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	<title>Arquivo de determinou que a Polícia Federal (PF) investigue uma aparente disseminação de ataques a imagens religiosas católicas pelo país - WeekNews</title>
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		<title>Ataques a imagens religiosas crescem no país e PF investiga onda de depredações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 00:12:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Polícia Federal vai investigar uma aparente disseminação de ataques a imagens religiosas católicas no Brasil. A determinação foi feita na quarta-feira (30) pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os casos mais recentes ocorreram em setembro, em diferentes cidades, e incluem desde a destruição de imagens de santos até atentados com coquetel molotov contra estabelecimentos religiosos. Na madrugada de 9 de setembro, uma loja de artigos religiosos católicos no centro de Fortaleza foi alvo de um atentado com coquetel molotov. Um cartaz colado no local dizia: “Se reabrir, todos morrem”. Na mesma noite, outros dois estabelecimentos católicos e um de umbanda tiveram as fachadas incendiadas na capital cearense. Os ataques são investigados pela Polícia Civil. No dia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/995444-dsc_0518-1024x512.jpg" alt="Ataques a imagens religiosas crescem no país e PF investiga onda de depredações" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/ataques-simbolos-religiosos-reacendem-debate-sobre-intolerancia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A Polícia Federal vai investigar uma aparente disseminação de ataques a imagens religiosas católicas no Brasil. A determinação foi feita na quarta-feira (30) pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os casos mais recentes ocorreram em setembro, em diferentes cidades, e incluem desde a destruição de imagens de santos até atentados com coquetel molotov contra estabelecimentos religiosos.</p>
<p>Na madrugada de 9 de setembro, uma loja de artigos religiosos católicos no centro de Fortaleza foi alvo de um atentado com coquetel molotov. Um cartaz colado no local dizia: “Se reabrir, todos morrem”. Na mesma noite, outros dois estabelecimentos católicos e um de umbanda tiveram as fachadas incendiadas na capital cearense. Os ataques são investigados pela Polícia Civil.</p>
<p>No dia seguinte, o padre Josileudo Queiroz, da Igreja de São José Operário de Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, classificou o episódio em suas redes sociais. “Nós vivemos num país onde devemos entender que o país é laico, ou seja, não tem uma religião oficial. Não é ateu, porque há muitas religiões, há muitas expressões de fé. Isso que aconteceu aqui em Fortaleza e que acontece no Brasil afora se chama crime de intolerância religiosa”, afirmou.</p>
<p>Os ataques no Ceará não foram isolados. Em 8 de setembro, um dia antes dos incêndios em Fortaleza, a cabeça de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida que ficava em frente a uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR) foi arrancada. Dois dias depois, em Salvador, a imagem de Nossa Senhora das Graças foi quebrada. Em 22 de setembro, também na capital baiana, a imagem de Santa Dulce dos Pobres, primeira santa brasileira, foi destruída.</p>
<p>Segundo o Disque 100, foram registradas 1.252 denúncias com pelo menos uma violação relacionada à liberdade de crença ou intolerância religiosa no primeiro semestre de 2026, entre janeiro e junho. Os praticantes de candomblé e umbanda seguem como as principais vítimas historicamente, de acordo com o censo do IBGE, apesar de representarem cerca de 1% da população brasileira. No período, foram 270 denúncias envolvendo essas religiões, um aumento de mais de 40% em relação ao mesmo intervalo de 2025, quando houve 192 notificações.</p>
<p>Entre os católicos, os registros também cresceram no primeiro semestre. As denúncias passaram de 15 para 34, alta superior a 100%. Todos os casos de intolerância ocorreram antes de a discussão sobre o título de padroeira do Brasil a Nossa Senhora Aparecida entrar na disputa eleitoral.</p>
<p>Durante a Semana Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, realizada em janeiro no Rio de Janeiro, o secretário-geral da ACT Alliance, Rudelmar Faria, afirmou que a exclusão pela religião tem sido usada como estratégia política não apenas no Brasil. “Nós estamos num momento global em que a religião é instrumentalizada para excluir, porque as religiões hoje, esse movimento da confluência de fundamentalismos, buscam justamente excluir grupos”, disse. Ele citou que os mais afetados são mulheres, população LGBTI+, povos indígenas e jovens negros de baixa renda, e acrescentou que o fenômeno ocorre também na América Latina e na América Central. A ACT Alliance é uma coligação mundial de igrejas e organizações baseadas na fé que atua em 140 países.</p>
<p>Sobre a punição, o defensor público do Ceará, Igor Barreto, explicou que os crimes de intolerância religiosa são insuscetíveis de fiança e de indulto, além de serem imprescritíveis, podendo ser processados a qualquer momento. No Brasil, a pena para o crime de intolerância religiosa, que abrange prática, indução e incitação, varia de um a cinco anos de reclusão, além de multa.</p>
<p>Análise WeekNews: Os números do Disque 100 no primeiro semestre indicam que as denúncias de intolerância religiosa cresceram entre católicos e, de forma mais acentuada, entre praticantes de candomblé e umbanda. A determinação do STF para que a PF investigue os ataques a imagens católicas ocorre em um momento anterior à polêmica eleitoral sobre o título de padroeira, o que sugere que os episódios registrados em setembro não estão diretamente vinculados à disputa política. A atuação da Polícia Federal, nesse contexto, amplia o escopo da apuração para além das investigações estaduais já em curso.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/ataques-simbolos-religiosos-reacendem-debate-sobre-intolerancia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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