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	<title>Arquivo de Diagnósticos evoluem - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Diagnósticos evoluem - WeekNews</title>
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		<title>Receita paga nesta terça maior lote de restituição do IR da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Nesta terça-feira (30), cerca de 9,5 milhões de contribuintes recebem o maior lote de restituição do Imposto de Renda da história. Ao longo do dia, a Receita Federal pagará R$ 16 bilhões a 9.585.797 pessoas. O pagamento contempla o segundo lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2026 e restituições residuais de anos anteriores. Em valores, o lote iguala os R$ 16 bilhões liberados em maio. Em número de contribuintes, no entanto, o segundo lote contempla 835,8 mil pessoas físicas a mais que no pagamento anterior. Em nota, a Receita informou que o lote recorde se deve à agilidade no processamento das declarações e do avanço das ferramentas de modernização e automação adotadas pelo órgão.  Os dois primeiros lotes de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/receita-paga-nesta-terca-maior-lote-de-restituicao-do-ir-da-historia/">Leia mais...</a></p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>Nesta terça-feira (30), cerca de 9,5 milhões de contribuintes recebem o maior lote de restituição do Imposto de Renda da história. <strong>Ao longo do dia, a Receita Federal pagará R$ 16 bilhões a 9.585.797 pessoas.</strong> O pagamento contempla o segundo lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2026 e restituições residuais de anos anteriores.</p>
<p>Em valores, o lote iguala os R$ 16 bilhões liberados em maio. Em número de contribuintes, no entanto, o segundo lote contempla 835,8 mil pessoas físicas a mais que no pagamento anterior.</p>
<p><strong>Em nota, a Receita informou que o lote recorde se deve à agilidade no processamento das declarações e do avanço das ferramentas de modernização e automação adotadas pelo órgão.</strong> </p>
<p>Os dois primeiros lotes de 2026, informou o órgão, representam 80% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes.</p>
<p><strong>Dos R$ 16 bilhões desse lote, R$ 4,494 bilhões vão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.</strong></p>
<p>As restituições estão distribuídas da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>    7.709.752 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);</li>
<li>    1.106.923 contribuintes de 60 a 79 anos (prioridade legal);</li>
<li>    507.768 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (prioridade legal);</li>
<li>    155.060 contribuintes acima de 80 anos (prioridade legal);</li>
<li>    106.294 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave (prioridade legal).</li>
</ul>
<p>Neste lote, não há o pagamento a contribuintes sem prioridade.</p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/consulta-ao-segundo-lote-de-restituicao-do-irpf-2026-inicia-hoje" target="_blank">consulta está disponível desde terça-feira (23)</a>, na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank">página da Receita Federal</a> na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.</p>
<p>Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.</p>
<h2>Pagamento</h2>
<p><strong>O pagamento do segundo lote será feito ao longo do dia na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda.</strong> Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/" target="_blank">Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC)</a> e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.</p>
<p>Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, <strong>os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil</strong>. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bb.com.br/irpf" target="_blank">Portal BB</a> ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).</p>
<p><strong>Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC.</strong> Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo &#8220;Solicitar restituição não resgatada na rede bancária&#8221;.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/receita-paga-nesta-terca-maior-lote-de-restituicao-do-ir-da-historia" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 30 Jun 2026 07:25:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Receita paga lote especial de restituição automática em julho</title>
		<link>https://weeknews.online/receita-paga-lote-especial-de-restituicao-automatica-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 17:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[devolução de imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnósticos evoluem]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[mas lei do imposto de renda ainda ignora doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Receita identifica divergências de R$ 44 bi em créditos de PIS/Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[Receita tem recorde de restituições no fim do prazo de entrega do IR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Receita Federal pagará, em 15 de julho, um lote especial de restituição automática do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A medida contempla contribuintes que tiveram imposto retido na fonte ao longo de 2024, mas não se enquadram nos critérios de obrigatoriedade de entrega da declaração. A consulta poderá ser feita a partir do dia 8 de julho, por meio do serviço Meu Imposto de Renda, no site ou no aplicativo da Receita Federal. O pagamento será feito exclusivamente em conta vinculada à chave Pix do tipo CPF. O lote especial é destinado a contribuintes que não precisaram declarar, mas tiveram imposto retido em 2024. Serão pagas restituições de até R$ 1 mil. Cerca de 4 milhões de pessoas podem ser&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>A Receita Federal pagará, em 15 de julho, um lote especial de restituição automática do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). <strong>A medida contempla contribuintes que tiveram imposto retido na fonte ao longo de 2024, mas não se enquadram nos critérios de obrigatoriedade de entrega da declaração.</strong></p>
<p>A consulta poderá ser feita a partir do dia 8 de julho, por meio do serviço Meu Imposto de Renda, no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank">site ou no aplicativo da Receita Federal</a>.</p>
<p><strong>O pagamento será feito exclusivamente em conta vinculada à chave Pix do tipo CPF.</strong></p>
<p>O lote especial é destinado a contribuintes que não precisaram declarar, mas tiveram imposto retido em 2024. Serão pagas restituições de até R$ 1 mil. <strong>Cerca de 4 milhões de pessoas podem ser contempladas nessa iniciativa piloto, com liberação aproximada de R$ 500 milhões em restituições.</strong></p>
<p>Em nota, a Receita Federal informou que a geração das declarações está ocorrendo de forma gradual desde segunda-feira (15), “podendo se estender por alguns dias, considerando o volume estimado de cerca de 4 milhões de contribuintes”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/receita-paga-lote-especial-de-restituicao-automatica-em-julho" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 18 Jun 2026 14:39:00 -0300</p>
<p></p>

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		<item>
		<title>Novas regras sobre saúde mental no trabalho entram em vigor</title>
		<link>https://weeknews.online/novas-regras-sobre-saude-mental-no-trabalho-entram-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
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		<category><![CDATA[mas lei do imposto de renda ainda ignora doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[NR-17]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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		<category><![CDATA[Três é demais: médicos alertam para dor de cabeça recorrente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Começam a valer nesta terça-feira (26) as novas regras de Segurança e Saúde no Trabalho. Com isso, empregadores, gestores e funcionários de todos os setores terão que cumprir normas mais rigorosas, procurando identificar e eliminar riscos ocupacionais, inclusive para a saúde mental dos trabalhadores. As novas diretrizes e requisitos constam na última atualização da chamada NR-1, Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma geral. Ela é definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em uma comissão tripartite, que reúne representantes dos empregadores e trabalhadores.  A atualização da NR-1 foi aprovada em agosto de 2024 e deveria entrar em vigor em maio de 2025. No entanto, o MTE decidiu conceder mais tempo para as empresas se adaptarem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Começam a valer nesta terça-feira (26) as novas regras de Segurança e Saúde no Trabalho. Com isso, empregadores, gestores e funcionários de todos os setores terão que cumprir normas mais rigorosas, procurando identificar e eliminar riscos ocupacionais, inclusive para a saúde mental dos trabalhadores.</strong></p>
<p>As novas diretrizes e requisitos constam na última atualização da chamada<strong> NR-1, Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1)</strong>, que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma geral. Ela é definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em uma comissão tripartite, que reúne representantes dos empregadores e trabalhadores. </p>
<p>A atualização da NR-1 foi aprovada em agosto de 2024 e deveria entrar em vigor em maio de 2025. No entanto, o MTE decidiu <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/medidas-de-saude-mental-no-trabalho-comecam-de-forma-educativa-em-maio" target="_blank">conceder mais tempo</a> para as empresas se adaptarem e implementou as novas regras em caráter educativo e orientativo.</p>
<p>Agora, com as diretrizes já em vigor, as empresas passam a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. O ministério informou que, durante os primeiros 90 dias, a fiscalização vai apenas orientar as empresas, indicando, quando necessário, a necessidade de adequações. <strong>Após este período, penalidades como multas e embargos serão aplicadas, conforme o caso.</strong></p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>O que muda com a nova NR-1 </h2>
<p><strong>A principal mudança aprovada na norma, em 2024, foi a obrigação das empresas passarem a identificar também “os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho”, como, por exemplo, sobrecarga de trabalho e assédio.</strong></p>
<p>Até então, a norma estipulava apenas a obrigação das empresas indicarem, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos, os perigos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes trabalhistas.</p>
<p>No <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/guia-nr-01-revisado.pdf" target="_blank">manual de orientação</a> que lançou em março deste ano, o MTE destacou que o gerenciamento dos riscos psicossociais abrange os aspectos relacionados à organização do trabalho que podem gerar efeitos psicológicos, físicos e sociais. Entre eles, o desencadeamento ou agravamento de estresse no trabalho, esgotamento, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) e depressão, entre outros. Isso não significa &#8220;verificar sintomas individuais&#8221; de cada trabalhador, mas monitorar de forma constante as condições de trabalho que podem afetar a saúde mental.  </p>
<blockquote>
<p>“Trata-se de considerar quais os fatores da atividade de trabalho são estressores, que podem levar à ocorrência de lesões ou agravos à saúde do trabalhador&#8221;, destaca o manual.</p>
</blockquote>
<p>O ministério alerta que, para gerir os fatores de risco psicossociais, os empregadores também devem observar as disposições de outras normas regulamentadoras, sobretudo a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-17-atualizada-2023.pdf" target="_blank">NR-17</a>, que trata da ergonomia no ambiente de trabalho.</p>
<h2>Responsabilidade compartilhada</h2>
<p>Segundo o diretor científico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Ricardo Beça, ao fazerem o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), <strong>as empresas terão que olhar com cuidado para a organização do trabalho, evitando pressões excessivas sobre os funcionários, metas incompatíveis, sobrecarga, jornadas de trabalho mal organizadas, assédio, violência e falhas de comunicação.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É importante frisar também que não é para fazer um diagnóstico psiquiátrico do trabalhador. É para identificar e controlar os fatores do trabalho que podem gerar ou agravar um adoecimento”, explicou Beça.</p>
</blockquote>
<p>Em entrevista à<strong> Rádio Nacional</strong>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, o médico salientou que<strong> </strong>a mais recente atualização da NR-1 foi importante por colocar a saúde psíquica e mental na lógica da prevenção e por redistribuir responsabilidades.</p>
<blockquote>
<p>“Antes, o tema aparecia só quando já havia alguma crise […] Saúde mental no trabalho é uma responsabilidade compartilhada. O trabalhador precisa buscar ajuda e a organização precisa identificar e controlar os riscos do trabalho também”.</p>
</blockquote>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a saúde mental é uma questão fundamental no atual contexto, “ficando evidente a importância das organizações abordarem os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho com o objetivo de prevenir o adoecimento mental e outras lesões e agravos à saúde do trabalhador”.</p>
<p><strong>Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios previdenciários por transtornos mentais e comportamentais. Um resultado 15,6% superior ao número de 2024, quando foram concedidos 472.328 benefícios.</strong></p>
<p>As maiores causas de afastamento do trabalho por questões psicossociais registradas no ano passado foram os casos de transtornos ansiosos (166.489) e os episódios depressivos (126.608). Na sexta posição ficaram os 23.773 casos de reação ao estresse grave e de transtornos de adaptação.</p>
<p>De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho, os resultados dos últimos anos apontam para uma situação preocupante: os afastamentos do trabalho por mais de 15 dias, decorrentes de transtornos mentais, entraram em uma trajetória de crescimento acelerado, com severos impactos financeiros</p>
<p><em>* Colaborou, Gabriel Brum, repórter da Rádio Nacional</em></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/novas-regras-sobre-saude-mental-no-trabalho-entram-em-vigor" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 26 May 2026 12:16:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/novas-regras-sobre-saude-mental-no-trabalho-entram-em-vigor/">Novas regras sobre saúde mental no trabalho entram em vigor</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NR-1 entra em vigor e amplia cuidado com saúde mental do trabalhador</title>
		<link>https://weeknews.online/nr-1-entra-em-vigor-e-amplia-cuidado-com-saude-mental-do-trabalhador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Três é demais: médicos alertam para dor de cabeça recorrente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Começam a valer nesta terça-feira (26) as novas regras de Segurança e Saúde no Trabalho. Com isso, empregadores, gestores e funcionários de todos os setores terão que cumprir normas mais rigorosas, procurando identificar e eliminar riscos ocupacionais, inclusive para a saúde mental dos trabalhadores. As novas diretrizes e requisitos constam na última atualização da chamada NR-1, Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma geral. Ela é definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em uma comissão tripartite, que reúne representantes dos empregadores e trabalhadores.  A atualização da NR-1 foi aprovada em agosto de 2024 e deveria entrar em vigor em maio de 2025. No entanto, o MTE decidiu conceder mais tempo para as empresas se adaptarem&#8230;</p>
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<p>Feed Editoria.</p>

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<p><strong>Começam a valer nesta terça-feira (26) as novas regras de Segurança e Saúde no Trabalho. Com isso, empregadores, gestores e funcionários de todos os setores terão que cumprir normas mais rigorosas, procurando identificar e eliminar riscos ocupacionais, inclusive para a saúde mental dos trabalhadores.</strong></p>
<p>As novas diretrizes e requisitos constam na última atualização da chamada<strong> NR-1, Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1)</strong>, que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma geral. Ela é definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em uma comissão tripartite, que reúne representantes dos empregadores e trabalhadores. </p>
<p>A atualização da NR-1 foi aprovada em agosto de 2024 e deveria entrar em vigor em maio de 2025. No entanto, o MTE decidiu <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/medidas-de-saude-mental-no-trabalho-comecam-de-forma-educativa-em-maio" target="_blank">conceder mais tempo</a> para as empresas se adaptarem e implementou as novas regras em caráter educativo e orientativo.</p>
<p>Agora, com as diretrizes já em vigor, as empresas passam a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. O ministério informou que, durante os primeiros 90 dias, a fiscalização vai apenas orientar as empresas, indicando, quando necessário, a necessidade de adequações. <strong>Após este período, penalidades como multas e embargos serão aplicadas, conforme o caso.</strong></p>
<h2>O que muda com a nova NR-1 </h2>
<p><strong>A principal mudança aprovada na norma, em 2024, foi a obrigação das empresas passarem a identificar também “os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho”, como, por exemplo, sobrecarga de trabalho e assédio.</strong></p>
<p>Até então, a norma estipulava apenas a obrigação das empresas indicarem, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos, os perigos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes trabalhistas.</p>
<p>No <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/guia-nr-01-revisado.pdf" target="_blank">manual de orientação</a> que lançou em março deste ano, o MTE destacou que o gerenciamento dos riscos psicossociais abrange os aspectos relacionados à organização do trabalho que podem gerar efeitos psicológicos, físicos e sociais. Entre eles, o desencadeamento ou agravamento de estresse no trabalho, esgotamento, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) e depressão, entre outros. Isso não significa &#8220;verificar sintomas individuais&#8221; de cada trabalhador, mas monitorar de forma constante as condições de trabalho que podem afetar a saúde mental.  </p>
<blockquote>
<p>“Trata-se de considerar quais os fatores da atividade de trabalho são estressores, que podem levar à ocorrência de lesões ou agravos à saúde do trabalhador&#8221;, destaca o manual.</p>
</blockquote>
<p>O ministério alerta que, para gerir os fatores de risco psicossociais, os empregadores também devem observar as disposições de outras normas regulamentadoras, sobretudo a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-17-atualizada-2023.pdf" target="_blank">NR-17</a>, que trata da ergonomia no ambiente de trabalho.</p>
<h2>Responsabilidade compartilhada</h2>
<p>Segundo o diretor científico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Ricardo Beça, ao fazerem o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), <strong>as empresas terão que olhar com cuidado para a organização do trabalho, evitando pressões excessivas sobre os funcionários, metas incompatíveis, sobrecarga, jornadas de trabalho mal organizadas, assédio, violência e falhas de comunicação.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É importante frisar também que não é para fazer um diagnóstico psiquiátrico do trabalhador. É para identificar e controlar os fatores do trabalho que podem gerar ou agravar um adoecimento”, explicou Beça.</p>
</blockquote>
<p>Em entrevista à<strong> Rádio Nacional</strong>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, o médico salientou que<strong> </strong>a mais recente atualização da NR-1 foi importante por colocar a saúde psíquica e mental na lógica da prevenção e por redistribuir responsabilidades.</p>
<blockquote>
<p>“Antes, o tema aparecia só quando já havia alguma crise […] Saúde mental no trabalho é uma responsabilidade compartilhada. O trabalhador precisa buscar ajuda e a organização precisa identificar e controlar os riscos do trabalho também”.</p>
</blockquote>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a saúde mental é uma questão fundamental no atual contexto, “ficando evidente a importância das organizações abordarem os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho com o objetivo de prevenir o adoecimento mental e outras lesões e agravos à saúde do trabalhador”.</p>
<p><strong>Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios previdenciários por transtornos mentais e comportamentais. Um resultado 15,6% superior ao número de 2024, quando foram concedidos 472.328 benefícios.</strong></p>
<p>As maiores causas de afastamento do trabalho por questões psicossociais registradas no ano passado foram os casos de transtornos ansiosos (166.489) e os episódios depressivos (126.608). Na sexta posição ficaram os 23.773 casos de reação ao estresse grave e de transtornos de adaptação.</p>
<p>De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho, os resultados dos últimos anos apontam para uma situação preocupante: os afastamentos do trabalho por mais de 15 dias, decorrentes de transtornos mentais, entraram em uma trajetória de crescimento acelerado, com severos impactos financeiros</p>
<p><em>* Colaborou, Gabriel Brum, repórter da Rádio Nacional</em></p>
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<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/nr-1-entra-em-vigor-e-amplia-cuidado-com-saude-mental-do-trabalhador" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Tue, 26 May 2026 12:16:00 -0300</p>
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