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	<title>Arquivo de Guilherme Boulos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Guilherme Boulos - WeekNews</title>
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		<title>Boulos critica compensação a empresas pelo fim da escala 6&#215;1</title>
		<link>https://weeknews.online/boulos-critica-compensacao-a-empresas-pelo-fim-da-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 00:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[acordaram que a PEC do fim da escala 6x1 vai propor uma alteração constitucional simples para prever descanso remunerado de dois dias por semana]]></category>
		<category><![CDATA[Durigan diz ser contra qualquer compensação ao fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6x1 e 40 horas semanais]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[por meio da escala 5x2]]></category>
		<category><![CDATA[Vereadores fazem “protocolaço” de projetos pelo fim da escala 6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira (13) a possibilidade de haver compensação econômica a empresas para aprovar o fim da escala 6&#215;1, aquela em que o empregado trabalha seis dias seguidos por apenas um de descanso. Setores empresariais também pedem que o fim da escala, com redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, seja implantado de forma gradativa. &#8220;A gente tem visto um debate sobre compensações. Neste caso, gente, elas não são razoáveis. Alguém chegou a propor compensação para as empresas quando há aumento de salário mínimo no Brasil? Não, não seria razoável. Se alguém propusesse isso talvez fosse alvo de chacota. Se o impacto econômico, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [Ipea],&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira (13) a possibilidade de haver compensação econômica a empresas para aprovar o fim da escala 6&#215;1, aquela em que o empregado trabalha seis dias seguidos por apenas um de descanso.</strong></p>
<p>Setores empresariais também pedem que o fim da escala, com redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, seja implantado de forma gradativa.</p>
<p>&#8220;A gente tem visto um debate sobre compensações. Neste caso, gente, elas não são razoáveis. Alguém chegou a propor compensação para as empresas quando há aumento de salário mínimo no Brasil? Não, não seria razoável. Se alguém propusesse isso talvez fosse alvo de chacota. Se o impacto econômico, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [Ipea], é semelhante [ao aumento do salário mínimo], por que nós vamos falar agora de compensação, de bolsa patrão?&#8221;, questionou Boulos durante participação em uma audiência pública na comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6&#215;1 e redução da jornada semanal.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quer dizer, o trabalhador reduz a jornada, ganha dois dias para poder descansar, uma coisa humana, uma pauta que nem deveria ser partidarizada como está, deveria ser defendida pelo conjunto das forças políticas deste país, [mas] aí, esse próprio trabalhador, por meio dos seus impostos, tem que financiar uma compensação? Não tem razoabilidade&#8221;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>A audiência pública também contou com a presença de Rick Azevedo, fundador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e atualmente vereador na cidade do Rio de Janeiro. Azevedo contou que, durante 12 anos, trabalhou em supermercado, farmácia, posto de gasolina, shopping e call center, sempre na escala 6&#215;1.</p>
<p>&#8220;Eu sei exatamente o que o trabalhador e a trabalhadora brasileira passam constantemente nessa escala desumana&#8221;, afirmou.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Como é que vocês acham que uma mãe de família, um pai de família, um jovem, conseguem viver nessa escala, conseguem ter dignidade nessa escala? Por anos, passei não me sentindo gente, não me sentindo pertencente à sociedade, não sentia capaz&#8221;, pontuou o ativista, que é reconhecido como um dos responsáveis por ter impulsionado a pauta nos últimos anos.</p>
</blockquote>
<p>Rick Azevedo também criticou a possibilidade de compensações a empresários e de período de transição para a implantação da redução da escala.</p>
<p>&#8220;A escala 6&#215;1 existe desde que a CLT foi fundada e estamos com essa pauta na boca da sociedade desde 2023. O fim da escala 6&#215;1 já era para ter acontecido&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mais cedo, ministros do governo Lula e lideranças da Câmara dos Deputados <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/governo-e-camara-acordam-fim-da-6x1-e-jornada-de-40-horas-semanais" target="_blank">acordaram que a PEC do fim da escala 6&#215;1 vai propor uma alteração constitucional simples para prever descanso remunerado de dois dias por semana, por meio da escala 5&#215;2</a>, e redução da jornada semanal das atuais 44 para 40 horas.</p>
<p>Ficou acordado também que, além da PEC, será aprovado o projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar celeridade à pauta. No caso do PL, ficou definido que ele vai tratar de temas específicos de algumas categorias, além servir para ajustar a atual legislação à nova PEC.</p>
<p>Com isso, faltaria apenas decidir se haverá alguma compensação para os empresários e se haverá período de transição, segundo o deputado federal Alencar Santana (PT-SP), presidente da comissão especial da PEC.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/boulos-critica-compensacao-empresas-pelo-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 13 May 2026 21:29:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/boulos-critica-compensacao-a-empresas-pelo-fim-da-escala-6x1/">Boulos critica compensação a empresas pelo fim da escala 6&#215;1</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Com juros altos, dívidas aumentam e exigem mais Desenrola, diz Boulos</title>
		<link>https://weeknews.online/com-juros-altos-dividas-aumentam-e-exigem-mais-desenrola-diz-boulos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1]]></category>
		<category><![CDATA[Governo lança programa de R$ 11 bilhões contra o crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que criará Ministério da Segurança após Senado aprovar PEC]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As altas taxas de juros são um grande fator para o endividamento das famílias brasileiras, avaliou o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. De acordo com o ministro, o cenário atual promove uma &#8220;drenagem de recursos dos trabalhadores&#8221; pelo sistema bancário que não pode ser resolvida apenas com medidas de educação financeira. Em entrevista, nesta terça-feira (12), ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Boulos afirmou que, sem uma redução significativa dos juros cobrados dos cidadãos serão necessárias cada vez mais edições de programas como o Desenrola Brasil, voltados a ajudar as famílias a diminuírem suas dívidas. “Educação financeira é sempre bom, mas não adianta ter educação financeira com juros de 15% ao ano. Aí não tem&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>As altas taxas de juros são um grande fator para o endividamento das famílias brasileiras, avaliou o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. </strong>De acordo com o ministro, o cenário atual promove uma &#8220;drenagem de recursos dos trabalhadores&#8221; pelo sistema bancário que não pode ser resolvida apenas com medidas de educação financeira.</p>
<p>Em entrevista, nesta terça-feira (12), ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong> (<strong>EBC</strong>), Boulos afirmou que, sem uma redução significativa dos juros cobrados dos cidadãos serão necessárias cada vez mais edições de programas como o Desenrola Brasil, voltados a ajudar as famílias a diminuírem suas dívidas.</p>
<blockquote>
<p>“Educação financeira é sempre bom, mas não adianta ter educação financeira com juros de 15% ao ano. Aí não tem educação financeira que resolva”, disse o ministro.</p>
</blockquote>
<p>O ministro defende que a taxa de juros não pode ficar “baixando a conta-gotas”. “Se for assim, o juro vai ficar decente só daqui a 20 anos. Essa taxa de juros é escandalosa e não tem parâmetro nem justificativa”, acrescentou.</p>
<p>Boulos lembrou que vários países que têm risco-país maior que o do Brasil têm juros muito menores. “Isso só interessa aos bancos, que fazem drenagem de recursos dos trabalhadores e das empresas no Brasil”.</p>
<p>Durante a entrevista, Boulos comparou a inadimplência média para linhas de crédito semelhantes no Brasil e na Espanha que, segundo ele, são de 4,2% e 3,5%, respectivamente. Na sequência, o ministro disse não haver justificativa para que a taxa cobrada aqui, para esta linha específica, seja de 65%, enquanto na Espanha fica em 3%.</p>
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<h2>Limitações do programa</h2>
<p><strong>O ministro destacou que o Desenrola Brasil tem ajudado a aliviar o endividamento, com previsão de descontos médios de 65% nas dívidas e limites de juros mais baixos na renegociação. Em apenas uma semana, acrescentou, o programa já havia registrado R$ 1 bilhão em renegociações.</strong></p>
<p>Apesar dos resultados, Boulos alertou que a iniciativa não resolve estruturalmente o problema. “Lula criou isso para diminuir o estrangulamento das famílias. Mas, se os juros não baixarem, teremos de fazer mais edições do programa”, disse.</p>
<h2>Bets, dívidas e lavagem de dinheiro</h2>
<p><strong>Ao final da entrevista, o ministro associou o aumento das apostas online ao agravamento do endividamento das famílias. Além disso, segundo ele, há muitos indícios de uso das bets para a lavagem de dinheiro por organizações criminosas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As bets viraram uma epidemia. Não adianta nada você proibir o cassino no Brasil, se o cassino está ali, no seu filho, no quarto dele, fechado”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O ministro ainda destacou que as bets estão sendo usadas para finalidades ilícitas. &#8220;Um monte de operações da PF mostram elas envolvidas com lavagem de dinheiro”.</p>
<p>Boulos criticou também a carga tributária aplicada contra esses sites de apostas. “As bets conseguiram fazer um lobby no Congresso para evitar a taxação, e hoje pagam apenas 12% de imposto, enquanto profissionais como jornalistas pagam 27,5% de Imposto de Renda. Isso é um escândalo”, concluiu.</p>
<p><iframe title="&#x1f534; Bom Dia, Ministro I Guilherme Boulos" width="700" height="394" src="https://www.youtube.com/embed/IjSAszQ3d6k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/com-juros-altos-dividas-aumentam-e-exigem-mais-desenrola-diz-boulos" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 12 May 2026 14:33:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1</title>
		<link>https://weeknews.online/boulos-volta-a-criticar-terrorismo-economico-contra-fim-da-6-por-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça países da América Latina que reduziram as jornadas de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6 por 1]]></category>
		<category><![CDATA[Fim da escala 6x1: mais tempo para descanso e família é prioridade]]></category>
		<category><![CDATA[Governo lança campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, afirmou nesta terça-feira (12) que a proposta do fim da escala de trabalho 6 por 1 tem enfrentado resistência porque atinge interesses de setores poderosos da economia brasileira. “Esses grupos chegam a fazer terrorismo econômico, na tentativa de postergar a votação da matéria no Legislativo”, disse no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). De acordo com Boulos, os grupos contrários à redução da jornada de trabalho que dá ao trabalhador dois dias de folga semanais, estão tentando, inclusive, estabelecer prazos para que a nova jornada comece a vigorar. Algo que, segundo ele, não terá apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na avaliação do ministro,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/boulos-volta-a-criticar-terrorismo-economico-contra-fim-da-6-por-1/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/boulos-volta-a-criticar-terrorismo-economico-contra-fim-da-6-por-1/">Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, afirmou nesta terça-feira (12) que a proposta do <strong>fim da escala de trabalho 6 por 1 tem enfrentado resistência porque atinge interesses de setores poderosos da economia brasileira</strong>.</p>
<p>“Esses grupos chegam a fazer terrorismo econômico, na tentativa de postergar a votação da matéria no Legislativo”, disse no programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<p><strong>De acordo com Boulos, os grupos contrários à redução da jornada de trabalho que dá ao trabalhador dois dias de folga semanais, estão tentando, inclusive, estabelecer prazos para que a nova jornada comece a vigorar.</strong> Algo que, segundo ele, não terá apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Na avaliação do ministro, o presidente Lula, ao defender a redução da jornada de trabalho, se coloca em posição de enfrentamento a “um grande sistema econômico”. </p>
<p><strong>“Mas foi para isso que ele foi eleito”, acrescentou.</strong></p>
<h2>Movimento recorrente</h2>
<p>As críticas à proposta, segundo o ministro, fazem parte de um movimento recorrente sempre que há avanços em direitos trabalhistas, o mesmo quando se propôs a criação do salário mínimo, das férias remuneradas e do 13º salário.</p>
<blockquote>
<p>“O que existe é um terrorismo econômico brutal nessa história, que, aliás, não é novo no Brasil, se você observar os arquivos dos jornais de 1940, quando [o então presidente] Getúlio Vargas criou a lei do salário mínimo. Hoje, tem doido para tudo. Alguns até falam em acabar com o salário mínimo. Mas ninguém aceita isso”, argumentou.</p>
</blockquote>
<p>O ministro defendeu que o debate sobre o tema seja feito com base em dados reais. Nesse sentido, <strong>citou estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), segundo o qual o impacto médio da redução da jornada para 40 horas semanais seria de cerca de 1% no custo operacional das empresas.</strong></p>
<p>“Isso é semelhante ao impacto causado pelo aumento real do salário mínimo, algo que se teve em todos os governos do Lula. Alguma empresa faliu? Gerou desemprego? Ao contrário, temos o menor índice de desemprego da série histórica no Brasil. A atividade econômica, o PIB, está crescendo como não crescia há 12 anos no país”, afirmou.</p>
<p><strong>“Você tem muita conversa de terrorismo para querer inviabilizar, e tem pouco fato”, complementou.</strong></p>
<p>Boulos reiterou o argumento de que a redução da jornada tem, entre seus impactos positivos, o aumento da produtividade.</p>
<blockquote>
<p>“Não é segredo para ninguém que um trabalhador cansado vai render menos. Tem havido uma explosão de casos de Burnout [síndrome do esgotamento] no trabalho, por ansiedade, depressão, exaustão. No ano passado, 500 mil trabalhadores foram afastados por problemas de saúde mental, por excesso de trabalho”, argumentou.</p>
</blockquote>
<h2>Mulheres</h2>
<p><strong>O ministro Guilherme Boulos ressaltou que a mudança terá impacto direto na vida das mulheres, que frequentemente acumulam dupla jornada.</strong></p>
<p>“O homem trabalha na 6 por 1 e tem um dia de descanso. A mulher trabalha na 6 por 1 e não tem nenhum dia de descanso, porque no único dia que deveria ser de descanso, ela trabalha em casa”, disse ao lembrar que tarefas domésticas transformam o dia de folga feminina em mais trabalho.</p>
<p>Para o ministro, o fim da escala representa também uma correção dessa desigualdade. </p>
<p><strong>“Quando a gente acaba com a seis por um, nós também estamos dando um respiro para as mulheres trabalhadoras deste país”.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/boulos-volta-criticar-terrorismo-economico-contra-fim-da-6-por-1" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 12 May 2026 12:51:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/boulos-volta-a-criticar-terrorismo-economico-contra-fim-da-6-por-1/">Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo suspende 3,5 milhões de multas por não pagar pedágio</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-suspende-35-milhoes-de-multas-por-nao-pagar-pedagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência pública debate PL de reparação histórica em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[CNH do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[Free flow]]></category>
		<category><![CDATA[Governo anuncia bloqueio de 27 plataformas de mercado preditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Pedágio]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O o governo federal anunciou a suspensão por 200 dias de 3,51 milhões de multas registradas por falta de pagamento da tarifa do pedágio eletrônico do modelo free flow (pedágio eletrônico sem cancelas), que deveriam ter sido quitadas em até 30 dias após a passagem pela rodovia estadual ou federal. No prazo de 200 dias, os motoristas deverão regularizar os débitos atrasados.  Quem pagar as tarifas até 16 de novembro, também poderá recuperar os cinco pontos perdidos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).  Notícias relacionadas: Audiência pública debate PL de reparação histórica em São Paulo. Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6&#215;1. Governo anuncia bloqueio de 27 plataformas de mercado preditivo. Em entrevista coletiva, na sede do Ministério dos Transportes, em Brasília, o&#8230;</p>
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				</p>
<p>O o governo federal anunciou a<strong> suspensão por 200 dias de 3,51 milhões de multas registradas por falta de pagamento da tarifa do pedágio eletrônico do modelo <em>free flow </em></strong>(pedágio eletrônico sem cancelas), que deveriam ter sido quitadas em até 30 dias após a passagem pela rodovia estadual ou federal.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777405808_777_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777405808_169_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>No prazo de 200 dias, os motoristas deverão regularizar os débitos atrasados. </strong> Quem pagar as tarifas até 16 de novembro, também poderá recuperar os cinco pontos perdidos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Audiência pública debate PL de reparação histórica em São Paulo.</li>
<li>Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6&#215;1.</li>
<li>Governo anuncia bloqueio de 27 plataformas de mercado preditivo.</li>
</ul>
<p>Em entrevista coletiva, na sede do Ministério dos Transportes, em Brasília, o ministro Guilherme Boulos defendeu que a suspensão temporária das multas é uma questão de justiça porque muitos dos motoristas multados nesse período não tinham a devida informação sobre como pagar o pedágio do tipo <em>free flow</em> ou mesmo sabiam que estavam sendo tarifados.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=460852:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/regras-pedagio-mc_abr_28042026-5.jpg" alt="Brasília (DF), 28/04/2026 - O ministro da secretaria-geral da presidência, Guilherme Boulos, durante cerimônia para divulgação das regras de transição para a implementação do pedágio eletrônico (free flow) em todo o país. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/regras-pedagio-mc_abr_28042026-5.jpg" alt="Brasília (DF), 28/04/2026 - O ministro da secretaria-geral da presidência, Guilherme Boulos, durante cerimônia para divulgação das regras de transição para a implementação do pedágio eletrônico (free flow) em todo o país. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=460852 --></div>
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<h6 class="meta">Guilherme Boulos durante cerimônia para divulgação das regras de transição para a implementação do pedágio eletrônico &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=460852--></h6>
</div>
</div>
<p>Boulos reforçou que uma inovação tecnológica deve beneficiar o cidadão, não causar prejuízo a ele. </p>
<blockquote>
<p>“Ninguém em sã consciência troca uma tarifa de R$ 5 por uma multa de quase R$ 200. Nós estamos falando aqui de 40 vezes mais. As pessoas acabaram sendo multadas porque, às vezes, não sabiam que teriam que ter a tag [no veículo] ou não sabiam que aquilo era um pedágio. E isso acaba levando a uma ideia de pegadinha.”</p>
</blockquote>
<p>Durante os 200 dias, também está vetada a aplicação de novos autos de infração pelo não pagamento de tarifas de pedágio eletrônico.</p>
<p>A partir de 17 de novembro, os usuários com tarifas em aberto terão que arcar com os valores do pedágio e da multa por atraso no pagamento.</p>
<h2>Ajustes</h2>
<p><strong>As autoridades também comunicaram o prazo de 100 dias dado às empresas que administram os pedágios eletrônicos nas rodovias para que ajustem seus sistemas; concluam a padronização e a integração de dados com o Sistema Nacional de Trânsito (SNT); e sinalizem corretamente os pórticos de cobrança eletrônica nas rodovias, em áreas não urbanas.</strong></p>
<p>As concessionárias responsáveis pelas vias precisam garantir que o motorista saiba exatamente quando passou por um pórtico de cobrança e qual o valor da tarifa, por meio de informações disponibilizadas para consultas diretamente nos canais (sites e aplicativos) dessas empresas.</p>
<p>O secretário Nacional de Trânsito do Ministério dos Transportes, Adrualdo de Lima Catão, explicou que o governo reconhece que o cidadão não pode ser punido por falta de pagamento do pedágio se o sistema das concessionárias não for claro, transparente ou integrado.</p>
<blockquote>
<p>“O governo está dando a solução tecnológica para essa necessidade de transparência com esse prazo de 100 dias. Após isso, todos os problemas elencados tendem a ser resolvidos, atendendo ao direito do cidadão.”</p>
</blockquote>
<h2>Cobrança na CNH Digital</h2>
<p><strong>Outro anúncio feito nesta terça-feira é de que as informações sobre passagens e débitos de pedágio eletrônico serão centralizadas no aplicativo CNH do Brasil</strong>, criado pelo Ministério dos Transportes, e que representa a evolução da Carteira Digital de Trânsito (CDT).</p>
<p>O objetivo principal é possibilitar o acesso às informações necessárias para o pagamento das tarifas em um único ambiente digital, a partir da integração dos sistemas das concessionárias.</p>
<p><strong>No aplicativo digital, o usuário poderá consultar todos os registros de pedágio eletrônico do seu veículo, os valores pendentes, as formas e locais de pagamento do <em>free flow</em>, independentemente da rodovia, da concessionária ou da rodovia em que transitar (federal, estadual ou municipal).</strong></p>
<p>O CNH do Brasil está disponível em lojas de aplicativos para ser baixado em <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/transportes/pt-br/cnh-do-brasil" target="_blank">dispositivos móveis</a>. O Ministério dos Transportes afirma que o aplicativo conta com mais de 70 milhões de usuários ativos.</p>
<p>O ministro dos Transportes, George Santoro, que também preside o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), afirmou que a padronização da informação representa uma virada regulatória, colocando o usuário no centro do sistema.</p>
<blockquote>
<p>“Qualquer motorista terá as informações centralizadas na Senatran [Secretaria Nacional de Trânsito] e poderá acessar, pela CNH do Brasil, os registros de passagem e as formas de pagamento, independentemente da concessão ou do estado por onde trafegou”, afirmou.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=460849:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/regras-pedagio-mc_abr_28042026-2.jpg" alt="Brasília (DF), 28/04/2026 - O ministro dos Transportes, George Santoro, durante cerimônia para divulgação das regras de transição para a implementação do pedágio eletrônico (free flow) em todo o país. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/regras-pedagio-mc_abr_28042026-2.jpg" alt="Brasília (DF), 28/04/2026 - O ministro dos Transportes, George Santoro, durante cerimônia para divulgação das regras de transição para a implementação do pedágio eletrônico (free flow) em todo o país. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"> George Santoro diz que a padronização da informação representa uma virada regulatória, colocando o usuário no centro do sistema &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=460849--></h6>
</div>
</div>
<h2>Ressarcimento</h2>
<p><strong>Caso o motorista já tenha realizado o pagamento de multa de trânsito e, ao mesmo tempo, o pagamento da tarifa de pedágio correspondente dentro do prazo previsto de 200 dias, o usuário poderá entrar com o pedido de ressarcimento do valor da multa.</strong></p>
<p>O usuário deverá recorrer junto ao órgão de fiscalização de cada unidade da federação responsável pela autuação e, no processo, deverá comprovar o pagamento da tarifa de pedágio.</p>
<h2>Multa</h2>
<p><strong>Se o motorista passar por um pórtico sem TAG e não efetuar o pagamento em até 30 dias, a conduta é configurada como infração de trânsito pelo Artigo 209-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) como &#8220;evasão de pedágio&#8221;.</strong></p>
<p>A penalidade é classificada como grave e gera multa de R$ 195,23 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.</p>
<p>Ao todo, o sistema do Ministério dos Transportes contabiliza mais de 3,51 milhões de infrações de trânsito por não pagamento dentro do prazo. No sistema <em>free flow</em>, cada passagem por um pórtico sem o devido pagamento gera uma infração individual.</p>
<p>Do total de infrações, somente os estados registraram os seguintes números:</p>
<ul>
<li>Rio Grande do Sul: 1.196.465 multas (34,05%)</li>
<li>São Paulo: 802.842 multas (34,05%)</li>
<li>Minas Gerais: 62.541 multas (1,78%)</li>
<li>Mato Grosso: 269 multas (0,01%)</li>
</ul>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) registra as demais 1.451.656 multas (41,31%, do total).</p>
<p>Mais de 90% de todas estas infrações de trânsito não foram pagas e os condutores estão inadimplentes.</p>
<h2>Trechos com pedágio eletrônico</h2>
<p>No Brasil, o sistema opera em trechos nos seguintes trechos de rodovias concedidas:</p>
<ul>
<li>BR-381/MG &#8211; concessionária Nova 381 S.A.;</li>
<li>BR-262/MG &#8211; Way-262 – concessionária da Rodovia BR-262/MG S.A.;</li>
<li>BR-116/SP-RJ &#8211; concessionária do Sistema Rodoviário Rio-São Paulo (RioSP);</li>
<li>BR-364/RO &#8211; concessionária Nova 364;</li>
<li>BR-277/PR &#8211; concessionária EPR Iguaçu; </li>
<li>BR-369/PR &#8211; concessionária EPR Paraná;</li>
<li>SP-099 (Contorno Sul da Tamoios) &#8211; concessionária Tamoios;</li>
<li>SP-333 &#8211; concessionária Ecovias Noroeste Paulista;</li>
<li>SP-326 &#8211; concessionária Ecovias Noroeste Paulista;</li>
<li>MG-459 &#8211; concessionária EPR Sul de Minas.</li>
</ul>
<h2>Tecnologia free flow</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=438647:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777405809_791_image.jpg" alt="Caeté (MG), 26/09/2025 - BR-381 começa a cobrança em sistema free flow neste sábado. Foto: Nova381/Divulgação" title="Nova381/Divulgação"><br />
    <!-- END scald=438647 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><!--copyright=438647-->Free flow da BR-381  &#8211; <strong>Nova381/Divulgação</strong><!--END copyright=438647--></h6>
</div>
</div>
<p>A tecnologia <em>free flow</em> permite a cobrança de pedágio eletrônico em rodovias. O sistema utiliza pórticos metálicos instalados sobre a pista, equipados com sensores, câmeras de alta definição e antenas. A identificação ocorre de duas formas principais:</p>
<p>​•etiqueta eletrônica (TAG): a antena no pórtico lê o adesivo colado no pára-brisa do veículo. O valor é debitado automaticamente da conta do usuário junto à operadora;</p>
<p>​• leitura de placas do veículo por meio de câmeras. Se o motorista não possui uma TAG, ele deve pagar o pedágio em canais digitais da concessionária (site, app ou WhatsApp) no prazo de até 30 dias.</p>
<p>O pedágio eletrônico evita que o motorista pare em praças de pedágio físicas ou mesmo interrompa o tráfego e pode representar justiça tarifária, pois permite a implementação do pagamento por quilômetro rodado.</p>
<p>Em sistemas tradicionais de cobrança física, o motorista paga o valor cheio mesmo que saia da rodovia logo após a praça.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/governo-suspende-35-milhoes-de-multas-por-nao-pagar-pedagio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 28 Apr 2026 16:20:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-suspende-35-milhoes-de-multas-por-nao-pagar-pedagio/">Governo suspende 3,5 milhões de multas por não pagar pedágio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boulos diz que fim da escala 6 por 1 é “para agora”</title>
		<link>https://weeknews.online/boulos-diz-que-fim-da-escala-6-por-1-e-para-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[fim]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Novo ministro do Desenvolvimento apoia jornada de 40 horas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal considera que o fim da escala de trabalho 6 por 1 é “para agora” e “com urgência”. Na avaliação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, “empurrar [a votação] com a barriga” é a estratégia dos bolsonaristas. “Eles são contra o fim da escala”, afirmou. A declaração de Boulos foi feita nessa terça-feira (14) à noite, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter encaminhado a proposta ao Congresso em regime de urgência constitucional.  Notícias relacionadas: Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6&#215;1. Novo ministro do Desenvolvimento apoia jornada de 40 horas. Com isso, fica estabelecido prazo de até 45 dias para que a matéria seja votada na Câmara dos Deputados e mais 45 para&#8230;</p>
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				</p>
<p>O governo federal considera que o fim da escala de trabalho 6 por 1 é “para agora” e “com urgência”. Na avaliação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, “empurrar [a votação] com a barriga” é a estratégia dos bolsonaristas. “Eles são contra o fim da escala”, afirmou.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776261362_706_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776261362_139_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A declaração de Boulos foi feita nessa terça-feira (14) à noite, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter encaminhado a proposta ao Congresso em regime de urgência constitucional. </strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6&#215;1.</li>
<li>Novo ministro do Desenvolvimento apoia jornada de 40 horas.</li>
</ul>
<p><strong>Com isso, fica estabelecido prazo de até 45 dias para que a matéria seja votada na Câmara dos Deputados e mais 45 para o trâmite no Senado.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Portanto, até 14 de julho [a proposta] tranca a pauta nas duas casas e deve ser votada. Lógico que tem os prazos regimentais. Mas imagino que até agosto a gente tenha o fim da escala 6 por 1 votado e aprovado no país, para dar pelo menos dois dias de descanso para cada trabalhador brasileiro”, disse o ministro.</p>
</blockquote>
<h2>Pauta do Brasil</h2>
<blockquote>
<p>“É o básico. Ninguém está pedindo demais. Está pedindo ter tempo para viver. Todo trabalhador brasileiro precisa de tempo para ficar com a sua família, cuidar dos seus filhos; tempo para lazer. Tempo inclusive para fazer um curso e se qualificar mais para o trabalho. É uma pauta do Brasil; do trabalhador, encampada pelo presidente Lula, com esse gesto do regime de urgência”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, dar celeridade à tramitação é algo necessário porque impede a estratégia adotada por parlamentares bolsonaristas, de adiar o debate para depois do período eleitoral.</strong></p>
<h2>Sem transição</h2>
<p>Boulos disse ainda que considera inaceitável uma segunda estratégia que vem sendo articulada pela oposição.</p>
<blockquote>
<p>“Já está se falando em algumas coisas que não dá para aceitar. Por exemplo, a transição de cinco anos. Gente, demorar cinco anos para reduzir a jornada uma hora por ano não dá. Nós não concordamos com isso. Achamos que o fim da escala 6 por 1 é para agora”, completou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro citou estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicando que, ao contrário do que alegam grandes empresários, o impacto econômico da redução da escala não seria negativo, e que a economia brasileira tem capacidade de absorver a mudança.</strong></p>
<p>Segundo o ministro, todo trabalhador produz mais quando está descansado. Além disso, ao deixar o trabalhador excessivamente cansado, a atual escala acaba prejudicando desempenhos. “Um trabalhador descansado trabalha melhor, rende mais”, afirmou.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/boulos-diz-que-fim-da-escala-6-por-1-e-para-agora">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 15 Apr 2026 10:29:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Regulamentação de trabalho por aplicativo deve ser votada em abril</title>
		<link>https://weeknews.online/regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores por aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo cria grupo para debater direitos de entregadores por app]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[porém tem jornadas mais longas]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei complementar]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador por aplicativo ganha mais]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores por aplicativo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O projeto de lei complementar que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril. A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, nesta terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara. Notícias relacionadas: Governo cria grupo para debater direitos de entregadores por app. Trabalhador por aplicativo ganha mais, porém tem jornadas mais longas. Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas.  “Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
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<p>
Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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<p><strong>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://PLP 152/25 https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2537739">projeto de lei complementar</a> que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773170816_433_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773170816_523_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, nesta terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo cria grupo para debater direitos de entregadores por app.</li>
<li>Trabalhador por aplicativo ganha mais, porém tem jornadas mais longas.</li>
</ul>
<p><strong>Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento do custo para os consumidores”, explicou. </p>
</blockquote>
<p>Atualmente, no Brasil, o governo federal estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, IFood e InDrive.</p>
<h2>Taxa básica</h2>
<p><strong>O impasse na tramitação do PLP está em relação ao pagamento da taxa básica do serviço e do adicional pela distância percorrida para o transporte de passageiros e para a entrega de bens.</strong></p>
<p>O governo federal entende que o valor mínimo do serviço deve ser de R$ 10, somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado.</p>
<p><strong>O relator da matéria na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), confirma que este é o único ponto de divergência na regulamentação do trabalho de entregadores por aplicativo. </strong></p>
<blockquote>
<p>“R$10, em São Paulo, no Rio ou em Brasília não é igual a R$10 no interior de Pernambuco, onde o ticket de um lanche é muito inferior ao daqui. Isso pode inviabilizar esse serviço na ponta”, avaliou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse que irá buscar o diálogo para tentar incorporar o valor ao relatório final da comissão especial da Câmara.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Para o governo existem pontos que são muito caros. Um deles, que é uma demanda dos entregadores de aplicativos, dos motoqueiros, é uma taxa mínima de R$ 10, com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Se não for, o governo pretende apresentar como uma emenda [ao texto na votação].</p>
</blockquote>
<p>Boulos enfatiza a necessidade urgente de regulamentação da questão. “Do jeito que está só interessa às grandes plataformas e não aos trabalhadores. Hoje, você pega o motorista de Uber, a plataforma fica com 50% de taxa de retenção, isso não é razoável”, disse.</p>
<h2>Consenso para motoristas</h2>
<p>Segundo Coutinho, durante a reunião houve o entendimento entre as partes de que não haverá valor mínimo da corrida para os motoristas de aplicativos. </p>
<p>“Porque 25% das corridas no Brasil são cobradas menos de R$ 8,50. Na nossa proposta, já entendemos que isso é uma matéria que podia ser retirada do texto e ficaria somente o problema com os entregadores”, explicou o relator.</p>
<h2>Segurança mínima</h2>
<p>Na visão do relator, o projeto traz avanços para o trabalhador do ponto de vista previdenciário, pois o projeto não isentará os profissionais autônomos da contribuição mensal à Previdência Social. “Não existe no Brasil nenhum trabalhador que pague a Previdência para ter o agasalho social pelo quanto eles [motoristas e entregadores por aplicativo] vão pagar”, disse o parlamentar.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reconheceu que o projeto de lei, de fato, representa uma segurança mínima e que poderá ser atualizado a cada ano para mudar a realidade atual de ausência total de direitos.</p>
<p>“O pior dos mundos é a situação em que estamos. Esse é o pior dos mundos para o empregador e para o motorista. [É preciso] ter uma lei que estabeleça uma segurança mínima para, a partir daí, os trabalhadores, o próprio Parlamento, o governo procurarem reavaliar, avançar mais à frente para ver se está adequada ou se precisa de aperfeiçoamento”, avalia o ministro. </p>
<h2>Andamento</h2>
<p><strong>O presidente Hugo Motta disse que as negociações estão em andamento para apresentar uma proposta final do relatório que será apresentado na Comissão Especial para ser aprovado, seguindo para votação do texto ao plenário.</strong></p>
<p>O deputado relator Augusto Coutinho adiantou que a Comissão Especial, sob a presidência do deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), representantes do Executivo e do Legislativo devem se reunir nesta quarta-feira (11) para tratar do tema e tentar chegar a um entendimento.</p>
<p> </p>
<p><em>*colaborou Priscilla Mazenotti, repórter da Rádio Nacional</em></p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 10 Mar 2026 15:56:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril/">Regulamentação de trabalho por aplicativo deve ser votada em abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Publicado decreto que suspende hidrovias na Amazônia</title>
		<link>https://weeknews.online/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 11:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[anunciada ontem (23)]]></category>
		<category><![CDATA[decisão de suspender]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto n° 12.856]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Governo revoga decreto sobre concessão de hidrovias na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[hidrovia]]></category>
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		<category><![CDATA[Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Brasília (DF), 23/02/2026 &#8211; Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, durante entrevista para falar sobre a revogação do Decreto 12600. Foto: SGPR/Divulgação &#8211; SGPR/Divulgação A edição de hoje (24) do Diário Oficial de União (DOU) traz pulicado o Decreto n° 12.856, que suspende, entre outros pontos, o início dos estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de mais dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins. A decisão de suspender os efeitos do Decreto n° 12.600, anunciada ontem (23) pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, atende a reivindicações de povos indígenas contrários ao projeto, principalmente das comunidades&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia/">Leia mais...</a></p>
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<div class="meta"><!--copyright=453687-->Brasília (DF), 23/02/2026 &#8211; Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, durante entrevista para falar sobre a revogação do Decreto 12600. Foto: SGPR/Divulgação &#8211; <strong>SGPR/Divulgação</strong><!--END copyright=453687--></div>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A edição de hoje (24) do Diário Oficial de União (DOU) traz pulicado o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-12.856-de-23-de-fevereiro-de-2026-688404889" target="_blank">Decreto n° 12.856</a>, que suspende, entre outros pontos, o início dos estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de mais dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771931379_556_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771931379_741_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12600.htm#:~:text=DECRETO%20N%C2%BA%2012.600%2C%20DE%2028,no%20Programa%20Nacional%20de%20Desestatiza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">decisão de suspender</a> os efeitos do Decreto n° 12.600, anunciada ontem (23) pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, atende a reivindicações de povos indígenas contrários ao projeto, principalmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no oeste do Pará.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo revoga decreto sobre concessão de hidrovias na Amazônia.</li>
<li>Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias.</li>
<li>Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós, diz Boulos.</li>
</ul>
<p>&#8220;Esse é um governo que tem compromisso com a escuta do povo, com a escuta dos trabalhadores, com a escuta dos povos indígenas. Esse é um governo, inclusive, que leva a escuta ao ponto de recuar de uma decisão própria, por entender, compreender a posição desses povos. Esse não é o governo que passa por cima da floresta, que passa por cima dos povos originários&#8221;, destacou o ministro, em declaração a jornalistas nessa segunda-feira.</p>
</blockquote>
<h2>Protestos</h2>
<p>Em manifestações contra o decreto, os indígenas chegaram a ocupar o escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Tapajós. Em Brasília e em São Paulo, permaneceram dias acampados.  <br />
 </p>
<p> Da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 24 Feb 2026 07:44:00 -0300 </p>

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		<title>Governo decide revogar decreto sobre hidrovias na Amazônia</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-decide-revogar-decreto-sobre-hidrovias-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 22:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto 12.600]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[hidrovia]]></category>
		<category><![CDATA[protesto de indígenas Muduruku]]></category>
		<category><![CDATA[realização da consulta prévia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) que vai revogar o Decreto 12.600, editado no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de outros dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins. A decisão foi comunicada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília. Notícias relacionadas: Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias. Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós, diz Boulos. A revogação da norma era a principal reivindicação de povos indígenas, especialmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no Oeste do&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) que vai revogar o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12600.htm#:~:text=DECRETO%20N%C2%BA%2012.600%2C%20DE%2028,no%20Programa%20Nacional%20de%20Desestatiza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">Decreto 12.600</a>, editado no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de outros dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771885958_955_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771885958_198_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A decisão foi comunicada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias.</li>
<li>Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós, diz Boulos.</li>
</ul>
<p>A revogação da norma era a principal reivindicação de povos indígenas, especialmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no Oeste do Pará.</p>
<p>Há mais de um mês, os indígenas organizam protestos contra o Decreto. Eles chegaram a ocupar o escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Tapajós, e lideravam protestos também em São Paulo e na capital federal, com um grupo de indígenas acampado em Brasília. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os povos indígenas vêm de uma manifestação de mais de 30 dias questionando o decreto, apontando os efeitos que poderiam ter para suas comunidades, também para quilombolas e ribeirinhos. A Secretaria-Geral da Presidência e o Ministério dos Povos Indígenas têm feito o diálogo nesse período e, após um processo de discussão dentro do governo, que ouviu várias posições, hoje se firmou a decisão pela revogação do Decreto 12.600&#8221;, disse Boulos.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Esse é um governo que tem compromisso com a escuta do povo, com a escuta dos trabalhadores, com a escuta dos povos indígenas. Esse é um governo, inclusive, que leva a escuta ao ponto de recuar de uma decisão própria, por entender, compreender a posição desses povos. Esse não é o governo que passa a boiada, esse não é o governo que passa por cima da floresta, que passa por cima dos povos originários&#8221;, disse em declaração a jornalistas.</p>
<h2>Comemoração</h2>
<p>Nas redes sociais, as organizações indígenas que lideravam os protestos comemoraram a decisão. <br />
 </p>
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</div>
</blockquote>
<h2>Hidrovias</h2>
<p>O modal aquaviário é considerado um importante corredor logístico para escoar produtos do agronegócio, especialmente oriundos do Mato Grosso e que usam portos do Pará para a exportação. O modelo, no entanto, enfrenta resistência das comunidades instaladas nas áreas ribeirinhas.</p>
<p><strong>Estima-se que cerca de 7 mil indígenas de 14 etnias diferentes vivam no Baixo Tapajós, segundo o Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (CITA), que representa os povos da região.</strong></p>
<h2>Histórico</h2>
<p>No ano passado, após o protesto de indígenas Muduruku que interditou a entrada da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, <strong>o governo chegou a se comprometer com a realização da consulta prévia aos povos do Rio Tapajós sobre o projeto de hidrovia na região, seguindo uma determinação da Convenção nº 169 da Organização das Nações Unidas (ONU).</strong></p>
<p>&#8220;Para nós, é considerar o direito à consulta, livre, plena e informada, o direito de escuta, como foi anunciado em novembro na COP30, em diálogo com eles. Então, aqui, hoje, a gente vem reafirmar esse nosso compromisso com o respeito à Convenção 169 e o direito de escuta dos povos&#8221;, afirmou a ministra Sônia Guajajara.</p>
<p>No início de fevereiro, o governo já havia decidido suspender o processo de contratação de uma empresa para realizar a dragagem do leito do Rio Tapajós, obra que permitira a passagem de embarcações mesmo em períodos de maior seca do rio.</p>
<p><strong>As entidades indígenas da região criticam a falta de estudos ambientais adequados e o impacto da concessão da hidrovia e da dragagem do rio sobre territórios tradicionais, modos de vida e espiritualidade do povos. </strong></p>
<p>Eles também alertam para riscos ambientais e sociais associados à pesca, erosão das margens, ressuspensão de substâncias contaminantes depositadas no fundo do rio e danos que podem ser irreversíveis em um dos principais corredores ecológicos da Amazônia.</p>
<p> </p>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/governo-decide-revogar-decreto-sobre-hidrovias-na-amazonia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 23 Feb 2026 19:12:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-decide-revogar-decreto-sobre-hidrovias-na-amazonia/">Governo decide revogar decreto sobre hidrovias na Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acabar com a escala 6&#215;1 é prioridade do governo, afirma Boulos</title>
		<link>https://weeknews.online/acabar-com-a-escala-6x1-e-prioridade-do-governo-afirma-boulos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 14:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alô Alô Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Boulos acredita que fim da escala 6x1 pode ser aprovado neste semestre]]></category>
		<category><![CDATA[Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, voltou a afirmar nesta segunda-feira (23) que acabar com a escala 6&#215;1 é uma das principais prioridades do governo federal este ano. “A proposta que nós estamos defendendo, junto com o [presidente Luiz Inácio] Lula  é o fim da escala 6&#215;1, ou seja, no máximo 5&#215;2. No mínimo, o trabalhador ter dois dias de descanso por semana livres e reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais sem redução de salário”, explicou. Notícias relacionadas: Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado. Boulos acredita que fim da escala 6&#215;1 pode ser aprovado neste semestre. Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6&#215;1. Durante a participação na estreia do programa&#8230;</p>
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				</p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, voltou a afirmar nesta segunda-feira (23) que acabar com a escala 6&#215;1 é uma das principais prioridades do governo federal este ano.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771858777_602_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771858777_109_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>“A proposta que nós estamos defendendo, junto com o [presidente Luiz Inácio] Lula  é o fim da escala 6&#215;1, ou seja, no máximo 5&#215;2. No mínimo, o trabalhador ter dois dias de descanso por semana livres e reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais sem redução de salário”, explicou.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado.</li>
<li>Boulos acredita que fim da escala 6&#215;1 pode ser aprovado neste semestre.</li>
<li>Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6&#215;1.</li>
</ul>
<p>Durante a participação na estreia do programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da <strong>Rádio Nacional</strong>, veículo da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, Boulos disse que há muita resistência de empresários contra a medida, mas que já era esperado, à exemplo de outros avanços históricos como a implantação do salário mínimo, do 13º salário ou férias remuneradas.</p>
<p> </p>
<blockquote>
<p>“Eu nunca vi patrão defender aumento de direito do trabalhador. Ele sempre vai ser contra, sempre vai contar um monte de lorota dizendo que vai acabar [com a economia]. O fato é que tudo isso foi aprovado historicamente no Brasil e a economia não ruiu”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Boulos disse ainda que aprovar a PEC da Segurança Pública também é prioridade para que um Ministério da Segurança Pública possa ser criado com atribuições estabelecidas por lei.</p>
<p><strong>A garantia de direitos do trabalhador de aplicativos de transporte também está entre um dos esforços do governo federal para este ano, destacou o ministro.</strong> </p>
<p>Para ele é necessário estabelecer taxas de percentual fixas a serem repassadas às empresas que operam os aplicativos, para que o trabalhador não seja lesado.  </p>
<p><strong>“A empresa só faz a intermediação tecnológica. Liga o passageiro ao motorista, faz a gestão de um aplicativo, ela não troca um pneu, não tem um carro, não dirige, e de cada viagem ela fica com 50% do lucro do trabalhador. Isso é inaceitável”, disse.</strong></p>
<p>De acordo com o ministro, o debate se estende aos entregadores por aplicativo. No final do ano passado, a pasta liderada por Boulos anunciou a criação de um grupo de trabalho para formular propostas de regulação trabalhista para a categoria.</p>
<p>A participação do ministro Guilherme Boulos no programa de estreia comandado pelo jornalista José Luiz Datena foi transmitida ao vivo dos estúdios da <strong>Rádio Nacional</strong>, em São Paulo. </p>
<h2>Hidrovias</h2>
<p>O ministro informou que retorna ainda nesta segunda-feira a Brasília para uma reunião com lideranças indígenas do estado do Pará que protestam contra o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12600.htm" target="_blank">Decreto nº 12.600</a>, de agosto de 2025, que inclui as hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização (PND).</p>
<p>No final de semana, representantes do Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita) ocuparam o escritório da multinacional Cargill, que opera no Porto de Santarém, no Pará, exigindo a revogação do decreto, por considerarem que os efeitos de medida ameaçam o meio ambiente e a soberania alimentar dos povos.</p>
<blockquote>
<p>“Eu tenho defendido que o governo atenda a pauta indígena e eu acho que tem possibilidade real disso acontecer. Eu acredito que hoje vamos ter notícias boas sobre isso”, adiantou Boulos.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ao ser questionado sobre uma medida mais efetiva, como a revogação do decreto, o ministro disse que a decisão ainda passará pelo debate com outros ministérios que participaram da construção do decreto.</strong> </p>
<p>“Esse decreto foi publicado antes de eu entrar no governo, mas te adianto que a minha defesa é que a gente consiga atender à reivindicação deles que é justa e necessária”, afirmou.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/acabar-com-escala-6x1-e-prioridade-do-governo-afirma-boulos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 23 Feb 2026 11:48:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado</title>
		<link>https://weeknews.online/boulos-defende-pec-da-seguranca-para-enfrentar-crime-organizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 14:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[fato não impediu que indicados políticos fossem investigados]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula cita caso Master e defende PEC da Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende PEC da Segurança Pública e diz que vai criar ministério]]></category>
		<category><![CDATA[ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Plenário da Câmara deve votar PEC da Segurança Pública na terça-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[programa Alô Alô Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como necessária ao enfrentamento do crime organizado. A declaração foi feita na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Segundo o ministro, a proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional, em abril do ano passado, dá condições de trabalho à Polícia Federal e a outras instituições de segurança pública que atuam em todo o território nacional para combaterem o crime onde a Constituição Federal prevê hoje ser atribuição dos estados. Notícias relacionadas: Lula defende PEC da Segurança Pública e diz que vai criar ministério. Lula cita caso Master e defende PEC da Segurança Pública. Plenário&#8230;</p>
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<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como necessária ao enfrentamento do crime organizado. A declaração foi feita na estreia do programa <strong>Alô Alô Brasil</strong>, da <strong>Rádio Nacional</strong>, veículo da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771855613_546_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771855614_365_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo o ministro, a proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional, em abril do ano passado, dá condições de trabalho à Polícia Federal e a outras instituições de segurança pública que atuam em todo o território nacional para combaterem o crime onde a Constituição Federal prevê hoje ser atribuição dos estados.</p>
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<p>“Se o crime organizado é nacional, como é que a Polícia Civil de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou da Bahia vai ter condições de fazer o combate no Brasil todo? Vai fazer no seu território”, defende.</p>
</blockquote>
<p>Na avaliação do ministro, a PEC tem condições de ser aprovada no Congresso Nacional e terá mais efetividade a uma possível ajuda do governo dos Estados Unidos para enfrentar o crime organizado no Brasil. <strong> “A preocupação do Trump não é com o crime organizado. Ele quer fazer da América Latina um quintal”, destacou o ministro.</strong></p>
<h2>Estados Unidos</h2>
<p>A parceria entre Brasil e Estados Unidos é um dos assuntos que devem pautar uma conversar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevista para o mês de março com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p><strong>Boulos defendeu que essa cooperação comece na investigação e prisão de criminosos que se escondem nos Estados Unidos ao serem investigados pela Polícia Federal brasileira.</strong> Sem citar o nome do dono da Refinaria de Manguinhos, controlada pelo grupo Refit, o empresário Ricardo Magro, Boulos fez menção à investigação de um esquema de sonegação fiscal de aproximadamente R$ 26 bilhões.</p>
<p>De acordo com o ministro, se o interesse do presidente do Estados Unidos não for pelas riquezas como petróleo, minerais críticos e terras raras dos países da América do Sul, que ele inicie colaborando com o Brasil na deportação desses investigados.</p>
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<p>“Comece prendendo quem está em mansão em Miami &#8211; livre, leve e solto nos Estados Unidos &#8211;  e já foi pego pela Justiça brasileira por estar na cabeça do crime organizado no esquema dos combustíveis, no caso da refinaria do Rio de Janeiro”.</p>
</blockquote>
<h2>Master</h2>
<p><strong>Para Boulos, é importante esclarecer que o governo federal tem se empenhado a investigar crimes no Brasil, inclusive quando fortalece a Controladora-Geral da União para apurar casos que envolvam pessoas indicadas pelo próprio governo, como no caso da investigação das fraudes do INSS.</strong></p>
<p>Segundo o ministro, embora o esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões tenha tido início em 2020, antes do atual governo, o fato não impediu que indicados políticos fossem investigados. </p>
<p>Boulos defendeu um debate saudável sobre segurança pública no Brasil que seja comprometido com a transparência e não contra as instituições. O ministro lembrou que, embora haja críticas ao Supremo Tribunal Federal sobre a condução do Banco Master, é importante lembrar o papel da instituição na manutenção da democracia brasileira.</p>
<p>Por outro lado, ele afirma que isso não quer dizer que o Supremo Tribunal Federal esteja acima do bem e do mal.</p>
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<p>“Ninguém está acima da crítica, nenhuma instituição está acima da crítica. Agora uma coisa é você poder criticar &#8211; como criticar o Toffoli no caso do Master, ou qualquer outro. Isso é parte de uma democracia saudável. Outra coisa é você querer fechar o Supremo ou fazer plano para matar um ministro do Supremo”, criticou.</p>
</blockquote>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/boulos-defende-pec-da-seguranca-para-enfrentar-crime-organizado">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 23 Feb 2026 10:20:00 -0300 </p>

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