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	<title>Arquivo de desemprego - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de desemprego - WeekNews</title>
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		<title>Pesquisa aponta mudanças climáticas como maior ameaça para 41% dos brasileiros</title>
		<link>https://weeknews.online/pesquisa-aponta-mudancas-climaticas-como-maior-ameaca-para-41-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 11:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Prêmio reconhece pesquisas brasileiras sobre mudanças climáticas ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Uma pesquisa inédita do Instituto Oyá, realizada em parceria com a Ipsos, aponta que 41% dos brasileiros consideram as mudanças climáticas a maior ameaça para o futuro. O levantamento, intitulado Termômetro do Brasil, foi divulgado nesta semana e ouviu 2 mil pessoas, que avaliaram os riscos que pesam sobre si mesmas e sobre suas famílias. O temor climático aparece à frente de outras preocupações relevantes, como perda de emprego (32%), retrocesso na democracia (32%), deterioração da saúde (31%), escassez de alimentos (30%) e pandemia (24%). Quando o foco da pergunta muda para as principais preocupações do momento, no entanto, o cenário se inverte: as mudanças climáticas caem para o nono lugar, com 14%, e as ameaças ao meio ambiente aparecem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp_image_2025-05-30_at_07.36.22_1-1024x512.jpeg" alt="Pesquisa aponta mudanças climáticas como maior ameaça para 41% dos brasileiros" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-10/mudancas-climaticas-preocupam-mais-que-perda-de-emprego-diz-estudo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Uma pesquisa inédita do Instituto Oyá, realizada em parceria com a Ipsos, aponta que 41% dos brasileiros consideram as mudanças climáticas a maior ameaça para o futuro. O levantamento, intitulado Termômetro do Brasil, foi divulgado nesta semana e ouviu 2 mil pessoas, que avaliaram os riscos que pesam sobre si mesmas e sobre suas famílias.</p>
<p>O temor climático aparece à frente de outras preocupações relevantes, como perda de emprego (32%), retrocesso na democracia (32%), deterioração da saúde (31%), escassez de alimentos (30%) e pandemia (24%).</p>
<p>Quando o foco da pergunta muda para as principais preocupações do momento, no entanto, o cenário se inverte: as mudanças climáticas caem para o nono lugar, com 14%, e as ameaças ao meio ambiente aparecem em décimo, com 10%. Com esses números, o Brasil ocupa a 20ª colocação entre os países mais preocupados com o tema.</p>
<p>Desinformação</p>
<p>De acordo com a diretora executiva do Instituto Oyá, Camila Kamilo, um dos dados que mais a surpreenderam é que, em média, 78% das pessoas não sabiam diferenciar notícias falsas de verdadeiras, inclusive sobre eventos climáticos extremos. Ela afirma que o dado é preocupante no atual contexto eleitoral brasileiro.</p>
<p>Segundo a diretora, um experimento social cego demonstrou que os brasileiros aceitam como verdadeiras fake news de forte apelo emocional. Nesse contexto, 81% temem o uso de deepfakes e de tecnologias de inteligência artificial para manipulação de imagem e voz.</p>
<p>&#8220;Algo que nos deixou bem preocupadas é que 67% dos brasileiros confiam na tecnologia, enquanto 65% desconfiam dos governos&#8221;, afirma Camila Kamilo.</p>
<p>A diretora avalia que a deterioração da confiança do brasileiro é motivo de atenção em um momento de incertezas. &#8220;[Isso] faz com que as pessoas, literalmente, aceitem qualquer coisa como verdade. E isso ocorre, não só num contexto de crise climática, mas também de desafios sociais, econômicos e ecológicos&#8221;, diz.</p>
<p>Engajamento</p>
<p>Camila Kamilo observa que o engajamento social, inclusive sobre o clima, tem ocorrido mais pelas redes sociais, de forma fisicamente distante, do que de maneira ativa e presencial. Para a pesquisadora, o país precisa adotar políticas públicas e novos modelos de comunicação para garantir a veracidade das informações que circulam socialmente.</p>
<p>&#8220;O brasileiro não é negacionista na sua maioria. Ele está desinformado&#8221;, afirma.</p>
<p>Apesar da desconfiança nas instituições, 45% dos brasileiros dizem acreditar nas organizações não governamentais. &#8220;Mais do que nunca é importante a gente fortalecer as nossas organizações da sociedade civil, incluindo a imprensa como difusão de informações checadas&#8221;, exemplifica a diretora.</p>
<p>Outro dado destacado pela pesquisa é o afastamento do eleitor brasileiro do engajamento partidário tradicional: 39% descartam atuar em campanhas ou partidos, e 33% rejeitam protestos de rua.</p>
<p>Análise WeekNews: A distância entre o temor declarado de longo prazo — as mudanças climáticas lideram como ameaça futura para 41% — e a baixa prioridade dada ao tema no presente, quando cai para o nono lugar, sugere que a preocupação ambiental ainda não se converteu em urgência cotidiana para boa parte dos entrevistados. O dado sobre desinformação, com 78% sem conseguir distinguir notícias falsas de verdadeiras, indica que a percepção de risco convive com dificuldade de acesso a informação confiável, o que a própria pesquisadora associa ao afastamento do engajamento presencial e à desconfiança das instituições.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-10/mudancas-climaticas-preocupam-mais-que-perda-de-emprego-diz-estudo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Desemprego recua a 5,3% e Brasil alcança recorde de trabalhadores ocupados</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-recua-a-53-e-brasil-alcanca-recorde-de-trabalhadores-ocupados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 13:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[34% em 12 meses]]></category>
		<category><![CDATA[70]]></category>
		<category><![CDATA[99% e reduz PIB]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[IGP-M volta a subir em setembro e acumula alta de 3]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado eleva projeção de inflação para 4]]></category>
		<category><![CDATA[mostra IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa nacional por amostra de domicílio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da inflação oficial de setembro fica em 0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%, o menor patamar já registrado para esse período desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa queda tanto em relação ao trimestre móvel encerrado em maio (5,6%) quanto ao mesmo período de 2025 (5,6%). Segundo a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio em linha com a expectativa de analistas do mercado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29). O levantamento mostra que a população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, o maior contingente já registrado. São 774 mil trabalhadores a mais do que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/carteira-de-trabalho-digital_mcamgo_abr_240620211818-1024x512.jpg" alt="Desemprego recua a 5,3% e Brasil alcança recorde de trabalhadores ocupados" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/taxa-de-desemprego-cai-para-53-menor-para-o-trimestre-ate-agosto" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%, o menor patamar já registrado para esse período desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa queda tanto em relação ao trimestre móvel encerrado em maio (5,6%) quanto ao mesmo período de 2025 (5,6%).</p>
<p>Segundo a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio em linha com a expectativa de analistas do mercado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29).</p>
<p>O levantamento mostra que a população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, o maior contingente já registrado. São 774 mil trabalhadores a mais do que no trimestre até maio, alta de 0,8%. Os grupamentos que puxaram o avanço foram a indústria geral, com crescimento de 2% (mais 265 mil pessoas), e a construção, com 4,1% (mais 306 mil pessoas).</p>
<p>O número de empregados do setor privado com carteira assinada também alcançou recorde: 39,5 milhões. A população desocupada caiu para 5,8 milhões, recuo de 4,6% (menos 281 mil) na comparação com o trimestre de março a maio.</p>
<p>A população desalentada, formada por quem não procura trabalho por acreditar que não vai encontrar, somou 2,4 milhões até agosto. O patamar é estável em relação ao trimestre anterior e 11,9% menor (menos 317 mil pessoas) do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>Já a taxa de informalidade ficou em 37,5%, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores, ante 37,3% no trimestre anterior. O IBGE classifica como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ, que não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>
<p>O rendimento mensal médio do trabalhador foi de R$ 3.777, acima dos R$ 3.752 do trimestre até maio. O maior valor da série foi R$ 3.783, registrado no trimestre encerrado em fevereiro de 2026. A massa salarial, soma de todos os salários pagos, alcançou R$ 385,6 bilhões, o maior valor da série, com alta de 1,4% no trimestre (mais R$ 5,2 bilhões) e de 4,8% em um ano (mais R$ 17,5 bilhões).</p>
<p>O Brasil também atingiu o maior número já apurado de trabalhadores contribuintes para institutos de previdência: 68,5 milhões de pessoas. Isso significa que, de cada 100 trabalhadores, 66,2 contribuem. O IBGE considera contribuintes empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham recolhido para institutos de Previdência oficial federal, estadual ou municipal.</p>
<p>A Pnad Contínua apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e considera todas as formas de ocupação, com ou sem carteira assinada, temporária ou por conta própria. Só é classificada como desocupada a pessoa que procurou efetivamente uma vaga 30 dias antes da pesquisa. A pesquisa visita 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa da série foi 14,9%, atingida nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>Análise WeekNews: o trimestre até agosto combina dois movimentos simultâneos: a queda da desocupação e a expansão da ocupação puxada por indústria e construção, setores que costumam concentrar vagas com carteira assinada. O recorde de empregados formais e de contribuintes da Previdência reforça essa leitura, embora a taxa de informalidade tenha subido de 37,3% para 37,5% na comparação com o trimestre anterior. O rendimento médio, por sua vez, ficou abaixo do pico registrado no trimestre até fevereiro de 2026, o que indica que a melhora do emprego ainda não se traduziu em recuperação plena do salário médio no período analisado.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/taxa-de-desemprego-cai-para-53-menor-para-o-trimestre-ate-agosto" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Argentina perde 31,3 mil empresas e 245,6 mil empregos formais no governo Milei</title>
		<link>https://weeknews.online/argentina-perde-313-mil-empresas-e-2456-mil-empregos-formais-no-governo-milei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[balanço da Fundar]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump ameaça novamente usar força militar na América Latina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Argentina fechou 31,3 mil empresas durante o governo de Javier Milei, o equivalente a 6,1% do total de companhias registradas no país, segundo o Monitor Mensal de Empresas, da Fundar, centro de pesquisas argentino. O levantamento abrange o período de novembro de 2023, quando Milei assumiu a Presidência, até junho de 2026. No mesmo intervalo, foram encerrados 245,6 mil postos de trabalho privados registrados, queda de 3,9% do total, de acordo com o Centro de Economia Política Argentina (Cepa). Segundo a Fundar, o número de empresas fechadas na gestão Milei equivale ao observado durante a pandemia. Dos 18 setores pesquisados, 14 tiveram redução no número de companhias, com impacto em 23 das 24 províncias argentinas. A única exceção é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/2024-01-30t185321z_1_lynxmpek0t0o9_rtroptp_4_holocaust-memorial-argentina-1024x512.jpg" alt="Argentina perde 31,3 mil empresas e 245,6 mil empregos formais no governo Milei" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/argentina-sob-milei-fecha-31-mil-empresas-e-245-mil-empregos-formais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Argentina fechou 31,3 mil empresas durante o governo de Javier Milei, o equivalente a 6,1% do total de companhias registradas no país, segundo o Monitor Mensal de Empresas, da Fundar, centro de pesquisas argentino. O levantamento abrange o período de novembro de 2023, quando Milei assumiu a Presidência, até junho de 2026. No mesmo intervalo, foram encerrados 245,6 mil postos de trabalho privados registrados, queda de 3,9% do total, de acordo com o Centro de Economia Política Argentina (Cepa).</p>
<p>Segundo a Fundar, o número de empresas fechadas na gestão Milei equivale ao observado durante a pandemia. Dos 18 setores pesquisados, 14 tiveram redução no número de companhias, com impacto em 23 das 24 províncias argentinas. A única exceção é Neuquém, onde a exploração de gás natural de Vaca Muerta tem impulsionado as exportações do país.</p>
<p>Entre as empresas que encerraram atividades recentemente estão companhias com mais de 50 anos de operação, como a Din S.A. (Grupo Govan), do setor de metalurgia, e a Clan Issime, do ramo têxtil. A Fundar destaca que a Clan Issime chegou a ter 129 funcionários, 14 lojas próprias e mais de cem pontos de venda terceirizados; no momento do fechamento, restavam 9 trabalhadores na fábrica.</p>
<p>A indústria argentina também registra retração de 2,6% no acumulado de 12 meses encerrados em agosto deste ano, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). O pior desempenho é o da indústria de equipamentos eletrônicos e médicos, com queda acumulada de 19,1% em um ano.</p>
<p>A perda de empregos formais foi parcialmente compensada pelo aumento de trabalhadores autônomos: 169 mil no período, crescimento de 8,3% nesse perfil de ocupação. &#8220;Os empregos perdidos são parcialmente substituídos por atividades desprotegidas&#8221;, afirma o informe da Cepa. A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 ponto percentual no primeiro semestre de 2026 na comparação com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, conforme cálculo do Indec.</p>
<p>O cenário de retração no emprego, na renda das famílias e na indústria contrasta com a queda da inflação, que passou de uma taxa anual de 289% em abril de 2024 para 33,5% em agosto deste ano, considerando o acumulado dos 12 meses anteriores. Para o professor de economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) Paulo Gala, a estabilidade inflacionária argentina é frágil e resulta do corte de gastos públicos, de empréstimos bilionários com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e de uma moeda sobrevalorizada. &#8220;A moeda sobrevalorizada ajuda a controlar a inflação, só que ela detona o setor industrial. Estamos vendo agora é a contração industrial, perda de empregos industriais, desemprego com quase 8% e o crescimento perdendo muito fôlego&#8221;, afirmou Gala. O economista também aponta a dívida externa de US$ 350 bilhões como elemento que revela a fragilidade da situação econômica do principal parceiro comercial do Brasil na América Latina.</p>
<p>A agenda econômica de Milei tem recebido apoio de setores do mercado financeiro e da mídia especializada que defendem uma agenda considerada liberal ou neoliberal, com desregulação trabalhista, corte de gastos e abertura comercial. Mesmo publicações entusiastas dessa agenda, como a inglesa The Economist, têm alertado para problemas na gestão econômica. Em editorial crítico publicado neste mês, a revista escreveu que o país precisa de mais crescimento e menos &#8220;gritaria&#8221;, em alusão ao estilo do presidente argentino. &#8220;Os salários reais ainda são menores do que quando ele assumiu o cargo; empregos formais estão desaparecendo&#8221;, destacou a publicação, acrescentando que Milei &#8220;se mostrou relutante em aceitar que seus esforços para conter a inflação tenham prejudicado o crescimento&#8221;.</p>
<p>Em discurso durante conferência sobre a economia argentina, no final de agosto, Milei rebateu as análises negativas sobre o desempenho do país. Ele destacou como positivos os indicadores de exportações, consumo privado, inflação e do Produto Interno Bruto (PIB), que cresceu 4,4% em 2025, após retração de 1,3% em 2024. &#8220;Se fosse realmente o caso de todas as empresas estarem fechando e nenhuma abrindo, o desemprego teria que estar disparando, e o desemprego não está disparando&#8221;, justificou. O presidente ainda criticou empresários que dependem do Estado: &#8220;Queremos ser grandes? Precisamos amadurecer, e esses capitalistas de compadrio precisam falir&#8221;.</p>
<p>Análise WeekNews: Os dados reunidos por Fundar, Cepa e Indec indicam que a queda da inflação argentina, principal bandeira econômica do governo Milei, vem acompanhada de retração industrial, fechamento de empresas e substituição de empregos formais por atividades autônomas. O contraste entre a melhora dos preços e o desempenho produtivo sugere que a estabilidade monetária tem custos sobre o tecido empresarial e o mercado de trabalho, ponto que o próprio presidente reconhece ao minimizar o risco de disparada do desemprego.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/argentina-sob-milei-fecha-31-mil-empresas-e-245-mil-empregos-formais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Desemprego atinge menor patamar para trimestre até julho desde 2012</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-atinge-menor-patamar-para-trimestre-ate-julho-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Desemprego até maio cai para 5]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego está abaixo da média do país; veja quais]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no 2º trimestre é 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em 11 estados]]></category>
		<category><![CDATA[empregados]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[o menor já registrado no período]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, o menor nível já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa estava em 5,8%, enquanto no mesmo período do ano passado era de 5,6%. O contingente de desocupados somou 5,8 milhões de pessoas, uma redução de 503 mil (recuo de 8%) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril. A população ocupada atingiu 103,3 milhões de pessoas, também um recorde da série histórica. O número de empregados com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/mg_7630-1024x512.jpg" alt="Desemprego atinge menor patamar para trimestre até julho desde 2012" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/desemprego-cai-para-53-o-menor-para-o-trimestre-terminado-em-julho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, o menor nível já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa estava em 5,8%, enquanto no mesmo período do ano passado era de 5,6%. O contingente de desocupados somou 5,8 milhões de pessoas, uma redução de 503 mil (recuo de 8%) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril.</p>
<p>A população ocupada atingiu 103,3 milhões de pessoas, também um recorde da série histórica. O número de empregados com carteira assinada, excluindo trabalhadores domésticos, chegou a 39,4 milhões, igualmente o maior já registrado. Já os trabalhadores sem carteira somaram 13,8 milhões, alta de 3,6% frente ao trimestre anterior, com acréscimo de 477 mil pessoas.</p>
<p>Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre foi puxado pela construção civil, com destaque para pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios. Ele também mencionou que mudanças tecnológicas têm facilitado a obtenção de ocupação. &#8220;Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho&#8221;, disse.</p>
<p>A ocupação no grupo transporte, armazenagem e correio, que inclui entregadores de aplicativo, cresceu 5,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.</p>
<p>A taxa de informalidade, que mede a proporção de trabalhadores informais na população ocupada, ficou em 37,5%, ante 37,2% no trimestre até abril. O IBGE considera informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ, que não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>
<p>A população desalentada, formada por pessoas que desistiram de procurar emprego por acreditarem que não encontrariam uma vaga, totalizou 2,3 milhões, queda de 9,7% no trimestre.</p>
<p>O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, com recuo de 0,7% em relação ao trimestre anterior, variação classificada pelo IBGE como estável.</p>
<p>A Pnad Contínua apura o mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais, considerando todas as formas de ocupação. Para ser considerada desocupada, a pessoa precisa ter procurado emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa. O levantamento visita 211 mil domicílios em todo o país.</p>
<p>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi de 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa foi de 14,9%, registrada nos trimestres encerrados em setembro de 2020 e março de 2021, durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>Análise WeekNews: A queda do desemprego para o menor patamar da série histórica no trimestre até julho, acompanhada de recordes na população ocupada e no emprego com carteira assinada, indica um mercado de trabalho aquecido. O crescimento puxado pela construção civil e a alta na ocupação em transporte, armazenagem e correio sugerem que setores ligados à infraestrutura e à logística estão gerando vagas. No entanto, a informalidade ainda atinge mais de um terço dos trabalhadores, o que pode limitar a qualidade do emprego e a proteção social dos ocupados.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/desemprego-cai-para-53-o-menor-para-o-trimestre-terminado-em-julho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Desemprego cai em 13 estados no segundo trimestre; 11 unidades ficam abaixo da média nacional</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-cai-em-13-estados-no-segundo-trimestre-11-unidades-ficam-abaixo-da-media-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[1%]]></category>
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		<category><![CDATA[7%]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no 1º trimestre é de 6]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no 2º trimestre é 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Os dados]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor nível já registrado para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre, quando o índice foi de 6,1%. Das 27 unidades da federação, 11 encerraram o trimestre com taxas abaixo da média nacional. Em cinco delas, o desemprego ficou abaixo de 3%: Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%). Paraná (3,1%), Minas Gerais (3,8%), Goiás (4,0%), Tocantins (4,1%), Rio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/mg_7622-1024x512.jpg" alt="Desemprego cai em 13 estados no segundo trimestre; 11 unidades ficam abaixo da média nacional" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-11-estados-desemprego-esta-abaixo-da-media-do-pais-veja-quais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor nível já registrado para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre, quando o índice foi de 6,1%.</p>
<p>Das 27 unidades da federação, 11 encerraram o trimestre com taxas abaixo da média nacional. Em cinco delas, o desemprego ficou abaixo de 3%: Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%). Paraná (3,1%), Minas Gerais (3,8%), Goiás (4,0%), Tocantins (4,1%), Rio Grande do Sul (4,2%) e Roraima (5,0%) completam a lista.</p>
<p>Na outra ponta, Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%) e Piauí (8,3%) registraram as maiores taxas de desocupação. O Distrito Federal apresentou índice de 6,5%, acima da média nacional, enquanto São Paulo (5,4%) e Paraíba (5,4%) ficaram exatamente no patamar médio do país.</p>
<p>O analista da pesquisa, William Kratochwill, atribui as diferenças regionais a fatores como nível de industrialização, evolução da atividade econômica e grau de instrução da população. &#8220;Santa Catarina e a região Sul como um todo apresentam níveis muito mais fortes que os estados do Norte e Nordeste&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em 13 unidades da federação, o desemprego diminuiu no segundo trimestre. As maiores quedas foram registradas no Rio Grande do Norte (-1,9 ponto percentual), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.) e Tocantins (-1,5 p.p.). Também houve redução em Alagoas (-1,3 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Goiás (-1 p.p.), Rondônia (-1 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.) e Santa Catarina (-0,6 p.p.). As demais localidades permaneceram estáveis.</p>
<p>A pesquisa também apontou queda no chamado desemprego longo, que atinge pessoas à procura de trabalho há dois anos ou mais. No segundo trimestre, 1,06 milhão de pessoas estavam nessa situação, o menor contingente da série histórica iniciada em 2012. Em relação ao mesmo período de 2025, a redução foi de 15,6%.</p>
<p>Os dados revelam ainda desigualdades no mercado de trabalho. O desemprego entre homens ficou em 4,6%, abaixo da média nacional, enquanto entre as mulheres alcançou 6,4%. Quando o recorte é por cor, a taxa de desocupação de pretos (6,9%) e pardos (6,1%) supera a média, enquanto a de brancos é de 4,2%. A pesquisa do IBGE não utiliza o termo &#8220;negro&#8221;, mas o Estatuto da Igualdade Racial considera população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas.</p>
<p>A Pnad Contínua apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais, considerando todas as formas de ocupação, com ou sem carteira assinada, temporária ou por conta própria. Pela metodologia do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que procurou efetivamente uma vaga nos 30 dias anteriores à pesquisa. Foram visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-11-estados-desemprego-esta-abaixo-da-media-do-pais-veja-quais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil gera 145 mil empregos formais em junho, mas ritmo desacelera frente a 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-gera-145-mil-empregos-formais-em-junho-mas-ritmo-desacelera-frente-a-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 20:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[1 salários mínimos]]></category>
		<category><![CDATA[33% em 12 meses]]></category>
		<category><![CDATA[5 milhões e pagou média de 2]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Construção empregou 2]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação usada para corrigir salários acumula 4]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Nobel da economia diz que impacto da IA no emprego é superestimado]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Brasil registrou saldo positivo de 145.161 empregos com carteira assinada em junho, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado veio de 2.220.131 admissões contra 2.074.970 desligamentos no período. O estoque total de empregos formais atingiu 48.032.308, uma variação de 0,30% em relação a maio. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo chega a 942.854 vagas. Apesar do número positivo, o desempenho de junho ficou abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 161.999 postos. Todos os cinco grandes agrupamentos econômicos tiveram saldo positivo. O setor de Serviços liderou, com 74.514 novas vagas, seguido pela Agropecuária (22.898),&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/01_carteira_de_trabalho2-1024x512.jpg" alt="Brasil gera 145 mil empregos formais em junho, mas ritmo desacelera frente a 2025" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/brasil-fecha-o-mes-de-junho-com-saldo-positivo-de-145161-empregos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Brasil registrou saldo positivo de 145.161 empregos com carteira assinada em junho, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado veio de 2.220.131 admissões contra 2.074.970 desligamentos no período.</p>
<p>O estoque total de empregos formais atingiu 48.032.308, uma variação de 0,30% em relação a maio. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo chega a 942.854 vagas. Apesar do número positivo, o desempenho de junho ficou abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 161.999 postos.</p>
<p>Todos os cinco grandes agrupamentos econômicos tiveram saldo positivo. O setor de Serviços liderou, com 74.514 novas vagas, seguido pela Agropecuária (22.898), Comércio (19.177), Construção Civil (14.136) e Indústria (4.438).</p>
<p>Na divisão regional, o Sudeste foi o maior gerador de empregos, com 70.383 postos (alta de 0,29% sobre maio). Em seguida vieram Nordeste (34.433 postos, +0,43%), Centro-Oeste (19.617, +0,46%), Sul (10.453, +0,12%) e Norte (9.633, +0,40%).</p>
<p>Entre os estados, 25 apresentaram saldo positivo. Em números absolutos, São Paulo liderou com 34.981 vagas, seguido por Minas Gerais (20.805) e Rio de Janeiro (16.856). Já Espírito Santo teve o pior desempenho, com saldo negativo de 2.259 postos, seguido por Tocantins (-135) e Rondônia, que gerou apenas 108 vagas. Proporcionalmente, os destaques foram Amapá (1.111 vagas), Acre (980) e Mato Grosso (8.258).</p>
<p>O salário médio real de admissão em junho foi de R$ 2.404,34, um aumento de R$ 16,90 em relação a maio. Por faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos foram responsáveis por 100.597 das contratações, seguidos por adolescentes até 17 anos (24.833), pessoas de 25 a 29 anos (13.007) e 30 anos ou mais (6.724). Em relação à raça/cor, trabalhadores pardos somaram 106.176 postos, brancos 28.636 e pretos 20.199.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, atribuiu a desaceleração na geração de empregos à política de juros do Banco Central. &#8220;Isso é o comportamento da economia desacelerando e você tem como evidente a contradição dos juros&#8221;, afirmou. A Selic, taxa básica de juros, está em 14,25% ao ano após corte de 0,25 ponto percentual na última reunião do Copom.</p>
<p>Marinho também citou impactos externos, como o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros e os conflitos internacionais. &#8220;São números positivos levando em consideração os juros que estamos praticando, levando em consequência o tarifaço e as guerras. O tarifaço e principalmente as guerras deram uma mexida no humor do petróleo global&#8221;, completou o ministro.</p>
<p>Apesar do cenário de desaceleração, o governo avalia que o mercado de trabalho formal segue em expansão, ainda que em ritmo menor do que no ano anterior. Os dados do Caged são considerados um termômetro importante da atividade econômica e do emprego no país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/brasil-fecha-o-mes-de-junho-com-saldo-positivo-de-145161-empregos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Quase metade dos jovens argentinos vive em situação de vulnerabilidade, aponta pesquisa da UBA</title>
		<link>https://weeknews.online/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-situacao-de-vulnerabilidade-aponta-pesquisa-da-uba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 19:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[informe]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicarágua adia reforma constitucional que exclui oposição de eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Omã apresenta ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto no Japão causa falta de energia e interrompe transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Quase metade dos jovens argentinos — 48,9% do total, o equivalente a 4,1 milhões de pessoas — vive em situação de vulnerabilidade social, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Buenos Aires (UBA) divulgada nesta semana. O estudo, intitulado “Jovens Vulneráveis na Argentina: Condições de Vida, Crenças e Expectativas sobre o Futuro”, entrevistou 1.002 jovens de 18 a 29 anos em condições de vulnerabilidade entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. O levantamento considera como jovens em situação de vulnerabilidade aqueles que têm entre 18 e 29 anos, com algum nível de “pobreza econômica” ou que não concluíram os estudos básicos, tendo finalizado, no máximo, o ensino fundamental. Entre os jovens vulneráveis, 57% afirmam que o dinheiro obtido&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/923029-sambodromo_argentinos0010-1024x512.jpg" alt="Quase metade dos jovens argentinos vive em situação de vulnerabilidade, aponta pesquisa da UBA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-vulnerabilidade-social" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Quase metade dos jovens argentinos — 48,9% do total, o equivalente a 4,1 milhões de pessoas — vive em situação de vulnerabilidade social, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Buenos Aires (UBA) divulgada nesta semana. O estudo, intitulado “Jovens Vulneráveis na Argentina: Condições de Vida, Crenças e Expectativas sobre o Futuro”, entrevistou 1.002 jovens de 18 a 29 anos em condições de vulnerabilidade entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.</p>
<p>O levantamento considera como jovens em situação de vulnerabilidade aqueles que têm entre 18 e 29 anos, com algum nível de “pobreza econômica” ou que não concluíram os estudos básicos, tendo finalizado, no máximo, o ensino fundamental. Entre os jovens vulneráveis, 57% afirmam que o dinheiro obtido com o trabalho não é suficiente para chegar ao fim do mês, e apenas 24,8% continuam estudando.</p>
<p>A pesquisa também revela que dois em cada dez jovens argentinos não estudam nem trabalham, enquanto 30% estão desempregados. Do total da população jovem do país, 32% não estudam, não trabalham e nem buscam trabalho. Entre os que trabalham, a maioria (56,1%) não estuda mais. Apenas 15% dos jovens que trabalham têm emprego registrado; 76% atuam na informalidade ou por conta própria.</p>
<p>“O emprego concentra-se em atividades pouco qualificadas e altamente informais: comércio, construção e trabalho por conta própria, como venda ambulante ou online, limpeza e cuidados com idosos”, destaca o documento. A taxa de emprego é maior entre os homens do que entre as mulheres, e maior na Região Metropolitana de Buenos Aires (AMBA) do que no restante do país.</p>
<p>Além do desemprego, a pesquisa aponta que a depressão e o uso de álcool e outras drogas estão entre os fatores que prejudicam a juventude argentina. Aproximadamente 30% dos jovens reconhecem que não conseguem controlar o próprio consumo de álcool, cigarro ou outras drogas. A situação de vulnerabilidade social se reflete na saúde mental: mais de 70% manifestaram ter “problemas frequentes” de nervos ou ansiedade, e mais de 50% disseram sentir apatia ou depressão.</p>
<p>“Os sinais de sofrimento psicológico não são experiências excepcionais, mas sim parte do cotidiano, o que reforça a multidimensionalidade da vulnerabilidade”, afirma o informe. “Essas vulnerabilidades, no plural, portanto, se configuram de maneiras concretas no cotidiano: déficits materiais de moradia, famílias numerosas, dificuldade ou impossibilidade de fechar as contas, interrupções na educação e trabalho informal”, completa.</p>
<p>No que diz respeito à saúde e segurança, 78% dos jovens não têm plano de saúde, dependendo exclusivamente dos serviços públicos, e 40% afirmam viver em bairros considerados “inseguros ou muito inseguros”.</p>
<p>O estudo também investigou os hábitos de informação dos jovens: 66% se informam sobre temas da atualidade principalmente pelas redes sociais, com destaque para Instagram (36%) e Facebook (22%). Meios tradicionais, como a TV, ficaram em terceiro lugar, com 18%. “Níveis mais elevados de escolaridade estão associados a uma maior centralidade do Instagram e a uma diversificação das fontes digitais, enquanto em níveis mais baixos de escolaridade, o Facebook e a TV continuam sendo canais relevantes”, pondera o estudo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-vulnerabilidade-social" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-situacao-de-vulnerabilidade-aponta-pesquisa-da-uba/">Quase metade dos jovens argentinos vive em situação de vulnerabilidade, aponta pesquisa da UBA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Com emprego aquecido, subutilização é a menor da história; entenda</title>
		<link>https://weeknews.online/com-emprego-aquecido-subutilizacao-e-a-menor-da-historia-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[2 milhões seguem como “nem-nem”]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O mercado de trabalho aquecido tem apresentado reflexos em indicadores que vão além da taxa de desocupação. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (26), revelou que o país alcançou a menor taxa de subutilização já registrada. O índice chegou a 13,3% no trimestre móvel encerrado em maio. O recorde de baixa anterior pertencia ao último trimestre de 2025 (13,4%). Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que iniciou a série histórica da pesquisa em 2012. A Pnad apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, além de temporários e por conta própria, por&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>O mercado de trabalho aquecido tem apresentado reflexos em indicadores que vão além da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/desemprego-ate-maio-cai-para-56-o-menor-ja-registrado-no-periodo" target="_blank">taxa de desocupação</a>. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/6aa72016a086f5b0ce8bebe656f45aa1.pdf">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua</a>, divulgada nesta sexta-feira (26), revelou que <strong>o país alcançou a menor taxa de subutilização já registrada</strong>.</p>
<p>O índice chegou a 13,3% no trimestre móvel encerrado em maio. O recorde de baixa anterior pertencia ao último trimestre de 2025 (13,4%).</p>
<p>Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que iniciou a série histórica da pesquisa em 2012.</p>
<p>A Pnad apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, além de temporários e por conta própria, por exemplo.</p>
<h2>O que é subutilização</h2>
<p>A taxa de desocupação, conhecida popularmente como taxa de desemprego, mostra o percentual de pessoas que procuraram emprego e não encontraram em relação ao total de pessoas na força de trabalho. Até maio, o índice estava em 5,6%.</p>
<p><strong>Já a taxa de subutilização é um indicador que mede a parcela da população em idade de trabalhar que não é plenamente aproveitada pelo mercado de trabalho e gostaria de trabalhar mais.</strong></p>
<p>De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, o universo de subutilizados não abrange apenas os desempregados, mas, sim, três grupos de pessoas:</p>
<ul>
<li><strong>desocupados:</strong> pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa</li>
<li><strong>subocupados por insuficiência de horas trabalhadas</strong>: quem está disponível, quer trabalhar mais horas, mas não consegue uma ocupação para suprir as 40 horas semanais.</li>
<li><strong>força de trabalho potencial:</strong> pessoas desalentadas e não desalentadas.</li>
</ul>
<p>Desalentados são aqueles que não procuram uma posição porque acreditam que não vão encontrar.</p>
<p>“Acham que não tem emprego na região, ou que são muito jovens ou muito velhos para trabalhar, não esperam ter vaga apropriada para sua qualificação”, exemplifica Kratochwill.</p>
<p>Os não desalentados são os que querem trabalhar, estão disponíveis, mas não procuram vaga. Ou procuraram vaga, mas não estavam disponíveis para começar a trabalhar e recusaram o trabalho.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=464412:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/boto-gelato-da-amaznia_55280884104_o.jpg" alt="12/05/2026 - Santarém- Tiago Silva mostra em sua cozinha, como é o preparo do sorvete gelato. O engenheiro de produção Tiago Silva enxergou na 
biodiversidade amazônica uma oportunidade de 
negócio. Criou a Boto Gelato da Amazônia e 
transformou ingredientes regionais como cupuaçu, 
jambu, cumaru e castanha-do-Pará em uma marca 
desejada por turistas e consumidores de todo o país.
Com três lojas, 15 colaboradores e crescimento de 
35% no último ano, evoluiu de gelateria para 
marca-destino. Hoje avança no varejo, prepara 
expansão para o Sudeste, inaugura espaço de 
experiências amazônicas em Alter do Chão. O negócio 
de sucesso impacta a cadeia fornecedora, de 
pequenos produtores rurais da região. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/boto-gelato-da-amaznia_55280884104_o.jpg" alt="12/05/2026 - Santarém- Tiago Silva mostra em sua cozinha, como é o preparo do sorvete gelato. O engenheiro de produção Tiago Silva enxergou na 
biodiversidade amazônica uma oportunidade de 
negócio. Criou a Boto Gelato da Amazônia e 
transformou ingredientes regionais como cupuaçu, 
jambu, cumaru e castanha-do-Pará em uma marca 
desejada por turistas e consumidores de todo o país.
Com três lojas, 15 colaboradores e crescimento de 
35% no último ano, evoluiu de gelateria para 
marca-destino. Hoje avança no varejo, prepara 
expansão para o Sudeste, inaugura espaço de 
experiências amazônicas em Alter do Chão. O negócio 
de sucesso impacta a cadeia fornecedora, de 
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    <!-- END scald=464412 --></div>
<p><h6 class="meta">Engenheiro de produção produz gelato em Santarém. Foto: <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong><!--END copyright=464412--></h6>
</p>
</div>
<h2>Comportamento da taxa</h2>
<p><strong>No trimestre encerrado em maio, o número de subutilizados alcançou 15,1 milhão de pessoas</strong>. Esse contingente representa recuo de 5,7% no trimestre (menos 920 mil), quando a taxa de subutilização era de 14,1%.</p>
<p>No trimestre até maio de 2025, o índice era de 14,9%. Em um ano, 1,9 milhão de pessoas deixaram a condição de subutilizados.</p>
<blockquote>
<p>“Mostra que o estoque de pessoas, esse colchão de trabalhadores que podem ser absorvidas pelo mercado de trabalho, está diminuindo cada vez mais”, assinala Kratochwill.</p>
</blockquote>
<p>A maior taxa já registrada na Pnad foi 30,7%, no trimestre até agosto de 2020. “Por causa da pandemia de covid-19”, contextualiza o analista do IBGE.</p>
<p>A maior taxa de subutilização antes da eclosão da pandemia (2020) havia sido 25%, no período de três meses até maio de 2019. Na época eram 28,4 milhões de pessoas na condição.</p>
<h2>Mercado aquecido</h2>
<p>O analista William Kratochwill reconhece que a taxa de subutilização não é tão popular quanto a taxa de desocupação, “indicador mais fácil de entender e globalmente conhecido”, mas sinaliza que a análise do número é uma forma de sentir o mercado de trabalho aquecido.</p>
<p>“O mercado, de fato, está aquecido, está absorvendo toda mão de obra possível”, diz ele, que aponta efeitos potenciais na relação entre trabalhadores e empregadores.</p>
<blockquote>
<p>“Se está ficando mais escassa, o preço da mão de obra vai ter que subir, as condições de trabalho, de qualidade das ofertas de trabalho têm que melhorar”, conclui.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/com-emprego-aquecido-subutilizacao-e-menor-da-historia-entenda" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 26 Jun 2026 12:58:00 -0300</p>
<p></p>

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		<title>Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-ate-maio-cai-para-56-o-menor-ja-registrado-no-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exigências regulatórias da UE podem embarreirar pequenos cafeicultores]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.  A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”. O levantamento aponta que o país tinha&#8230;</p>
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ttps://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&#038;id=72421" target="_blank">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua</a>, iniciada em 2012. </p>
<p><strong>A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.</strong></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE).  </p>
<p><strong>De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”.</strong></p>
<p>O levantamento aponta que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.</p>
<p><strong>A população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas).</strong></p>
<h2>Pnad</h2>
<p><strong>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, sejam com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria, por exemplo.</strong></p>
<p>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p><strong>O rendimento médio mensal do trabalhador ficou em R$ 3.726 no trimestre encerrado em maio, estável em relação ao trimestre móvel anterior (R$ 3.756) e 4% acima do registrado no mesmo período do ano passado</strong>. Os valores são reais, ou seja, já levam em conta a inflação do período.</p>
<h2>Informalidade</h2>
<p>A taxa de informalidade &#8211; proporção de trabalhadores informais na população ocupada &#8211; foi de 37,3%, o que representa 38,3 milhões de trabalhadores. Um ano antes, o indicador era 37,8%. O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo terceiro salário.</p>
<h2>Contribuição para a previdência</h2>
<p><strong>A pesquisa revelou que 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência. Isso equivale a 68,4 milhões de pessoas.</strong></p>
<p>Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.</p>
<p><strong>O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.</strong></p>
<p>O instituto esclarece que um trabalhador informal (por conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.</p>
<h2>Marcos históricos</h2>
<p><strong>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1% no último trimestre de 2025</strong>. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/desemprego-ate-maio-cai-para-56-o-menor-ja-registrado-no-periodo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 26 Jun 2026 09:53:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-ate-maio-cai-para-56-o-menor-ja-registrado-no-periodo/">Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-entre-mulheres-negras-jovens-chega-a-247-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 12:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego feminino aumenta 11%]]></category>
		<category><![CDATA[informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[mas desigualdade salarial persiste]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres são as que mais impulsionam outras carreiras femininas]]></category>
		<category><![CDATA[queda nos índices de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Apesar de avanços recentes no mercado de trabalho, com queda nos índices de desemprego e resultados positivos no aumento da renda dos trabalhadores, as mulheres negras jovens continuam registrando os piores resultados em indicadores como taxa de desocupação, informalidade, desalento e rendimento. O resultado faz parte de um relatório da Rede Multiatores MUDE com Elas, elaborado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), a partir de dados da PNAD Contínua 2025, pesquisa do IBGE que analisa o mercado de trabalho no país.  Segundo o levantamento, mesmo com melhorias em índices de educação formal e renda, ainda existem desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro para mulheres com idades entre 14 e 29 anos.   Entre os 14 e os 17&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-entre-mulheres-negras-jovens-chega-a-247-aponta-estudo/">Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
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<p><strong>Apesar de avanços recentes no mercado de trabalho, com<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo"> queda nos índices de desemprego</a> e resultados positivos no aumento da renda dos trabalhadores, as mulheres negras jovens continuam registrando os piores resultados em indicadores como taxa de desocupação, informalidade, desalento e rendimento.</strong></p>
<p>O resultado faz parte de um relatório da Rede Multiatores MUDE com Elas, elaborado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), a partir de dados da PNAD Contínua 2025, pesquisa do IBGE que analisa o mercado de trabalho no país. </p>
<p><strong>Segundo o levantamento, mesmo com melhorias em índices de educação formal e renda, ainda existem desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro para mulheres com idades entre 14 e 29 anos.  </strong></p>
<p><strong>Entre os 14 e os 17 anos, a taxa de desocupação de mulheres negras chega a 24,7%, índice 1,4 vez superior à dos homens brancos da mesma faixa etária</strong>. Na faixa de 18 a 24 anos, apontada pelos pesquisadores como momento-chave de transição entre escola e trabalho, a desigualdade se intensifica para uma desocupação de 16,5% para elas, 1,6 vez maior do que a dos homens brancos.</p>
<p>O segmento posterior, entre 25 e 29 anos, tem uma taxa de desocupação de mulheres negras de 10,3%, quase o dobro da observada entre mulheres brancas e 2,8 vezes a dos homens brancos.</p>
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<p>“O mercado de trabalho melhorou, mas não melhorou de forma igual para todas as pessoas. Isso evidencia que o problema não está apenas no acesso à educação, mas também nos mecanismos estruturais de exclusão que continuam operando no mercado de trabalho e na sociedade brasileira. Envolvem racismo estrutural, segregação territorial, desigualdade no acesso às redes de oportunidade, discriminação nos processos de contratação e promoção, além da sobrecarga histórica do trabalho de cuidado”, aponta a coordenadora da Rede Multiatores pelo Ceert, Shirley Santos.</p>
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<p>A pesquisadora destaca que o território também influencia diretamente as oportunidades, pois moradoras de regiões periféricas enfrentam maiores obstáculos relacionados à mobilidade urbana, acesso à infraestrutura, qualidade dos serviços públicos e redes profissionais.</p>
<h2>Renda e trabalho formal</h2>
<p>A diferença também se reflete na renda e no acesso ao trabalho formal. <strong>Em 2025, o rendimento médio das mulheres negras correspondeu a apenas 46,5% do rendimento dos homens brancos, uma diferença de 53,5% que permanece praticamente inalterada nos últimos anos.</strong></p>
<p><strong>A informalidade entre jovens negras é de 39,1%, cerca de 10% acima da registrada entre jovens brancas. </strong>O único segmento mais fragilizado nesse indicador é o dos jovens homens negros, para os quais esse índice chega a 44,2%.</p>
<p>As dificuldades se refletem no desalento, que é a condição de quem desiste de procurar trabalho. As mulheres negras são 38,7% dos jovens desalentados do país, enquanto os homens negros somam 36,1%. Na faixa de 25 a 29 anos, a participação das mulheres negras atinge 44,2%.</p>
<p>Quando a análise recai somente sobre a Região Metropolitana de São Paulo, a desigualdade se repete: jovens mulheres negras recebem, em média, R$ 2.236, enquanto homens brancos chegam a R$ 3.926. Entre 25 e 29 anos, a desigualdade aumenta, com rendimentos de R$ 2.569 para mulheres negras e R$ 5.323 para homens brancos.</p>
<p>“Os microdados permitem observar parte dessas desigualdades quando cruzamos raça, gênero, renda, escolaridade e território. Mas a experiência acumulada pelas organizações da sociedade civil também é fundamental para compreender dimensões que muitas vezes os dados quantitativos não conseguem capturar integralmente, como os mecanismos subjetivos de exclusão e os impactos cotidianos do racismo institucional”, complementa Shirley.</p>
<h2>Políticas públicas além das cotas</h2>
<p>Segundo o estudo, embora sejam importantes para a redução das desigualdades, as cotas raciais não são suficientes para resolver os problemas no ritmo que essas populações precisam. </p>
<p><strong>Para Shirley, o estudo evidencia que políticas estruturantes são fundamentais, focadas em garantir permanência, mobilidade social, proteção social e acesso a posições de decisão e liderança.</strong></p>
<p>Segundo a pesquisadora, entre as experiências que apresentam resultados positivos estão: </p>
<ul>
<li>Políticas de cotas raciais e sociais no ensino superior e concursos públicos;</li>
<li>Programas de permanência estudantil; </li>
<li>Ampliação do acesso à creche e políticas de cuidado; </li>
<li>Programas de qualificação profissional voltados à juventude negra;</li>
<li>Metas de diversidade e inclusão no setor privado; </li>
<li>Fortalecimento da educação para as relações étnico-raciais; </li>
<li>Políticas territoriais para periferias urbanas; </li>
<li>Incentivos à formalização do trabalho e </li>
<li>Programas de transferência de renda articulados à inclusão produtiva</li>
</ul>
<p>Políticas públicas de reparação e mecanismos de financiamento voltados para melhoria desse tipo de ação também são caminhos importantes, segundo a coordenadora. </p>
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<p>“O enfrentamento das desigualdades raciais exige investimento público, compromisso institucional e participação social. Uma transição justa — seja no mercado de trabalho, na educação ou na agenda climática — só será efetiva se enfrentar as desigualdades estruturais que organizam a sociedade brasileira”, reflete Shirley Santos.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/desemprego-entre-mulheres-negras-jovens-chega-a-247-aponta-estudo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Fri, 05 Jun 2026 09:32:00 -0300</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-entre-mulheres-negras-jovens-chega-a-247-aponta-estudo/">Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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