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	<title>Arquivo de Governo suspende autorização para cobrança de mensalidade associativa - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Governo suspende autorização para cobrança de mensalidade associativa - WeekNews</title>
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		<title>Contag e Sindnapi negam irregularidade e apoiam apuração sobre fraudes</title>
		<link>https://weeknews.online/contag-e-sindnapi-negam-irregularidade-e-apoiam-apuracao-sobre-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 20:03:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Também é possível pedir o bloqueio temporário da cobrança.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e o Sindicato Nacional dos Aposentados &#8211; duas das 11 entidades investigadas no âmbito da Operação Sem Desconto &#8211; negaram irregularidades na cobrança de mensalidades de aposentados e pensionistas e disseram apoiar as apurações sobre fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As duas entidades foram as únicas a se manifestar após contato da reportagem Agência Brasil.  A Operação Sem Desconto, deflagrada na quarta-feira (23) pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União,  teve o objetivo de aprofundar as investigações sobre um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Estão sendo apuradas irregularidades cometidas por organizações da sociedade civil que cobravam, sem autorização de pensionistas,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/contag-e-sindnapi-negam-irregularidade-e-apoiam-apuracao-sobre-fraudes/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/contag-e-sindnapi-negam-irregularidade-e-apoiam-apuracao-sobre-fraudes/">Contag e Sindnapi negam irregularidade e apoiam apuração sobre fraudes</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
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        </a>
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<p>A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e o Sindicato Nacional dos Aposentados &#8211; duas das 11 entidades investigadas no âmbito da Operação Sem Desconto &#8211; negaram irregularidades na cobrança de mensalidades de aposentados e pensionistas e disseram apoiar as apurações sobre fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As duas entidades foram as únicas a se manifestar após contato da reportagem <strong>Agência Brasil</strong>. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745524985_894_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745524986_771_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Operação Sem Desconto, deflagrada na quarta-feira (23) pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União,  teve o objetivo de aprofundar as investigações sobre um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<p>Estão sendo apuradas irregularidades cometidas por organizações da sociedade civil que cobravam, sem autorização de pensionistas, uma “mensalidade associativa”. <strong>Só entre 2019 e 2024, a movimentação total ficou em cerca de R$ 6,3 bilhões.</strong></p>
<p>Parte desse montante pode ter sido deduzida ilegalmente dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas pelas entidades alvo da operação.</p>
<p><strong>A Justiça Federal determinou o afastamento de cinco dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</strong>: o presidente Alessandro Stefanutto; o diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão, Vanderlei Barbosa dos Santos; o procurador-geral junto ao INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; o coordenador-geral de Suporte ao Atendimento ao Cliente, Giovani Batista Fassarella Spiecker, e o coordenador-geral de Pagamentos e Benefícios, Jucimar Fonseca da Silva.</p>
<h2>Contag</h2>
<p>Alvo das diligências de quarta-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) disse que <strong>“reitera seu respeito às instituições democráticas e o compromisso com a legalidade em todas as suas ações”, e que se coloca à disposição para colaborar com as investigações em curso, “defendendo a total transparência do processo investigatório e apuração devida dos fatos”</strong>.</p>
<p>A Contag lembra que, ao longo de seus 61 anos de existência, sempre atuou com ética, responsabilidade e em conformidade com as normas legais, visando garantir, manter e ampliar os direitos de seus mais de 15 milhões de trabalhadores rurais agricultores e agricultoras familiares.</p>
<p><strong>A entidade informou que os aposentados e pensionistas rurais de seu quadro associativo “autorizam o desconto da sua contribuição associativa para o Sistema Confederativo”.</strong></p>
<h2>Sindnapi</h2>
<p>Por meio de nota assinada por seu presidente, Milton Cavalo, o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) disse apoiar as investigações contra descontos indevidos de aposentados.</p>
<blockquote>
<p>“Quando surgem denúncias de descontos irregulares nos benefícios, é essencial que essas alegações sejam levadas a sério e investigadas de forma rigorosa”, disse o sindicato ao defender uma investigação “séria e transparente”, que ajude na identificação de possíveis irregularidades, além de “corrigir falhas e evitar que injustiças continuem acontecendo”.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o Sindnapi, a investigação ajudará a fortalecer a credibilidade das instituições que buscam dar apoio e garantir os direitos dos aposentados, pensionistas e idosos. </p>
<p>“Garantir que os aposentados recebam o que lhes é de direito é uma questão de justiça e respeito à dignidade de cada pessoa que contribuiu ao longo da vida para construir o país”, acrescentou.</p>
<h2>Descontos</h2>
<p>A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de uma determinada categoria profissional pagam, periodicamente, para fazer parte de uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que represente os interesses de seus membros do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).</p>
<p><strong>De janeiro de 2023 a maio de 2024, o INSS recebeu 1 milhão de reclamações acerca de descontos indevidos</strong>, motivando o cancelamento dos descontos autodeclarados como não autorizados. Em março do ano passado, o instituto estabeleceu novas regras para regulamentar o desconto associativo.</p>
<p>Assinada por Alessandro Stefanutto, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/instrucao-normativa-pres/inss-n-162-de-14-de-marco-de-2024-548471140" target="_blank">Instrução Normativa Pres/INSS nº 162</a> estabelece o percentual máximo da dedução e que o desconto deve ser previamente autorizado pelo aposentado ou pensionista, que tem de assinar um termo de adesão.</p>
<p>O beneficiário que não reconhecer o desconto da mensalidade associativa em seu benefício pode requerer a exclusão da cobrança usando o aplicativo do instituto, no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://http://gov.br/meuinss" target="_blank">site Meu INSS</a> ou a central telefônica 135. <strong>Também é possível pedir o bloqueio temporário da cobrança.</strong></p>
<p>O aposentado ou pensionista que não tenha autorizado os descontos também pode solicitar o estorno de valores cobrados indevidamente. Para isso, ele deve entrar em contato com a entidade responsável que recebeu as quantias descontadas, cujo telefone é informado no contracheque do beneficiário. </p>
<p><strong>Se preferir, o interessado também pode enviar e-mail para o endereço eletrônico acordo.mensalidade@inss.gov.br, informando o ocorrido.</strong></p>
<p><strong>Veja quais são as 11 entidades associativas que foram alvo da Operação Sem Desconto:</strong></p>
<ul>
<li>AMBEC</li>
<li>SINDNAPI/FS</li>
<li>AAPB</li>
<li>AAPEN (anteriormente denominada ABSP)</li>
<li>CONTAG</li>
<li>AAPPS UNIVERSO</li>
<li>UNASPUB</li>
<li>CONAFER</li>
<li>APDAP PREV (anteriormente denominada ACOLHER)</li>
<li>ABCB/Amar Brasil</li>
<li>CAAP</li>
</ul>
<p><strong>A Agência Brasil está aberta à manifestação das entidades investigadas.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Pedro Peduzzi e Alex Rodrigues &#8211; Repórteres da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/contag-e-sindnapi-negam-irregularidade-e-apoiam-apuracao-sobre-fraudes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 24 Apr 2025 15:45:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/contag-e-sindnapi-negam-irregularidade-e-apoiam-apuracao-sobre-fraudes/">Contag e Sindnapi negam irregularidade e apoiam apuração sobre fraudes</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contag e Sindnapi se posicionam sobre Operação Sem Desconto</title>
		<link>https://weeknews.online/contag-e-sindnapi-se-posicionam-sobre-operacao-sem-desconto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 19:01:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>. Das 11 entidades investigadas pela Operação Sem Desconto, apenas duas se manifestaram, respondendo aos pedidos da Agência Brasil: a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi). A Operação Sem Desconto, deflagrada na quarta-feira (23) pela Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU), teve o objetivo de aprofundar as investigações sobre um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Estão sendo apuradas irregularidades cometidas por organizações da sociedade civil que cobravam, sem autorização de pensionistas, uma “mensalidade associativa”. Só entre 2019 e 2024, a movimentação total ficou em cerca de R$ 6,3 bilhões. Parte desse montante pode ter sido deduzida ilegalmente dos&#8230;</p>
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<p>Das 11 entidades investigadas pela Operação Sem Desconto, apenas duas se manifestaram, respondendo aos pedidos da <strong>Agência Brasil</strong>: a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745521281_448_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745521281_131_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Operação Sem Desconto, deflagrada na quarta-feira (23) pela Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU), teve o objetivo de aprofundar as investigações sobre um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<p>Estão sendo apuradas irregularidades cometidas por organizações da sociedade civil que cobravam, sem autorização de pensionistas, uma “mensalidade associativa”. <strong>Só entre 2019 e 2024, a movimentação total ficou em cerca de R$ 6,3 bilhões.</strong></p>
<p>Parte desse montante pode ter sido deduzida ilegalmente dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas pelas entidades alvo da operação.</p>
<p><strong>A Justiça Federal determinou o afastamento de cinco dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</strong>: o presidente Alessandro Stefanutto; o diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão, Vanderlei Barbosa dos Santos; o procurador-geral junto ao INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; o coordenador-geral de Suporte ao Atendimento ao Cliente, Giovani Batista Fassarella Spiecker, e o coordenador-geral de Pagamentos e Benefícios, Jucimar Fonseca da Silva.</p>
<h2>Contag</h2>
<p>Alvo das diligências de quarta-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) disse que <strong>“reitera seu respeito às instituições democráticas e o compromisso com a legalidade em todas as suas ações”, e que se coloca à disposição para colaborar com as investigações em curso, “defendendo a total transparência do processo investigatório e apuração devida dos fatos”</strong>.</p>
<p>A Contag lembra que, ao longo de seus 61 anos de existência, sempre atuou com ética, responsabilidade e em conformidade com as normas legais, visando garantir, manter e ampliar os direitos de seus mais de 15 milhões de trabalhadores rurais agricultores e agricultoras familiares.</p>
<p><strong>A entidade informou que os aposentados e pensionistas rurais de seu quadro associativo “autorizam o desconto da sua contribuição associativa para o Sistema Confederativo”.</strong></p>
<h2>Sindnapi</h2>
<p>Por meio de nota assinada por seu presidente, Milton Cavalo, o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) disse apoiar as investigações contra descontos indevidos de aposentados.</p>
<blockquote>
<p>“Quando surgem denúncias de descontos irregulares nos benefícios, é essencial que essas alegações sejam levadas a sério e investigadas de forma rigorosa”, disse o sindicato ao defender uma investigação “séria e transparente”, que ajude na identificação de possíveis irregularidades, além de “corrigir falhas e evitar que injustiças continuem acontecendo”.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o Sindnapi, a investigação ajudará a fortalecer a credibilidade das instituições que buscam dar apoio e garantir os direitos dos aposentados, pensionistas e idosos. </p>
<p>“Garantir que os aposentados recebam o que lhes é de direito é uma questão de justiça e respeito à dignidade de cada pessoa que contribuiu ao longo da vida para construir o país”, acrescentou.</p>
<h2>Descontos</h2>
<p>A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de uma determinada categoria profissional pagam, periodicamente, para fazer parte de uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que represente os interesses de seus membros do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).</p>
<p><strong>De janeiro de 2023 a maio de 2024, o INSS recebeu 1 milhão de reclamações acerca de descontos indevidos</strong>, motivando o cancelamento dos descontos autodeclarados como não autorizados. Em março do ano passado, o instituto estabeleceu novas regras para regulamentar o desconto associativo.</p>
<p>Assinada por Alessandro Stefanutto, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/instrucao-normativa-pres/inss-n-162-de-14-de-marco-de-2024-548471140" target="_blank">Instrução Normativa Pres/INSS nº 162</a> estabelece o percentual máximo da dedução e que o desconto deve ser previamente autorizado pelo aposentado ou pensionista, que tem de assinar um termo de adesão.</p>
<p>O beneficiário que não reconhecer o desconto da mensalidade associativa em seu benefício pode requerer a exclusão da cobrança usando o aplicativo do instituto, no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://http://gov.br/meuinss" target="_blank">site Meu INSS</a> ou a central telefônica 135. <strong>Também é possível pedir o bloqueio temporário da cobrança.</strong></p>
<p>O aposentado ou pensionista que não tenha autorizado os descontos também pode solicitar o estorno de valores cobrados indevidamente. Para isso, ele deve entrar em contato com a entidade responsável que recebeu as quantias descontadas, cujo telefone é informado no contracheque do beneficiário. </p>
<p><strong>Se preferir, o interessado também pode enviar e-mail para o endereço eletrônico acordo.mensalidade@inss.gov.br, informando o ocorrido.</strong></p>
<p><strong>Veja quais são as 11 entidades associativas que foram alvo da Operação Sem Desconto:</strong></p>
<ul>
<li>AMBEC</li>
<li>SINDNAPI/FS</li>
<li>AAPB</li>
<li>AAPEN (anteriormente denominada ABSP)</li>
<li>CONTAG</li>
<li>AAPPS UNIVERSO</li>
<li>UNASPUB</li>
<li>CONAFER</li>
<li>APDAP PREV (anteriormente denominada ACOLHER)</li>
<li>ABCB/Amar Brasil</li>
<li>CAAP</li>
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<p><strong>A Agência Brasil está aberta à manifestação das entidades investigadas.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
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<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/contag-e-sindnapi-se-posicionam-sobre-operacao-sem-desconto">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 24 Apr 2025 15:45:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/contag-e-sindnapi-se-posicionam-sobre-operacao-sem-desconto/">Contag e Sindnapi se posicionam sobre Operação Sem Desconto</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>AGU cria grupo para recuperar dinheiro das vitimas de fraude no INSS</title>
		<link>https://weeknews.online/agu-cria-grupo-para-recuperar-dinheiro-das-vitimas-de-fraude-no-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 23:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[grupo]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Lula determina demissão do presidente do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[vitimas de fraude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Advocacia-Geral da União (AGU) criou nesta quarta-feira (23) um grupo especial para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida foi tomada após a deflagração da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. O grupo será formado por oito advogados públicos que vão atuar para propor medidas judiciais e administrativas para obter a reparação dos valores descontados e os danos causados contra o INSS. Os profissionais também devem propor medidas de prevenção e enfrentamento de situações de fraudes contra a seguridade social. De&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/agu-cria-grupo-para-recuperar-dinheiro-das-vitimas-de-fraude-no-inss/">Leia mais...</a></p>
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<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) criou nesta quarta-feira (23) um grupo especial para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745452085_659_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745452085_81_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A medida foi tomada após a deflagração da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas.</strong> Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.</p>
<p>O grupo será formado por oito advogados públicos que vão atuar para propor medidas judiciais e administrativas para obter a reparação dos valores descontados e os danos causados contra o INSS.</p>
<p><strong>Os profissionais também devem propor medidas de prevenção e enfrentamento de situações de fraudes contra a seguridade social.</strong></p>
<p>De acordo com o advogado-geral da União, Jorge Messias, a <strong>AGU vai atuar para garantir a renda dos trabalhadores em situação de vulnerabilidade</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O Estado brasileiro, os aposentados e pensionistas foram lesados por esse esquema. Por isso, também vamos buscar a responsabilização das entidades que promoveram os descontos ilegais e recuperar cada centavo desviado”, afirma Messias.</p>
</blockquote>
<p><strong>Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a demissão do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que foi afastado pela Justiça em função das investigações da Operação Sem Desconto.</strong> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/agu-cria-grupo-para-recuperar-dinheiro-das-vitimas-de-fraude-no-inss">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Apr 2025 19:47:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/agu-cria-grupo-para-recuperar-dinheiro-das-vitimas-de-fraude-no-inss/">AGU cria grupo para recuperar dinheiro das vitimas de fraude no INSS</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desconto ilegal terá que ser restituído a aposentados, dizem ministros</title>
		<link>https://weeknews.online/desconto-ilegal-tera-que-ser-restituido-a-aposentados-dizem-ministros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 23:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Saiba como pedir exclusão de desconto indevido em benefícios do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[a partir de hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Stefanutto]]></category>
		<category><![CDATA[anunciaram a suspensão]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[Como pedir exclusão de desconto indevido em benefícios do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[de todos os acordos de cooperação técnica]]></category>
		<category><![CDATA[então presidente do INSS]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Sem Desconto]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente do INSS é exonerado após suspeita de fraudes ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quarta-feira (23), a Operação Sem Desconto para aprofundar as investigações acerca de um suposto esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os investigadores que apuram as suspeitas de irregularidades calculam que, só entre 2019 e 2024, as organizações da sociedade civil autorizadas a cobrar a chamada mensalidade associativa movimentaram cerca de R$ 6,3 bilhões. Parte deste montante pode ter sido deduzida ilegalmente dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas por um grupo de ao menos 11 entidades que são alvo da operação deflagrada pela manhã. Ao concederem entrevista coletiva para tratar da operação, os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, da Previdência Social,&#8230;</p>
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<p>A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quarta-feira (23), a Operação Sem Desconto para aprofundar as investigações acerca de um suposto esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745450165_321_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745450165_512_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os investigadores que apuram as suspeitas de irregularidades calculam que, só entre 2019 e 2024, as organizações da sociedade civil autorizadas a cobrar a chamada mensalidade associativa movimentaram cerca de R$ 6,3 bilhões. </strong>Parte deste montante pode ter sido deduzida ilegalmente dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas por um grupo de ao menos 11 entidades que são alvo da operação deflagrada pela manhã.</p>
<p>Ao concederem entrevista coletiva para tratar da operação, os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, da Previdência Social, Carlos Lupi, e da Controladoria-Geral da União, Vinicius de Carvalho, foram unânimes ao afirmar que os valores descontados ilegalmente deverão ser, em algum momento, restituídos aos prejudicados. Nenhum deles, contudo, arriscou uma data para que os eventuais prejudicados sejam ressarcidos.</p>
<p>“Cada caso terá que ser examinado individualmente. Obviamente, mediante requisição, apuração interna, esse dinheiro, um dia, terá que ser restituído para aqueles dos quais foi retirado indevidamente”, disse o ministro Ricardo Lewandowski.</p>
<p>“Quanto à questão da devolução [dos valores deduzidos ilegalmente dos benefícios], cada caso é um caso. Vamos aguardar pelo desfecho desta operação para, depois, vermos as atitudes cabíveis”, reforçou Carlos Lupi.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=421877:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0d4a7377.jpg" alt="Brasília (DF), 23/04/2025 - O Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, e o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, durante entrevista coletiva a respeito da Operação Sem Desconto. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Antonio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0d4a7377.jpg" alt="Brasília (DF), 23/04/2025 - O Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, e o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, durante entrevista coletiva a respeito da Operação Sem Desconto. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Antonio Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=421877 --></div>
<p><h6 class="meta">O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o ministro da CGU, Vinicius de Carvalho, e o ministro da Previdência, Carlos Lupi, durante entrevista sobre a Operação Sem Desconto &#8211; <strong>Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=421877--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Durante a coletiva de imprensa, os ministros anunciaram a suspensão, a partir de hoje, de todos os acordos de cooperação técnica que o INSS assinou com organizações da sociedade civil, autorizando-as a cobrar mensalidades associativas de aposentados e pensionistas</strong>. A medida foi mais dura que a decisão inicial da Justiça Federal, que determinou a suspensão dos contratos firmados com nove das 11 entidades-alvo da Operação Sem Desconto – além do afastamento cautelar de seis servidores públicos, incluindo o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e autorizou o cumprimento de 211 mandados de busca e apreensão e de seis prisões temporárias.</p>
<p>“Para além da decisão judicial, que suspendeu os descontos para nove dessas entidades, estamos suspendendo os acordos de cooperação técnica de todas as demais organizações associativas”, disse o ministro da CGU, revelando que, atualmente, cerca de 3 milhões de beneficiários do INSS têm algum valor deduzido de suas aposentadorias e pensões a título de desconto associativo.</p>
<p>Para Carvalho, a suspensão de todos os acordos e, consequentemente, das deduções de qualquer valor, servirá como um “freio de arrumação” no sistema de parcerias entre o INSS e as organizações da sociedade civil, permitindo que o governo identifique a quantidade exata de pessoas eventualmente prejudicadas pelo esquema.</p>
<blockquote>
<p>“A necessidade de fazermos um freio de arrumação para sabermos exatamente quem quer e quem não quer ter o desconto, quem quer se associar [a uma entidade] e quem não quer, é uma etapa necessária e importante para separarmos o joio do trigo e sabermos do que estamos falando em termos de aposentados e aposentadas que sofreram descontos indevidos”, comentou o ministro da CGU, destacando que os descontos ocorrem há tempos, com cifras crescentes.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Em 2016, foram R$ 413 milhões; em 2017, R$ 460 milhões; em 2018, R$ 617 milhões; em 2019, R$ 604 milhões. Em 2020, em meio à pandemia da covid-19, o valor caiu para R$ 510 milhões. Em 2021 foram descontados R$ 536 milhões. Em 2022, R$ 706 milhões. Em 2023, R$ 1,2 bilhão. E, no ano passado, R$ 2,8 bilhões”, detalhou Carvalho</strong>.</p>
<p>“Mas seria precipitado dizer que todo este montante é ilegal; que 100% dos aposentados [que pagam o desconto associativo] tiveram seus consentimentos fraudados”, completou o ministro da CGU. “Estas pessoas, obviamente, merecem um ressarcimento. [Para isso] a Justiça bloqueou bens, valores muito razoáveis [que superam R$ 1 bilhão]. Mas tudo isso terá que ser discutido no Judiciário para garantirmos que quem foi cobrado indevidamente possa ser devidamente ressarcido.”</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=421878:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0d4a7396.jpg" alt="Brasília (DF), 23/04/2025 - O Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, durante entrevista coletiva a respeito da Operação Sem Desconto. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Antonio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0d4a7396.jpg" alt="Brasília (DF), 23/04/2025 - O Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, durante entrevista coletiva a respeito da Operação Sem Desconto. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Antonio Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=421878 --></div>
<p><h6 class="meta">O ministro da CGU, Vinicius de Carvalho, fala sobre as investigações da Operação Sem Desconto, ao lado do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski (centro), e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues &#8211; <strong>Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=421878--></h6>
</p>
</div>
<h2>Descontos</h2>
<p>A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de uma determinada categoria profissional pagam, periodicamente, para fazer parte de uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que represente os interesses de seus membros do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).</p>
<p><strong>Entre janeiro de 2023 e maio de 2024, o INSS recebeu 1 milhão de reclamações acerca de descontos indevidos, motivando o cancelamento dos descontos autodeclarados como não autorizados.</strong> Além disso, em março do ano passado, o instituto estabeleceu novas regras para regulamentar o desconto associativo.</p>
<p>Assinada por Alessandro Stefanutto, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/instrucao-normativa-pres/inss-n-162-de-14-de-marco-de-2024-548471140" target="_blank">Instrução Normativa Pres/INSS nº 162</a> estabelece o percentual máximo da dedução e que o desconto deve ser previamente autorizado pelo aposentado ou pensionista, que tem de assinar um termo de adesão.</p>
<p>O beneficiário que não reconhecer o desconto da mensalidade associativa em seu benefício pode requerer a exclusão da cobrança usando o aplicativo do instituto, o<em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://gov.br/meuinss" target="_blank">site</a></em><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://gov.br/meuinss" target="_blank"> Meu INSS</a> ou a central telefônica 135. Também é possível pedir o bloqueio temporário da cobrança.</p>
<p>O aposentado ou pensionista que não tenha autorizado os descontos também pode solicitar o estorno de valores cobrados indevidamente. Para isso, ele deve entrar em contato com a entidade responsável que recebeu as quantias descontadas (cujo telefone é informado no contracheque do beneficiário). Se preferir, o interessado também pode enviar <em>e-mail</em> para o endereço eletrônico acordo.mensalidade@inss.gov.br, informando o ocorrido.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Saiba como pedir exclusão de desconto indevido em benefícios do INSS</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/desconto-ilegal-tera-que-ser-restituido-aposentados-dizem-ministros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Apr 2025 19:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desconto-ilegal-tera-que-ser-restituido-a-aposentados-dizem-ministros/">Desconto ilegal terá que ser restituído a aposentados, dizem ministros</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como pedir exclusão de desconto indevido em benefícios do INSS</title>
		<link>https://weeknews.online/como-pedir-exclusao-de-desconto-indevido-em-beneficios-do-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 21:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º]]></category>
		<category><![CDATA[descontos indevidos]]></category>
		<category><![CDATA[exclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Fala.BR]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Operação da PF investiga descontos irregulares em benefícios do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sem Desconto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O aposentado ou pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) afetado por descontos indevidos por associações pode suspender a retirada do dinheiro. Todo o processo pode ser feito digitalmente, por meio do aplicativo Meu INSS ou pelo site de mesmo nome. Nesta quarta-feira (23), a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a Operação Sem Desconto, que investiga descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS por organizações da sociedade civil. Entre 2019 e 2024, essas entidades descontaram R$ 6,3 bilhões de segurados do INSS, mas a parcela desse montante que decorre de descontos ilegais não foi divulgada. Após a operação, o governo suspendeu todos os acordos de cooperação técnica que permitiam retiradas mensais por organizações da sociedade civil.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/como-pedir-exclusao-de-desconto-indevido-em-beneficios-do-inss/">Leia mais...</a></p>
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        </a>
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<p>O aposentado ou pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) afetado por descontos indevidos por associações pode suspender a retirada do dinheiro. Todo o processo pode ser feito digitalmente, por meio do aplicativo Meu INSS ou pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.meu.inss.gov.br" target="_blank">site</a> de mesmo nome.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745444466_515_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745444466_167_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Nesta quarta-feira (23), a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a Operação Sem Desconto, </strong>que investiga descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS por organizações da sociedade civil<strong>. </strong>Entre 2019 e 2024, essas entidades descontaram R$ 6,3 bilhões de segurados do INSS, mas a parcela desse montante que decorre de descontos ilegais não foi divulgada.</p>
<p>Após a operação, <strong>o governo suspendeu todos os acordos de cooperação técnica que permitiam retiradas mensais por organizações da sociedade civil</strong>. Mesmo assim, é recomendado que o segurado exclua o desconto.</p>
<p>Por meio de convênios com o INSS, o segurado podia ter descontada uma mensalidade por entidades que representam aposentados e pensionistas em troca de benefícios como auxílios funerários, odontológicos e psicológicos; colônias de férias, academia e consultoria jurídica. No entanto, havia queixas de retiradas não autorizadas. <strong>Segundo a PF e a CGU, o esquema começou em 2016, intensificou-se em 2019 e ganhou força em 2022, quando uma instrução normativa simplificou o fechamento de convênios.</strong></p>
<h2>Consulta</h2>
<p><strong>Antes de pedir a suspensão do desconto, o aposentado ou pensionista deve consultar o extrato do INSS para saber se sofreu alguma retirada não autorizada.</strong> O documento lista todas as retiradas, tanto de crédito consignado como de mensalidades associativas. Qualquer movimentação desconhecida, valor diferente do habitual ou novos benefícios deve ser investigado.</p>
<p><strong>Ao entrar no aplicativo ou no site Meu INSS, o segurado deve seguir os seguintes passos:</strong></p>
<ul>
<li>Acessar o aplicativo ou site Meu INSS</li>
<li>Fazer login com CPF e senha do Gov.br</li>
<li>Na página inicial, clicar em &#8220;Extrato de benefício&#8221;</li>
<li>Em seguida, clicar sobre o número do benefício</li>
<li>Aparecerá o extrato, onde constará o valor do benefício e os descontos</li>
<li>Verificar todos os descontos de mensalidades associativas</li>
</ul>
<h2>Abertura de reclamação</h2>
<p><strong>O INSS recomenda a abertura de uma reclamação na ouvidoria do órgão, pelo telefone 135 ou no próprio site ou aplicativo Meu INSS.</strong> O segurado também pode procurar a plataforma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://falabr.cgu.gov.br/" target="_blank">Fala.br</a>, da CGU, que unifica a ouvidoria de diversos órgãos federais.</p>
<p><strong>O aposentado ou pensionista também deve registrar uma ocorrência no<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.consumidor.gov.br/" target="_blank"> Portal do Consumidor</a>.</strong> Isso porque a entidade que fez os descontos indevidos podem ser suspensas e até ter o contrato com o INSS rescindido, caso o volume de queixas e de sanções seja grande.Exclusão de descontos não autorizados</p>
<p>Ao constatar eventuais descontos associativos não autorizados, o aposentado ou pensionista deve pedir a exclusão da retirada.</p>
<p><strong>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://meu.inss.gov.br/#/login" target="_blank">site</a> e o aplicativo do Meu INSS oferecem o “excluir mensalidade associativa”. Para chegar lá, o usuário deve seguir as seguintes etapas:</strong></p>
<ul>
<li>Entrar no Meu INSS (site gov.br/meuinss ou aplicativo para celular)</li>
<li>Fazer login com CPF e senha do Gov.br</li>
<li>Ir em &#8220;Serviços&#8221;, em &#8220;Mais acessados&#8221;</li>
<li>Clicar no botão &#8220;Novo pedido&#8221;</li>
<li>Digitar no campo de busca &#8220;Excluir mensalidade&#8221;</li>
<li>Clicar no nome do serviço/benefício não autorizado</li>
<li>Ler o texto que aparece na tela e seguir as instruções</li>
</ul>
<h2>Bloqueio de mensalidade</h2>
<p><strong>O usuário também pode suspender os descontos.</strong> Diferentemente da exclusão, o bloqueio de mensalidade permite que o aposentado ou pensionista retome a retirada no futuro. Os passos a serem seguidos são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Entrar no Meu INSS (site gov.br/meuinss ou aplicativo para celular)</li>
<li>Fazer login pelo CPF e a senha do Gov.br</li>
<li>No campo de pesquisa da página inicial, digitar &#8220;solicitar bloqueio ou desbloqueio de mensalidade&#8221;</li>
<li>Clicar no nome do serviço ou do benefício na lista que aparecer</li>
<li>Ler o texto que aparece na tela e seguir as instruções</li>
</ul>
<h2>Ressarcimento</h2>
<p>Os procedimentos anteriores bloqueiam novos descontos, mas a devolução do dinheiro retirado sem autorização é mais complicada. <strong>Primeiramente, o aposentado ou pensionista deve ligar para o telefone 0800 da entidade (associação, sindicato ou confederação).</strong> O número aparece no holerite.</p>
<p>Além de pedir o dinheiro à entidade, o segurado pode enviar um e-mail para acordo.mensalidade@inss.gov.br em que informa a retirada indevida. Nesse caso, o INSS entra em contado com a entidade e verificará se há documentos que autorizaram o desconto em folha. Caso contrário, o órgão determinará a devolução dos valores.</p>
<p><strong>Além desses passos, a abertura de ocorrência na Ouvidoria do INSS para dar início do ressarcimento.</strong> Isso porque a queixa na ouvidoria é um passo essencial para a abertura de processo administrativo.</p>
<p><strong>O segurado deve ainda protocolar um pedido de ressarcimento pelo Meu INSS ou ir a uma agência do órgão.</strong> Caso vá a um posto de atendimento, deverá agendar horário. Recomenda-se reunir todos os documentos que comprovem a fraude, como extratos bancários, documentos pessoais e, se possível, boletim de ocorrência.</p>
<p><strong>O aposentado ou pensionista pode acompanhar o pedido de ressarcimento pela plataforma digital do INSS ou pelo telefone 135.</strong> Caso persistam dúvidas, o segurado deve procurar um advogado especializado em direito previdenciário.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/como-pedir-exclusao-de-desconto-indevido-em-beneficios-do-inss">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Apr 2025 18:10:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/como-pedir-exclusao-de-desconto-indevido-em-beneficios-do-inss/">Como pedir exclusão de desconto indevido em benefícios do INSS</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SP: Polícia Civil investiga banqueiros envolvidos em fraude milionária</title>
		<link>https://weeknews.online/sp-policia-civil-investiga-banqueiros-envolvidos-em-fraude-milionaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 21:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CNU de 2025 deve ter 3 mil vagas e ao menos duas novas carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governo suspende autorização para cobrança de mensalidade associativa]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Nogueira Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Norberto Nogueira Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Voepass pede recuperação judicial para reestruturar finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Uma operação da Polícia Civil de São Paulo deflagrada nesta quarta-feira (23) investiga banqueiros e executivos suspeitos de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A operação recebeu o nome de Floresta Devastada. Entre os alvos desta ação policial estão os irmãos banqueiros Nelson Nogueira Pinheiro e Norberto Nogueira Pinheiro, que teriam dado calotes em clientes. A suspeita é de que os irmãos tenham desviado o dinheiro de clientes para offshores [geralmente empresas abertas em paraísos fiscais], sem que esses recursos tenham sido devolvidos. A Agência Brasil não conseguiu contato com a defesa dos investigados. Inicialmente, as investigações apontaram para uma possível prática de estelionato por parte da instituição financeira. Depois, apurou-se que essa empresa teria tentado se valer de um pedido de recuperação judicial fraudulento&#8230;</p>
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<p>Uma operação da Polícia Civil de São Paulo deflagrada nesta quarta-feira (23) investiga banqueiros e executivos suspeitos de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A operação recebeu o nome de Floresta Devastada.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745442605_671_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745442606_160_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Entre os alvos desta ação policial estão os irmãos banqueiros Nelson Nogueira Pinheiro e Norberto Nogueira Pinheiro, que teriam dado calotes em clientes.</strong> A suspeita é de que os irmãos tenham desviado o dinheiro de clientes para offshores [geralmente empresas abertas em paraísos fiscais], sem que esses recursos tenham sido devolvidos. A <strong>Agência Brasil</strong> não conseguiu contato com a defesa dos investigados.</p>
<p>Inicialmente, as investigações apontaram para uma possível prática de estelionato por parte da instituição financeira. Depois,<strong> apurou-se que essa empresa teria tentado se valer de um pedido de recuperação judicial fraudulento para se blindar contra credores e ainda tentar proteger um grande volume de bens estimado em centenas de milhões de reais.</strong></p>
<p><strong>A operação, informou a Polícia Civil, também identificou um sofisticado esquema de movimentações patrimoniais, possivelmente voltadas à lavagem de dinheiro</strong>, o que incluía o uso de empresas de fachada e de bens mantidos em paraísos fiscais.</p>
<p><strong>A Justiça determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 500 milhões dos investigados e autorizou o arresto de imóveis de alto padrão para evitar que eles possam ser vendidos. </strong>A Justiça também autorizou que, durante a operação, fossem coletados documentos, dispositivos eletrônicos, valores em espécie, obras de arte, joias e veículos de luxo dos investigados.</p>
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<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/sp-policia-civil-investiga-banqueiros-envolvidos-em-fraude-milionaria">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Apr 2025 17:41:00 -0300 </p>

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