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	<title>Arquivo de Fórum lança manifesto para ampliar inclusão de jovens LGBT+ no mercado - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Fórum lança manifesto para ampliar inclusão de jovens LGBT+ no mercado - WeekNews</title>
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		<title>Parada do Orgulho LGBT+ de SP 2026 abordará importância do voto</title>
		<link>https://weeknews.online/parada-do-orgulho-lgbt-de-sp-2026-abordara-importancia-do-voto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 13:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[APOLGBT-SP]]></category>
		<category><![CDATA[Depois de dois anos]]></category>
		<category><![CDATA[discussão foi sobre o envelhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Parada do Orgulho LGBT+ de SP volta à Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Parada do Orgulho LGBT+ SP 2026]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em ano de eleições presidenciais, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo pretende levar para a Avenida Paulista um debate político. Marcada para o dia 7 de julho, na capital paulista, a organização do evento escolheu para a edição deste ano o tema: A rua convoca, a urna confirma. A intenção é ampliar o debate sobre a importância do voto e da participação política. Para a organização do evento, o voto é um instrumento central para a definição de políticas públicas e garantia de direitos. Notícias relacionadas: Depois de dois anos, Parada do Orgulho LGBT+ de SP volta à Paulista. Fórum lança manifesto para ampliar inclusão de jovens LGBT+ no mercado. “A Parada existe porque a LGBTfobia persiste. Cresce porque a desigualdade&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/parada-do-orgulho-lgbt-de-sp-2026-abordara-importancia-do-voto/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>Em ano de eleições presidenciais, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo pretende levar para a Avenida Paulista um debate político. Marcada para o dia 7 de julho, na capital paulista, a organização do evento escolheu para a edição deste ano o tema: A rua convoca, a urna confirma. A intenção é ampliar o debate sobre a importância do voto e da participação política.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777122717_701_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777122717_131_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Para a organização do evento, o voto é um instrumento central para a definição de políticas públicas e garantia de direitos.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Depois de dois anos, Parada do Orgulho LGBT+ de SP volta à Paulista.</li>
<li>Fórum lança manifesto para ampliar inclusão de jovens LGBT+ no mercado.</li>
</ul>
<p>“A Parada existe porque a LGBTfobia persiste. Cresce porque a desigualdade permanece. Ocupa as ruas porque o poder ainda exclui. Trinta anos não são apenas uma celebração. É um chamado à ação. Um chamado para ocupar, para enfrentar, para participar e para decidir”, diz Nelson Matias Pereira, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=460596:cheio_8colunas --><br />
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    <!-- END scald=460596 --></div>
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<div class="meta"><!--copyright=460596--><strong>Foto &#8211; APOLGBT-SP</strong><!--END copyright=460596--></div>
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<p><strong>A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, considerada uma das maiores manifestações de diversidade do mundo, completa 30 anos de existência neste ano.</strong> A primeira edição ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou.</p>
<p>Desde então, a Parada sempre leva para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.</p>
<blockquote>
<p>“A APOLGBT-SP resistiu às tentativas de tirar a Parada da Paulista. Resistiu às investidas do poder público de se apropriar do evento. Resistiu a cada tentativa de silenciamento, esvaziamento ou controle. A presença é legítima, e a luta é inegociável”, reforçou Pereira, por meio de nota.</p>
<p> </p>
</blockquote>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/parada-do-orgulho-lgbt-de-sp-2026-abordara-importancia-do-voto">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 25 Apr 2026 09:25:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Há 35 anos, OMS deixava de considerar homossexualidade uma doença</title>
		<link>https://weeknews.online/ha-35-anos-oms-deixava-de-considerar-homossexualidade-uma-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 14:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum lança manifesto para ampliar inclusão de jovens LGBT+ no mercado]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[Homossexual]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQ+]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Nove em cada dez estudantes LGBTI+ sofreram agressão verbal na escola]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosos e pesquisadores defendem fé que acolha população LGBTQIA+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No dia 16 de maio de 1990, quem consultasse o Código Internacional de Doenças (CID), encontraria o termo homossexualidade ao lado do número 302.0. Havia anos, no entanto, que a comunidade de LGBT lutava para que houvesse uma revisão da publicação, da Organização Mundial da Saúde (OMS), e a palavra fosse retirada da lista de doenças. O dia seguinte seria considerado, portanto, um marco para os ativistas LGBT, já que a OMS, em sua 43ª assembleia mundial, naquela data, finalmente revisaria o CID e deixaria de considerar a homossexualidade uma doença. Desde 2004, a data passou a ser conhecida como o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, que neste sábado (17), celebra os 35 anos dessa decisão da OMS.  “Foi muito importante que&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>No dia 16 de maio de 1990, quem consultasse o Código Internacional de Doenças (CID), encontraria o termo homossexualidade ao lado do número 302.0. Havia anos, no entanto, que a comunidade de LGBT lutava para que houvesse uma revisão da publicação, da Organização Mundial da Saúde (OMS), e a palavra fosse retirada da lista de doenças.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747491849_814_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747491849_972_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O dia seguinte seria considerado, portanto, um marco para os ativistas LGBT, já que a OMS, em sua 43ª assembleia mundial, naquela data, finalmente revisaria o CID e deixaria de considerar a homossexualidade uma doença.</p>
<p>Desde 2004, a data passou a ser conhecida como o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, que <strong>neste sábado (17), celebra os 35 anos dessa decisão da OMS</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Foi muito importante que uma das primeiras lutas desse ativismo organizado LGBTI+, justamente tenha sido combater os discursos e as tentativas de patologização”, afirma o professor de Direito da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador do Núcleo TransUnifesp, Renan Quinalha.</p>
</blockquote>
<p>Segundo ele, a patologização da homossexualidade surge ainda no século 19. </p>
<p><strong>“A primeira vez que o termo aparece, em 1869, como homossexualismo ainda, é num tratado de psicopatologia sexual”, ressalta o pesquisador.</strong></p>
<p>Ele acrescenta que, entre o fim do século 19 e o início do século 20, esse discurso de homossexualidade como doença se intensifica, a ponto de haver manicômios judiciais e hospitais psiquiátricos “cheios de homossexuais, pessoas acusadas de serem homossexuais ou assim diagnosticadas”. </p>
<blockquote>
<p>“Uma série de torturas eram praticadas contra elas nessas terapias de reorientação sexual, como eletrochoque, convulsoterapia, lobotomia”.</p>
</blockquote>
<p>Em 1948, o Código Internacional de Doenças, em sua sexta edição, passou a considerar homossexualidade um transtorno de personalidade. Quatro anos depois, a Associação Americana de Psiquiatria (APA) lançaria a primeira edição de seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), que incluiria a homossexualidade como um “desvio sexual”.</p>
<p>A luta de ativistas LGBT para reverter essa tendência de patologização dessa orientação sexual começou a dar frutos na década de 1970. <strong>Em 1973, a APA decidiu retirar a palavra homossexualidade do DSM.</strong></p>
<p>“Logo em seguida, outros países caminham nesse sentido. O Brasil fez isso em 1985, graças a um abaixo-assinado, feito pelo Grupo Gay da Bahia, que contou com milhares de assinaturas, inclusive de personalidades notáveis da política da época, como Fernando Henrique Cardoso e Mário Covas”, lembra Quinalha. </p>
<blockquote>
<p>“Aí a gente chega nos anos 90, com essa decisão da OMS, importantíssima, e retira [a homossexualidade] dessa classificação internacional. Isso reforça esse processo de despatologização que vinha se intensificando”.</p>
</blockquote>
<p>Apesar disso, Quinalha destaca que a visão da homossexualidade como uma patologia ainda persiste, principalmente em comunidades terapêuticas ligadas a denominações evangélicas, como as chamadas “curas gay”. </p>
<p><strong>“A gente ainda vê essas práticas sendo ofertadas, contrariando resoluções do Conselho Federal de Medicina e do Conselho Federal de Psicologia”, disse.</strong></p>
<p>Em suas redes sociais, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, lembrou que o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia foi oficializado pelo Ministério da Saúde, em 2010. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;A data é um momento de reflexão e resistência, mas também de celebração das conquistas obtidas por meio da luta de movimentos sociais e ativistas, que, ao longo das décadas, vêm construindo um Brasil mais justo, diverso e plural&#8221;, afirma a ministra.</p>
</blockquote>
<p><strong>A ministra, no entanto, alerta que a população LGBT ainda enfrenta violações de direitos, discriminação e violência motivada por orientação sexual ou identidade de gênero.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-05/ha-35-anos-oms-deixava-de-considerar-homossexualidade-uma-doenca">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 17 May 2025 11:07:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ha-35-anos-oms-deixava-de-considerar-homossexualidade-uma-doenca/">Há 35 anos, OMS deixava de considerar homossexualidade uma doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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