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	<title>Arquivo de guerra tarifária - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de guerra tarifária - WeekNews</title>
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		<title>Programa Brasil no Mundo debate tarifas entre EUA e Canadá e efeitos para o Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/programa-brasil-no-mundo-debate-tarifas-entre-eua-e-canada-e-efeitos-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil e EUA definem data de reunião para discutir tarifaço]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas afetadas por tarifaço terão drawback estendido por um ano]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas atingidas por tarifaço e guerras terão R$ 13]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A nova edição do programa Brasil no Mundo, que vai ao ar nesta quinta-feira (27) às 22h pela TV Brasil, coloca em pauta a escalada da guerra tarifária entre Estados Unidos e Canadá e seus possíveis impactos para a economia brasileira. A atração também aborda a reação canadense às pressões do governo Trump e a crescente aproximação comercial do Brasil com a China, além dos desafios do país diante das tensões com Washington. Para aprofundar o debate, o programa recebe o pesquisador Ruy Silva, do núcleo de estudos avançados do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (INEST/UFF). Almirante da Marinha do Brasil, Silva é doutor em Relações Internacionais pela PUC-Rio e em Política e Estratégia Marítimas pela Escola&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/programa-brasil-no-mundo-debate-tarifas-entre-eua-e-canada-e-efeitos-para-o-brasil/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/brasil-no-mundo-2-1024x512.jpg" alt="Programa Brasil no Mundo debate tarifas entre EUA e Canadá e efeitos para o Brasil" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-08/brasil-no-mundo-debate-guerra-tarifaria-entre-eua-e-canada-na-quinta" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A nova edição do programa Brasil no Mundo, que vai ao ar nesta quinta-feira (27) às 22h pela TV Brasil, coloca em pauta a escalada da guerra tarifária entre Estados Unidos e Canadá e seus possíveis impactos para a economia brasileira. A atração também aborda a reação canadense às pressões do governo Trump e a crescente aproximação comercial do Brasil com a China, além dos desafios do país diante das tensões com Washington.</p>
<p>Para aprofundar o debate, o programa recebe o pesquisador Ruy Silva, do núcleo de estudos avançados do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (INEST/UFF). Almirante da Marinha do Brasil, Silva é doutor em Relações Internacionais pela PUC-Rio e em Política e Estratégia Marítimas pela Escola de Guerra Naval, instituição que também dirigiu. Ele tem ainda pós-graduações pela Salve Regina University (EUA), pela U.S. Naval War College e pelo Instituto Internacional de Direito Humanitário (Itália).</p>
<p>A conversa será conduzida pelos jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat. O episódio também discute outros temas do cenário internacional, como as novas sanções dos EUA contra o Irã e os possíveis efeitos para o comércio brasileiro, a disputa global por minerais e terras raras, o avanço das gangues no Haiti, a crise política na Colômbia e o aparecimento de drones na Alemanha em meio ao aumento das tensões entre a Rússia e países europeus.</p>
<p>O Brasil no Mundo é exibido semanalmente e tem como proposta discutir com profundidade os acontecimentos internacionais que influenciam a política, a economia e o cotidiano. O programa combina análises de contexto, explicações acessíveis e entrevistas com especialistas para iluminar os reflexos do cenário global no Brasil. Entre os convidados que já participaram da atração estão a ministra Marina Silva, o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, o geógrafo Elias Jabbour e a economista Juliana Furno.</p>
<p>A transmissão ocorre às 22h, com reprise na madrugada de quinta para sexta-feira, às 4h. O público pode acompanhar pela TV Brasil em canal aberto, TV por assinatura e parabólica, além do TV Brasil Play, disponível para Android e iOS.</p>
<p>Análise WeekNews: A escolha de um pesquisador com formação militar e acadêmica para comentar a disputa comercial entre EUA e Canadá sugere a intenção de ampliar o debate para além dos aspectos econômicos, incluindo a dimensão estratégica e geopolítica das relações internacionais. A pauta do programa, ao conectar temas como sanções ao Irã, disputa por minerais e tensões na Europa, indica uma abordagem que busca contextualizar os desdobramentos globais para o Brasil, reforçando a relevância do noticiário internacional para a leitura do cenário doméstico.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-08/brasil-no-mundo-debate-guerra-tarifaria-entre-eua-e-canada-na-quinta" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Lula propõe aprofundar relações econômicas e comerciais com o México</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-propoe-aprofundar-relacoes-economicas-e-comerciais-com-o-mexico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 00:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[30% de tarifas de exportação sobre produtos oriundos do México]]></category>
		<category><![CDATA[ampliação da pressão tarifária por parte dos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil diz que tarifas não podem ser usadas contra soberania]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Presidenta do México rebate críticas de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[que ameaça com tarifas]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump intensifica guerra comercial com tarifas de 30% para UE e México]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta quarta-feira (23) para a presidente do México, Claudia Sheinbaum, para discutir as relações econômicas e comerciais entre os dois países. Segundo o Palácio do Planalto, Lula ressaltou a importância de aprofundar essas relações, principalmente diante do atual momento de incertezas.  Na conversa, Lula e Sheinbaum acertaram uma visita oficial ao México que será liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. A data da viagem será dias 27 e 28 de agosto. Alckmin deverá levar uma comitiva de empresários de diferentes setores. Notícias relacionadas: Na OMC, Brasil diz que tarifas não podem ser usadas contra soberania. Presidenta do México rebate críticas de Trump, que ameaça com tarifas. Trump intensifica guerra&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta quarta-feira (23) para a presidente do México, Claudia Sheinbaum, para discutir as relações econômicas e comerciais entre os dois países. Segundo o Palácio do Planalto, <strong>Lula ressaltou a importância de aprofundar essas relações, principalmente diante do atual momento de incertezas. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753316543_691_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753316543_118_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Na conversa,<strong> Lula e Sheinbaum acertaram uma visita oficial ao México que será liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. </strong>A data da viagem será dias 27 e 28 de agosto. Alckmin deverá levar uma comitiva de empresários de diferentes setores.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Na OMC, Brasil diz que tarifas não podem ser usadas contra soberania.</li>
<li>Presidenta do México rebate críticas de Trump, que ameaça com tarifas.</li>
<li>Trump intensifica guerra comercial com tarifas de 30% para UE e México.</li>
</ul>
<p>&#8220;Como resultado da visita, Lula propôs o início de negociações para ampliar acordo comercial Brasil-México, que favoreça a expansão do fluxo comercial entre os dois países&#8221;, informou o Palácio do Planalto, em nota sobre o telefonema.</p>
</blockquote>
<p>Os dois presidentes também destacaram os setores da indústria farmacêutica, agropecuária, de etanol, biodiesel, aeroespacial, bem como de inovação e educação como áreas estratégicas na relação bilateral.</p>
<p><strong>A visita de Alckmin ao México ocorre em meio à ampliação da pressão tarifária por parte dos Estados Unidos contra seus parceiros históricos. </strong>Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.</p>
<p>Dias antes, Trump já havia imposto 30% de tarifas de exportação sobre produtos oriundos do México, país vizinho que tem profunda relação comercial com os EUA.  O vice-presidente brasileiro também tem sido o principal interlocutor do país com empresários e com o governo norte-americano nas tentativas de negociação sobre as tarifas unilaterais. </p>
<p> </p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/lula-propoe-aprofundar-relacoes-economicas-e-comerciais-com-o-mexico">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Jul 2025 21:07:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EUA e Japão fecham acordo que estabelece tarifa recíproca de 15%</title>
		<link>https://weeknews.online/eua-e-japao-fecham-acordo-que-estabelece-tarifa-reciproca-de-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 23:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
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		<category><![CDATA[Tedros Adhanom]]></category>
		<category><![CDATA[Turquia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Guerra tarifária A guerra tarifária continua pautando a política internacional. Estados Unidos e Japão fecharam um acordo comercial que estabelece uma tarifa recíproca de 15% sobre os produtos de ambos os países. Os governantes das duas nações comemoraram o resultado das negociações. Além da taxação recíproca de 15%, o acordo também inclui uma redução de 25% para 15% das tarifas sobre os automóveis japoneses, que representam mais de um quarto de todas as exportações do país asiático para os Estados Unidos. O primeiro-ministro do Japão comemorou a decisão e ainda confirmou a disposição do governo em aumentar o investimento japonês nos Estados Unidos para um montante, sem precedentes, de US$ 1 trilhão. Em uma publicação nas redes sociais, o presidente Donald Trump afirmou que&#8230;</p>
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]]></description>
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 </p>
<h3><strong>Guerra tarifária</strong></h3>
<p>A guerra tarifária continua pautando a política internacional. Estados Unidos e Japão fecharam um acordo comercial que estabelece uma tarifa recíproca de 15% sobre os produtos de ambos os países. Os governantes das duas nações comemoraram o resultado das negociações.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753313592_487_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753313592_352_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Além da taxação recíproca de 15%, o acordo também inclui uma redução de 25% para 15% das tarifas sobre os automóveis japoneses, que representam mais de um quarto de todas as exportações do país asiático para os Estados Unidos.</p>
<p>O primeiro-ministro do Japão comemorou a decisão e ainda confirmou a disposição do governo em aumentar o investimento japonês nos Estados Unidos para um montante, sem precedentes, de US$ 1 trilhão.</p>
<p>Em uma publicação nas redes sociais, o presidente Donald Trump afirmou que o Japão investirá US$ 550 bilhões e que 90% dos lucros ficariam para os Estados Unidos.</p>
<p>Esse acordo também pode ajudar nas negociações entre o governo americano e a União Europeia. Segundo dois diplomatas que representam o bloco europeu, um acordo comercial estaria próximo de se concretizar. Isso resultaria em uma tarifa de 15% aplicada a produtos da União Europeia importados pelos Estados Unidos. Trump ainda não confirmou o trato.</p>
<h3><strong>Rússia x Ucrânia</strong></h3>
<p>Na Turquia, representantes da Rússia e da Ucrânia participam da terceira rodada de negociações na busca de um acordo para o fim da guerra entre os dois países. A Turquia espera que a conversa seja orientada para obter resultados concretos. A Ucrânia quer que a reunião prepare o terreno para que os presidentes russo e ucraniano, Vladimir Putin e o Volodimir Zelenski, fiquem um de frente para o outro.</p>
<p>Já o chefe da delegação da Rússia, Vladimir Medinsky, afirmou que, para essa reunião acontecer, é preciso, primeiro, definir bem as condições do acordo. O encontro deve ocorrer para concretizar o fim da guerra e não apenas para discutir. </p>
<h3><strong>Fome em Gaza</strong></h3>
<p>Na faixa de Gaza, a situação se agrava. Mais de 800 pessoas já morreram nas últimas semanas à procura de comida, principalmente nos ataques de soldados israelenses ocorridos próximos aos centros de distribuição de alimentos. </p>
<p>Enquanto a fome atinge a população palestina da região, 950 caminhões com ajuda humanitária estão presos na fronteira. De acordo com a agência de coordenação de ajuda militar de Israel, a entidade espera que as organizações internacionais que estão em Gaza coletem os suprimentos. O governo israelense culpa o Hamas pela escassez de comida e de outros itens essenciais na região.</p>
<p>O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirmou hoje (23) que a população sofre justamente por causa do bloqueio à ajuda humanitária. </p>
<p><em>*Com informações da agência Reuters</em></p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">3:06</span> William Martins – TV Brasil* , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-07/eua-e-japao-fecham-acordo-que-estabelece-tarifa-reciproca-de-15">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Jul 2025 19:15:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tarifas dos EUA devem derrubar preços e afetar setores estratégicos</title>
		<link>https://weeknews.online/tarifas-dos-eua-devem-derrubar-precos-e-afetar-setores-estrategicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 00:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil responderá tarifaço dos EUA com lei de reciprocidade]]></category>
		<category><![CDATA[chegou a ameaçar os países do grupo]]></category>
		<category><![CDATA[diz Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Em carta a Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades manifestam preocupação com efeitos de tarifaço de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
		<category><![CDATA[imposição de tarifas comerciais de 50%]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[por conta da realização da cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/tarifas-dos-eua-devem-derrubar-precos-e-afetar-setores-estrategicos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A imposição de tarifas comerciais de 50% sobre todos os produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos (EUA) significará, na prática, um fechamento de mercado entre os dois países, com impactos em setores industriais estratégicos, com reflexos em empregos e também no preço de alimentos. A avaliação é de especialistas consultados pela Agência Brasil. Em carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (9), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que as sanções passam a valer a partir do dia 1º de agosto. Notícias relacionadas: Brasil responderá tarifaço dos EUA com lei de reciprocidade, diz Lula. Entidades manifestam preocupação com efeitos de tarifaço de Trump. Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros. &#8220;Do total das&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/tarifas-dos-eua-devem-derrubar-precos-e-afetar-setores-estrategicos/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/logo-agenciabrasil.svg.svg+xml" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>A imposição de tarifas comerciais de 50% sobre todos os produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos (EUA) significará, na prática, um fechamento de mercado entre os dois países, com impactos em setores industriais estratégicos, com reflexos em empregos e também no preço de alimentos. </strong>A avaliação é de especialistas consultados pela <strong>Agência Brasil</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752107658_193_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752107659_719_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (9), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que as sanções passam a valer a partir do dia 1º de agosto.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil responderá tarifaço dos EUA com lei de reciprocidade, diz Lula.</li>
<li>Entidades manifestam preocupação com efeitos de tarifaço de Trump.</li>
<li>Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros.</li>
</ul>
<p>&#8220;Do total das exportações do Brasil, cerca de 15% vão para os Estados Unidos. Mas é importante destacar que é sobretudo produto manufaturado e semimanufaturado. Se isso se mantiver, nós vamos ter desemprego no Brasil, vamos ter uma diminuição da entrada de dólares no país e isso é muito grave&#8221;, aponta o professor Roberto Goulart Menezes, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador do Instituto Nacional dos EUA (INEU).</p>
</blockquote>
<h2>Produtos afetados</h2>
<p><strong>Em síntese, petróleo bruto, minério de ferro, aço, máquinas, aeronaves e produtos eletrônicos estão entre os mais exportados do Brasil para os EUA. Entre essas empresas, haverá impacto nas exportações da Embraer e também da Petrobras.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Embraer tem um mercado razoável nos EUA com alguns dos seus jatos, e a Petrobras exporta petróleo para lá. Elas podem dissipar essas vendas para outros países, mas trata-se de encarecer o mercado mais importante de todos, que o norte-americano&#8221;, observa Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia no Ibmec-SP. </p>
</blockquote>
<p><strong>No setor de agronegócio, açúcar, café, suco de laranja e carne representam os principais itens da pauta brasileira aos norte-americanos. </strong>Um dos efeitos colaterais, de curto prazo, deve ser a queda de preços no mercado interno, especialmente das commodities agrícolas que deixarão de ser exportadas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Toda vez que ocorre algum tipo de fechamento, mesmo quando é auto embargo, por questões fitossanitárias, por exemplo, os preços caem, como é o caso do preço da carne. E é provável que isso aconteça, seja com carne, suco de laranja e café&#8221;, destaca Alexandre Pires.</p>
</blockquote>
<p>Pires projeta uma pressão das elites econômicas afetadas por uma negociação rápida para a reversão das tarifas, porque o pior cenário é a manutenção das sanções por um tempo prolongado.</p>
<p>&#8220;Quando falamos de tarifa, ainda que elas sejam reduzidas, imagine seis meses, um ano ou mais nessa situação. O problema vai ser depois retomar de volta esses mercados&#8221;, aponta.</p>
<p><strong>Apesar de Trump ter acusado o Brasil de manter uma relação comercial injusta, o fato é que o fluxo comercial dos dois países tem um volume de cerca de US$ 80 bilhões por ano.</strong> Ao considerar a balança comercial (exportações menos importações), os Estados Unidos ainda mantêm superávit de US$ 200 milhões com o Brasil.</p>
<h2>Postura chantagista</h2>
<p>O anúncio de Donald Trump se soma a outras medidas que seu governo tem adotado contra diversos parceiros comerciais, inclusive sócios históricos como Canadá, México, Coreia do Sul e Japão. <strong>Na avaliação Roberto Goulart, professor da UnB, trata-se de um método de chantagem, que está mais forte agora do que no mandato anterior.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O que o Donald Trump está fazendo é tentar bloquear o comércio Brasil e Estados Unidos, é uma chantagem. Essas tarifas não são razoáveis. Agora, é preciso aguardar para saber se haverá espaço para negociação efetiva&#8221;, aponta.</p>
</blockquote>
<p>Para Alexandre Pires, do Ibmec-SP, a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros está, na média, 25% maior do que a Trump aplicou sobre outros países, o que teria relação direta com a dimensão política do episódio.</p>
<p>&#8220;Essa tarifa contra o Brasil apresenta vários componentes, efeito STF, efeito Brics, efeito regulação das redes sociais. E, por último, supostas razões comerciais, de reciprocidade tarifária&#8221;.</p>
<p>A decisão de Trump contra os EUA ocorre na mesma semana em que Trump e Lula trocaram críticas por conta da realização da cúpula do Brics, bloco que reúne as maiores economias emergentes do planeta, no Rio de Janeiro. Trump chegou a ameaçar os países do grupo com imposição de tarifas comerciais, o que agora se materializa no caso brasileiro.</p>
<p>&#8220;Trump confunde multipolaridade e transformações na dinâmica da geopolítica global com antiamericanismo ou anti-EUA. No fundo, para ele, enfrentar o Brics é uma forma de enfrentar a China, o grande rival comercial&#8221;, analisa Roberto Goulart.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/tarifas-dos-eua-devem-derrubar-precos-e-afetar-setores-estrategicos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 09 Jul 2025 21:27:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/tarifas-dos-eua-devem-derrubar-precos-e-afetar-setores-estrategicos/">Tarifas dos EUA devem derrubar preços e afetar setores estratégicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Crise climática e guerra tarifária são temas de encontro do Brics</title>
		<link>https://weeknews.online/crise-climatica-e-guerra-tarifaria-sao-temas-de-encontro-do-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2025 18:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca diz que tarifas contra a China podem chegar a 245%]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[declaração da Celac condena tarifaço de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[emergência climática]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Reciprocidade é publicada no Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Sem unanimidade]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Pressionar países mais ricos a aumentarem investimentos em fundos de combate às mudanças climáticas e promover o enfrentamento da crise comercial e tarifária são dois temas prioritários para a presidência brasileira do Brics para serem abordados no encontro entre os chanceleres dos países que compõe o bloco. O evento acontece nesta segunda e terça-feira, dias 28 e 29, no Rio de Janeiro. Ouça mais sobre guerra tarifária: Casa Branca diz que tarifas contra a China podem chegar a 245% Lei da Reciprocidade é publicada no Diário Oficial da União Sem unanimidade, declaração da Celac condena tarifaço de Trump Até o momento, o grupo é formado por 11 membros, entre eles África do Sul, Brasil, China, Egito e Emirados Árabes Unidos. A Arábia Saudita tem o&#8230;</p>
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<p>Pressionar países mais ricos a aumentarem <strong>investimentos em fundos de combate às mudanças climáticas </strong>e promover o <strong>enfrentamento da crise comercial e tarifária </strong>são dois temas prioritários para a presidência brasileira do Brics para serem abordados no encontro entre os chanceleres dos países que compõe o bloco. O evento acontece nesta segunda e terça-feira, dias 28 e 29, no Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745777407_851_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745777408_761_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>Ouça mais sobre guerra tarifária:</p>
<p>Casa Branca diz que tarifas contra a China podem chegar a 245%</p>
<p>Lei da Reciprocidade é publicada no Diário Oficial da União</p>
<p>Sem unanimidade, declaração da Celac condena tarifaço de Trump</p>
</blockquote>
<p>Até o momento, o grupo é formado por 11 membros, entre eles África do Sul, Brasil, China, Egito e Emirados Árabes Unidos. A Arábia Saudita tem o status de membro convidado, por ainda não ter finalizado a última etapa de adesão. Além desses, participam das reuniões outros países como convidados.</p>
<p>Uma prévia dos assuntos que serão tratados no encontro foi apresentada nesse sábado (27) pelo secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores e Sherpa do Brasil no Brics, o embaixador Mauricio Carvalho Lyrio. Ele destacou, por exemplo, a importância de <strong>fortalecer a Organização Mundial do Comércio (OMC) como mediadora de conflitos globais</strong>.</p>
<p>A reunião de cúpula do Brics em 2025 está marcada para os dias 6 e 7 de julho, também no Rio de Janeiro.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> sumaia.coelho , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-04/crise-climatica-e-guerra-tarifaria-sao-temas-de-encontro-do-brics">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 27 Apr 2025 17:29:48 +0000 </p>

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		<title>Guerra tarifária norte-americana gera incertezas na economia mundial</title>
		<link>https://weeknews.online/guerra-tarifaria-norte-americana-gera-incertezas-na-economia-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A China elevou para 84% tarifas cobradas sobre produtos dos Estados Unidos, em mais um capítulo da guerra tarifária. A medida foi, novamente, uma resposta ao tarifaço do presidente Donald Trump, que ontem aumentou as taxas para 104% nas importações vindas do país asiático. Em paralelo, Canadá e União Europeia podem impor tarifas de 25% sobre produtos americanos. Esse conflito deve reduzir o comércio global no curto prazo, com impacto nos juros e no preço do dólar. No Brasil, como no resto do mundo, a moeda americana já disparou e superou os R$6, hoje de manhã. É porque o dólar ainda é considerado um porto seguro para os investidores em momentos de incertezas, como explica o professor de economia da UnB, Cesar Bergo. Para&#8230;</p>
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<p>A China elevou para 84% tarifas cobradas sobre produtos dos Estados Unidos, em mais um capítulo da guerra tarifária. A medida foi, novamente, uma resposta ao tarifaço do presidente Donald Trump, que ontem aumentou as taxas para 104% nas importações vindas do país asiático. Em paralelo, Canadá e União Europeia podem impor tarifas de 25% sobre produtos americanos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744220007_996_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744220008_630_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esse conflito deve reduzir o comércio global no curto prazo, com impacto nos juros e no preço do dólar.</p>
<p>No Brasil, como no resto do mundo, a moeda americana já disparou e superou os R$6, hoje de manhã. É porque o dólar ainda é considerado um porto seguro para os investidores em momentos de incertezas, como explica o professor de economia da UnB, Cesar Bergo. Para ele, o Brasil vai ter que esperar a temperatura baixar.</p>
<p>&#8220;Então é se esperar um aumento. Embora tenhamos reservas, o Banco Central Brasileiro vem queimando reservas nos últimos meses, inclusive para manter essa estabilidade. Mas nesse momento, não há o que fazer. É aguardar a calmaria, como diz o ministro Haddad, esperar a poeira baixar&#8221;.</p>
<p>Com o comércio global esfriando, há menos produção &#8211; e, assim, diminui também a procura por petróleo. A tendência é de que os preços baixem, mas o dólar alto deve compensar essa diferença, explica o professor Cesar. Então, talvez a gente ainda não veja a gasolina ficar mais barata.</p>
<p>&#8220;Dentro da metodologia da Petrobras, é importante que se tenha tanto uma queda no preço do barril como uma queda no preço do dólar. Senão um acaba compensando o outro e o preço do combustível no final acaba não caindo. E o que vai determinar também é a questão da demanda. Se de fato permanecer essa política tarifária com redução nas produções no mundo inteiro, a tendência é que o preço dos combustíveis também venha a cair nos próximos meses&#8221;.</p>
<p>O professor de economia da Universidade Federal do Paraná Marcelo Curado, afirma que se a China perder o mercado americano, vai ter que encontrar outros compradores. Então, a América Latina, incluindo o Brasil, pode ser um destino.</p>
<p>&#8220;Pode se ter um impacto por um lado positivo de produtos chineses mais baratos aqui, mas o que também se a gente olhar do ponto de vista de emprego, pode ter um impacto sobre alguns setores industriais. Então, a gente precisa ainda pensar um pouquinho no tempo, né, quando fala Brasil e China, né? Brasil e China é uma relação muito consolidada, né?&#8221; </p>
<p>O professor Curado não acredita que essa guerra tarifária continue por muito tempo, por causa dos impactos negativos. E o mundo já viveu isso antes.</p>
<p>&#8220;No século passado, década de 30, quantos os países começaram a se fechar demais, a reduzir comércio, é ruim para todo mundo, porque o comércio traz benefícios, né? Você consegue adquirir produtos mais baratos, pros consumidores isso é ruim, mas especificamente pro Brasil, eu acho que, no curto prazo, o efeito é sobre alguns setores específicos. Agora, continuando essa guerra e aí tendo uma pressão de inflação nos Estados Unidos, provavelmente um aumento de juros americano, isso afeta também a taxa de juros no Brasil&#8221;. </p>
<p>Segundo o professor, os exportadores brasileiros, especialmente de aço e alumínio, vão ter que buscar novos mercados se as taxas permanecerem altas nos Estados Unidos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> akemi.souza , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-04/guerra-tarifaria-norte-americana-gera-incertezas-na-economia-mundial">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 09 Apr 2025 16:40:12 +0000 </p>

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		<title>Estados Unidos vão taxar produtos chineses em até 104%</title>
		<link>https://weeknews.online/estados-unidos-vao-taxar-produtos-chineses-em-ate-104/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 22:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra comercial]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A confirmação do governo americano veio no início da tarde de hoje (8) por meio de um comunicado oficial da Casa Branca após a China não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido por Donald Trump. A medida que começa a valer a partir de amanhã (9) elevará em 50% a taxação em cima dos produtos importados da China para os Estados Unidos. A nova cobrança somada a outras tarifas aplicadas desde o início do ano chega a 104%. A ofensiva americana é para forçar um diálogo entre os dois países, mas mesmo antes da confirmação da sobretacha, a China já havia dito que não cederia à pressão de Donald Trump e manteve a retaliação de 34% em cima dos produtos&#8230;</p>
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<p>A confirmação do governo americano veio no início da tarde de hoje (8) por meio de um comunicado oficial da Casa Branca após a China não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido por Donald Trump.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744152339_79_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744152339_337_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida que começa a valer a partir de amanhã (9) elevará em 50% a taxação em cima dos produtos importados da China para os Estados Unidos. A nova cobrança somada a outras tarifas aplicadas desde o início do ano chega a 104%.</p>
<p>A ofensiva americana é para forçar um diálogo entre os dois países, mas mesmo antes da confirmação da sobretacha, a China já havia dito que não cederia à pressão de Donald Trump e manteve a retaliação de 34% em cima dos produtos americanos.</p>
<p>Além disso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que os chineses estão dispostos a lutar até o fim, caso os americanos insistam em intensificar o conflito comercial e tarifário. A imposição americana e a reação da China indicam dois caminhos possíveis: uma nova rodada de sanções ou uma negociação forçada entre eles.</p>
<p>Mas além disso, essa guerra obriga os outros países a tomarem uma posição, enfrentar ou não os Estados Unidos. Segundo a Casa Branca, cerca de 70 países já entraram em contato para iniciar uma negociação com Trump, entre eles alguns asiáticos como Japão e Coreia do Sul.</p>
<p>Por outro lado, o presidente da França, Emmanuel Macron, diz não desejar o caos e promete responder as tarifas fixadas em 20% caso não haja negociação.</p>
<p>Na América Latina, a Venezuela antecipou hoje que vai decretar emergência econômica após ser taxada em 15% pelos Estados Unidos. Na decisão, que será detalhada nesta quarta-feira, o presidente Nicolás Maduro promete enfrentar o que chamou de guerra comercial do mundo.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> elianeg , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-04/estados-unidos-vao-taxar-produtos-chineses-em-ate-104">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 08 Apr 2025 21:56:17 +0000 </p>

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		<title>Ordem é negociar e não retaliar, diz Haddad sobre tarifas dos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/ordem-e-negociar-e-nao-retaliar-diz-haddad-sobre-tarifas-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 15:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[aço]]></category>
		<category><![CDATA[alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entraram em vigor nesta quarta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa anuncia tarifas sobre importações dos EUA a partir de abril]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria brasileira acredita em diálogo para reverter taxação do aço]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifas de Trump sobre aço e alumínio entram em vigor nesta quarta]]></category>
		<category><![CDATA[taxação sobre aço brasileiro pode ter impacto significativo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/ordem-e-negociar-e-nao-retaliar-diz-haddad-sobre-tarifas-dos-eua/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (12) que a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de negociar, e não retaliar, em um primeiro momento, a taxação de 25% sobre o aço e o alumínio imposta pelos Estados Unidos e que afetam as exportações da indústria nacional. “O presidente Lula falou ‘muita calma nessa hora’. Já negociamos outras vezes em condições até muito mais desfavoráveis do que essa”, disse o ministro a jornalistas após reunião com representantes do setor da indústria do aço brasileira, que apresentou um relatório com argumentos para a negociação. De acordo com Haddad, os empresários “trouxeram argumentos muito consistentes de que [a taxação] não é bom negócio sequer para os norte-americanos”.  O ministro não&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/ordem-e-negociar-e-nao-retaliar-diz-haddad-sobre-tarifas-dos-eua/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (12) que a <strong>determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de negociar, e não retaliar, em um primeiro momento</strong>, a taxação de 25% sobre o aço e o alumínio imposta pelos Estados Unidos e que afetam as exportações da indústria nacional.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741794845_677_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741794845_103_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>“O presidente Lula falou ‘muita calma nessa hora’. Já negociamos outras vezes em condições até muito mais desfavoráveis do que essa”,</strong> disse o ministro a jornalistas após reunião com representantes do setor da indústria do aço brasileira, que apresentou um relatório com argumentos para a negociação.</p>
<p><strong>De acordo com Haddad, os empresários “trouxeram argumentos muito consistentes de que [a taxação] não é bom negócio sequer para os norte-americanos”. </strong></p>
<p>O ministro não entrou em mais detalhes sobre as propostas de negociação apresentadas pelo setor do aço, afirmando apenas que o relatório servirá de subsídio para as negociações lideradas pelo Ministério do Desenvolvimento.</p>
<p>“Vamos levar para à consideração do governo americano que há um equivoco de diagnóstico”, disse Haddad, para quem os argumentos apresentados pelas siderúrgicas são “muitos consistentes”.</p>
<p>A taxação de 25% sobre o aço e o alumínio pelos EUA entraram em vigor nesta quarta-feira (12), após terem sido confirmadas no dia anterior pelo governo estadounidense. <strong>A medida afeta diretamente a exportações brasileiras.</strong></p>
<p><strong>Os EUA são um dos maiores compradores do aço brasileiro. Segundo dados do Instituto Aço Brasil, em 2022, os EUA compraram 49% do total do aço exportado pelo país.</strong> Em 2024, apenas o Canadá superou o Brasil na venda de aço para o país norte-americano.</p>
<blockquote>
<p>“Os Estados Unidos só têm a perder, porque nosso comércio [bilaterial] é muito equilibrado”, afirmou Haddad.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro acrescentou que o setor do aço pediu providências não só em relação às exportações, mas também a respeito das importações, preocupado em especial com a entrada de aço chinês no país.</strong></p>
<p>“No caso das exportações envolve uma negociação, enquanto que no caso da importações envolve uma defesa mais unilateral. Isso pela proposta que eles fizeram”, relatou Haddad.</p>
<p><strong>Segundo o ministro, a Fazenda deverá agora preparar uma nota técnica sobre as propostas das siderúrgicas brasileiras, que deverá ser enviada ao vice-presidente Geraldo Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, para orientar as negociações com os EUA.</strong></p>
<p>Especialistas ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong> apontam que a taxação sobre aço brasileiro pode ter impacto significativo sobre as siderúrgicas nacionais, embora não represente grande reflexo para a economia como um todo.</p>
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<p> Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/ordem-e-negociar-e-nao-retaliar-diz-haddad-sobre-tarifas-dos-eua">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Mar 2025 12:38:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ordem-e-negociar-e-nao-retaliar-diz-haddad-sobre-tarifas-dos-eua/">Ordem é negociar e não retaliar, diz Haddad sobre tarifas dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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