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	<title>Arquivo de Falta de tempo é a maior barreira para consumo de cultura - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Falta de tempo é a maior barreira para consumo de cultura - WeekNews</title>
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		<title>Exposição em Brasília celebra 50 anos do Dicionário Aurélio</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 19:49:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mentoria no MICBR ajuda artistas e artesãos a melhorarem seus negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[Unesco: Memorial da Resistência em SP é bem sob proteção reforçada ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Brasília recebe, pela primeira vez, parte do acervo de Aurélio Buarque de Holanda, um dos mais importantes nomes da lexicografia brasileira. A exposição “Palavras que Voam: Acervo Aurélio Buarque de Holanda” será inaugurada neste sábado (6) no Sesi Lab, marcando as comemorações pelos 50 anos do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, obra que se tornou referência nacional desde seu lançamento, em 1975. Produzida originalmente pela Casa Firjan, vinculada à Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a mostra fica em cartaz até 30 de março de 2026. A abertura, no sábado, tem entrada gratuita para quem se inscreveu com antecedência. A partir de domingo (7), os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Notícias relacionadas: Unesco: Memorial da Resistência em&#8230;</p>
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<p>Brasília recebe, pela primeira vez, parte do acervo de Aurélio Buarque de Holanda, um dos mais importantes nomes da lexicografia brasileira. A exposição <em>“Palavras que Voam: Acervo Aurélio Buarque de Holanda”</em> será inaugurada neste sábado (6) no Sesi Lab, marcando as comemorações pelos 50 anos do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, obra que se tornou referência nacional desde seu lançamento, em 1975.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765050578_895_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765050578_220_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Produzida originalmente pela Casa Firjan, vinculada à Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a mostra fica em cartaz até 30 de março de 2026. A abertura, no sábado, tem entrada gratuita para quem se inscreveu com antecedência. A partir de domingo (7), os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<p>Esta é a primeira viagem da exposição fora do Rio de Janeiro, onde a Casa Firjan mantém, desde 2018, o acervo sob sua guarda.</p>
<p>Para a superintendente de Cultura do Sesi, Claudia Ramalho, trazer o material à capital federal é uma oportunidade singular:</p>
<blockquote>
<p>“Celebramos não apenas um livro, mas uma obra cultural que moldou a forma como o Brasil enxerga sua língua. Queremos que o visitante saia com a sensação de que as palavras voam e transportam saberes, memórias e futuros”, afirma.</p>
</blockquote>
<p> </p>
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Foto: CNI/Divulgação" title="CNI/Divulgação"><br />
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<div class="meta rtecenter"><em>“Palavras que Voam: Acervo Aurélio Buarque de Holanda</em>: exposição no SESI Lab celebra 50 anos do Dicionário Aurélio Foto: CNI/Divulgação </div>
</div>
</div>
<h2>Novo espaço</h2>
<p>A exposição inaugura o novo espaço multiuso do Sesi Lab, onde funcionava a loja do museu, que passou por adaptação para receber mostras de médio e grande porte. Ali, o público poderá explorar diferentes dimensões do trabalho de Aurélio: manuscritos, anotações, correspondências, referências intelectuais e o processo editorial que levou à criação de um dos dicionários mais populares do país.</p>
<p>Cristiane Alves, gerente geral de Desenvolvimento e Inovação Empresarial da Firjan, destaca o caráter contemporâneo da mostra:</p>
<blockquote>
<p>“Mais do que uma homenagem, a exposição é um convite à imersão no universo intelectual de Aurélio. Sua trajetória atravessou artes, jornalismo, crítica literária, educação e a lexicografia. O dicionário é, por natureza, uma obra que se renova, acompanha o espírito de sua época e dialoga com futuro”, afirma.</p>
</blockquote>
<p><strong>A mostra é dividida em quatro núcleos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Linha do Tempo:</strong> apresenta os marcos da vida do lexicógrafo e a evolução de sua obra, incluindo a relevância editorial das grandes tiragens do dicionário.</li>
<li><strong>O Dicionário:</strong> revela o processo de construção do Aurélio, suas metodologias e edições ao longo de cinco décadas.</li>
<li><strong>Acervo:</strong> reúne anotações pessoais, dedicatórias, documentos e exemplares que expressam a diversidade intelectual do autor.</li>
<li><strong>Língua Viva:</strong> discute a transformação constante da língua portuguesa e o papel das expressões populares.</li>
</ul>
<p>Um documentário exclusivo complementa a experiência, com depoimentos de nomes ligados à história da obra, como o tradutor Paulo Geiger, editor do dicionário, e Nora Rónai, além do destaque à atuação de Marina Baird Ferreira, esposa de Aurélio, responsável pela logística da publicação da primeira edição, em 1975.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição “Palavras que Voam – Acervo Aurélio Buarque de Holanda”<br />
Abertura: 6 de dezembro de 2025 (entrada gratuita)<br />
Período de visitação: até 30 de março de 2026<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
Local: Sesi Lab, Brasília</p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-12/exposicao-em-brasilia-celebra-50-anos-do-dicionario-aurelio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 06 Dec 2025 13:03:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>No interior de Sergipe, filarmônica mais antiga do país faz 280 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/no-interior-de-sergipe-filarmonica-mais-antiga-do-pais-faz-280-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 17:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Unesco: Memorial da Resistência em SP é bem sob proteção reforçada ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A história da música brasileira tem um capítulo fundamental no interior de Sergipe. A Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, fundada no município de Itabaiana, completa 280 anos em 2025 como o conjunto em atividade mais antigo do país. A celebração conta com um calendário de apresentações.  Os eventos são gratuitos e acontecem até o próximo dia 8 deste mês, em Itabaiana e cidades vizinhas, com apresentação das bandas sinfônica e infanto-juvenil, orquestra preparatória e experimental, grupos de violões, quartetos, quintetos e a grande orquestra.   Notícias relacionadas: Unesco: Memorial da Resistência em SP é bem sob proteção reforçada . Falta de tempo é a maior barreira para consumo de cultura, diz estudo. Para além do simbolismo histórico, a instituição realiza um trabalho de preservação patrimonial&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A história da música brasileira tem um capítulo fundamental no interior de Sergipe</strong>. A Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, fundada no município de Itabaiana, completa 280 anos em 2025 como o conjunto em atividade mais antigo do país. A celebração conta com um calendário de apresentações. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765041299_16_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765041300_48_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Os eventos são gratuitos e acontecem até o próximo dia 8 deste mês, em Itabaiana e cidades vizinhas, com apresentação das bandas sinfônica e infanto-juvenil, orquestra preparatória e experimental, grupos de violões, quartetos, quintetos e a grande orquestra</strong>.  </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Unesco: Memorial da Resistência em SP é bem sob proteção reforçada .</li>
<li>Falta de tempo é a maior barreira para consumo de cultura, diz estudo.</li>
</ul>
<p>Para além do simbolismo histórico, a instituição realiza um trabalho de preservação patrimonial e cultural, com <strong>um dos maiores acervos musicais do Brasil, que cataloga cerca de quatro mil partituras originais</strong>, além de manter a própria oficina de luthieria, para construção e restauração dos instrumentos de corda. </p>
<p>Segundo o maestro Valtênio Alves de Souza, vice-presidente da filarmônica, é um desafio equilibrar tradição e renovação. </p>
<blockquote>
<p>“Manter uma filarmônica é olhar para trás sem deixar de formar o próximo trompista, a próxima violinista. A cidade inteira passa por aqui em algum momento e nosso compromisso é garantir que essa história continue soando”, diz. </p>
</blockquote>
<h2>Vínculo comunitário </h2>
<p>Como parte da formação de novos talentos, a Filarmônica Nossa Senhora da Conceição também é responsável por um trabalho importante na integração social entre jovens com a música de concerto.</p>
<p>Cerca de 330 crianças e adolescentes de 7 a 18 anos participam gratuitamente de cursos de musicalização e prática instrumental da instituição. Parte das atividades também ocorre no povoado Carrilho, com objetivo de promover pertencimento, convivência e imaginação através da música. </p>
<p>“Nosso papel é garantir que essas crianças possam ser crianças, possam brincar com a música e descobrir um mundo de possibilidades”, afirma Luan Lima, presidente da instituição. “A arte amplia horizontes e mantém viva uma tradição que faz parte da identidade de Itabaiana.”</p>
<p>*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire </p>
<p> *Alice Rodrigues &#8211; Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-12/no-interior-de-sergipe-filarmonica-mais-antiga-do-pais-faz-280-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 06 Dec 2025 13:36:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Unesco: Memorial da Resistência em SP é bem sob proteção reforçada </title>
		<link>https://weeknews.online/unesco-memorial-da-resistencia-em-sp-e-bem-sob-protecao-reforcada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 13:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[diz estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de tempo é a maior barreira para consumo de cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cinema do Brics começa hoje no Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[Memorial da Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado das Indústrias Criativas fecha negócios culturais para 2026]]></category>
		<category><![CDATA[proteção reforçada ]]></category>
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		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Memorial da Resistência, em São Paulo, e o Real Forte Príncipe da Beira, em Rondônia, se tornaram os dois primeiros bens culturais brasileiros a compor a Lista Internacional de Bens Culturais sob Proteção Reforçada do Segundo Protocolo da Convenção de Haia de 1954 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), por seu valor histórico e a importância na cultura contemporânea de suas regiões. A distinção se destina a promover a proteção de bens culturais que tenham relevância internacional. Embora originada de esforços da comunidade internacional para evitar a destruição destes bens em situações de conflitos armados, em especial guerras, seu escopo hoje é estendido àqueles espaços e instituições que ajudam a preservar a memória em contextos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>Memorial da Resistência, em São Paulo, e o Real Forte Príncipe da Beira, em Rondônia, se tornaram os dois primeiros bens culturais brasileiros a compor a Lista Internacional de Bens Culturais sob Proteção Reforçada do Segundo Protocolo da Convenção de Haia de 1954 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), por seu valor histórico e a importância na cultura contemporânea de suas regiões.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765027717_488_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765027717_82_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A distinção se destina a promover a proteção de bens culturais que tenham relevância internacional. Embora originada de esforços da comunidade internacional para evitar a destruição destes bens em situações de conflitos armados, em especial guerras, seu escopo hoje é estendido àqueles espaços e instituições que ajudam a preservar a memória em contextos de disputas e conflagrações. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Falta de tempo é a maior barreira para consumo de cultura, diz estudo.</li>
<li>Festival de Cinema do Brics começa hoje no Ceará.</li>
<li>Mercado das Indústrias Criativas fecha negócios culturais para 2026 .</li>
</ul>
<p>Segundo nota da representação da Unesco no Brasil, os critérios usados para considerar um bem cultural como excepcional e de grande importância para humanidade são sua influência e papel simbólico de <strong>pelo menos um período histórico; patrimônio protegido a nível nacional por meio de medidas legais e administrativas que garantam sua salvaguarda; e segurança de que o Estado o espaço não será utilizado para fins militares</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Definida após a Segunda Guerra Mundial, o tratado introduziu medidas de proteção e cooperação entre os países signatários para evitar danos, roubos e comércio ilegal desses bens e é um dos pilares fundamentais do direito internacional de proteção de bens culturais.&#8221;</p>
</blockquote>
<h2>Memorial da Resistência: lembrar para não repetir</h2>
<p><strong>O edifício que compõe o Memorial da Resistência abrigou o Departamento de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops/SP) entre 1939 e 1983, e como tal foi responsável pela perseguição e combate a dissidências políticas durante governos diversos, principalmente o de Getúlio Vargas e os governos militares a partir de 1964.</strong></p>
<p>Hoje é um museu sob gestão da Associação Pinacoteca Arte e Cultura (APAC), dedicado à pesquisa, salvaguarda e difusão da memória política de repressão e resistência brasileira, educação cidadã ativa e pela valorização de direitos humanos.</p>
<p>&#8220;Esta concessão da Unesco reconhece o valor histórico do edifício, social e cultural da instituição, ainda que &#8220;por sua aprovação na lista, o Comitê considera que Memorial da Resistência desempenha um papel único e insubstituível na preservação da memória política brasileira e que representa um símbolo vívido da luta pela democracia, sendo um lugar dedicado à preservação histórica e à educação em direitos humanos&#8221;.</p>
<p>O espaço é museu desde 2009, aberto para visitação gratuita e dedicado ao direito à memória e a construção de uma cultura de não-repetição.</p>
<h2>Real Forte: memória colonial no coração da Amazônia</h2>
<p><strong>O Real Forte Príncipe da Beira é considerado o maior forte português fora da Europa. Tombado como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1950, compõe um conjunto histórico arquitetônico formado por 19 fortificações, inaugurado em 1783.</strong> Localizado a 735 quilômetros de Porto Velho, na margem direita do Rio Guaporé e próximo da fronteira com a Bolívia, teve um esforço da univerdade e das autoridades locais pelo reconhecimento, em um processo que remonta a 2018 e pretendia desde então valorizar o turismo como maneira de ajudar a preservar a região.</p>
<p>Segundo o Iphan, além da relevância histórica o Forte também <strong>está integrado com a cultura do estado, tendo recebido, no ano passado, os festejos finais de Pentecostes, que fazem parte da Festa do Divino Espírito Santo</strong>, manifestação cultural em processo de Registro como Patrimônio Cultural Imaterial, festa que ocorre há mais de 130 anos no Vale do Guaporé, cumprindo um trajeto fluvial de cerca de 50 dias de visitação a dezenas de comunidades ribeirinhas. </p>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-12/unesco-memorial-da-resistencia-em-sp-e-bem-sob-protecao-reforcada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 06 Dec 2025 10:08:00 -0300 </p>

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