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	<title>Arquivo de Gasolina e alimentos pressionam - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Gasolina e alimentos pressionam - WeekNews</title>
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		<title>Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:12:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,62% em maio, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prévia da inflação ficou 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril, que foi 0,89%. Quando comparado a maio de 2025 e ao acumulado até este mês no ano anterior, o índice apresentou alta. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, de 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 alcançou 0,36%. Variações dos produtos  Segundo o IBGE, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%). Em seguida, habitação (1,03%) e saúde e cuidados pessoais (1,05%)&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/previa-da-inflacao-varia-062-influenciada-por-alimentacao-e-bebidas/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,62% em maio, de acordo com o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/previa-da-inflacao" target="_blank">prévia da inflação</a> ficou 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/gasolina-e-alimentos-pressionam-e-previa-da-inflacao-sobe-para-089" target="_blank">que foi 0,89%</a>.</strong></p>
<p>Quando comparado a maio de 2025 e ao acumulado até este mês no ano anterior, o índice apresentou alta. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, de 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 alcançou 0,36%.</p>
<h2>Variações dos produtos </h2>
<p><strong>Segundo o IBGE, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%).</strong></p>
<p>Em seguida, habitação (1,03%) e saúde e cuidados pessoais (1,05%) tiveram as maiores influências no resultado geral.</p>
<p>As demais variações ficaram entre -0,33%, em transportes, e 0,50%, em Despesas pessoais.</p>
<h2>Quedas em transportes e combustíveis </h2>
<p><strong>A divulgação mostrou que no grupo transportes, cujo índice foi -0,33%, os combustíveis desaceleraram de 6,06% em abril para -1,47% em maio, com decréscimos no etanol (-2,73%), óleo diesel (-2,04%) e gasolina (-1,32%).</strong><br />O gás veicular, no entanto, teve alta de 2,12% e passagem aérea aumentou 3,25%, após recuar 14,32% em abril.</p>
<p>Ainda em transportes, o IBGE destaca que o ônibus urbano recuou 0,56%. Isso se deve, segundo o instituto, pela gratuidade ou redução tarifária aos domingos em São Paulo (0,44%) e Salvador (0,36%) e aos feriados em Brasília (-3,30%), Belém (-3,41%), Belo Horizonte (-3,29%) e Curitiba (-1,46%).</p>
<h2>Alimentação e habitação </h2>
<p><strong>No grupo alimentação e bebidas, que registrou alta de 1,38%, a alimentação no domicílio saiu de 1,77% em abril, para 1,73% em maio. </strong>Contribuíram para esse resultado as quedas da maçã (-2,32%) e do café moído (-2,09%).<br />Por outro lado, destacaram-se as altas da batata-inglesa (26,29%), do tomate (12,97%), do leite longa vida (6,07%) e das carnes (1,98%).</p>
<p>A alimentação fora do domicílio (0,51%) desacelerou em relação a abril (0,7%), por conta das variações da refeição (0,57%) e do lanche (0,37%) que, nesse mesmo mês, subiram 0,65% e 0,87%, respectivamente.<br />Já no grupo habitação, com alta de 1,03%, destaca-se energia elétrica residencial, com acréscimo de 2,16%, como principal impacto individual no índice.</p>
<p>O IBGE destaca que, em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kWh consumidos. </p>
<h2>Saúde</h2>
<p><strong>Em saúde e cuidados pessoais (1,05%), o resultado foi influenciado pelos produtos de higiene pessoal (1,60%), pelos produtos farmacêuticos (1,25%) e pelo plano de saúde (0,5%).</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, pesou na categoria a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, desde 1° de abril. </p>
<h2>Coleta de preços</h2>
<p><strong>Os preços foram todos coletados entre 16 de abril a 15 de maio e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 15 de abril de 2026.</strong></p>
<p>O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/previa-da-inflacao-varia-062-influenciada-por-alimentacao-e-bebidas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 27 May 2026 09:54:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano</title>
		<link>https://weeknews.online/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:56:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.  Notícias relacionadas: Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias.&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777499766_783_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777499766_605_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias.</li>
<li>Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%.</li>
</ul>
<p>O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>
<p>Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por causa do falecimento de um parente de primeiro grau.</p>
<p><strong>Em nota, o Copom não deu pistas sobre a evolução dos juros. O texto informou que está monitorando a guerra no Oriente Médio e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados&#8221;, destacou o comunicado.</p>
</blockquote>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</strong> A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</p>
<p>O IPCA cheio de abril só será divulgado em 12 de maio.</p>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p><strong>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou, de 3,5% para 3,6%, a previsão do IPCA em 2026,</strong> mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano  em 4,86%, acima do teto da meta, de 4,5%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.</p>
<h2>Crédito menos caro</h2>
<p><strong>A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo.</strong> Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último <em>Relatório de Política Monetária</em>, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem expansão de 1,85% do PIB em 2026.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Apr 2026 18:36:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-decide-selic-em-meio-a-guerra-e-inflacao-acelerando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros. Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano. Notícias relacionadas: Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros. Lula questiona BC sobre corte da Selic: &#8220;esperava pelo menos 0,5%&#8221;. Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%. A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite&#8230;</p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. </strong>Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777462009_546_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777462009_321_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros.</li>
<li>Lula questiona BC sobre corte da Selic: &#8220;esperava pelo menos 0,5%&#8221;.</li>
<li>Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%.</li>
</ul>
<p>A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>
<p>Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por falecimento de um parente de primeiro grau.</p>
<p>Na ata da reunião de março, o Copom deixou de indicar se continuará a cortar os juros. <strong>Com a Guerra no Oriente Médio,  o BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.</strong></p>
<p>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. </p>
<h2>Inflação</h2>
<p>O comportamento da inflação continua uma incógnita. A <strong>prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, pressionada por combustíveis e alimentos.</strong> <strong>No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</strong></p>
<p><strong>Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, por causa do conflito no Oriente Médio. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Oficialmente, a meta está em 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</strong></p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o <strong>principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</strong> O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p><strong>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta contínua</h2>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o<strong> limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</strong></p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou de 3,5% para 3,6% a previsão para o IPCA em 2026, mas a estimativa deve ser revista se a guerra no Oriente Médio se prolongar. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>
<p> </p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/copom-decide-selic-em-meio-guerra-e-inflacao-acelerando">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Apr 2026 07:28:00 -0300 </p>

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		<title>Governo libera R$ 330 milhões para segurar preço do gás de cozinha</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-libera-r-330-milhoes-para-segurar-preco-do-gas-de-cozinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 22:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[89%]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuidoras deverão informar margem de lucro semanalmente à ANP]]></category>
		<category><![CDATA[e prévia da inflação sobe para 0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gás de Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina e alimentos pressionam]]></category>
		<category><![CDATA[GLP]]></category>
		<category><![CDATA[medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[pacote anunciado no início de abril]]></category>
		<category><![CDATA[Pacote para conter alta dos combustíveis inclui subsídios e isenções]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma medida provisória publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional. O recurso será usado para garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado seja vendido no Brasil pelo mesmo preço do produto nacional, evitando repasses mais elevados ao consumidor final. Notícias relacionadas: Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%. Distribuidoras deverão informar margem de lucro semanalmente à ANP . Pacote para conter alta dos combustíveis inclui subsídios e isenções. A medida faz parte de um pacote anunciado no início de abril para conter os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis. O conflito elevou o&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.351-de-27-de-abril-de-2026-702065263" target="_blank">medida provisória</a> publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777416358_320_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777416358_639_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O recurso será usado para<strong> garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado seja vendido no Brasil pelo mesmo preço do produto nacional,</strong> evitando repasses mais elevados ao consumidor final.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%.</li>
<li>Distribuidoras deverão informar margem de lucro semanalmente à ANP .</li>
<li>Pacote para conter alta dos combustíveis inclui subsídios e isenções.</li>
</ul>
<p><strong>A medida faz parte de um pacote anunciado no início de abril para conter os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis.</strong> O conflito elevou o preço do petróleo no mercado internacional, o que pressiona diretamente o custo do gás e do transporte.</p>
<p>Na ocasião, o governo anunciou um subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.</p>
<h2>Compensação</h2>
<p>Na prática, o subsídio funciona como uma compensação: o governo cobre parte do custo da importação para que distribuidoras não precisem repassar integralmente a alta ao consumidor.</p>
<p>Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é proteger o orçamento das famílias, especialmente as de baixa renda, que são mais afetadas por aumentos no preço do botijão.</p>
<p>A subvenção vale, inicialmente, para o período de 1º de abril a 31 de maio, podendo ser prorrogada por mais dois meses, dependendo da evolução dos preços no mercado internacional.</p>
<h2>Meta fiscal</h2>
<p>Segundo as regras atuais, créditos extraordinários estão fora do limite de gastos do arcabouço fiscal, mas estão incluídos na meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).</p>
<p>Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula superávit primário de R$ 34,3 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto), podendo variar de resultado zero (nem déficit nem superávit) a resultado positivo de R$ 68,6 bilhões (0,5% do PIB).</p>
<h2>Importação</h2>
<p>O Brasil importa cerca de 20% do gás de cozinha consumido no país, o que torna o produto sensível a variações externas, como o preço do petróleo e custos logísticos.</p>
<p>Além da guerra, o governo aponta outros fatores para a alta recente do GLP, como o encarecimento do transporte de cargas e a valorização dos preços internacionais do gás.</p>
<p>A medida provisória também se conecta a programas sociais já existentes, como iniciativas de apoio à compra de gás por famílias de baixa renda, e pode influenciar o valor de referência usado nesses benefícios.</p>
<p>Com a iniciativa, o governo tenta reduzir a volatilidade dos preços em um momento de incerteza global, evitando que oscilações externas tenham impacto direto e imediato no custo de vida da população.</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/governo-libera-r-330-milhoes-para-segurar-preco-do-gas-de-cozinha">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 28 Apr 2026 19:29:00 -0300 </p>

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		<title>Arrecadação federal bate recorde com R$ 229,2 bilhões em março</title>
		<link>https://weeknews.online/arrecadacao-federal-bate-recorde-com-r-2292-bilhoes-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4 bi com taxação de fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[89%]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[bets e JCP]]></category>
		<category><![CDATA[e prévia da inflação sobe para 0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fim da escala 6x1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina e alimentos pressionam]]></category>
		<category><![CDATA[Governo prevê arrecadar R$ 4]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A arrecadação de impostos e contribuições do governo federal atingiu R$ 229,2 bilhões em março de 2026, divulgou nesta terça-feira (28) a Receita Federal. Maior valor registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995, o resultado representa crescimento real de 4,99% em relação a março do ano passado, já descontada a inflação. Notícias relacionadas: Governo prevê arrecadar R$ 4,4 bi com taxação de fintechs, bets e JCP. Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%. Fim da escala 6&#215;1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação. No acumulado do primeiro trimestre, também houve recorde: o governo arrecadou R$ 777,12 bilhões, com alta real de 4,6% na comparação com o mesmo período de 2025. Principais números&#8230;</p>
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				</p>
<p>A arrecadação de impostos e contribuições do governo federal atingiu R$ 229,2 bilhões em março de 2026, divulgou nesta terça-feira (28) a Receita Federal.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777413295_424_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777413296_856_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Maior valor registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995, o resultado representa crescimento real de 4,99% em relação a março do ano passado, já descontada a inflação.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo prevê arrecadar R$ 4,4 bi com taxação de fintechs, bets e JCP.</li>
<li>Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%.</li>
<li>Fim da escala 6&#215;1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação.</li>
</ul>
<p>No acumulado do primeiro trimestre, também houve recorde: o governo arrecadou R$ 777,12 bilhões, com alta real de 4,6% na comparação com o mesmo período de 2025.</p>
<h2>Principais números</h2>
<ul>
<li>R$ 229,2 bilhões: arrecadação em março (recorde para o mês);</li>
<li>+4,99%: crescimento real frente a março de 2025;</li>
<li>R$ 777,12 bilhões: arrecadação no 1º trimestre (recorde);</li>
<li>+4,6%: alta real no trimestre;</li>
<li>R$ 8,3 bilhões: arrecadação com Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em março;</li>
<li>+50,06%: crescimento real do IOF no mês;</li>
<li>+44,45%: alta do IOF no acumulado do ano.</li>
</ul>
<h2>O que explica o aumento</h2>
<p>Segundo o Fisco, o crescimento da arrecadação foi impulsionado principalmente por:</p>
<ul>
<li>Aumento da contribuição para a Previdência Social  (ligada aos salários);</li>
<li>Desempenho do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição sobre Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que incidem sobre consumo e serviços;</li>
<li>Alta na arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital;</li>
<li>Forte crescimento do IOF.</li>
</ul>
<p>O avanço do IOF, em especial, está ligado a mudanças nas regras do imposto adotadas em 2025, que elevaram a tributação sobre operações de crédito e câmbio.</p>
<p>Além disso, o aumento do emprego formal e da massa salarial ajudou a elevar a base de arrecadação, já que mais trabalhadores passaram a contribuir.</p>
<p>O resultado também reflete dois fatores principais:</p>
<ul>
<li>Crescimento da atividade econômica, que aumenta consumo e renda;</li>
<li>Mudanças tributárias adotadas nos últimos anos.</li>
</ul>
<p>Entre essas medidas, estão ajustes na tributação de investimentos, reoneração de setores e aumento de impostos sobre operações financeiras e importações.</p>
<h2>Relação com as contas públicas</h2>
<p>A arrecadação é uma das principais fontes de receita do governo e tem papel central no cumprimento da meta fiscal. Para 2026, a meta oficial é gerar um superávit equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>Na prática, o aumento da arrecadação ajuda o governo a reduzir o déficit das contas públicas, embora projeções ainda indiquem possibilidade de resultado negativo ao final do ano.</p>
<h2>Tributação de dividendos</h2>
<p>Um dos fatores recentes que também começam a contribuir para a arrecadação é a taxação de dividendos. Em março, o governo arrecadou cerca de R$ 308 milhões com esse tipo de tributação.</p>
<p>A medida passou a valer em 2026 e prevê a cobrança de 10% de imposto sobre dividendos acima de R$ 50 mil recebidos por pessoas físicas.</p>
<p>A mudança foi adotada como forma de compensar a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.</p>
<p>Embora ainda represente uma parcela pequena do total arrecadado, a expectativa é que essa fonte de receita ganhe relevância ao longo do tempo.</p>
<h2>Tendência</h2>
<p>Os dados mostram que 2026 começou com arrecadação em níveis historicamente elevados, repetindo o padrão observado em 2025. O desempenho ao longo do ano dependerá da evolução da economia, do mercado de trabalho e de novas medidas fiscais.</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/arrecadacao-federal-bate-recorde-com-r-2292-bilhoes-em-marco">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 28 Apr 2026 18:19:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/arrecadacao-federal-bate-recorde-com-r-2292-bilhoes-em-marco/">Arrecadação federal bate recorde com R$ 229,2 bilhões em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MDIC reduz prazo de análise de incentivo à exportação pela metade</title>
		<link>https://weeknews.online/mdic-reduz-prazo-de-analise-de-incentivo-a-exportacao-pela-metade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 20:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[89%]]></category>
		<category><![CDATA[BB lança boleto com Pix automático para pagamentos recorrentes]]></category>
		<category><![CDATA[comércio externo]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministro]]></category>
		<category><![CDATA[drawback]]></category>
		<category><![CDATA[e prévia da inflação sobe para 0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina e alimentos pressionam]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[MDIC]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Único Siscomex]]></category>
		<category><![CDATA[primeira portaria]]></category>
		<category><![CDATA[Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo]]></category>
		<category><![CDATA[segunda portaria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/mdic-reduz-prazo-de-analise-de-incentivo-a-exportacao-pela-metade/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O prazo para análise de pedidos do regime de drawback, um dos principais incentivos às exportações brasileiras, caiu em mais de 50%, anunciou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Duas portarias publicadas no Diário Oficial da União simplificam os procedimentos de pedidos e reduzem o número de etapas do processo. Com as mudanças, o tempo de avaliação, que antes podia chegar a até 60 dias, passa a ser inferior a 30 dias. A alteração tem como objetivo tornar mais rápido e simples o acesso das empresas ao benefício, sem mudar as regras para concessão do incentivo. Notícias relacionadas: BB lança boleto com Pix automático para pagamentos recorrentes. Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo, diz ministro. Gasolina e alimentos pressionam,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mdic-reduz-prazo-de-analise-de-incentivo-a-exportacao-pela-metade/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/mdic-reduz-prazo-de-analise-de-incentivo-a-exportacao-pela-metade/">MDIC reduz prazo de análise de incentivo à exportação pela metade</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
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				</p>
<p><strong>O prazo para análise de pedidos do regime de <em>drawback</em>, um dos principais incentivos às exportações brasileiras, caiu em mais de 50%, anunciou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). </strong>Duas portarias publicadas no Diário Oficial da União simplificam os procedimentos de pedidos e reduzem o número de etapas do processo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777409531_25_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777409531_731_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com as mudanças, o tempo de avaliação, que antes podia chegar a até 60 dias, passa a ser inferior a 30 dias. <strong>A alteração tem como objetivo tornar mais rápido e simples o acesso das empresas ao benefício, sem mudar as regras para concessão do incentivo.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>BB lança boleto com Pix automático para pagamentos recorrentes.</li>
<li>Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo, diz ministro.</li>
<li>Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%.</li>
</ul>
<p>A nova regra simplifica o processo de análise. Antes, o pedido passava por etapas separadas: primeiro era feita uma análise inicial e só depois as empresas eram chamadas a apresentar documentos adicionais. Agora, todo o processo ocorre de uma só vez, permitindo que a documentação seja enviada no momento do pedido.</p>
<p>Esse envio é feito por meio do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portalunico.siscomex.gov.br/portal/" target="_blank">Portal Único Siscomex</a>, sistema que centraliza operações de comércio exterior no país. <strong>A mudança elimina etapas intermediárias e reduz o tempo total de espera.</strong></p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-secex-n-486-de-24-de-abril-de-2026-701462255" target="_blank">primeira portaria</a> autoriza o envio dos documentos no pedido de inclusão no regime. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-secex-n-487-de-24-de-abril-de-2026-701472770" target="_blank">segunda portaria</a> atualiza versões dos manuais operacionais do <em>drawback</em>.</p>
<p><strong>Segundo o governo, a atualização mantém os critérios de controle, mas moderniza os procedimentos operacionais, facilitando o uso do benefício pelas empresas.</strong></p>
<h2>Desoneração de insumos</h2>
<p><strong>Prática regulamentada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), o <em>drawback</em> é um mecanismo que reduz ou elimina tributos sobre insumos usados na produção de bens que serão exportados. As empresas podem importar ou comprar matérias-primas no Brasil pagando menos impostos, desde que utilizem esses insumos para fabricar produtos destinados ao mercado externo.</strong></p>
<p>O <em>drawback</em> é considerado estratégico para a competitividade do Brasil no comércio internacional. Ele abrange diversos tributos, como imposto de importação, Imposto sobre Produtos Industrailizados (IPI), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e taxas sobre frete, reduzindo o custo de produção para exportadores.</p>
<p>Existem duas principais modalidades: a suspensão, que elimina impostos na compra de insumos para produtos que ainda serão exportados, e a isenção, que permite recuperar tributos pagos anteriormente em operações semelhantes.</p>
<h2>Estatísticas</h2>
<p>Segundo o MDIC, em 2025, cerca de 20,8% das exportações brasileiras, o equivalente a US$ 72 bilhões, usaram o <em>drawback</em> na modalidade suspensão. Aproximadamente 1,8 mil empresas aderem ao regime, especialmente em setores como carnes, mineração, indústria automotiva e química..</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/mdic-reduz-prazo-de-analise-de-incentivo-exportacao-pela-metade">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 28 Apr 2026 17:32:00 -0300 </p>

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