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	<title>Arquivo de indígenas e PCD - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de indígenas e PCD - WeekNews</title>
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		<title>Lei Brasileira de Inclusão trouxe avanços no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 13:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Enem: publicado o edital em Libras destinado a pessoas com deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei nº 13.146/2015) completou uma década no dia 6 de julho, e, na opinião de especialistas, consolidou-se como um marco na garantia de direitos e na promoção da inclusão social. A pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Liliane Gonçalves Bernardes destaca que a LBI consolida um modelo mais inclusivo de acesso ao mercado de trabalho, pois é baseada na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU (Decreto 6.949/2009). Notícias relacionadas: Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país. Enem: publicado o edital em Libras destinado a pessoas com deficiência. Um terço dos aprovados no CNU são pessoas negras, indígenas e PCD. Segundo ela, esse&#8230;</p>
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				</p>
<p>A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei nº 13.146/2015) completou uma década no dia 6 de julho, e, na opinião de especialistas, consolidou-se como um marco na garantia de direitos e na promoção da inclusão social.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752328425_829_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752328426_333_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Liliane Gonçalves Bernardes destaca que <strong>a LBI consolida um modelo mais inclusivo de acesso ao mercado de trabalho</strong>, pois é baseada na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU (Decreto 6.949/2009).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país.</li>
<li>Enem: publicado o edital em Libras destinado a pessoas com deficiência.</li>
<li>Um terço dos aprovados no CNU são pessoas negras, indígenas e PCD.</li>
</ul>
<p>Segundo ela, esse é um modelo baseado em direitos humanos, e vai além apenas da obrigatoriedade de contratação de pessoas com deficiência, prevista na Lei de Cotas (Lei 8.213/1991).<strong> A LBI determina que empregadores devem garantir condições de acessibilidade no ambiente de trabalho, incluindo adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional, </strong>aspectos que não eram detalhados na Lei de Cotas.</p>
<p>“O conceito de deficiência também é mais abrangente e holístico, pois considera não apenas a diferença corporal ou mental como base para a caracterização da deficiência. É preciso considerar as barreiras que a pessoa enfrenta em seu contexto, e o quanto a interação entre a diferença corporal e as barreiras interfe na inclusão social da pessoa com deficiência”, disse a pesquisadora.</p>
<p><strong>Outro avanço importante é a tipificação da discriminação contra pessoas com deficiência no trabalho como crime</strong>, prevendo penalidades para práticas como recusa de contratação, demissão injustificada ou negativa de promoção com base na deficiência, afirma Liliane.</p>
<p>“A LBI também estimula o trabalho com apoio, como a mediação de profissionais de apoio e tecnologias assistivas, para manter a pessoa com deficiência no mercado de trabalho e seu desenvolvimento profissional&#8221;.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Infelizmente, ainda há muito a avançar na aplicação da lei e na redução do capacitismo, que leva os empregadores e colegas de trabalho a considerarem as pessoas com deficiência menos capazes”, destacou a pesquisadora do Ipea.</p>
</blockquote>
<h2>Empregabilidade em alta</h2>
<p>Dados do Ministério do Trabalho mostram que, entre 2009 e 2021, enquanto o mercado formal cresceu 18,26%, a contratação de pessoas com deficiência aumentou 78,44%. Em 2024, mais de 27 mil trabalhadores foram incluídos por meio de ações fiscais dos auditores do trabalho.</p>
<p><strong>Minas Gerais se destaca, com 60% das vagas reservadas para pessoas com deficiência preenchidas – acima da média nacional (57,8%)</strong>. O estado concentra 10% das empresas obrigadas a cumprir a cota.</p>
<p>Segundo a auditora-fiscal do trabalho e coordenadora estadual do projeto de inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados no mercado de trabalho do Ministério do Trabalho, Patrícia Siqueira, a pasta é responsável pela fiscalização das cotas. <strong>As empresas com 100 ou mais empregados devem ter entre 2% e 5% dos seus cargos preenchidos por pessoas com deficiência ou reabilitados pelo INSS.</strong></p>
<p>“Faltam auditores para dar conta do número de empresas no Brasil. A gente tem 44 mil empresas sujeitas à cota. Há um percentual de cumprimento da cota de 58%. Então, é preciso mais fiscalização. Mas, mais do que fiscalização, precisa de uma mudança de postura na sociedade&#8221;.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;As empresas são reflexo da sociedade. É preciso afastar os mitos de que pessoas com deficiência são improdutivas, não têm qualificação. É dever da sociedade qualificar essas pessoas, modificar os ambientes de trabalho para que elas possam estar no mercado de trabalho”, disse Patrícia, que é representante do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho de Minas Gerais.</p>
</blockquote>
<p>A LBI também trouxe mudanças na CLT, como a flexibilização de regras para aprendizes com deficiência, eliminando limite de idade e exigências rígidas de escolaridade. No entanto, especialistas alertam que a inclusão de qualidade ainda é um desafio, exigindo mais investimento em acessibilidade, capacitação e combate à discriminação. </p>
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Foto: Lidiane Leal/Arquivo Pessoal" title="Lidiane Leal/Arquivo Pessoal"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/lidiane_leal.jpeg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 11/07/2025 - Personagem Lidiane Leal - A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei nº 13.146/2015) completou uma década no último dia 6 de julho, consolidando-se como um marco na garantia de direitos e na promoção da inclusão social.
Foto: Lidiane Leal/Arquivo Pessoal" title="Lidiane Leal/Arquivo Pessoal"><br />
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<h6 class="meta"> Lidiane Leal trabalha como recepcionista em Belo Horizonte <strong>Lidiane Leal/Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=430682--></h6>
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<p>Um programa de aprendizagem foi o caminho para Lidiane Leal, de 40 anos, se inserir no mercado de trabalho. Ela nasceu sem as duas pernas e o braço direito e é recepcionista da empresa Rede Cidadã, entidade de assistência social, em Belo Horizonte. Em seu trabalho, também atende jovens aprendizes, alguns com deficiência.</p>
<p>“Entrei na Rede por meio de um projeto de aprendizagem para PCD, em que fiquei como aprendiz um ano e seis meses, entre outubro de 2022 e abril de 2024. Ao fim desse programa de aprendizagem, a Rede Cidadã me contratou em julho de 2024. Já tem um ano que estou aqui com carteira assinada”, conta.</p>
<p>Cadeirante, ela conta que, mesmo incluída na empresa que a empregou, ainda precisa enfrentar a falta de acessibilidade diariamente para se deslocar pela cidade e garantir seu direito a sobreviver por meio do trabalho.</p>
<p>“Sei que as empresas têm que ter a cota para deficiente. A empresa em que trabalho tem acessibilidade, banheiro adaptado, porta de correr larga. Para os que são cegos, a dificuldade é enorme para estar no mercado de trabalho. Minha dificuldade é o transporte público. É muito difícil a acessibilidade”, diz Lidiane.</p>
<h2>Direito à participação social</h2>
<p>Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, há uma diferença superior a 34 pontos percentuais no nível de ocupação entre pessoas com e sem deficiência em idade de trabalhar ─ mais de 14 anos. <strong>Enquanto a taxa de ocupação das pessoas sem deficiência era de 60,7% em 2022, a das pessoas com deficiência era de apenas 26,6%. </strong>Isso significa que apenas um quarto das pessoas com deficiência estava trabalhando.</p>
<p>Na avaliação da pesquisadora do Ipea, Liliane Bernardes, um dos principais desafios decorre do próprio modelo capitalista, em que a busca pelo lucro, somada ao preconceito, contribui para a marginalização das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.</p>
<blockquote>
<p>“Elas são frequentemente percebidas como mais dispendiosas ou menos produtivas em comparação aos demais trabalhadores. Soma-se a isso a dificuldade de inclusão de pessoas com deficiências mais severas por meio da Lei de Cotas: muitas empresas acabam contratando pessoas com deficiências leves, que exigem menos adaptações, e rejeitam aquelas que demandam mais recursos”, afirmou a pesquisadora.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com Liliane, outro desafio se relaciona à diversidade e complexidade da manifestação da deficiência, com diversos níveis de dificuldade e barreiras diversificadas de acordo com o tipo de deficiência o que requer estratégias diferentes para cada pessoa, de acordo com sua singularidade.</p>
<p>“Entretanto, considerando o direito à diferença plasmado nos tratados internacionais e na própria legislação nacional, todos os grupos têm direito à participação social e deve ser provido tratamento diferenciado para aqueles que dele necessitam, a fim de se alcançar a igualdade de oportunidades para todos”, acrescenta Liliane.</p>
<p>Para ela, o poder público tem o papel de regulamentar e aplicar legislações que contribuam para a inserção efetiva das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. “Daí, a importância da auditoria fiscal do trabalho, que fiscaliza o cumprimento da lei de cotas nas empresas, embora a fiscalização ainda seja insuficiente em muitos contextos”.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora do Ipea, outro ponto desafiador é a existência de serviços de reabilitação e formação profissional que de fato façam a ponte entre a pessoa com deficiência reabilitada ou capacitada profissionalmente e o mundo do trabalho. <strong>A existência de um serviço articulado entre o sistema de seguridade social e o mercado de trabalho poderia ser um grande catalisador da inclusão desse grupo no trabalho, mas essas iniciativas ainda são escassas.</strong> “O acesso precário ao mercado de trabalho acaba direcionando pessoas com deficiência à busca de benefícios sociais, como o BPC”, completa.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Segunda edição da Parada PCD, que celebra a diversidade, a inclusão e o orgulho de ser PCD. <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=400252--></h6>
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<h2>Mudança de cultura</h2>
<p>A vice-coordenadora nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do Ministério do Público do Trabalho, Fernanda Naves, ressalta que, apesar de a lei ter dez anos de vigência, ainda há uma série de desafios em relação à fiscalização do cumprimento das disposições, à ausência de políticas públicas realmente eficientes, e também à dificuldade do engajamento social.</p>
<p>“Destaco que o principal desafio é a chamada barreira atitudinal, que é o preconceito arraigado na nossa sociedade de que as pessoas com deficiência seriam incapazes. Por isso, é essencial a gente tentar mudar essa cultura por meio de campanhas, de audiências públicas, ações afirmativas para integrar as pessoas com deficiência ao mercado de trabalho, com a qualificação das pessoas com deficiência para que possam alçar cargos de destaque dentro das organizações”, disse a procuradora do trabalho.</p>
<p> Ana Cristina Campos &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/lei-brasileira-de-inclusao-trouxe-avancos-no-mercado-de-trabalho">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 12 Jul 2025 10:45:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>CNU: convocados têm até hoje para confirmar curso de formação</title>
		<link>https://weeknews.online/cnu-convocados-tem-ate-hoje-para-confirmar-curso-de-formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 15:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Nacional Unificado]]></category>
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		<category><![CDATA[Enem dos Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Cesgranrio]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas e PCD]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra da Gestão defende bancas de heteroidentificação do CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Novo CNU: edital deve sair nas próximas semanas]]></category>
		<category><![CDATA[site do CPNU]]></category>
		<category><![CDATA[Um terço dos aprovados no CNU são pessoas negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Os candidatos convocados na segunda lista para os cursos de formação inicial de carreiras do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) devem confirmar a participação nas aulas até esta quarta-feira (12), na Área do Candidato, no site da Fundação Cesgranrio, banca examinadora do certame. Apenas aqueles que responderem à convocação terão a vaga garantida. Os convocados para os cursos de formação que não se manifestarem sobre a participação ou recusarem a vaga serão eliminados tanto do cargo convocado quanto para os indicados pelo próprio candidato como cargos de menor preferência, no momento da inscrição. No entanto, os candidatos seguem concorrendo para os cargos de sua maior preferência. Os cursos de formação dos cargos dos blocos temáticos de 1 a 7 de nível superior têm o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Os candidatos convocados na segunda lista para os cursos de formação inicial de carreiras do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) devem confirmar a participação nas aulas até esta quarta-feira (12), na Área do Candidato, no site da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://cpnu.cesgranrio.org.br/login" target="_blank">Fundação Cesgranrio</a>, banca examinadora do certame. Apenas aqueles que responderem à convocação terão a vaga garantida.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739375994_101_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739375995_621_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os convocados para os cursos de formação que não se manifestarem sobre a participação ou recusarem a vaga serão eliminados tanto do cargo convocado quanto para os indicados pelo próprio candidato como cargos de menor preferência, no momento da inscrição. No entanto, os candidatos seguem concorrendo para os cargos de sua maior preferência.</p>
<p>Os cursos de formação dos cargos dos blocos temáticos de 1 a 7 de nível superior têm o objetivo de preparar os candidatos para aplicar conhecimentos técnicos específicos e desenvolver habilidades de diversas áreas e funções no setor público. São as chamadas competências transversais.</p>
<h2>Cargos com formação</h2>
<p>Ao todo, são nove os cargos no curso de formação inicial de carreiras:</p>
<p>1.        Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG)</p>
<p>2.        Analista de Comércio Exterior (ACE);</p>
<p>3.        Analista em Tecnologia da Informação (ATI);</p>
<p>4.        Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS);</p>
<p>5.        Analista de Infraestrutura (AIE);</p>
<p>6.        Auditor-Fiscal do Trabalho (AFT);</p>
<p>7.        Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia (Aneel);</p>
<p>8.      Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários (Antaq);</p>
<p>9.        Especialista em Regulação de Saúde Suplementar (ANS).</p>
<p>O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informa que serão publicados, na primeira quinzena de março, editais específicos sobre a realização de cada um dos nove cursos de formação.</p>
<h2>Cursos</h2>
<p>O curso de formação dos aprovados nas fases anteriores do processo seletivo é eliminatório e classificatório no CNU. Por isso, essa terceira etapa é decisiva para a continuidade no concurso.</p>
<p>Durante os cursos, os participantes serão orientados por valores como ética, equidade, sustentabilidade e foco nos resultados para o cidadão.</p>
<p>As aulas serão em Brasília e no Rio de Janeiro, com exceção do curso para auditor-fiscal do trabalho (AFT), que terá o formato híbrido. As entidades responsáveis pela formação dos convocados são a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe) e as agências reguladoras Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Nacional de Saúde Suplementar (ANS).</p>
<p>A carga horária dos cursos varia entre 140 horas e 580 horas, conforme o cargo de nível superior.</p>
<p>Para aprovação no curso de formação, os candidatos deverão frequentar o curso integralmente e serem aprovados nas provas do curso de formação, com média final de, pelo menos, 70% dos pontos do curso e frequência mínima de 75% das aulas presenciais.</p>
<p>Após a realização dos cursos, serão divulgados os respectivos resultados finais obtidos pelos candidatos nas provas objetivas, em data a ser definida nos novos editais.</p>
<h2>Futuras matrículas</h2>
<p>Após a confirmação da participação nos cursos de formação, a próxima ação será a matrícula no curso de formação, entre 10 e 18 de março, de acordo com o cronograma de cada curso.</p>
<p>Nesse período, deverão ser apresentados a cópia digital de documento de identidade ou CNH com CPF e foto legíveis; comprovante de pedido de licença para o curso (no caso de servidores públicos federais); conta corrente própria para recebimento do auxílio financeiro.</p>
<p>Para facilitar a organização do candidato convocado, o Ministério da Gestão reuniu no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/cpnu-2a-convocacao-para-os-cursos-de-formacao-tera-170-vagas" target="_blank">site do CPNU</a> os links de cada um dos nove cursos de formação, com informações sobre os procedimentos para matrículas; cargas horárias e duração dos cursos, locais das aulas.</p>
<h2>Custos</h2>
<p>A logística e as despesas com transporte, alimentação, saúde e estadia durante o curso de formação são de responsabilidade do candidato. As unidades onde ocorrerão os cursos de formação não dispõem de alojamentos.</p>
<p>Durante o período de formação, os convocados terão direito a 50% da remuneração inicial prevista para o cargo, com os devidos descontos legais. </p>
<p>Somente durante o período de formação, os candidatos que já são servidores públicos federais poderão optar por manter os vencimentos atuais do respectivo cargo, desde que apresentem a documentação comprobatória necessária.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<p>Conforme o cronograma do CNU, caso haja novas desistências ou mais candidatos não manifestem interesse de participar dos cursos de formação, até 12 de fevereiro, haverá ainda uma terceira e última convocação em 18 de fevereiro.</p>
<p>Em 28 de fevereiro, o Ministério da Gestão publicará a lista definitiva de classificação para todos os cargos, a lista definitiva dos convocados para matrícula nos cursos de formação e as listas de espera finais do concurso unificado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/cnu-convocados-tem-ate-hoje-para-confirmar-curso-de-formacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Feb 2025 12:43:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>TRE do Rio absolve chapa de Cláudio Castro em ação por gastos em 2022</title>
		<link>https://weeknews.online/tre-do-rio-absolve-chapa-de-claudio-castro-em-acao-por-gastos-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 02:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
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<p>Em sessão plenária de julgamento, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), negou na tarde desta terça-feira (4), por 5 votos a 2, pedido de cassação da chapa do governador Cláudio Castro e do vice Thiago Pampolha, acusados de gastos ilícitos na campanha eleitoral de 2022, com malversação do dinheiro público. O Ministério Público Eleitoral (MPE-RJ) apontou supostas irregularidades no valor de R$10 milhões na contratação dos serviços de fornecedores.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738723207_894_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738723208_26_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O relator do caso, desembargador Rafael Estrela, votou pela absolvição da chapa Castro/Pampolha com a argumentação que o MP Eleitoral não conseguiu reunir provas sobre supostas irregularidades no uso da verba de campanha, no valor de R$ 19 milhões. As desembargadoras Daniela Bandeira, Tathiana de Carvalho Costa, Kátia Junqueira e o presidente do TRE-RJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira votaram acompanhando o voto do relator.  </p>
<p>Já o desembargador Peterson Barroso Simão disse, em seu voto contra a provação das contas, que as notas fiscais de campanha não traziam explicações sobre o serviço prestado e que foram usados “laranjas” para comprovar a prestação das contas de campanha. </p>
<p>O desembargador Ricardo Perlingeiro também votou contra a aprovação das contas de campanha da chapa Castro/Pampolha e foi favorável a cassação dos diplomas “por recursos ilícitos de campanha”.</p>
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<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/tre-do-rio-absolve-chapa-de-claudio-castro-em-acao-por-gastos-em-2022">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 04 Feb 2025 20:59:00 -0300 </p>

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