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	<title>Arquivo de dimensão de uma tragédia - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de dimensão de uma tragédia - WeekNews</title>
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		<title>Um ano após as cheias no RS: do caos à lenta reconstrução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 21:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Quando o estado de calamidade pública foi decretado em todo o Rio Grande do Sul, no dia 1º de maio de 2024, há exatamente um ano, completado nesta quinta-feira (1º), a dimensão de uma tragédia já estava desenhada. Até aquele momento, mais de 130 municípios contabilizavam prejuízos e o número de mortos e desaparecidos não parava de crescer. A situação ainda escalaria ao nível de uma catástrofe ambiental nos dias posteriores, como resultado de um volume de chuvas sem precedentes. Um estudo divulgado pela Agência Nacional de Águas e Esgoto (ANA) nesta semana, produzido por um comitê de cientistas, concluiu que aquelas foram as piores enchentes da história do estado.  Porto Alegre, maio de 2024 &#8211; Aeroporto Salgado Filho ficou alagado e sem operar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Quando o estado de calamidade pública foi decretado em todo o Rio Grande do Sul, no dia 1º de maio de 2024, há exatamente um ano, completado nesta quinta-feira (1º), a dimensão de uma tragédia já estava desenhada.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746133457_791_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746133457_318_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Até aquele momento, mais de 130 municípios contabilizavam prejuízos e o número de mortos e desaparecidos não parava de crescer. A situação ainda escalaria ao nível de uma catástrofe ambiental nos dias posteriores, como resultado de um volume de chuvas sem precedentes.</p>
<p>Um <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://biblioteca.ana.gov.br/sophia_web/Busca/Download?codigoArquivo=171088&amp;tipoMidia=0" target="_blank">estudo divulgado</a> pela Agência Nacional de Águas e Esgoto (ANA) nesta semana, produzido por um comitê de cientistas, concluiu que aquelas foram as piores enchentes da história do estado. </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/imagem_do_whatsapp_de_2024-05-25_as_14.03.43_2cb97cca.jpg" alt="Porto Alegre (RS), 25/05/2024 -  Aeroporto Salgado Filho (POA) continua alagado pelas enchentes que atinge o estado.&#13;&#10;Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6><!--copyright=386999-->Porto Alegre, maio de 2024 &#8211; Aeroporto Salgado Filho ficou alagado e sem operar por cerca de 5 meses com as enchentes no Rio Grande do Sul &#8211; <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong><!--END copyright=386999--></h6>
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<p>Ao todo, as inundações impactaram 478 das 497 cidades gaúchas, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.estado.rs.gov.br/defesa-civil-atualiza-balanco-das-enchentes-no-rs-24-4" target="_blank">afetando diretamente cerca 2,4 milhões</a> de habitantes. O número de vítimas fatais chegou a 184, além de 806 feridos e 25 pessoas até hoje dadas como desaparecidas. As cenas de cidades submersas em água chamou atenção do mundo inteiro.</p>
<p>Quase 200 mil pessoas ficaram desalojadas ou desabrigadas, e uma verdadeira operação de guerra foi deflagrada pelos governos locais e nacional, mobilizando forças de resgate de diferentes estados, que contaram com o apoio abnegado de milhares de voluntários também vindos de todas regiões o país, e uma rede gigantesca de doações. </p>
<p>No pico da emergência, o estado chegou a registrar 81,2 mil pessoas acolhidas em abrigos, sem contar famílias que improvisaram abrigos onde podiam.</p>
<h2>Enfrentamento à calamidade</h2>
<p>Ainda no auge da crise, a reportagem da <strong>Agência Brasil</strong> percorreu algumas das regiões afetadas, documentando os impactos no comércio e nas comunidades mais vulneráveis, incluindo aquelas populações historicamente invisibilizadas.</p>
<p>O poder público uniu esforços para tentar lidar com o caos. A suspensão da cobrança da dívida do Rio Grande do Sul com a União e a instituição de um auxílio emergencial de R$ 5,4 mil, que foi pago a 420 mil famílias, ajudaram a conter um cenário socioeconômico ainda mais grave. </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/imgl6675.jpg" alt="Porto Alegre (RS), 01/05/2025 – Uma das 14 comportas e casa de bomba de drenagem de água, que cercam o rio Guaíba em manutenção. Ha um ano o estado foi atingido por temporais que afetou mais de 400 municípios gaúchos, tiveram bairros inteiros alagados. A maior tragédia climática da história, deixou pelo menos 147 mortos e afetou mais de 2,1 milhões de pessoas.&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/imgl6675.jpg" alt="Porto Alegre (RS), 01/05/2025 – Uma das 14 comportas e casa de bomba de drenagem de água, que cercam o rio Guaíba em manutenção. Ha um ano o estado foi atingido por temporais que afetou mais de 400 municípios gaúchos, tiveram bairros inteiros alagados. A maior tragédia climática da história, deixou pelo menos 147 mortos e afetou mais de 2,1 milhões de pessoas.&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=422948-->Porto Alegre – Uma das 14 comportas e casa de bomba de drenagem de água, que cercam o rio Guaíba em manutenção &#8211; <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=422948--></h6>
</p>
</div>
<p>Programas estaduais e municipais de aluguel solidário e força-tarefa de profissionais da saúde também acudiram a população.</p>
<p>A enchente afetou 13,7 mil quilômetros de estradas no Rio Grande do Sul, entre rodovias federais e estaduais. Segundo o governo do estado, 94% dos trechos atingidos com algum dano já foram liberados, mas ainda há demanda por obras como pontes e outras estruturas.</p>
<p>Em balanço dos últimos dias, o governo federal apresentou a aplicação de R$ 111,6 bilhões em investimentos no estado. Da parte do governo estadual, os recursos alocados em diferentes frentes chegam a R$ 8,3 bilhões. Um indicador desse impulso seria o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços) do estado, que subiu 24% em 2024, acima do PIB nacional (3,4%).</p>
<h2>Reconstrução da infraestrutura</h2>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/53701680290_d2f996c28b_o.jpg" alt="RS, BRASIL- 5.5.2024 - Rodovias interditadas devido as inundações no Rio Grande do Sul.  Foto: Lauro Alves/SECOM" title="Lauro Alves/Secom"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=385129-->Rodovias interditadas devido às cheias sem precedentes no Rio Grande do Sul &#8211; <strong>Lauro Alves/Secom</strong><!--END copyright=385129--></h6>
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<p>Dias antes da catástrofe completar um ano, a equipe da <strong>Agência Brasil</strong> voltou ao estado. O que se viu foi o cenário de um Rio Grande não mais em situação calamidade, mas com um ritmo de vida que ainda não voltou a ser o mesmo. </p>
<p>Uma preocupação que já se notava durante a emergência agora ficou mais evidente: milhares de famílias que perderam suas casas ainda aguardam uma solução definitiva. </p>
<p>Alguns programas novos, como a Compra Assistida de imóveis, e a construção de moradias provisórias, ganharam mais velocidade nas últimas semanas, dando esperança de dias melhores a quem perdeu tudo.</p>
<p>Além do desafio das moradias, cuja demanda pode chegar a  22 mil imóveis, segundo o governo federal, o estado ainda está distante de resolver a infraestrutura de proteção contra novas tragédias ambientais causadas pelas chuvas, que prometem se repetir em um futuro não muito distante. </p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=385825-->Colinas, maio de 2024 – O rio Taquari subiu 24 metros no auge da tragédia climática destruindo a pequena cidade de Colinas &#8211; <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong><!--END copyright=385825--></h6>
</p>
</div>
<p>O impasse na atualização de projetos estruturantes atrasa o início das obras necessárias, o que requer maior entendimento entre os diferentes entes da federação. Na avaliação de diferentes fontes ouvidas nos últimos dias, o processo de reconstrução completa ainda levará alguns anos para ser concluído.</p>
<p>A reportagem também registrou histórias de gaúchos resilientes do interior do estado e os que até hoje vivem em abrigos na região metropolitana.</p>
<p>Confira as reportagens do especial preparado pela <strong>Agência Brasil</strong> que marca esse um ano das enchentes no Rio Grande do Sul. </p>
<p> </p>
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</div>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Pedro Rafael Vilela – Enviado especial , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/um-ano-das-enchentes-no-rs-do-caos-lenta-reconstrucao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 01 May 2025 16:09:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/um-ano-apos-as-cheias-no-rs-do-caos-a-lenta-reconstrucao/">Um ano após as cheias no RS: do caos à lenta reconstrução</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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