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	<title>Arquivo de Estado Palestino - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Estado Palestino - WeekNews</title>
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		<title>Exigido por Trump, Acordo de Abraão isola palestinos frente a Israel</title>
		<link>https://weeknews.online/exigido-por-trump-acordo-de-abraao-isola-palestinos-frente-a-israel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[“sionismo”]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos de Abraão]]></category>
		<category><![CDATA[acusa MSF]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel mata chefe militar do Hamas em ataque em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel utiliza acesso a água como arma contra palestinos]]></category>
		<category><![CDATA[Nakba é o termo usado pelos palestinos]]></category>
		<category><![CDATA[paralisar as negociações de países árabes com Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Exigência de Donald Trump aos países árabes, os chamados acordos de Abraão podem isolar ainda mais os palestinos na região, ampliando a margem de ação para Israel anexar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, avaliam especialistas em Oriente Médio. Assinados por Marrocos, Emirados Árabes Unidos (EAU), Bahrein e Sudão durante o primeiro mandato de Trump na Casa Branca, esses acordos buscam “normalizar” as relações de países árabes com Israel. Em 2025, o Cazaquistão se comprometeu a aderir ao pacto. Em meio a negociações com o Irã, Trump voltou a pressionar Arábia Saudita, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Jordânia para que assinem os acordos, condicionando as negociações de paz com Teerã à adesão aos tratados. “Deveria começar com a assinatura imediata da Arábia&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/exigido-por-trump-acordo-de-abraao-isola-palestinos-frente-a-israel/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Exigência de Donald Trump aos países árabes, os chamados acordos de Abraão podem isolar ainda mais os palestinos na região, ampliando a margem de ação para Israel anexar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, avaliam especialistas em Oriente Médio.</strong></p>
<p>Assinados por Marrocos, Emirados Árabes Unidos (EAU), Bahrein e Sudão durante o primeiro mandato de Trump na Casa Branca, esses acordos buscam “normalizar” as relações de países árabes com Israel. Em 2025, o Cazaquistão se comprometeu a aderir ao pacto.</p>
<p><strong>Em meio a negociações com o Irã, Trump voltou a pressionar Arábia Saudita, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Jordânia para que assinem os acordos, condicionando as negociações de paz com Teerã à adesão aos tratados.</strong></p>
<p>“Deveria começar com a assinatura imediata da Arábia Saudita e do Catar, e todos os outros deveriam seguir o exemplo. Se não o fizerem, não deveriam fazer parte deste Acordo [com o Irã], pois isso demonstra má intenção”, disse Trump em uma rede social.<br /> </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/acordos-de-abraao.png" alt="Arte sobre Acordos de Abraão" title="Arte Dijor/EBC"/><br />
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<p>Acordos de Abraão &#8211; <strong>Arte Dijor/EBC</strong><!--END copyright=464766--></p>
</div>
</div>
<p>A professora de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) Rashmi Singh explicou à<strong> Agência Brasil </strong>que <strong>esses acordos são vistos pelos palestinos como uma traição dos países árabes.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os acordos alteraram fundamentalmente a diplomacia do Oriente Médio ao tentar convencer os Estados árabes sunitas a desvincular a normalização das relações com Israel da causa palestina, pondo fim, na prática, ao consenso árabe de longa data de que a paz com Israel exigia uma resolução prévia do conflito palestino”, disse a especialista.</p>
</blockquote>
<p>O professor de relações internacionais Mohammed Nadir, da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), avalia que <strong>os acordos consolidam a subordinação dos países árabes à política de Israel e dos EUA no Oriente Médio</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O objetivo é livrar Israel do isolamento em que se encontra após os crimes perpetrados contra os palestinos de Gaza. As consequências serão desastrosas para os palestinos, uma vez que irão deixar os palestinos à sua sorte sem nenhum apoio árabe, se ainda podemos falar de apoio árabe”, comentou Nadir.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apenas o Paquistão rejeitou a proposta de Trump de assinar os acordos de Abraão, dizendo que o país “não tem obrigação de acatar essa exigência”.</strong></p>
<p>Diversos analistas avaliam que o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 tinha, entre os objetivos, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/entenda-como-acordos-de-israel-podem-ter-influenciado-ataque-do-hamas" target="_blank">paralisar as negociações de países árabes com Israel</a>, principalmente em relação à Arábia Saudita.</p>
<h2>Estado palestino</h2>
<p>A professora Rashmi Singh acrescentou que os países que assinam os acordos priorizaram interesses econômicos e preocupações de segurança em relação ao Irã em detrimento da criação de um Estado palestino. <strong>Para ela, os acordos, assinados a partir de 2020, incentivaram a escalada da violência de Israel contra os palestinos.</strong></p>
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<p>Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas &#8211;<strong> Foto: Frame/TV Assembleia MG</strong><!--END copyright=354970--></p>
</div>
</div>
<p>“Se Trump for bem-sucedido, a consequência mais óbvia será a catástrofe para qualquer futuro Estado palestino e dará carta branca a Israel para continuar sua brutalidade, ocupação militar, regime de <em>apartheid</em>, bem como a limpeza étnica dos palestinos e o roubo de suas terras”, completou.</p>
<p>Ao defender que os demais países de maioria árabe ou mulçumana assinassem os acordos de Abraão, <strong>Donald Trump destacou que as nações que já aderiram experimentaram um “<em>boom</em> econômico”.</strong></p>
<p>“Os acordos de Abraão provaram ser, para os países envolvidos [Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Marrocos, Sudão e Cazaquistão], um <em>boom</em> financeiro, econômico e social, mesmo durante este período de conflito e guerra”, disse Trump.</p>
<h2>Fortalecer Israel</h2>
<p>Para a professora da PUC Minas, a nova pressão de Trump para assinatura dos acordos buscar manter a hegemonia de Israel no Oriente Médio.</p>
<blockquote>
<p>“E, por meio de Israel, a presença e influência dos EUA na região, onde as relações de poder foram drasticamente alteradas por mais um fracasso desastroso dos EUA, que deixou o Irã em uma posição muito mais forte do que antes”, acrescentou Rashmi Singh.</p>
</blockquote>
<p>Por outro lado, a especialista em Oriente Médio ressalta que <strong>emergiu durante a guerra com o Irã uma aliança militar e diplomática dos Estados mulçumanos sunitas Arábia Saudita, Paquistão, Turquia, Omã e Catar.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa aliança, embora não se identifique como anti-Israel, certamente não beneficiará as ambições de Israel na região, mas proporcionará uma proteção, ainda que não um alívio completo, para os palestinos”, disse.</p>
</blockquote>
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<p>Professor de relações internacionais Mohammed Nadir, da Universidade Federal do ABC &#8211; <strong>Foto: Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=464737--></p>
</div>
</div>
<p>Para o professor Mohammed Nadir, <strong>o presidente Donald Trump é um adepto do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/entenda-o-que-e-sionismo-movimento-que-da-origem-ao-estado-de-israel" target="_blank">“sionismo”</a>, ideologia política por trás do Estado de Israel.</strong></p>
<p>“Ele é adepto das ideias messiânicas dos extremistas israelenses que acreditam na grande Israel sem sua população originária, isto é, os palestinos. Dito isso, os ataques contra palestinos tanto em Gaza como em Cisjordânia, colonatos, ataques às terras agrícolas de palestinos pelos colonos são um indício claro de um plano maior que é eternizar a Nakba desde 1948”, concluiu.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-11/entenda-o-que-foi-nakba-catastrofe-do-povo-palestino" target="_blank">Nakba é o termo usado pelos palestinos</a> para se referir à criação do Estado de Israel, em 1948, quando cerca de 750 mil palestinos foram expulsos de suas casas e cerca de 500 vilas palestinas foram destruídas, dando início ao drama dos refugiados palestinos.</p>
<p>Nas últimas semanas, organizações de direitos humanos têm denunciado a expansão da política de assentamentos ilegais na Cisjordânia, assim como ataques de colonos israelenses na região.</p>
<p>Em resposta a esse processo, a União Europeia aprovou sanções contra colonos israelenses por &#8220;expansão ilegal dos colonatos&#8221; de Israel e a &#8220;anexação de grandes partes da Cisjordânia ocupada&#8221;.</p>
<p>Na última semana, o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de Israel, afirmou que ampliaria o controle sobre a Faixa de Gaza para 70%. Atualmente, Tel Aviv reconhece que ocupa 60% da Faixa de Gaza.</p>
<p>O anúncio foi criticado pela Alemanha, um dos principais aliados de Israel na Europa. Berlim disse que se oporia a qualquer divisão permanente de Gaza.</p>
<p>Membros do governo de Israel têm defendido a emigração dos palestinos de Gaza e a anexação da Cisjordânia. Tel Aviv ainda tem rejeitado a construção de qualquer Estado independente palestino, conforme exige o direito internacional com base nas fronteiras de 1967.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/exigido-por-trump-acordo-de-abraao-isola-palestinos-frente-israel" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 02 Jun 2026 07:02:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Plano de Trump para Gaza enterra Estado Palestino, avalia especialista</title>
		<link>https://weeknews.online/plano-de-trump-para-gaza-enterra-estado-palestino-avalia-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 20:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Estado Palestino]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Em meio à negociação do plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza, proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o governo brasileiro afirma esperar que tanto Israel quanto o grupo Hamas aceitem a proposta de maneira imediata e permanente e libertem os reféns.    Em nota publicada neste sábado (4), o palácio do Itamaraty disse acompanhar com atenção as negociações. Segundo o Ministério de Relações Exteriores do Brasil, a população palestina segue &#8220;assolada, decorridos dois anos, por mortes, deslocamentos forçados, fome e destruição de lares e de infraestrutura vital”.  Neste sábado, Donald Trump pediu que Israel pare imediatamente os bombardeiros em Gaza. No entanto, o Exército israelense informou à população que a região “ainda é considerada uma zona de combate perigosa”. Para o professor&#8230;</p>
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        </a>
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<p>
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<br />
 </p>
<p>Em meio à negociação do plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza, proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o governo brasileiro afirma esperar que tanto Israel quanto o grupo Hamas aceitem a proposta de maneira imediata e permanente e libertem os reféns.   <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759609984_852_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759609985_345_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota publicada neste sábado (4), o palácio do Itamaraty disse acompanhar com atenção as negociações. Segundo o Ministério de Relações Exteriores do Brasil, a população palestina segue &#8220;assolada, decorridos dois anos, por mortes, deslocamentos forçados, fome e destruição de lares e de infraestrutura vital”. </p>
<p>Neste sábado, Donald Trump pediu que Israel pare imediatamente os bombardeiros em Gaza. No entanto, o Exército israelense informou à população que a região “ainda é considerada uma zona de combate perigosa”. Para o professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Menezes, o plano de Trump não mudou a realidade dos palestinos.  </p>
<blockquote>
<p>“O plano de paz anunciado por Trump enterra de vez os acordos de Oslo de 1993. O principal objetivo era criar o Estado Palestino. No entanto, o que vimos desde então foi o aumento da presença de colônias, incentivadas e financiadas por Israel, para ocupar território palestino. Agora, com esse novo anúncio, o presidente Trump tenta dar um ultimato aos palestinos: ou é pegar ou largar. Passada já as 72 horas dadas por Trump, nada aconteceu. O sofrimento dos palestinos permanece e o genocídio na Faixa de Gaza persiste, aos olhos complacentes do mundo”.                             </p>
</blockquote>
<p>O Presidente da FEPAL, Federação Árabe Palestina do Brasil, Ualid Rabah, acredita que o plano pode dar abertura para a unidade palestina, incluindo a proposta de troca de prisioneiros para o cessar-fogo.  </p>
<blockquote>
<p>“Persiste a ideia geral do acordo alcançado, de reconciliação de todas as forças palestinas, bem como a construção de um governo de unidade. Eles citam também um plano para a administração de Gaza, futuro, em que a unidade palestina prevalecerá. Portanto, são elementos positivos, especialmente o último. O aceite na troca de prisioneiros é tímida, mas me pareceu que é um sinal para prosseguir as negociações e terminar esse extermínio que vigora em Gaza. Infelizmente, estamos diante dos Estados Unidos inarredáveis no genocídio contra o povo palestino”.</p>
</blockquote>
<p>Na avaliação do presidente da FEPAL, apesar dos elementos positivos, a troca de prisioneiros palestinos de Israel, pelos israelenses do Hamas vai manter muitos palestinos ainda em risco.  </p>
<blockquote>
<p>“Seria o grupo de, podendo chegar a 1,7 mil, incluindo mulheres e crianças. Mas acontece que isso, nem de longe, se aproxima dos 18,7 mil palestinos sequestrados desde o dia 7 de outubro, dos quais apenas uma pequena fração foi libertada e foram depois aprisionadas novamente e ou mortas com suas famílias. Israel produziu em escala industrial prisioneiros sequestrados palestinos e vai devolver uma pequena parte. A outra parte seguirá refém de Israel para até quando Israel quiser. Uma parte vai contrair doenças e morrer nas masmorras. Ou de fome. Ou de tortura”.     </p>
</blockquote>
<p>Na próxima terça-feira, os recentes ataques completam dois anos, desde que o grupo Hamas atacou Israel, causando a morte de 1,2 mil israelenses. Em resposta, Israel realiza, desde então, frequentes ataques à população palestina, na Faixa de Gaza, o que já provocou a morte de 66 mil pessoas que vivem na região.   </p>
<p>O governo brasileiro disse esperar que seja permitida a entrada de ajuda humanitária e que seja iniciada, de forma urgente, a reconstrução do território palestino, em Gaza. Afirmou, ainda, que espera a “retirada completa das forças israelenses de Gaza e a restauração da unidade político-geográfica da Palestina”. Isso porque o Brasil defende que &#8220;o único caminho para uma paz justa, estável e duradoura no Oriente Médio passa pela implementação de um Estado da Palestina independente e viável, vivendo lado a lado com Israel”.   </p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">4:22</span> Sayonara Moreno &#8211; repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-10/plano-de-trump-para-gaza-enterra-estado-palestino-avalia-especialista">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 04 Oct 2025 16:56:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Canadá, Reino Unido e Austrália reconhecem o Estado Palestino</title>
		<link>https://weeknews.online/canada-reino-unido-e-australia-reconhecem-o-estado-palestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 17:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridades de Gaza admitem 1 milhão de deslocados no sul]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estado Palestino]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro de Israel promete lucro e “boom imobiliário” em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Papa denuncia exílio forçado dos civis de Gaza; ataques matam mais 31]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Os Primeiros-Ministros do Reino Unido, Keir Starmer; do Canadá, Mark Carney; e da Austrália, Anthony Albanese, reconheceram formalmente o Estado da Palestina neste domingo (21). Todos divulgaram seus pronunciamentos nas redes sociais. Os três países condenaram as ações de Israel em Gaza, matando dezenas de milhares de pessoas, muitas delas civis inocentes; mas não deixaram de responsabilizar o Hamas pelo ataque de outubro de 2023, quando centenas de pessoas foram mortas ou capturadas em uma festa em Israel, nas proximidades da fronteira com a Faixa de Gaza. Todos deixaram claro que o Hamas não deve ter participação no Estado da Palestina. Notícias relacionadas: Autoridades de Gaza admitem 1 milhão de deslocados no sul. Ministro de Israel promete lucro e “boom imobiliário” em Gaza. Papa&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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<p>Os Primeiros-Ministros do Reino Unido, Keir Starmer; do Canadá, Mark Carney; e da Austrália, Anthony Albanese, reconheceram formalmente o Estado da Palestina neste domingo (21). Todos divulgaram seus pronunciamentos nas redes sociais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758475150_916_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758475150_681_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os três países condenaram as ações de Israel em Gaza, matando dezenas de milhares de pessoas, muitas delas civis inocentes; mas não deixaram de responsabilizar o Hamas pelo ataque de outubro de 2023, quando centenas de pessoas foram mortas ou capturadas em uma festa em Israel, nas proximidades da fronteira com a Faixa de Gaza. Todos deixaram claro que o Hamas não deve ter participação no Estado da Palestina.</p>
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<p>As declarações dos três países ocorrem na vésperas da Assembleia Geral das Nações Unidas. A reunião de líderes dos países da Organização das Nações Unidas (ONU) acontece em Nova York.</p>
<p>Na segunda-feira (22), acontecerá a segunda sessão da Confederação Internacional de Alto Nível para Resolução Pacífica da Questão Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados, convocada pela França e pela Arábia Saudita.</p>
<h2>Canadá</h2>
<p>Em pronunciamento, Carney afirmou que a solução de dois Estados é apoiada por todo governo canadense desde 1947, mas lamentou os episódios que enfraqueceram essa possibilidade ao longo dos anos. Entre eles, as ameaças do Hamas contra o povo israelense, que culminaram no ataque de 7 de outubro de 2023, bem como o que chamou de “contribuição do governo de Israel para o desastre humanitário em Gaza”.</p>
<p>Carney também lembrou que Israel tem impedido a entrada de comida e outros artigos humaniários essenciais aos palestinos. Israel já foi responsável pela morte de 65 mil palestinos na região.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que responsabiliza o Hamas por “aterrorizar o povo de Israel e oprimir o povo de Gaza”, afirma que o governo de Benjamin Netanyahu tem trabalhado para evitar que um Estado Palestino se estabeleça. E entre essas ações está a expansão de assentamentos na Cisjordânia. “O que é ilegal sob as leis internacionais”, afirma.</p>
<p>“É nesse contexto que o Canadá reconhece o Estado da Palestina e oferece nossa parceria em construir a promessa de um futuro pacífico para ambos, o Estado da Palestina e o Estado de Israel. O Canadá faz isso como parte de um esforço internacional coordenado para preservar a possibilidade de uma solução de dois Estados”.</p>
<h2>Reino Unido</h2>
<p>“Hoje, para reviver a esperança de paz e de uma solução de dois Estados, eu declaro, como Primeiro-Ministro deste grande país, que o Reino Unido reconhece formalmente o Estado da Palestina”, disse Starmer, em um vídeo divulgado nas redes sociais.</p>
<p>Ele também afirmou que israelenses e palestinos merecem viver em paz e reconstruir suas vidas sem medo e sofrimento.</p>
<p>“Diante de um horror crescente no Oriente Médio, estamos agindo para manter viva a possibilidade de paz e de uma solução de dois Estados. Isso significa Israel seguro, junto com um Estado Palestino viável. No momento, não temos nenhum dos dois. Pessoas comuns, israelenses e palestinos, merecem viver em paz, para tentar reconstruir suas vidas livres de violência e sofrimento. É isso que o povo britânico quer desesperadamente ver”.</p>
<p>Starmer não poupou críticas ao Hamas e ao ataque de outubro de 2023. “Vamos ser francos, Hamas é uma organização terrorista brutal”. Ele lembrou que ainda existem vítimas daquele ataque mantidas como reféns e que cadáveres sequer foram devolvidos às famílias em Israel. “Os reféns devem ser soltos imediatamente. E nós continuaremos lutando para trazê-los para casa”.</p>
<p>Por outro lado, o Primeiro-Ministro do Reino Unido falou no aprofundamento da crise humanitária em Gaza e responsabilizou o governo de Israel pelos ataques no território. “Dezenas de milhares foram mortos, incluindo milhares de pessoas que tentavam coletar comida e água. Essas mortes e destruição horrorizam todos nós. Isso precisa acabar”.</p>
<h2>Austrália</h2>
<p>“A Austrália reconhece a aspiração legítima e antiga do povo da Palestina de um Estado próprio. O reconhecimento da Palestina hoje, junto com o Canadá e o Reino Unido, é parte de um esforço internacional coordenado de construir um novo momento de uma solução de dois Estados, começando com o cessar-fogo em Gaza e a libertação dos reféns capturados nas atrocidades de 7 de outubro de 2023”, afirmou Albanese, em nota.</p>
<p>Ele ainda destacou o papel “vital” da Liga Árabe e dos Estados Unidos para tornar viável o Estado Palestino.</p>
<p>Em maio de 2024, Espanha, Noruega e Irlanda divulgaram uma decisão conjunta, reconhecendo o Estado Palestino. O Brasil foi um dos primeiros países na América Latina a assumir essa posição, em 2010. Na ocasião, o país reconheceu o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967, o que inclui a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital.</p>
<p> Marcelo Brandão &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/canada-reino-unido-e-australia-reconhecem-o-estado-palestino">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 21 Sep 2025 14:09:00 -0300 </p>

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		<title>Governo brasileiro condena criação de novos assentamentos na Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 00:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brics pede solução de dois Estados na Palestina; Irã quer Estado único]]></category>
		<category><![CDATA[Cisjordânia: novos assentamentos enterram criação de Estado palestino]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido vai reconhecer Palestina se Israel rejeitar cessar-fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo brasileiro condenou o plano de Israel de construir mais de 3.400 moradias em um novo assentamento na Palestina, localizado entre Jerusalém Oriental e Jericó.  “O projeto ameaça dividir a Cisjordânia em duas partes — Norte e Sul — e isolar Jerusalém Oriental do restante daquele território”, diz nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores.  Notícias relacionadas: Cisjordânia: novos assentamentos enterram criação de Estado palestino. Reino Unido vai reconhecer Palestina se Israel rejeitar cessar-fogo. Brics pede solução de dois Estados na Palestina; Irã quer Estado único. Ainda segundo o MRE, “a construção dos novos assentamentos pode isolar Jerusalém Oriental do restante da Cisjordânia, colocando por terra a criação do Estado Palestino”. Para o governo brasileiro, a “medida representa flagrante violação do direito internacional, em especial&#8230;</p>
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<p><strong>O governo brasileiro condenou o plano de Israel de construir mais de 3.400 moradias em um novo assentamento na Palestina, localizado entre Jerusalém Oriental e Jericó.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755303485_313_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755303485_127_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
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<p> “O projeto ameaça dividir a Cisjordânia em duas partes — Norte e Sul — e isolar Jerusalém Oriental do restante daquele território”, diz nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores. </p>
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<p>Ainda segundo o MRE, <strong>“a construção dos novos assentamentos pode isolar Jerusalém Oriental do restante da Cisjordânia, colocando por terra a criação do Estado Palestino”</strong>.</p>
<p>Para o governo brasileiro, a “medida representa flagrante violação do direito internacional, em especial da Resolução 2334 (2016) do Conselho de Segurança, assim como grave afronta ao parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça, emitido em 19 de julho de 2024”.</p>
<p><strong>De acordo com o MRE, o parecer da Corte “considerou ilícita a contínua presença de Israel no território palestino ocupado e concluiu ter aquele país a obrigação de cessar, imediatamente, quaisquer novas atividades em assentamentos e de evacuar todos os seus moradores”.</strong></p>
<p>A nota divulgada pelo MRE conclui ressaltando o “direito inalienável” dos palestinos de terem o seu Estado.</p>
<p>“Ao recordar o direito inalienável do povo palestino a um Estado independente e soberano, o Brasil insta Israel a abster-se de adotar ações unilaterais equivalentes à anexação do território palestino ocupado, as quais ameaçam a viabilidade da implementação da solução de dois Estados e comprometem o alcance de uma paz sustentável na região”.</p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/governo-brasileiro-condena-criacao-de-novos-assentamentos-na-palestina">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 15 Aug 2025 20:44:00 -0300 </p>

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