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	<title>Arquivo de Fundo Rio Doce - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Fundo Rio Doce - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Fundo que repara danos de barragem de Mariana libera R$ 75,8 milhões</title>
		<link>https://weeknews.online/fundo-que-repara-danos-de-barragem-de-mariana-libera-r-758-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Doce Amargo faz reportagem em quadrinhos sobre desastre em Mariana]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça inglesa nega novo recurso de mineradora sobre caso Mariana]]></category>
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		<category><![CDATA[Tragédia de Mariana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Fundo Rio Doce, criado para garantir ações de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, na cidade mineira de Mariana, em 2015, chegou à marca de R$ 75,8 milhões liberados para novos projetos nos últimos três meses. O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira (8) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em um evento no Museu de Mariana. Os recursos, que começaram a ser liberados em fevereiro, são destinados a sete projetos. A maior liberação é para a iniciativa Florestas Produtivas com Barraginhas, que recebeu R$ 23,6 milhões. O projeto temo objetivo de implantar 1,4 mil hectares de florestas produtivas. Essa área equivale a quase nove vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>O Fundo Rio Doce, criado para garantir ações de reparação dos danos causados pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tragedia-de-mariana" target="_blank">rompimento da barragem de Fundão</a>, na cidade mineira de Mariana, em 2015, chegou à marca de R$ 75,8 milhões liberados para novos projetos nos últimos três meses.</strong></p>
<p>O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira (8) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/bndes" target="_blank">BNDES</a>) em um evento no Museu de Mariana.</p>
<p>Os recursos, que começaram a ser liberados em fevereiro, são destinados a sete projetos. A maior liberação é para a iniciativa Florestas Produtivas com Barraginhas, que recebeu R$ 23,6 milhões.</p>
<p>O projeto temo objetivo de implantar 1,4 mil hectares de florestas produtivas. Essa área equivale a quase nove vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo.</p>
<p>Outra meta é a construção de 4,2 mil barraginhas, pequenas bacias escavadas no solo, projetadas para captar água da chuva e promover a infiltração no terreno. É considera uma tecnologia de baixo custo e de combate a erosões.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</a></p>
<p>O projeto vai oferecer também assistência técnica rural e capacitação para 4.650 unidades produtivas.</p>
<p>O projeto está habilitado a receber o total de R$ 100,89 milhões nos próximos anos.</p>
<h2>Solução ambiental</h2>
<p>O projeto é de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), vinculada ao ministério, é a executora.</p>
<p>Com os recursos, serão implantados sistemas agroflorestais (SAF), isto é, a harmonização de culturas agrícolas e espécies florestais.</p>
<p>A gerente extraordinária de Reparação do Rio Doce na Anater, Adriana Aranha, aponta que as SAFs contribuem para a recomposição de ecossistemas degradados.</p>
<blockquote>
<p>“É um projeto baseado na agricultura de baixo carbono [redução de emissão de gases do efeito estufa], que traz ganhos envolvendo a mitigação climática e a estabilidade produtiva&#8221;, diz.</p>
</blockquote>
<h2>Tecnologia para campo e pecuária</h2>
<p>O segundo projeto a receber mais recursos é o Rio Doce Semear Digital, com aporte inicial de R$ 19,1 milhões e projeção de chegar a R$ 30 milhões nos próximos anos.</p>
<p>A proposta é levar tecnologia digital e conectividade para plantações e pecuária. Serão estruturados quatro Centros de Propagação de Inovação Digital Inclusiva (CPIDI), nos municípios mineiros de Governador Valadares, Raul Soares e Caratinga, além de Colatina (ES) &#8211; todos na Bacia do Rio Doce.</p>
<p>Os demais recursos se estendem para iniciativas voltadas à consulta a comunidades quilombolas e indígenas sobre temas que afetam diretamente territórios desses povos; assessoria técnica a comunidades tradicionais e plano integrado de desenvolvimento.</p>
<p>Para a diretora de Crédito Digital para Micro, Pequenas e Médias Empresas e Gestão do Fundo do Rio Doce do BNDES, Maria Fernanda Coelho, o repasse anunciado reforça o compromisso do banco “em fazer chegar os recursos com rapidez e eficiência”.</p>
<p>“Com a adoção de boas práticas de governança e de mecanismos de transparência que permitem acompanhar a execução dos projetos, contribuímos para que as ações de reparação avancem, alcançando quem precisa e gerando ganhos concretos para a população rural e para o meio ambiente”, diz.</p>
<h2>Renda mensal para atingidos</h2>
<p>Fora dos quase R$ 80 milhões, o BNDES desembolsou mais parcelas do Programa de Transferência de Renda (PTR). Por essa iniciativa, pescadores e agricultores recebem, ao longo de três anos, repasses mensais de 1,5 salário mínimo. No quarto e último ano, o valor é reduzido para um salário mínimo. </p>
<p>Os repasses ultrapassam R$ 247 milhões e são transferido para a Caixa Econômica Federal, que cuida da operação do programa.</p>
<p>As liberações do PTR começaram em julho passado e somam, por enquanto, R$ 950 milhões.</p>
<h2>Rompimento da barragem</h2>
<p>O rompimento da barragem em Mariana aconteceu no dia 5 de novembro de 2015. Cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos – volume suficiente para encher 15,6 mil piscinas olímpicas &#8211; escoaram por 663 quilômetros pela Bacia do Rio Doce até encontrar o mar no Espírito Santo. É considerado um dos maiores desastres ambientais da história do Brasil.</p>
<p>A tragédia deixou 19 mortos. Os distritos mineiros de Bento Rodrigues e Paracatu foram destruídos pela enxurrada. Houve impactos ambientais e as populações de dezenas de municípios de Minas e do Espírito Santo foram afetadas.</p>
<p>A barragem pertencia à mineradora Samarco, uma joint venture (parceria empresarial) entre a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton. Na esfera criminal, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-11/mab-e-mpf-vao-recorrer-da-absolvicao-de-reus-do-caso-samarco" target="_blank">não houve presos nem condenados</a>. </p>
<p>Apesar de haver acordo no Brasil, a BHP enfrenta um processo na Justiça britânica por causa da tragédia ambiental. A multinacional tem sofrido <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/justica-inglesa-nega-novo-recurso-de-mineradora-sobre-caso-mariana" target="_blank">derrotas sucessivas</a> nas tentativas de impedir que o caso seja julgado em solo britânico. </p>
<h2>Acordo de reparação</h2>
<p>Um primeiro acordo de reparação envolvendo a Samarco e suas acionistas foi pactuado com o poder público em março de 2016, resultando na criação da Fundação Renova.</p>
<p>No entanto, a insatisfação com o desempenho da Renova levou a um <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2024-10/caso-samarco-acordo-extingue-fundacao-renova-e-fixa-nova-governanca" target="_blank">novo acordo</a>, firmado em outubro de 2024 e homologado no mês seguinte pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Além da extinção da Renova, os novos termos do acordo determinam o valor total de R$ 170 bilhões em ações de reparações. Esse montante inclui o Fundo Rio Doce, de R$ 49,1 bilhões.</p>
<p>Essa estrutura financeira será administrada ao longo de 22 anos pelo BNDES, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>Entre as responsabilidades do banco estão a aplicação dos recursos, prestação de contas e transferências às instituições executoras.</p>
<p>Os repasses são realizados após aprovação do Comitê Gestor do Rio Doce, formado representantes do governo federal.</p>
<p>Os aportes da Samarco no Fundo Rio Doce são feitos em parcelas. O BNDES já recebeu R$ 6,4 bilhões. Até agora, o comitê gestor aprovou R$ 8,4 bilhões em projetos, tendo R$ 2,2 bilhões já sido repassados pelo BNDES aos interessados.</p>
<p>O BNDES disponibiliza uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/transparencia/fundos-governamentais/fundo-rio-doce/transparencia/" target="_blank">página</a> na qual é possível acompanhar, em detalhes, a prestação de conta do Fundo Rio Doce.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/fundo-que-repara-danos-de-barragem-de-mariana-libera-r-758-milhoes" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 08 May 2026 16:42:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Ações de saúde receberam quase R$ 1 bilhão do Fundo Rio Doce em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/acoes-de-saude-receberam-quase-r-1-bilhao-do-fundo-rio-doce-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 20:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]]></category>
		<category><![CDATA[barragem de Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[diz mãe de vítimas sobre barragem de Brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Rio Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça inglesa condena mineradora BHP por rompimento de barragem]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Acordo do Rio Doce]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Acordo foi homologado em novembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório da UFF identifica novas áreas de conflitos de mineração]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia anunciada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta quinta-feira (5) que repassou, em 2025, R$ 985,03 milhões do Fundo Rio Doce para ações de saúde no Espírito Santo e em Minas Gerais, estados afetados pelo crime ambiental que culminou no rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana (MG), em 2015. As ações de saúde estão previstas no Novo Acordo do Rio Doce, instrumento de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem, que integrava um complexo da Samarco, mineradora controlada pelas empresas Vale e BHP Billiton. Notícias relacionadas: &#8220;Tragédia anunciada&#8221;, diz mãe de vítimas sobre barragem de Brumadinho. Justiça inglesa condena mineradora BHP por rompimento de barragem . Relatório da UFF identifica novas áreas de conflitos de mineração . O incidente aconteceu em 5 de&#8230;</p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta quinta-feira (5) que repassou, em 2025, R$ 985,03 milhões do Fundo Rio Doce para ações de saúde no Espírito Santo e em Minas Gerais, estados afetados pelo crime ambiental que culminou no rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana (MG), em 2015.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770324639_603_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770324639_956_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>As ações de saúde estão previstas no Novo Acordo do Rio Doce, instrumento de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem, que integrava um complexo da Samarco, mineradora controlada pelas empresas Vale e BHP Billiton.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>&#8220;Tragédia anunciada&#8221;, diz mãe de vítimas sobre barragem de Brumadinho.</li>
<li>Justiça inglesa condena mineradora BHP por rompimento de barragem .</li>
<li>Relatório da UFF identifica novas áreas de conflitos de mineração .</li>
</ul>
<p>O incidente aconteceu em 5 de novembro daquele ano, quando cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos escoaram por 633 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, até a foz, no Espírito Santo, contaminando o abastecimento de água e dizimando ecossistemas pelo caminho.</p>
<p><strong>O desastre provocou a morte de 19 pessoas e impactos diversos às populações de 49 municípios mineiros e capixabas.</strong></p>
<h2>Detalhes do acordo</h2>
<p>Segundo o BNDES, <strong>os recursos viabilizam a construção de novas unidades de saúde e hospitais, entre outras ações</strong>. </p>
<p>O Novo Acordo foi homologado em novembro de 2024, prevendo programas a serem implementados em municípios da região afetada. <strong>Para ações de saúde, o Novo Acordo reservou um total de R$ 12 bilhões. </strong></p>
<p>Desse total, R$ 11,32 bilhões serão geridos pelo BNDES, no âmbito do Fundo Rio Doce, e custearão o Programa Especial de Saúde do Rio Doce, sob coordenação do Ministério da Saúde. Os R$ 684 milhões restantes são de responsabilidade dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.</p>
<p>Entre as iniciativas anunciadas, estão as construções do Hospital-Dia de Santana do Paraíso e do Hospital Universitário de Mariana, vinculado à Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).</p>
<p>Outras medidas confirmadas envolvem a estruturação do Centro de Referência das Águas e do Centro de Referência em Exposição à Substâncias Químicas.</p>
<h2>Ações de saúde</h2>
<p>Os R$ 11,32 bilhões do programa contemplam ações em 38 municípios mineiros e 11 capixabas. Desse total, R$ 815,8 milhões englobam projetos realizados diretamente pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Também foi garantido R$ 1,8 bilhão para custear os planos municipais de saúde elaborados por cada município. Outros R$ 300,2 milhões custearão pesquisas e análises que serão conduzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Os R$ 8,4 bilhões restantes deverão constituir um fundo patrimonial que viabilizará as ações para fortalecimento e melhoria das condições de saúde dos municípios contemplados.</p>
<p>Em nota, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, diz que as iniciativas impulsionadas pelo Fundo Rio Doce, &#8220;além de viabilizar a recuperação das áreas degradadas e impulsionar a economia local, contribuem de forma decisiva para a reestruturação da rede pública de saúde e para o fortalecimento das comunidades da Bacia do Rio Doce&#8221;.</p>
<p>Já o gestor do Programa Especial de Saúde do Rio Doce do Ministério da Saúde, Sergio Rossi, acredita que os investimentos &#8220;fortalecerão a rede assistencial, a vigilância em saúde e a capacidade de resposta, assegurando soluções mais qualificadas às necessidades da população da Bacia do Rio Doce”. </p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=13471:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/984804-aaa_fl_b-lama-no-rio-doce-cidade-de-resplendor-es_0001-004.jpg" alt="Resplendor (MG) - Imagem aéra mostra a a lama no Rio Doce, na cidade Resplendor ( Fred Loureiro/ Secom ES)" title="Fred Loureiro/Secom-ES"><br />
    <!-- END scald=13471 --></div>
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<h6 class="meta">Imagem aéra mostra a a lama no Rio Doce, na cidade Resplendor, após rompimento de barragem Fred Loureiro/Secom ES</h6>
</div>
</div>
<h2>Novo Acordo</h2>
<p>O Novo Acordo foi assinado pela União, pelos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, pela Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton, e por instituições de Justiça, como o Ministério Público e a Defensoria Pública.</p>
<p>O instrumento repactua as ações que vinham sendo executadas desde 2016 e que não asseguraram, à época, a reparação integral dos danos.</p>
<p><strong>O valor total do acordo é de R$ 170 bilhões, sendo R$ 32 bilhões em indenizações individuais e obrigações de fazer da Samarco e de suas acionistas, Vale e BHP Billiton, além de R$ 38 bilhões já executados anteriormente.</strong></p>
<p>Os outros R$ 100 bilhões, a serem desembolsados pelas empresas ao longo de 20 anos, são destinados aos poderes públicos. As parcelas que englobam ações de responsabilidade da União somam R$ 49,1 bilhões e são aportadas no Fundo Rio Doce, gerido pelo BNDES.</p>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/acoes-de-saude-receberam-quase-r-1-bilhao-do-fundo-rio-doce-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Feb 2026 17:45:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/acoes-de-saude-receberam-quase-r-1-bilhao-do-fundo-rio-doce-em-2025/">Ações de saúde receberam quase R$ 1 bilhão do Fundo Rio Doce em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundo Rio Doce repassa R$ 1,6 bilhão para saúde em Minas e ES</title>
		<link>https://weeknews.online/fundo-rio-doce-repassa-r-16-bilhao-para-saude-em-minas-e-es/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 19:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[assinado em outubro do ano passado]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho vai gerir fundo de R$ 5 bilhões para a Bacia do Rio Doce]]></category>
		<category><![CDATA[diz estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Rio Doce]]></category>
		<category><![CDATA[fundo tem R$ 5 bilhões assegurados]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Acordo do Rio Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Pescadores atingidos por queda de barragem do Fundão recebem benefício]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[portaria de instalação]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação do Rio Doce precisa avaliar mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia de Mariana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal anunciou, nesta sexta-feira (26), R$ 1,6 bilhão em investimentos para a construção de 104 serviços de saúde em 48 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo, conectados ao Novo Acordo do Rio Doce. Os recursos são do Fundo Rio Doce, constituído por repasses das mineradoras responsáveis pela barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, que se rompeu em 5 de novembro de 2015. O novo acordo, assinado em outubro do ano passado, assegurou R$ 100 bilhões em novos recursos, que devem ser pagos em até 20 anos pelas empresas ao poder público, para serem aplicados em diversas ações de reparação à população e ao meio ambiente. A União ficou responsável por aplicar R$ 49,08 bilhões repassados ao fundo gerido&#8230;</p>
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<p><strong>O governo federal anunciou, nesta sexta-feira (26), R$ 1,6 bilhão em investimentos para a construção de 104 serviços de saúde em 48 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo, conectados ao Novo Acordo do Rio Doce.</strong> Os recursos são do Fundo Rio Doce, constituído por repasses das mineradoras responsáveis pela barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, que se rompeu em 5 de novembro de 2015.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758913606_730_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758913606_901_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O novo acordo, assinado em outubro do ano passado, assegurou R$ 100 bilhões em novos recursos, que devem ser pagos em até 20 anos pelas empresas ao poder público, para serem aplicados em diversas ações de reparação à população e ao meio ambiente. <strong>A União ficou responsável por aplicar R$ 49,08 bilhões repassados ao fundo gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
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</ul>
<p>Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou as dificuldades em fechar um acordo que atendesse todas as reivindicações da população da região. O primeiro acordo para indenizar as vítimas foi assinado em 2016, mas sabia-se que uma repactuação seria necessária diante da dimensão da tragédia.</p>
<p><strong>De acordo com Lula, a União fez o acordo que era possível.</strong> </p>
<p>“Fazia praticamente 8 anos, quando nós chegamos na Presidência da República, que o povo estava sendo enganado, e o povo tinha perdido um pouco a fé e a esperança de que as coisas fossem acontecer. E também porque tinha gente prometendo coisas que não existiam”, lembrou.</p>
<blockquote>
<p>“Mas a gente, quando aprende a negociar, e tem responsabilidade, tem hora que tem que decidir, tem hora que você tem que escolher. Ou eu fico com o passarinho que eu estou na mão, ou tento pegar dois e fico sem nenhum. E nós entendíamos que o acordo, se não um acordo extraordinário do ponto de vista do merecimento de vocês [vítimas], era um acordo excepcional, porque foi um acordo feito com muitas brigas e muitas reuniões e muitas contestações”, disse Lula.</p>
</blockquote>
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<p>Sob responsabilidade da União, por exemplo, na área da saúde serão investidos quase R$ 12 bilhões. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, R$ 3,6 bilhões serão executados nos próximos anos e R$ 9 bilhões ficarão no fundo para obter rendimentos para ser usados em custeio.</p>
<p><strong>“Na saúde, construir um prédio, um hospital, uma unidade de saúde é muito bom, mas o difícil mesmo é contratar os profissionais, os insumos, os medicamentos, o chamado custeio permanente. E esses R$ 9 bilhões são um cheque permanente para as gerações atuais e gerações futuras, para dizer que não vai faltar recursos para colocar o hospital em funcionamento de forma permanente, para contratar profissionais, é uma garantia para o futuro”, afirmou.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O senhor [presidente Lula] tirou a Renova do plano e, na saúde, colocou o SUS do nosso país, pactuado com estados e municípios e com o controle social”, lembrou Padilha. </p>
</blockquote>
<p>Com o novo acordo, houve a extinção da Fundação Renova, entidade criada em 2016 para gerir o processo reparatório, mas que era alvo de diversas críticas devido à falta de solução para os problemas. O passivo de processos acumulados no Judiciário brasileiro, entre ações coletivas e individuais, envolvendo a tragédia chegou a 85 mil.</p>
<p><strong>A tragédia humana e ambiental de Mariana ocorreu com o rompimento da barragem de rejeitos de mineração administrada pela Samarco, empresa controlada pelas mineradoras Vale, brasileira, e BHP Billiton, anglo-australiana.</strong> O distrito de Bento Rodrigues foi totalmente destruído pela lama. Morreram 19 pessoas, três estão desaparecidas até hoje e 600 pessoas ficaram desabrigadas.</p>
<p>Aproximadamente 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos tóxicos foram despejados no meio ambiente, atingindo 49 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo. A lama percorreu 663 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, até atingir o mar do litoral capixaba.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/lula-rio-doce-mc_abr_26092025-12.jpg" alt="Brasília (DF), 26/09/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de posse do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba (CFPS Rio Doce), e anúncios relacionados à área da saúde no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=438603-->Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de posse do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba &#8211; Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=438603--></h6>
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<h2>Participação Social</h2>
<p><strong>Durante o evento, a Secretaria-Geral da Presidência também deu posse aos membros do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba (CFPS Rio Doce).</strong> O colegiado, composto por 36 membros, será responsável por fazer o controle social das obrigações da União provenientes do acordo judicial para reparação relativa ao rompimento da barragem e definir os critérios de alocação dos recursos do Fundo de Participação Social.</p>
<p>Esse fundo tem R$ 5 bilhões assegurados para as demandas das comunidades atingidas, utilizados em ações de economia popular e solidária; segurança alimentar e nutricional; educação popular; tecnologias sociais e ambientais; promoção do esporte e lazer; culturas e mídias locais; e defesa da terra e do território.</p>
<p>Lula destacou a importância do controle das ações a serem desenvolvidas. </p>
<blockquote>
<p>“Agora somos nós, governo, e vocês, moradores da região, que estamos tomando conta dos recursos, e nós precisamos aplicá-lo da melhor forma possível, sem permitir que haja qualquer desvio ou qualquer atraso desse dinheiro”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Até agosto, o governo recebeu, por meio de edital, inscrições de movimentos sociais e organizações da sociedade civil com reconhecida atuação junto às populações atingidas. <strong>Foram selecionadas quatro organizações para a condição de membros titulares e quatro para a condição de membros suplentes, divididas igualmente entre entidades de Minas Gerais e Espírito Santo.</strong> Elas terão mandato de 2 anos.</p>
<p><strong>As entidades selecionadas foram:</strong></p>
<ul>
<li>Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB-MG)</li>
<li>Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)</li>
<li>Fórum Permanente em Defesa da Bacia do Rio Doce</li>
<li>Instituto Terra Associação dos Pescadores de Jacaraípe</li>
<li>Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Espírito Santo (FETAES)</li>
<li>Mitra Diocesana de Colatina</li>
<li>Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB-ES)</li>
</ul>
<p>Também foram selecionados 25 representantes da sociedade civil, entre titulares e suplentes dos territórios da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba e membros de comunidades quilombolas e de povos tradicionais. O conselho também será composto por 18 representantes dos ministérios com responsabilidade direta. As reuniões serão presenciais e ocorrerão nos próprios territórios. </p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-56-de-24-de-setembro-de-2025-658148757" target="_blank">portaria de instalação</a> com  a lista de membros foi publicada nesta quinta-feira (25) no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p><strong>O representante do Movimento dos Atingidos por Barragem, Heider Boza, destacou a responsabilidade do grupo com o plano de recuperação, desenvolvimento e reparação da Bacia do Rio Doce.</strong> </p>
<p>“Nós criticamos de maneira muito forte o processo anterior, que era conduzido pelas empresas, pela Fundação Renova, que não deu certo. E agora, mesmo com os limites que nós temos, todos juntos, a sociedade civil, os atingidos, o governo, o desafio de fazer dá certo”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“A gente tem que fazer os projetos chegar nas comunidades, chegar de uma maneira que o atingido consiga acessar dentro do que é a sua realidade, fortalecer as organizações sociais, fortalecer a soberania brasileira e se preocupar não só com números, com resultados que a gente vê no papel, mas com a realidade”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Ações</h2>
<p>Dos R$ 1,6 bilhão destinados para ações de saúde, R$ 825,7 milhões irão para 38 municípios de Minas Gerais e dez do Espírito Santo, a partir de Plano de Ação em Saúde elaborado pelos próprios gestores locais. Desse valor, R$ 562,6 milhões serão repassados ainda neste ano e R$ 263 milhões, em 2026.</p>
<p>Estão previstas 51 unidades Básica de Saúde (UBS) em 37 municípios; 34 centros de Atenção Psicossocial (CAPS) em 34 municípios; oito policlínicas em sete municípios; e 11 unidades de Pronto Atendimento (UPA) em 11 municípios.</p>
<p><strong>Outros R$ 745 milhões serão aplicados diretamente pelo Ministério da Saúde na construção de hospitais, unidades de saúde e odontológicas móveis, além da compra de veículos e ambulâncias.</strong> Com esses recursos também serão construídas três unidades de referência no atendimento de pessoas expostas a substâncias tóxicas e uma unidade para monitoramento da qualidade da água e resposta a riscos relacionados ao consumo.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/fundo-rio-doce-repassa-r-16-bilhao-para-saude-em-minas-e-es">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 26 Sep 2025 15:33:00 -0300 </p>

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