<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de imprensa - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/imprensa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/imprensa/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Oct 2026 04:33:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de imprensa - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/imprensa/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Reeleição de Lula repercute na imprensa estrangeira e expõe rejeição a Flávio Bolsonaro</title>
		<link>https://weeknews.online/reeleicao-de-lula-repercute-na-imprensa-estrangeira-e-expoe-rejeicao-a-flavio-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 04:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[A rede árabe Al Jazeera]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha de Lula denuncia falta de transporte em nove estados]]></category>
		<category><![CDATA[com sede na Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[do Qatar]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[enfatizou a virada de Lula]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula é reeleito presidente do Brasil em virada histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Lula pede prorrogação de votação em cidades com falhas no transporte]]></category>
		<category><![CDATA[na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Na página do jornal americano The New York Times na internet]]></category>
		<category><![CDATA[O britânico The Guardian destacou a virada inédita de Lula]]></category>
		<category><![CDATA[o Clarín destacou que Lula deu a volta na eleição]]></category>
		<category><![CDATA[O jornal El País]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[reeleito neste domingo (25) para um quarto mandato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=144728</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato, confirmada neste domingo (25), ganhou destaque em veículos internacionais ainda na noite da votação. A página do jornal americano The New York Times na internet estampou, no fim da noite, a vitória do petista e a rejeição ao filho de seu antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O resultado também foi tema de publicações em outros países, segundo a Agência Brasil, que registrou a repercussão da eleição em jornais de diferentes continentes. O pleito foi marcado por relatos de problemas de transporte em nove estados, o que levou a campanha de Lula a denunciar a falta de transporte e o candidato a pedir a prorrogação da votação&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/reeleicao-de-lula-repercute-na-imprensa-estrangeira-e-expoe-rejeicao-a-flavio-bolsonaro/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/reeleicao-de-lula-repercute-na-imprensa-estrangeira-e-expoe-rejeicao-a-flavio-bolsonaro/">Reeleição de Lula repercute na imprensa estrangeira e expõe rejeição a Flávio Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/nytimeslula-1024x512.jpg" alt="Reeleição de Lula repercute na imprensa estrangeira e expõe rejeição a Flávio Bolsonaro" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/imprensa-internacional-destaca-vitoria-historica-de-lula" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato, confirmada neste domingo (25), ganhou destaque em veículos internacionais ainda na noite da votação. A página do jornal americano The New York Times na internet estampou, no fim da noite, a vitória do petista e a rejeição ao filho de seu antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>O resultado também foi tema de publicações em outros países, segundo a Agência Brasil, que registrou a repercussão da eleição em jornais de diferentes continentes. O pleito foi marcado por relatos de problemas de transporte em nove estados, o que levou a campanha de Lula a denunciar a falta de transporte e o candidato a pedir a prorrogação da votação em cidades com falhas no serviço.</p>
<p>Ainda de acordo com a Agência Brasil, mesmo com a prorrogação, eleitores relataram que não conseguiram votar. A apuração do segundo turno foi acompanhada voto a voto.</p>
<p>Após a confirmação do resultado, Lula agradeceu os votos e afirmou que teve de vencer uma intromissão vinda de fora. Em outro pronunciamento, disse que vai mudar o jeito de governar o país.</p>
<p>O candidato derrotado, Flávio Bolsonaro, não reconheceu a vitória de Lula e anunciou que tentará a anulação do pleito. Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Motta e Alcolumbre, parabenizaram Lula pelo resultado. O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, declarou que a vontade dos eleitores deve ser respeitada.</p>
<p>Nas redes sociais, líderes latino-americanos saudaram a vitória do petista.</p>
<p>Análise WeekNews: A repercussão imediata na imprensa estrangeira e a manifestação de líderes latino-americanos indicam que o resultado eleitoral brasileiro foi recebido como um acontecimento de alcance regional. A recusa de Flávio Bolsonaro em reconhecer a derrota e o anúncio de tentativa de anulação do pleito, por sua vez, sugerem que a disputa política em torno do resultado pode se estender para além da apuração, ainda que as instituições envolvidas tenham se manifestado no sentido de respeitar a vontade dos eleitores.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/imprensa-internacional-destaca-vitoria-historica-de-lula" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/reeleicao-de-lula-repercute-na-imprensa-estrangeira-e-expoe-rejeicao-a-flavio-bolsonaro/">Reeleição de Lula repercute na imprensa estrangeira e expõe rejeição a Flávio Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Relatório aponta 14.182 ataques a jornalistas nas redes no primeiro turno</title>
		<link>https://weeknews.online/relatorio-aponta-14-182-ataques-a-jornalistas-nas-redes-no-primeiro-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 21:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Abraji]]></category>
		<category><![CDATA[ataque a jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[CDJor]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Labic]]></category>
		<category><![CDATA[PCCE indicia namorado de Isabelle Caracristi por violência psicológica]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Marielle Franco abre edital para apoiar mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[UFES]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade da Funai é alvo de ataque em terra indígena no Paraná]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=136018</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Jornalistas e veículos de imprensa sofreram 14.182 ataques nas redes sociais durante o primeiro turno das eleições de 2026, entre 16 de agosto e 4 de outubro, segundo o relatório &#8220;Cobrir as eleições, enfrentar a violência: uma análise dos ataques à imprensa no primeiro turno de 2026&#8221;. O levantamento foi produzido pela Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor), em colaboração com o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O volume equivale a 283 ataques por dia, todos com foco nas eleições e registrados nas redes X e Instagram. Na última semana antes da votação, a média subiu para 327 ataques&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/relatorio-aponta-14-182-ataques-a-jornalistas-nas-redes-no-primeiro-turno/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/relatorio-aponta-14-182-ataques-a-jornalistas-nas-redes-no-primeiro-turno/">Relatório aponta 14.182 ataques a jornalistas nas redes no primeiro turno</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/aaa29022024-lula2337-1024x512.jpg" alt="Relatório aponta 14.182 ataques a jornalistas nas redes no primeiro turno" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/eleicoes-jornalistas-sofreram-mais-de-14-mil-ataques-em-redes-sociais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Jornalistas e veículos de imprensa sofreram 14.182 ataques nas redes sociais durante o primeiro turno das eleições de 2026, entre 16 de agosto e 4 de outubro, segundo o relatório &#8220;Cobrir as eleições, enfrentar a violência: uma análise dos ataques à imprensa no primeiro turno de 2026&#8221;. O levantamento foi produzido pela Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor), em colaboração com o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio).</p>
<p>O volume equivale a 283 ataques por dia, todos com foco nas eleições e registrados nas redes X e Instagram. Na última semana antes da votação, a média subiu para 327 ataques diários.</p>
<p>A pesquisa analisou 3,7 milhões de conteúdos digitais ao longo de 50 dias, com o monitoramento de 652 termos e hashtags ofensivos. Os registros cresceram de 2.630 casos na primeira quinzena para 4,4 mil na segunda, aumento de 67,3%. Na última semana, houve alta adicional de 3,1%, chegando a 4.537 ocorrências.</p>
<p>Entre os ataques direcionados a profissionais especificamente identificados, as mulheres concentraram 64,8% das agressões: foram 2.013 registros contra jornalistas mulheres, de um total de 3.106 nessa categoria. Além de questionamentos ao trabalho jornalístico, as mensagens incluíram insultos sexuais, ofensas misóginas e incentivo à violência física.</p>
<p>Segundo o levantamento, parte das mensagens buscava desacreditar não apenas informações específicas, mas os próprios profissionais e veículos responsáveis por divulgá-las. Expressões como &#8220;fake news&#8221;, &#8220;jornalista militante&#8221;, &#8220;imprensa golpista&#8221; e acusações de manipulação de pesquisas apareceram nos conteúdos analisados. Organizações jornalísticas também foram alvo.</p>
<p>A disputa presidencial concentrou quase 80% dos ataques cujo contexto eleitoral foi identificado pelo monitoramento.</p>
<p>Para a coordenadora jurídica da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Leticia Kleim, o relatório mostra um cenário preocupante. &#8220;Vemos uma enxurrada de ataques digitais com o intuito de descredibilizar e, muitas vezes, intimidar o trabalho de jornalistas nas redes sociais&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;O resultado disso afeta não somente as vítimas diretas dos ataques, mas gera um prejuízo coletivo à sociedade, pela tentativa de silenciar o trabalho de jornalistas que têm um papel fundamental na democracia, ainda mais evidente no período eleitoral&#8221;, acrescentou Kleim.</p>
<p>O documento destaca que, por trás dos registros, estão situações concretas: profissionais atacados após procurar fontes para uma reportagem, jornalistas submetidas a ofensas misóginas e ameaças, veículos pressionados pela atuação editorial e equipes que precisaram considerar os riscos à própria segurança antes de realizar uma cobertura. De acordo com o relatório, a violência digital pode se transformar em forma de intimidação de profissionais, com consequências para a segurança da imprensa e a circulação de informações de interesse público.</p>
<p>A CDJor reúne onze organizações de imprensa, entre elas a Abraji, a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), a Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca) e Repórteres sem Fronteiras.</p>
<p>Análise WeekNews: Os números do relatório indicam que a violência digital contra a imprensa acompanhou a intensificação do calendário eleitoral, com crescimento dos registros a cada quinzena analisada. A concentração de quase 80% dos ataques em torno da disputa presidencial e o fato de as jornalistas mulheres responderem por 64,8% das agressões a profissionais identificados sugerem que o ambiente eleitoral nas redes funcionou como vetor de ataques direcionados. Como o próprio documento aponta, o efeito não se limita às vítimas diretas: a intimidação de jornalistas em período eleitoral tende a afetar a circulação de informações de interesse público.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/eleicoes-jornalistas-sofreram-mais-de-14-mil-ataques-em-redes-sociais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/relatorio-aponta-14-182-ataques-a-jornalistas-nas-redes-no-primeiro-turno/">Relatório aponta 14.182 ataques a jornalistas nas redes no primeiro turno</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fenaj cobra piso salarial e regulamentação de plataformas digitais em cartas a candidatos</title>
		<link>https://weeknews.online/fenaj-cobra-piso-salarial-e-regulamentacao-de-plataformas-digitais-em-cartas-a-candidatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 22:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[a Fenaj pede a revogação]]></category>
		<category><![CDATA[as candidaturas à presidência da República]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[diz pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[EBC promove capacitação sobre cobertura jornalística de feminicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Fenaj]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=123357</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou nesta terça-feira (15) duas cartas abertas destinadas às candidaturas à Presidência da República e ao Congresso Nacional. Nos documentos, a entidade apresenta as reivindicações da categoria e alerta para o que descreve como precarização e retirada de direitos dos profissionais de imprensa no país. Entre os principais pleitos está a aprovação do Piso Salarial Nacional e o combate à chamada &#8220;pejotização&#8221;, prática que contrata pessoas físicas como se fossem empresas e, segundo a Fenaj, não garante os direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A entidade também defende a criação do Fundo Nacional de Apoio e Fomento ao Jornalismo (Funajor), que seria abastecido pela tributação das grandes plataformas multinacionais. O objetivo,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/fenaj-cobra-piso-salarial-e-regulamentacao-de-plataformas-digitais-em-cartas-a-candidatos/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/fenaj-cobra-piso-salarial-e-regulamentacao-de-plataformas-digitais-em-cartas-a-candidatos/">Fenaj cobra piso salarial e regulamentação de plataformas digitais em cartas a candidatos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/aaa29022024-lula2432-1024x512.jpg" alt="Fenaj cobra piso salarial e regulamentação de plataformas digitais em cartas a candidatos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/em-carta-aos-candidatos-fenaj-pede-valorizacao-dos-jornalistas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou nesta terça-feira (15) duas cartas abertas destinadas às candidaturas à Presidência da República e ao Congresso Nacional. Nos documentos, a entidade apresenta as reivindicações da categoria e alerta para o que descreve como precarização e retirada de direitos dos profissionais de imprensa no país.</p>
<p>Entre os principais pleitos está a aprovação do Piso Salarial Nacional e o combate à chamada &#8220;pejotização&#8221;, prática que contrata pessoas físicas como se fossem empresas e, segundo a Fenaj, não garante os direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>A entidade também defende a criação do Fundo Nacional de Apoio e Fomento ao Jornalismo (Funajor), que seria abastecido pela tributação das grandes plataformas multinacionais. O objetivo, de acordo com a federação, é viabilizar a diversidade regional, comunitária e independente.</p>
<p>Em uma das cartas, a Fenaj afirma que o avanço das plataformas digitais, situadas majoritariamente nos Estados Unidos, e o uso de recursos como a chamada &#8220;inteligência artificial&#8221; desafiam a soberania brasileira e colocam em xeque o futuro da profissão jornalística. A entidade sustenta que essas empresas se apropriam do conteúdo produzido pela categoria sem nenhum tipo de contrapartida financeira.</p>
<p>&#8220;A utilização de conteúdo jornalístico por essas ferramentas deve não apenas assegurar transparência, mas remuneração justa a quem produziu a informação&#8221;, diz a Fenaj.</p>
<p>Comunicação pública</p>
<p>No documento voltado aos candidatos à Presidência, a federação defende o fortalecimento da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) como instrumento para garantir conteúdos comprometidos com a cidadania e a democracia.</p>
<p>Segundo a entidade, a EBC deve ser um pilar fundamental para o sistema público de comunicação do país, por meio do fortalecimento de sua autonomia editorial e da garantia de financiamento público adequado e permanente.</p>
<p>Lei Multimídia</p>
<p>Já na carta aos candidatos a cargos no Congresso Nacional, a Fenaj pede a revogação da Lei do Multimídia. Sancionada em janeiro de 2026, a norma cria a figura de um profissional apto a exercer diversas funções, como criar, produzir e editar conteúdos, entre outras atribuições.</p>
<p>Para a federação, trata-se de um risco concreto para o futuro da profissão, ao sobrepor uma série de funções historicamente regulamentadas para a categoria.</p>
<p>Análise WeekNews: As duas cartas concentram reivindicações que atravessam tanto a relação de trabalho dos jornalistas quanto o ambiente digital em que a profissão opera. Ao vincular o financiamento de um fundo setorial à tributação de plataformas estrangeiras e ao defender a revogação da Lei do Multimídia, a Fenaj posiciona a pauta da categoria no centro de dois debates mais amplos: a regulação das big techs e a definição legal de quem pode exercer funções jornalísticas. O teor dos documentos indica que a entidade pretende levar essas questões para o período eleitoral, cobrando compromissos explícitos de candidatos ao Executivo e ao Legislativo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/em-carta-aos-candidatos-fenaj-pede-valorizacao-dos-jornalistas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fenaj-cobra-piso-salarial-e-regulamentacao-de-plataformas-digitais-em-cartas-a-candidatos/">Fenaj cobra piso salarial e regulamentação de plataformas digitais em cartas a candidatos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fenaj alerta para tiktokização das campanhas e esvaziamento do debate eleitoral</title>
		<link>https://weeknews.online/fenaj-alerta-para-tiktokizacao-das-campanhas-e-esvaziamento-do-debate-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 12:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[avaliam entidades]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha incentiva voto de quem tem mais de 70 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência ainda não foi lembrada na campanha eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crise institucional prejudica debate eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[diz SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Fenaj]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=123035</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, avalia que o debate público sobre os rumos do Brasil está sendo esvaziado por um modelo eleitoral marcado pela ausência de propostas estruturais. Em entrevista, ela aponta dois fatores principais para o problema: a busca da grande mídia por audiência instantânea e a adesão das candidaturas a uma lógica de marketing superficial. &#8220;Sofremos um processo violento de &#8216;tiktokização&#8217; da campanha eleitoral. Tudo se resume à dancinha&#8221;, declarou Samira, acrescentando que, em tempos de atenção pulverizada e consumo superficial de notícias, poucos candidatos parecem dispostos a debater a sério os reais problemas do país. Segundo a presidente da Fenaj, a atual crise político-institucional, que envolve denúncias relacionadas ao caso Master,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/fenaj-alerta-para-tiktokizacao-das-campanhas-e-esvaziamento-do-debate-eleitoral/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/fenaj-alerta-para-tiktokizacao-das-campanhas-e-esvaziamento-do-debate-eleitoral/">Fenaj alerta para tiktokização das campanhas e esvaziamento do debate eleitoral</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/mg_2327-1024x512.jpg" alt="Fenaj alerta para tiktokização das campanhas e esvaziamento do debate eleitoral" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/tiktokizacao-e-crise-sufocam-propostas-de-campanha-diz-fenaj" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, avalia que o debate público sobre os rumos do Brasil está sendo esvaziado por um modelo eleitoral marcado pela ausência de propostas estruturais. Em entrevista, ela aponta dois fatores principais para o problema: a busca da grande mídia por audiência instantânea e a adesão das candidaturas a uma lógica de marketing superficial.</p>
<p>&#8220;Sofremos um processo violento de &#8216;tiktokização&#8217; da campanha eleitoral. Tudo se resume à dancinha&#8221;, declarou Samira, acrescentando que, em tempos de atenção pulverizada e consumo superficial de notícias, poucos candidatos parecem dispostos a debater a sério os reais problemas do país.</p>
<p>Segundo a presidente da Fenaj, a atual crise político-institucional, que envolve denúncias relacionadas ao caso Master, já extrapolou o Poder Judiciário, envolvendo outras organizações, como a Polícia Federal, e está dominando o debate. Questionada se a imprensa e a opinião pública encontrarão uma forma mais equilibrada de acompanhar o caso e, ao mesmo tempo, estimular os candidatos a detalharem suas propostas antes do primeiro turno, em 4 de outubro, ela foi direta: &#8220;Sendo muito sincera, acho que não&#8221;.</p>
<p>Samira afirma que a cobertura é prejudicada pelo jornalismo declaratório e pela superficialidade com que escândalos são tratados. Como consequência, as pautas comuns dos períodos eleitorais — a discussão das propostas dos candidatos, das demandas da sociedade civil e das pautas nacionais — ficam em segundo plano. &#8220;O resultado é que a população não debate com profundidade os programas de governo e as candidaturas, nem em nível nacional nem estadual&#8221;, diz.</p>
<p>Para a presidente da Fenaj, a mídia precisa insistir na segunda agenda, cobrindo a crise do Judiciário sem abandonar a discussão dos problemas estruturais do país. Ela defende uma visão de longo prazo que não se esgote na eleição, com atenção a desafios econômicos, sociais e geopolíticos, como a interferência dos Estados Unidos. &#8220;É preciso ir além do jornalismo declaratório, do &#8216;quem disse o quê&#8217;, e buscar ouvir a população, que é afetada no dia a dia pela política&#8221;, afirma.</p>
<p>Samira também avalia que a imprensa será cada vez mais desafiada nessas coberturas e que é necessário refletir sobre o próprio papel. Segundo ela, para um segmento do espectro político interessa que a crise institucional seja coberta diariamente, com vazamentos seletivos e investigações direcionadas. &#8220;É um projeto em disputa&#8221;, diz.</p>
<p>Entre os temas que considera urgentes nestas eleições, a presidente da Fenaj cita a questão climática, a forma de exploração das terras raras e a atração de data centers, tema que classifica como complicado e controverso. &#8220;Há inúmeros temas na ordem do dia e sobre os quais não estamos vendo um debate aprofundado&#8221;, conclui.</p>
<p>Análise WeekNews: A avaliação da Fenaj descreve um descompasso entre a agenda que domina o noticiário eleitoral e os temas que a entidade considera estruturais. O diagnóstico não aponta uma solução simples, já que a própria crise institucional mencionada rende audiência e continuidade de cobertura. Na prática, o alerta reforça que a discussão de propostas tende a permanecer secundária enquanto a atenção do público e dos veículos estiver concentrada na cobertura da crise.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/tiktokizacao-e-crise-sufocam-propostas-de-campanha-diz-fenaj" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fenaj-alerta-para-tiktokizacao-das-campanhas-e-esvaziamento-do-debate-eleitoral/">Fenaj alerta para tiktokização das campanhas e esvaziamento do debate eleitoral</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viva Maria discute o papel do jornalismo na preservação ambiental</title>
		<link>https://weeknews.online/viva-maria-discute-o-papel-do-jornalismo-na-preservacao-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Patrícia Blanco]]></category>
		<category><![CDATA[Viva Maria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/viva-maria-discute-o-papel-do-jornalismo-na-preservacao-ambiental/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. O Viva Maria marca o encerramento da participação no 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo (ENJOR 2026), realizado na Universidade de Brasília (UnB). A apresentadora Mara Régia destaca a importância de debater a crise climática sob a ótica do ensino de jornalismo, integrando as lições aprendidas com a audiência do programa, desde pesquisadores até lideranças rurais e povos originários, que usam o microfone para denunciar queimadas e o desmatamento. A entrevistada desta edição foi Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta, organização que defende a liberdade de expressão, liberdade de imprensa e educação midiática no Brasil. Ela é especialista em comunicação e lidera o programa EducaMídia e atua no combate à desinformação. Patrícia analisou o desafio de cobrir a emergência&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/viva-maria-discute-o-papel-do-jornalismo-na-preservacao-ambiental/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/viva-maria-discute-o-papel-do-jornalismo-na-preservacao-ambiental/">Viva Maria discute o papel do jornalismo na preservação ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Editoria Radioagência Nacional.<br />
<br />
 </p>
<p>O Viva Maria marca o encerramento da participação no 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo (ENJOR 2026), realizado na Universidade de Brasília (UnB). A apresentadora Mara Régia destaca a importância de debater a crise climática sob a ótica do ensino de jornalismo, integrando as lições aprendidas com a audiência do programa, desde pesquisadores até lideranças rurais e povos originários, que usam o microfone para denunciar queimadas e o desmatamento.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777033386_454_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777033387_142_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A entrevistada desta edição foi Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta, organização que defende a liberdade de expressão, liberdade de imprensa e educação midiática no Brasil. Ela é especialista em comunicação e lidera o programa EducaMídia e atua no combate à desinformação.</p>
<p>Patrícia analisou o desafio de cobrir a emergência climática em um cenário de desinformação. Ela apontou um paradoxo: embora os veículos de comunicação tenham ampliado o espaço para o tema, o engajamento do público permanece baixo. Ela defendeu que o clima deve ser tratado com a mesma urgência que áreas como saúde e educação, sendo abordado de forma transversal para evidenciar seus impactos sociais e econômicos, especialmente nas populações mais vulnerabilizadas.</p>
<p>Patrícia ressaltou que a imprensa deve cumprir um papel pedagógico, ajudando o cidadão a desenvolver um pensamento crítico para compreender as causas estruturais que levaram o planeta ao estado atual de emergência.</p>
<p>O programa termina com uma reflexão sobre o protagonismo feminino na preservação ambiental, associando a figura da mulher ao cuidado essencial necessário para gerar uma nova mentalidade.</p>
<p> </p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">8:55</span> Mara Régia – Apresentadora do Viva Maria , Feed Editoria Radioagência Nacional. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-04/viva-maria-discute-o-papel-do-jornalismo-na-preservacao-ambiental">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 24 Apr 2026 07:30:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/viva-maria-discute-o-papel-do-jornalismo-na-preservacao-ambiental/">Viva Maria discute o papel do jornalismo na preservação ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jornalista não tem o que comemorar em seu dia, diz presidente da Fenaj</title>
		<link>https://weeknews.online/jornalista-nao-tem-o-que-comemorar-em-seu-dia-diz-presidente-da-fenaj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 01:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[após a sanção da Lei nº 15.325]]></category>
		<category><![CDATA[dia do jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Fenaj]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Motta diz que fim da escala 6x1 será debatida por meio de PEC]]></category>
		<category><![CDATA[PGR defende eleições diretas para mandato-tampão de governador do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/jornalista-nao-tem-o-que-comemorar-em-seu-dia-diz-presidente-da-fenaj/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O 7 de abril, Dia do Jornalista, não é mais uma data festiva da categoria há quase duas décadas. “É um momento desafiador. Nós somos atravessados não só pela violência cotidiana, mas pela precarização cada vez mais aguda da nossa profissão”, lamenta Samira de Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Notícias relacionadas: Motta diz que fim da escala 6&#215;1 será debatida por meio de PEC . PGR defende eleições diretas para mandato-tampão de governador do Rio . Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano. O mal estar dos profissionais da imprensa tem origem em 2009, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por 8 votos a 1 dispensar a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/jornalista-nao-tem-o-que-comemorar-em-seu-dia-diz-presidente-da-fenaj/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/jornalista-nao-tem-o-que-comemorar-em-seu-dia-diz-presidente-da-fenaj/">Jornalista não tem o que comemorar em seu dia, diz presidente da Fenaj</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Editoria.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>O 7 de abril, Dia do Jornalista, não é mais uma data festiva da categoria há quase duas décadas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775612692_136_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775612692_625_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“É um momento desafiador. Nós somos atravessados não só pela violência cotidiana, mas pela precarização cada vez mais aguda da nossa profissão”, lamenta Samira de Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Motta diz que fim da escala 6&#215;1 será debatida por meio de PEC .</li>
<li>PGR defende eleições diretas para mandato-tampão de governador do Rio .</li>
<li>Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano.</li>
</ul>
<p><strong>O mal estar dos profissionais da imprensa tem origem em 2009, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por 8 votos a 1 dispensar a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista.</strong></p>
<p>A decisão da Corte acatou recurso extraordinário do Ministério Público Federal (MPF) e do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp).</p>
<p>O recurso alegava que havia “caducado” o Decreto-Lei 972/69, publicado à época da ditadura militar (1964-1985), que estabelecia a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Ou seja, a norma afetava a liberdade de expressão garantida pela Constituição Federal de 1988</p>
<p>Passados 16 anos da decisão, o incômodo dos jornalistas piorou em janeiro, de acordo com Samira Castro, após a sanção da Lei nº 15.325, aprovada pelo Congresso Nacional, regulamentando o exercício da profissão de multimídia.</p>
<p>“Quando a gente pensa que o problema já é ruim, aparece essa lei”, comenta a presidente da Fenaj. Para ela, a nova lei amplia a desregulamentação de atividades no campo da comunicação.</p>
<blockquote>
<p>“O multimídia é uma profissão que não tem jornada de trabalho, não tem garantia de salário, sequer tem garantia de representação.”</p>
</blockquote>
<h2>Prerrogativa em risco</h2>
<p>A presidente da Fenaj assinala que ao usufruir das funções do jornalismo, põe em risco “uma prerrogativa da nossa categoria muito importante, que é o sigilo da fonte”, conforme previsto na Constituição Federal (artigo 5º, inciso 14) e estabelecido pelos jornalistas no Código de Ética (também artigo 5º).</p>
<p><strong>A tramitação da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.325-de-6-de-janeiro-de-2026-679838909" target="_blank">Lei do Multimídia</a> desde a apresentação na Câmara dos Deputados (3 de outubro de 2023) correu 7 vezes mais rápida (2 anos, 3 meses e 3 dias) os corredores do Congresso do que a debutante Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 206/2012, que há 15 anos, 9 meses e 5 dias prevê o reestabelecimento da obrigatoriedade do diploma de jornalista.</strong></p>
<p>A PEC apresentada em 2 de julho de 2009, já aprovada no Senado Federal, está parada desde 31 de outubro de 2023 na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, apesar de ter status de “regime de tramitação especial”, conforme o portal da Casa.</p>
<h2>Influência Digital</h2>
<p><strong>Para Samira de Castro, a rápida regulamentação dos multimídias interessa às plataformas estrangeiras de redes sociais e “à própria classe política que veio a ter relevância a partir da influência digital.”</strong></p>
<p>A representante dos jornalistas avalia, no entanto, que a não exigência do diploma dos jornalistas agrava qualidade de informação que tramita hoje em dia na sociedade, causa prejuízo às empresas tradicionais de comunicação e afeta também à classe política.</p>
<p>“Eu tenho percorrido muito o Brasil e conversado com secretários de comunicação dos estados. Eles falam que os governos sofrem verdadeiros achaques por pessoas que publicam em rede social e passam a querer verba pública, dizendo que fazem jornalismo.”</p>
<p>De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), entre os anos sem exigência de diploma caiu o emprego formal de jornalistas. No intervalo entre 2013 e 2023 o universo de 60.899 jornalistas contratados com carteira de trabalho assinada diminuiu para 49.917 (queda de 18%).</p>
<p> Gilberto Costa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/jornalistas-nao-tem-o-que-comemorar-em-seu-dia-diz-presidente-da-fenaj">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 07 Apr 2026 18:53:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/jornalista-nao-tem-o-que-comemorar-em-seu-dia-diz-presidente-da-fenaj/">Jornalista não tem o que comemorar em seu dia, diz presidente da Fenaj</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo lança protocolo para investigação de crimes contra jornalistas</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-lanca-protocolo-para-investigacao-de-crimes-contra-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:39:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<category><![CDATA[Wellington Lima e Silva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/governo-lanca-protocolo-para-investigacao-de-crimes-contra-jornalistas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. O fim trágico dos jornalistas Tim Lopes e Dom Phillips, assassinados por apurações jornalísticas, foi lembrado, nesta terça-feira (7), durante o lançamento do novo protocolo para a investigação de crimes contra jornalistas e comunicadores. No Palácio do Planalto, autoridades e representantes da categoria anunciaram o documento, que vai orientar a atuação do Sistema Único de Segurança Pública, elaborado com base em dados do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores. Presente no lançamento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, destacou a importância dos jornalistas para o fortalecimento da democracia e no combate à desinformação. Antes de assinar o protocolo, o titular da pasta lembrou de Dom Philips e Bruno Pereira e afirmou que o ataque à&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/governo-lanca-protocolo-para-investigacao-de-crimes-contra-jornalistas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-lanca-protocolo-para-investigacao-de-crimes-contra-jornalistas/">Governo lança protocolo para investigação de crimes contra jornalistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Editoria Radioagência Nacional.<br />
<br />
 </p>
<p>O fim trágico dos jornalistas Tim Lopes e Dom Phillips, assassinados por apurações jornalísticas, foi lembrado, nesta terça-feira (7), durante o lançamento do novo protocolo para a investigação de crimes contra jornalistas e comunicadores.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775594371_818_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775594371_369_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No Palácio do Planalto, <strong>autoridades e representantes da categoria anunciaram o documento, que vai orientar a atuação do Sistema Único de Segurança Pública</strong>, elaborado com base em dados do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores.</p>
<p>Presente no lançamento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, <strong>Wellington Lima e Silva, destacou a importância dos jornalistas para o fortalecimento da democracia e no combate à desinformação</strong>. Antes de assinar o protocolo, o titular da pasta lembrou de Dom Philips e Bruno Pereira e afirmou que o ataque à profissão é de interesse, até mesmo, do crime organizado.</p>
<blockquote>
<p>“Ambos assassinados porque investigavam e enfrentavam o crime organizado, que é um dos maiores interessados na violência contra os jornalistas, em silenciá-los e calar investigações que são de interesse público. A assinatura desse protocolo é também uma resposta do Estado brasileiro e do governo do Brasil, em parceria com organizações da sociedade civil que defendem a liberdade de imprensa, ao assassinato do jornalista Dom Phillips. A liberdade de imprensa não se protege apenas com declarações. Protege-se com investigações sérias, protege-se quando o Estado demonstra com atos concretos que atacar um jornalista tem e deve ter consequências”, destacou.</p>
</blockquote>
<h3>Protocolo</h3>
<p>O <strong>novo protocolo padroniza as etapas das investigações e leva em conta os crimes praticados em razão da atividade jornalística</strong>, quando jornalistas e comunicadores são vítimas de violência por causa da profissão.</p>
<p><strong>Maria Rosa Loula</strong>, do Observatório, explicou que as orientações seguem quatro eixos principais:</p>
<blockquote>
<p>“O primeiro eixo é o eixo da proteção imediata da vítima e dos familiares. O segundo eixo é a qualificação da investigação. Leva em consideração uma atenção à autoria, à motivação, ao contexto do crime e à relação entre a violência e a atividade jornalística. O terceiro eixo é a produção e a preservação das provas. O quarto e último eixo é a escuta qualificada da vítima, o tratamento das testemunhas com uma abordagem humanizada, prevenção de revitimização e o respeito ao sigilo da fonte.”</p>
</blockquote>
<p>Organizações que representam a categoria também contribuíram para a elaboração do documento, a exemplo da Associação Nacional de Jornais, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Juntas, elas integram a Coalizão em Defesa do Jornalismo.</p>
<p>Representando a entidade, <strong>Guilherme Barbosa</strong> argumentou no evento que a violência contra jornalistas atinge, também, direitos da sociedade:</p>
<blockquote>
<p>“Quando o jornalista é ameaçado, agredido ou assassinado por causa do seu trabalho, não é apenas uma pessoa que está sendo atacada. É o direito da sociedade à informação, é a transparência pública, é o próprio fundamento da democracia que está sob risco. Sabemos na prática que a impunidade ainda é um dos maiores combustíveis da violência. E essa realidade tem nomes e histórias que não podemos esquecer. Lembramos de Tim Lopes, lembramos de Dom Phillips e tantos outros jornalistas e comunicadores, especialmente em regiões periféricas e no interior do país, cujos casos, muitas vezes, sequer ganham visibilidade nacional.”</p>
</blockquote>
<h3>Violência</h3>
<p>A Federação Nacional dos Jornalistas publicou, no ano passado, <strong>o relatório Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil</strong>, referente ao ano anterior, quando foram registrados 144 episódios de violência contra a atividade jornalística no Brasil. As principais formas de violência foram: ameaças, intimidações e hostilizações, seguidas de agressões físicas, assédio judicial e censura. No mesmo período, foram registradas situações ainda mais graves, como tentativa de homicídio, ameaças de morte, ataques misóginos e importunação sexual.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">4:15</span> Sayonara Moreno – Repórter da Rádio Nacional , Feed Editoria Radioagência Nacional. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-04/governo-lanca-protocolo-para-investigacao-de-crimes-contra-jornalistas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 07 Apr 2026 17:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-lanca-protocolo-para-investigacao-de-crimes-contra-jornalistas/">Governo lança protocolo para investigação de crimes contra jornalistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entidades criticam busca e apreensão contra blogueiro no Maranhão</title>
		<link>https://weeknews.online/entidades-criticam-busca-e-apreensao-contra-blogueiro-no-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 23:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[decisão do ministro Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[do Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Pablo]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes autoriza buscas da PF contra acusado de perseguir Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/entidades-criticam-busca-e-apreensao-contra-blogueiro-no-maranhao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Associações que atuam na defesa da liberdade de imprensa criticaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou busca e apreensão da Polícia Federal (PF) contra o blogueiro maranhense Luís Pablo, acusado do crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino. Em nota divulgada nesta quinta-feira (12), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) demonstraram preocupação com a medida. Notícias relacionadas: Moraes autoriza buscas da PF contra acusado de perseguir Flávio Dino. As entidades defenderam a derrubada da decisão e ressaltaram que a atividade jornalística conta com proteção constitucional. “A atividade jornalística, independentemente do veículo e de sua linha editorial, conta&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/entidades-criticam-busca-e-apreensao-contra-blogueiro-no-maranhao/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/entidades-criticam-busca-e-apreensao-contra-blogueiro-no-maranhao/">Entidades criticam busca e apreensão contra blogueiro no Maranhão</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Associações que atuam na defesa da liberdade de imprensa criticaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou busca e apreensão da Polícia Federal (PF) contra o blogueiro maranhense Luís Pablo, acusado do crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773359080_495_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773359080_98_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota divulgada nesta quinta-feira (12), <strong>a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) demonstraram preocupação com a medida.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Moraes autoriza buscas da PF contra acusado de perseguir Flávio Dino.</li>
</ul>
<p>As entidades defenderam a derrubada da decisão e ressaltaram que <strong>a atividade jornalística conta com proteção constitucional.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A atividade jornalística, independentemente do veículo e de sua linha editorial, conta com a proteção constitucional do sigilo da fonte. Qualquer medida que eventualmente viole tal garantia deve ser entendida como um ataque ao livre exercício do jornalismo”, declaram as associações.</p>
</blockquote>
<h2>Buscas</h2>
<p>As buscas foram cumpridas nesta terça-feira (10) pelos agentes na casa do blogueiro em São Luís. <strong>Foram apreendidos computadores e aparelhos celulares</strong>.</p>
<p>De acordo com a investigação, o <strong>blogueiro teria monitorado os deslocamentos do carro oficial utilizado por Dino e seus familiares no Maranhão para publicar reportagens sobre o suposto uso irregular do veículo, que pertence ao Tribunal de Justiça e foi cedido para a equipe de segurança do ministro.</strong></p>
<p>O pedido de abertura de investigação foi feito pela PF e também contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Ao chegar ao Supremo, o caso foi enviado para o ministro Cristiano Zanin. No mês passado, Zanin pediu a redistribuição do caso, que foi enviado para Alexandre de Moraes.</p>
<p>Após a manifestação das entidades, o STF informou que a segurança pessoal de Flávio Dino foi alertada, no ano passado, sobre o monitoramento dos deslocamentos do ministro em São Luís. <strong>A Corte ressaltou que o <em>blog </em>do acusado identificou as placas dos carros utilizados pelo ministro, detalhou os nomes e a quantidade de agentes que realizam a proteção de Dino.</strong></p>
<p>Após tomar conhecimento do caso, os seguranças encaminharam o caso para a Polícia Federal, que abriu uma investigação.</p>
<p>De acordo com o Supremo, o caso não tem relação com o chamado inquérito das <em>fake news</em>.</p>
<p><strong>Sobre o uso de carros oficiais, a Corte declarou que conta com a colaboração dos tribunais de Justiça para utilização dos veículos</strong>. A medida está amparada em regras do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), destacou o STF.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Em nota, <strong>a defesa do acusado disse que ainda aguarda acesso ao processo para entender os fundamentos da decisão que determinou as buscas.</strong> &#8220;Luís Pablo reafirma seu compromisso com o exercício responsável do jornalismo, com a apuração de fatos de interesse público e com o respeito aos princípios constitucionais e convencionais que garantem a liberdade de imprensa e o direito à informação.&#8221;</p>
<p><em>Matéria ampliada às 19h24.</em></p>
<p> </p>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/entidades-criticam-busca-e-apreensao-contra-blogueiro-no-maranhao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Mar 2026 19:19:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/entidades-criticam-busca-e-apreensao-contra-blogueiro-no-maranhao/">Entidades criticam busca e apreensão contra blogueiro no Maranhão</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entidades condenam, em audiência no Senado, cerceamento a jornalistas</title>
		<link>https://weeknews.online/entidades-condenam-em-audiencia-no-senado-cerceamento-a-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ABI]]></category>
		<category><![CDATA[após o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupar a cadeira da presidência da Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara decide suspender Glauber Braga por 6 meses]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades condenam retirada da imprensa na Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Fenaj]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Braga é retirado à força após ocupar mesa da Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[sofreram agressão]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra jornalistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/entidades-condenam-em-audiencia-no-senado-cerceamento-a-jornalistas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ação violenta de policiais legislativos contra jornalistas e o episódio de censura com a interrupção do sinal da TV Câmara e a retirada de profissionais de imprensa do plenário da Câmara dos Deputados motivou uma audiência pública no Senado, nesta quinta-feira (11). Entidades representativas lamentaram o cerceamento do direito à informação ocorrido na terça-feira (9). O episódio ocorreu após o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupar a cadeira da presidência da Casa em protesto contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Enquanto Braga era retirado à força do local, jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa também sofreram agressão. Notícias relacionadas: Entidades condenam retirada da imprensa na Câmara. Glauber Braga é retirado à força após ocupar mesa da Câmara. Câmara&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/entidades-condenam-em-audiencia-no-senado-cerceamento-a-jornalistas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/entidades-condenam-em-audiencia-no-senado-cerceamento-a-jornalistas/">Entidades condenam, em audiência no Senado, cerceamento a jornalistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A ação violenta de policiais legislativos contra jornalistas e o episódio de censura com a interrupção do sinal da <em>TV Câmara</em> e a retirada de profissionais de imprensa do plenário da Câmara dos Deputados motivou uma audiência pública no Senado, nesta quinta-feira (11). <strong>Entidades representativas lamentaram o cerceamento do direito à informação ocorrido na terça-feira (9).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765477660_992_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765477660_763_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O episódio ocorreu após o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupar a cadeira da presidência da Casa em protesto contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Enquanto Braga era retirado à força do local, jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa também sofreram agressão.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Entidades condenam retirada da imprensa na Câmara.</li>
<li>Glauber Braga é retirado à força após ocupar mesa da Câmara.</li>
<li>Câmara decide suspender Glauber Braga por 6 meses.</li>
</ul>
<p><strong>Ao abrir a audiência pública, na Comissão de Direitos Humanos, o senador Paulo Paim (PT-RS), autor do pedido, declarou que acompanhou o caso inicialmente pela televisão e depois por vídeos registrados em celulares e divulgados.</strong> </p>
<p>“Todos nós ficamos chocados com a violência sofrida por jornalistas na noite de terça-feira na Câmara dos Deputados. Minha solidariedade a todos profissionais de imprensa”, declarou o senador, único parlamentar a se manifestar na sessão.</p>
<p><strong>O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Octávio Costa, anunciou que a instituição deu entrada em uma representação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pede ação contra o deputado Hugo Motta por crime de responsabilidade, pelo ato de censura que infringe a Constituição Federal.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Isso não pode ficar impune. Não queremos só uma explicação, queremos punição deste presidente da Câmara. O que ele fez é lamentável e afeta a todos nós”, defendeu.</p>
</blockquote>
<p>Costa disse que a entidade também protocolará outras representações de denúncia na Comissão de Direitos Humanos da Casa, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados.</p>
<p><strong>“Quando um presidente da Câmara dos Deputados dá o exemplo que o senhor Hugo Motta deu, às vésperas de uma eleição, é altamente preocupante, por isso que digo que é importante que haja uma resposta judicial contra o que ocorreu”, reforça.</strong></p>
<p>Na avaliação da coordenadora de Incidência para a América Latina da Repórteres sem Fronteiras (RSF), Bia Barbosa, o episódio de violência e censura é fruto de uma banalização e naturalização do cerceamento da atividade jornalística e de comunicação no país. </p>
<p><strong>“Isso foi brutalmente intensificado durante o governo [Jair] Bolsonaro e se espraiou e capilarizou na nossa sociedade de tal maneira que mesmo depois de uma mudança de governo e dessa mudança de institucionalidade em relação à imprensa, não fez com que episódios como esse deixassem de acontecer”, avaliou.</strong></p>
<h2>Violência</h2>
<p>A presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Kátia Brembatti, afirma que a postura de políticos, agentes de segurança e até mesmo do cidadão comum sofreu uma escalada de abordagem violeta que se manifesta de diversas formas, seja na violência física, verbal ou na violência judicial, que ocorre com a intimidação a partir da abertura de um processo Judicial que questiona o conteúdo veiculado.</p>
<blockquote>
<p>“A imprensa não está sob uma redoma que não poderia ser criticada, ela pode ser criticada, mas existem formas de fazer isso. Não é atacando, agredindo as pessoas. A violência não é legítima em nenhuma face”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com Kátia, há atualmente no Brasil 654 processos que são caracterizados como assédio judicial a partir de uma classificação já reconhecida judicialmente pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p><strong>“Esses processos intimidam os jornalistas. Eles sufocam financeiramente as empresas e criam um autopoliciamento. A sociedade deixa de ser informada quando um jornalista pensa cinco vezes antes de abordar um assunto porque aquele assunto vai dar dor de cabeça”, alerta.</strong></p>
<p>Samira Cunha, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), lembrou que o Relatório Anual da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa aponta que, somente em 2024, houve 144 casos no Brasil. </p>
<p><strong>“Ainda é um número que choca e que não podemos naturalizar”, ressalta.</strong></p>
<p>Na avaliação da presidente da Fenaj, o cerceamento do trabalho da imprensa resulta na perda do direito à informação aos cidadãos. </p>
<p>“Em um país que se diz democrático, impedir a imprensa de fazer o trabalho dela sob qualquer forma de violência, de ameaça nas redes sociais a uma agressão verbal, que muito rapidamente passa para outros tipos de violência, como o assédio judicial, resulta na censura, na autocensura, e é absolutamente injustificável”.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/entidades-condenam-em-audiencia-no-senado-cerceamento-jornalistas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 11 Dec 2025 15:03:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/entidades-condenam-em-audiencia-no-senado-cerceamento-a-jornalistas/">Entidades condenam, em audiência no Senado, cerceamento a jornalistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara</title>
		<link>https://weeknews.online/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 00:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara votará cassação de Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[cinegrafistas e fotógrafos que tentavam realizar seu trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades condenam retirada da imprensa na Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Braga é retirado à força após ocupar mesa da Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[mostram ação truculenta de policiais legislativos contra repórteres]]></category>
		<category><![CDATA[Ramagem e Glauber Braga]]></category>
		<category><![CDATA[retirada à força do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ)  da cadeira da presidência da Casa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Grupo de jornalistas realizou nesta quarta-feira (10) um ato na Câmara dos Deputados contra censura e ação violenta de policiais legislativos cometidos nessa terça-feira (9). Ontem, durante retirada à força do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ)  da cadeira da presidência da Casa, o sinal da TV Câmara, que transmitia ao vivo a sessão em plenário, foi imediatamente cortado e jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa foram retirados pela Polícia Legislativa do Plenário da Câmara.  Notícias relacionadas: Câmara votará cassação de Zambelli, Ramagem e Glauber Braga. Glauber Braga é retirado à força após ocupar mesa da Câmara. Entidades condenam retirada da imprensa na Câmara. Imagens e relatos mostram ação truculenta de policiais legislativos contra repórteres, cinegrafistas e fotógrafos que tentavam realizar seu trabalho. Alguns profissionais precisaram de atendimento&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara/">Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Grupo de jornalistas realizou nesta quarta-feira (10) um ato na Câmara dos Deputados contra censura e ação violenta de policiais legislativos cometidos nessa terça-feira (9).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765414361_761_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765414362_710_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ontem, durante retirada à força do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ)  da cadeira da presidência da Casa, o sinal da TV Câmara, que transmitia ao vivo a sessão em plenário, foi imediatamente cortado e jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa foram retirados pela Polícia Legislativa do Plenário da Câmara. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Câmara votará cassação de Zambelli, Ramagem e Glauber Braga.</li>
<li>Glauber Braga é retirado à força após ocupar mesa da Câmara.</li>
<li>Entidades condenam retirada da imprensa na Câmara.</li>
</ul>
<p>Imagens e relatos mostram ação truculenta de policiais legislativos contra repórteres, cinegrafistas e fotógrafos que tentavam realizar seu trabalho. Alguns profissionais precisaram de atendimento médico por conta de agressões, que incluíram puxões, cotoveladas e fortes empurrões.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) não compareceu a um encontro com uma comissão de representantes da imprensa para tratar do episódio. Ele enviou uma assessora como representante. </p>
<p>Em nota, a Associação Brasileira de Imprensa informou nesta quarta que irá entrar com ações judiciais contra o presidente da Câmara pelas &#8220;violências cometidas pela Polícia Legislativa, na sessão da terça-feira (9), contra jornalistas, parlamentares e servidores da Casa e a liberdade de imprensa&#8221;.</p>
<p>A associação irá ingressar com uma representação na Procuradoria-Geral da República por crime de responsabilidade, com afetação ao direito à liberdade de imprensa e expressão; com uma denúncia na Relatoria Especial de Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e uma representação na Comissão de Ética da Câmara de Deputados por quebra de decoro parlamentar e infração disciplinar.</p>
<p>Nessa terça-feira, após o episódio, Motta afirmou, em uma rede social, que determinou a &#8220;apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa&#8221;.</p>
<h2>&gt;&gt; Veja na TV Brasil: </h2>
</p>
<p> Agência Brasil e TV Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 10 Dec 2025 21:31:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara/">Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
