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	<title>Arquivo de Despesas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Despesas - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Com precatórios, governo tem maior déficit para meses de março</title>
		<link>https://weeknews.online/com-precatorios-governo-tem-maior-deficit-para-meses-de-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[8 bilhões no ano]]></category>
		<category><![CDATA[contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[déficit efetivo de R$ 59]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit nas contas externas sobe para R$ 6 bilhões no mês de março]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit Primário]]></category>
		<category><![CDATA[Despesas]]></category>
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		<category><![CDATA[precatórios]]></category>
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		<category><![CDATA[Tesouro muda regras de leilão para projetos sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O pagamento antecipado de precatórios, dívidas da União com sentenças judiciais definitivas, pressionou as contas públicas e levou o governo central a registrar um déficit primário de R$ 73,783 bilhões em março, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).  O resultado é o pior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997. Notícias relacionadas: Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março. Tesouro muda regras de leilão para projetos sustentáveis. Déficit nas contas externas sobe para R$ 6 bilhões no mês de março. O déficit representa uma forte deterioração frente a março do ano passado, quando houve superávit de R$ 1,527 bilhão. De acordo com o Tesouro, a principal explicação está na mudança do calendário&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>O pagamento antecipado de precatórios, dívidas da União com sentenças judiciais definitivas, pressionou as contas públicas e levou o governo central a registrar um déficit primário de R$ 73,783 bilhões em março, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777490354_637_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777490354_745_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O resultado é o pior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março.</li>
<li>Tesouro muda regras de leilão para projetos sustentáveis.</li>
<li>Déficit nas contas externas sobe para R$ 6 bilhões no mês de março.</li>
</ul>
<p>O déficit representa uma forte deterioração frente a março do ano passado, quando houve superávit de R$ 1,527 bilhão. De acordo com o Tesouro, a principal explicação está na mudança do calendário de pagamento dos precatórios, que em 2026 se concentraram em março. Em 2025, a maior parte dessas despesas foi paga em julho.</p>
<p><strong>O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo, desconsiderando os juros da dívida pública.</strong></p>
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<h2>Despesas</h2>
<p>As despesas totais dispararam no período, impulsionadas principalmente pelos gastos com decisões judiciais e seus efeitos indiretos sobre outras rubricas do orçamento.</p>
<p><strong>Principais números de março:</strong></p>
<ul>
<li>    Déficit primário: R$ 73,783 bilhões;</li>
<li>    Despesas totais: R$ 269,881 bilhões (49,2% acima da inflação em relação a março do ano passado);</li>
<li>    Receita líquida: R$ 196,1 bilhões (7,5% acima da inflação).</li>
</ul>
<p><strong>Maiores aumentos de gastos:</strong></p>
<ul>
<li>    Sentenças judiciais e precatórios (custeio e investimento): R$ 34,903 bilhões</li>
<li>    Benefícios previdenciários: R$ 28,615 bilhões, dos quais R$ 23,982 bilhões em precatórios;</li>
<li>    Pessoal e encargos sociais: R$ 11,258 bilhões, dos quais R$ 8,786 em precatórios.</li>
</ul>
<p><strong>Segundo o Tesouro, os precatórios também influenciaram o aumento de gastos com Previdência e folha de pagamento, já que parte dessas despesas está vinculada a decisões judiciais.</strong></p>
<p>Apesar da piora no resultado fiscal, a arrecadação apresentou crescimento, impulsionada pelo desempenho da economia e por medidas tributárias recentes.</p>
<p><strong>Entre os destaques:</strong></p>
<ul>
<li>    Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): R$ 2,8 bilhões em relação a março do ano passado;</li>
<li>    Imposto de Importação: R$ 2,3 bilhões;</li>
<li>    Imposto de Renda: R$ 2,3 bilhões;</li>
<li>    Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): R$ 1,4 bilhão;</li>
<li>    Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins): R$ 1,5 bilhão.</li>
</ul>
<p>Ainda assim, o avanço das receitas foi insuficiente para compensar o salto das despesas.</p>
<h2>Resultado do ano</h2>
<p>No acumulado do primeiro trimestre, as contas públicas registraram déficit de R$ 17,085 bilhões, revertendo o superávit de R$ 54,993 bilhões observado no mesmo período de 2025.</p>
<p><strong>Acumulado de janeiro a março:</strong></p>
<ul>
<li>Déficit primário: R$ 17,085 bilhões; </li>
<li>Receita líquida: R$ 626,4 bilhões (4,2% real);</li>
<li>Despesas totais: R$ 643,5 bilhões (23,3% real).</li>
</ul>
<p><strong>Assim como em março, o resultado acumulado foi impactado pela antecipação no pagamento de precatórios.</strong></p>
<p>No primeiro trimestre, o déficit está baixo por causa do superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Tradicionalmente, o primeiro mês do ano é caracterizado por resultados positivos.</p>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Os investimentos federais registraram crescimento expressivo em março, indicando aumento da execução orçamentária.</p>
<ul>
<li>    Investimentos em março: R$ 14,8 bilhões (323,9% acima da inflação);</li>
<li>    Acumulado em 2026: R$ 24,4 bilhões (146,4% acima da inflação).</li>
</ul>
<p>O avanço reflete a aceleração de projetos públicos e execução de despesas discricionárias (não obrigatórias) no início do ano.</p>
<h2>Meta fiscal</h2>
<p><strong>A meta fiscal para 2026 prevê superávit de 0,25% do PIB, cerca de R$ 34,3 bilhões, com margem de tolerância que permite resultado entre zero e R$ 68,6 bilhões positivos.</strong></p>
<p>No entanto, regras aprovadas permitem excluir até R$ 63,5 bilhões em despesas do cálculo, incluindo precatórios. Mesmo com esses abatimentos, a previsão oficial do governo é de déficit efetivo de R$ 59,8 bilhões no ano.</p>
<p>Se confirmada, será mais um ano de contas no vermelho.</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/com-precatorios-governo-tem-maior-deficit-para-meses-de-marco">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Apr 2026 16:05:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Fazenda reduz para 2,2% projeção de crescimento do PIB em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/fazenda-reduz-para-22-projecao-de-crescimento-do-pib-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 20:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[5% do PIB para educação]]></category>
		<category><![CDATA[5% estimativa do PIB em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 ]]></category>
		<category><![CDATA[Despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda aumenta para 2]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PNE: relatório sugere investimento de 7]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/fazenda-reduz-para-22-projecao-de-crescimento-do-pib-em-2025/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A desaceleração da economia provocada por juros altos surtirá efeitos sobre a atividade econômica brasileira. O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2,2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; soma das riquezas produzidas no país) em 2025. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (13), em Brasília, no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE). Segundo o ministério, a revisão decorre do desempenho mais fraco da economia no terceiro trimestre e dos efeitos defasados da política monetária restritiva. Para 2026, a projeção de crescimento foi mantida em 2,4%. Notícias relacionadas: Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis. PNE: relatório sugere investimento de 7,5% do PIB para educação. Ministério da Fazenda aumenta para 2,5% estimativa do PIB&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A desaceleração da economia provocada por juros altos surtirá efeitos sobre a atividade econômica brasileira. O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2,2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; soma das riquezas produzidas no país) em 2025. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (13), em Brasília, no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763066525_523_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763066525_295_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo o ministério, a revisão decorre do desempenho mais fraco da economia no terceiro trimestre e dos efeitos defasados da política monetária restritiva. Para 2026, a projeção de crescimento foi mantida em 2,4%.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis.</li>
<li>PNE: relatório sugere investimento de 7,5% do PIB para educação.</li>
<li>Ministério da Fazenda aumenta para 2,5% estimativa do PIB em 2025.</li>
</ul>
<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<h2>Inflação acima da meta</h2>
<p><strong>A projeção para a inflação oficial (IPCA) em 2025 caiu de 4,8% para 4,6%, mas o índice ainda deve encerrar o ano acima do teto da meta &#8211; fixado em 4,5% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</strong></p>
<p>Para 2026, a expectativa foi revisada de 3,6% para 3,5%. A SPE prevê que a inflação deve convergir para 3,2% até o segundo trimestre de 2027, horizonte considerado relevante para a política monetária.</p>
<p>Segundo a SPE, a redução na projeção reflete fatores como:</p>
<ul>
<li>valorização do real;</li>
<li>menor inflação no atacado para produtos agropecuários e industriais;</li>
<li>excesso de oferta global de bens;</li>
<li>aplicação da bandeira amarela nas tarifas de energia em dezembro.</li>
</ul>
<h2>Principais projeções da Fazenda</h2>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td style="width:189px">
<p>Indicador</p>
</td>
<td style="width:189px">
<p>2025</p>
</td>
<td style="width:189px">
<p>2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:189px">
<p>PIB real</p>
</td>
<td style="width:189px">
<p>de 2,3% para 2,2%</p>
</td>
<td style="width:189px">
<p>mantido em 2,4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:189px">
<p>IPCA</p>
</td>
<td style="width:189px">
<p>de 4,8% para 4,6%</p>
</td>
<td style="width:189px">
<p>de 3,6% para 3,5%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Fonte: Ministério da Fazenda</strong></p>
<h2>Desempenho setorial</h2>
<p><strong>A revisão do PIB para 2025 mostra dinâmicas distintas entre os setores da economia. A agropecuária foi o destaque positivo com previsão de crescimento elevada de 8,3% para 9,5%.</strong></p>
<p><strong>A indústria recuou de 1,4% para 1,3%, e o setor de serviços passou de 2,1% para 1,9%.</strong></p>
<p>Para 2026, o crescimento projetado de 2,4% deve ser sustentado por uma recuperação mais intensa na indústria e nos serviços, compensando a esperada desaceleração da agropecuária.</p>
<h2>Atividade doméstica</h2>
<p>O boletim aponta que a economia brasileira segue em trajetória de desaceleração, reflexo dos juros elevados e da contração no crédito.</p>
<blockquote>
<p>“Os efeitos cumulativos da política monetária restritiva continuam impactando a atividade”, destacou a SPE.</p>
</blockquote>
<p>Embora o desemprego permaneça em nível historicamente baixo, o relatório observa redução da população ocupada e ritmo mais lento de crescimento dos rendimentos no terceiro trimestre.</p>
<h2>Tarifas dos EUA</h2>
<p>No cenário internacional, o boletim afirma que a atividade global permanece resiliente, mas alerta para incertezas comerciais e geopolíticas.</p>
<p>O documento cita o impacto negativo das tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. Entre agosto e outubro de 2025, as vendas do Brasil para os EUA caíram US$ 2,5 bilhões, uma redução de 24,9% em relação ao mesmo período de 2024.</p>
<p>O Ministério da Fazenda informou que o governo tem buscado diversificar mercados e adotar políticas de apoio ao setor exportador. O boletim menciona ainda que o diálogo entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos pode contribuir para reduzir as tarifas.</p>
<h2>Outros índices de preços</h2>
<p>As projeções para outros índices também foram revisadas para baixo. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) &#8211; usado para corrigir o valor do salário mínimo &#8211; caiu de 4,7% para 4,5% neste ano.</p>
<p>A previsão para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) recuou de 2,6% para 1,4%, refletindo a queda do dólar, que influencia bastante esse índice.</p>
<h2>Orçamento</h2>
<p><strong>Divulgado a cada dois meses pela Secretaria de Política Econômica, o Boletim Macrofiscal apresenta as principais projeções e análises sobre o desempenho da economia brasileira. O documento é utilizado como referência para a elaboração do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, que orienta a execução do Orçamento, com medidas de bloqueio e contingenciamento, tipos de cortes temporários de despesas.</strong></p>
<p>O bloqueio incide sobre os gastos que superam o limite de crescimento anual de despesas do arcabouço fiscal. O contingenciamento ocorre quando a falta de receitas compromete o cumprimento da meta de resultado primário.</p>
<p> Welton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/fazenda-reduz-para-22-projecao-de-crescimento-do-pib-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Nov 2025 15:33:00 -0300 </p>

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