registrou 502.317 casos prováveis de dengue.</strong> Durante o período, foram confirmadas 235 mortes pela doença, enquanto 491 óbitos permanecem em investigação. O coeficiente de incidência no país, neste momento, é de 236,3 casos de dengue para cada 100 mil habitantes. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741624118_674_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741624118_440_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti/monitoramento-das-arboviroses" target="_blank">Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde</a>. De acordo com a plataforma, 55% dos casos prováveis de dengue registrados este ano foram entre mulheres e 45%, entre homens. As faixas etárias que mais concentram casos são de 20 a 29 anos, de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos.</p>
<p>São Paulo lidera o ranking de estados, com 291.423 casos prováveis. Em seguida estão Minas Gerais (57.348), Paraná (31.786) e Goiás (27.081). <strong>Em relação ao coeficiente de incidência, o Acre aparece em primeiro lugar, com 760,9 casos para cada 100 mil habitantes</strong>, seguido por São Paulo (633,9), Mato Grosso (470,2) e Goiás (368,4).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/dengue-brasil-ultrapassa-meio-milhao-de-casos-provaveis-este-ano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 10 Mar 2025 13:05:00 -0300 </p>

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		<title>Doenças raras: cuidado especializado é essencial para 13 mi de pessoas</title>
		<link>https://weeknews.online/doencas-raras-cuidado-especializado-e-essencial-para-13-mi-de-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 18:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[doença rara]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Raras]]></category>
		<category><![CDATA[Estado do Rio confirma primeiro registro de sarampo neste ano]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz: carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Infantil Menino Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Em um quarto à meia luz, o pequeno Enrico, de 4 anos, brinca animado em cima de um dos dois leitos. Mesmo com um cateter conectado ele pula, fica de ponta cabeça, tudo isso no limite das grades de uma cama hospitalar. Tanta energia surpreende até mesmo a mãe do menino, Gisele Paixão, que aos 43 acompanha os tratamentos do caçula. Os quatro anos foram comemorados em casa, no último domingo (23), com um gostinho a mais, já que o primeiro diagnóstico, no hospital regional, em Cerqueira Cesar, interior de São Paulo, veio acompanhado da expectativa de que o pequeno viveria até os três anos. São Paulo (SP), 28/02/2025 &#8211; Hospital Infantil Menino Jesus &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil O quarto aniversário é comemorado junto a outra data especial, pois&#8230;</p>
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<p>Em um quarto à meia luz, o pequeno Enrico, de 4 anos, brinca animado em cima de um dos dois leitos. Mesmo com um cateter conectado ele pula, fica de ponta cabeça, tudo isso no limite das grades de uma cama hospitalar. Tanta energia surpreende até mesmo a mãe do menino, Gisele Paixão, que aos 43 acompanha os tratamentos do caçula.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740768605_93_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740768606_656_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os quatro anos foram comemorados em casa, no último domingo (23), com um gostinho a mais, já que o primeiro diagnóstico, no hospital regional, em Cerqueira Cesar, interior de São Paulo, veio acompanhado da expectativa de que o pequeno viveria até os três anos.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=415529:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/doencas_raras_07.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/02/2025 - Mês das Doenças Raras. Crianças com doenças raras no hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/doencas_raras_07.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/02/2025 - Mês das Doenças Raras. Crianças com doenças raras no hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=415529 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=415529-->São Paulo (SP), 28/02/2025 &#8211; Hospital Infantil Menino Jesus &#8211; <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=415529--></h6>
</p>
</div>
<p>O quarto aniversário é comemorado junto a outra data especial, pois é na mesma semana do Dia Mundial e do <strong>Dia Nacional das Doenças Raras, 28 de fevereiro</strong>, que em 2025 tem o lema Carregue as suas Cores. </p>
<p><strong>A estimativa é que 13 milhões de pessoas convivam com doenças raras no Brasil, algo perto de 5% da população. São cerca de 5 mil doenças registradas, segundo o Ministério da Saúde, a maior parte com incidência baixíssima, menos de um mil pacientes conhecidos no país.  </strong></p>
<p>Enrico teve uma doença degenerativa, uma necrose no intestino. É uma <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/doencas-raras" target="_blank">doença rara</a>, classificação dada pelo Ministério da Saúde àquelas doenças que acometem 65 pacientes para até 100 mil pessoas.</strong> No caso dele, após a perda do intestino delgado, ficou com apenas 5 centímetros do órgão e precisa ser alimentado por um acesso, 15 horas por dia, pois a parte que lhe restou é pequena demais para absorver nutrientes.</p>
<p>A condição de Enrico é uma dentre algumas dezenas de doenças raras que levam a perdas significativas do aparelho digestivo. O quarto no qual está internado fica na capital paulista, em um dos dez andares do <strong>Hospital Municipal Infantil Menino Jesus (HMIMJ)</strong>, concedido à gestão de uma organização social, o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês (IRSSL), ligada ao Hospital Sirio-Libanês.</p>
<p>O tratamento é gratuito, pelo SUS, e a instituição tem parcerias voltadas para modernização de equipamentos e reformas pontuais, que não são atendidas no financiamento normal da instituição. Ainda assim, não faltam recursos, ânimo e interesse das equipes, segundo a diretora Jamile Brasil, que começou a trabalhar no hospital há 16 anos como pediatra residente, após se formar em medicina na Bahia.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=415533:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/doencas_raras_10.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/02/2025 - Mês das Doenças Raras. Dra Jamile Brasil, Superintendente do hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/doencas_raras_10.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/02/2025 - Mês das Doenças Raras. Dra Jamile Brasil, Superintendente do hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=415533 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=415533-->São Paulo (SP), 28/02/2025 &#8211;  A pediatra Jamile Brasil trabalha há 16 no Hospital Inantil Menino Jesus- <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=415533--></h6>
</p>
</div>
<p>A duas quadras da Avenida Paulista, o <strong>hospital Menino Jesus tem uma das fachadas mais recatadas na região, o que esconde um cotidiano movimentado. Atende dez mil crianças por mês e é referência nacional no atendimento da síndrome do intestino curto</strong>, sendo o primeiro centro na especialidade no país.</p>
<p>A especialização veio na década passada, paralela ao amadurecimento da Política Nacional para Doenças Raras, quando o hospital passou a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=415534:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/doencas_raras_13.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/02/2025 - Mês das Doenças Raras. Crianças com doenças raras no hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/doencas_raras_13.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/02/2025 - Mês das Doenças Raras. Crianças com doenças raras no hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=415534 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=415534-->São Paulo (SP), 28/02/2025 &#8211; Hospital Municipal Infantil Menino Jesus &#8211; <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=415534--></h6>
</p>
</div>
<h2>Tratamento domiciliar</h2>
<p><strong>Em 2016, o Menino Deus deu início ao programa de desospitalização, o mesmo que permitiu ao Enrico voltar para casa depois de 1 ano e 8 meses internado em diferentes unidades.</strong></p>
<p><strong>A primeira desospitalização do programa foi em 2018. Desde então, das 111 crianças atendidas, 78 já puderam voltar pra casa</strong>. Assim como no caso de Enrico, elas contam com médicos de apoio, com quem a família tem uma linha direta de contato e que orientam no caso de qualquer dificuldade ou sintoma diferente. As famílias também têm apoio de enfermeira da prefeitura, que visita regularmente e ajuda a equipe a entender como o tratamento está evoluindo. Desde 2018, mais de 50 pacientes do Menino Jesus receberam o tratamento domiciliar, 60 cirurgias foram realizadas e o índice de sobrevida dos pacientes em nutrição parenteral domiciliar chegou a 98%.</p>
<h2>“Sempre é difícil. A gente sempre zela pela saúde dele, porque ele é uma caixinha de surpresas”, conta Gisele.</h2>
<p>A mãe explica que<strong> os períodos de internação têm diminuído, assim como sua frequência, e que as infecções, antes constantes, são cada vez mais raras</strong>. O resultado é mais tempo com o filho em casa, sempre que possível aproveitando uma das atividades favoritas: andar de bicicleta. Ainda com a mãe pedalando, mas sempre muito animado.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>A equipe multidisciplinar recebe encaminhamento diretamente das Unidades Básicas de Saúde e de Atendimentos Médicos Ambulatoriais, e é quando os especialistas começam a o processo de diagnosticar doenças raras, que pode levar anos.</p>
<p>Para Vitória Sophia foram cerca de 5 anos até identificar a síndrome de Coffin-Siris (SCS), que causa uma série de dificuldades para a jovem de 12 anos. Ela tem comprometimento no desenvolvimento mental e motor, déficit de crescimento, bastante agitação e crises convulsivas durante o sono, vindas de um quadro de epilepsia de difícil controle. Mesmo tendo feito o diagnóstico, a neurologista do Menino Jesus Luciana Midori explica que é necessário continuar investigando o quadro de Vitória Sophia, pois as doenças raras também podem estar ligadas a outras patologias.</p>
<p>Maria Ivaneide, mãe da VItória, assim como muitos outros pacientes, vem de longe e precisa aguardar a filha no atendimento, pois o deslocamento de volta para casa não compensa o esforço ou mesmo não é suficiente dentro das 4 horas de atendimento. O grau de disponibilidade que a condição de Vitória exige fez com que Maria precisasse parar de trabalhar, há três anos. Trabalhando em serviços domésticos, ela costuma atuar somente aos sábados, como diarista, quando consegue que a irmã cuide da pequena.</p>
<p>A neurologia no HMIMJ é uma das portas de entrada do paciente, mas é comum que eles sejam encaminhados para outros acompanhamentos e especialidades dentro do ambulatório, e para o atendimento de nutricionistas, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos. “É dessa forma que encontramos as doenças raras ocultas e que são de difícil diagnóstico nos postos de saúde”, explica a diretora do hospital, Jamile Brasil.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/doencas-raras-cuidado-especializado-e-essencial-para-13-mi-de-pessoas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 28 Feb 2025 14:29:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Fiocruz: carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias</title>
		<link>https://weeknews.online/fiocruz-carnaval-pode-aumentar-casos-de-complicacoes-respiratorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 20:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2025]]></category>
		<category><![CDATA[complicações respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[diz OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Mpox ainda é emergência de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano cancela audiências de sábado do papa; estado continua estável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso. No entanto, o boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz esse levantamento, alerta que a aglomeração de pessoas favorece a transmissão de vírus respiratórios. Por isso, quem estiver com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre, deve evitar participar de festas e procurar ajuda médica se estes ficarem mais graves.  A recomendação vale também para o período pós-folia.  Quem estiver com a vacinação contra a covid-19 atrasada, deve procurar um posto&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740689196_43_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740689198_442_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No entanto, o boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz esse levantamento, alerta que <strong>a aglomeração de pessoas favorece a transmissão de vírus respiratórios. Por isso, quem estiver com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre, deve evitar participar de festas e procurar ajuda médica se estes ficarem mais graves. </strong></p>
<p>A recomendação vale também para o período pós-folia. </p>
<p>Quem estiver com a vacinação contra a covid-19 atrasada, deve procurar um posto de saúde o mais rápido possível. Atualmente, a vacinação básica é feita em crianças de 6 meses a menos de 5 anos, mas quem faz parte de grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou comorbidades precisa de reforços periódicos. </p>
<p><strong>A SRAG ocorre quando há agravamento dos sintomas gripais, deixando o paciente com a função pulmonar comprometida. Geralmente, a síndrome demanda internação e pode causar a morte, especialmente entre pessoas mais vulneráveis. </strong></p>
<p>Até o dia 22 deste mês, foram registrados cerca de 13,5 mil casos de SRAG no Brasil e mais de 2,2 mil tiveram diagnóstico confirmado de covid-19. A complicação respiratória também causou 1.194 mortes, sendo 466 após infecção por coronavírus, ou 80,9% das que foram provocadas por algum vírus.</p>
<h2>Crianças</h2>
<p><strong>Os dados do boletim também reforçam a preocupação com crianças e adolescentes. Após a volta às aulas, os casos de SRAG cresceram em pessoas de até 14 anos e na última semana analisada, sete unidades da federação permanecem com esse quadro: Acre, Pará, Roraima, Tocantins, Sergipe, Goiás e Distrito Federal. </strong></p>
<p>Em Goiás e no DF, já se sabe que grande parte dos casos foram causados pelo vírus sincicial respiratório &#8211; VSR, que evolui com gravidade especialmente entre os menores de 2 anos. Nos outros locais, os dados não são suficientes para identificar o vírus responsável. De maneira geral no Brasil, nas últimas quatro semanas, entre os casos com diagnóstico positivo para vírus, 45,3% foram causados por covid, 21,2% por rinovírus e 19,3% por VSR. </p>
<p>Além disso, em nove estados, a incidência de SRAG nessa faixa etária ainda é considerada baixa, mas apresenta tendência de crescimento: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará e Paraíba.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/fiocruz-carnaval-pode-aumentar-casos-de-complicacoes-respiratorias">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 27 Feb 2025 17:19:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fiocruz-carnaval-pode-aumentar-casos-de-complicacoes-respiratorias/">Fiocruz: carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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	</channel>
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