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	<title>Arquivo de Exercícios físicos ajudam a prevenir - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Exercícios físicos ajudam a prevenir - WeekNews</title>
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		<title>Treinos em grupo na praia devolvem liberdade a pessoas trans no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 10:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. De dentro do mar, na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, a vista pode ser para o Pão de Açúcar, para o Cristo Redentor ou para dentro de si mesma.  “Quando a gente está no mundo, o mundo engole a gente com as microviolências cotidianas. A gente não tem espaço ou tempo para pensar em nós, em quem nós somos&#8221;, afirma a estudante de história Maya Alves, de 22 anos. Notícias relacionadas: Exercícios podem prevenir quedas em idosos e melhorar recuperação. Exercícios físicos ajudam a prevenir, tratar e se recuperar de câncer. Preconceito dificulta rastreio e tratamento de câncer em pessoas trans. “Então, quando a gente vai para o mar, ali, em contato com a natureza, esse resgate é feito”, explicou ela, que, de&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p>De dentro do mar, na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, a vista pode ser para o Pão de Açúcar, para o Cristo Redentor ou para dentro de si mesma. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769684022_617_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769684022_90_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Quando a gente está no mundo, o mundo engole a gente com as microviolências cotidianas. A gente não tem espaço ou tempo para pensar em nós, em quem nós somos&#8221;, afirma a estudante de história Maya Alves, de 22 anos.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li> Exercícios podem prevenir quedas em idosos e melhorar recuperação.</li>
<li>Exercícios físicos ajudam a prevenir, tratar e se recuperar de câncer.</li>
<li>Preconceito dificulta rastreio e tratamento de câncer em pessoas trans.</li>
</ul>
<p>“Então, quando a gente vai para o mar, ali, em contato com a natureza, esse resgate é feito”, explicou ela, que, de aluna assídua, acabou se tornando a vice-presidenta do Projeto Aquatrans.</p>
<p><strong>O Aquatrans oferece aulas de natação em águas abertas para pessoas trans, travestis e não-binárias a preços populares. </strong>O projeto surgiu em 2024, pelas mãos do educador físico Marcelo Silva, homem trans, para criar um ambiente seguro para esse público fazer atividade física ao ar livre e também com a intenção de ressignificar espaços da cidade. </p>
<p>Atualmente, participam cerca de 120 pessoas, em três níveis: iniciante, intermediário e avançado. Com bom humor, o grupo apelidou as turmas de anêmonas, água-vivas e golfinhos. Em 2026, novas turmas, aos finais de semana, estão com inscrições abertas para quem quiser desfrutar da prática em coletivo.</p>
<p>Por terem corpos considerados diferentes do padrão, muitas pessoas não se sentem bem com roupas de banho ou curtas. Há relatos de olhares de desprezo, gestos de discriminação e agressões contra esse grupo. Maya conta que, para uma pessoa trans, a experiência de ir a praia muda com a transição de gênero.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Antes da transição, a praia era um território comum para muitos de nós. Depois, esse lugar se torna hostil”, explica a vice-presidenta do projeto.</p>
</blockquote>
<p>Tudo isso se torna mais díficil para quem passa pela disforia, que é um desconforto ou angústia causados pela incompatibilidade entre o gênero e o corpo ao nascer, uma das causas de sofrimento psíquico de muitas pessoas trans.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=450913-->Alunos do projeto Aquatrans na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, por Aquatrans/Divulgação<!--END copyright=450913--></h6>
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<h2>Transmaromba</h2>
<p>Em uma cidade de clima quente, como o Rio de Janeiro, sem poder usar roupas mais abertas ou tirar a blusa, homens trans que usam <em>tape</em> ou <em>binder</em> (faixas para comprimir e esconder o peito) acabam evitando a prática de atividade física em espaços públicos.</p>
<p>Esse é o caso de muitos garotos trans que chegam ao Transmaromba. Bem perto do Aquatrans, um grupo se reúne para fazer musculação em uma academia improvisada com estrutura rústica. Ao ar livre, entre um supino e outro com vista para a paisagem, eles revezam os equipamentos de cimento e ferro, da mesma forma que compartilham conquistas e desafios.</p>
<p>&#8220;Queremos empoderar trans masculinos por meio da atividade física e promoção de saúde mental&#8221;, explicou Kayodê Andrade, um dos idealizadores do Transmaromba, em vídeo publicado na rede social da iniciativa. Ele disse que <strong>a partir da criação de espaços seguros para pessoas trans, o projeto busca construir uma comunidade inclusiva e acolhedora.</strong></p>
<p>Pessoas com identidade de gênero diferente do sexo ao nascer há anos lutam por saúde, segurança e respeito, mas nem sempre têm acesso por causa do preconceito. Por isso, para esses grupos, treinar junto, significa acolhimento e bem-estar. </p>
<p>A avaliação é do pesquisador e educador físico Leonardo Peçanha, doutorando em saúde coletiva pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) e integrante do Serviço Identidade Transdiversidade da Policlínica Piquet Carneiro, prestado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<p>&#8220;No caso do Aquatrans, os homens trans, por exemplo, juntos, se sentem confortáveis para tirar a camisa. Mesmo quem ainda não fez ou não quer fazer uma mastectomia (cirurgia para retirada do peito)”, destacou o pesquisador, que também é um homem trans.</p>
<blockquote>
<p>“Ir à praia, para uma pessoa trans, é uma coisa muito delicada pela exposição&#8221;, reforçou. Em coletivo, disse, &#8220;há uma inversão, e as pessoas se sentem protegidas e confortáveis&#8221;. </p>
</blockquote>
<h2>Segurança na coletividade</h2>
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<h6 class="meta">Alunos do projeto Aquatrans se reúnem na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro. Foto: Aquatrans/Divulgação<!--END copyright=450914--></h6>
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<p>A certeza de estar em um espaço seguro, na avaliação de Peçanha, é o diferencial desses projetos.</p>
<p>&#8220;Além de todos os benefícios da atividade física, há uma certeza de que ninguém vai ser impedido de entrar em certos ambientes [como banheiros] e, se algo acontecer, a pessoa estará perto de outra que vai ajudá-la&#8221;, destacou.</p>
<p>Ele denuncia que são comuns em academias a dificuldade de acesso a banheiros e vestiários e o desrespeito ao nome social.</p>
<p>Há outro componente que também atrai o grupo: a presença de profissionais de educação física capacitados e atentos.</p>
<p>“Se o educador físico não estiver atualizado com as demandas dessa comunidade, ele pode passar um treino desconfortável ou que não levará em conta a construção do corpo como essa pessoa quer&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, se estiver, proporciona ao aluno alcançar uma aparência &#8220;mais masculina ou feminina&#8221;, como quiser.</p>
<p>A possibilidade de estar entre iguais e expandir o ciclo de amizades, incluindo, confraternizações pós-treino, traz de volta pessoas que abandonaram a prática de se exercitar, mas que queriam voltar, caso do Gael Dantas, vendedor, de 30 anos. Ele lutava taekwondo quando era mais jovem, e hoje é aluno do Aquatrans.</p>
<p>“Ali, é um local de acolhimento e com corpos e vivências como a minha, onde posso relaxar e ser quem eu sou sem estar em vigilância”, conta. “É incrível nadar no mar, uma sensação de liberdade sem fim”.</p>
<p>Assim, os dois projetos que têm como fundo a Praia do Flamengo desenvolvem mais do que força e injetam autoconfiança. “Os impactos são diretos na minha saúde, vejo até que estou com condicionamento físico melhor”, contou Átila Lino, sushiman, de 29 anos.</p>
<h2>Benefícios para o corpo e a mente</h2>
<p>Esse ganho de autoestima pode ser determinante também no momento da transição, quando há um aumento da ansiedade em função do medo de julgamentos, reforça o psiquiatra Daniel Mori.</p>
<p>“O período da transição é muito importante, é nesse período que acaba aumentando a ansiedade, o medo de julgamento, há um estresse crônico, mudanças de humor. Então, a gente considera que a atividade física pode ser um pilar e estabilidade entre tantas instabilidades”.</p>
<p>Além disso, o médico, que é coordenador do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), destaca a necessidade de a atividade física ser parte da rotina dessa população.</p>
<p>“Ajuda a ter uma rotina, melhora o sono e traz regulação emocional”, pontua.</p>
<p>Mori concordou também que <strong>um treino bem conduzido trabalha o corpo para que ele possa ser “habitado”, com menos sofrimento</strong>.</p>
<p>“As atividades em grupo mostram para as pessoas trans e não-binárias que elas não estão a sós. O isolamento, outro fator de sofrimento psíquico”, frisa.</p>
<p>Pela sua importância no Processo Transexualizador, Peçanha defende que a Educação Física integre o programa em saúde para população trans do Sistema Único de Saúde (SUS). Para passar a valer, o programa precisa de aval do Ministério da Saúde e sua publicação é uma das principais reivindicações da população trans no país.</p>
<p>Maya, do Aquatrans, analisa que, apesar dos corpos serem diferentes, assim como as vivências, após um dia de aula, a sensação é a única: “é a de que o corpo relaxou, o corpo está à vontade, está livre, com vontade de viver, e assim deve permanecer”.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Aquatrans reúne alunos trans e travestis em escolinha de natação. Foto: Thales Araújo/Aquatrans<!--END copyright=450911--></h6>
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<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-01/treinos-em-grupo-na-praia-devolvem-liberdade-a-pessoas-trans-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 29 Jan 2026 07:32:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Cientistas do Inca alertam para desinformação sobre câncer</title>
		<link>https://weeknews.online/cientistas-do-inca-alertam-para-desinformacao-sobre-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 16:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de cabeça e pescoço tem maioria de casos avançados no país]]></category>
		<category><![CDATA[celebradoDia Mundial do Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Câncer: vacina do HPV também previne doença em homens]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios físicos ajudam a prevenir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No Dia Mundial do Câncer, celebrado nesta terça-feira (4), pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (Inca) alertam para o grande fluxo de desinformações sobre a doença que circulam em redes sociais. Um artigo publicado na edição mais recente da Revista Brasileira de Cancerologia mostra os riscos de uma infodemia do câncer, ou seja, a circulação rápida e ampla de informações falsas sobre a enfermidade. &#8220;Infodemia é um conceito criado por especialistas internacionalmente, validado pela OMS [Organização Mundial da Saúde], que ganhou muita força durante a pandemia de Covid-19. Infodemia é um olhar sobre os momentos em que informações sobre saúde ganham uma grande relevância e começam a aumentar de uma forma muito abrupta essas informações, sejam verdadeiras, ou não”, explicou o pesquisador Fernando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
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Feed Últimas.<br />
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<p>No Dia Mundial do Câncer, celebrado nesta terça-feira (4), pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (Inca) alertam para o grande fluxo de desinformações sobre a doença que circulam em redes sociais. Um artigo publicado na edição mais recente da <em>Revista Brasileira de Cancerologia</em> mostra os riscos de uma infodemia do câncer, ou seja, a circulação rápida e ampla de informações falsas sobre a enfermidade.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738687343_134_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738687343_518_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Infodemia é um conceito criado por especialistas internacionalmente, validado pela OMS [Organização Mundial da Saúde], que ganhou muita força durante a pandemia de Covid-19. Infodemia é um olhar sobre os momentos em que informações sobre saúde ganham uma grande relevância e começam a aumentar de uma forma muito abrupta essas informações, sejam verdadeiras, ou não”, explicou o pesquisador Fernando Lima, um dos autores do artigo.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/toms2427.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/02/2025 – O pesquisador da coordenação de prevenção e vigilância do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Fernando Lopes Tavares de Lima durante o evento do Dia Mundial do Câncer, na instituição, na zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/toms2427.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/02/2025 – O pesquisador da coordenação de prevenção e vigilância do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Fernando Lopes Tavares de Lima durante o evento do Dia Mundial do Câncer, na instituição, na zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=412914 --></div>
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<p><!--copyright=412914-->Desinformação sobre o câncer gera grande risco para a sociedade, diz o pesquisador  do  Inca  Fernando  Lima  &#8211;  <strong>Tomaz  Silva/Agência  Brasil</strong><!--END copyright=412914--></p>
</div>
</div>
<p>De acordo com o pesquisador, as redes sociais não facilitam a distinção entre informação, baseadas em evidências científicas, e desinformação. “Isso pode atrapalhar as tomadas de decisão do indivíduo sobre o seu próprio cuidado e acabar, ou atrasando tratamentos ou atrasando diagnósticos, e complicando os próprios casos”.</p>
<p>O artigo destaca que a infodemia do câncer abrange desde mitos sobre as causas da doença até a promoção de medidas preventivas e tratamentos não comprovados. Essas informações podem incentivar ações sem base em evidências.</p>
<p>“Uma informação falsa que tem sido muito propagada em redes sociais tem relação com vacina contra HPV, que tem como objetivo a prevenção do câncer de colo de útero. Existe inclusive a desinformação de que isso [a vacinação] poderia estar associado a um aumento dos casos do câncer de colo de útero”, afirmou Lima.</p>
<p>“Há também desinformação sobre a segurança do uso de cigarros eletrônicos. Eles não são seguros. Não há comprovação nenhuma de sua segurança. E há também notícias de substituição de tratamentos convencionais por tratamentos alternativos. Isso gera um grande risco para a sociedade”.</p>
<p>Outra autora do artigo, Telma de Almeida Souza, lembra o caso recente da circulação de desinformações acerca do uso da graviola como uma suposta forma de matar células cancerígenas. “O tempo para o paciente com câncer é primordial. Isso faz com que ele perca tempo no seu tratamento. Esse combate à desinformação é importantíssimo para salvar vidas.”</p>
<p>Segundo o artigo, a disseminação e amplificação das desinformações são potencializadas, de forma intencional, pelas redes sociais, por meio oo chamado “capitalismo de vigilância”. Por esse conceito, as empresas de tecnologia ganham dinheiro mantendo as pessoas conectadas, coletando seus dados e moldando seus comportamentos.</p>
<p>Os algoritmos usados por tais redes sociais amplificam narrativas, que “criam câmaras de eco e privilegiam conteúdos sensacionalistas com o objetivo de aumentar o engajamento dos usuários, impulsionando a todos para a era da infodemia”, diz o artigo.</p>
<p>“O aumento abrupto [da circulação dessas informações] dificulta muito para o cidadão comum compreender entender ali, diferenciar o que seria informação ou desinformação. A informação em saúde, hoje em dia, na internet, pode ter picos, o que se chama de viralização, e esse pico pode ser um momento que pode gerar muitas dúvidas na sociedade”, ressaltou Fernando Lima.</p>
<p>De acordo com Lima, é preciso haver monitoramento permanente dessas informações e dar uma resposta rápida e eficiente, para que a sociedade saiba diferenciar informação e desinformação. Ações como regulamentar e responsabilizar as empresas que controlam as redes sociais e fortalecer respostas institucionais às informações falsas são medidas sugeridas pelos pesquisadores.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/cientistas-do-inca-alertam-para-desinformacao-sobre-cancer">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 04 Feb 2025 13:37:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/cientistas-do-inca-alertam-para-desinformacao-sobre-cancer/">Cientistas do Inca alertam para desinformação sobre câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer de cabeça e pescoço tem maioria de casos avançados no país</title>
		<link>https://weeknews.online/cancer-de-cabeca-e-pescoco-tem-maioria-de-casos-avancados-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 21:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[câncer de cabeça e pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo em larga escala aplica IA para detectar câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios físicos ajudam a prevenir]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[Inca quer dobrar número de voluntários e flexiona horário da atividade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tratar e se recuperar de câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. De cada dez casos de câncer de cabeça e pescoço no Brasil, oito são identificados em estágio avançado. É o que revela pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), publicada na revista científica internacional The Lancet Regional Health Americas. A publicação é uma das mais prestigiadas do setor. O estudo Disparidades no estágio do diagnóstico de tumores de cabeça e pescoço no Brasil: uma análise abrangente de registros hospitalares de câncer, investigou 145 mil casos entre 2000 e 2017, e também comprovou que, quanto menor o nível de educação do paciente, maior a probabilidade de diagnóstico em estágio grave. São câncer de cabeça e pescoço os tumores que aparecem na boca, orofaringe, laringe (a região das cordas vocais), nariz, seios nasais, nasofaringe, pescoço, tireoide,&#8230;</p>
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<p>De cada dez casos de câncer de cabeça e pescoço no Brasil, oito são identificados em estágio avançado. É o que revela pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), publicada na revista científica internacional <em>The Lancet Regional Health Americas</em>. A publicação é uma das mais prestigiadas do setor.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738014088_520_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738014089_311_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo Disparidades no estágio do diagnóstico de tumores de cabeça e pescoço no Brasil: uma análise abrangente de registros hospitalares de câncer, investigou 145 mil casos entre 2000 e 2017, e também comprovou que, quanto menor o nível de educação do paciente, maior a probabilidade de diagnóstico em estágio grave.</p>
<p>São câncer de cabeça e pescoço os tumores que aparecem na boca, orofaringe, laringe (a região das cordas vocais), nariz, seios nasais, nasofaringe, pescoço, tireoide, couro cabeludo, pele do rosto e do pescoço, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça a Pescoço.</p>
<p>A maior parte das pessoas diagnosticadas com a doença tem 60 anos de idade. No entanto, o Inca observou que, nos casos mais graves, os pacientes são mais jovens, com 50, 40 e 30 anos de idade, principalmente pessoas sem o ensino básico ou educação incompleta e os mais pobres. Homens com menos de 50 anos, de baixa escolaridade, que fumam e consomem bebidas alcoólicas, eram oito em dez dos casos graves.</p>
<p>Os pesquisadores também chamam atenção para as desigualdades regionais na prevalência do estágio mais avançado na Região Norte do país e defendem mais ações para favorecer o diagnóstico precoce.</p>
<p>&#8220;O foco agora é tornar mais rápido o acesso às consultas e aos exames especializados, com menos burocracia, a partir do encaminhamento realizado pelas equipes de atenção primária&#8221;, disse, em nota, a epidemiologista do Inca Flávia Nascimento de Carvalho, responsável pela pesquisa, fruto de seu doutorado.</p>
<p>As chances de cura para o câncer de cabeça e pescoço são de 90%, se tratado desde cedo. São sinais de alerta desconforto na garganta, uma ferida que não cicatriza, alteração na voz ou rouquidão e nódulos.</p>
<p>Em 2011, o presidente Luiz Inácio Lula teve um câncer de laringe que, diagnosticado, foi tratado e curado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/cancer-de-cabeca-e-pescoco-tem-maioria-de-casos-avancados-no-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 27 Jan 2025 16:15:00 -0300 </p>

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		<title>Câncer de cabeça e pescoço são maioria de casos avançados no país</title>
		<link>https://weeknews.online/cancer-de-cabeca-e-pescoco-sao-maioria-de-casos-avancados-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 19:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de cabeça e pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo em larga escala aplica IA para detectar câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios físicos ajudam a prevenir]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[Inca quer dobrar número de voluntários e flexiona horário da atividade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratar e se recuperar de câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. De cada dez casos de câncer de cabeça e pescoço no Brasil, oito são identificados em estágio avançado. É o que revela pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), publicada na revista científica internacional The Lancet Regional Health Americas. A publicação é uma das mais prestigiadas do setor. O estudo Disparidades no estágio do diagnóstico de tumores de cabeça e pescoço no Brasil: uma análise abrangente de registros hospitalares de câncer, investigou 145 mil casos entre 2000 e 2017, e também comprovou que, quanto menor o nível de educação do paciente, maior a probabilidade de diagnóstico em estágio grave. São câncer de cabeça e pescoço os tumores que aparecem na boca, orofaringe, laringe (a região das cordas vocais), nariz, seios nasais, nasofaringe, pescoço,&#8230;</p>
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<p>De cada dez casos de câncer de cabeça e pescoço no Brasil, oito são identificados em estágio avançado. É o que revela pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), publicada na revista científica internacional <em>The Lancet Regional Health Americas</em>. A publicação é uma das mais prestigiadas do setor.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738007471_960_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738007471_181_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo Disparidades no estágio do diagnóstico de tumores de cabeça e pescoço no Brasil: uma análise abrangente de registros hospitalares de câncer, investigou 145 mil casos entre 2000 e 2017, e também comprovou que, quanto menor o nível de educação do paciente, maior a probabilidade de diagnóstico em estágio grave.</p>
<p>São câncer de cabeça e pescoço os tumores que aparecem na boca, orofaringe, laringe (a região das cordas vocais), nariz, seios nasais, nasofaringe, pescoço, tireoide, couro cabeludo, pele do rosto e do pescoço, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça a Pescoço.</p>
<p>A maior parte das pessoas diagnosticadas com a doença tem 60 anos de idade. No entanto, o Inca observou que, nos casos mais graves, os pacientes são mais jovens, com 50, 40 e 30 anos de idade, principalmente pessoas sem o ensino básico ou educação incompleta e os mais pobres. Homens com menos de 50 anos, de baixa escolaridade, que fumam e consomem bebidas alcoólicas, eram oito em dez dos casos graves.</p>
<p>Os pesquisadores também chamam atenção para as desigualdades regionais na prevalência do estágio mais avançado na Região Norte do país e defendem mais ações para favorecer o diagnóstico precoce.</p>
<p>&#8220;O foco agora é tornar mais rápido o acesso às consultas e aos exames especializados, com menos burocracia, a partir do encaminhamento realizado pelas equipes de atenção primária&#8221;, disse, em nota, a epidemiologista do Inca Flávia Nascimento de Carvalho, responsável pela pesquisa, fruto de seu doutorado.</p>
<p>As chances de cura para o câncer de cabeça e pescoço são de 90%, se tratado desde cedo. São sinais de alerta desconforto na garganta, uma ferida que não cicatriza, alteração na voz ou rouquidão e nódulos.</p>
<p>Em 2011, o presidente Luiz Inácio Lula teve um câncer de laringe que, diagnosticado, foi tratado e curado.</p>
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<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/cancer-de-cabeca-e-pescoco-sao-maioria-de-casos-avancados-no-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 27 Jan 2025 16:15:00 -0300 </p>

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		<title>Inca quer dobrar número de voluntários e flexiona horário da atividade</title>
		<link>https://weeknews.online/inca-quer-dobrar-numero-de-voluntarios-e-flexiona-horario-da-atividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 22:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo em larga escala aplica IA para detectar câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios físicos ajudam a prevenir]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[site do INCAvoluntário]]></category>
		<category><![CDATA[tratar e se recuperar de câncer]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) &#8211; órgão que, além do tratamento, realiza pesquisas e coordena ações de prevenção à doença &#8211; espera dobrar o corpo de voluntariado em 2025. Para isso, o instituto ligado ao Ministério da Saúde decidiu flexibilizar o horário de atuação dos voluntários. As quatro horas semanais, de segunda-feira a sexta-feira, poderão ser divididas conforme disponibilidade do voluntário. A direção do INCAvoluntário, área de ações sociais do centro de excelência, entende que a flexibilização será capaz de atrair mais candidatos para o trabalho solidário, principalmente entre os que têm um emprego.   “Quem trabalha contratado por uma empresa, mesmo que em esquema de home office [teletrabalho], tem a agenda obviamente mais presa que profissionais autônomos”, diz a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda&#8230;</p>
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<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca) &#8211; órgão que, além do tratamento, realiza pesquisas e coordena ações de prevenção à doença &#8211; espera dobrar o corpo de voluntariado em 2025. Para isso, o instituto ligado ao Ministério da Saúde decidiu flexibilizar o horário de atuação dos voluntários.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737670676_197_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737670677_354_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As quatro horas semanais, de segunda-feira a sexta-feira, poderão ser divididas conforme disponibilidade do voluntário. A direção do INCAvoluntário, área de ações sociais do centro de excelência, entende que a flexibilização será capaz de atrair mais candidatos para o trabalho solidário, principalmente entre os que têm um emprego.  </p>
<p>“Quem trabalha contratado por uma empresa, mesmo que em esquema de home office [teletrabalho], tem a agenda obviamente mais presa que profissionais autônomos”, diz a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda Vieira.</p>
<p>“Por isso, resolvemos flexibilizar a carga horária e, também, porque precisamos de mais pessoas em 2025. Temos muito a fazer pelos pacientes do Instituto”, completou.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<p>As inscrições são feitas pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://incavoluntario.org.br">site do INCAvoluntário</a> até o dia 20 de fevereiro. O Instituto conta atualmente com 220 voluntários e espera conseguir mais 200. As ações de voluntariado são feitas nos quatro hospitais na cidade do Rio de Janeiro e também em atividades fora do ambiente hospitalar.</p>
<p>Além da disponibilidade de quatro horas semanais, são pré-requisitos para o trabalho voluntário ser maior de 18 anos, respeitar a neutralidade religiosa das atividades do INCAvoluntário e não ser profissional nem aluno da área de saúde. Se houver histórico pessoal de câncer ou de algum familiar, é preciso estar há um ano, no mínimo, na fase de controle.</p>
<p>Para Fernanda Vieira, quem se voluntaria encontra mais sentido na vida. “Quem sente o gostinho do voluntariado se transforma na vida pessoal e também, claro, no trabalho”, diz.</p>
<p>O trabalho realizado pelo corpo de voluntariado inclui ações de humanização nos hospitais, triagem de doações, organização de estoques e dar aulas de artesanato e idiomas, por exemplo. As ações sociais incluem apresentação de teatro para crianças e levar pacientes e familiares para programas culturais e passeios por pontos turísticos.</p>
<p>Em 2024, mais de 14 mil pacientes foram beneficiados. A instituição distribuiu mais de 5,6 mil bolsas de doação com itens como leite em pó, fraldas, itens de higiene pessoal e perucas.</p>
<p>No ano passado, o INCAvoluntário criou o bolsa-cartão, uma forma de facilitar a distribuição de doações para pacientes e familiares, entregue a 5,9 mil pessoas, representando quase R$ 895 mil. </p>
<p>“Esses números não são apenas estatísticas, eles representam vidas tocadas, famílias amparadas e sonhos realizados”, diz a gerente do INCAvoluntário.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil  , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/inca-quer-dobrar-numero-de-voluntarios-e-flexiona-horario-da-atividade">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 23 Jan 2025 16:55:00 -0300 </p>

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