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	<title>Arquivo de escritor - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de escritor - WeekNews</title>
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		<title>Flipelô celebra os 25 anos da morte de Jorge Amado e os 40 anos da fundação que preserva seu legado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos da morte de Jorge Amado]]></category>
		<category><![CDATA[A edição deste ano]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Flipelô 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Casa de Jorge Amado: personagens do autor ganham vida em peça]]></category>
		<category><![CDATA[programação da Flipelô]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Nesta quinta-feira (6), completam-se 25 anos da morte do escritor Jorge Amado (1912-2001), autor de obras como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Tereza Batista Cansada de Guerra. A data é lembrada durante a 10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), que ocorre em Salvador até o próximo domingo (9). O historiador Rafael Dantas, que participou de uma mesa em celebração aos 40 anos de criação da Fundação Casa de Jorge Amado durante o evento, comparou o escritor a alguém que faz &#8220;selfies de Salvador&#8221;. Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que Jorge Amado foi uma espécie de &#8220;tradutor desse modo de viver da Bahia e&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/flipelo-celebra-os-25-anos-da-morte-de-jorge-amado-e-os-40-anos-da-fundacao-que-preserva-seu-legado/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/0g0a6472-1024x512.jpg" alt="Flipelô celebra os 25 anos da morte de Jorge Amado e os 40 anos da fundação que preserva seu legado" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-08/25-anos-sem-jorge-amado-legado-do-autor-ganha-celebracao-na-flipelo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Nesta quinta-feira (6), completam-se 25 anos da morte do escritor Jorge Amado (1912-2001), autor de obras como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Tereza Batista Cansada de Guerra. A data é lembrada durante a 10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), que ocorre em Salvador até o próximo domingo (9).</p>
<p>O historiador Rafael Dantas, que participou de uma mesa em celebração aos 40 anos de criação da Fundação Casa de Jorge Amado durante o evento, comparou o escritor a alguém que faz &#8220;selfies de Salvador&#8221;. Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que Jorge Amado foi uma espécie de &#8220;tradutor desse modo de viver da Bahia e do Brasil ao longo do tempo&#8221;. &#8220;Se naquela época ele não tinha um celular para fazer uma selfie, ele conseguiu fazer uma selfie ou fazer um registro através de sua escrita, através de sua literatura. E é justamente isso que é tão especial no trabalho do Jorge Amado. Repito, Jorge Amado é um dos principais nomes para a gente compreender o Brasil ao longo desse tempo&#8221;, disse.</p>
<p>Nas obras de Amado, a Bahia é descrita não só por meio de suas ruas, comidas e casarios, mas também por seu povo e seus costumes. Toda sua obra promove uma reflexão sobre os problemas sociais brasileiros. &#8220;Jorge vai encontrar um momento de transição do ponto de vista social. Ele retrata uma sociedade baiana, tanto do sul como de Salvador, com resquícios de um passado que era o presente naquele período, com tensões raciais, desigualdades, questões de trabalho, questão de gênero. Ele é um homem do seu tempo escrevendo sobre o seu tempo e colocando também as suas projeções enquanto artista na sua literatura, na sua escrita&#8221;, afirmou Dantas.</p>
<p>O historiador explicou que Jorge foi uma figura oposta a uma perspectiva que costumava ser ditada pelas elites. &#8220;Ele foi buscar o social, o contorno que ele viveu, inclusive aqui, nesse prédio que ele morou, que é o Solar, que é o antigo cortiço em que ele escreveu Suor, para falar sobre a Bahia&#8221;.</p>
<p>Paloma Jorge Amado, filha do escritor, também esteve presente na mesa que debateu os 40 anos de criação da fundação que leva o nome de seu pai. Ela falou sobre a saudade e o legado deixado por ele. &#8220;São 25 anos da morte do meu pai hoje e são 25 anos em que eu sinto tristeza a cada dia&#8221;, disse. Para Paloma, seu pai deixou ao país um imenso &#8220;legado de humanismo, de igualdade e de fim para os preconceitos&#8221;. &#8220;E é por isso que a gente luta&#8221;, reforçou.</p>
<p>Angela Fraga, presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, lembrou que os 25 anos de morte de Jorge Amado coincidem com os 40 anos de existência da fundação que guarda o seu legado. &#8220;Todo esse acervo de Jorge Amado &#8211; os livros e tudo o que ele contou sobre o nosso povo e sobre a Bahia para o mundo &#8211; é fundamental para quem quiser&#8221;, disse. &#8220;Aqui na fundação a gente recebe muitos visitantes que dizem assim: &#8216;Eu vim para a Bahia porque eu li Jubiabá&#8217;. Então, eu acho que ele ainda continua sendo nosso porta-voz para o mundo afora. Ele realmente soube contar sobre a nossa cultura e as nossas tradições de uma forma muito romanceada, muito agradável de ler. Esse é um legado que tem que ser levado adiante para as gerações que não tiveram a oportunidade de conviver com ele ainda em vida, produzindo&#8221;.</p>
<p>O escritor Domingos Ailton, secretário de Cultura e Turismo de Jequié (BA) e autor do livro Anésia Cauaçu, que aborda a história da primeira mulher que ingressou no cangaço e viveu no sertão de Jequié, afirmou que Jorge Amado segue sendo muito atual. &#8220;Jorge Amado é minha maior inspiração como escritor e um autor que teve uma importância muito grande para divulgar a cultura popular da Bahia e para divulgar a realidade da Bahia, tanto que seus livros, que foram escritos há 80 anos atrás, continuam bastante atuais&#8221;, disse.</p>
<p>A Flipelô é realizada há dez anos em celebração ao aniversário de nascimento de Jorge Amado, que acontece na próxima segunda-feira (10). A edição deste ano teve início na noite de ontem (4) e será realizada até o próximo domingo (9). A expectativa dos organizadores é que cerca de 250 mil pessoas transitem pelas ruas do Pelourinho para curtir a programação do evento, considerada a maior festa literária da Bahia. Mais informações sobre a programação da Flipelô podem ser acessadas por meio do site oficial.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-08/25-anos-sem-jorge-amado-legado-do-autor-ganha-celebracao-na-flipelo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Indígena no Xingu aprendeu português para salvar aldeia, diz biógrafo</title>
		<link>https://weeknews.online/indigena-no-xingu-aprendeu-portugues-para-salvar-aldeia-diz-biografo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[“Dono das palavras: a história do meu avô”]]></category>
		<category><![CDATA[Abril Indígena Acampamento Terra Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Aprender a língua portuguesa foi a forma de o líder indígena Nahu Kuikuro, na década de 40, defender a aldeia Ipatsé em que vivia. Segundo o escritor Yamaluí Kuikuro Mehinaku, de 43 anos, autor do livro “Dono das palavras: a história do meu avô” (Aki Oto: Api akinhagü, da Editora Todavia), Nahu foi o primeiro indígena no Alto Xingu a falar o idioma. A biografia foi a vencedora do Prêmio da Biblioteca Nacional no ano passado. Yamaluí está em Brasília, nesta semana, para participar do Acampamento Terra Livre, um evento que reúne mais de 7 mil indígenas, que inclui atos de protestos por políticas públicas e também para garantir visibilidade às causas dos povos tradicionais em todo o país. Notícias relacionadas: Organizações acusam Congresso&#8230;</p>
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Aprender a língua portuguesa foi a forma de o líder indígena Nahu Kuikuro, na década de 40, defender a aldeia Ipatsé em que vivia. Segundo o escritor Yamaluí Kuikuro Mehinaku, de 43 anos, autor do livro <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://todavialivros.com.br/livros/dono-das-palavras-a-historia-do-meu-avo-aki-oto-api-akinhague" target="_blank"><em>“Dono das palavras: a história do meu avô”</em></a> (<em>Aki Oto: Api akinhagü, da Editora Todavia</em>), Nahu foi o primeiro indígena no Alto Xingu a falar o idioma. A biografia foi a vencedora do Prêmio da Biblioteca Nacional no ano passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775735996_881_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775735996_648_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Yamaluí está em Brasília, nesta semana, para participar do Acampamento Terra Livre, um evento que reúne mais de 7 mil indígenas, que inclui atos de protestos por políticas públicas e também para garantir visibilidade às causas dos povos tradicionais em todo o país.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas.</li>
<li>Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura.</li>
</ul>
<p>“Além de politicar, estamos aqui para fazer intercâmbios culturais”, diz. </p>
</blockquote>
<p><strong>O escritor explica que, ao conhecer o idioma, o avô conseguiu barrar e vetar interferências de brancos. “E assim conseguiu proteger nossas raízes”, afirma. Nahu, que morreu em 2005 aos 104 anos de idade, fez articulações para evitar invasões e para fundação do Parque Indígena do Xingu. </strong></p>
<p>Por conhecer o idioma, ele passou a ser o contato de confiança dos irmãos Villas-Boas. Foi Nahu que recebeu os irmãos indigenistas Orlando (1914-2002), Cláudio (1916-1988) e Leonardo Villas-Boas (1918-1961) que participaram de expedições na região. </p>
<p><strong>O neto biógrafo explica que o avô era órfão de pai quando aprendeu a nova língua sem querer. “O interesse da família era ganhar roupa e essas coisas do branco”. Nahu ocupou a função de tradutor entre sua etnia e os não indígenas. “Por isso, chamamos ele de ‘dono das palavras’. É o tradutor em nossa cultura”.</strong></p>
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/0d7a0881.jpg.jpg" alt="Brasília (DF), 08/04/2026 - O escrito indígena Yamaluí Kuikuro Mehinaku, durante entrevista para Agência Brasil, no Acampamento Terra Livre.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=458897 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">O escrito indígena Yamaluí Kuikuro Mehinaku, em entrevista à Agência Brasil no Acampamento Terra Livre &#8211; Foto <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=458897--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>O trabalho dele passou a ser tão importante que virou poliglota. Passou a dominar a linguagem das 16 etnias na região do Rio Xingu.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As línguas não se parecem e têm diferentes origens, mas ele passou a identificar como aquele trabalho poderia ser estratégico para o seu povo”. </p>
</blockquote>
<p>Segundo o neto, ao conseguir dar visibilidade ao seu povo, Nahu foi fundamental para o maior dos feitos: influenciar para a demarcação da terra em 1961, assinada pelo então presidente Jânio Quadros.</p>
<p><strong>Além do idioma como caminho para lutar pela causa indígena, ele era mestre de cantos e de conhecimentos de diferentes áreas. Quando idoso, insistia com os netos sobre a necessidade de estudar. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Ele dizia: ‘eu briguei e consegui. Agora, estou deixando para vocês protegerem nosso território’. Ele pedia que a gente tomasse cuidado com os brancos”. Nahu pedia que transformassem conhecimentos e memórias orais em documentos.</p>
</blockquote>
<p><strong>O biógrafo entendeu o recado e, depois do falecimento do avô, passou a pesquisar sobre a longa vida do patriarca. Decidiu, então, que seria importante transformar tanto saber em páginas de livros. “Quando a gente conta apenas de forma oral, vocês (não indígenas) não acreditam. Agora, está no papel para que vocês acreditem”. </strong></p>
<p>O escritor ficou orgulhoso quando viu que o avô se encontrou com presidentes da República e com o marechal Cândido Rondon (1865 &#8211; 1968), primeiro diretor do antigo Serviço de Proteção ao Índio. </p>
<p>Uma missão do biógrafo é fazer com que as novas gerações não deixem de conhecer a história do avô e que se inspirem para continuar protegendo a cultura e as terras. </p>
<p><strong>Yamaluí alerta que as escolas que atendem indígenas na região não evocam o suficientemente os personagens dos povos originários. “Ainda se ensina mais a cultura do branco. Eu escrevi porque a história do vovô estava abandonada e excluída. Ninguém contava a história dele e eu contei”.</strong></p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-04/indigena-no-xingu-aprendeu-portugues-para-salvar-aldeia-diz-biografo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Apr 2026 08:32:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Morre escritor Luis Fernando Verissimo aos 88 anos, em Porto Alegre</title>
		<link>https://weeknews.online/morre-escritor-luis-fernando-verissimo-aos-88-anos-em-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 12:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Fernando Veríssimo]]></category>
		<category><![CDATA[Veríssimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O escritor gaúcho Luis Fernando Verissimo morreu neste sábado (30), aos 88 anos, em Porto Alegre. Ele estava internado em estado grave na UTI do Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha, para tratamento de uma pneumonia. O cronista apresentava ainda mal de Parkinson, problemas cardíacos e já tinha sofrido um AVC em 2021. Um ano depois, recebeu um marcapasso no coração. Múltiplos talentos Luis Fernando Verissimo teve uma carreira profissional dinâmica como cartunista, tradutor, roteirista, publicitário, revisor, dramaturgo e romancista. Sua obra é marcada pelo bom humor, assertividade e crítica. Além das palavras, foi um amante da música, se dedicando à prática do saxofone, pela qual ele gostaria também de ser lembrado, como ele revelou em uma entrevista à TV Brasil em maio de 2017. “Eu gostaria&#8230;</p>
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        </a>
</div>
<p>
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 </p>
<p>O escritor gaúcho <strong>Luis Fernando Verissimo morreu neste sábado (30)</strong>, aos 88 anos, em Porto Alegre. Ele estava internado em estado grave na UTI do Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha, para tratamento de uma pneumonia.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756557372_907_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756557372_168_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O cronista apresentava ainda mal de Parkinson, problemas cardíacos e já tinha sofrido um AVC em 2021. Um ano depois, recebeu um marcapasso no coração.</p>
<h3><strong>Múltiplos talentos</strong></h3>
<p>Luis Fernando Verissimo teve uma carreira profissional dinâmica como cartunista, tradutor, roteirista, publicitário, revisor, dramaturgo e romancista. Sua obra é marcada pelo bom humor, assertividade e crítica.</p>
<p>Além das palavras, foi um amante da música, se dedicando à prática do saxofone, pela qual ele gostaria também de ser lembrado, como ele revelou em uma entrevista à <strong>TV Brasil</strong> em maio de 2017.</p>
<p>“<strong>Eu</strong> <strong>gostaria de ser lembrado pelo que eu fiz, pela minha obra</strong>, né? Se é que pode se chamar de obra, os meus livros e talvez por um solo de saxofone, um blues de saxofone bem acabado. Eu acho que é um blues. Qualquer blues. Se tu me lembrasse pelo saxofone, eu estaria satisfeito. Se eu fizesse escolher hoje entre escrever ou ser um músico profissional, eu acho que eu escolheria a música. É o que me dá mais prazer, mas agora é tarde. Com 80 anos eu posso me aperfeiçoar na música.”</p>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/luis_fernando_verissimo.jpg" alt="Escritor Luis Fernando Veríssimo. Foto: Lindomar Cruz/Agência Brasil" title="Lindomar Cruz/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/luis_fernando_verissimo.jpg" alt="Escritor Luis Fernando Veríssimo. Foto: Lindomar Cruz/Agência Brasil" title="Lindomar Cruz/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=42914 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta rtecenter"><!--copyright=42914-->Escritor Luis Fernando Veríssimo. Foto: Lindomar Cruz/Agência Brasil &#8211; <strong>Lindomar Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=42914--></div>
</div>
</div>
<p><strong>Obras publicadas</strong></p>
<p>Filho do escritor Érico Verissimo, Luis Fernando Verissimo publicou mais de 80 títulos. Entre eles:</p>
<ul>
<li>As Mentiras que os Homens Contam;</li>
<li>O Popular: Crônicas ou Coisa Parecida;</li>
<li>A Grande Mulher Nua; e</li>
<li>Ed Mort e Outras Histórias.</li>
</ul>
<p>O Analista de Bagé, lançado em 1981, teve a primeira edição esgotada em uma semana. Um resultado impressionante para qualquer um, ainda mais para quem quis ser aviador ou arquiteto e nunca pensou em ser escritor, explica Verissimo.</p>
<p>“Eu nunca tive ideia de ser escritor e muito menos jornalista, né? Eu comecei a escrever depois dos 30 anos. Era até então a convivência com o pai, com a biblioteca dele&#8230; Me influenciaram diretamente, né? <strong>Quando eu comecei a escrever, eu já sabia como é que se fazia</strong>. Quando eu comecei a trabalhar no jornal Zero Hora, aqui de Porto Alegre, né?</p>
<p>Naquele tempo não precisava ter diploma de jornalista. Eventualmente, quando o cronista principal do jornal saiu, me pediram então para substituí-lo. Foi uma coisa meio acidental. Não foi mais iniciativa minha, não.”</p>
<h3><strong>Prêmios e homenagens</strong></h3>
<p>Entre prêmios, homenagens, medalhas e títulos que recebeu ao logo da carreira, estão o Prêmio Jabuti de 2013, pela obra Diálogos Impossíveis, e o Prêmio Juca Pato de Intelectual do ano de 1996.</p>
<p>Em 2014, Verissimo foi homenageado no Carnaval de Porto Alegre pela Escola de Samba do Grupo Especial Imperadores do Samba. A agremiação ficou em 1º lugar.</p>
<p>Luis Fernando Verissimo recebeu ainda o Prêmio Francês Dois Oceanos de 2004, reconhecimento internacional, que prestigia autores que levam a cultura latino-americana para além do continente.</p>
<p>Veríssimo deixa três filhos e a esposa Lúcia Helena Massa, com quem foi casado por mais de 60 anos.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">3:38</span> Oussama El Ghaouri &#8211; repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2025-08/morre-escritor-luis-fernando-verissimo-aos-88-anos-em-porto-alegre">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 30 Aug 2025 09:22:00 -0300 </p>

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		<title>Luis Fernando Veríssimo é internado em UTI de hospital de Porto Alegre</title>
		<link>https://weeknews.online/luis-fernando-verissimo-e-internado-em-uti-de-hospital-de-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 21:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Peça traz texto de Luís Fernando Veríssimo para o teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Cronista]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição em SP convida público a brincar com o universo de Ziraldo]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Fernando Veríssimo]]></category>
		<category><![CDATA[que completaria 90 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Samba na Gamboa faz homenagem a Candeia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Série de Ruy Castro dedicada a Tom Jobim estreia na Rádio MEC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O escritor Luis Fernando Veríssimo foi internado este final de semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS).  De acordo com familiares e amigos, a equipe médica trata um princípio de pneumonia e outros sintomas relacionados às condições de saúde do cronista.  Notícias relacionadas: Série de Ruy Castro dedicada a Tom Jobim estreia na Rádio MEC. Samba na Gamboa faz homenagem a Candeia, que completaria 90 anos. Exposição em SP convida público a brincar com o universo de Ziraldo. Em nota divulgada no final da tarde deste domingo, o hospital informou que o estado de Veríssimo é grave e que ele segue recebendo todas as medidas de suporte necessárias. O cronista tem mal de Parkinson,&#8230;</p>
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				</p>
<p>O escritor Luis Fernando Veríssimo foi internado este final de semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755465430_271_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755465430_525_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De acordo com familiares e amigos, a equipe médica trata um princípio de pneumonia e outros sintomas relacionados às condições de saúde do cronista. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Série de Ruy Castro dedicada a Tom Jobim estreia na Rádio MEC.</li>
<li>Samba na Gamboa faz homenagem a Candeia, que completaria 90 anos.</li>
<li>Exposição em SP convida público a brincar com o universo de Ziraldo.</li>
</ul>
<p><strong>Em nota divulgada no final da tarde deste domingo, o hospital informou que o estado de Veríssimo é grave e que ele segue recebendo todas as medidas de suporte necessárias.</strong></p>
<p>O cronista tem mal de Parkinson, problemas cardíacos e sofreu um AVC em 2021.  Um ano depois, recebeu um marcapasso no coração. </p>
<p>Aos 88 anos, o Veríssimo possui uma carreira profissional dinâmica como cartunista, tradutor, roteirista, publicitário, revisor, dramaturgo e romancista. Sua obra é marcada pelo bom humor, assertividade e crítica. <strong>Além das palavras, é um amante da música, dedicado à prática do saxofone.</strong></p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://radios.ebc.com.br/revista-rio/2024/09/Peca-traz-texto-de-Luis-Fernando-Verissimo-para-o-teatro" target="_blank"><strong>&gt;&gt; </strong>Peça traz texto de Luís Fernando Veríssimo para o teatro</a></p>
<p>Filho do escritor Érico Veríssimo, Luis Fernando Veríssimo já publicou mais de 80 títulos, entre eles As Mentiras Que os Homens Contam, O Popular: crônicas ou coisa parecida, A Grande Mulher Nua e Ed Mort e Outras Histórias. </p>
<p>Foram as crônicas e contos que o tornaram um dos escritores contemporâneos mais populares no país. <strong>O Analista de Bagé, lançado em 1981, teve a primeira edição esgotada em uma semana.</strong></p>
<p><em>* Matéria atualizada às 17h37 para complementação de informações sobre boletim médico.</em></p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-08/luis-fernando-verissimo-e-internado-em-uti-de-hospital-de-porto-alegre">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 17 Aug 2025 17:16:00 -0300 </p>

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		<title>Morre, no Rio, o escritor e poeta Affonso Romano de Sant&#8217;Anna</title>
		<link>https://weeknews.online/morre-no-rio-o-escritor-e-poeta-affonso-romano-de-santanna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 22:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Affonso Romano de Sant'Anna]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[óbito]]></category>
		<category><![CDATA[Poeta]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O escritor e poeta Affonso Romano de Sant&#8217;Anna, morreu hoje (4), aos 87 anos, em casa, na zona sul do Rio de Janeiro, vítima de Alzheimer. Mineiro de Belo Horizonte, nascido em 27 de março de 1937, publicou mais de 60 livros, de gêneros como poesia e crônica. Foi também colunista do Jornal do Brasil e do Globo. Foi casado com a também escritora Marina Colasanti, de quem ficou viúvo em janeiro deste ano. O velório será nesta quarta-feira, (5), das 11 às 14h, na Capela do Cemitério da Penitência, zona portuária do Rio. Depois, haverá uma cerimônia fechada, entre parentes e amigos. Em seguida, o corpo será cremado. O acadêmico e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Marco Lucchesi, disse nas&#8230;</p>
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<p>O <strong>escritor e poeta Affonso Romano de Sant&#8217;Anna, morreu hoje (4), aos 87 anos, em casa, na zona sul do Rio de Janeiro, vítima de Alzheimer.</strong> Mineiro de Belo Horizonte, nascido em 27 de março de 1937, publicou mais de 60 livros, de gêneros como poesia e crônica. Foi também colunista do <em>Jornal do Brasil</em> e do <em>Globo</em>. <strong>Foi casado com a também escritora Marina Colasanti, de quem ficou viúvo em janeiro deste ano.</strong> O <strong>velório será nesta quarta-feira, (5), das 11 às 14h, na Capela do Cemitério da Penitência, zona portuária do Rio.</strong> Depois, haverá uma cerimônia fechada, entre parentes e amigos. Em seguida, o corpo será cremado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741128171_7_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741128172_546_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>O acadêmico e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Marco Lucchesi, disse nas redes sociais sobre o amigo: “Recebo com emoção a notícia da morte de Affonso Romano de Sant’Anna, ensaísta, ex-presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), implantou um sistema público de leitura, grande poeta civil. Devo-lhe inesquecíveis gestos de amizade. Foi um dos grandes leitores das contradições das belezas de nosso Brasil”.</p>
</blockquote>
<p>Em nota, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte do escritor. Lula lembrou realizações de Sant&#8217;anna, como a criação de políticas públicas até hoje em vigor.</p>
<p> 
</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Com mais de 60 obras produzidas, Affonso contribuiu intensamente para a promoção da cultura brasileira. Dirigiu o departamento de letras da PUC-Rio, atuou como crítico literário e cronista. Como gestor público, presidiu a Fundação Biblioteca Nacional, entre 1990 e 1996. Durante este período, foi responsável por importantes ações de incentivo à leitura. Entre elas estão a criação do Sistema Nacional de Bibliotecas e o Programa Nacional de Incentivo à Leitura, em vigor até hoje. Meus sentimentos aos familiares, amigos e admiradores de Affonso Romano de Sant&#8217;anna&#8221;, escreveu Lula.</p>
</blockquote>
<h2>Biografia</h2>
<p>Nas décadas de 1950 e 1960 participou de movimentos de vanguarda poética. <strong>Em 1961 formou-se em letras neolatinas pela então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UMG, atual Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).[1]</strong></p>
<p>Em 1965 lecionou na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), Estados Unidos, e em 1968 participou do Programa Internacional de Escritores da Universidade de Iowa, que agrupou 40 escritores de todo o mundo.</p>
<p><strong>Em 1969 doutorou-se pela UFMG e, um ano depois, montou um curso de pós-graduação em literatura brasileira na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).</strong> Foi Diretor do Departamento de Letras e Artes da PUC-Rio, de 1973 a 1976, realizando então a &#8220;Expoesia&#8221;, série de encontros nacionais de literatura.</p>
<p><strong>Ministrou cursos na Alemanha (Universidade de Colônia), Estados Unidos (Universidade do Texas e UCLA), Dinamarca (Universidade de Aarhus), Portugal (Universidade Nova) e França (Universidade de Aix-en-Provence).</strong></p>
<blockquote>
<p>Sua tese de doutorado abordou uma análise da poética de Carlos Drummond de Andrade, com o título Drummond, um gauche no tempo, em que faz uma análise do conceito de gauche ao longo de sua obra literária.</p>
</blockquote>
<p>Durante os anos de 1990-1996 foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional, onde desenvolveu grandes ações de incentivo à leitura, como o Sistema Nacional de Bibliotecas.</p>
<p><em>*Texto ampliado às 18h13 para acrescentar nota do presidente Lula</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-03/morre-no-rio-o-escritor-e-poeta-affonso-romano-de-santanna">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 04 Mar 2025 17:19:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/morre-no-rio-o-escritor-e-poeta-affonso-romano-de-santanna/">Morre, no Rio, o escritor e poeta Affonso Romano de Sant&#8217;Anna</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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