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	<title>Arquivo de doenças socialmente determinadas e clima - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de doenças socialmente determinadas e clima - WeekNews</title>
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		<title>&#039;Estamos dispostos a superar contradições&#039;, diz Marina sobre petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2025 17:09:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil espera mobilização do Brics para resultados ambiciosos na COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Brics terá declarações de IA]]></category>
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		<category><![CDATA[Corte define que enfrentar crise climática é obrigação dos países]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, defendeu, neste domingo (6), que é preciso planejamento para enfrentar as mudanças climáticas e promover a transição energética. Ao falar sobre os investimentos na exploração de combustíveis fósseis no país, a ministra afirmou que as “contradições existem no mundo inteiro, não só no Brasil”. Marina concedeu entrevista durante a Cúpula do Brics, que ocorre entre este domingo e segunda (7), no Rio de Janeiro, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra foi questionada por jornalistas sobre os projetos do governo e da Petrobras como a exploração de petróleo na Margem Equatorial do Brasil, extensa área marítima que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá e onde o Rio Amazonas&#8230;</p>
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<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, defendeu, neste domingo (6), que é preciso planejamento para enfrentar as mudanças climáticas e promover a transição energética. Ao falar sobre os investimentos na exploração de combustíveis fósseis no país, a ministra afirmou que as “contradições existem no mundo inteiro, não só no Brasil”.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751821757_301_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751821757_681_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Marina concedeu entrevista durante a Cúpula do Brics, que ocorre entre este domingo e segunda (7), no Rio de Janeiro, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra foi questionada por jornalistas sobre os projetos do governo e da Petrobras como a exploração de petróleo na Margem Equatorial do Brasil, extensa área marítima que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá e onde o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico.</p>
<blockquote>
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<li>Brasil espera mobilização do Brics para resultados ambiciosos na COP30.</li>
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</ul>
<p>“Nós vivemos um momento de muitas contradições, e o importante é que estamos dispostos a superar essas contradições”, disse.</p>
</blockquote>
<p>“Em Dubai [na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – COP28, em 2023] nós assumimos o compromisso de fazer a transição para o fim de combustível fóssil, com países ricos liderando essa corrida, países em desenvolvimento vindo em seguida. E o que eu tenho dito é que é preciso que tenhamos uma espécie de mapa do caminho para essa transição. <strong>A pior forma de enfrentarmos uma situação adversa, e ela é adversa para todos, é não nos planejarmos para ela.</strong> Por isso que, muito corretamente, foi estabelecido que é uma transição justa e planejada”, acrescentou.</p>
<p>Por outro lado, Marina citou como exemplo o compromisso brasileiro de zerar o desmatamento até 2030, enquanto tem na agricultura o maior peso da sua balança comercial. “Já conseguimos reduzir desmatamento em 46%, na Amazônia, e em 32%, no país inteiro”, lembrou.</p>
<p>“E olha que coisa interessante, nós conseguimos reduzir desmatamento nessa quantidade, evitamos lançar mais de 400 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera e, ao mesmo tempo, a nossa agricultura cresceu 15% e nós tivemos um aumento da renda da per capita em mais de 11%, e o Brasil conseguiu abrir mais de 300 mercados para a sua agricultura”, destacou a ministra.</p>
<h2>Liderar pelo exemplo</h2>
<p>A ministra Marina Silva afirmou, ainda, que o Brasil é capaz de liderar pelo exemplo na questão ambiental. Para isso, ela cobrou um financiamento robusto, pelos países desenvolvidos, para as ações de enfrentamento a mudanças climáticas, principalmente, em países mais vulneráveis.</p>
<p>“O Brasil, talvez, seja um dos únicos países que tem um compromisso de zerar desmatamento até 2030. E nós consideramos que isso é liderar pelo exemplo”, reforçou Marina, ao citar as metas de redução de emissão de gases de efeito estufa, além de diversas ações do governo brasileiro em sua política ambiental interna.</p>
<p>Segundo a ministra, há décadas, uma série de decisões vem sendo tomadas em relação ao enfrentamento da mudança do clima, e <strong>o gargalo, hoje, é a implementação dessas decisões e a ausência de financiamento na quantidade e constância necessárias.</strong></p>
<p>“Todos os países em desenvolvimento são unânimes de que precisamos de recursos financeiros e de recursos tecnológicos; de juntar recursos públicos que sejam alavancadores, inclusive, para que a gente possa ter acesso a recursos privados”, afirmou.</p>
<p>“É necessária, também, transferência de tecnologia para ajudar países em desenvolvimento a fazerem suas transições, a reduzirem suas emissões e, sobretudo, a se adaptarem a uma situação que já é realidade. São recursos muito volumosos na área de infraestrutura. Tem uma outra agenda, que é a de perdas e danos: como reparar os prejuízos daquelas populações e regiões que já estão sendo dramaticamente afetadas, principalmente os países mais vulneráveis”, acrescentou.</p>
<p>Marina lembrou que a COP29, realizada em Baku, Azerbaijão, em 2024, estabeleceu o objetivo de aplicar US$ 1,3 trilhão anualmente em financiamento climático para países em desenvolvimento até 2035. Entretanto, o acordo fechado ficou em US$ 300 bilhões por ano que os países ricos deverão destinar para combate e mitigação da crise do clima.</p>
<p>Neste ano, a COP30 ocorrerá sob a presidência do Brasil, em Belém, e, segundo Marina, <strong>o objetivo do governo é que seja a COP da implementação, com compromissos financeiros robustos e metas de redução de emissões ambiciosas.</strong> Até agora, apenas 22 países apresentaram as suas metas.</p>
<h2>Serviços ambientais</h2>
<p>A ministra citou as iniciativas do Brasil para mobilizar a comunidade global durante a presidência do G20, no ano passado, e do Brics, no último semestre, em temas relacionados a desenvolvimento sustentável e mudanças climáticas. O Brasil tem uma proposta que é o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/fundo-florestas-tropicais-para-sempre-consolida-apoio-internacional-e-se-posiciona-como-novo-modelo-global-de-financiamento-climatico" target="_blank">Fundo Florestas Tropicais para Sempre</a>, que combina investimento público com captação de recursos no mercado privado, com o objetivo de captar cerca de US$ 4 bilhões por ano, a serem distribuídos entre os 70 países com florestas tropicais preservadas.</p>
<p>&#8220;É o pagamento por serviços ambientais, de conservação das florestas&#8221;, explicou Marina. “As florestas prestam serviços para o equilíbrio do planeta e isso ajudará a conservar florestas e seus povos originários e locais, que são responsáveis pela preservação dessas áreas no mundo inteiro”, afirmou.</p>
<p>Ainda de acordo com a ministra do Meio Ambiente, <strong>o governo Lula vem trabalhando em uma proposta de remunerar grandes, médias e pequenas propriedades rurais que têm reserva legal excedente.</strong></p>
<p>“São instrumentos econômicos para que a gente possa enfrentar a mudança do clima, a desertificação, a perda de biodiversidade e, ao mesmo tempo, combater a pobreza e as desigualdades, gerando emprego, gerando renda e, exatamente em função disso, é que nós estamos trabalhando medidas alternativas para viabilizar recursos, como é o caso do Fundo Clima, do Ecoinvest e do próprio Fundo Amazônia”, contou.</p>
<p> </p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/estamos-dispostos-superar-contradicoes-diz-marina-sobre-petroleo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 06 Jul 2025 13:56:00 -0300 </p>

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		<title>Brics no Brasil busca consolidar bloco em expansão pós-guerra no Irã</title>
		<link>https://weeknews.online/brics-no-brasil-busca-consolidar-bloco-em-expansao-pos-guerra-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 22:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Brics vive impasses sobre Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A guerra de Israel e dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã – um dos membros permanentes do Brics – ampliou os desafios do bloco de países que busca se consolidar institucionalmente na Cúpula do Rio de Janeiro (RJ) neste domingo (6) e segunda-feira (7). Nos últimos dois anos, o Brics cresceu de cinco para 11 integrantes permanentes, além de incluir dez novos membros parceiros. Administrar essa expansão é um dos desafios da presidência do Brasil para consolidar o mecanismo de cooperação multilateral que pretende modificar a atual arquitetura global de poder.     Notícias relacionadas: Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor. Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima. Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A guerra de Israel e dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã – um dos membros permanentes do Brics – ampliou os desafios do bloco de países que busca se consolidar institucionalmente na Cúpula do Rio de Janeiro </strong>(RJ) neste domingo (6) e segunda-feira (7).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751754156_323_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751754156_97_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Nos últimos dois anos, o Brics cresceu de cinco para 11 integrantes permanentes, além de incluir dez novos membros parceiros. </strong>Administrar essa expansão é um dos desafios da presidência do Brasil para consolidar o mecanismo de cooperação multilateral que pretende modificar a atual arquitetura global de poder.    </p>
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</ul>
<p>O contexto não era dos mais tranquilos, mesmo antes do conflito com o Irã, por causa da guerra tarifária do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos (EUA), e suas ameaças contra os países que substituam o dólar nas transações comerciais, sendo essa uma das propostas que ganhou força na Cúpula de Kazan, na Rússia, em 2024.  </p>
<p>Em meio ao cerco econômico e financeiro das potências ocidentais contra Moscou, o país em guerra contra a Ucrânia tem mais pressa para criar alternativa à moeda estadunidense.</p>
<p>Além disso, Inteligência Artificial (IA), mudanças climáticas, Irã, Palestina e debates sobre saúde global, paz e segurança mundiais estão entre os temas em destaque.  </p>
<p>Para especialistas em Brics consultadas pela <strong>Agência Brasil</strong>, a ambiciosa agenda russa do ano passado foi reduzida no Brasil que, semelhante a outros países do fórum, como Índia, Egito e Emirados Árabes Unidos, evita provocar a principal potência do Norte, avessa a mudanças que fragilizem seu poder global.</p>
<p>A professora de relações internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e pesquisadora do Brics Policy Center, Ana Garcia, avalia que o <strong>acirramento da polarização internacional reduziu a agenda liderada pela Rússia no ano passado.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“A Rússia veio muito ambiciosa, ‘com o pé na porta’, com propostas inovadoras. Já o Brasil reduziu a ambição da agenda vinda da Rússia na tentativa de não criar uma situação mais desafiadora com os EUA, com o Trump”, comentou.</p>
</blockquote>
<p>Entre as propostas citadas pela especialista, está a criação de uma bolsa de grãos para contribuir com a estabilização do preço internacional dos alimentos. Isso porque hoje esse preço é fixado pela Bolsa de Valores de Chicago, nos EUA. Além disso, a Rússia deu muita ênfase à desdolarização.</p>
<p>Para Ana Garcia, o Brasil focou mais em iniciativas que fortaleçam e facilitem o comércio e os investimentos entre os países membros.</p>
<p>“Isso é positivo porque hoje, tirando a China, que é o maior parceiro comercial de todos os países membros, o comércio intra-Brics ainda é reduzido. Brasil e África do Sul, por exemplo, tem comércio irrisório mesmo após 16 anos da entrada do país africano no grupo”, avalia.</p>
<h2>Tensão geopolítica </h2>
<p>A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, professora Maria Elena Rodríguez, destacou que o momento geopolítico é de tensão e, tirando a Rússia e o Irã, os demais países estão mais cautelosos.</p>
<p>“Em termos de participação e propostas, a Cúpula de Kazan foi muito substancial, mas muitas propostas foram reduzindo de lá pra cá. A Rússia teve um ímpeto bastante grande, mas o mundo mudou. Parte daquela agenda ficou um pouco mais devagar. Isso porque os países estão mais cautelosos, incluindo a China”, analisou.</p>
<p>Rodríguez explicou que países como Índia, Brasil, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e África do Sul buscam se equilibrar diante das tensões internacionais.</p>
<blockquote>
<p>“Basicamente, estão buscando uma agenda mais neutra, focada no Sul Global, mas não contra o ocidente, evitando esse confronto direto.”</p>
</blockquote>
<h2>Desdolarização</h2>
<p><strong>Talvez a agenda mais espinhosa do bloco seja a de criação de sistemas de pagamento em moedas locais, o que levaria à substituição do dólar, ao menos parcialmente, no comércio entre os países. </strong></p>
<p>A proposta é duramente criticada por Donald Trump que teme perder os benefícios de ter o dólar como moeda internacional.</p>
<p>A professora da UFRRJ Ana Garcia pondera que essa agenda é de longo prazo e países como Brasil, Índia, e mesmo China, têm muitas reservas em dólar e uma mudança imediata poderia provocar impactos indesejados nas economias desses países.</p>
<p>“Deter a moeda internacional – como os EUA faz com o dólar – traz poderes extravagantes, como possibilidade de isolar países por meio de sanções financeiras, e aumentar o endividamento público sem maiores preocupações, mas traz custos também para equilibrar a economia nacional com a global”, argumentou a especialista.</p>
<p>Ana Garcia explicou que a China não tem interesse imediato de arcar com esses custos para não prejudicar a economia. Por isso, avalia que o tema continuará como uma medida em fase de estudo no Brics.</p>
<blockquote>
<p>“A China usa os instrumentos bilaterais que ela tem para circular o yuan, mas sem fazer disso uma agenda política. A China é ainda a principal detentora em reservas internacionais em dólar. E ela não quer abrir a economia. Seu fluxo de capitais é controlado para evitar especulação financeira. Com isso, ela não consegue fazer sua moeda circular livremente para ser descontada por todos, como é o caso do dólar”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>A professora da PUC do Rio Maria Elena Rodriguez concorda que essa é uma agenda de longo prazo, mas avalia que <strong>é possível que a Cúpula do Rio entregue algum avanço em relação ao uso de moedas locais, especialmente na padronização técnica de como o sistema deve funcionar.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Talvez alguma medida para ajustar as regulamentações de todos os países, alinhar questões tributárias, para permitir um avanço futuro. Mas não vai ser muito mais do que isso”, ponderou.</p>
</blockquote>
<h2>Institucionalização do Brics</h2>
<p>Um possível avanço mais concreto da Cúpula sob a presidência brasileira é em relação a acordos para disciplinar a tomada de decisões em um Brics ampliado. Atualmente, não há regras definidas para o funcionamento do fórum.</p>
<p><strong>A especialista em Brics Maria Elena Rodríguez avalia que é preciso concretizar o que significa o agrupamento, tendo cuidado para amarrar essas regras sem deixar o grupo muito rígido.   </strong></p>
<blockquote>
<p>“Minimamente, tem que ter alguns elementos que ajudem a definir como será uma nova ampliação do bloco, ou para melhorar a performance do grupo. O Brasil está apostando bastante nessa agenda para entregar um Brics mais formalizado”, finalizou.</p>
</blockquote>
<p>A professora de relações internacionais da Federal Rural do RJ, Ana Garcia, lembrou que o Brics ainda não tem nenhum documento formal estabelecendo os procedimentos de tomada de decisão.</p>
<p>“É preciso decidir se as decisões vão continuar sendo por consenso, ou não. Quais critérios objetivos apara adesão de novos membros? Se essa agenda avançar, vai ser um ganho para o bloco, para o grupo”, concluiu.</p>
<h2>Brics</h2>
<p><strong>O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. </strong></p>
<p>Também participam os países parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão.</p>
<p><strong>Os 11 países representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. Em 2024, países do Brics receberam 36% de tudo que foi exportado pelo Brasil, enquanto nós compramos desses países 34% do total do que importamos.</strong></p>
<p> Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/brics-no-brasil-busca-consolidar-bloco-em-expansao-pos-guerra-no-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 18:56:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brics-no-brasil-busca-consolidar-bloco-em-expansao-pos-guerra-no-ira/">Brics no Brasil busca consolidar bloco em expansão pós-guerra no Irã</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Empresários do Brics se reúnem no Rio em busca de ampliação de negócio</title>
		<link>https://weeknews.online/empresarios-do-brics-se-reunem-no-rio-em-busca-de-ampliacao-de-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 15:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics terá declarações de IA]]></category>
		<category><![CDATA[doenças socialmente determinadas e clima]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Empresários dos países que compõem o Brics se reúnem neste sábado (5), no Rio de Janeiro, um dia antes da cúpula dos chefes de governo do grupo. Entre os objetivos do encontro está ampliar os negócios entre as 11 nações que integram o grupo. &#8220;Atualmente, o comércio intra bloco comporta crescimento significativo, pois hoje, apesar da relevância econômica individual de cada nação, o volume de trocas entre nós representa muito pouco, quando comparado ao que comercializamos com o resto do mundo. É preciso avançar&#8221;, destacou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban. Notícias relacionadas: Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics. Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor. Brics terá declarações de IA,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>Empresários dos países que compõem o Brics se reúnem neste sábado (5), no Rio de Janeiro, um dia antes da cúpula dos chefes de governo do grupo. <strong>Entre os objetivos do encontro está ampliar os negócios entre as 11 nações que integram o grupo.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751729885_834_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751729886_375_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Atualmente, o comércio intra bloco comporta crescimento significativo, pois hoje, apesar da relevância econômica individual de cada nação, o volume de trocas entre nós representa muito pouco, quando comparado ao que comercializamos com o resto do mundo. É preciso avançar&#8221;, destacou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban.</p>
</blockquote>
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<ul>
<li>Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics.</li>
<li>Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor.</li>
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</ul>
<p><strong>Para o CEO da Embraer, Francisco Neto, que também coordena o Conselho Empresarial do Brics (Cebrics), é preciso ampliar o comércio e a integração da cadeia de suprimentos desses países.</strong></p>
<blockquote>
<p>Entre as recomendações do Cebrics estão a &#8220;expansão de rotas aéreas, especialmente para conectar cidades de pequeno e médio porte, a melhoria do acesso ao capital, finanças sustentáveis e facilitação de fluxos de investimento internacional, modernização da logística comercial e do comércio digital, e o fortalecimento da cooperação com o novo banco de desenvolvimento para financiamento de infraestrutura&#8221;, disse Neto.</p>
</blockquote>
<p>O Brics é composto por 11 países: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. Juntos, eles somam quase metade da população mundial, 40% da economia global e mais de 20% do comércio mundial. </p>
<p>Em termos de recursos naturais, <strong>os membros do grupo concentram cerca de 70% das reservas de terras raras, mais de 40% da produção de petróleo e quase 80% da produção de carvão mineral.</strong></p>
<p>De acordo com a CNI, o comércio do Brasil com os outros países do Brics totalizou 210 bilhões de dólares, ou 35% do total. O bloco foi destino de 121 bilhões de dólares em exportações brasileiras.</p>
<p>Outras prioridades dos empresários do Brics são promover inovação e a transformação digital, além de transição energética e desenvolvimento sustentável.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nossas recomendações [em transição energética e desenvolvimento sustentável] abordaram temas como: segurança alimentar e agricultura sustentável; agricultura regenerativa e restauração de terras; combustíveis e aviação sustentável, o SAF; energias renováveis e economia circular; e a descarbonização das cadeias de valor e tecnologias verdes&#8221;, disse Neto.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, nos últimos dez anos, os encontros do Brics se transformaram num grande e importante protagonista da geopolítica mundial.<strong> &#8220;Os Brics são o motor da economia mundial. Eles representam mais de 40% do PIB (Produto Interno Bruto) do mundo e crescem bem acima da média mundial. Portanto, são promotores do desenvolvimento mundial , disse.</strong></p>
<p><strong>Alckin destacou a importância do encontro de empresários, para promover &#8220;as oportunidades de investimentos recíprocos entre os nossos países, o fortalecimento do comércio exterior e o incentivo à inovação para podermos avançar ainda mais&#8221;.</strong></p>
<h2>Mulheres</h2>
<p>Outro objetivo do Fórum de Empresários é ampliar a participação das mulheres na economia desses países. Segundo a presidente da Aliança Empresarial das Mulheres do Brics, Monica Monteiro, apenas 15% das empresas que atuam internacionalmente no mundo são lideradas por mulheres. E elas enfrentam obstáculos no acesso ao crédito.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Para a gente conseguir escalar, a gente vai precisar de recurso. Para ter recurso, a gente precisa realmente de linhas que sejam direcionadas para mulher. Porque quando abre uma linha, as empresas maiores vão lá e elas já são lideradas por homem. A gente tem que ter realmente metas para poder atingir esse número&#8221;, afirmou Monica.</p>
</blockquote>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/empresarios-do-brics-se-reunem-no-rio-em-busca-de-ampliacao-de-negocio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 12:33:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/empresarios-do-brics-se-reunem-no-rio-em-busca-de-ampliacao-de-negocio/">Empresários do Brics se reúnem no Rio em busca de ampliação de negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-diz-que-brics-e-fiador-de-um-futuro-promissor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 14:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Brics terá declarações de IA]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[diz diretor de agência]]></category>
		<category><![CDATA[doenças socialmente determinadas e clima]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecimento do complexo industrial da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Empresarial do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens do Brics têm energia nuclear como saída]]></category>
		<category><![CDATA[Ruas do Rio serão fechadas ao tráfego devido à reunião do Brics]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/lula-diz-que-brics-e-fiador-de-um-futuro-promissor/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado (5) que o Brics segue como &#8220;fiador de um futuro promissor&#8221;. A afirmação foi feita durante abertura do Fórum Empresarial do Brics, no Rio de Janeiro. &#8220;Durante do ressurgimento do protecionismo, cabe às nações emergentes defender o regime multilateral de comércio e reformar a arquitetura financeira internacional. Os Brics seguem como fiador de um futuro promissor&#8221;, disse Lula. Notícias relacionadas: Ruas do Rio serão fechadas ao tráfego devido à reunião do Brics. Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima. Jovens do Brics têm energia nuclear como saída, diz diretor de agência. O Brics funciona como foro de articulação político-diplomática de países do Sul Global e de cooperação nas&#8230;</p>
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<p><strong>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado (5) que o Brics segue como &#8220;fiador de um futuro promissor&#8221;. </strong>A afirmação foi feita durante abertura do Fórum Empresarial do Brics, no Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751727129_478_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751727129_361_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Durante do ressurgimento do protecionismo, cabe às nações emergentes defender o regime multilateral de comércio e reformar a arquitetura financeira internacional. Os Brics seguem como fiador de um futuro promissor&#8221;, disse Lula.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ruas do Rio serão fechadas ao tráfego devido à reunião do Brics.</li>
<li>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima.</li>
<li>Jovens do Brics têm energia nuclear como saída, diz diretor de agência.</li>
</ul>
<p>O Brics funciona como foro de articulação político-diplomática de países do Sul Global e de cooperação nas mais diversas áreas e reúne 11 países: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.</p>
<p><strong>Segundo Lula, esses países podem liderar um novo modelo de desenvolvimento pautado em agricultura sustentável, indústria verde, infraestrutura resiliente e bioeconomia.</strong></p>
<p>&#8220;Nossos países já estão entre os maiores investidores de energia renovável do planeta. Há imenso potencial para ampliar a produção de biocombustíveis, baterias, placas solares e turbinas eólicas. Possuímos minerais estratégicos essenciais para a transição energética&#8221;.</p>
<p><strong>Lula disse ainda que fortalecimento do complexo industrial da saúde &#8220;amplia o acesso a medicamentos e é fundamental para superar doenças socialmente determinadas que afligem os mais vulneráveis&#8221;.</strong></p>
<p>Em seu discurso, o presidente brasileiro também defendeu uma governança multilateral sobre a inteligência artificial (IA).</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A inteligência artificial traz possibilidades que há poucos anos sequer imaginávamos. Na ausência de diretrizes claras coletivamente acordadas, modelos gerados apenas com base na experiência de grandes empresas de tecnologia vão se impor&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Ele também aproveitou seu discurso para falar sobre os conflitos internacionais. Segundo ele, a cúpula do Brics certamente apontará soluções para essa situação.</p>
<p><strong>&#8220;Ao invés de barreiras, promovemos integração. Contra a indiferença, construímos a solidariedade&#8221;.</strong></p>
<h2>Fórum</h2>
<p>O Fórum Empresarial do Brics discute, ao longo deste sábado, o papel do setor produtivo na busca de um desenvolvimento econômico sustentável. <strong>Entre os temas debatidos estão comércio e segurança alimentar, transição energética, descarbonização, economia digital e inclusão financeira.</strong></p>
<p><strong>Os 11 países que integram o Brics somam quase metade da população mundial, 40% da economia global e mais de 20% do comércio mundial. </strong></p>
<p>Em termos de recursos naturais, os membros do grupo concentram cerca de 70% das reservas de terras raras, mais de 40% da produção de petróleo e quase 80% da produção de carvão mineral.</p>
<p> Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/lula-diz-que-brics-e-fiador-de-um-futuro-promissor">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 11:17:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-diz-que-brics-e-fiador-de-um-futuro-promissor/">Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 14:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics terá declarações de IA]]></category>
		<category><![CDATA[Brics vive impasses sobre Irã]]></category>
		<category><![CDATA[doenças socialmente determinadas e clima]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina e Conselho de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ponto facultativo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) estabeleceu ponto facultativo nesta segunda-feira (7) para os órgãos públicos federais localizados no município do Rio de Janeiro (RJ). A decisão considera a agenda internacional da Cúpula do Brics, realizada neste domingo (6) e na própria segunda-feira, na capital fluminense, com chefes de Estado e de governo dos países membros. Notícias relacionadas: Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor. Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima. Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança. No entanto, o ponto facultativo não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais, que devem manter o funcionamento normal. A medida foi estabelecida na Portaria nº 5.405/2025, publicada em edição extra&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) estabeleceu ponto facultativo nesta segunda-feira (7) para os órgãos públicos federais localizados no município do Rio de Janeiro (RJ).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751726588_919_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751726588_323_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A decisão considera a agenda internacional da Cúpula do Brics, realizada neste domingo (6) e na própria segunda-feira, na capital fluminense, com chefes de Estado e de governo dos países membros.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor.</li>
<li>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima.</li>
<li>Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.</li>
</ul>
<p>No entanto, o <strong>ponto facultativo não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais, que devem manter o funcionamento normal.</strong></p>
<p><strong>A medida foi estabelecida na Portaria nº 5.405/2025, publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> nesta sexta-feira (4).</strong></p>
<h2>BRICS</h2>
<p>O Brics é  formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, bem como por outros membros recém-admitidos – Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. O grupo representa um dos principais foros de articulação político diplomática dos países do Sul Global, com foco na cooperação em diversas áreas. </p>
<p><strong>Desde 1º de janeiro, o Brics está sob a presidência rotativa do Brasil, guiada pelo lema &#8220;Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável&#8221;.</strong></p>
<p>A duração do mandato brasileiro é um ano e se encerrará em 31 de dezembro de 2025.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-cupula-do-brics">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 11:22:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/">Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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