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	<title>Arquivo de Ilha Grande - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Ilha Grande - WeekNews</title>
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		<title>Projeto fortalece turismo de base comunitária no litoral sul do Rio</title>
		<link>https://weeknews.online/projeto-fortalece-turismo-de-base-comunitaria-no-litoral-sul-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 11:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Angra dos Reis]]></category>
		<category><![CDATA[caiçaras]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade quilombola em Goiás quer saída de fazendeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Novo ministro diz que governo deve priorizar acesso do povo ao turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Turismo organizado pela própria comunidade, com visitas pensadas para respeitar o território, a população local e a natureza. Este é o chamado turismo de base comunitária (TBC), que o Projeto Roteiro Caiçara quer fortalecer na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro. O projeto completou seis meses em dezembro de 2025, concluindo o primeiro período de atuação, com formações e reuniões com as comunidades. Em 2026, tem início a segunda fase de atuação.  Participam do projeto 12 comunidades caiçaras e quilombolas, sendo seis em Paraty ─ Saco do Mamanguá, Trindade, Parati Mirim, Praia do Sono, Ponta Negra e São Gonçalo ─ e seis em Ilha Grande, no município de Angra dos Reis ─ Bananal, Matariz, Aventureiro, Enseada das Estrelas, Dois Rios e Praia&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/projeto-fortalece-turismo-de-base-comunitaria-no-litoral-sul-do-rio/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p><strong>Turismo organizado pela própria comunidade, com visitas pensadas para respeitar o território, a população local e a natureza.</strong> Este é o chamado turismo de base comunitária (TBC), que o Projeto Roteiro Caiçara quer fortalecer na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro. O projeto completou seis meses em dezembro de 2025, concluindo o primeiro período de atuação, com formações e reuniões com as comunidades. Em 2026, tem início a segunda fase de atuação. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767698679_932_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767698680_261_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Participam do projeto 12 comunidades caiçaras e quilombolas, sendo seis em Paraty ─ Saco do Mamanguá, Trindade, Parati Mirim, Praia do Sono, Ponta Negra e São Gonçalo ─ e seis em Ilha Grande, no município de Angra dos Reis ─ Bananal, Matariz, Aventureiro, Enseada das Estrelas, Dois Rios e Praia Vermelha.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Novo ministro diz que governo deve priorizar acesso do povo ao turismo.</li>
<li>Reconhecida, comunidade quilombola em Goiás quer saída de fazendeiros.</li>
</ul>
<p><strong>Na Costa Verde fluminense, o TBC é protagonizado por comunidades tradicionais, como caiçaras, indígenas e quilombolas, com produtos e serviços geridos por indivíduos, famílias e coletivos.</strong> Mais do que uma proposta turística, esse caminho também nasce de uma história de resistência.</p>
<p>Desde os anos 1970, com a abertura da BR-101, cresceram as pressões de grilagem e especulação imobiliária sobre esses territórios. Hoje, somam-se a isso os desafios associados ao turismo de massa que, muitas vezes, concentra renda e aumenta impactos ambientais e sociais.</p>
<p>O projeto tem a duração total de três anos e atua em cinco frentes: capacitações para o turismo; obras de infraestrutura; manejo de trilhas; definição de roteiros turístico; e conservação da natureza. </p>
<p>Segundo a coordenadora do projeto, Bete Canela, <strong>o TBC é diferente do turismo de massa, geralmente promovido por pessoas que vêm de fora do território e empresas.</strong></p>
<p>“Isso já existe. Mas o nosso projeto objetiva fortalecer quem está no território: as comunidades caiçaras, quilombolas, que estão ali há muito tempo e que oferecem serviços turísticos. Então, essa quarta linha do projeto é justamente fortalecer esses roteiros”, diz.</p>
<p>Canela defende que, ao mesmo tempo que promove o turismo, o projeto valoriza culturalmente a região. “Porque, à medida que a gente fortalece o turismo de base comunitária (TBC), ele é um turismo que não oferece só o quiosque, que não oferece só o caminho da praia, que só vai na cachoeira mergulhar. Ele conta a história do lugar, ele conta as tradições, a culinária, o artesanato. Então, tudo isso que é local, que as pessoas têm essa riqueza de saberes, isso entra também no projeto”. </p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/img_9713.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 02/01/2026 - Projeto Roteiro Caiçara fortalece turismo de base comunitária na Costa Verde fluminense. Foto: Marcelo Angiioni/Roteiro Caiçara" title="Marcelo Angiioni/Roteiro Caiçara"><br />
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<h2>Planejamento</h2>
<p>O Projeto Roteiro Caiçara engloba, ao todo, seis períodos, ou três anos de atividades, com foco no turismo de base comunitária, conservação ambiental e valorização cultural das comunidades tradicionais de Paraty e Ilha Grande.</p>
<p>O projeto é realizado pelo Instituto Caminho da Mata Atlântica (ICMA), cuja missão é engajar a sociedade na conservação e recuperação da Mata Atlântica, por meio de atividades ao ar livre e da conexão de áreas naturais ao longo de uma trilha de longo curso, promovendo o desenvolvimento socioeconômico inclusivo, a conservação da biodiversidade e a valorização do patrimônio natural e cultural.</p>
<p>Canela enfatiza que, como uma das linhas de atuação, o projeto prevê obras que ficarão para as comunidades. “Por exemplo, tem comunidades que querem reformar um pier, por onde chegam os turistas, e precisam desse recurso. Outras querem fazer um centro de atendimento ao turista, porque não têm. Os turistas chegam na comunidade e não sabem exatamente quem procurar”, explicou a coordenadora.</p>
<p><strong>Cada comunidade, segundo ela, está levantando possibilidades de obras que estejam relacionadas com o turismo, para as quais o projeto pode ajudar a financiar a construção.</strong> “Essa é uma parte bem legal, porque é um legado físico. Uma coisa diferente dos projetos que passam por aqui”.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=166171-->Praia de Ilha Grande, na cidade de Angra dos Reis &#8211; <strong>Prefeitura Municipal de Angra dos Reis</strong><!--END copyright=166171--></h6>
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</div>
<h2>Resultados</h2>
<p><strong>O primeiro período de atuação, iniciado em julho, contou com cursos para os primeiros guias turísticos locais.</strong> Foram iniciados três cursos de Formação Básica para Condutores Ambientais, sendo um em Trindade, em Paraty, com 42 participantes, e dois módulos realizados de um total de cinco; e dois cursos na Ilha Grande, sendo um na Enseada das Estrelas, com 23 participantes, e outro na Praia de Bananal, com 15 participantes, com um módulo realizado em cada local. Esse é um curso mais compacto, com quatro módulos no total.</p>
<p>As ações realizadas pelo Projeto Roteiro Caiçara no primeiro semestre de 2025 envolveram também 12 reuniões comunitárias para apresentação do projeto e 12 reuniões comunitárias para planejamento das obras de infraestrutura para o turismo e apresentação das equipes de fauna e flora, efetuadas em Paraty e na Ilha Grande; cinco reuniões para planejamento do monitoramento de flora e duas voltadas ao monitoramento da fauna, em Paraty; duas reuniões para mapeamento e formatação de roteiros turísticos na Ilha Grande; e cinco reuniões com arquitetos para planejamento das obras de infraestrutura em Paraty. <strong>As ações reuniram até o momento cerca de 260 pessoas.</strong></p>
<p>O projeto conta com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, e começa, no primeiro semestre de 2026, seu segundo período.</p>
<p>“A gente já iniciou o curso de condutores ambientais em Paraty e na Ilha Grande, que formam turmas de 40 pessoas a cada vez, para as pessoas terem a carteirinha, serem credenciadas e trabalharem como guias de turismo. Muita gente que está nesses locais e já fazia isso de maneira informal agora vai poder ter o curso, a carteirinha e trabalhar de maneira formal”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> a coordenadora do projeto, Bete Canela.</p>
<h2>O que é Turismo de Base Comunitária?</h2>
<p><strong>Por Turismo de Base Comunitária, ou TBC, entende-se o turismo com protagonismo local</strong>, com renda e decisões oriundas do próprio território e visitação organizada para respeitar comunidade e natureza.</p>
<p>O TBC é uma forma de receber visitantes na qual quem vive no território é que toma as decisões, cuida do planejamento e organização, e conduz a atividade turística, englobando passeios, hospedagem, alimentação, trilhas e vivências culturais.</p>
<p>Conforme explicou Bete Canela, <strong>a prioridade é não interferir nos modos de vida tradicionais, além de garantir que a visitação gere benefícios reais para a comunidade, valorizando a cultura local e cuidando do meio ambiente.</strong></p>
<p>Na prática, o TBC busca três coisas simultaneamente:</p>
<ul>
<li>distribuir melhor os benefícios do turismo, mantendo a circulação de renda na comunidade e fortalecendo negócios locais;</li>
<li>valorizar cultura e saberes, sem transformar a identidade do lugar em produto, o que significa que a comunidade define o que quer compartilhar e de que forma;</li>
<li>e reduzir impactos e cuidar do território, porque a atividade é pensada com regras, limites de visitação e condutas que protegem a natureza e a qualidade de vida de quem mora no local.</li>
</ul>
<p>Em áreas de alta sensibilidade ambiental, como territórios inseridos em unidades de conservação, isso costuma caminhar junto com conservação, porque quem vive ali conhece profundamente o lugar e tem interesse direto em manter o ambiente saudável.</p>
<p>O turismo de base comunitária fortalece não só o território, mas a cultura que já existe naquele local há muito tempo, que é ancestral. Segundo Bete, a ideia é que as duas formas de turismo possam coexistir.</p>
<p>“Dá para todo mundo conviver”, afirmou.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-01/projeto-fortalece-turismo-de-base-comunitaria-no-litoral-sul-do-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 06 Jan 2026 08:10:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Mutirão em Ilha Grande acha lixo vindo da China, Argentina e Etiópia</title>
		<link>https://weeknews.online/mutirao-em-ilha-grande-acha-lixo-vindo-da-china-argentina-e-etiopia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 12:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Etiópia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Inea]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pescadores tiram 46 toneladas de lixo em baías de Guanabara e Sepetiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Um mutirão promovido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro em parceria com a ONG Somos Natureza identificou resíduos sólidos em Ilha Grande vindos da China, Argentina e Etiópia. Entre eles, garrafas pet e embalagens de chá. Para o engenheiro ambiental e diretor de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Inea, Cleber Ferreira, trata-se de mais um indicativo de um problema com dimensões globais, que produz grandes efeitos locais. Notícias relacionadas: Pescadores tiram 46 toneladas de lixo em baías de Guanabara e Sepetiba. “Esses resíduos são descartados de forma incorreta e acabam encontrando os nossos corpos hídricos. Seja um rio, seja um mar, seja uma lagoa. Isso acontece no mundo inteiro. A gente tem verdadeiras ilhas de resíduos sólidos no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Um<strong> mutirão promovido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro em parceria com a ONG Somos Natureza identificou resíduos sólidos em Ilha Grande vindos da China, Argentina e Etiópia. Entre eles, garrafas pet e embalagens de chá.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753963762_99_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753963763_617_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Para o engenheiro ambiental e diretor de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Inea, Cleber Ferreira, trata-se de mais um indicativo de um problema com dimensões globais, que produz grandes efeitos locais.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Pescadores tiram 46 toneladas de lixo em baías de Guanabara e Sepetiba.</li>
</ul>
<p>“Esses resíduos são descartados de forma incorreta e acabam encontrando os nossos corpos hídricos. Seja um rio, seja um mar, seja uma lagoa. Isso acontece no mundo inteiro. A gente tem verdadeiras ilhas de resíduos sólidos no oceano. Muitas vezes, esses resíduos se desprendem dessas ilhas chegam nas nossas praias e em boa parte do litoral do país”, disse o engenheiro.</p>
</blockquote>
<p><strong>Entre os dias 13 e 16 de julho, foram retirados 242 kg de materiais recicláveis que chegaram às praias por meio de correntes marítimas. O trabalho é feito de forma manual e com apoio de ferramentas como mão mecânica e ecopeneira.</strong> A equipe organizou o material e o levou até cooperativas de recicláveis de Angra dos Reis.</p>
<p>Lixos como plástico e vidro trazem riscos à biodiversidade local. <strong>O plástico pode ser ingerido por tartarugas e aves marinhas, provocar sufocamento e morte. Resíduos de vidro podem levar mais de 4 mil anos para se decompor no ambiente.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O sentimento que a gente tem é que esses resíduos estão cada vez mais constantes e trazem cada vez mais prejuízos para a nossa fauna. Sim. A gente percebe um aumento significativo do lixo. Eu posso fazer quantas operações for necessário e vou retirar pelo menos uma tonelada ou 500kg de resíduos a cada operação, dependendo da quantidade de pessoas no trabalho”, disse Cleber Ferreira.</p>
</blockquote>
<p>A <strong>parceria entre o Inea e a Somos Natureza prevê mutirões mensais nas praias de Ilha Grande. A ideia é que voluntários participem ativamente das ações. A atividade do último fim de semana teve turistas de São Paulo, Espanha, Argentina, Espanha e Islândia.</strong></p>
<p>Os <strong>participantes receberam informações sobre as unidades de conservação do Inea e compartilharam experiências de combate à poluição marinha em seus países de origem.</strong></p>
<p>O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, entende que todos os <strong>atores internacionais precisam avançar nas políticas de controle e destinação correta de resíduos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Não temos controle sobre o que chega ao Rio de Janeiro vindo de outros países, mas atuamos diretamente na coleta e destinação desses resíduos que aparecem nas nossas unidades de conservação. É gratificante ver também visitantes de fora integrando a nossa missão de conservação”, disse Bernardo Rossi.</p>
</blockquote>
<h2>Unidade de Conservação</h2>
<p>A <strong>Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma unidade de conservação que abrange 3.309,63 hectares. Ela cobre parte das áreas da Ponta da Escada, Morro do Pilão, Serra de Araçatiba, Serra do Papagaio, Tucunduba e a Enseada da Praia do Sul.</strong></p>
<p>A reserva tem como missão preservar biodiversidade e sítios arqueológicos. Segundo o Inea, <strong>ela é a única do estado do Rio de Janeiro que possui todos os ecossistemas litorâneos. Por ser uma reserva biológica, a visitação recreativa no local não é permitida. Apenas atividades de pesquisa científica e de educação ambiental são autorizadas.</strong></p>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/mutirao-em-ilha-grande-acha-lixo-vindo-da-china-argentina-e-etiopia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 31 Jul 2025 08:58:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mutirao-em-ilha-grande-acha-lixo-vindo-da-china-argentina-e-etiopia/">Mutirão em Ilha Grande acha lixo vindo da China, Argentina e Etiópia</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DF tem dois casos de raiva em morcegos e Saúde intensifica cuidados</title>
		<link>https://weeknews.online/df-tem-dois-casos-de-raiva-em-morcegos-e-saude-intensifica-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 12:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades do Amazonas relacionam falta de luz a aumento de ataques de morcegos]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[endereço]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[no RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos computadores revelam como morcegos caçam com eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[raiva em morcegos]]></category>
		<category><![CDATA[recebe título de área de conservação de morcegos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/df-tem-dois-casos-de-raiva-em-morcegos-e-saude-intensifica-cuidados/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou dois casos de raiva em morcegos. Em comunicado de risco, é relatado que, no último dia 5, laudo de exame laboratorial testou positivo para raiva em morcego recolhido na região administrativa de Sobradinho. Três dias antes, outro laudo havia apresentado resultado positivo para um morcego recolhido em Planaltina. Ambos os morcegos são da espécie Artibeus lituratus, conhecida como morcego-da-cara-branca, que se alimenta de frutos. Os animais que testaram positivo, segundo a secretaria, tiveram contato apenas com cães, “não tendo se verificado exposição humana”. Notícias relacionadas: Ilha Grande, no RJ, recebe título de área de conservação de morcegos. Pequenos computadores revelam como morcegos caçam com eficiência. Comunidades do Amazonas relacionam falta de luz a aumento de ataques&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou dois casos de raiva em morcegos. </strong>Em comunicado de risco, é relatado que, no último dia 5, laudo de exame laboratorial testou positivo para raiva em morcego recolhido na região administrativa de Sobradinho. Três dias antes, outro laudo havia apresentado resultado positivo para um morcego recolhido em Planaltina.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752065584_546_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752065584_637_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ambos os morcegos são da espécie <em>Artibeus lituratus</em>, conhecida como morcego-da-cara-branca, que se alimenta de frutos. Os animais que testaram positivo, segundo a secretaria, tiveram contato apenas com cães, “não tendo se verificado exposição humana”.</p>
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</ul>
<p><strong>“Diante do cenário epidemiológico atual, que evidencia a circulação do vírus da raiva em morcegos do Distrito Federal, e considerando a altíssima letalidade da doença – aproximadamente 100% – torna-se imprescindível intensificar as medidas de prevenção, vigilância e controle”, informou a Secretaria de Saúde.</strong></p>
<p>Ainda segundo o comunicado, ao longo dos próximos dias, a vigilância sanitária fará a instalação de armadilhas para morcegos, visando realizar estudos laboratoriais. A orientação é que, caso algum morador tenha contato direto ou encontre morcegos em áreas comuns ou privativas, comunique imediatamente para que providências adequadas sejam tomadas.</p>
<p><strong>Outras recomendações importantes listadas pela secretaria à população incluem:</strong></p>
<p>&#8211; acionar a equipe de zoonoses pelos telefones (61) 3449-4432/4434 ou por meio do Disque Saúde (160) ao encontrar morcegos ou animais silvestres caídos ou suspeitos e não tentar recolhê-los ou manipulá-los;</p>
<p>&#8211; vacinação anual de cães e gatos, realizada em campanhas promovidas pela própria secretaria, assim como a vacinação de rebanhos, acompanhada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri);</p>
<p>&#8211; evitar tocar, alimentar ou domiciliar animais silvestres, uma vez que a circulação do vírus em espécies de vida livre não pode ser determinada com precisão, sendo impossível garantir que o animal está saudável;</p>
<p>&#8211; diante de casos de acidente com morcegos, animais silvestres ou animais desconhecidos, deve-se lavar o ferimento com água e sabão e procurar uma unidade de saúde mais próxima para avaliar a necessidade de profilaxia com vacina.</p>
<p>Mais informações sobre raiva e sobre a profilaxia antirrábica, assim como ações de recolhimento de animais e locais disponíveis para vacinação, podem sem encontradas no<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://saude.df.gov.br/raiva" target="_blank"> endereço</a>.  </p>
<p>Em caso de dúvida, a orientação é contatar a área técnica responsável por meio do telefone (61) 3449-4439 ou do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://raivahumanadf@saude.df.gov.br" target="_blank">e-mail</a>.</p>
<h2>A doença</h2>
<p><strong>De acordo com a secretaria, a raiva é uma doença causada por um <em>Lyssavirus</em> que provoca encefalite progressiva e fatal em mamíferos, incluindo seres humanos. A transmissão do vírus ocorre por meio de saliva contaminada, a partir de mordedura, arranhadura ou mesmo lambedura de animais infectados.</strong></p>
<p>No local da lesão, o vírus alcança as terminações nervosas e migra, por meio dos nervos periféricos, até alcançar o cérebro e as glândulas salivares, por onde é eliminado.</p>
<blockquote>
<p>O quadro neurológico, uma vez instalado, evolui para óbito em praticamente todos os casos. Não existe tratamento comprovadamente eficaz para a raiva, apenas protocolos experimentais de significado clínico limitado — há somente cinco registros de cura em todo o mundo, com sequelas graves e permanentes.</p>
</blockquote>
<p>“Desta forma, a única estratégia para o controle da doença em seres humanos consiste na realização dos esquemas de profilaxia com vacina e soro, conforme recomendações internacionais e do Ministério da Saúde”, ressaltou a secretaria.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/df-tem-dois-casos-de-raiva-em-morcegos-e-saude-intensifica-cuidados">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 09 Jul 2025 09:36:00 -0300 </p>

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		<title>Bagaço de cana vira embalagem ecológica para equipamentos eletrônicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 15:28:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[BNDES quer que projeto no RS incentive na prevenção de desastres]]></category>
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		<category><![CDATA[Crise climática pode provocar nova extinção em massa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) desenvolveram uma nova embalagem antiestática e sustentável, feita a partir do bagaço da cana-de-açúcar e de negro de fumo, material produzido pela combustão incompleta de matéria vegetal, como carvão e alcatrão de carvão, ou produtos petrolíferos. O material promete aumentar a segurança e reduzir danos por descargas eletrostáticas de dispositivos eletrônicos sensíveis, como chips, semicondutores e outros componentes eletrônicos. Com alto valor, estes itens estão presentes em computadores, celulares, TVs e até automóveis. Chamado de criogel condutivo, o produto, além de garantir segurança, não compromete o meio ambiente. A ideia é a que o criogel condutivo substitua o produto plástico, altamente poluente. “Nosso objetivo é oferecer uma alternativa sustentável para a indústria de&#8230;</p>
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<p><strong>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) desenvolveram uma nova embalagem antiestática e sustentável, feita a partir do bagaço da cana-de-açúcar e de negro de fumo, </strong>material produzido pela combustão incompleta de matéria vegetal, como carvão e alcatrão de carvão, ou produtos petrolíferos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744558097_198_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744558098_409_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O material promete aumentar a segurança e reduzir danos por descargas eletrostáticas de dispositivos eletrônicos sensíveis, como chips, semicondutores e outros componentes eletrônicos. </strong>Com alto valor, estes itens estão presentes em computadores, celulares, TVs e até automóveis.</p>
<p><strong>Chamado de criogel condutivo, o produto, além de garantir segurança, não compromete o meio ambiente. </strong>A ideia é a que o criogel condutivo substitua o produto plástico, altamente poluente.</p>
<blockquote>
<p>“Nosso objetivo é oferecer uma alternativa sustentável para a indústria de embalagens de produtos eletrônicos sensíveis, substituindo materiais plásticos por opções menos poluentes e de alto desempenho”, explica a coordenadora do estudo, Juliana Bernardes.</p>
</blockquote>
<p>A pesquisa do CNPEM que resultou no produto, publicada na revista Advanced Sustainable Systems, foi financiada pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Além de Juliana, o estudo é assinado pelas pesquisadoras Gabriele Polezi, Elisa Ferreira, e pelo pesquisador Diego Nascimento, todos do Laboratório Nacional de Nanotecnologia do CNPEM. </p>
<p><strong>O produto não tem similares no mercado e já teve a patente depositada. </strong>O CNPEM buscará, por meio de Assessoria de Inovação, parcerias com empresas dispostas a investir na produção em escala industrial.</p>
<p><strong>Segundo a pesquisadora, o material tem estrutura leve e porosa, com alta resistência mecânica e propriedades que dificultam a propagação de chamas</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Sua capacidade de conduzir eletricidade pode ser ajustada conforme a necessidade: em baixas concentrações de negro de fumo (1% a 5%), dissipa cargas eletrostáticas lentamente; em concentrações mais altas (acima de 10%), torna-se um condutor eficiente e pode ser usado em aplicações mais avançadas para proteger equipamentos eletrônicos altamente sensíveis”.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com os pesquisadores, os custos de produção ainda não foram precificados, mas o criogel condutivo traz uma série de vantagens ambientais e competitivas, como a maior resistência ao fogo, versatilidade e o uso de matérias-primas abundantes.</p>
<p>“A celulose, por exemplo, pode ser obtida do bagaço de cana e outros resíduos agroindustriais, como palha de milho e cavacos de eucaliptos. O negro de fumo é usado na produção de pneus e na indústria &#8211; chineses e egípcios antigos já usavam o pó preto para pinturas de murais e impressão”.</p>
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<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-04/bagaco-de-cana-vira-embalagem-ecologica-para-equipamentos-eletronicos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 13 Apr 2025 12:11:00 -0300 </p>

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