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	<title>Arquivo de Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis - WeekNews</title>
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		<title>Entenda como nova lei põe fim a atenuantes para estupro de vulnerável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ afasta desembargador que absolveu acusado de estupro de vulnerável]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis]]></category>
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		<category><![CDATA[estupro de vulnerável]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro de vulnerável representa 75% dos casos em SP]]></category>
		<category><![CDATA[homem de 35 anos e uma menina de 12]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 15.353/2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a Lei nº 15.353/2026 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do Diário Oficial da União. A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima. Notícias relacionadas: Estupro de vulnerável representa 75% dos casos em SP . CNJ afasta desembargador que absolveu acusado de estupro de vulnerável. Disque 100&#8230;</p>
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				</p>
<p>A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/L15353.htm" target="_blank">Lei nº 15.353/2026</a> que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do <em>Diário Oficial da União.</em><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773406375_32_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773406375_665_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Estupro de vulnerável representa 75% dos casos em SP .</li>
<li>CNJ afasta desembargador que absolveu acusado de estupro de vulnerável.</li>
<li>Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis.</li>
</ul>
<p>Vale esclarecer que, no Brasil, são considerados vulneráveis os menores de 14 anos e as pessoas que não têm discernimento ou não podem oferecer resistência ao estupro, devido a enfermidade, deficiência mental ou qualquer outra causa.</p>
<h2>Segurança jurídica</h2>
<p><strong>A transformação da jurisprudência em texto de lei foi encarada como vitória da ‘segurança jurídica’. Isso porque padroniza o rigor da lei em todo o território nacional, de forma imediata e incontestável.</strong></p>
<p>A secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, avalia que a nova legislação é pertinente e consolida o entendimento de que a proteção às vítimas de estupro de vulnerável deve prevalecer de forma absoluta, sem questionamentos. </p>
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Foto: Marla Galdino/Ministério das Mulheres" title="Marla Galdino/Ministério das Mulheres"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/nova_lei_poe_fim_a_relativizacao_de_estupro_de_vulneraveis02.jpg" alt="Brasília (DF),  12/03/2026 - Nova lei põe fim à relativização de estupro de vulneráveis, secretária nacional de enfrentamento à violência contra mulheres, Estela Bezerra
Foto: Marla Galdino/Ministério das Mulheres" title="Marla Galdino/Ministério das Mulheres"><br />
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<h6 class="meta">Secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres, Estela Bezerra, diz que nova lei é põe fim a atenuantes &#8211; Foto <strong>Marla Galdino/Ministério das Mulheres</strong><!--END copyright=456049--></h6>
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<p><strong>Na opinião de Itamar Gonçalves, superintendente da Childhood Brasil, – entidade da sociedade civil que atua na proteção às crianças e adolescentes – quando o entendimento sobre os casos de estupro de vulnerável dependia apenas de decisões de tribunais superiores, havia margem para interpretações ambíguas em instâncias inferiores do Judiciário, o que que gerava brechas para impunidade.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Ao positivar a vulnerabilidade absoluta do menor de 14 anos no Código Penal, o Estado brasileiro envia uma mensagem clara: o consentimento de uma criança nessa idade é juridicamente irrelevante. Não se discute mais a vontade da vítima, mas sim a gravidade do ato cometido pelo agressor”, afirmou Itamar Gonçalves.</p>
</blockquote>
<p>A proteção às vítimas menores de 14 anos também foi destacada pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://x.com/LulaOficial/status/2030634642378768455" target="_blank">presidente Lula</a> em mensagem publicada em suas redes sociais. Ele mencionou que se trata de mais uma medida para &#8220;fechar o cerco&#8221; a quem comete esse tipo de “crime brutal”. Em pleno século 21, não podemos mais aceitar esse tipo de violência contra nossas meninas. E essa mudança é um passo civilizatório nas leis brasileiras&#8221;,</p>
<h2>Proteção absoluta como resposta</h2>
<p>A lei que passa a vigorar é uma resposta à decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais que, em fevereiro, relativizou o caso entre um homem de 35 anos e uma menina de 12 anos. </p>
<p>Pelo novo texto, a vulnerabilidade é presumida pela idade e absolutamente nada pode relativizar o crime de estupro contra uma pessoa com menos de 14 anos.</p>
<p>A secretária do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, explica que a lei diminui a violência institucional e rebate para o sistema de Justiça a responsabilidade de não emitir sentenças que permitam que menores até 14 anos vivam em união matrimonial com homens mais velhos.</p>
<blockquote>
<p>“O sistema de Justiça está sendo chamado a ser protagonista para não permitir interpretações em que o corpo das mulheres e das meninas são usados como se fosse um objeto, violado de todas as maneiras. O feminicídio é o ápice, mas o estupro é o crime mais comum e mais assíduo contra as mulheres e as meninas”, observa.</p>
</blockquote>
<p>O cumprimento da lei exige o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, na opinião do superintendente da Childhood Brasil. “Muitas vezes, o machismo institucional busca justificativas sociais para crimes de abuso, especialmente em casos de proximidade familiar”, disse Itamar Gonçalves</p>
<p>Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana – organização da sociedade civil, sem fins lucrativos – disse à <strong>Agência Brasil</strong> que é urgente que o sistema de Justiça e a sociedade como um todo parem de relativizar todas as violências contra crianças, entre elas as de contexto sexual.</p>
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Foto: Camila Svenson/Instituto Alana" title="Camila Svenson/Instituto Alana"><br />
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Foto: Camila Svenson/Instituto Alana" title="Camila Svenson/Instituto Alana"><br />
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<h6 class="meta">Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana, diz que é preciso acabar com a relativização de estupro de vulneráveis &#8211; Foto <strong>Camila Svenson/Instituto Alana</strong><!--END copyright=456050--></h6>
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<blockquote>
<p>“Tornar lei significa não deixar restrito, por exemplo, à jurisprudência dos tribunais superiores essa decisão. A nova lei endereça uma mensagem para o sistema de Justiça e também para a comunidade de que não é cabível, em quaisquer circunstâncias ou situações, a relativização desse crime [de estupro de vulnerável]”.</p>
</blockquote>
<h2>Mobilização do Legislativo</h2>
<p>O projeto que deu origem à lei é de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). Pelas redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção presidencial. “É um avanço significativo. Estávamos tendo um retrocesso. Reafirmamos a vulnerabilidade de meninas menores de 14 anos, como determina o Código Penal.”</p>
<p>A advogada Mariana Albuquerque Zan comentou a resposta clara do Poder Legislativo. “É uma maneira de endereçar uma resposta de que é inadmissível, de que não será aceita qualquer relativização em relação a esses crimes. Vivemos em um contexto social de dados absurdos e de violência sexual contra crianças e adolescentes.”</p>
<h2>Foco na conduta do abusador</h2>
<p>A nova norma ratifica que a caracterização do crime não pode ser prejudicada pela alegação de experiência sexual anterior da vítima ou de seu comportamento.</p>
<p>Da mesma forma, o crime não é atenuado ou descaracterizado mesmo se houver a ocorrência de gravidez resultante da prática do estupro de vulnerável, pelo consentimento da vítima menor de 14 anos ou por eventual compreensão equivocada da família quanto à violação de direitos. Em todas as situações, as penas previstas para o crime de estupro de vulnerável devem ser aplicadas.</p>
<p>Essa alteração no Código Penal blinda a dignidade da criança ao encerrar estratégias de defesa de acusados que tentavam transferir a culpa para a vítima, esclarece o representante da Childhood Brasil. “Ainda é comum vermos tentativas de investigar o comportamento, a maturidade precoce ou o histórico da criança para atenuar o crime.”</p>
<p>Com a nova lei, esses elementos tornam-se nulos para o desfecho processual.</p>
<blockquote>
<p>“A proteção é efetiva porque retira o foco de quem sofreu a violência e o coloca exclusivamente sobre a conduta do abusador”, disse Itamar.</p>
</blockquote>
<p>A advogada do Instituto Alana, Mariana Zan, explica como a lei aumenta a proteção infanto-juvenil no Brasil.</p>
<p>“Essa é uma maneira de não expor a vida pessoal, o comportamento ou o histórico da vítima durante toda a investigação do crime, desde a apuração à resposta, e também todo o processo judicial”.</p>
<h2>Não revitimização</h2>
<p>Como consequência, a advogada prevê que a lei deve reduzir drasticamente o espaço para a revitimização de quem sofre violência sexual infantil. “A lei, como uma ferramenta, garante que não haja no sistema de Justiça, e também no sistema de garantia de direitos, a revitimização de crianças e adolescentes”, defendeu Mariana.</p>
<p>A profissional cita a Lei da Escuta Protegida (nº 13.431/2017) como marco que estabelece protocolos de como o Estado deve ouvir essas vítimas no processo de busca por justiça, sem exposição.</p>
<p>O interrogatório deve ser realizado por profissionais capacitados, em local apropriado e acolhedor. A escuta especializada, deve se limitar aos fatos que comprovem o ato, sem invadir a intimidade ou a trajetória de vida da criança, garantindo que o depoimento especial, previsto na lei, seja um instrumento de prova e não uma ferramenta de humilhação e violência.</p>
<h2>Responsabilidade coletiva</h2>
<p>Embora essencial para combater a impunidade, a responsabilização de quem comete o crime é resposta que chega quando o trauma já foi cometido.</p>
<p>O superintendente da Childhood Brasil, Itamar Gonçalves, afirma que a solução definitiva passa pelo fortalecimento da rede de proteção nos municípios e estados e pela compreensão de que a proteção da infância e adolescência é um dever coletivo, não apenas uma questão policial.</p>
<p><strong>“Precisamos conscientizar famílias, escolas e a própria criança à autoproteção para que saibam identificar e denunciar os sinais de alerta precocemente”, enfatiza Itamar.</strong></p>
<p>Neste mesmo sentido, a advogada Mariana Albuquerque Zan classifica a punição prevista na nova norma como passo essencial, mas que deve caminhar lado a lado com uma estratégia ampla de educação e de prevenção a violações de direitos, conforme previsto no artigo 227 da Constituição Federal de 1988.</p>
<p><strong>“O trabalho de responsabilidade compartilhada deve partir do Estado, das famílias, da sociedade, como terceiro setor, e pelo papel da mídia</strong>. Devemos pautar os direitos de crianças e adolescentes, todas as ameaças que esses direitos sofrem e, sobretudo, todas as violências sofridas por eles”, reiterou a advogado do Instituto Alana.</p>
<h2>Formação profissional</h2>
<p><strong>O superintendente da Childhood Brasil propõe, para o pleno cumprimento da lei, o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, e a via é o investimento contínuo na formação de toda rede de proteção dos direitos de crianças e adolescentes, inclusive de magistrados, promotores e delegados de polícia.</strong> “O operador do Direito precisa entender que a criança é um sujeito de direitos em desenvolvimento e que o sistema não pode ser um segundo agressor”, disse Itamar Gonçalves.</p>
<p>Mariana Zan reforçou a necessidade de urgência de um &#8220;refinamento na formação de profissionais&#8221; que compõem o Sistema de Garantia de Direitos e o Sistema de Justiça para uma resposta adequada, acessível e sensível às crianças e adolescentes</p>
<h2>Desafios da proteção infantil</h2>
<p><strong>Para a Childhood Brasil, o próximo passo fundamental para a proteção de crianças e adolescentes contra abusos é investir na prevenção primária por meio da educação e do letramento, inclusive no âmbito digital</strong>. “É urgente cobrar responsabilidade das plataformas digitais na criação de ambientes seguros para crianças e adolescentes”, diz Itamar Gonçalves,</p>
<p>Um dos pontos centrais defendidos pela representante do Instituto Alana é a necessidade de romper o silêncio que envolve o tema. Segundo ela, existe no “imaginário social” pensamento equivocado de que falar sobre violência poderia aumentá-la, quando, na verdade, o efeito é oposto.</p>
<p>&#8220;Quanto mais a gente fala, a partir de um viés preventivo e educativo, não em um discurso de ódio, trazendo dados e jogando luz à realidade violenta que crianças e adolescentes vivem no Brasil, mais ajudamos a comunidade, o sistema de Justiça e as famílias a deixarem de naturalizar esse tipo de violência&#8221;, explicou a especialista.</p>
<h2>Conhecimento para prevenir</h2>
<p><strong>Mariana Zan prioriza, ainda, que os jovens precisam compreender os limites do próprio corpo e do corpo alheio para identificar riscos e evitar que se tornem futuros criminosos</strong>. &#8220;Precisamos educar nossas crianças e adolescentes para que saibam que se trata de violência sexual, possam identificar os riscos e não se tornem perpetradores de violência sexual.”</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/entenda-como-nova-lei-poe-fim-atenuantes-para-estupro-de-vulneravel">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 13 Mar 2026 09:28:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Denúncias de pedofilia na internet pelo Disque 100 aumentam em agosto</title>
		<link>https://weeknews.online/denuncias-de-pedofilia-na-internet-pelo-disque-100-aumentam-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 21:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolecentes]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério deve habilitar processo de transexualização em três estados]]></category>
		<category><![CDATA[por e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[sexualização de crianças e adolescentes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/denuncias-de-pedofilia-na-internet-pelo-disque-100-aumentam-em-agosto/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A procura pelo serviço Disque 100 para denúncias de crimes envolvendo pedofilia na internet aumentou, segundo dados da Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo (SSP-SP). A pasta costumava receber 15 denúncias por mês. Em agosto, em um único dia, foram realizadas 50, concentradas principalmente na semana de 18 a 22. O Disque 100 recebe denúncias de violação de direitos humanos. Em São Paulo, a apuração das denúncias cabe à Delegacia de Repressão à Pedofilia, do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Além do Disque 100, denúncias também podem ser recebidas por e-mail ou pessoalmente, na sede do departamento, na rua Brigadeiro Tobias, no centro da capital. Notícias relacionadas: Ministério deve habilitar processo de transexualização em três estados. Conheça projeto que regula redes sociais para&#8230;</p>
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				</p>
<p>A procura pelo <strong>serviço Disque 100 </strong>para denúncias de crimes envolvendo pedofilia na internet aumentou, segundo dados da Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo (SSP-SP). A pasta costumava receber 15 denúncias por mês. <strong>Em agosto, em um único dia, foram realizadas 50, concentradas principalmente na semana de 18 a 22. O Disque 100 </strong>recebe denúncias de violação de direitos humanos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756157717_657_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756157717_558_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em São Paulo, a apuração das denúncias cabe à Delegacia de Repressão à Pedofilia, do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Além do Disque 100, denúncias também podem ser recebidas <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cecop.dhpp@policiacivil.sp.gov.br" target="_blank">por e-mail</a> ou pessoalmente, na sede do departamento, na rua Brigadeiro Tobias, no centro da capital.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ministério deve habilitar processo de transexualização em três estados.</li>
<li>Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes.</li>
<li>Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis.</li>
</ul>
<p>O <strong>serviço tem recebido destaque após a repercussão de um vídeo do influenciador Felipe Bressanim, mais conhecido como Felca</strong>, no qual ele aborda diversos casos de exploração de crianças, parte deles de cunho sexual. A repercussão tem acelerado a discussão de leis sobre o tema e pode representar mudanças na organização das redes de proteção ao menor, seja em sua estrutura virtual, seja em sua organização e financiamento.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É importante que a denúncia traga, sempre que possível, o nome do autor, endereço e uma descrição do fato. Se for no ambiente virtual, o denunciante pode mandar o endereço eletrônico, a URL, onde aquele material pode ser encontrado. No caso de redes sociais, como Instagram, o X [antigo Twitter], é preciso identificar o usuário com a URL completa ou o número de ID. Apenas nomes de usuário muitas vezes não permitem a localização, especialmente se ele alterou o perfil&#8221;, explicou a titular da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, delegada Luciana Peixoto, por meio de nota.</p>
</blockquote>
<p>
<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Segundo a secretaria, para denunciar, a pessoa deve fornecer a maior quantidade de detalhes à polícia, já que grande parte das comunicações chega incompleta ou sem informações suficientes para viabilizar as investigações. Além disso, muitas são baseadas apenas em dados obtidos na internet ou repetem fatos já conhecidos e investigados, como perfis de redes sociais previamente identificados. Se a denúncia contém a captura de tela (print) para facilitar a identificação, é recomendável que ela seja deletada após o envio, se houver conteúdo de pornografia infantil, pois sua posse e exposição a outros é crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>
<p>O Disque 100 funciona diariamente, 24 horas por dia, e encaminha os relatos diretamente aos órgãos competentes para investigação.</p>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-08/denuncias-pelo-disque-100-de-pedofilia-na-internet-aumentam-em-agosto">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 25 Aug 2025 17:08:00 -0300 </p>

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		<title>Disque 100: aumentam discussões sobre sexualização de crianças em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 20:33:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[>> Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério deve habilitar processo de transexualização em três estados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A procura pelo serviço Disque 100 para denúncias de crimes envolvendo pedofilia na internet aumentou, segundo dados da Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo (SSP-SP). A pasta costumava receber 15 denúncias por mês. Em agosto, em um único dia, foram realizadas 50, concentradas principalmente na semana de 18 a 22 deste mês. O Disque 100 recebe denúncias de violação de direitos humanos. Em São Paulo a apuração cabe à Delegacia de Repressão à Pedofilia, do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que pode receber a denúncia pelo Disque 100, por e-mail ou pessoalmente, em sua sede na rua Brigadeiro Tobias, no centro da capital. Notícias relacionadas: Ministério deve habilitar processo de transexualização em três estados. Conheça projeto que regula redes sociais para&#8230;</p>
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<p>A procura pelo <strong>serviço Disque 100 </strong>para denúncias de crimes envolvendo pedofilia na internet aumentou, segundo dados da Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo (SSP-SP). A pasta costumava receber 15 denúncias por mês. <strong>Em agosto, em um único dia, foram realizadas 50, concentradas principalmente na semana de 18 a 22 deste mês. O Disque 100 </strong>recebe denúncias de violação de direitos humanos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756153988_354_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756153988_645_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em São Paulo a apuração cabe à Delegacia de Repressão à Pedofilia, do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que pode receber a denúncia pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cecop.dhpp@policiacivil.sp.gov.br" target="_blank">Disque 100, por e-mail</a> ou pessoalmente, em sua sede na rua Brigadeiro Tobias, no centro da capital.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Ministério deve habilitar processo de transexualização em três estados.</li>
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<li>Disque 100 recebe duas denúncias por hora de estupro de vulneráveis.</li>
</ul>
<p>O <strong>anúncio tem recebido destaque após a repercussão de um vídeo do influencer Felca</strong>, no qual ele aborda diversos casos de exploração de crianças, parte deles de cunho sexual. A repercussão tem acelerado a discussão de leis sobre o tema e pode representar mudanças na organização das redes de proteção ao menor, seja em sua estrutura virtual, seja em sua organização e financiamento.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É importante que a denúncia traga, sempre que possível, o nome do autor, endereço e uma descrição do fato. Se for no ambiente virtual, o denunciante pode mandar o endereço eletrônico, a URL, onde aquele material pode ser encontrado. No caso de redes sociais, como Instagram a X [antigo Twitter], é preciso identificar o usuário com a URL completa ou o número de ID. Apenas nomes de usuário muitas vezes não permitem a localização, especialmente se ele alterou o perfil&#8221;, explicou a titular da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, delegada Luciana Peixoto, por meio de nota.</p>
</blockquote>
<p>
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<p>Segundo a secretaria  para denunciar a pessoa deve fornecer a maior quantidade de detalhes à polícia, já que grande parte das comunicações chega incompleta ou sem informações suficientes para viabilizar as investigações. Além disso, muitas são baseadas apenas em dados obtidos na internet ou repetem fatos já conhecidos e investigados, como perfis de redes sociais previamente identificados. Se a denúncia contém a captura de tela (print) para facilitar a identificação é recomendável que seja deletada após o envio, se houver conteúdo de pornografia infantil, pois sua posse e exposição a outros é crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>
<p>O Disque 100 funciona diariamente, 24 horas por dia, e encaminha os relatos diretamente aos órgãos competentes para investigação.</p>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-08/disque-100-aumentam-discussoes-sobre-sexualizacao-de-criancas-em-sp">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 25 Aug 2025 17:08:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/disque-100-aumentam-discussoes-sobre-sexualizacao-de-criancas-em-sp/">Disque 100: aumentam discussões sobre sexualização de crianças em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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