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	<title>Arquivo de Em comunicado - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Em comunicado - WeekNews</title>
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		<title>Trump confirma convite a Lula para compor conselho sobre Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 01:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[bombardeios e tiroteios]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Em comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[Groelândia]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes católicos dos EUA criticam política externa do governo Trump]]></category>
		<category><![CDATA[plano de paz para Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[postagem na rede social X]]></category>
		<category><![CDATA[Presideente dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump compartilha mensagem de Macron oferecendo cúpula do G7]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (20) que convidou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para compor o que vem sendo chamado de Conselho da Paz, um colegiado de líderes internacionais, presidido pelo próprio chefe de Estado norte-americano, que será criado para supervisionar o trabalho de um Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG, na sigla em inglês). Este comitê foi anunciado pela Casa Branca, na semana passada, e será responsável pela reconstrução da Faixa de Gaza, enclave palestino que foi praticamente destruído pelas forças militares de Israel ao logo dos últimos anos, com mais de 68 mil mortos. &#8220;Eu convidei. Eu gosto dele. Lula terá um grande papel no conselho da paz de Gaza&#8221;,&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (20) que convidou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para compor o que vem sendo chamado de Conselho da Paz, um colegiado de líderes internacionais, presidido pelo próprio chefe de Estado norte-americano, que será criado para supervisionar o trabalho de um Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG, na sigla em inglês).</strong> Este comitê foi anunciado pela Casa Branca, na semana passada, e será responsável pela reconstrução da Faixa de Gaza, enclave palestino que foi praticamente destruído pelas forças militares de Israel ao logo dos últimos anos, com mais de 68 mil mortos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768960558_57_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768960558_509_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>&#8220;Eu convidei. Eu gosto dele. Lula terá um grande papel no conselho da paz de Gaza&#8221;, disse Trump ao ser questionado por uma jornalista durante coletiva de imprensa em que fez um balanço do primeiro ano de seu segundo mandato. O mandato trumpista vai até janeiro de 2029.</p>
<h2>Plano para a Palestina</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Trump compartilha mensagem de Macron oferecendo cúpula do G7.</li>
<li>Líderes católicos dos EUA criticam política externa do governo Trump.</li>
</ul>
<p>O conselho idealizado por Trump faz parte da segunda fase do plano de paz para Gaza assinado em outubro do ano passado, sob mediação do norte-americano, que viabilizou um suposto cessar-fogo nos ataques de Israel ao território palestino, apesar da continuidade de bombardeios e tiroteios, segundo relatos recentes de integrantes de agências das Nações Unidas que atuam na região. </p>
<p><strong>Até o momento, o Palácio do Planalto não sinalizou se Lula aceitará ou não o convite. Fontes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) já haviam confirmado recebimento do convite no último fim de semana, via Embaixada do Brasil em Washington.</strong></p>
<p>Outros líderes internacionais também receberam o mesmo convite, a exemplo do presidente da Argentina, Javier Milei, que postou a carta de Trump em suas redes sociais e se disse honrado com a oportunidade. O presidente do Paraguai, Santiago Peña, também recebeu o mesmo convite e agradeceu em uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://x.com/SantiPenap/status/2012528217521836420" target="_blank">postagem na rede social X</a>. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, também teria sido convidado, assim como líderes da Europa e do Egito.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whitehouse.gov/briefings-statements/2026/01/statement-on-president-trumps-comprehensive-plan-to-end-the-gaza-conflict/" target="_blank">Em comunicado</a> divulgado na última sexta-feira (16), o governo Trump anunciou a formação do grupo que governará Gaza, que inclui o enviado dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, o secretário de Estado, Marco Rubio, o genro do presidente, Jared Kushner, o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, entre outros. <strong>De acordo com o comunicado, caberá a este comitê executivo refletir as diretrizes definidas pelo Conselho da Paz.</strong> Além deste, um outro comitê executivo também está sendo formado, incluindo autoridades de perfil tecnocrático da Turquia e Catar.  Nenhum líder palestino, até o momento, foi indicado para compor essas estruturas de governança para Gaza. </p>
<p>No convite enviado a Santiago Peña e Javier Milei, de igual teor, não há informações sobre a composição deste conselho nem as regras de funcionamento. De acordo com a imprensa estrangeira, incluindo jornais israelenses, o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu criticou o anúncio da Casa Branca, dizendo que o comitê executivo &#8220;não foi coordenado com Israel e contraria a política do país.&#8221;</p>
<p>Um rascunho de um suposto estatuto deste conselho, divulgado pela emissora Bloomberg, dos EUA, informa que o governo norte-americano estaria pedindo US$ 1 bilhão para que o país convidado garantisse assento permanente no colegiado, o que dá mais de R$ 5 bilhões na cotação atual. A cobrança foi negada pela Casa Branca, informou a agência <em>Reuters</em>.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Em meio a um novo ciclo de aumento de tensões entre Trump e líderes europeus, por conta da tentativa do governo dos EUA em anexar a Groelândia, o presidente Lula criticou o líder norte-americano. Enquanto discursava em cerimônia de entrega de moradias do Minha Casa, Minha Vida, no Rio Grande do Sul, nesta terça, Lula chamou a atenção para o fato de que Trump tenta &#8220;governar o mundo&#8221; via publicações em redes sociais.</p>
<p>&#8220;Vocês já perceberam que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter?&#8221;, disse. &#8220;É fantástico. Todo dia ele fala uma coisa e todo dia o mundo fala ainda o que ele falou&#8221;, acrescentou o presidente. Ao criticar o uso excessivo de dispositivos, Lula afirmou que não permite a entrada de pessoas com celular em seu gabinete.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/trump-confirma-convite-lula-para-compor-conselho-sobre-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 20 Jan 2026 21:16:00 -0300 </p>

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		<title>Mais de 100 crianças já foram mortas em Gaza desde &#039;cessar-fogo&#039;</title>
		<link>https://weeknews.online/mais-de-100-criancas-ja-foram-mortas-em-gaza-desde-cessar-fogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 15:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques de Israel deixam 405 mortos em Gaza desde cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[disse a organização]]></category>
		<category><![CDATA[Em 1º sermão de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Em comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[em vídeo publicado]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[não forneceu provas a uma investigação]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[papa lamenta condições dos palestinos em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Os bombardeiros de Israel e tiroteios na Faixa de Gaza já mataram mais de 100 crianças, desde o início de outubro do ano passado, quando foi assinada a suposta trégua entre Israel e o Hamas. &#8220;[O número representa] aproximadamente um menino ou menina mortos todos os dias. Durante um &#8216;cessar-fogo'&#8221;, informou o porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), James Elder, em vídeo publicado nesta terça-feira (13). Notícias relacionadas: Em 1º sermão de Natal, papa lamenta condições dos palestinos em Gaza. Ataques de Israel deixam 405 mortos em Gaza desde cessar-fogo . O &#8216;cessar-fogo&#8217; na região foi assinado entre o governo de Tel Aviv e o Hamas no dia 9 de outubro, com a intermediação dos Estados Unidos (EUA). “Desde o cessar-fogo, o&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Os bombardeiros de Israel e tiroteios na Faixa de Gaza já mataram mais de 100 crianças, desde o início de outubro do ano passado, quando foi assinada a suposta trégua entre Israel e o Hamas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768403163_443_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768403163_699_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>&#8220;[O número representa] aproximadamente um menino ou menina mortos todos os dias. Durante um &#8216;cessar-fogo'&#8221;, informou o porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), James Elder, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://x.com/UNICEF/status/2011121709319938254" target="_blank">em vídeo publicado</a> nesta terça-feira (13).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em 1º sermão de Natal, papa lamenta condições dos palestinos em Gaza.</li>
<li>Ataques de Israel deixam 405 mortos em Gaza desde cessar-fogo .</li>
</ul>
<p>O &#8216;cessar-fogo&#8217; na região foi assinado entre o governo de Tel Aviv e o Hamas no dia 9 de outubro, com a intermediação dos Estados Unidos (EUA).</p>
<blockquote>
<p>“Desde o cessar-fogo, o Unicef registrou relatos de pelo menos 60 meninos e 40 meninas mortos na Faixa de Gaza. O número de 100 reflete apenas os incidentes em que havia detalhes suficientes para serem registrados, portanto, o número real de crianças palestinas mortas provavelmente é maior. Centenas de crianças ficaram feridas”, acrescentou Elder.</p>
</blockquote>
<p>Falando diretamente de Gaza, o porta-voz do Unicef aparece ao lado do menino Abid Al Rahman, de 9 anos, atingido por estilhaços de bomba em Khan Younis, no Sul do território palestino.</p>
<p>“Eu estava colhendo lenha e plásticos quando um míssil caiu perto de mim e um estilhaço grosso voou direto para o meu olho. Agora não consigo mais enxergar com meu olho”, disse Abid, que ainda tem o fragmento do metal alojado no rosto.</p>
<h2>Restrições</h2>
<p><strong>O Unicef também denuncia que a região segue sob severas restrições de acesso a suprimentos médicos, gás de cozinha, combustível e peças para concerto de sistemas de água e esgoto.</strong></p>
<p>Por outro lado, a organização da ONU reconhece que foram registrados progressos para população durante o cessar-fogo, com expansão dos serviços de saúde, incluindo imunização, e reparos em encanamentos de água e estações e redes de esgoto, “tudo graças a engenhosidade palestina, e não à entrada de peças de reposição permitidas”.</p>
<blockquote>
<p>“E na área da nutrição, adicionamos mais de 70 centros de distribuição de alimentos em Gaza. A fome diminuiu”, avaliou o porta-voz do Unicef.</p>
</blockquote>
<p>Por outro lado, as Forças Armdas de Israel afirmam que grupos palestinos estariam violando o cessar-fogo, o que levaria a respostas dos militares. </p>
<p>Já o Hamas acusa Israel de seguir com a política de genocídio do povo palestino, principalmente por meio do bloqueio de entrada de ajuda humanitária.</p>
<h2>Organizações humanitárias</h2>
<p>No final de dezembro, o <strong>parlamento de Israel aprovou uma lei para proibir a atuação de 37 organizações de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, </strong>incluindo a Médicos Sem Fronteiras (MSF). O motivo seria o fato de essas organizações se negarem a passar dados de funcionários palestinos ao governo de Benjamin Netanyahu. </p>
<p>A organização Médicos Sem Fronteiras afirma que isso viola a privacidade dos funcionários e os coloca em risco.</p>
<p>“O MSF tem preocupações legítimas em relação à exigência, para o registro, de que sejam compartilhadas informações pessoais de nossa equipe palestina com as autoridades israelenses, agravadas pelo fato de 15 colegas de MSF terem sido mortos pelas forças israelenses”, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.msf.org.br/noticias/ameaca-de-israel-de-suspender-registro-de-organizacoes-e-duro-golpe-em-gaza-e-cisjordania/" target="_blank">disse a organização, em comunicado</a>.</p>
<p>Israel ainda determinou, no mês passado, o corte de água, eletricidade e energia e comunicações das instalações dessas organizações que incluem ainda a Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA).</p>
<p><strong>A medida levou o secretário-geral da ONU, António Guterrres, a alertar o governo de Netanyahu de que a ONU poderá levar Israel à Corte Internacional de Justiça (CIJ) devido a essas ações.</strong></p>
<p>A UNRWA já havia sido proibida de atuar nos territórios ocupados por Israel em outubro de 2024. O governo israelense alega que a agência empregaria militantes do Hamas, mas não forneceu provas a uma investigação independe criada para apurar as acusações.</p>
<p>O comissário-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, condenou as novas medidas israelenses, afirmando que elas “fazem parte de um padrão preocupante de desrespeito ao direito internacional humanitário e de crescentes entraves às operações de ajuda”.</p>
<p>O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, acusou a ONU de tentar “intimidar” Israel com ameaças de levar o país para os tribunais internacionais.</p>
<p>“Em vez de abordar a questão grave do envolvimento de funcionários da UNRWA em terrorismo, [a ONU] está tentando encobrir crimes cometidos pela UNRWA, que atua como subsidiária do Hamas”.</p>
<p> </p>
<p> Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/mais-de-100-criancas-ja-foram-mortas-em-gaza-desde-cessar-fogo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 14 Jan 2026 11:10:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Após Venezuela, Trump ameaça tomar Groenlândia e atacar Colômbia</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-venezuela-trump-ameaca-tomar-groenlandia-e-atacar-colombia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ação militar na Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[disse Frederiksen]]></category>
		<category><![CDATA[Em comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[invasão Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Premiê britânico diz que cabe aos EUA justificar ações na Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Trump ameaça operação militar contra Colômbia após ataque à Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Um dia após bombardear a Venezuela e sequestrar o presidente Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou anexar a Groenlândia, território semiautônomo ligado à Dinamarca, e sugeriu uma ação militar contra o governo da Colômbia, de Gustavo Petro. A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, emitiu nota afirmando que os EUA não têm qualquer direito de anexar nenhum dos países do Reino da Dinamarca. Notícias relacionadas: Trump ameaça operação militar contra Colômbia após ataque à Venezuela. Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela. Premiê britânico diz que cabe aos EUA justificar ações na Venezuela. “Tenho que dizer isso muito diretamente aos Estados Unidos: não faz absolutamente nenhum sentido falar sobre a necessidade de os EUA tomarem&#8230;</p>
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				</p>
<p>Um dia após bombardear a Venezuela e sequestrar o presidente Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou anexar a Groenlândia, território semiautônomo ligado à Dinamarca, e sugeriu uma ação militar contra o governo da Colômbia, de Gustavo Petro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767623081_402_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767623081_362_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, emitiu nota afirmando que os EUA não têm qualquer direito de anexar nenhum dos países do Reino da Dinamarca.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Trump ameaça operação militar contra Colômbia após ataque à Venezuela.</li>
<li>Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela.</li>
<li>Premiê britânico diz que cabe aos EUA justificar ações na Venezuela.</li>
</ul>
<p>“Tenho que dizer isso muito diretamente aos Estados Unidos: não faz absolutamente nenhum sentido falar sobre a necessidade de os EUA tomarem posse da Groenlândia”, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://stm.dk/presse/pressemeddelelser/2025/udtalelse-fra-statsminister-mette-frederiksen/" target="_blank">disse Frederiksen</a>. </p>
</blockquote>
<p><strong>A chefe do Estado europeu lembrou que a Dinamarca faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e está coberta pela garantia de segurança da aliança militar, que é encabeçada pelos próprios EUA.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Já temos um acordo de defesa entre o Reino e os Estados Unidos, que concede aos EUA amplo acesso à Groenlândia. E nós, por parte do Reino, investimos significativamente em segurança no Ártico”, completou.</p>
</blockquote>
<p>A primeira-ministra da Dinamarca ainda apelou para o fim das ameaças.</p>
<blockquote>
<p>“Insisto veementemente para que os EUA cessem as ameaças contra um aliado histórico e contra outro país e outro povo que já deixaram bem claro que não estão à venda”, finalizou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em uma rede social, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, disse que a ameaça é inaceitável.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Quando o presidente dos Estados Unidos fala &#8220;precisamos da Groenlândia&#8221; e nos liga com a Venezuela e intervenção militar, não é só errado. Isto é tão desrespeitoso. Nosso país não é objeto de retórica de superpotência”, comentou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em entrevista à revista <em>The Atlantic</em>, Trump afirmou, nesse domingo (4), que Washington “precisa” da Groenlândia para a segurança nacional.</strong></p>
<blockquote>
<p>“[Precisamos da Groenlândia] não por causa dos minerais, temos vários lugares para minerais e petróleo, mais que qualquer país do mundo. Precisamos da Groenlândia para nossa segurança nacional. Se você olhar para Groenlândia, olhar para cima e para baixo da costa, tem navios russos e chineses por todas as partes”, afirmou o chefe da Casa Branca.</p>
</blockquote>
<p>As ameaças para anexar o território no extremo-norte do continente americano vêm desde que Trump assumiu o governo, em janeiro de 2025.</p>
<p>A nova ameaça desse domingo foi rejeitada por outros chefes de Estado europeus, como dos vizinhos Finlândia, Noruega e Suécia. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que somente a Groenlândia e a Dinamarca devem decidir o futuro do território.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;E a Dinamarca é uma aliada próxima na Europa, é uma aliada da Otan e é muito importante que o futuro da Groenlândia seja para o Reino da Dinamarca e para a própria Groenlândia, e somente para a Groenlândia e o Reino da Dinamarca&#8221;, disse Starmer à emissora pública inglesa BBC.</p>
</blockquote>
<h2>Colômbia</h2>
<p><strong>Além da Groenlândia, Trump ameaçou também de uma ação militar na Colômbia, do presidente esquerdista Gustavo Petro, crítico das políticas da Casa Branca para a América Latina</strong>. O presidente dos EUA disse que uma ação militar contra o governo Petro “parece bom”.</p>
<blockquote>
<p>“A Colômbia também está muito doente, administrada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos EUA”, e ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse Trump a jornalistas.</p>
</blockquote>
<p>O presidente da Colômbia rejeitou as acusações do presidente estadunidense.  </p>
<blockquote>
<p>“Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas; meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários foram tornados públicos”, lembrou.</p>
</blockquote>
<p>“Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, completou.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/apos-venezuela-trump-ameaca-tomar-groenlandia-e-atacar-colombia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 05 Jan 2026 11:09:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-venezuela-trump-ameaca-tomar-groenlandia-e-atacar-colombia/">Após Venezuela, Trump ameaça tomar Groenlândia e atacar Colômbia</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Ações dos EUA na Venezuela representam riscos à ordem multilateral</title>
		<link>https://weeknews.online/acoes-dos-eua-na-venezuela-representam-riscos-a-ordem-multilateral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 10:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump ameaça vice venezuelana e diz que ela pode "pagar preço maior"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os ataques feitos pelos Estados Unidos à Venezuela no sábado (3) para derrubar o presidente, Nicolás Maduro, representam, na avaliação de especialistas entrevistados pela Agência Brasil, riscos para organismos multilaterais e para os países da América Latina. Militares americanos retiraram à força Maduro e sua mulher, Cilia Flores, de território venezuelano, em uma ação que matou forças de segurança do presidente e causou explosões em Caracas, capital do país. Maduro foi levado para Nova York e, segundo o governo dos Estados Unidos, vai responder no país a acusações por uma suposta ligação ao tráfico internacional de drogas. Notícias relacionadas: Trump ameaça vice venezuelana e diz que ela pode &#8220;pagar preço maior&#8221;. Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela. EUA trabalharão com Venezuela se país tomar decisões&#8230;</p>
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				</p>
<p>Os ataques feitos pelos Estados Unidos à Venezuela no sábado (3) para derrubar o presidente, Nicolás Maduro, representam, na avaliação de especialistas entrevistados pela <strong>Agência Brasil</strong>, riscos para organismos multilaterais e para os países da América Latina.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767608196_549_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767608196_238_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Militares americanos retiraram à força Maduro e sua mulher, Cilia Flores, de território venezuelano, em uma ação que matou forças de segurança do presidente e causou explosões em Caracas, capital do país. Maduro foi levado para Nova York e, segundo o governo dos Estados Unidos, vai responder no país a acusações por uma suposta ligação ao tráfico internacional de drogas.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Trump ameaça vice venezuelana e diz que ela pode &#8220;pagar preço maior&#8221;.</li>
<li>Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela.</li>
<li>EUA trabalharão com Venezuela se país tomar decisões certas, diz Rubio.</li>
</ul>
<p>Cientista político e professor de relações internacionais da Faculdade São Francisco de Assis (Unifin), <strong>Bruno Lima Rocha diz que o ocorrido na madrugada de sábado, quando se deu a incursão, é, antes de tudo, um ataque dos Estados Unidos à soberania de um país.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Primeiro, porque não existe, no direito internacional, um atestado para que os Estados Unidos operem como polícia do mundo&#8221;, diz Rocha.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Em segundo lugar, porque, mesmo que as acusações contra Nicolás Maduro fossem verdadeiras – o que, de fato não são –, a ONU ou o sistema de instituições internacionais não delegaram para os Estados Unidos poder para sequestrar, capturar ou intervir em um país soberano”, argumenta o professor.</p>
<p>Entre as justificativas apresentadas pelo governo estadunidense para os ataques contra a Venezuela está a de que Maduro estaria ligado a grupos narcoterroristas que abastecem com drogas o mercado interno dos EUA.</p>
<p>“Do ponto de vista legal, isso foi um absurdo. Uma agressão imperialista pura e simples”, disse Bruno Rocha, que classifica como “sequestro” a ação contra Nicolás Maduro e alerta que os EUA ameaçam roubar o petróleo da Venezuela, cujas reservas são as maiores do mundo.</p>
<p> </p>
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NO RESALES. NO ARCHIVES. THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT" title="ABC Affiliate WABC/Reuters/Proibida reprodução"><br />
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<h6 class="meta">Nicolás Maduro desembarca detido em Nova York, onde é mantido preso pelos EUA <strong>ABC Affiliate WABC/Reuters/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=449610--></h6>
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<h2>Riscos</h2>
<p><strong>Para o pesquisador, outros países da região que detêm riquezas minerais do interesse estadunidense correm riscos. </strong></p>
<p>No caso do Brasil, Rocha avalia que, na hipótese de o país decidir pelo monopólio estatal na exploração dos minerais críticos nacionais, esse risco poderia aumentar. Outros fatores que poderiam pesar para aumentar a tensão, na visão dele, seriam firmar acordos nessa área com a Rússia e China e utilizar moedas diferentes do dólar nessas transações.</p>
<p>No entanto, ele acredita que a legislação brasileira não tende a ir por esse caminho, uma vez que o país não detém o monopólio real de minerais estratégicos e das terras raras, além de permitir que empresas estrangeiras explorem minerais e petróleo sob regulação de agências nacionais.</p>
<h2>Posição delicada</h2>
<p>Docente no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Católica de Brasília (UCB), Gustavo Menon acredtia que o Brasil se encontra em uma “posição muito delicada” neste atual contexto geopolítico.</p>
<p><strong>Na avaliação de Menon, a tendência é de que o Brasil mantenha a a estratégia de fortalecer a via da diplomacia e da cooperação, seguindo sua tradição de defender os direitos humanos, a não intervenção e a resolução pacífica dos conflitos.</strong></p>
<p>“O Brasil vê com muita preocupação essa intervenção armada direta em solo sul-americano”, disse o especialista. “Em termos do posicionamento, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro vem sinalizando exatamente pela legitimidade de Delcy Rodrigues [vice-presidente da Venezuela] como presidente interina”, diz o especialista em América Latina.</p>
<blockquote>
<p>“Essa ação sem precedentes por parte dos EUA acaba quebrando a América do Sul como uma região de paz”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>Gustavo Menon diz que a ação estadunidense configura violação tanto dos princípios que regem o direito internacional como das normas domésticas daquele país. Ele aponta que <strong>não houve aprovação do Congresso dos Estados Unidos para essa incursão militar, nem expedição de norma ou mandado visando à captura de Nicolás Maduro.</strong></p>
<h2>Instituições multilaterais</h2>
<p>Do ponto de vista internacional, os pesquisadores destacam que os sistemas multilaterais concebidos após a Segunda Guerra Mundial, com a criação do sistema ONU, saem feridos do episódio.</p>
<blockquote>
<p>“No fundo, estamos presenciando o colapso desse sistema multilateral. Essa institucionalidade simplesmente virou pó”, argumentou Menon.</p>
</blockquote>
<p>Para Bruno Rocha, a agressão dos EUA mostra que Donald Trump &#8220;colocou na lata do lixo” instituições criadas após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>“Do ponto de vista do Século 21, é um momento novo. O sistema ONU, uma tentativa de arranjo pós-Segunda Guerra, vem sendo desmontado pelos próprios Estados Unidos”.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Trump e ministros concedem coletiva de imprensa sobre ataque à Venezuela <strong>REUTERS/Jonathan Ernst/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=449578--></h6>
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<h2>Próximos passos</h2>
<p>Menon chama atenção para a necessidade de se ficar atento aos próximos passos dos EUA na região. “Até porque sabemos que a questão do petróleo é elemento essencial, e que a Venezuela é o país com a maior reserva de petróleo no planeta, além de ser também um país amazônico”.</p>
<p>O pesquisador destaca que é preciso pensar a América do Sul como uma região privilegiada do ponto de vista de recursos naturais, que entrou de forma mais intensa nesta que é uma corrida geopolítica e geoeconômica da contemporaneidade.</p>
<p>O professor da USP e da UCB diz ainda não ser possível saber como será a tutela sobre a Venezuela anunciada por Donald Trump, no sentido de controlar os recursos petrolíferos venezuelanos.</p>
<blockquote>
<p>“O que vejo, por enquanto, são os EUA enviando uma mensagem clara a Pequim e a Moscou, no sentido de que a América Latina é uma região historicamente influenciada pelos EUA. E, mais do que isso, no sentido de prevalecer cada vez mais a lei do mais forte”, acrescentou Menon.</p>
</blockquote>
<p>Bruno Rocha diz ser preocupante ver uma superpotência com um governante de extrema direita invadir um país soberano na América Latina.</p>
<p>“Isso representa ameaça a todos os demais países. Seja por uma interferência direta militar, como na Venezuela; seja por uma ameaça de prêmio financeiro, como na eleição legislativa da Argentina; ou seja por uma operação de fraude, como em Honduras”.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/acoes-dos-eua-na-venezuela-representam-riscos-ordem-multilateral">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 05 Jan 2026 07:02:00 -0300 </p>

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		<title>Forças Armadas da Venezuela reconhecem vice como presidente interina</title>
		<link>https://weeknews.online/forcas-armadas-da-venezuela-reconhecem-vice-como-presidente-interina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 19:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[capturado pelo governo dos Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Em comunicado]]></category>
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		<category><![CDATA[Mauro Vieira participa de reunião da Celac sobre crise na Venezuela]]></category>
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		<category><![CDATA[o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. As Forças Armadas venezuelanas reconheceram neste domingo (4) a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, como presidente interina da Venezuela. Em vídeo, o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, também rechaçou a intervenção norte-americana no país e exigiu a libertação do presidente Nicolas Maduro, capturado pelo governo dos Estados Unidos. López avaliou que o ataque representa “uma ameaça global”. Notícias relacionadas: Mauro Vieira participa de reunião da Celac sobre crise na Venezuela . Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela. EUA trabalharão com Venezuela se país tomar decisões certas, diz Rubio. “Se hoje foi contra a Venezuela, amanhã pode ser contra qualquer Estado, contra qualquer país”.  “Rechaçamos essa pretensão colonialista que se deseja implementar, sob o espírito da doutrina Monroe, sobre&#8230;</p>
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				</p>
<p>As Forças Armadas venezuelanas reconheceram neste domingo (4) a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, como presidente interina da Venezuela.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767554200_390_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767554200_838_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em vídeo, o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, também rechaçou a intervenção norte-americana no país e exigiu a libertação do presidente Nicolas Maduro, </strong>capturado pelo governo dos Estados Unidos<strong>.</strong> López avaliou que o ataque representa “uma ameaça global”.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mauro Vieira participa de reunião da Celac sobre crise na Venezuela .</li>
<li>Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela.</li>
<li>EUA trabalharão com Venezuela se país tomar decisões certas, diz Rubio.</li>
</ul>
<p>“Se hoje foi contra a Venezuela, amanhã pode ser contra qualquer Estado, contra qualquer país”. </p>
</blockquote>
<p>“Rechaçamos essa pretensão colonialista que se deseja implementar, sob o espírito da doutrina Monroe, sobre a América Latina e o Caribe”, disse o ministro, ao pedir ao povo da Venezuela que retome suas atividades ao longo dos próximos dias. </p>
<p>O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, na sigla em espanhol) já havia decidido que Delcy Rodríguez deveria assumir a presidência interina do país, após a captura do líder Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.</p>
<h2>Entenda </h2>
<p>No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana, Caracas. Em meio ao ataque militar, realizado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. </p>
<p>O ataque marcou um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina.<strong> A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá</strong>, quando militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.</p>
<p>Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.</p>
<p>O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.</p>
<p>Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.</p>
<p> </p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/forcas-armadas-da-venezuela-reconhecem-vice-como-presidente-interina">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 04 Jan 2026 15:43:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio, diz ministro</title>
		<link>https://weeknews.online/equipe-de-seguranca-de-maduro-foi-morta-a-sangue-frio-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 19:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Em comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos acusam Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas da Venezuela reconhecem vice como presidente interina]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[invasão Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[levados para Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[meio ao ataque militar]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuelanos no exterior reagem a ataque dos EUA e queda de Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Padrino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/equipe-de-seguranca-de-maduro-foi-morta-a-sangue-frio-diz-ministro/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse neste domingo (4) que boa parte da equipe de segurança de Nicolas Maduro foi morta “a sangue frio” durante o ataque perpetrado pelos Estados Unidos, no sábado (3), que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro.  “Soldados, soldadas e cidadãos inocentes”, disse Padrino, sem citar nomes ou números específicos. A declaração foi feita em vídeo, em que o ministro aparece acompanhado de membros das Forças Armadas do país.  Notícias relacionadas: Forças Armadas da Venezuela reconhecem vice como presidente interina. Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela. Venezuelanos no exterior reagem a ataque dos EUA e queda de Maduro. Ao ler um comunicado oficial, Padrino rechaçou a intervenção norte-americana no&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/equipe-de-seguranca-de-maduro-foi-morta-a-sangue-frio-diz-ministro/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse neste domingo (4) que boa parte da equipe de segurança de Nicolas Maduro foi morta “a sangue frio” durante o ataque perpetrado pelos Estados Unidos, no sábado (3), que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767554038_284_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767554039_203_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Soldados, soldadas e cidadãos inocentes”, disse Padrino, sem citar nomes ou números específicos. A declaração foi feita em vídeo, em que o ministro aparece acompanhado de membros das Forças Armadas do país. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Forças Armadas da Venezuela reconhecem vice como presidente interina.</li>
<li>Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela.</li>
<li>Venezuelanos no exterior reagem a ataque dos EUA e queda de Maduro.</li>
</ul>
<p>Ao ler um comunicado oficial, Padrino rechaçou a intervenção norte-americana no país e exigiu a liberação de Maduro, que está detido em Nova York, sob acusação de narcoterrorismo. </p>
<h2>Entenda</h2>
<p>No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. </p>
<p>O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.</p>
<p>Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.</p>
<p>O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.</p>
<p>Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.</p>
<p> </p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/equipe-de-seguranca-de-maduro-foi-morta-sangue-frio-diz-ministro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 04 Jan 2026 15:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/equipe-de-seguranca-de-maduro-foi-morta-a-sangue-frio-diz-ministro/">Equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio, diz ministro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Mauro Vieira participa de reunião da Celac sobre crise na Venezuela</title>
		<link>https://weeknews.online/mauro-vieira-participa-de-reuniao-da-celac-sobre-crise-na-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 18:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Celac]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, participa neste domingo (4) de reunião extraordinária da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) convocada para discutir a situação na Venezuela, após ataque militar orquestrado pelos Estados Unidos. O encontro, agendado para o início da tarde, ocorre por meio de videoconferência.  A Celac é um mecanismo intergovernamental de diálogo e acordo político que inclui permanentemente 32 países da América Latina e do Caribe. Funciona ainda como um fórum regional com todos os países da América Latina e do Caribe e aspira ser uma voz singular e estruturada na tomada de decisões políticas e na cooperação em apoio aos programas de integração regional. Entenda Notícias relacionadas: Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam&#8230;</p>
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<p>O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, participa neste domingo (4) de reunião extraordinária da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) convocada para discutir a situação na Venezuela, após ataque militar orquestrado pelos Estados Unidos. O encontro, agendado para o início da tarde, ocorre por meio de videoconferência. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767550303_249_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767550303_831_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A Celac é um mecanismo intergovernamental de diálogo e acordo político que inclui permanentemente 32 países da América Latina e do Caribe. Funciona ainda como um fórum regional com todos os países da América Latina e do Caribe e aspira ser uma voz singular e estruturada na tomada de decisões políticas e na cooperação em apoio aos programas de integração regional.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela.</li>
<li>Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país .</li>
</ul>
<p>No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. </p>
<p>O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.</p>
<p><strong>Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.</strong></p>
<p>O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.</p>
<p>Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/mauro-vieira-participa-de-reuniao-da-celac-sobre-crise-na-venezuela">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 04 Jan 2026 14:47:00 -0300 </p>

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