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	<title>Arquivo de diz Fiocruz - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de diz Fiocruz - WeekNews</title>
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		<title>Campanha nacional busca ampliar imunização contra vírus que causa bronquiolite em bebês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[bronquiolite]]></category>
		<category><![CDATA[Clique aqui e confira as recomendações da SBIm e do PNI]]></category>
		<category><![CDATA[Clique aqui para mais informações]]></category>
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		<category><![CDATA[Fiocruz aponta queda da Síndrome Respiratória Aguda Grave no país]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou nesta sexta-feira (31) a campanha “Todos contra o VSR – Proteção desde o Início”, com o objetivo de ampliar o conhecimento de gestantes e da população em geral sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite e pneumonia em crianças pequenas. A iniciativa também pretende reforçar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre o tema. Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e por até 60% das pneumonias em menores de dois anos. Dados do Ministério da Saúde indicam que, neste ano, foram confirmados 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 evoluíram para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/1783632067_pzzb4152-1024x512.jpg" alt="Campanha nacional busca ampliar imunização contra vírus que causa bronquiolite em bebês" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/campanha-alerta-sobre-imunizacao-contra-virus-que-causa-bronquiolite" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou nesta sexta-feira (31) a campanha “Todos contra o VSR – Proteção desde o Início”, com o objetivo de ampliar o conhecimento de gestantes e da população em geral sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite e pneumonia em crianças pequenas. A iniciativa também pretende reforçar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre o tema.</p>
<p>Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e por até 60% das pneumonias em menores de dois anos. Dados do Ministério da Saúde indicam que, neste ano, foram confirmados 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 evoluíram para óbito. A faixa etária mais afetada é a de crianças com menos de dois anos, que concentra 17.081 casos e 109 mortes.</p>
<p>A coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, reforça que a imunização contra o VSR é essencial para proteger os bebês nos primeiros meses de vida, período em que o risco de complicações é maior. Ela explica que existem duas estratégias principais disponíveis: a vacinação da gestante, que permite a transferência de anticorpos para o feto, garantindo proteção já na primeira semana de vida; e o uso de anticorpos monoclonais para crianças menores de dois anos, especialmente prematuros e outros grupos de risco.</p>
<p>“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, afirmou a médica.</p>
<p>Um dos destaques da campanha são os vídeos testemunhais, gravados por médicos, como o dr. Dráuzio Varella, e por mães que vivenciaram a angústia de ter filhos acometidos pelo VSR. Segundo Isabella Ballalai, os relatos tornam mais concreta a gravidade da doença e aproximam o tema da realidade do público. “Não é apenas uma sigla. São experiências de complicações ou perdas, que despertam empatia, reforçam a percepção de risco e contribuem para conscientizar sobre a necessidade de prevenção”, destacou.</p>
<p>A ação inclui ainda videoaulas voltadas a profissionais da saúde, um hotsite com informações detalhadas, presença ativa nas redes sociais – com conteúdos educativos no Instagram, YouTube, TikTok e Facebook – e comunicação direta com o público-alvo por e-mail e WhatsApp.</p>
<p>O VSR é um dos principais responsáveis por internações respiratórias em bebês. Mais da metade das hospitalizações ocorre nos dois primeiros meses de vida, índice que sobe para dois terços quando considerados os três primeiros meses.</p>
<p>Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana gestacional e o anticorpo monoclonal para bebês prematuros (nascidos com menos de 37 semanas) até os 6 meses de idade, além de crianças menores de 2 anos com determinadas comorbidades. A SBIm amplia a recomendação para outros grupos, incluindo crianças prematuras no primeiro ano de vida e crianças menores de 2 anos sem comorbidades, desde que haja orientação do pediatra.</p>
<p>A campanha conta com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), da Federação das Associações Brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Infectologia (SBI), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e da ONG Prematuridade.com.</p>
<p>A SBIm disponibiliza em seu site as recomendações completas sobre os calendários de vacinação do prematuro e da criança, tanto do ponto de vista da entidade quanto do PNI, para orientar famílias e profissionais de saúde.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/campanha-alerta-sobre-imunizacao-contra-virus-que-causa-bronquiolite" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
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		<title>Tedros Adhanom diz que risco de Ebola se espalhar pelo mundo é baixo, mas situação na África é preocupante</title>
		<link>https://weeknews.online/tedros-adhanom-diz-que-risco-de-ebola-se-espalhar-pelo-mundo-e-baixo-mas-situacao-na-africa-e-preocupante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 16:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[afirma OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Congo e Uganda: número de mortes em surto de ebola ultrapassa mil]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
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		<category><![CDATA[Surto de Ebola no Congo ainda está em “fase de expansão”]]></category>
		<category><![CDATA[Tedros Adhanom]]></category>
		<category><![CDATA[Um surto da doença assola o país africano há alguns meses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira (27) que o risco de disseminação do vírus Ebola da República Democrática do Congo (RDC) para o resto do mundo é baixo. A declaração foi feita durante visita ao Rio de Janeiro, onde recebeu o título de doutor honoris causa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde maio deste ano, quando o atual surto foi declarado, mais de 3 mil casos da doença foram confirmados na RDC, com cerca de 1,4 mil mortes. A maioria das vítimas está concentrada no país africano, mas o vírus já se espalhou para a vizinha Uganda. “O risco para o resto do mundo ainda é baixo. Como o Ebola é transmitido&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/tedros-adhanom-diz-que-risco-de-ebola-se-espalhar-pelo-mundo-e-baixo-mas-situacao-na-africa-e-preocupante/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/toms3271-1024x512.jpg" alt="Tedros Adhanom diz que risco de Ebola se espalhar pelo mundo é baixo, mas situação na África é preocupante" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/risco-de-disseminacao-do-ebola-pelo-mundo-e-baixo-diz-tedros-adhanom" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira (27) que o risco de disseminação do vírus Ebola da República Democrática do Congo (RDC) para o resto do mundo é baixo. A declaração foi feita durante visita ao Rio de Janeiro, onde recebeu o título de doutor honoris causa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Desde maio deste ano, quando o atual surto foi declarado, mais de 3 mil casos da doença foram confirmados na RDC, com cerca de 1,4 mil mortes. A maioria das vítimas está concentrada no país africano, mas o vírus já se espalhou para a vizinha Uganda.</p>
<p>“O risco para o resto do mundo ainda é baixo. Como o Ebola é transmitido por contato intenso e não pelo ar, como a covid, não esperamos que se transforme em uma pandemia, pela própria natureza [do vírus]”, explicou Ghebreyesus. Ele lembrou que, desde a descoberta do Ebola há 50 anos, houve apenas 30 casos fora das regiões de surto na África.</p>
<p>Apesar da avaliação global, o diretor da OMS ressaltou que o risco para os países da região é alto, especialmente após a chegada da doença a Uganda. “Estamos tentando conter [o surto] na RDC, mas a situação ainda é preocupante. O governo [congolês] está tentando o seu melhor. Os parceiros estão ajudando, mas precisamos fazer ainda mais”, afirmou. Sobre Uganda, ele disse que o país está lidando com a doença e a mantém sob controle.</p>
<p>Um dos principais desafios para conter o surto, segundo Ghebreyesus, é o conflito armado na região leste da RDC, onde o foco da doença está localizado. “Então, a resposta ao Ebola é muito difícil. Além disso, por causa do conflito armado, há o deslocamento e milhões de pessoas estão em acampamentos”, destacou.</p>
<p>A visita de Tedros Adhanom ao Rio de Janeiro também foi marcada pela cerimônia na Fiocruz, onde ele recebeu o título de doutor honoris causa. Durante o evento, ele elogiou a instituição: “A Fiocruz é um líder em equidade sanitária e um líder na cooperação Sul-Sul. E também um farol de esperança não apenas para a América Latina, em termos de pesquisa e excelência científicas, como para o resto do mundo.”</p>
<p>Tedros foi eleito diretor-geral da OMS em maio de 2017, tornando-se o primeiro africano a comandar a principal autoridade sanitária do planeta. Sob sua gestão, a OMS coordenou esforços internacionais no enfrentamento à pandemia de covid-19.</p>
<p>Nascido na Eritreia, ele é bacharel em biologia pela Universidade de Asmara, mestre em imunologia e doenças infecciosas pela Universidade de Londres e PhD em saúde comunitária pela Universidade de Nottingham, no Reino Unido. Antes de assumir a OMS, foi ministro da Saúde da Etiópia entre 2005 e 2012, onde colaborou com a fundação de um sistema de saúde com cobertura universal, e ministro das Relações Exteriores do país entre 2012 e 2016.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/risco-de-disseminacao-do-ebola-pelo-mundo-e-baixo-diz-tedros-adhanom" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>SP inicia na segunda (18) campanha de vacinação contra influenza</title>
		<link>https://weeknews.online/sp-inicia-na-segunda-18-campanha-de-vacinacao-contra-influenza-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A partir da segunda-feira (18), a população de todas as idades da cidade de São Paulo poderá ser vacinada contra a influenza. Até este sábado (16), estarão recebendo a vacina crianças de 6 meses a 6 anos, pessoas acima dos 60 anos, gestantes e outros grupos prioritários. Esta faixa da população também poderá continuar se vacinando a partir de segunda. A imunização ocorre nas unidades básicas de Saúde (UBSs) e nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs integradas, de segunda a sábado, das 7h às 19h. A população acima dos 60 anos e com dificuldade de locomoção terá a possibilidade de ser vacinada na modalidade drive-thru, durante todo o mês de maio. “Ampliar a vacinação para toda a população com mais de 6 meses é essencial para protegê-la e prevenir casos graves de&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>A partir da segunda-feira (18), a população de todas as idades da cidade de São Paulo poderá ser vacinada contra a influenza.</p>
<p><strong>Até este sábado (16), estarão recebendo a vacina crianças de 6 meses a 6 anos, pessoas acima dos 60 anos, gestantes e outros grupos prioritários. Esta faixa da população também poderá continuar se vacinando a partir de segunda.</strong></p>
<p>A imunização ocorre nas unidades básicas de Saúde (UBSs) e nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs integradas, de segunda a sábado, das 7h às 19h. A população acima dos 60 anos e com dificuldade de locomoção terá a possibilidade de ser vacinada na modalidade drive-thru, durante todo o mês de maio.</p>
<blockquote>
<p>“Ampliar a vacinação para toda a população com mais de 6 meses é essencial para protegê-la e prevenir casos graves de influenza, especialmente no período da sazonalidade. É muito importante que todos se vacinem”, afirma a coordenadora da Vigilância em Saúde, Mariana de Souza Araújo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, desde o início da vacinação contra a influenza 2026, em 28 março, foram aplicadas 1.465.330 doses do imunizante. A secretaria enfatiza que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o vírus da influenza, que causa a gripe</strong>.</p>
<p>*<em>Estagiário da <strong>Agência Brasil</strong> sob coordenação de Odair Braz Junior</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/sp-inicia-na-segunda-vacinacao-contra-influenza-para-toda-populacao" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 15 May 2026 11:02:00 -0300</p>
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		<title>SP inicia na segunda (18) campanha de vacinação contra influenza</title>
		<link>https://weeknews.online/sp-inicia-na-segunda-18-campanha-de-vacinacao-contra-influenza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:19:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A partir da segunda-feira (18), a população de todas as idades da cidade de São Paulo poderá ser vacinada contra a influenza. Até este sábado (16), estarão recebendo a vacina crianças de 6 meses a 6 anos, pessoas acima dos 60 anos, gestantes e outros grupos prioritários. Esta faixa da população também poderá continuar se vacinando a partir de segunda. A imunização ocorre nas unidades básicas de Saúde (UBSs) e nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs integradas, de segunda a sábado, das 7h às 19h. A população acima dos 60 anos e com dificuldade de locomoção terá a possibilidade de ser vacinada na modalidade drive-thru, durante todo o mês de maio. “Ampliar a vacinação para toda a população com mais de 6 meses é essencial para protegê-la e prevenir casos graves de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/sp-inicia-na-segunda-18-campanha-de-vacinacao-contra-influenza/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Editoria.</p>

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<p>A partir da segunda-feira (18), a população de todas as idades da cidade de São Paulo poderá ser vacinada contra a influenza.</p>
<p><strong>Até este sábado (16), estarão recebendo a vacina crianças de 6 meses a 6 anos, pessoas acima dos 60 anos, gestantes e outros grupos prioritários. Esta faixa da população também poderá continuar se vacinando a partir de segunda.</strong></p>
<p>A imunização ocorre nas unidades básicas de Saúde (UBSs) e nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs integradas, de segunda a sábado, das 7h às 19h. A população acima dos 60 anos e com dificuldade de locomoção terá a possibilidade de ser vacinada na modalidade drive-thru, durante todo o mês de maio.</p>
<blockquote>
<p>“Ampliar a vacinação para toda a população com mais de 6 meses é essencial para protegê-la e prevenir casos graves de influenza, especialmente no período da sazonalidade. É muito importante que todos se vacinem”, afirma a coordenadora da Vigilância em Saúde, Mariana de Souza Araújo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, desde o início da vacinação contra a influenza 2026, em 28 março, foram aplicadas 1.465.330 doses do imunizante. A secretaria enfatiza que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o vírus da influenza, que causa a gripe</strong>.</p>
<p>*<em>Estagiário da <strong>Agência Brasil</strong> sob coordenação de Odair Braz Junior</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/sp-inicia-na-segunda-18-campanha-de-vacinacao-contra-influenza" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 15 May 2026 11:02:00 -0300</p>
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		<title>Fiocruz mantém alerta para síndrome respiratória grave</title>
		<link>https://weeknews.online/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alerta ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina da gripe não aumenta risco da doença]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Com situação preocupante no Mato Grosso e no Maranhão, boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que 18 estados e o Distrito Federal permanecem em situação de alerta, risco ou alto risco para a ocorrência de casos graves de síndromes gripais, com 13 desses locais apresentando tendência de aumento nos casos nas próximas semanas.  Acre, Tocantins, Bahia e Pernambuco, que estão no patamar de risco de acordo com os registros das últimas semanas, também devem entrar em um cenário pior.  Notícias relacionadas: Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério. Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens . Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz. Mesmo em situação de alerta, a tendência&#8230;</p>
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<p>Com situação preocupante no Mato Grosso e no Maranhão, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/Resumo_InfoGripe_2026_13_0.pdf" target="_blank">boletim Infogripe</a>, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que 18 estados e o Distrito Federal permanecem em situação de alerta, risco ou alto risco para a ocorrência de casos graves de síndromes gripais, com 13 desses locais apresentando tendência de aumento nos casos nas próximas semanas. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775761735_139_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775761735_36_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Acre, Tocantins, Bahia e Pernambuco, que estão no patamar de risco de acordo com os registros das últimas semanas, também devem entrar em um cenário pior. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.</li>
<li>Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens .</li>
<li>Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz.</li>
</ul>
<p><strong>Mesmo em situação de alerta, a tendência nacional é de estabilidade no longo prazo</strong> e os pesquisadores já percebem interrupção do crescimento e até mesmo quedas, em alguns lugares, das ocorrências causadas pela influenza A e pelo rinovírus. </p>
<p>Esses dois agentes foram responsáveis por mais de 70% dos casos que tiveram diagnóstico positivo para alguma infecção viral nas últimas semanas. </p>
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<p>A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando pessoas com sintomas gripais como febre, coriza e tosse têm piora no quadro, e passam a sentir dificuldade para respirar, precisando de hospitalização. </p>
<p>Geralmente, o gatilho para o problema é uma infecção por vírus, mas nem sempre o agente causador é confirmado por exames. </p>
<p><strong>Das principais infecções causadoras de SRAG, três podem ser prevenidas por vacinas disponíveis no SUS: Influenza A, Influenza B e Covid-19.</strong> </p>
<p>A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza está em vigor em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, que são mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. </p>
<p><strong>A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade, e reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis.</strong> </p>
<p>No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite. </p>
<p><strong>A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, ressalta que a vacina é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos.</strong> </p>
<p>Portanto, recomenda, que é fundamental que a população de maior risco e também os grupos mais expostos, como profissionais de saúde, vacinem-se o quanto antes.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Também recomendamos que pessoas com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa em isolamento. Caso isso não seja possível, o ideal é sair usando uma boa máscara&#8221;, destaca Tatiana Portella.</p>
</blockquote>
<p>Este ano, já foram notificados 31.768 casos de SRAG no Brasil, e cerca de 13 mil tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório: 42,9% de rinovírus, 24,5% de influenza A, 15,3% de vírus sincicial respiratório, 11,1% de covid-19 e 1,5% de influenza B. </p>
<p><strong>O país também registrou 1.621 mortes por SRAG este ano, 669 com exame positivo.</strong> Mas nesses casos, o grande destaque é a covid-19, responsável por 33,5% dos óbitos, seguida por  32,9% causadas por influenza A, 22,7% causadas por rinovírus, 4,8% vírus sincicial respiratório e 2,8% por influenza B.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Apr 2026 15:58:00 -0300 </p>

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		<title>Chikungunya: ministro classifica de crítica situação em Dourados</title>
		<link>https://weeknews.online/chikungunya-ministro-classifica-de-critica-situacao-em-dourados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 22:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[doença no estado chegava a 1.764]]></category>
		<category><![CDATA[Dourados]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência na cidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O novo ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, classificou como crítico o cenário de Dourados (MS), município que está em situação de emergência devido aos casos de chikungunya.  “Quando se trata de saúde, de vidas humanas, a responsabilidade é global. Não estamos aqui para dizer que a responsabilidade era do município, do governo estadual ou do governo federal. Estamos aqui para reconhecer esta situação crítica. Portanto, não temos uma posição negacionista e vamos enfrentá-la”, disse Terena, ao visitar o município nesta sexta-feira (3). Notícias relacionadas: Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz. Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade. Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro. Segundo o governo de Mato Grosso do Sul, desde janeiro até o início&#8230;</p>
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<p><strong>O novo ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, classificou como crítico o cenário de Dourados (MS), município que está em situação de emergência devido aos casos de chikungunya. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775255875_576_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775255875_355_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Quando se trata de saúde, de vidas humanas, a responsabilidade é global. Não estamos aqui para dizer que a responsabilidade era do município, do governo estadual ou do governo federal. Estamos aqui para reconhecer esta situação crítica. Portanto, não temos uma posição negacionista e vamos enfrentá-la”, disse Terena, ao visitar o município nesta sexta-feira (3).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz.</li>
<li>Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade.</li>
<li>Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro.</li>
</ul>
<p><strong>Segundo o governo de Mato Grosso do Sul, desde janeiro até o início de abril, o número de casos confirmados da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-Epidemiologico-Chikungunya-SE-12-2026.pdf" target="_blank">doença no estado chegava a 1.764</a>, incluindo 37 gestantes. Havia também 1.893 casos em análise.</strong></p>
<p>Com 759 registros, em números absolutos, Dourados concentra a maior quantidade de casos prováveis de chikungunya no estado. Embora a situação atinja toda a população, tem tido maior impacto sobre as comunidades indígenas.</p>
<p><strong>Dos sete óbitos registrados em todo estado, cinco ocorreram na Reserva Indígena de Dourados. Entre estas os mortos, dois tinham menos de quatro meses de vida. Os outros dois óbitos no estado foram registrados nas cidades de Bonito e Jardim.</strong></p>
<h2>Combate ao vetor</h2>
<p>O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu em 30 de março a situação de emergência na cidade, que a prefeitura decretou dias antes, em 27 de março.</p>
<p>O avanço da chikungunya em Dourados motivou o governo federal a anunciar, nesta semana, mais uma série de medidas para combater o mosquito <em>Aedes aegypti</em>, interromper o ciclo de transmissão da doença e aperfeiçoar o atendimento aos pacientes. <strong>A situação é mais grave na reserva indígena local, onde cinco pessoas já morreram, incluindo dois bebês.</strong></p>
<p>O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Sanitário Especial Indígena do estado (DSEI-MS) emitiu um alerta epidemiológico apontando o aumento dos casos na cidade.</p>
<p>Após isto, agentes da Força Nacional do SUS (Sistema Único de Saúde) foram deslocados para se incorporarem à força-tarefa composta por servidores da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. </p>
<p>Além de mobilizar profissionais, na última quinta-feira (2), o governo federal destinou cerca de R$ 3,1 milhões em recursos públicos para Dourados.</p>
<p>Do total, R$ 1,3 milhão serão destinados a ações de socorro e assistência humanitária, como apoio direto à população. Mais R$ 974,1 mil vão custear iniciativas como limpeza urbana, remoção de resíduos e destinação em aterro sanitário licenciado. Os R$ 855,3 mil restantes financiarão outras ações de vigilância, assistência e controle da chikungunya na cidade.</p>
<h2>Contratações</h2>
<p>Eloy Terena afirmou que os recursos liberados pelos ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional e da Saúde “já estão nas contas dos governos estaduais e municipais”, responsáveis por utilizá-los para contratar, em caráter emergencial, os bens e serviços necessários.</p>
<p>Representante do Ministério da Saúde na comitiva que acompanhou o ministro, Daniel Ramos destacou que, além das demais medidas, a pasta vai contratar, provisoriamente, e capacitar, 50 agentes de combate a endemias-20 dos quais começarão a trabalhar neste sábado (4). </p>
<p>Junto com 40 militares disponibilizados pelo Ministério da Defesa, os agentes se somarão ao atendimento à população e ao combate aos focos de reprodução do mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<blockquote>
<p>“A assistência é uma das partes importantes e a gente vai entrar com ações contundentes de controle vetorial para reduzir esta pressão nos serviços [de saúde]”, garantiu Ramos.</p>
</blockquote>
<p>Já a representante da Força Nacional do SUS, Juliana Lima, explicou que, embora as equipes de saúde estejam atuando diariamente nas aldeias Bororó e Jaguapiru, na Reserva Indígena Dourados, é difícil dizer se houve uma melhora da situação nas últimas semanas.</p>
<p>“O cenário está muito dinâmico. Ele vem se mostrando, dia após dia, com um perfil epidemiológico diferenciado. Então, a gente não está conseguindo ainda afirmar se há uma diminuição ou um aumento [do número de casos] nesta ou naquela aldeia. Mas fazemos o monitoramento, os registros, diariamente e, com isso, conseguimos sinalizar para a vigilância onde eles devem priorizar os atendimentos dos casos agudos.”</p>
<h2>Lixo</h2>
<p>Destacando a condição “sui generis” [diferenciada] da Reserva Indígena Dourados, “que foi englobada pelo município de Dourados”, estando, hoje, cercada pela crescente área urbana, Terena cobrou, da prefeitura, mais atenção à coleta do lixo nas aldeias indígenas, de forma a eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti.</p>
<p>“Temos que aperfeiçoar a questão dos resíduos sólidos, do lixo. É preciso atender de igual forma não só o contexto urbano, como as comunidades indígenas”, disse o ministro, que pretende se reunir com representantes dos governos municipal e estadual e discutir projetos estruturais “para que possamos chegar a estas comunidades indígenas com projetos com vistas a melhorar a coleta de lixo” nas comunidades indígenas.</p>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/chikungunya-ministro-classifica-de-critica-situacao-em-dourados">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 03 Apr 2026 19:23:00 -0300 </p>

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		<title>Exame pré-natal reduz chance de bebê nascer com anomalia</title>
		<link>https://weeknews.online/exame-pre-natal-reduz-chance-de-bebe-nascer-com-anomalia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 13:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo é resultado de anomalias nas estruturas cerebrais]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Pregnancy and Childbirth]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em queda]]></category>
		<category><![CDATA[Crise na saúde do Rio paralisa centro especializado em anomalias craniofaciais]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[mostra estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Down]]></category>
		<category><![CDATA[Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/exame-pre-natal-reduz-chance-de-bebe-nascer-com-anomalia/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que associações entre as condições do bebê e fatores de acompanhamento como pré-natal insuficiente, idade materna, raça, cor e baixa escolaridade, além de fatores socioeconômicos e biológicos associados às anomalias congênitas no Brasil, aponta que uma parte dessas anomalias poderia ser evitada com o aprimoramento de políticas públicas. A pesquisa identificou que mulheres que não realizaram consulta pré-natal durante o início da gravidez tiveram 47% mais chances de ter um bebê com anomalias do que mulheres que iniciaram o acompanhamento no primeiro trimestre. Notícias relacionadas: Crise na saúde do Rio paralisa centro especializado em anomalias craniofaciais. Autismo é resultado de anomalias nas estruturas cerebrais, mostra estudo. Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em queda, diz&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que associações entre as condições do bebê e fatores de acompanhamento como pré-natal insuficiente, idade materna, raça, cor e baixa escolaridade, além de fatores socioeconômicos e biológicos associados às anomalias congênitas no Brasil, aponta que uma parte dessas anomalias poderia ser evitada com o aprimoramento de políticas públicas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753189821_756_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753189821_660_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A pesquisa identificou que mulheres que não realizaram consulta pré-natal durante o início da gravidez tiveram 47% mais chances de ter um bebê com anomalias do que mulheres que iniciaram o acompanhamento no primeiro trimestre.</p>
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<li>Crise na saúde do Rio paralisa centro especializado em anomalias craniofaciais.</li>
<li>Autismo é resultado de anomalias nas estruturas cerebrais, mostra estudo.</li>
<li>Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em queda, diz Fiocruz.</li>
</ul>
<p><strong>A investigação foi realizada a partir de bases de dados interligadas do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), da Fiocruz.</strong></p>
<p>Para a pesquisa foram utilizados dados de nascidos no Brasil entre 2012 e 2020, totalizando cerca de 26 milhões de bebês nascidos vivos, sendo cerca de 144 mil com algum tipo de anomalia congênita.</p>
<p>Das anomalias registradas, foram priorizados defeitos de membros, cardíacos, tubo neural, fenda oral, genitais, parede abdominal, microcefalia e síndrome de Down, selecionados por serem identificadas como anomalias prioritárias para vigilância no Brasil.</p>
<p><strong>O artigo &#8211; de autoria da pesquisadora associada do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) da Fiocruz Bahia, Qeren Hapuk &#8211; foi publicado no periódico <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://doi.org/10.1186/s12884-025-07675-0" target="_blank" title="https://doi.org/10.1186/s12884-025-07675-0">BMC Pregnancy and Childbirth</a></em>. O trabalho procurou compreender como esses fatores impactam no desenvolvimento dos bebês, buscando embasar estratégias preventivas direcionadas para crianças com anomalias congênitas. </strong></p>
<h2>Fatores</h2>
<p>Anomalias congênitas são alterações estruturais e/ou funcionais que contribuem significativamente para o aumento do risco de morbidade e mortalidade observado em crianças em todo o mundo. Esses distúrbios são complexos e sua ocorrência é influenciada por uma variedade de fatores, incluindo condições socioeconômicas que desempenham um papel significativo.</p>
<p>A investigação aponta ainda que mães que se autodeclararam pretas tiveram 16% mais chance de ter filhos com anomalias congênitas em comparação com mães brancas.</p>
<p><strong>Outro fator de risco identificado foi a idade. Enquanto mulheres com mais de 40 anos possuíam quase 2,5 vezes mais chances de ter um bebê com anomalias congênitas, mulheres com menos de 20 anos também tiveram um risco maior (13%) do que mães com idade entre 20 e 34 anos.</strong></p>
<p>A escolaridade também se apresentou como um fator que influenciou na chance de mulheres terem filhos com alguma anomalia: possuir baixa escolaridade (0 a 3 anos) significou 8% mais de chances do que com 12 ou mais anos de escolaridade.</p>
<p>Algumas anomalias tiveram maior associação a determinados fatores de riscos. Os casos de nascidos com defeitos do tubo neural (estrutura embrionária que dará origem ao cérebro e à medula espinhal) foram fortemente ligados à baixa escolaridade, ausência de pré-natal e gestação múltipla.</p>
<p>Defeitos cardíacos foram associados à idade avançada, perda fetal e pré-natal inadequado, enquanto casos com Síndrome de Down foram fortemente associados à idade materna superior a 40 anos.</p>
<h2>Desigualdades</h2>
<p>Além disso, houve variações significativas nas chances de crianças nascerem com anomalias entre as regiões do país e os grupos de anomalias. A principal causa dessa variação é a subnotificação. O Sudeste é a região que melhor notifica nascimentos com anomalias congênitas em comparação com as demais regiões.</p>
<blockquote>
<p>A Região Nordeste concentra quase metade da população brasileira vivendo em situação de pobreza, o que pode ajudar a explicar a maior probabilidade de mães residentes terem nascimentos com defeitos do tubo neural, uma vez que essa condição está altamente associada à baixa renda, baixa escolaridade e má alimentação (suplementação insuficiente).</p>
</blockquote>
<p><strong>A epidemia do vírus Zika no Brasil &#8211; entre 2015 e 2016 &#8211; resultou em um aumento na notificação de nascidos vivos com microcefalia e outras anomalias congênitas do sistema nervoso, especialmente no Nordeste, o que pode ter contribuído para os resultados observados.</strong></p>
<p>“Esses dados mostram que a desigualdade socioeconômica em conjunto com fatores biológicos impacta diretamente na saúde e desenvolvimento do bebê”, disse a pesquisadora Qeren Hapuk.  </p>
<p>Para ela, os achados indicam que tais fatores de agravamento são evitáveis ou modificáveis. Intervenções em educação materna, planejamento reprodutivo, nutrição e, principalmente, acesso ao pré-natal são fundamentais para a prevenção de anomalias congênitas.</p>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/exame-pre-natal-reduz-chance-de-bebe-nascer-com-anomalia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 22 Jul 2025 09:40:00 -0300 </p>

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		<title>Nova variante do vírus da covid-19 circula na cidade do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://weeknews.online/nova-variante-do-virus-da-covid-19-circula-na-cidade-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 23:19:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em queda]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos de 70 anos já podem se vacinar contra a nova cepa da covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Novo vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[USP e Fiocruz firmam acordo na área de desenvolvimento tecnológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Instituto Oswaldo Cruz (IOC), órgão da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), confirmou que uma nova variante XFG, do vírus SARS=Cov-2, causador da covid-19 está circulando no município do Rio de Janeiro. O sequenciamento dos genomas virais foi feito pelo Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do IOC, que atua como referência para o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS).   Por meio de uma estratégia de vigilância estabelecida em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, a linhagem foi identificada em 46 casos de covid-19 diagnosticados de 1º a 8 de julho, respondendo por 62% dos genomas analisados no período. Notícias relacionadas: Idosos de 70 anos já podem se vacinar contra a nova&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Instituto Oswaldo Cruz (IOC), órgão da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), confirmou que uma nova variante XFG, do vírus SARS=Cov-2, causador da covid-19 está circulando no município do Rio de Janeiro.</strong> O sequenciamento dos genomas virais foi feito pelo Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do IOC, que atua como referência para o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS).  <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752707947_35_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752707947_164_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Por meio de uma estratégia de vigilância estabelecida em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, a linhagem foi identificada em 46 casos de covid-19 diagnosticados de 1º a 8 de julho, respondendo por 62% dos genomas analisados no período.</p>
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</ul>
<p>As análises foram concluídas no último dia 12, e os resultados, comunicados à secretaria e ao Ministério da Saúde. O Rio de Janeiro é o quarto estado com identificação da cepa, após casos identificados em São Paulo (2), Ceará (6) e Santa Catarina (3).</p>
<p><strong>Detectada inicialmente no Sudeste Asiático, a linhagem XFG tem se espalhado rapidamente em vários países e foi classificada pela OMS como &#8220;variante sob monitoramento&#8221; no dia 25 de junho deste ano. </strong>A classificação foi estabelecida pelo Grupo Consultivo Técnico sobre Evolução de Vírus da OMS, que tem participação da virologista Paola Resende, do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do IOC.</p>
<p>A variante XFG apresenta mutações no genoma e tem sido detectada com mais frequência em diferentes países nos últimos meses. No entanto, não há sinais de maior gravidade da doença ou de impacto significativo na eficácia de vacinas e antivirais.</p>
<p>Diante do quadro, o grupo consultivo da OMS considerou baixo o risco associado à linhagem e reforçou a importância de intensificar a vigilância.</p>
<blockquote>
<p>“A variante XFG é uma recombinante de outras duas linhagens e carrega algumas mutações na proteína ‘spike’ que estão associadas a uma ligeira evasão da resposta imune, o que pode impactar na neutralização por anticorpos. Porém, não tem evidências de aumento de gravidade clínica, nem evidências de impacto relevante na eficácia de vacinas e de antivirais. Por isso, nossa decisão, como grupo técnico da OMS, foi classificar a linhagem como variante sob monitoramento, porque requer um olhar mais atento para identificar possíveis mudanças de padrão”, disse Paola.</p>
</blockquote>
<p>No Rio de Janeiro, a estratégia de vigilância adotada em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde ampliou a coleta de amostras para sequenciamento genético após um discreto aumento no número de casos de covid-19 diagnosticados em unidades básicas de saúde através de testes rápidos.</p>
<p>De 1º a 8 de julho, foram coletadas 74 amostras. Além da variante XFG, detectada em 46 casos, a linhagem NB.1.8.1, que também se encontra sob monitoramento, foi identificada em um caso. As demais amostras apresentaram linhagens diversas do SARS-CoV-2.</p>
<p><strong>Na primeira semana de coleta ampliada, os casos com resultado positivo nos testes rápidos mostrou que mais da metade das amostras apresentou a variante XFG. De acordo com a virologista, esta é a linhagem associada ao leve aumento de casos no município.</strong></p>
<p>Paola Resende destaca a importância da vacinação e dos cuidados para prevenção de infecções respiratórias, considerando a circulação da variante XFG e de outros vírus comuns no inverno, como influenza.</p>
<blockquote>
<p>“Temos novas vacinas para a covid-19, atualizadas com a linhagem JN.1, disponíveis nas unidades do Sistema Único de Saúde [SUS] para o público prioritário. Essas vacinas continuam protegendo contra a variante XFG, principalmente contra formas sintomáticas da doença, casos graves e fatais. Além disso, é importante lavar as mãos e ter cautela em aglomerações. Quem estiver resfriado deve usar máscara para não transmitir para outras pessoas”, alerta a especialista.</p>
</blockquote>
<h2>Parceria</h2>
<p>Diante de alterações no cenário epidemiológico da cidade, como um pequeno aumento repentino nos casos de covid-19, a Secretaria Municipal de Saúde entrou em contato com o Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do IOC para investigar a situação.  </p>
<p>Com isso, são enviadas amostras biológicas de pacientes diagnosticados com covid-19 para o sequenciamento genético do vírus, processo realizado pelo instituto. A articulação permite que o município obtenha respostas mais rápidas sobre possíveis mudanças no perfil de circulação do vírus, e o IOC tem acesso a um volume significativo de amostras, fundamental para a vigilância genômica em períodos de baixa testagem.</p>
<p>Segundo o coordenador de Informática Estratégica de Vigilância em Saúde da SMS, Caio Ribeiro, a parceria envolve múltiplas etapas, desde o treinamento de profissionais da rede municipal para a coleta de amostras até a logística de envio para análise. “Com base nos resultados obtidos, é possível compreender a situação epidemiológica da covid-19 na cidade, avaliando o risco de introdução de novas variantes e antecipando ações como abertura de leitos, reposição de insumos e comunicação à população.”</p>
<p><strong>A linhagem que predomina atualmente no município é a XFG, embora os dados não indiquem aumento de casos graves ou óbitos, diz Ribeiro. </strong>“As medidas preventivas continuam as mesmas, independentemente da identificação de novas subvariantes. É fundamental que a população siga higienizando as mãos, use máscara em caso de sintomas gripais e mantenha a vacinação em dia”, afirma.</p>
<p> Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/nova-variante-do-virus-da-covid-19-circula-na-cidade-do-rio-de-janeiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 16 Jul 2025 19:59:00 -0300 </p>

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		<title>Brasil retomará fabricação nacional de insulina após 20 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-retomara-fabricacao-nacional-de-insulina-apos-20-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 22:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em queda]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[PDP]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores criam prótese com antibiótico para tratar infecções]]></category>
		<category><![CDATA[SUS vai ofertar novos tratamentos para endometriose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Saúde recebeu, nesta sexta-feira (11), o primeiro lote de insulinas produzidas por meio do programa Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que faz parte da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. O país voltará a fabricar o medicamento 100% nacional, por meio de transferência da tecnologia da farmacêutica indiana Wockhardt, com base em um acordo com o laboratório público Fundação Ezequiel Dias (Funed) e com a empresa brasileira Biomm. O ministro Alexandre Padilha participou do evento de entrega do lote com 207.385 mil unidades do medicamento, sendo 67.317 frascos de insulina regular e 140.068 de insulina NPH, na fábrica da Biomm, em Nova Lima (MG). Notícias relacionadas: Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em queda, diz&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Ministério da Saúde recebeu, nesta sexta-feira (11), o primeiro lote de insulinas produzidas por meio do programa Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que faz parte da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. <strong>O país voltará a fabricar o medicamento 100% nacional, por meio de transferência da tecnologia da farmacêutica indiana Wockhardt</strong>, com base em um acordo com o laboratório público Fundação Ezequiel Dias (Funed) e com a empresa brasileira Biomm.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752274019_471_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752274020_825_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O ministro Alexandre Padilha participou do evento de entrega do lote com 207.385 mil unidades do medicamento, sendo 67.317 frascos de insulina regular e 140.068 de insulina NPH, na fábrica da Biomm, em Nova Lima (MG).</p>
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</ul>
<p>&#8220;Depois de mais de duas décadas sem produzir insulina humana, o Brasil retoma essa fabricação para ser entregue ao Sistema Único de Saúde e contribuir com a saúde da população&#8221;, destacou Padilha. &#8220;É o Brics acontecendo na realidade, mudando a vida da população brasileira e gerando emprego, renda e tecnologia aqui em Minas Gerais&#8221;, acrescentou, em referência ao bloco econômico que reúne grandes países do chamado Sul Global, incluindo a Índia, país que viabilizou a parceria.  </p>
<p><strong>Segundo a pasta, após a transferência total da tecnologia, o Brasil produzirá 50% da demanda relacionada às insulinas NPH e regular no SUS.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Uma iniciativa como essa traz segurança aos pacientes de que, independentemente de qualquer crise — como a que vivemos durante a pandemia —, o país tem soberania na produção desse medicamento tão importante. Cerca de 10% da população brasileira tem diabetes, e parte dessas pessoas precisa usar insulina. Isso garante tranquilidade, segurança e estabilidade tanto para o SUS quanto para os cidadãos que dependem do medicamento&#8221;, reforçou Padilha.</p>
</blockquote>
<p><strong>A iniciativa conta com investimentos de R$ 142 milhões na aquisição da tecnologia, e cerca de 350 mil pessoas com diabetes serão beneficiadas.</strong> Os contratos preveem a entrega para a rede pública de 8,01 milhões de unidades de insulina, entre frascos e canetas, em 2025 e 2026.  </p>
<p>A partir da aquisição inicial, de acordo com o Ministério da Saúde, terá início o processo de transferência de tecnologia, conforme previsto nas diretrizes da PDP. Ao final da transferência, a produção do medicamento será totalmente brasileira, com a Funed e a Biomm capacitadas para fabricar o medicamento no país e abastecer o SUS de forma autônoma.  </p>
<p>Nas PDPs, instituições públicas e empresas privadas compartilham responsabilidades para a produção nacional do insumo farmacêutico ativo (IFA) e do produto objeto de PDP, em um processo de transferência de tecnologia reversa. A transferência é efetivada por meio de etapas que incluem a realização de embalagens, controle de qualidade dos insumos, produção do produto acabado e do Insumo Farmacêutico Ativo no Brasil, possibilitando, assim, a produção local do medicamento que será fornecido ao SUS.  </p>
<h2>Tratamento no SUS</h2>
<p>O SUS oferece assistência integral às pessoas com diabetes, desde o diagnóstico até o tratamento adequado, de acordo com o quadro clínico de cada paciente. A porta de entrada para o cuidado é a Atenção Primária à Saúde, que realiza o acompanhamento contínuo por meio de equipes multiprofissionais. Atualmente, são ofertados quatro tipos de insulinas: insulinas humanas NPH e regular e insulinas análogas de ação rápida e prolongada, além de medicamentos orais e injetável para diabetes mellitus.  </p>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/brasil-retomara-fabricacao-nacional-de-insulina-apos-20-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 11 Jul 2025 19:37:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Gripe é a principal causa de mortes por SRAG em idosos, alerta Fiocruz</title>
		<link>https://weeknews.online/gripe-e-a-principal-causa-de-mortes-por-srag-em-idosos-alerta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 23:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de gripe aumentam nas regiões Norte e Centro-Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[diz Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza A]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde realiza Dia D de vacinação contra a gripe neste sábado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/gripe-e-a-principal-causa-de-mortes-por-srag-em-idosos-alerta-fiocruz/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta quinta-feira (15) faz uma alerta sobre o vírus da influenza A, causador da gripe, que se tornou a principal causa de mortalidade por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em idosos e uma das três principais causas de óbitos entre as crianças. Foi registrado também um aumento nas hospitalizações por influenza A em diversas partes do país, com níveis moderados a altos de incidência em estados do Centro-Sul e nas regiões do Norte e Nordeste. Em alguns estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, o número de casos de SRAG em crianças pequenas, associado ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR) vem apresentando sinais de desaceleração ou até de reversão.  “Apesar disso, ainda não é o momento de&#8230;</p>
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<p><strong>O boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta quinta-feira (15) faz uma alerta sobre o vírus da influenza A, causador da gripe, que se tornou a principal causa de mortalidade por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em idosos e uma das três principais causas de óbitos entre as crianças.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747351515_199_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747351515_591_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Foi registrado também um aumento nas hospitalizações por influenza A em diversas partes do país</strong>, com níveis moderados a altos de incidência em estados do Centro-Sul e nas regiões do Norte e Nordeste.</p>
<p>Em alguns estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, o número de casos de SRAG em crianças pequenas, associado ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR) vem apresentando sinais de desaceleração ou até de reversão. </p>
<blockquote>
<p>“Apesar disso, ainda não é o momento de relaxar os cuidados nessas regiões, já que a incidência de casos continua alta ou moderada”, avalia a pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella.</p>
</blockquote>
<p>A especialista chama a atenção que a mortalidade por SRAG nas crianças pequenas se aproxima da observada nos idosos. A principal causa de mortalidade por SRAG nos idosos é o vírus da influenza A, seguida pela Covid-19. Já nas crianças, o VSR permanece como a principal causa de mortalidade por SRAG, seguido pelo rinovírus e pela influenza A.</p>
<p><strong>Tatiana Portella orienta que as pessoas dos grupos mais vulneráveis se vacinem contra o vírus da influenza o quanto antes. </strong>Os pesquisadores do InfoGripe reforçam que a vacina é a ação mais eficaz para prevenir hospitalizações e mortes causadas pela doença. </p>
<blockquote>
<p>“Além disso, reforçamos a importância do uso de máscaras em unidades de saúde, locais com maior aglomeração de pessoas e, principalmente, em caso de aparecimento de sintomas de gripe ou resfriado”, alertou a pesquisadora.</p>
</blockquote>
<h2>Casos de SRAG</h2>
<p><strong>O boletim mostra sinal de aumento de casos de SRAG em diversos estados, tanto nas tendências de longo prazo (últimas 6 semanas) quanto nas de curto prazo (últimas 3 semanas).</strong> Esse cenário se deve ao crescimento de SRAG nas crianças pequenas, associado principalmente ao VSR, e na população de jovens, adultos e idosos, associado ao vírus da influenza A. </p>
<p>O VSR mantém uma incidência expressiva tanto de incidência quanto de mortalidade por SRAG em crianças pequenas. Outros vírus de destaque nessa faixa etária são o rinovírus e a influenza A. A influenza A, além de ser a principal causa de mortalidade por SRAG entre os idosos, é uma das três principais razões de óbitos por SRAG em crianças pequenas.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>Ao todo, 15 das 27 unidades da federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.</p>
<p>Outros oito estados também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento de longo prazo: Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Sergipe e Rio Grande do Norte.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-05/gripe-e-principal-causa-de-mortes-por-srag-em-idosos-alerta-fiocruz">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 15 May 2025 19:54:00 -0300 </p>

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