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	<title>Arquivo de diz CNS - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de diz CNS - WeekNews</title>
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		<title>Setor de serviços atingiu recorde de 15,2 milhões de empregos em 2023</title>
		<link>https://weeknews.online/setor-de-servicos-atingiu-recorde-de-152-milhoes-de-empregos-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 13:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O setor de serviços empregou o contingente recorde de 15,2 milhões de pessoas em 2023. Esse número de trabalhadores representa alta de 7,1% em relação aos 14,2 milhões do ano anterior. Já em relação a 2019, que delimita o período pré-pandemia de covid-19 ─ antes de a economia ser severamente atingida por medidas de restrição sanitária e isolamento ─ o crescimento na ocupação foi de 18,3%, o que representa mais 2,4 milhões de trabalhadores no setor. Notícias relacionadas: Setor de serviços cresce 0,3% em junho e atinge patamar recorde. Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país, diz CNS. Os dados fazem parte da Pesquisa Anual de Serviços, divulgada nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O setor de serviços empregou o contingente recorde de 15,2 milhões de pessoas em 2023.</strong> Esse número de trabalhadores representa <strong>alta de 7,1% em relação aos 14,2 milhões do ano anterior</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756301470_578_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756301470_285_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Já em relação a 2019, que delimita o período pré-pandemia de covid-19 ─ antes de a economia ser severamente atingida por medidas de restrição sanitária e isolamento ─ o crescimento na ocupação foi de 18,3%, o que representa mais 2,4 milhões de trabalhadores no setor.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Setor de serviços cresce 0,3% em junho e atinge patamar recorde.</li>
<li>Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país, diz CNS.</li>
</ul>
<p>Os dados fazem parte da <strong>Pesquisa Anual de Serviços</strong>, divulgada nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de serem relativos a 2023, <strong>os dados são os mais recentes da radiografia anual que o IBGE faz do setor.</strong></p>
<p>A pesquisa apresenta informações de atividades como alojamentos, alimentação, transportes, correios, comunicação, turismo, escritórios, cultura e reparo de automóveis. Empresas do setor financeiro não estão incluídas no estudo.</p>
<h2>Empregados</h2>
<p>O levantamento aponta que, <strong>das 34 atividades observadas, cinco concentravam 47% dos postos de trabalho gerados</strong>, com destaque para serviços de alimentação, com 1,8 milhão de empregos:</p>
<ul>
<li>Serviços de alimentação (11,74% dos empregos)</li>
<li>Serviços técnico-profissionais (11,24%)</li>
<li>Serviços para edifícios e atividades paisagísticas (8,11%)</li>
<li>Serviços de escritórios a apoio administrativo (7,78%)</li>
<li>Transporte de cargas (8,20%)</li>
</ul>
<h2>Salários</h2>
<p><strong>Em 2023, o setor de serviços reunia 1,7 milhão de empresas</strong>. Ao todo, essas firmas <strong>pagaram R$ 592,5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações</strong>. Isso equivale a 2,3 salários mínimos (s.m.) mensais por funcionário, em média.</p>
<p>Dos sete grandes segmentos pesquisados pelo IBGE,<strong> três tiveram remuneração acima da média</strong>, com destaque para serviços de informação e comunicação:</p>
<ul>
<li>Serviços de informação e comunicação (4,7 s.m.)</li>
<li>Outras atividades de serviços (3,6 s.m.)</li>
<li>Transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,8 s.m.)</li>
</ul>
<p>Ao observar os dados por unidades da federação, os pesquisadores apontam que os <strong>salários médios mais altos foram pagos em São Paulo (2,8 s.m.), no Rio de Janeiro (2,5 s.m.) e Distrito Federal (2,4 s.m.)</strong>. Já as <strong>remunerações mais baixas foram no Acre, em Roraima e no Piauí, todas com 1,4 salário mínimo</strong>.</p>
<h2>Receitas</h2>
<p><strong>Em 2023, as empresas pesquisadas pelo IBGE tiveram receita bruta de R$ 3,4 trilhões.</strong> O estado de São Paulo respondeu por 45% desse montante, seguido por Rio de Janeiro (10%), Minas Gerais (7,8%), Paraná (5,5%) e Rio Grande do Sul (4,7%).</p>
<p>De 2022 para 2023, houve troca no posto de segmento com maior participação na receita líquida (receita bruta descontada impostos e outros abatimentos). O segmento de serviços profissionais, administrativos e complementares passou a ocupar o topo, com 29,2% de participação, deixando para trás o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (28,1%).</p>
<h2>Pesquisa mensal</h2>
<p>Mês a mês, o IBGE divulga a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), com o desempenho do setor no ano corrente, mas sem informações sobre nível de emprego e remuneração média.</p>
<p>No primeiro semestre de 2025, de acordo com a PMS, o setor apresentou expansão de 2,5% em relação ao mesmo período de 2024.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/setor-de-servicos-atingiu-recorde-de-152-milhoes-de-empregos-em-2023">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 27 Aug 2025 10:02:00 -0300 </p>

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			</item>
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		<title>Setor de serviços cresce 0,3% em junho e atinge patamar recorde</title>
		<link>https://weeknews.online/setor-de-servicos-cresce-03-em-junho-e-atinge-patamar-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 13:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[1%]]></category>
		<category><![CDATA[1% em maio e atinge recorde da série]]></category>
		<category><![CDATA[2%]]></category>
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		<category><![CDATA[diz CNS]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[instituto revelou que a produção da indústria brasileira cresceu 0]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país]]></category>
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		<category><![CDATA[setor de serviços cresce pelo terceiro mês]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O setor de serviços, o que mais emprega na economia e concentra atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza e tecnologia da informação, cresceu 0,3% na passagem de maio para junho. Esse desempenho é o quinto mês seguido de expansão e faz o setor atingir o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recorde anterior era de outubro de 2024 e maio deste ano. Os cinco meses consecutivos de alta deram ao setor um salto de 2%. Notícias relacionadas: Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país, diz CNS. Setor de serviços cresce 0,1% em&#8230;</p>
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				</p>
<p>O setor de serviços, o que mais emprega na economia e concentra atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza e tecnologia da informação, cresceu 0,3% na passagem de maio para junho. Esse desempenho é o quinto mês seguido de expansão e faz o setor atingir o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2011.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755177920_797_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755177920_248_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recorde anterior era de outubro de 2024 e maio deste ano. Os <strong>cinco meses consecutivos de alta deram ao setor um salto de 2%.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país, diz CNS.</li>
<li>Setor de serviços cresce 0,1% em maio e atinge recorde da série.</li>
<li>Com variação de 0,2%, setor de serviços cresce pelo terceiro mês.</li>
</ul>
<p>Com o resultado de junho, o <strong>setor fecha o primeiro semestre com alta de 2,5%. No acumulado de 12 meses, a expansão chega a 3%. Na comparação com junho de 2024, o mês de 2025 subiu 2,8%.</strong></p>
<h2>Destaque para transportes</h2>
<p>Apesar do número recorde, das cinco grandes atividades pesquisadas pelo IBGE, apenas uma ─ <strong>serviços de transportes ─ apresentou número positivo na passagem de maio para junho</strong>.</p>
<h2>Confira os desempenhos:</h2>
<p>&#8211; Serviços prestados às famílias: -1,4%</p>
<p>&#8211; Serviços de informação e comunicação: -0,2%</p>
<p>&#8211; Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,1%</p>
<p>&#8211; Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: +1,5%</p>
<p>&#8211; Outros serviços: -1,3%</p>
<p>O analista do IBGE, Rodrigo Lobo, detalha que das cinco atividades, a de transportes é a que tem maior peso (36,4%) na pesquisa, o que explica o fato de apenas um grande setor positivo conseguir fazer com que todo o setor de serviços tenha tido crescimento em junho.</p>
<p>Dentro dos transportes, os destaques foram o aéreo de passageiros e o de cargas, notadamente o rodoviário.</p>
<blockquote>
<p>“É o principal modal pelo qual se deslocam as mercadorias, como a safra, mas também bens industriais. É uma atividade intimamente correlacionada com maior dinamismo da economia”, analisa.  </p>
</blockquote>
<h2>Conjunto da economia</h2>
<p>A Pesquisa Mensal de Serviços é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mês a mês pelo IBGE. Nos últimos dias, o instituto revelou que a produção da indústria brasileira cresceu 0,1% em junho ante maio; e o comércio recuou 0,1% no mesmo intervalo de comparação.</p>
<p><strong>Nos desempenhos acumulados em 12 meses, a indústria cresceu 2,4%. O comércio apresentou expansão de 2,7%</strong>.</p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/setor-de-servicos-cresce-03-em-junho-e-atinge-patamar-recorde">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 14 Aug 2025 10:16:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>TV Brasil discute as jornadas de trabalho e propostas no Congresso</title>
		<link>https://weeknews.online/tv-brasil-discute-as-jornadas-de-trabalho-e-propostas-no-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 14:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[caminho da reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto garante direito ao cuidado como trabalho essencial]]></category>
		<category><![CDATA[diz CNS]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE vai ajustar dados passados de desemprego; entenda o porquê]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Nesta segunda-feira (28), a TV Brasil exibe, às 23h, um novo episódio do programa Caminhos da Reportagem, que tem como tema O Trabalho Nosso de Cada Dia. A produção apresenta as transformações na área trabalhista nos últimos anos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 110,7 milhões de trabalhadores, dos quais 40 milhões têm carteira assinada, como é o caso de Letícia Moreira, 23 anos de idade, que atua como bartender. A jovem trabalha seis dias por semana, com apenas um dia de folga.  Notícias relacionadas: Decreto garante direito ao cuidado como trabalho essencial. IBGE vai ajustar dados passados de desemprego; entenda o porquê. Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país,&#8230;</p>
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				</p>
<p>Nesta segunda-feira (28), a <strong>TV Brasil</strong> exibe, às 23h, um novo episódio do programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, que tem como tema <em>O Trabalho Nosso de Cada Dia</em>. A produção apresenta as transformações na área trabalhista nos últimos anos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753713909_110_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753713909_518_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 110,7 milhões de trabalhadores, dos quais 40 milhões têm carteira assinada, como é o caso de Letícia Moreira, 23 anos de idade, que atua como bartender. A jovem trabalha seis dias por semana, com apenas um dia de folga. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Decreto garante direito ao cuidado como trabalho essencial.</li>
<li>IBGE vai ajustar dados passados de desemprego; entenda o porquê.</li>
<li>Serviços já respondem por 57% dos empregos formais no país, diz CNS.</li>
</ul>
<p>&#8220;Tenho o ensino médio completo, somente. Tento fazer uma faculdade, mas não dá por causa dos horários, não consigo&#8221;, explica.</p>
<p>Nessa toada, o <em>Caminhos da Reportagem</em> traz o debate sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC), protocolada em fevereiro na Câmara dos Deputados. O texto propõe a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias, e já conta com o apoio de 171 deputados. No entanto, a proposta ainda está em discussão no Congresso Nacional.</p>
<p>Para Ruy Braga, sociólogo do trabalho e professor da Universidade de São Paulo (USP), a discussão é mais do que urgente. </p>
<p>&#8220;O trabalhador que se submete à escala 6 por 1 é o celetista, que não tem poder de barganha para negociar um contrato coletivo, uma jornada alternativa ou menor. Ele praticamente vive para trabalhar&#8221;, diz.</p>
<p>A produção da <strong>TV Brasil</strong> apresenta o exemplo da Vockan, empresa de tecnologia de São Paulo, que reduziu a jornada de trabalho. Agora, os 130 funcionários atuam durante quatro dias por semana, com apenas um dia presencial, e têm os outros três dias livres.</p>
<p>&#8220;Quando assumi a operação, estava acompanhando esse movimento na Europa e tive a ideia de implementar aqui. Nas primeiras semanas, os resultados começaram a aparecer. Nossa produtividade aumentou e vem se mantendo 32% acima da média&#8221;, explica Fabrício Oliveira, CEO da Vockan.</p>
<h2>Trabalho informal</h2>
<p>Além de abordar a situação dos empregados com carteira assinada que cumprem a jornada 6 por 1, o <em>Caminhos da Reportagem</em> desta semana também aborda a situação dos trabalhadores informais. Segundo o IBGE, o Brasil tem 39,9 milhões de profissionais informais, o que representa 37,8% da população ocupada no país.</p>
<p>Morador da cidade de Osasco, na Grande São Paulo, Gustavo dos Santos faz entregas por aplicativo. Com apenas o ensino médio completo, ele relata a dificuldade de conseguir um emprego com melhor remuneração. </p>
<p>&#8220;Hoje, um motoboy consegue tirar R$ 4 mil por mês, sabe? Um trabalho registrado que pague isso eu gostaria, mas ainda não encontrei&#8221;, lamenta.</p>
<p>Em 2022, o país contabilizou 2,1 milhões de pessoas trabalhando por meio de plataformas digitais. Muitos desses profissionais entregam comida, remédios e documentos. </p>
<p>O historiador e professor da Universidade Federal do ABC (UFABC) Ramatis Jacino resume os desafios atuais. </p>
<p>“O problema não é o trabalho, o trabalho é ótimo. O problema são as condições de trabalho, quem se apropria do resultado do trabalho. Isso é o que causa as injustiças sociais”, diz.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>Produção jornalística semanal da <strong>TV Brasil</strong>, o <em>Caminhos da Reportagem</em> leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de pautas especiais, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos.</p>
<p>No ar há mais de uma década, o <em>Caminhos da Reportagem</em> é uma das atrações jornalísticas mais premiadas não só do canal, como também da televisão brasileira. Para contar grandes histórias, os profissionais investigam assuntos variados e revelam os aspectos mais relevantes de cada assunto.  </p>
<p>Saúde, economia, comportamento, educação, meio ambiente, segurança, prestação de serviços, cultura e outros tantos temas são abordados de maneira única. As matérias temáticas levam conteúdo de interesse para a sociedade pela telinha da emissora pública.</p>
<p>Questões atuais e polêmicas são tratadas com profundidade e seriedade pela equipe de profissionais do canal. O trabalho minucioso e bem executado é reconhecido com diversas premiações importantes no meio jornalístico.</p>
<p>Exibido às segundas, às 23h, o <em>Caminhos da Reportagem</em> tem horário alternativo na madrugada de terça, às 4h30. A produção disponibiliza as edições especiais no site http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem e no YouTube da emissora pública em https://www.youtube.com/tvbrasil. As matérias anteriores também estão no aplicativo <strong>TV Brasil Play</strong>, disponível nas versões Android e iOS, e no site http://tvbrasilplay.com.br.</p>
<p> EBC , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-07/tv-brasil-discute-jornadas-de-trabalho-e-propostas-no-congresso">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Jul 2025 11:44:00 -0300 </p>

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