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	<title>Arquivo de Fundo Garantidor de Créditos (FGC) - WeekNews</title>
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		<title>Entenda operação de até R$ 6,5 bilhões para socorrer BRB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Brasília (BRB)]]></category>
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		<category><![CDATA[BRB muda regras e permite aportes parciais para aumento de capital]]></category>
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		<category><![CDATA[União e GDF fecham acordo para viabilizar empréstimo ao BRB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux nesta quinta-feira (28), o acordo para viabilizar operação de socorro financeiro ao Banco de Brasília (BRB) prevê empréstimo de até R$ 6,5 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Anunciado pelo advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, pela governadora do Distrito Federal, Celina Leão, e pelo presidente do BRB, Nelson Souza, o compromisso foi assinado após audiência de conciliação no STF no fim da manhã. A reunião também teve a presença do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e de integrantes do Banco Central e da Procuradoria-Geral da República. O acerto busca evitar agravamento da crise enfrentada pelo BRB após operações ligadas ao Banco Master. Fux é o relator da ação em que o DF questiona o&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>Homologado pelo ministro do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank">Supremo Tribunal Federal (STF)</a> Luiz Fux nesta quinta-feira (28), o acordo para viabilizar operação de socorro financeiro ao <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://novo.brb.com.br/" target="_blank">Banco de Brasília (BRB)</a> prevê empréstimo de até R$ 6,5 bilhões do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.fgc.org.br/">Fundo Garantidor de Créditos (FGC)</a>.</strong></p>
<p>Anunciado pelo advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, pela governadora do Distrito Federal, Celina Leão, e pelo presidente do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/brb" target="_blank">BRB</a>, Nelson Souza, <strong>o compromisso foi assinado após audiência de conciliação no STF no fim da manhã</strong>. A reunião também teve a presença do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e de integrantes do Banco Central e da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.mpf.mp.br/o-mpf/unidades/procuradoria-geral-da-republica-pgr" target="_blank">Procuradoria-Geral da República</a>.</p>
<p><strong>O acerto busca evitar agravamento da crise enfrentada pelo BRB após operações ligadas ao <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/banco-master" target="_blank">Banco Master</a>. </strong>Fux é o relator da ação em que o DF questiona o rebaixamento da nota dada pelo Tesouro Nacional sobre a capacidade de pagamento da dívida pública.</p>
<h2>Memória</h2>
<p>O BRB enfrenta dificuldades financeiras depois de adquirir carteiras de crédito do Banco Master. Parte dessas operações passou a ser investigada por suspeitas de irregularidades e possível ausência de lastro financeiro.</p>
<p><strong>Segundo o próprio banco, o rombo estimado para cobrir perdas e reforçar o capital da instituição chega a R$ 8,8 bilhões.</strong></p>
<p>Com isso, o banco precisou buscar uma forma de aumentar rapidamente sua capacidade financeira para continuar operando normalmente e atender às exigências do sistema financeiro.</p>
<h2>Condições</h2>
<p><strong>O compromisso cria condições para que o FGC empreste dinheiro ao BRB.</strong></p>
<p>O FGC é uma entidade privada mantida pelos próprios bancos e conhecida por garantir depósitos e aplicações financeiras de clientes em caso de quebra de instituições financeiras. Agora, o fundo também poderá participar da operação de socorro ao BRB.</p>
<p><strong>Na prática, o dinheiro será emprestado ao banco estatal para reforçar seu caixa e evitar uma deterioração maior da situação financeira.</strong></p>
<p><strong>Termos do acordo:</strong></p>
<ul>
<li>o valor do empréstimo poderá chegar a R$ 6,5 bilhões;</li>
<li>os recursos servirão para capitalizar o banco;</li>
<li>a operação busca estabilizar a situação financeira da instituição.</li>
</ul>
<p><strong>O empréstimo ainda depende:</strong></p>
<ul>
<li>da análise do plano de negócios do BRB;</li>
<li>da aprovação técnica do FGC;</li>
<li>da definição final das condições financeiras.</li>
</ul>
<h2>União</h2>
<p><strong>Um dos pontos centrais do acordo é que a União não vai transferir dinheiro diretamente ao BRB nem oferecer garantia federal para o empréstimo.</strong></p>
<p>Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), os recursos da operação virão do sistema financeiro privado, por meio do FGC e de um grupo de bancos públicos e privados que atuarão como fiadores da operação.</p>
<p>Entre as instituições que podem integrar esse grupo estão Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.</p>
<h2>STF</h2>
<p><strong>O acordo foi construído dentro de uma ação que o Distrito Federal moveu no STF contra decisão do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tesouro-nacional" target="_blank">Tesouro Nacional</a>.</strong></p>
<p>O governo distrital contestava o rebaixamento da chamada Capacidade de Pagamento (Capag), indicador usado pela União para avaliar a saúde fiscal de estados e municípios.</p>
<p>A nota do DF caiu de B para C. Isso impediu o governo local de obter novos empréstimos com garantia federal.</p>
<p>Com a mediação do STF, União e DF chegaram a um entendimento para flexibilizar regras fiscais e permitir a operação sem que a União precisasse entrar como avalista.</p>
<p><strong>Mudanças:</strong></p>
<ul>
<li>Antes do acordo: o DF tinha limite de cerca de R$ 900 milhões para empréstimos;</li>
<li>Após o entendimento: será possível viabilizar operação de até R$ 6,5 bilhões;</li>
<li>Considerações: o calculo tem por base resolução do Senado que estabelece limite de 16% da receita corrente líquida anual em operações de crédito de estados e municípios.</li>
</ul>
<h2>Garantias </h2>
<p><strong>Como a União não dará garantia ao empréstimo, o DF precisará apresentar contragarantias.</strong></p>
<p>A combinação prevê o uso de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esses fundos são transferências federais feitas regularmente aos governos estaduais e municipais.</p>
<p>Na prática, se houver inadimplência, os bancos poderão acessar parte desses recursos para receber os pagamentos da dívida.</p>
<p>Outras garantias, como dividendos e participação acionária, também poderão ser usadas.</p>
<h2>Ajuste fiscal</h2>
<p>Em troca da flexibilização das regras, o Distrito Federal assumiu compromissos de ajuste fiscal.</p>
<p><strong>O acordo prevê restrições como:</strong></p>
<ul>
<li>proibição de novos concursos públicos;</li>
<li>limitação de reajustes salariais;</li>
<li>vedação à criação de cargos que aumentem despesas.</li>
</ul>
<p>As medidas valerão até que o empréstimo seja quitado ou até que o DF volte a atingir nota A+ na avaliação de capacidade de pagamento do Tesouro Nacional.</p>
<h2>Argumentação</h2>
<p><strong>O governo do Distrito Federal argumentou no STF que o BRB tem papel estratégico para a administração pública local.</strong></p>
<p><strong>O banco opera programas sociais do DF, faz pagamentos de servidores públicos, administra benefícios sociais e concentra recursos públicos e depósitos judiciais.</strong></p>
<p>Segundo o GDF, um eventual colapso da instituição poderia afetar serviços públicos, programas sociais e milhares de correntistas.</p>
<p>Na quarta-feira (27), o ministro Dario Durigan disse ao jornal Valor Econômico que uma eventual liquidação do BRB abriria rombo de R$ 17 bilhões no FGC.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Apesar do acordo político e jurídico, a operação ainda não está concluída. O FGC ainda precisará analisar o plano de negócios do BRB e aprovar tecnicamente o empréstimo.</p>
<p>Além disso, o banco continua revisando seu balanço financeiro, que teve divulgação adiada após a crise envolvendo o Banco Master. O STF ficará responsável por monitorar o cumprimento das condições estabelecidas no acordo.</p>
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    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/entenda-operacao-de-ate-r-65-bilhoes-para-socorrer-brb" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 28 May 2026 17:11:00 -0300</p>
<p></p>

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