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	<title>Arquivo de Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic - WeekNews</title>
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		<title>Mercado reduz projeção para Selic em 2026 pela primeira vez desde março, aponta Focus</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-reduz-projecao-para-selic-em-2026-pela-primeira-vez-desde-marco-aponta-focus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O mercado financeiro passou a esperar uma taxa básica de juros mais baixa para o fim de 2026. Pela primeira vez desde março, as projeções do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), indicaram queda nas expectativas para a Selic, que deve encerrar o próximo ano em 13,75%. Na semana anterior, a mediana das projeções apontava para 14%. A redução de 0,25 ponto percentual na estimativa ocorre em meio a um movimento de revisão para baixo também nas projeções de inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve fechar 2026 em 5,03%, segundo o relatório. Há uma semana, o mercado trabalhava com um horizonte de 5,12%; quatro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/economia_1609210423_0-1024x512.jpg" alt="Mercado reduz projeção para Selic em 2026 pela primeira vez desde março, aponta Focus" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/pela-1a-vez-desde-marco-mercado-reduz-expectativa-para-selic-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>O mercado financeiro passou a esperar uma taxa básica de juros mais baixa para o fim de 2026. Pela primeira vez desde março, as projeções do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), indicaram queda nas expectativas para a Selic, que deve encerrar o próximo ano em 13,75%. Na semana anterior, a mediana das projeções apontava para 14%.</p>
<p>A redução de 0,25 ponto percentual na estimativa ocorre em meio a um movimento de revisão para baixo também nas projeções de inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve fechar 2026 em 5,03%, segundo o relatório. Há uma semana, o mercado trabalhava com um horizonte de 5,12%; quatro semanas atrás, a expectativa era de 5,30%. É a quinta semana consecutiva de queda nas projeções para o IPCA.</p>
<p>A taxa Selic atualmente está em 14,25%, nível definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho. Com a nova projeção do Focus, o mercado passa a esperar, ao menos, uma redução da taxa até o fim de 2026. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 4 e 5 de agosto.</p>
<p>A última vez em que o boletim havia indicado queda nas projeções para a Selic foi em março de 2026, quando a mediana caiu de 12,13% para 12%. As previsões para os anos seguintes permaneceram estáveis: 12% para 2027 e 10,5% para 2028.</p>
<p>No campo da atividade econômica, as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e para o câmbio em 2026 seguem estáveis há pelo menos cinco semanas, em 1,99% e R$ 5,20, respectivamente. Para 2027, no entanto, houve ajustes para baixo: o crescimento econômico esperado caiu de 1,60% para 1,57%, enquanto a cotação do dólar passou de R$ 5,29 para R$ 5,28.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom eleva a taxa, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que pressiona os preços para baixo, pois juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Por outro lado, taxas elevadas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a Selic é reduzida, o crédito tende a ficar mais barato, incentivando a produção e o consumo, mas com menor controle sobre a inflação.</p>
<p>Além da taxa básica, os bancos consideram outros fatores na definição dos juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>O Boletim Focus é um relatório semanal que reúne as expectativas do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos do país. As projeções são coletadas junto a instituições financeiras e servem de referência para as decisões de política monetária.</p>
<p>A redução nas expectativas de juros e inflação ocorre em um momento de atenção do mercado para o cenário fiscal e para a trajetória da economia brasileira. As próximas reuniões do Copom serão acompanhadas de perto para avaliar se o movimento de queda nas projeções se confirma na prática.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/pela-1a-vez-desde-marco-mercado-reduz-expectativa-para-selic-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Copom reduz taxa Selic para 14,25% ao ano</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-reduz-taxa-selic-para-1425-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (17) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, que passará de 14,50% para 14,25% ao ano. Esta é a terceira vez consecutiva que o comitê reduz os juros. O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação. Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo. Quando há redução, a perspectiva é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços. Na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (17) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, que passará de 14,50% para 14,25% ao ano.</strong></p>
<p><strong>Esta é a terceira vez consecutiva que o comitê reduz os juros.</strong></p>
<p>O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação.</p>
<p>Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo.</p>
<p>Quando há redução, a perspectiva é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços.</p>
<p>Na reunião anterior, em abril, o comitê apontou como justificativa para um ritmo menor na queda dos juros as incertezas sobre os desdobramentos dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio e as expectativas para inflação em alta por período mais prolongado.</p>
<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.</p>
<p>O Copom iniciou o corte dos juros em março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/copom-reduz-taxa-selic-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 17 Jun 2026 19:20:00 -0300</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-511-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,09% para 5,11% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima terceira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Em&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-511-este-ano/">Leia mais...</a></p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,09% para 5,11% este ano. A estimativa está no<em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260605.pdf" target="_blank">Boletim Focus</a></em> desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos</strong>.</p>
<p>Com a guerra no<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank"> Oriente Médio</a> pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima terceira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>Em abril, o preço dos alimentos pressionou a<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/%20inflacao-desacelera-e-fecha-abril-em-0%2C67%25-pressionada-por-alimentos" target="_blank"> inflação oficial, que fechou em 0,67%</a>. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.</p>
<p><strong>A inflação de maio será divulgada na próxima sexta-feira (12) pelo IBGE.</strong></p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,02% para 4,03%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. <strong>Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank">Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</strong></p>
<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>
<p>Em ata, o colegiado <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank">não deu pistas sobre a evolução dos juros</a>. No documento, o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>
<p>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.</p>
<p><strong>Nesta edição do <em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 subiu de 13,25% ao ano para 13,5% ao ano</strong>. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,9% para 1,91%</strong>. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank">economia do país cresceu ​1,1%</a> na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.</p>
<p>Em 2025, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank">economia brasileira cresceu 2,3%</a>, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>
<p><strong>No <em>Focus</em> desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,15 para o final deste ano</strong>. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,20.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-511-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 08 Jun 2026 09:32:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-511-este-ano/">Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Em&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano.</strong> A estimativa está no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260508.pdf" target="_blank"><em>Boletim Focus</em></a> desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Com a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank">guerra no Oriente Médio </a>pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/inflacao-oficial-chega-088-em-marco-diz-ibge" target="_blank">inflação oficial do mês</a> fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank">colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>
<p><strong>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.</strong> O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>
<p>Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank">BC informou que está monitorando o conflito</a> e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>
<p><strong>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho</strong>.</p>
<p>Nesta edição do <em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 10% ao ano.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%</strong>. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) variou de 1,75% para 1,76%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>Em 2025, a<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank"> economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE</a>. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>
<p>No <em>Focus</em> desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
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<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 11 May 2026 10:38:00 -0300</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,89% este ano</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-489-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 13:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[25 ponto percentual]]></category>
		<category><![CDATA[3%]]></category>
		<category><![CDATA[88%]]></category>
		<category><![CDATA[Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[de acordo com o IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia brasileira cresceu 2]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[juros básicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,86% para 4,89% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (4), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela oitava semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,86% para 4,89% este ano. A estimativa está no<em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260430.pdf" target="_blank">Boletim Focus </a></em>desta segunda-feira (4), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688243&amp;o=rss" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688243&amp;o=rss" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela oitava semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic.</li>
<li>Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros.</li>
</ul>
<p>Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>
<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>
<p><strong>Em nota, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. O texto informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</strong></p>
<p>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.</p>
<p>Nesta edição do <em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. <strong>Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%.</strong></p>
<p>Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) caiu de 1,8% para 1,75%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>
<p>No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-489-este-ano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 04 May 2026 10:35:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 14:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[5% ao ano]]></category>
		<category><![CDATA[balanço é positivo]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central reduz juros básicos para 14]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro trimestre]]></category>
		<category><![CDATA[série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios]]></category>
		<category><![CDATA[Simples exigirá nota fiscal nacional única a partir de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Desemprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. Notícias relacionadas: Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano. Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic. Simples exigirá nota fiscal nacional única a partir de setembro. Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desemprego&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo/">Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
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				</p>
<p><strong>A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/69f95a225b42486551a85a6e04e990ac.pdf" target="_blank">série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios</a> (Pnad) Contínua.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777557965_687_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777557965_800_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano.</li>
<li>Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic.</li>
<li>Simples exigirá nota fiscal nacional única a partir de setembro.</li>
</ul>
<p><strong>Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desemprego não ultrapassava 6%. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, a taxa de desocupação foi de 5,8%.</strong></p>
<p>No entanto, o IBGE não recomenda comparação em meses imediatamente seguidos, pois há sobreposição de dados. Por exemplo, os números de fevereiro se repetem nas duas últimas divulgações da pesquisa. Por isso, o instituto prefere fazer comparações com o quarto trimestre de 2025.</p>
<h2>Trabalhadores</h2>
<p>O primeiro trimestre de 2026 terminou com<strong> 6,6 milhões</strong> em busca de emprego. <strong>É a chamada população desocupada.</strong> O contingente é 19,6% superior (1,1 milhão de pessoas) ao do quarto trimestre de 2025, porém fica 13% a menos que o primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>No mesmo trimestre, o total de ocupados chegou a <strong>102 milhões de pessoas</strong>, 1 milhão a menos que no último trimestre de 2025 e 1,5 milhão acima do contingente do primeiro trimestre do ano passado, ou seja, comparação anual.</p>
<h2>Comportamento sazonal</h2>
<p>O comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre foi marcado por características sazonais, ou seja, típicas do período do ano, como explica a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.</p>
<blockquote>
<p>“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporário nas atividades de educação e saúde no setor público municipal.”</p>
</blockquote>
<p>De todos os 10 agrupamentos de atividades apurados pelo IBGE, nenhum apresentou crescimento de ocupados, e três tiveram queda: <strong>comércio (1,5%, ou menos 287 mil pessoas ocupadas), administração pública (2,3%, ou menos 439 mil pessoas) e serviços domésticos (2,6%, ou menos 148 mil pessoas).</strong></p>
<h2>Queda na informalidade</h2>
<p><strong>Apesar de a taxa de desocupação ter aumentado no primeiro trimestre de 2026 em relação ao último trimestre de 2025, o Brasil vivenciou redução da informalidade.</strong></p>
<p>No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.</p>
<p><strong>No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.</strong></p>
<p>O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em <strong>39,2 milhões</strong>, sem variações significativas no trimestre, mas subindo <strong>1,3% (504 mil pessoas a mais) </strong>em um ano.</p>
<p>O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado teve retração de<strong> 2,1%</strong> <strong>(menos 285 mil pessoas)</strong> no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Em um ano, houve estabilidade, isto é, sem mudança estatística significativa.</p>
<p>O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre: 26 milhões. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve alta de 2,4% (607 mil pessoas a mais).</p>
<h2>Pnad</h2>
<p>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. <strong>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa</strong>. <strong>São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</strong></p>
<p>A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.</p>
<p><strong>De acordo com o Caged, março apresentou saldo positivo de 228 mil vagas formais. Em 12 meses, o balanço é positivo em 1,2 milhão de postos com carteira assinada.</strong></p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 30 Apr 2026 10:48:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo/">Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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