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	<title>Arquivo de desempenho escolar e socialização melhoram no Rio - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de desempenho escolar e socialização melhoram no Rio - WeekNews</title>
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		<title>MEC fará pesquisa sobre impacto da restrição de celular nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 21:25:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Uso de internet por adolescentes nas escolas cai de 51% para 37%]]></category>
		<category><![CDATA[Veto a celular leva 80% dos alunos a prestar mais atenção nas aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Neste dia 13 de janeiro de 2026, completa-se um ano da vigência da lei federal que restringiu o uso de celulares nas escolas (Lei nº 15.100/2025). A legislação visa reduzir distrações no ambiente escolar, priorizar o engajamento em atividades pedagógicas e coibir o uso inadequado de dispositivos eletrônicos por parte dos alunos. O Ministério da Educação (MEC) fará uma pesquisa nacional no primeiro semestre de 2026 para analisar os desdobramentos da lei. O objetivo é compreender como a norma vem sendo adotada nos diferentes sistemas de ensino e quais são os seus efeitos no ambiente escolar. Notícias relacionadas: Uso de internet por adolescentes nas escolas cai de 51% para 37%. Veto a celular leva 80% dos alunos a prestar mais atenção nas aulas. Sem celulares, desempenho&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mec-fara-pesquisa-sobre-impacto-da-restricao-de-celular-nas-escolas/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>Neste dia 13 de janeiro de 2026, completa-se um ano da vigência da lei federal que restringiu o uso de celulares nas escolas (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.100-de-13-de-janeiro-de-2025-606772935" target="_blank">Lei nº 15.100/2025</a>). </strong>A legislação visa reduzir distrações no ambiente escolar, priorizar o engajamento em atividades pedagógicas e coibir o uso inadequado de dispositivos eletrônicos por parte dos alunos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768339541_960_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768339542_73_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O Ministério da Educação (MEC) fará uma pesquisa nacional no primeiro semestre de 2026 para analisar os desdobramentos da lei.</strong> O objetivo é compreender como a norma vem sendo adotada nos diferentes sistemas de ensino e quais são os seus efeitos no ambiente escolar.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Uso de internet por adolescentes nas escolas cai de 51% para 37%.</li>
<li>Veto a celular leva 80% dos alunos a prestar mais atenção nas aulas.</li>
<li>Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio.</li>
</ul>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, avalia que a restrição do uso de celulares tem sido benéfica para os alunos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O brasileiro passa, em média, nove horas e 13 minutos em frente a uma tela. Nós somos o segundo país do mundo que fica o maior tempo na frente de uma tela. isso é um prejuízo muito grande para crianças e adolescentes, causa ansiedade, causa déficit de atenção, causa transtornos, distúrbios mentais&#8221;, destaca o ministro.</p>
</blockquote>
<p>A lei foi instituída em um contexto de crescente preocupação com os efeitos do uso excessivo e desregulado de celulares no ambiente escolar. <strong>Dados do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa) 2022 mostram que 80% dos estudantes brasileiros disseram se distrair e ter dificuldades de concentração nas aulas de matemática por causa do celular.</strong></p>
<p>Aluno do ensino médio, Nicolas Lima, de 15 anos, teve um pouco de resistência à mudança, mas viu as vantagens de uma vida com menos telas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Percebi que não foi tão ruim assim. Logo no primeiro dia de aula, consegui fazer um amigo, porque eu me aproximei. Também percebi que a minha concentração melhorou muito durante as aulas. Eu não usava o celular durante a aula, mas sempre no final de cada aula em que os professores estavam fazendo a troca eu pegava o celular&#8221;, conta o estudante.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Também, quando foi proibido o celular no intervalo, além de ficar conversando com os meus amigos, nós ficávamos jogando vários jogos, jogos de tabuleiro, conversando, um olhando para o outro, interagindo&#8221;, completa.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=113436:cheio_8colunas --><br />
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<h6 class="meta">Lei que restringe uso de celular nas escolas completa um ano de vigência nesta terça-feira (13) &#8211; <strong>Foto: Arquivo/EBC</strong><!--END copyright=113436--></h6>
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</div>
<p>Para a empreendedora digital e mãe de Nicolas, Cibele Lima, a adaptação foi desafiadora no início, mas recompensadora.</p>
<p>&#8220;Estava acostumada a poder conversar com meus filhos no WhatsApp na escola, mas hoje eu vejo que melhorou muito, foi bom pra ele perceber que ele pode fazer amizades, que essa timidez não é uma condição fixa. Mas é algo que pode ser mudado quando a gente tem outro olhar e quando sai das telas. Isso ficou bem claro para mim neste um ano, essa transformação, de novas amizades por meio dessa proibição.&#8221;</p>
<p><strong>Especialistas relatam que, após a restrição do uso dos aparelhos, os professores perceberam alunos mais atentos, participativos e focados nas atividades</strong>. O hábito de apenas “fotografar o quadro” ficou inviável, e os estudantes passaram a escrever, registrar e interagir mais. A mestre em saúde pública e psicóloga Karen Scavacini avalia que o celular pode ser um importante aliado na aprendizagem.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O celular pode ser uma ferramenta muito educativa e potente quando ele é utilizado de forma transdisciplinar. Ele vai permitir que tenha produção de conteúdo, leitura crítica de informações, e é um recurso importante para trabalhar educação midiática, ajudar estudantes a avaliar fontes, a ter um raciocínio crítico, a compreender os algoritmos, identificar desinformação e usar as redes de forma ética&#8221;, diz a psicóloga. </p>
</blockquote>
<p>O MEC desenvolveu e disponibilizou ferramentas para apoiar a implementação da norma, incluindo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/celular-escola/guia-para-uso-de-celulares-na-escola-guia-para-as-familias.pdf" target="_blank">guias práticos</a>, planos de aula e material de apoio a campanhas de conscientização sobre o uso responsável de celulares.</p>
<p> Tatiana Alves &#8211; Repórter da Rádio Nacional , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/mec-fara-pesquisa-sobre-impacto-da-restricao-de-celular-nas-escolas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 13 Jan 2026 18:16:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Guia auxilia adolescentes a fazerem uso seguro da internet</title>
		<link>https://weeknews.online/guia-auxilia-adolescentes-a-fazerem-uso-seguro-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 23:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho escolar e socialização melhoram no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula sanciona lei contra adultização de crianças nas redes]]></category>
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		<category><![CDATA[menos tela: confira dicas para uma infância saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Para ajudar os adolescentes a navegar com mais segurança na internet, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), entidade vinculada ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lançou nesta terça-feira (21) o guia Internet com Responsa Só para Adolescentes: Proteção no Uso da Internet. O guia foi produzido após conversas com adolescentes de todas as regiões do Brasil e foi apresentado na tarde de hoje (21) durante o 10º Simpósio de Crianças e Adolescentes na Internet, que termina amanhã (22) na capital paulista. Notícias relacionadas: Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável. Lula sanciona lei contra adultização de crianças nas redes. Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio. O material&#8230;</p>
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				</p>
<p>Para ajudar os adolescentes a navegar com mais segurança na internet, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), entidade vinculada ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lançou nesta terça-feira (21) <strong>o guia Internet com Responsa Só para Adolescentes: Proteção no Uso da Internet</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761090125_170_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761090125_813_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O guia foi produzido <strong>após conversas com adolescentes de todas as regiões do Brasil </strong>e foi apresentado na tarde de hoje (21) durante o 10º Simpósio de Crianças e Adolescentes na Internet, que termina amanhã (22) na capital paulista.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável.</li>
<li>Lula sanciona lei contra adultização de crianças nas redes.</li>
<li>Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio.</li>
</ul>
<p>O material está <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://nic.br/publicacao/internet-com-responsa-so-para-adolescentes-protecao-no-uso-da-internet/" target="_blank">disponível gratuitamente na internet</a> e <strong>fornece dicas para incentivar os jovens a navegarem de forma segura, crítica e equilibrada no ambiente <em>online</em></strong>, tratando de assuntos importantes como <strong>privacidade, desinformação, saúde mental, inteligência artificial e <em>cyberbullying</em></strong>.</p>
<p>“Esse é um projeto que representa para a gente esse avanço na conscientização e na proteção de adolescentes no ambiente digital e também uma ferramenta muito poderosa para educar, orientar e ponderar os próprios adolescentes para esse uso seguro responsável das tecnologias”, disse Mariana Venâncio, advogada do NIC.br.</p>
<p>Para a elaboração da cartilha, foram feitas <strong>escutas com crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos</strong>, explicou a diretora de Projetos da Rede Conhecimento Social, Harika Merisse Maia. “Foi muita coragem do NIC.br de se abrir para crianças e adolescentes falarem”, disse ela, durante o evento. “Geralmente fazemos poucas perguntas para as crianças. Mas foi muito legal escutá-las e trazer isso para o guia”, completou.</p>
<p>Durante essa conversa com as crianças e adolescentes, contou Harika, foi possível perceber dados interessantes como o fato de que meninos e meninas entre 9 e 11 anos costumam usar o celular por meio das contas dos pais para poderem jogar de forma <em>offline</em> ou para assistirem a vídeos. Já os adolescentes de 12 a 17 anos usam o aparelho para fazerem compras, acessarem as redes sociais e até mesmo para fazerem apostas. “Os jogos são a principal porta de entrada para as redes sociais e para a internet como um todo. E, quando se fala de adolescentes, eles estão muito mais expostos a conteúdos que não são adequados como, por exemplo, jogos de azar.”</p>
<p>Segundo a diretora, durante essa escuta com crianças e adolescentes, os próprios entrevistados apontaram recomendações sobre como fazer o uso seguro da internet.</p>
<blockquote>
<p>“Temos uma lista de sete recomendações para garantir um ambiente digital mais seguro para crianças e adolescentes, que vieram deles. Entre essas recomendações está a definição de um tempo limite para uso da internet. Eles mesmo estão pedindo limite. E isso vem aparecendo em várias pesquisas que temos feito. Eles também não se importam de o pai e de a mãe saberem o que eles estão fazendo. O problema é eles sentirem que a privacidade foi, de alguma forma, ultrapassada”, explicou Harika.</p>
</blockquote>
<p>As demais recomendações feitas por esses adolescentes citam a <strong>necessidade de acompanhamento e orientação conforme a faixa etária</strong>, o estabelecimento de <strong>regras de maneira dialogada</strong>, <strong>exemplos de uso inadequado e suas consequências</strong>, a garantia de um <strong>espaço seguro para que possam pedir ajuda e orientação</strong> e a proposição de <strong>mais atividades interativas fora das telas</strong>.</p>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-10/guia-auxilia-adolescentes-fazerem-uso-seguro-da-internet">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 21 Oct 2025 20:20:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Veto a celular leva 80% dos alunos a prestar mais atenção nas aulas</title>
		<link>https://weeknews.online/veto-a-celular-leva-80-dos-alunos-a-prestar-mais-atencao-nas-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 22:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho escolar e socialização melhoram no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[mas não é suficiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Proibição de celular na escola é bem-vinda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Mais de 80% dos estudantes brasileiros afirmam que têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula. A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares. Notícias relacionadas: Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio. Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio. Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente. Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do Lemann Center da Stanford Graduate School of Education. O estudo mostra, também,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>Mais de 80% dos estudantes brasileiros afirmam que têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758752285_81_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758752285_766_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares.</p>
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<ul>
<li>Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio.</li>
<li>Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio.</li>
<li>Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente.</li>
</ul>
<p>Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do <em>Lemann Center da Stanford Graduate School of Education.</em></p>
<p><strong>O estudo mostra, também, que 77% dos gestores e 65% dos professores relataram diminuição do <em>bullying </em>virtual dentro das escolas. Entre os alunos, entretanto, apenas 41% afirmaram sentir essa mudança, o que sugere que parte dos conflitos pode não estar sendo reportado pelos estudantes ou percebido por professores e gestores escolares.</strong></p>
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<h2>Tédio cresce</h2>
<p>Segundo os dados do levantamento, 44% dos alunos disseram sentir mais tédio durante os intervalos e os recreios. Esses números são mais elevados entre estudantes do Ensino Fundamental I (47%) e do período matutino (46%). Além disso, 49% dos professores relataram aumento de ansiedade entre os alunos com a ausência do uso do celular.</p>
<p><strong>Em relação ao comportamento dos estudantes, o Nordeste aparece como destaque positivo, representando 87% dos avanços. O Centro-Oeste e o Sudeste são as regiões com o menor índice de melhora no ambiente escolar, com 82% indicando que a eficácia das medidas tende a variar segundo fatores regionais.</strong></p>
<p>“Proteger nossos estudantes do uso do celular em sala de aula é garantir um ambiente mais saudável e focado no aprendizado. O resultado que vemos hoje é a confirmação de que a educação precisa ser prioridade, com políticas que cuidem do presente e preparem o futuro dos nossos jovens”, disse o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado Rafael Brito.</p>
<p><strong>A presidente do Equidade.info, Claudia Costin, ressaltou que a pesquisa mostra avanços positivos no foco e na atenção dos alunos, mas as questões como tédio, ansiedade e <em>bullying</em>, ainda muito presentes entre os estudantes, indicam que ainda há desafios a serem enfrentados.</strong></p>
<p>“Houve uma queda significativa no <em>bullying </em>virtual na visão dos gestores, mas é crucial ouvirmos os estudantes que ainda sentem o problema. Ou seja, a conclusão é que a restrição foi positiva, mas sozinha não basta: as escolas precisam criar alternativas de interação e estratégias específicas para cada idade&#8221;, avalia.</p>
<h2>Estratégias</h2>
<p>Segundo o coordenador do Equidade.info e docente da <em>Stanford Graduate School of Education</em>, responsável pela pesquisa, Guilherme Lichand, os dados reforçam a necessidade de estratégias diferenciadas por faixa etária e rede de ensino, além do desenvolvimento de práticas pedagógicas que mantenham os estudantes engajados e promovam seu bem-estar mesmo sem o celular em sala de aula.</p>
<p>“Os resultados confirmam que a regulação do uso de celulares trouxe ganhos importantes para o aprendizado. Mais do que limitar o uso do telefone celular, a lei abre espaço para repensarmos como a escola se conecta com os alunos. O próximo passo é garantir que a aplicação da lei seja efetiva em todas as etapas, respeitando as particularidades de cada contexto escolar. Assim, conseguiremos transformar a medida em uma política duradoura, que una foco acadêmico e bem-estar dos estudantes”, enfatiza.</p>
<p>A lei que proíbe o uso de celular dentro das escolas pelos alunos foi sancionada em janeiro de 2025 após aprovação no Congresso Nacional.</p>
<p>O estudo ouviu 2.840 alunos, 348 professores e 201 gestores em escolas públicas municipais, estaduais e privadas de todas as regiões do país, entre maio e julho de 2025.</p>
<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/veto-a-celular-leva-80-dos-alunos-a-prestar-mais-atencao-nas-aulas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 24 Sep 2025 15:48:00 -0300 </p>

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		<title>Pesquisa mostra avanço em salas de aula com proibição de celulares</title>
		<link>https://weeknews.online/pesquisa-mostra-avanco-em-salas-de-aula-com-proibicao-de-celulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 19:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho escolar e socialização melhoram no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[mas não é suficiente]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição de celular na escola é bem-vinda]]></category>
		<category><![CDATA[restrições]]></category>
		<category><![CDATA[salas de aula]]></category>
		<category><![CDATA[Sem celulares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Uma pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do Lemann Center da Stanford Graduate School of Education, revelou que 83% dos estudantes brasileiros têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula. A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares. Notícias relacionadas: Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio. Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio. Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente. O estudo mostra, também, que 77% dos gestores e 65%&#8230;</p>
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<p><strong>Uma pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do <em>Lemann Center da Stanford Graduate School of Education</em>, revelou que 83% dos estudantes brasileiros têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758741257_601_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758741257_56_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio.</li>
<li>Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio.</li>
<li>Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente.</li>
</ul>
<p><strong>O estudo mostra, também, que 77% dos gestores e 65% dos professores relataram diminuição do <em>bullying </em>virtual dentro das escolas. Entre os alunos, entretanto, apenas 41% afirmaram sentir essa mudança, o que sugere que parte dos conflitos pode não estar sendo reportado pelos estudantes ou percebido por professores e gestores escolares.</strong></p>
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<h2>Tédio cresce</h2>
<p>Segundo os dados do levantamento, 44% dos alunos disseram sentir mais tédio durante os intervalos e os recreios. Esses números são mais elevados entre estudantes do Ensino Fundamental I (47%) e do período matutino (46%). Além disso, 49% dos professores relataram aumento de ansiedade entre os alunos com a ausência do uso do celular.</p>
<p><strong>Em relação ao comportamento dos estudantes, o Nordeste aparece como destaque positivo, representando 87% dos avanços. O Centro-Oeste e o Sudeste são as regiões com o menor índice de melhora no ambiente escolar, com 82% indicando que a eficácia das medidas tende a variar segundo fatores regionais.</strong></p>
<p>“Proteger nossos estudantes do uso do celular em sala de aula é garantir um ambiente mais saudável e focado no aprendizado. O resultado que vemos hoje é a confirmação de que a educação precisa ser prioridade, com políticas que cuidem do presente e preparem o futuro dos nossos jovens”, disse o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado Rafael Brito.</p>
<p><strong>A presidente do Equidade.info, Claudia Costin, ressaltou que a pesquisa mostra avanços positivos no foco e na atenção dos alunos, mas as questões como tédio, ansiedade e <em>bullying</em>, ainda muito presentes entre os estudantes, indicam que ainda há desafios a serem enfrentados.</strong></p>
<p><strong>“Houve uma queda significativa no <em>bullying </em>virtual na visão dos gestores, mas é crucial ouvirmos os estudantes que ainda sentem o problema. Ou seja, a conclusão é que a restrição foi positiva, mas sozinha não basta: as escolas precisam criar alternativas de interação e estratégias específicas para cada idade&#8221;, avalia.</strong></p>
<h2>Estratégias</h2>
<p>Segundo o coordenador do Equidade.info e docente da <em>Stanford Graduate School of Education</em>, responsável pela pesquisa, Guilherme Lichand, os dados reforçam a necessidade de estratégias diferenciadas por faixa etária e rede de ensino, além do desenvolvimento de práticas pedagógicas que mantenham os estudantes engajados e promovam seu bem-estar mesmo sem o celular em sala de aula.</p>
<p>“Os resultados confirmam que a regulação do uso de celulares trouxe ganhos importantes para o aprendizado. Mais do que limitar o uso do telefone celular, a lei abre espaço para repensarmos como a escola se conecta com os alunos. O próximo passo é garantir que a aplicação da lei seja efetiva em todas as etapas, respeitando as particularidades de cada contexto escolar. Assim, conseguiremos transformar a medida em uma política duradoura, que una foco acadêmico e bem-estar dos estudantes”, enfatiza.</p>
<p><strong>A lei que proíbe o uso de celular dentro das escolas pelos alunos foi sancionada em janeiro de 2025 após aprovação no Congresso Nacional.</strong></p>
<p>O estudo ouviu 2.840 alunos, 348 professores e 201 gestores em escolas públicas municipais, estaduais e privadas de todas as regiões do país, entre maio e julho de 2025.</p>
<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/pesquisa-mostra-avanco-em-sala-de-aula-com-proibicao-de-celulares">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 24 Sep 2025 15:48:00 -0300 </p>

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		<title>Ceará sanciona lei que zera ultraprocessados na merenda até 2027</title>
		<link>https://weeknews.online/ceara-sanciona-lei-que-zera-ultraprocessados-na-merenda-ate-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 17:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[alerta autor]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho escolar e socialização melhoram no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[FNDE]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial ameaça aprendizado da escrita]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[merend escolar]]></category>
		<category><![CDATA[PNAE]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Escolas Sustentáveis reconhece projetos que impactam comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem celulares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governador do Ceará, Eumano de Freitas, sancionou nesta quinta-feira (18), a lei que proíbe alimentos ultraprocessados na merenda escolar do estado. A regra passa a valer para todas as escolas públicas e também para as particulares.  Segundo a lei, a retirada dos alimentos ultraprocessados dos cardápios escolares vai ser gradual. Em 2026, esse tipo de alimento ficará restrito a 10% de tudo o que é servido aos estudantes. E, em 2027, a meta é zerar a presença de ultraprocessados na alimentação dos alunos.  Notícias relacionadas: Prêmio Escolas Sustentáveis reconhece projetos que impactam comunidade. Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio. Inteligência artificial ameaça aprendizado da escrita, alerta autor. A lei foi sancionada na abertura da 2ª Cúpula da Coalização Global&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O governador do Ceará, Eumano de Freitas, sancionou nesta quinta-feira (18), a lei que proíbe alimentos ultraprocessados na merenda escolar do estado. A regra passa a valer para todas as escolas públicas e também para as particulares. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758217444_734_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758217444_455_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo a lei, a retirada dos alimentos ultraprocessados dos cardápios escolares vai ser gradual. Em 2026, esse tipo de alimento ficará restrito a 10% de tudo o que é servido aos estudantes. E, em 2027, a meta é zerar a presença de ultraprocessados na alimentação dos alunos. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Prêmio Escolas Sustentáveis reconhece projetos que impactam comunidade.</li>
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<li>Inteligência artificial ameaça aprendizado da escrita, alerta autor.</li>
</ul>
<p>A lei foi sancionada na abertura da 2ª Cúpula da Coalização Global para Alimentação Escolar, realizada em Fortaleza (CE). O encontro reúne representantes de mais de 80 países e, na abertura, contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin. </p>
<p>Como em um ato simbólico, o ministro da Educação Camilo Santana e a Diretora executiva do Programa Mundial de Alimentos, Cindy McCain, presentes na Cúpula, também assinaram a legislação. Alckmin elogiou a medida, mas não sinalizou se o governo federal estuda adotar uma medida semelhante para o restante do país. </p>
<h2>Limites</h2>
<p>Em fevereiro deste ano, o governo federal reduziu de 20% para 15% o limite de alimentos processados e ultraprocessados que poderão compor o cardápio das escolas públicas brasileiras em 2025, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O objetivo é oferecer alimentação mais saudável aos estudantes, priorizando alimentos mais nutritivos, produção local e maior diversidade de cultura alimentar das regiões do país.</p>
<p>A determinação consta em uma resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), que é responsável pelo PNAE e pelo repasse de recursos destinados a estados e municípios para a merenda escolar. Em 2026, o limite de ultraprocessados na merenda será reduzido para até 10%.  </p>
<p>O programa atende 40 milhões de crianças e jovens em 150 mil escolas dos 5.570 municípios do Brasil. São 50 milhões de refeições diárias e cerca de 10 bilhões por ano, com custo anual de cerca de R$ 5,5 bilhões. </p>
<p>* A repórter viajou a convite do Ministério da Educação. </p>
<p> Eliane Gonçalves* &#8211; Repórter da Radioagência Nacional , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/ceara-sanciona-lei-que-zera-ultraprocessados-na-merenda-ate-2027">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 18 Sep 2025 14:37:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ceara-sanciona-lei-que-zera-ultraprocessados-na-merenda-ate-2027/">Ceará sanciona lei que zera ultraprocessados na merenda até 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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