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	<title>Arquivo de Fazenda comemora IPCA de 4 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Fazenda comemora IPCA de 4 - WeekNews</title>
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		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:24:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Em&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano/">Leia mais...</a></p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano.</strong> A estimativa está no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260508.pdf" target="_blank"><em>Boletim Focus</em></a> desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Com a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank">guerra no Oriente Médio </a>pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/inflacao-oficial-chega-088-em-marco-diz-ibge" target="_blank">inflação oficial do mês</a> fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank">colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>
<p><strong>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.</strong> O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>
<p>Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank">BC informou que está monitorando o conflito</a> e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>
<p><strong>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho</strong>.</p>
<p>Nesta edição do <em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 10% ao ano.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%</strong>. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) variou de 1,75% para 1,76%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>Em 2025, a<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank"> economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE</a>. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>
<p>No <em>Focus</em> desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 11 May 2026 10:38:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Prévia da inflação de março fica em 0,44%, pressionada por alimentos</title>
		<link>https://weeknews.online/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-044-pressionada-por-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[17% este ano]]></category>
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		<category><![CDATA[26% e projeta menor inflação do Plano Real]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado eleva previsão da inflação para 4]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A prévia da inflação oficial do mês de março ficou em 0,44%, pressionada para cima pelo preço dos alimentos. O resultado mostra perda de força em relação ao 0,84% apurado em fevereiro. A prévia fica abaixo também do índice medido em março de 225 (0,64%). Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula alta de 3,9%, dentro da meta do governo, que tolera até 4,5% ao ano. Notícias relacionadas: Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real. IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta. Mercado eleva previsão da inflação para 4,17% este ano. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A prévia da inflação oficial do mês de março ficou em 0,44%, pressionada para cima pelo preço dos alimentos. O resultado mostra perda de força em relação ao 0,84% apurado em fevereiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774530768_583_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774530768_495_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A prévia fica abaixo também do índice medido em março de 225 (0,64%). <strong>Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula alta de 3,9%, dentro da meta do governo, que tolera até 4,5% ao ano.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real.</li>
<li>IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta.</li>
<li>Mercado eleva previsão da inflação para 4,17% este ano.</li>
</ul>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Grupos de preços</h2>
<p>Os nove grupos de preços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta na passagem de fevereiro para março. <strong>O destaque de alta foram os alimentos e bebidas, com elevação média dos preços de 0,88%, o que representou impacto de 0,19 ponto percentual (p.p.) no IPCA-15.</strong></p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,88% (impacto de 0,19 p.p.)</p>
<p>Habitação: 0,24% (0,04 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,37% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0,47% (0,02 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,21% (0,04 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,82% (0,09 p.p.)</p>
<p>Educação: 0,05% (0,00 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,03% (0,00 p.p.)</p>
<h2>Alimentos</h2>
<p><strong>Dentro do grupo alimentação e bebidas, o conjunto de preços da chamada alimentação no domicílio ficou 1,10% mais caro. Em fevereiro havia sido 0,09 p.p.</strong></p>
<p>Contribuíram para esse resultado as altas do açaí (29,95%), feijão-carioca (19,69%), ovo de galinha (7,54%), leite longa vida (4,46%) e carnes (1,45%). O IBGE destaca que, em termos de peso na inflação mensal, as carnes representaram impacto de 0,04 p.p.; já o leite, 0,03 p.p.</p>
<p>Com os aumentos de dois dígitos, o feijão e o açaí contribuíram, cada um, com 0,02 p.p. do índice em março.</p>
<p><strong>A alimentação fora do domicílio subiu 0,35% em março, superando a expansão observada em fevereiro (0,46%).</strong></p>
<h2>Mais influências</h2>
<p><strong>De todos os 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, o que exerceu maior pressão de alta individual no IPCA-15 foram as passagens aéreas, que subiram 5,94% no mês (impacto de 0,05 p.p.)</strong></p>
<p>Na prévia de março, os combustíveis apresentaram deflação de 0,03%, ou seja, na média, houve redução de preço. O IBGE apontou os seguintes comportamentos: gás veicular (-2,27%), etanol (-0,61%) e gasolina (-0,08%). Já o óleo diesel teve variação positiva de 3,77%.</p>
<h2>Guerra no Irã</h2>
<p>O preço dos combustíveis, especialmente os derivados de petróleo, como diesel, gás e gasolina, estão sendo observados com atenção em março por autoridades, profissionais do setor e motoristas por causa da guerra no Irã, que tem levado distúrbios à cadeia global de petróleo.</p>
<p>Aqui no Brasil a Petrobras chegou a anunciar reajuste no diesel em R$ 0,38 por litro, e o governo adotou medidas para suavizar a escalada de preços, incluindo a zeragem de alíquotas do PIS e da Cofins, tributos federais incidentes sobre o diesel. </p>
<p><strong>O diesel, utilizado por ônibus, caminhões e tratores, é o derivado que mais sente a pressão internacional. Um dos motivos é que o Brasil importa 30% do óleo que consome.</strong></p>
<h2>IPCA-15 x IPCA</h2>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos. </p>
<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. <strong>Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 13 de fevereiro a 17 de março.</strong></p>
<p>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.</p>
<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). <strong>O IPCA cheio de março será divulgado em 10 de abril.</strong></p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-044-pressionada-por-alimentos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Mar 2026 09:51:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-reduz-para-4-projecao-de-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 14:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[02% projeção de inflação para 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[26% e projeta menor inflação do Plano Real]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/mercado-financeiro-reduz-para-4-projecao-de-inflacao-para-2026/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (26), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 4%. Tido como referência para a inflação oficial do país, o IPCA estava projetado em 4,02% na semana passada. Quatro semanas antes, estava em 4,05%. Para os anos 2027 e 2028, o mercado mantém projeções estáveis há 12 semanas, em 3,80% para 2027; e em 3,5% para 2028. Meta de inflação Notícias relacionadas: Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026. Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026. Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real. Definida&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas que tem para a inflação em 2026. <strong>De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (26), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 4%.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769436217_625_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769436217_644_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Tido como referência para a inflação oficial do país, o IPCA estava projetado em 4,02% na semana passada. Quatro semanas antes, estava em 4,05%. <strong>Para os anos 2027 e 2028, o mercado mantém projeções estáveis há 12 semanas, em 3,80% para 2027; e em 3,5% para 2028.</strong></p>
<h2>Meta de inflação</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026.</li>
<li>Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026.</li>
<li>Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real.</li>
</ul>
<p><strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2026 e anos subsequentes é 3%,</strong> com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>Dessa forma, todas projeções de inflação indicadas pelo Focus encontram-se dentro das metas, a exemplo do que ocorreu com o <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta" target="_blank">IPCA de 2025</a>, que também ficou dentro da meta do governo, com os 4,26% registrados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).</strong></p>
<h2>Juros</h2>
<p>Os demais índices anunciados pelo <strong>Boletim Focus</strong> para 2026 apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores.</p>
<p><strong>No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há cinco semanas consecutivas.</strong> Atualmente, a Selic encontra-se em 15%, o maior nível desde julho de 2006 quando atingiu 15,25%.</p>
<p><strong>Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%, percentual que se repete nas projeções há 50 semanas consecutivas. Para 2028, as expectativas também se mantêm estáveis, projetando que a Selic ficará em 10%, ao final do ano.</strong></p>
<h2>Variações da Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e dólar</h2>
<p><strong>Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma de todos bens e serviços produzidos no país -)  as expectativas são de que a economia brasileira cresça 1,80% em 2026, mesmo percentual que se repete há sete semanas.</strong></p>
<p>Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027; e de 2% em 2028.</p>
<p><strong>De acordo com o Boletim Focus, o dólar estadunidense deve fechar 2026 cotado a R$ 5,50.</strong> <strong>Este valor é o mesmo projetado há 15 semanas. Para 2027 e 2028, estão projetadas cotações a R$ 5,51; e R$ 5,52, respectivamente.</strong></p>
<p> </p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/mercado-financeiro-reduz-para-4-projecao-de-inflacao-para-2026">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 26 Jan 2026 10:40:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mercado-financeiro-reduz-para-4-projecao-de-inflacao-para-2026/">Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 13:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[05%]]></category>
		<category><![CDATA[06% em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[15 p.p.) vieram dos transportes]]></category>
		<category><![CDATA[26% e projeta menor inflação do Plano Real]]></category>
		<category><![CDATA[74%) e o maior impacto (0]]></category>
		<category><![CDATA[A maior variação (0]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda comemora IPCA de 4]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro projeta inflação de 4]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.  Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%. Notícias relacionadas: Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real. Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026. Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%. Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente. Meta de inflação Definida pelo Conselho&#8230;</p>
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				</p>
<p>O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. <strong>De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768224038_427_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768224038_955_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real.</li>
<li>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026.</li>
<li>Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%.</li>
</ul>
<p>Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>
<h2>Meta de inflação</h2>
<p><strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p><strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.</p>
<p><strong>A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, </strong>seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.</p>
<p><strong>No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.</strong></p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027</strong>.</p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.</p>
<h2>Selic</h2>
<p><strong>A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027.</strong> Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.</p>
<p>A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.</p>
<p><strong>A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.</strong></p>
<h2>Variações da Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p> </p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 12 Jan 2026 10:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/">Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Dólar cai para R$ 5,36 com desaceleração do emprego nos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-cai-para-r-536-com-desaceleracao-do-emprego-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 23:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[26%]]></category>
		<category><![CDATA[26% e projeta menor inflação do Plano Real]]></category>
		<category><![CDATA[33% em dezembro e fecha 2025 em 4]]></category>
		<category><![CDATA[abaixo da meta]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[B3 realiza 75 leilões em 2025 e alcança marca histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda comemora IPCA de 4]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA vai a 0]]></category>
		<category><![CDATA[ter fechado o ano passado em 4]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Num dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu após duas altas consecutivas e voltou a fechar no menor valor desde o início de dezembro. Apesar de perder força no fim do dia, a bolsa subiu e recuperou os 163 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (9) vendido a R$ 5,365, com recuo de R$ 0,024 (-0,44%). A cotação iniciou o dia estável, mas caiu após a divulgação de dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos. Na mínima do dia, por volta das 14h, chegou a R$ 5,35. Notícias relacionadas: IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta. Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real. B3 realiza 75&#8230;</p>
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				</p>
<p>Num dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu após duas altas consecutivas e voltou a fechar no menor valor desde o início de dezembro. Apesar de perder força no fim do dia, a bolsa subiu e recuperou os 163 mil pontos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768001197_149_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768001197_89_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (9) vendido a R$ 5,365, com recuo de R$ 0,024 (-0,44%)</strong>. A cotação iniciou o dia estável, mas caiu após a divulgação de dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos. Na mínima do dia, por volta das 14h, chegou a R$ 5,35.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta.</li>
<li>Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real.</li>
<li>B3 realiza 75 leilões em 2025 e alcança marca histórica.</li>
</ul>
<p>A moeda estadunidense está no menor nível desde 4 de dezembro, quando tinha sido vendida a R$ 5,31. A divisa cai 2,24% em janeiro, após subir 2,89% no mês passado. Em 2025, o dólar caiu 11,18%.</p>
<p>No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. <strong>Após cair 1,03% na quinta-feira (8), o Ibovespa fechou esta sexta aos 163.370 pontos, com alta de 0,27%.</strong> O indicador chegou a subir 0,81% às 14h03, mas perdeu força durante a tarde.</p>
<p>A bolsa brasileira subiu 1,76% na semana e acumula alta de 1,39% em 2026.</p>
<p>Tanto fatores internos como externos influenciaram o mercado. A divulgação de que a economia estadunidense criou 50 mil empregos em dezembro foi bem recebida pelos investidores. A abertura de vagas ficou abaixo do previsto, o que abre margem para um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) no início de 2026.</p>
<p>Juros menores em economias avançadas atraem capitais para países emergentes, como o Brasil. Nesta sexta, o real também se beneficiou da alta de 2% do petróleo no mercado internacional.</p>
<p>Em relação à economia interna, <strong>os dados da inflação oficial em 2025 ajudaram a segurar o dólar. </strong>Apesar de o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ter fechado o ano passado em 4,26%, os preços do setor de serviços continuam pressionados, o que abre margem para o Banco Central brasileiro começar a cortar os juros apenas na reunião de março.</p>
<p>Juros mais altos no Brasil favorecem a entrada de capitais financeiros do exterior. No entanto, tiram a força da bolsa de valores porque estimulam a migração de investimentos para a renda fixa.</p>
<p>*Com informações da Reuters</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/dolar-cai-para-r-536-com-desaceleracao-do-emprego-nos-eua">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 09 Jan 2026 20:01:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/dolar-cai-para-r-536-com-desaceleracao-do-emprego-nos-eua/">Dólar cai para R$ 5,36 com desaceleração do emprego nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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