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	<title>Arquivo de escritório PG defende que a mineradora BHP deve ser responsabilizada - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de escritório PG defende que a mineradora BHP deve ser responsabilizada - WeekNews</title>
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		<title>Caso Samarco: julgamento na Justiça britânica entra na fase final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:30:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[>>Tragédia de Mariana: 70% das cidades não assinaram acordo com Samarco]]></category>
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		<category><![CDATA[Caso Samarco: criação de fundos busca destravar reparação após 9 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Vítimas da lama da Samarco vão ao STF contra cláusulas de novo acordo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Justiça britânica retomou nesta quarta-feira (5) o julgamento sobre a responsabilização da mineradora angloaustraliana BHP em relação ao rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), em 2015. A Samarco é uma joint venture da brasileira Vale com a subsidiária da BHP no Brasil. A ação foi impetrada pelo escritório de advocacia Pogust Goodhead (PG), que representa 620 mil pessoas, 1.500 empresas e 46 municípios atingidos pela tragédia. Nos dias 5, 6, 7 e 13 de março, os advogados das vítimas farão suas alegações finais. De 10 a 12 de março, será a vez da defesa da mineradora BHP. O julgamento, a cargo da Corte de Tecnologia e Construção de Londres, foi iniciado em 21 de outubro do ano passado e passou&#8230;</p>
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<p>A Justiça britânica retomou nesta quarta-feira (5) o julgamento sobre a responsabilização da mineradora angloaustraliana BHP em relação ao rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), em 2015. A Samarco é uma joint venture da brasileira Vale com a subsidiária da BHP no Brasil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741199405_459_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741199406_826_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A ação foi impetrada pelo escritório de advocacia Pogust Goodhead (PG), que representa 620 mil pessoas, 1.500 empresas e 46 municípios atingidos pela tragédia.</strong></p>
<p>Nos dias 5, 6, 7 e 13 de março, os advogados das vítimas farão suas alegações finais. De 10 a 12 de março, será a vez da defesa da mineradora BHP.</p>
<p>O julgamento, a cargo da Corte de Tecnologia e Construção de Londres, foi iniciado em 21 de outubro do ano passado e passou por várias fases, como os depoimentos de testemunhas e de especialistas em direitos ambiental, civil e societário brasileiros.</p>
<p>Apesar de o julgamento estar sendo feito no Reino Unido, a Justiça britânica considerará a legislação brasileira para decidir se a BHP pode ser responsabilizada pelo rompimento da barragem de uma empresa da qual era uma das controladoras.</p>
<p>&gt;&gt;Tragédia de Mariana: 70% das cidades não assinaram acordo com Samarco</p>
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<p><!--copyright=104468-->Mariana (MG) &#8211; barragem pertencente à mineradora Samarco se rompeu no distrito de Bento Rodrigues, zona rural a 23 quilômetros de Mariana, em Minas Gerais (Corpo de Bombeiros/MG &#8211; Divulgação) &#8211; <strong>Corpo de Bombeiros/MG &#8211; Divulgação</strong><!--END copyright=104468--></p>
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<h2>Vale</h2>
<p>A Vale não é ré nessa ação, mas outro processo foi impetrado pelo PG contra a mineradora brasileira na Justiça holandesa, uma vez que a Vale tem subsidiária na Holanda</p>
<p>O escritório PG defende que a mineradora BHP deve ser responsabilizada, uma vez que era controladora da Samarco e, portanto, responsável por suas decisões comerciais, além de beneficiária e financiadora da atividade de mineração que causou o desastre.</p>
<p>Já a BHP afirma que a Samarco sempre foi uma empresa com operação e gestão independentes.</p>
<p>A previsão do escritório PG é que a juíza responsável pelo caso, Finola O&#8217;Farrell, divulgue a sentença até meados deste ano. Caso a BHP seja considerada responsável, um novo julgamento definirá o valor das possíveis indenizações. <strong>O PG estima que os valores a serem pagos às vítimas do rompimento girem em torno de R$ 230 bilhões</strong>.</p>
<p>No Brasil, em novembro de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou um acordo que prevê o pagamento de R$ 170 bilhões para reparação e compensação dos danos causados pelo desastre ambiental. O rompimento da barragem de rejeitos de mineração ocorreu em 5 de novembro 2015, no distrito de Bento Rodrigues, que foi totalmente destruído pela lama. Dezenove pessoas morreram, três estão desaparecidas e 600 ficaram desabrigadas.</p>
<p>Aproximadamente 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos tóxicos foram despejados no meio ambiente, atingindo 49 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo. A lama percorreu 663 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, até atingir o mar do litoral capixaba.</p>
<p><em>Matéria alterada às 15h05 para ajuste nas datas das alegações finais, no terceiro parágrafo</em>.</p>
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    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-03/caso-samarco-julgamento-na-justica-britanica-entra-na-fase-final">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Mar 2025 14:07:00 -0300 </p>

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