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	<title>Arquivo de Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1 - WeekNews</title>
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		<title>Inflação do aluguel cai 0,73% em fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, registrou queda de 0,73% em fevereiro, revertendo a alta observada em janeiro, quando havia avançado 0,41%. Com esse resultado, o índice passa a acumular queda de 0,32% no ano e de 2,67% em 12 meses. Em fevereiro de 2025, o IGP-M havia apresentado alta de 1,06% no mês, acumulando variação de 8,44% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas. Notícias relacionadas: Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano. Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%. Em fevereiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 1,18%, invertendo o movimento quando comparado à taxa de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, registrou queda de 0,73% em fevereiro, revertendo a alta observada em janeiro, quando havia avançado 0,41%. </strong>Com esse resultado, o índice passa a acumular queda de 0,32% no ano e de 2,67% em 12 meses. Em fevereiro de 2025, o IGP-M havia apresentado alta de 1,06% no mês, acumulando variação de 8,44% em 12 meses.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772110236_76_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772110236_195_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano.</li>
<li>Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%.</li>
</ul>
<p><strong>Em fevereiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 1,18%, invertendo o movimento quando comparado à taxa de janeiro, de 0,34%.</strong></p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,30% em fevereiro, inferior ao mês de janeiro, quando o índice tinha subido 0,51%. Segundo a FGV, entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram recuos em suas taxas de variação: Alimentação (0,66% para 0,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,60% para 0,12%), Educação, Leitura e Recreação (1,38% para 0,72%), Transportes (0,71% para 0,53%) e Vestuário (-0,16% para -0,43%). Em sentido oposto, os grupos Habitação (0,06% para 0,33%), Despesas Diversas (0,17% para 0,37%) e Comunicação (0,00% para 0,01%) tiveram aumentos</p>
<p><strong>O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,34% em fevereiro, desacelerando em relação ao mês anterior, quando registrou alta de 0,63%.</strong> O  grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,35% para 0,30%; o grupo Serviços aumentou de 0,25% para 0,36%; e o grupo Mão de Obra diminuiu de 1,03% para 0,39%.</p>
<p>Segundo o economista da FGV, André Braz, o IPA, índice de maior peso no IGP, registrou forte queda em fevereiro, puxada pelo recuo dos preços de commodities relevantes. No período, minério de ferro (-6,92%), soja (-6,36%) e café (-9,17%) apresentaram retrações expressivas. Os demais componentes do IGP-M também avançaram em ritmo mais contido do que no mês anterior.</p>
<blockquote>
<p>“No varejo, o IPC desacelerou com a perda de intensidade das altas nas mensalidades escolares. Já na construção civil, a inflação da mão de obra perdeu fôlego em relação a janeiro,” afirma Braz.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/inflacao-do-aluguel-cai-073-em-fevereiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Feb 2026 09:35:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-do-aluguel-sobe-041-em-janeiro-mas-tem-queda-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[05%]]></category>
		<category><![CDATA[11% em 12 meses; 1º recuo desde maio de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[diz governo]]></category>
		<category><![CDATA[É falso que novo cadastro vai aumentar imposto de aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%. O resultado volta ao campo positivo depois de ter apresentado queda de 0,01% em dezembro. No entanto, no acumulado de 12 meses, o indicador recua 0,91%, marcando o terceiro mês seguido de retração nas janelas de um ano. Em janeiro de 2025, quando o IGP-M subiu 0,27%, o acumulado chegava a 6,75%. Notícias relacionadas: Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%. Inflação do aluguel cai 0,11% em 12 meses; 1º recuo desde maio de 2024. É falso que novo cadastro vai aumentar imposto de aluguel, diz governo. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%.</strong> O resultado volta ao campo positivo depois de ter apresentado queda de 0,01% em dezembro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769695300_865_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769695300_135_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No entanto, no acumulado de 12 meses, o indicador recua 0,91%, marcando o terceiro mês seguido de retração nas janelas de um ano. <strong>Em janeiro de 2025, quando o IGP-M subiu 0,27%, o acumulado chegava a 6,75%.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%.</li>
<li>Inflação do aluguel cai 0,11% em 12 meses; 1º recuo desde maio de 2024.</li>
<li>É falso que novo cadastro vai aumentar imposto de aluguel, diz governo.</li>
</ul>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-01/IGP-M_FGV_press%20release_Jan26.pdf" target="_blank">Os dados</a> foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>O IGP-M é chamado de inflação do aluguel porque o resultado acumulado costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários.</strong> Além disso, o indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.</p>
<h2>Componentes</h2>
<p>Os pesquisadores levam em conta três componentes para apurar o IGP-M. <strong>O de maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.</strong></p>
<p><strong>Em janeiro, o IPA subiu 0,34%, puxado principalmente pelas altas do minério de ferro (4,47%), carne bovina (1,37%) e tomate (29,5%).</strong></p>
<p><strong>Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador.</strong> Em janeiro, o IPC subiu 0,51%. As maiores pressões de alta no bolso das famílias vieram do curso de ensino fundamental (3,83%), curso de ensino superior (3,13%) e gasolina (1,02%).</p>
<p>O terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que ficou 0,63% no mês. <strong>Dentro do INCC, o item materiais, equipamentos e serviços subiu 0,34%; e a mão de obra, 1,03%.</strong></p>
<h2>Aluguel vai cair?</h2>
<p>Apesar de ser conhecido como a inflação do aluguel, o IGP-M acumulado negativo não é certeza de que os aluguéis serão reajustados para baixo. Isso acontece porque alguns contratos incluem a expressão “reajuste conforme variação positiva do IGP-M”, o que faz, na prática, que só haja reajuste se o índice for positivo.</p>
<p><strong>Para chegar ao IGP-M do mês, a FGV faz coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento foi de 21 de dezembro de 2025 a 20 de janeiro.</strong></p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/inflacao-do-aluguel-sobe-041-em-janeiro-mas-tem-queda-em-um-ano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 29 Jan 2026 10:55:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 13:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[15 p.p.) vieram dos transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.  Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%. Notícias relacionadas: Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real. Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026. Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%. Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente. Meta de inflação Definida pelo Conselho&#8230;</p>
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				</p>
<p>O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. <strong>De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768224038_427_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768224038_955_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real.</li>
<li>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026.</li>
<li>Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%.</li>
</ul>
<p>Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>
<h2>Meta de inflação</h2>
<p><strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p><strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.</p>
<p><strong>A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, </strong>seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.</p>
<p><strong>No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.</strong></p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027</strong>.</p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.</p>
<h2>Selic</h2>
<p><strong>A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027.</strong> Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.</p>
<p>A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.</p>
<p><strong>A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.</strong></p>
<h2>Variações da Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p> </p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 12 Jan 2026 10:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/">Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo Central registra déficit de R$ 20,2 bilhões em novembro</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-central-registra-deficit-de-r-202-bilhoes-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 20:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[05%]]></category>
		<category><![CDATA[32% em 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As contas do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) apresentaram déficit primário de R$ 20,2 bilhões em novembro de 2025. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Tesouro Nacional. No mesmo mês de 2024, o resultado, em termos nominais, foi também deficitário, mas em menor volume (R$ 4,5 bilhões). Notícias relacionadas: Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%. Mercado reduz previsão de inflação para 4,32% em 2025. De acordo com o Tesouro, o resultado obtido em novembro do ano corrente ficou “acima da mediana das expectativas” da pesquisa Prisma Fiscal do Ministério da Fazenda, que indicava déficit de R$ 12,7 bilhões. “O resultado conjunto do Tesouro Nacional e do Banco Central foi superavitário em R$ 1,1 bilhão, enquanto&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>As contas do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) apresentaram déficit primário de R$ 20,2 bilhões em novembro de 2025. </strong>O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Tesouro Nacional.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1767039039_530_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1767039039_90_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>No mesmo mês de 2024, o resultado, em termos nominais, foi também deficitário, mas em menor volume (R$ 4,5 bilhões).</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%.</li>
<li>Mercado reduz previsão de inflação para 4,32% em 2025.</li>
</ul>
<p>De acordo com o Tesouro, o resultado obtido em novembro do ano corrente ficou “acima da mediana das expectativas” da pesquisa Prisma Fiscal do Ministério da Fazenda, que indicava déficit de R$ 12,7 bilhões.</p>
<p>“O resultado conjunto do Tesouro Nacional e do Banco Central foi superavitário em R$ 1,1 bilhão, enquanto a Previdência Social (RGPS) apresentou um déficit de R$ 21,3 bilhões. Comparado a novembro de 2024, o resultado primário decorreu da combinação de um decréscimo real de 4,8% da receita líquida (-R$ 8,4 bilhões) e de um crescimento de 4,0% das despesas totais (+R$ 7,1 bilhões)”, informou o Tesouro.</p>
<p>Essa redução real da receita líquida em novembro de 2025 foi obtida em boa parte, segundo o Tesouro, devido à queda de 52,5% das receitas não administradas (-R$ 16,7 bilhões), “em razão da queda nos recebimentos de Dividendos e Participações (-R$ 6,9 bilhões), Concessões e Permissões (-R$ 4,7 bilhões) e Demais (-R$ 5,7 bilhões)”.</p>
<p><strong>Contribuíram para o aumento real das despesas primárias:</strong></p>
<ul>
<li>Despesas discricionárias do Poder Executivo (+ R$ 3,9 bilhões, sendo R$ 3,2 bilhões apenas na área de saúde);</li>
<li>Pagamentos de benefícios previdenciários (+ R$ 3 bilhões, decorrente do aumento do número de beneficiários e pelos reajustes reais do salário mínimo).</li>
</ul>
<p><strong>Contribuíram para mitigar o crescimento das despesas primárias:</strong></p>
<ul>
<li>Rubricas obrigatórias com controle de fluxo (- R$ 2,2 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões relativos ao Programa Bolsa Família);</li>
<li>Créditos Extraordinários (- R$ 1,6 bilhão), em razão da ausência, em 2025, de pagamentos associados às ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul realizadas em novembro de 2024.</li>
</ul>
<p>O desempenho no caso da arrecadação previdenciária líquida foi sustentado pela evolução favorável do mercado de trabalho e pelo aumento dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário.</p>
<p>“O aumento real nas despesas primárias observado no mês de novembro de 2025 concentrou-se nas despesas Discricionárias do Poder Executivo (+R$ 3,9 bilhões), majoritariamente em ações da função Saúde (+R$ 3,2 bilhões), e nos pagamentos de Benefícios Previdenciários (+R$ 3,0 bilhões), explicado pelo aumento do número de beneficiários e pelos reajustes reais do salário mínimo”, detalhou o Tesouro.</p>
<p><strong>O déficit primário do Governo Central no acumulado do ano (até o mês de novembro) ficou em R$ 83,8 bilhões. No mesmo período de 2024, o déficit, em termos nominais, somou R$ 67 bilhões.</strong></p>
<p>Este resultado decorre de um superávit de R$ 244,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central e do déficit de R$ 328,3 bilhões na Previdência Social (RGPS). “Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,9% (+R$ 60,2 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (+R$ 71,9 bilhões)”, explicou o Tesouro.</p>
<p>Já a expansão real da receita líquida acumulada até novembro se deve aos aumentos reais de 4,5% das receitas administradas pela Receita (+ R$ 72,8 bilhões) e de 5,4% da arrecadação líquida para o RGPS (+ R$ 31,7 bilhões).</p>
<p><strong>Com relação às receitas administradas, destacaram-se:</strong></p>
<ul>
<li>Imposto sobre a Renda (+ R$ 37,3 bilhões);</li>
<li>Imposto sobre operações financeiras (+ R$ 13,4 bilhões);</li>
<li>Imposto de Importação (+ R$ 9,4 bilhões);</li>
<li>Outras receitas administradas (+ R$ 12,9 bilhões).</li>
</ul>
<p><strong>As receitas não administradas acumularam decréscimo real de 6,9% (-R$ 21,6 bilhões). O resultado se deve a fatores como:</strong></p>
<ul>
<li>Redução em dividendos e participações (- R$ 12,3 bilhões);</li>
<li>Queda de R$ 11,6 bilhões nas demais receitas;</li>
<li>Redução em concessões;</li>
<li>Permissões (- R$ 3,7 bilhões);</li>
<li>Crescimento das receitas de exploração de recursos naturais (+ R$ 6,9 bilhões).</li>
</ul>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/governo-central-registra-deficit-de-r-202-bilhoes-em-novembro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 29 Dec 2025 16:52:00 -0300 </p>

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