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	<title>Arquivo de Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS - WeekNews</title>
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		<title>Inca faz campanha para ampliar ajuda a pacientes vulneráveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação Saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O INCAvoluntário, área de ações sociais do Instituto Nacional do Câncer (Inca), está convocando doadores para contribuir com o Programa Nutrir, que ajuda os pacientes em situação de vulnerabilidade social a manterem uma alimentação saudável. O Inca é referência nacional em tratamento oncológico e, apesar de suas quatro unidades ficarem no Rio de Janeiro, atende pacientes de diversas regiões do país, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o período de internação no hospital, esses pacientes e seus acompanhantes recebem assistência integral. No entanto, ao retornarem para casa, muitos não conseguem manter uma alimentação adequada ou adquirir os alimentos especiais recomendados, explica a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda Vieira. Por isso, o Programa Nutrir distribui para as famílias vulneráveis um cartão alimentação, que pode&#8230;</p>
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<p>Feed Editoria.</p>

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<p><strong>O INCAvoluntário, área de ações sociais do Instituto Nacional do Câncer (Inca), está convocando doadores para contribuir com o Programa Nutrir, que ajuda os pacientes em situação de vulnerabilidade social a manterem uma alimentação saudável.</strong></p>
<p>O Inca é referência nacional em tratamento oncológico e, apesar de suas quatro unidades ficarem no Rio de Janeiro, atende pacientes de diversas regiões do país, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Durante o período de internação no hospital, esses pacientes e seus acompanhantes recebem assistência integral. No entanto, ao retornarem para casa, muitos não conseguem manter uma alimentação adequada ou adquirir os alimentos especiais recomendados, explica a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda Vieira.</p>
<p>Por isso, <strong>o Programa Nutrir distribui para as famílias vulneráveis um cartão alimentação, que pode ser usado em mercados, hortifrutis e outros estabelecimentos do tipo, com um valor mensal de R$ 150, pago por até 15 meses.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O tratamento continua, o paciente continua vindo ao Inca para consultas, exames e acompanhamento, e uma alimentação adequada contribui para a melhora da qualidade de vida. Com o cartão, ele pode comprar alimentos frescos, como frutas, legumes e verduras que contribuem para a recuperação da saúde&#8221;, explica Fernanda.</p>
</blockquote>
<p><strong>Outros pacientes recebem uma bolsa de alimentos, com itens como arroz, feijão, macarrão, aveia e leite em pó. </strong>&#8220;É uma ajuda que parece simples, mas, para quem está em tratamento, faz toda a diferença. Apoia não só o paciente, mas também a família e traz mais dignidade para quem já está passando por um momento delicado&#8221;, complementa a gerente-geral do INCAvoluntário.</p>
<p><strong>Somente no primeiro trimestre desde ano, o projeto já beneficiou 1.758 pacientes adultos e 99 crianças. Em 2025, as recargas no cartão-alimentação somaram quase R$ 1,4 milhão, e cerca de 2 mil bolsas de alimentos foram entregues.</strong></p>
<p>Uma das beneficiadas é Rosana de Oliveira, mãe de Rafaela, de 14 anos, paciente do Inca há um ano e três meses. &#8220;Com o tratamento fica muito difícil trabalhar, por isso quero agradecer bastante a quem já contribui. Talvez essa pessoa nem tenha noção do bem que está fazendo. Recebemos lá pelo dia 20 e, como a gente já não tem mais quase dinheiro nessa época do mês, conseguimos repor itens de mais necessidade, como carne, frutas e legumes&#8221;, conta Rosana.</p>
<p>Para aumentar o alcance este ano, foi lançada a campanha Alimente a Esperança, que está recebendo doações, via pix ou cartão de crédito, até o dia 28 de maio. As informações estão disponíveis no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.instagram.com/incavoluntario/" target="_blank">Instagram do INCAvoluntário</a>.</p>
<p>Apesar de o INCAvoluntário ser ligado ao hospital, as ações da área são realizadas por voluntários e totalmente custeadas por doações. Além de alimentos, o projeto também concede auxílio-transporte e distribui brinquedos e brindes em datas especiais, como Natal e Dia das Mães.</p>
<p>Os voluntários também realizam atividades nos hospitais, como musicoterapia e palhaçaria.</p>
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    </div>
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<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/inca-faz-campanha-para-ampliar-ajuda-pacientes-vulneraveis" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Thu, 21 May 2026 17:33:00 -0300</p>
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		<item>
		<title>Inca lança estudo para programa de rastreamento de câncer de pulmão</title>
		<link>https://weeknews.online/inca-lanca-estudo-para-programa-de-rastreamento-de-cancer-de-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS]]></category>
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		<category><![CDATA[programa de rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) anunciou nesta quarta-feira (1º) o início de um estudo inédito que avaliará a viabilidade da implementação de um programa de rastreamento de câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, financiado pela biofarmacêutica AstraZeneca, busca implementar uma diretriz nacional para detecção precoce da doença, com o objetivo de reduzir a mortalidade. O estudo será conduzido pelo Inca, por um período de dois anos, com participação mínima de 397 pacientes, podendo ser expandido. Cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão estão associados ao consumo de derivados de tabaco. A seleção dos pacientes para a pesquisa será realizada por um processo colaborativo&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Instituto Nacional de Câncer (INCA) anunciou nesta quarta-feira (1º) o início de um estudo inédito que avaliará a viabilidade da implementação de um programa de rastreamento de câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS).</strong> O estudo, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, financiado pela biofarmacêutica AstraZeneca, busca <strong>implementar uma diretriz nacional para detecção precoce da doença, com o objetivo de reduzir a mortalidade.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775067226_758_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775067226_946_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O <strong>estudo será conduzido pelo Inca, por um período de dois anos, com participação mínima de 397 pacientes, podendo ser expandido. </strong>Cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão estão associados ao consumo de derivados de tabaco. A seleção dos pacientes para a pesquisa será realizada por um processo colaborativo com a Secretaria Municipal de Saúde, pelo seu Programa de Cessação de Tabagismo, que tem em torno de 50 mil participantes.</p>
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<p><strong>Por meio do rastreamento de câncer de pulmão, utilizando tomografia computadorizada de baixa dose (TCBD), reduz-se a mortalidade do câncer de pulmão em 20%, e, quando combinado com a cessação do tabagismo, essa redução chega a 38%, segundo o <em>Jornal Brasileiro de Pneumologia</em>.</strong></p>
<p>Segundo o Inca, evidências internacionais indicam que o rastreamento da doença com o TCBD, quando direcionado a populações de alto risco, pode reduzir significativamente a proporção de diagnósticos em estágios avançados — de cerca de 90% para 30% dos casos. No Brasil, a estratégia ainda não integra diretrizes nacionais de rastreamento, o que reforça a importância de iniciativas que produzam evidências científicas para orientar futuras recomendações em saúde pública. </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>O critério de elegibilidade de pacientes para participação no estudo será de acordo com o Consenso Médico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, que recomenda que o rastreamento do câncer de pulmão com TCBD seja realizado em pessoas entre 50 e 80 anos, fumantes ou ex-fumantes (que tenham parado de fumar nos últimos 15 anos), e com consumo de 20 cigarros por dia, todos os dias, ao longo de 20 anos.</p>
<p><strong>Em caso de diagnóstico positivo para câncer de pulmão, pacientes serão acompanhados e tratados pelo Hospital do Câncer I (HC I), uma das unidades do Inca que é centro de referência para o tratamento do câncer no Rio de Janeiro e faz parte da rede de alta complexidade do SUS.</strong></p>
<p>O estudo será liderado pelo médico epidemiologista do Inca, Arn Migowski. <strong>“A gente vai tentar detectar cedo, antes de ter sintomas, um câncer de pulmão, e que a pessoa pare de fumar”, disse em cerimônia realizada no auditório do Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Será um novo protocolo que tem ganhado corpo em evidências robustas que a gente quer implementar aqui e testar. Como funciona na realidade do SUS na vida real.? A gente consegue funcionar bem na nossa realidade, tem uma boa adesão, tem riscos. Vamos testar localmente para ir ampliando se for o caso em nível nacional”, acrescentou o pesquisador.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para Danilo Lopes, diretor médico da AstraZeneca, as parcerias público-privadas podem ocupar diversos espaços, inclusive na pesquisa.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O fortalecimento do SUS passa pela aproximação entre setor público e privado. A AstraZeneca é uma companhia privada que atua em câncer de pulmão, mas quer fazer mais do que entregar medicamentos, mas também mudar a história da doença no país”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O presidente da Aliança Brasileira de Combate ao Câncer de Pulmão, Gustavo Prado, explica que no tabagismo existe um desafio recente que, pela primeira vez em mais de 15 anos, houve aumento e mudança na prevalência dessa condição com a introdução dos dispositivos eletrônicos, os vapes.<strong> “Mais pessoas estão fumando hoje, especialmente os mais jovens de 18 a 24 anos. A gente precisa novamente intensificar as estratégias de prevenção e numa linguagem que atinja os jovens”,</strong></p>
<h2>Câncer de pulmão</h2>
<p>O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no Brasil. <strong>De acordo com o Atlas de Mortalidade do Inca, em 2024 houve 32.465 óbitos decorrentes de câncer de brônquios e pulmão no Brasil. Esse número supera a soma das mortes por câncer de próstata (17.826) e de mama (20.849) no mesmo ano, os tipos de tumores mais incidentes na população brasileira.</strong> </p>
<p>As estimativas do Inca apontam que o Brasil terá cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano no triênio 2026–2028, consolidando a doença como um dos maiores desafios de saúde pública no país. <strong>A elevada taxa de mortalidade do câncer de pulmão está diretamente relacionada ao diagnóstico tardio: cerca de 84% dos casos são identificados em estágios avançados, o que se reflete em uma taxa de sobrevida em cinco anos de aproximadamente 5,2%.</strong></p>
<p> </p>
<p> Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/inca-lanca-estudo-para-programa-de-rastreamento-de-cancer-de-pulmao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 01 Apr 2026 14:42:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Cartilha une saberes de terreiros e prevenção do câncer em negras</title>
		<link>https://weeknews.online/cartilha-une-saberes-de-terreiros-e-prevencao-do-cancer-em-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cartilha]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de câncer de pele saltam de 4 mil para mais de 72 mil em 10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[disponível na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[terreiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou a cartilha Saúde com Axé: mulheres negras e prevenção do câncer. O livro, disponível na internet, explica quais são os tipos de cânceres mais frequentes entre o gênero feminino negro e quais hábitos diários podem aumentar ou diminuir as chances de ter a doença. O material também explica como o racismo e o racismo religioso contra praticantes de religiões afro podem dificultar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Com imagens de mulheres e famílias negras em destaque e referências à mitologia iorubá, a cartilha do Inca, em forma de conversa, destaca, por exemplo, o poder da amamentação na prevenção do câncer de mama. O material também indica sinais de alerta para o câncer de intestino e&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou a cartilha <em>Saúde com Axé: mulheres negras e prevenção do câncer</em>. O livro, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17888" target="_blank">disponível na internet</a>, explica quais são os tipos de cânceres mais frequentes entre o gênero feminino negro e quais hábitos diários podem aumentar ou diminuir as chances de ter a doença. O material também explica como o racismo e o racismo religioso contra praticantes de religiões afro podem dificultar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770289802_351_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770289802_679_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com imagens de mulheres e famílias negras em destaque e referências à mitologia iorubá, a cartilha do Inca, em forma de conversa, destaca, por exemplo, o poder da amamentação na prevenção do câncer de mama. O material também indica sinais de alerta para o câncer de intestino e explica sobre a transmissão do câncer de colo de útero, que ocorre pela via sexual.</p>
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<p>As figuras das yabás, as orixás femininas, são apresentadas como referência para inspirar o autocuidado e uma vida plena. Assim, a cartilha incentiva também hábitos saudáveis, além de lembrar da necessidade de fazer os exames periódicos. <strong>A detecção precoce ainda é a principal forma de combater o câncer.</strong> No material, as mulheres encontram os principais exames para cada fase da vida.</p>
<p>Elaborada para circular nos terreiros, a cartilha foi escrita por pesquisadoras do Inca como um dos resultados da pesquisa Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer em Mulheres Negras, realizada entre 2023 e 2025, junto com mulheres das casas de candomblé Ilê Axé Obá Labí e do Ilê Axé Egbé Iyalodê Oxum Karê Adê Omi Arô. A primeira fica em Pedra de Guaratiba, na zona sudoeste do Rio de Janeiro e a segunda, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.</p>
<p><strong>Na cartilha, é explicado ainda como racismo pode aumentar o risco de adoecer, dificultar o acesso aos serviços e ao tratamento, por exemplo, por conta do mito de que mulheres negras aguentam mais a dor que as demais.</strong> </p>
<p>Mas há outras formas de discriminação que afastam esse público dos serviços de saúde, explica Iyá Katiusca de Yemanjá, do terreiro Obá Labí, que participou da redação da cartilha.</p>
<p><strong>&#8220;Na clínica da família onde a gente é atendida, quando a gente pede pra ser nomeada pelo nosso nome [da religião], a gente escuta provocação: &#8216;de onde você tirou esse nome?&#8221;, reclama a Iyá.</strong> </p>
<p>Em Pedra de Guaratiba, ela lidera um programa de saúde popular e de acesso a direitos, aberto a toda comunidade, no terreiro de candomblé.</p>
<p>&#8220;Os terreiros sempre promoveram a saúde&#8221;, lembra a sacerdote. &#8220;Temos os banhos [de ervas], as lavagens, os chás, o modo de viver, temos um cuidado especial com a saúde íntima da mulher&#8221;, explica Katiusca de Yemanjá. </p>
<p><strong>&#8220;A gente entende o corpo por inteiro. Principalmente, das mulheres negras de periferia que acabam se cuidando menos, por causa da sobrecarga [de trabalho], então, o que a gente faz é fortalecer esse corpo para buscar os serviços&#8221;, afirmou.</strong></p>
<p>Coordenadora-geral da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro), Mãe Nilce de Iansã chama a atenção também da discriminação contra a indumentária das pacientes nos atendimentos. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Tem muitos casos de hospitais querendo que as pessoas tirem seus fios de conta para examinar o pé, a mão, desnecessariamente. Nós não usamos os fios de conta como enfeite, mas como proteção&#8221;, explicou, acrescentando que “se eu vou fazer uma consulta que o fio de conta não atrapalha em nada, tenho que permanecer com ele&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Para a Mãe Nilce, que se tratou de um câncer de pulmão no próprio Inca, no Rio de Janeiro, o racismo religioso é um determinante social na vida das mulheres negras, ou seja, uma condição que vai além da genética e tem a ver com o ambiente em que vivem.</p>
<p><strong>Os saberes, rituais e práticas religiosas ancestrais podem funcionar como apoio, tanto na promoção da saúde, levando informações corretas, quanto no acolhimento daquelas mulheres diagnosticadas com a doença.</strong></p>
<p>&#8220;Os terreiros são locais de acolhimento, cuidado e solidariedade, espaços de cultura e de religiosidade afro-brasileira&#8221;, afirmam as autoras da cartilha do Inca. &#8220;Aproximar esse universo dos saberes técnicos pode nos ajudar a prevenir doenças, como o câncer, e foi o diálogo proposto na cartilha&#8221;, completam.</p>
<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/cartilha-une-saberes-de-terreiros-e-prevencao-do-cancer-em-negras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Feb 2026 08:02:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Institutos federais de saúde do Rio inauguram novos serviços</title>
		<link>https://weeknews.online/institutos-federais-de-saude-do-rio-inauguram-novos-servicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 19:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS]]></category>
		<category><![CDATA[institutos federais]]></category>
		<category><![CDATA[INTO]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério aperfeiçoa monitoramento de saúde de crianças indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Os institutos federais do Rio de Janeiro inauguraram nesta quinta-feira (22) novos serviços. As unidades, vinculadas ao Ministério da Saúde, oferecem atendimento especializado e de alta complexidade e passam por um processo de requalificação. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) ganhou uma nova ala pediátrica, com ambientes pensados para o acolhimento, a segurança e o bem-estar dos pacientes e seus familiares. O serviço de referência nacional atende 80 crianças e adolescentes por dia, com diferentes especialidades em um único espaço. Notícias relacionadas: Ministério aperfeiçoa monitoramento de saúde de crianças indígenas. Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS. SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro. No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) foi inaugurado o Centro de&#8230;</p>
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<p>Os institutos federais do Rio de Janeiro inauguraram nesta quinta-feira (22) novos serviços. As unidades, vinculadas ao Ministério da Saúde, oferecem atendimento especializado e de alta complexidade e passam por um processo de requalificação.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769110418_60_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769110418_944_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O Instituto Nacional do Câncer (Inca) ganhou uma nova ala pediátrica, com ambientes pensados para o acolhimento, a segurança e o bem-estar dos pacientes e seus familiares.</strong> O serviço de referência nacional atende 80 crianças e adolescentes por dia, com diferentes especialidades em um único espaço.</p>
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</ul>
<p>No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) foi inaugurado o Centro de Atenção em Ortobiológicos, terapias avançadas feitas a partir de substâncias do próprio corpo do paciente e que estimulam a cicatrização e retardam o desgaste de tecidos. <strong>O Into também recebeu 200 novos profissionais, que vão permitir a reabertura de 40 leitos de enfermaria e cinco salas cirúrgicas.</strong></p>
<p>E o Instituto Nacional de Cardiologia agora tem um serviço de sequenciamento genético e também ganhou um Centro de Telessaúde e um Observatório de Saúde Cardiovascular. </p>
<p><strong>De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo é que os institutos alcancem o seu máximo potencial.</strong></p>
<p>Em entrevista coletiva após visita ao Into, ele destacou que os investimentos já estão reduzindo as filas para a realização de cirurgias. </p>
<p>&#8220;No mês de fevereiro nós já teremos 100% da capacidade de utilização de todos os leitos de enfermaria e até o final deste primeiro semestre, teremos 100% de todas as salas cirúrgicas. Isso vai aumentar de 7 mil cirurgias realizadas no ano passado, que já foi o ápice, para mais de 12 mil cirurgias este ano&#8221;, ressaltou o ministro.</p>
<p><strong>Os institutos federais do Rio de Janeiro também estão sendo beneficiados por investimentos do programa Agora Tem Especialistas, cujo objetivo é aumentar a oferta de atendimento especializado em todo o país.</strong> Cerca de R$ 170 milhões foram investidos nas unidades da rede federal. A estratégia de requalificação dos hospitais também prevê a contratação 2.059 profissionais por meio de convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/institutos-federais-de-saude-do-rio-inauguram-novos-servicos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 22 Jan 2026 16:22:00 -0300 </p>

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		<title>Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros</title>
		<link>https://weeknews.online/ultraprocessados-ja-sao-quase-um-quarto-da-alimentacao-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 23:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Enem 2025: Inep anula três questões por suspeita de vazamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde anuncia rede de hospitais e serviços inteligentes no SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Ultraprocessados]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A participação de ultraprocessados na alimentação dos brasileiros mais que dobrou desde os anos 80, passando de 10% para 23%. O alerta vem de uma série de artigos publicados nesta terça-feira (18) por mais de 40 cientistas, liderados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP).  A coletânea publicada na revista Lancet mostra que este não é um fenômeno isolado do Brasil. Dados de 93 países mostram que o consumo de ultraprocessados aumentou ao longo dos anos em todos, à exceção do Reino Unido, onde se manteve estável em 50%. O país europeu só é superado nessa proporção pelos Estados Unidos, onde os ultraprocessados perfazem mais de 60% da dieta.  Notícias relacionadas: Saúde anuncia rede de hospitais e serviços inteligentes no SUS. Inca ganha primeiro&#8230;</p>
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				</p>
<p>A participação de ultraprocessados na alimentação dos brasileiros mais que dobrou desde os anos 80, passando de 10% para 23%. <strong>O alerta vem de uma série de artigos publicados nesta terça-feira (18) por mais de 40 cientistas, liderados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763509294_157_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763509294_345_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A coletânea publicada na revista Lancet mostra que este não é um fenômeno isolado do Brasil. <strong>Dados de 93 países mostram que o consumo de ultraprocessados aumentou ao longo dos anos em todos, à exceção do Reino Unido, onde se manteve estável em 50%. O país europeu só é superado nessa proporção pelos Estados Unidos, onde os ultraprocessados perfazem mais de 60% da dieta. </strong></p>
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<li>Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS.</li>
<li>Enem 2025: Inep anula três questões por suspeita de vazamento.</li>
</ul>
<p>Carlos Monteiro, pesquisador do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP e líder do trabalho, alerta que esse consumo crescente está reestruturando as dietas em todo o mundo, e não ocorre por acaso:</p>
<blockquote>
<p>”Essa mudança na forma como as pessoas se alimentam é impulsionada por grandes corporações globais, que obtêm lucros extraordinários priorizando produtos ultraprocessados, apoiadas por fortes estratégias de marketing e lobby político que bloqueiam políticas públicas de promoção da alimentação adequada e saudável.”</p>
</blockquote>
<p>Em trinta anos, esse consumo triplicou na Espanha e na Coreia do Norte, alcançando índices de aproximadamente 32% também na China, onde a participação dos ultraprocessados nas compras familiares era de apenas 3,5% passando a 10,4%. Já na Argentina, o aumento foi menor, ao longo do mesmo período, mas saiu de 19% para 29%.</p>
<p><strong>Os artigos destacam que o aumento foi percebido nos países de baixa, média e alta renda, sendo que os últimos já partiram de patamares altos, enquanto as nações com renda menor registraram altas mais expressivas. </strong></p>
<p><strong>De acordo com os pesquisadores, isso reproduz um padrão percebido também dentro dos países: os ultraprocessados começaram a ser consumidos por pessoas de maior renda, mas depois se espalharam entre outros públicos. </strong></p>
<p>Os pesquisadores ressalvam, no entanto, que o problema é multifatorial, influenciado pela renda, mas também por questões culturais. Alguns países de alta renda têm taxa de consumo expressivo, como o Canadá, com 40%, enquanto outras nações, com padrão semelhante, como Itália e Grécia se mantém abaixo de 25%.</p>
<p>O relatório lembra que esses produtos passaram a ser comuns em alguns países de alta renda após a Segunda Guerra Mundial, mas se tornaram um fenômeno global, e seu consumo se acelerou, a partir da década de 80, com a globalização. Em paralelo, também cresceram as taxas globais de obesidade e de doenças como diabetes tipo 2, câncer colorretal e doença inflamatória intestinal.</p>
<p><strong>As evidências científicas produzidas ao longo desse tempo apontam que dietas ricas em ultraprocessados estão associadas à ingestão excessiva de calorias, pior qualidade nutricional e maior exposição a aditivos e substâncias químicas nocivas. Além disso, os pesquisadores fizeram uma revisão sistemática de 104 estudos de longo prazo e 92 deles relataram risco aumentado de uma ou mais doenças crônicas, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e metabólicas. </strong></p>
<p>“O conjunto das evidências apoia a tese de que a substituição de padrões alimentares tradicionais por ultraprocessados é um fator central no aumento global da carga de múltiplas doenças crônicas relacionadas à alimentação&#8221;, explicam os cientistas. Eles dizem que a pesquisa sobre efeitos na saúde humana continuará, mas isso não deve atrasar as políticas e ações de saúde pública em todos os níveis &#8220;destinadas a restaurar, preservar, proteger e promover dietas baseadas em alimentos integrais e em seu preparo como pratos e refeições, que já estão atrasadas”, enfatizam os cientistas.</p>
<h2>O que são ultraprocessados?</h2>
<p>O termo “ultraprocessados” começou a se popularizar, após a criação da classificação nova, por pesquisadores brasileiros, em 2009. Ela divide os alimentos em quatro grupos, de acordo com o grau de modificação, após passarem por processos industriais:</p>
<ul>
<li>Alimentos não processados ou minimamente processados são vendidos em sua forma natural, ou apenas após algum processo que mantém sua estrutura básica, como congelamento, fracionamentos, moagem, embalo e etc. Exemplos: frutas e legumes; carnes e peixes, grãos e cereais embalados. </li>
<li>Ingredientes processados. São produzidos a partir de alimentos in natura e geralmente usados na preparação de outros alimentos. Exemplos: óleo de soja, açúcar e sal.</li>
<li>Alimentos processados: São os produtos do grupo 1, adicionados a ingredientes do grupo 2 ou modificados através de métodos semelhantes aos caseiros. Por exemplo: legumes e peixes enlatados, macarrão, sucos 100% feitos com frutas e etc.</li>
<li>Alimentos ultraprocessados: produtos comerciais resultantes da mistura de alimentos in natura baratos com aditivos químicos, altamente modificados por processos industriais. Esses aditivos têm a função de torná-los altamente duráveis, prontos para consumo e super palatáveis. Exemplo: biscoitos recheados, refrigerantes, macarrão instantâneo e iogurtes saborizados. </li>
</ul>
<p>A criação da classificação nova também foi encabeçada por Carlos Monteiro, líder do relatório global publicado nesta terça-feira. Ele reforça que o objetivo da classificação é facilitar o entendimento sobre “como o processamento afeta a qualidade da nossa dieta e a nossa saúde” e contribuir para a criação de diretrizes, como o Guia Alimentar da População Brasileira, criado pelo Nupens para o Ministério da Saúde, que incorporou a classificação nova na sua segunda edição.</p>
<blockquote>
<p>“Há 20 anos estudando as mudanças na produção de alimentos no Brasil, ligadas ao aumento da obesidade, nós percebemos que o processamento de alimentos tinha mudado de propósito. Deixou de ser para preservação de alimentos e passou a ser a criação de substitutos para os alimentos, feitos de ingredientes baratos e aditivos”, destaca. </p>
</blockquote>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Os pesquisadores também apresentam propostas para diminuir o consumo desses produtos e pedem que as grandes empresas sejam responsabilizadas pelo papel que desempenham na promoção de dietas não saudáveis. <strong>Uma das principais recomendações é que os aditivos usados, como corantes e aromatizantes, sejam sinalizados nas embalagens, assim como o excesso de gordura, sal e açúcar. </strong></p>
<p><strong>Outra medida considerada essencial é a proibição desses produtos em instituições públicas, como escolas e hospitais. </strong>Nesse ponto, o Brasil é citado como exemplo, por causa do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do Brasil, que vem reduzindo a oferta desses produtos e estabeleceu que 90% dos alimentos oferecidos nas escolas devem ser frescos ou minimamente processados, a partir do ano que vem. </p>
<p>Os autores também propõem restrições mais rigorosas à publicidade, especialmente às que são direcionadas ao público infantil e destacam que, em paralelo a redução da oferta de ultraprocessados, é preciso aumentar a disponibilidade de alimentos in natura. <strong>Uma estratégia sugerida é a sobretaxação de determinados ultraprocessados para financiar alimentos frescos destinados a famílias de baixa renda.</strong></p>
<p><strong>A série de publicações também reforça que o aumento no consumo desses alimentos não é culpa de decisões individuais, mas responsabilidade das grandes corporações globais. De acordo com os autores, essas empresas utilizam ingredientes baratos e métodos industriais para reduzir custos, e impulsionam o consumo com marketing agressivo e designs atraentes. </strong></p>
<p>Com vendas anuais globais de US$ 1,9 trilhão, os ultraprocessados representam o setor mais lucrativo da indústria alimentícia. Esses lucros, segundo os pesquisadores “alimentam o crescimento do poder corporativo nos sistemas alimentares, permitindo que essas empresas ampliem sua produção, influência política e presença de mercado, moldando dietas em escala global.”</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-11/ultraprocessados-ja-sao-quase-um-quarto-da-alimentacao-dos-brasileiros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Nov 2025 20:31:00 -0300 </p>

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		<title>Saúde anuncia rede de hospitais e serviços inteligentes no SUS</title>
		<link>https://weeknews.online/saude-anuncia-rede-de-hospitais-e-servicos-inteligentes-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 18:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 ]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil recebe doação de US$ 300 milhões para plano de saúde climática]]></category>
		<category><![CDATA[Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde envia Força Nacional do SUS ao Paraná após tornado]]></category>
		<category><![CDATA[rede de hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[serviços de saúde inteligentes e de medicina de alta precisão dentro do Sistema Único de Saúde (SUS)]]></category>
		<category><![CDATA[serviços inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/saude-anuncia-rede-de-hospitais-e-servicos-inteligentes-no-sus/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (18), em Brasília, uma rede nacional de hospitais e serviços de saúde inteligentes e de medicina de alta precisão dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é reunir tecnologia avançada, alta especialização e cooperação internacional para modernizar o atendimento. A iniciativa prevê a implantação de 14 unidades de terapia intensiva (UTIs) automatizadas que funcionarão de forma interligada nas cinco regiões, além da construção do Instituto Tecnológico de Emergência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), o primeiro hospital inteligente do país. Notícias relacionadas: Ministério da Saúde envia Força Nacional do SUS ao Paraná após tornado. Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS. Brasil recebe doação de US$ 300&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (18), em Brasília, uma rede nacional de hospitais</strong> e serviços de saúde inteligentes e de medicina de alta precisão dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é reunir tecnologia avançada, alta especialização e cooperação internacional para modernizar o atendimento.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763492009_553_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763492009_780_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A iniciativa prevê a implantação de 14 unidades de terapia intensiva (UTIs) automatizadas que funcionarão de forma interligada nas cinco regiões, além da construção do Instituto Tecnológico de Emergência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), o primeiro hospital inteligente do país.</p>
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<li>Ministério da Saúde envia Força Nacional do SUS ao Paraná após tornado.</li>
<li>Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS.</li>
<li>Brasil recebe doação de US$ 300 milhões para plano de saúde climática.</li>
</ul>
<p><strong>Em nota, o Ministério da Saúde informou que outras oito unidades hospitalares serão modernizadas “com envolvimento de universidades e secretarias de saúde”. “Não tenho dúvida de que, hoje, nós estamos entrando em uma nova era de inovação para o SUS e para a saúde do país”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Não estamos falando só de construção de hospitais, de modernização de UTIs e de hospitais que já existem. Estamos falando de um movimento de incorporação tecnológica, de parcerias de transferência tecnológica”, completou, durante entrevista.</p>
</blockquote>
<p>
Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>A rede integra o programa Agora Tem Especialistas, voltado para a expansão do atendimento especializado na rede pública. Dados oficiais indicam que o uso de tecnologias como inteligência artificial e <em>big data</em> pode reduzir em até cinco vezes o tempo de espera por atendimento de emergência, além de tornar o diagnóstico e a assistência especializada mais rápidos e precisos.</strong></p>
<p>As 14 UTIs inteligentes vão funcionar de forma interligada em hospitais selecionados pelo Ministério da Saúde junto a gestores de 13 estados nas cidades de Manaus, Dourados (MS), Belém, Teresina, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Brasília. </p>
<p><strong>“Serão serviços totalmente digitais, com monitoramento contínuo, integração entre equipamentos e sistemas de informação. A tecnologia auxiliará na previsão de agravos, apoiará decisões clínicas, otimizará avaliações e permitirá a troca de conhecimento entre especialistas em diferentes regiões. Também estarão conectadas a uma central de pesquisa e inovação”, finalizou o ministério. </strong></p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-11/saude-anuncia-rede-de-hospitais-e-servicos-inteligentes-no-sus-1">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Nov 2025 15:15:00 -0300 </p>

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