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	<title>Arquivo de informe - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de informe - WeekNews</title>
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		<title>Trump rejeita regulação global da IA e propõe renomear tecnologia como superinteligência</title>
		<link>https://weeknews.online/trump-rejeita-regulacao-global-da-ia-e-propoe-renomear-tecnologia-como-superinteligencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 19:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>>Waico e Pax Silica: entenda disputa entre China e EUA por futuro da IA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Em discurso na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta quarta-feira (22), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou iniciativas internacionais de regulação e governança da Inteligência Artificial (IA) e defendeu que o país não vai limitar o desenvolvimento da tecnologia. &#8220;Os Estados Unidos também rejeitam totalmente qualquer tentativa de criar um esquema globalista para controlar a inteligência artificial&#8221;, afirmou Trump na sede da ONU, em Nova York. O presidente americano disse ainda que pretende mudar o nome da tecnologia para &#8220;superinteligência&#8221;. &#8220;Daqui para frente, será oficialmente chamada de superinteligência. Mudamos o nome porque o uso da palavra &#8216;artificial&#8217; faz a inteligência parecer falsa&#8221;, declarou. Trump também afirmou que os EUA mantêm vantagem na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/2026-09-22t154916z_1790092152_dpaf260922x99x725989_rtrfipp_4_un-federalgovernment-international-faci-1024x512.jpeg" alt="Trump rejeita regulação global da IA e propõe renomear tecnologia como superinteligência" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/trump-rejeita-limitar-ia-e-critica-governanca-global-da-tecnologia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Em discurso na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta quarta-feira (22), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou iniciativas internacionais de regulação e governança da Inteligência Artificial (IA) e defendeu que o país não vai limitar o desenvolvimento da tecnologia.</p>
<p>&#8220;Os Estados Unidos também rejeitam totalmente qualquer tentativa de criar um esquema globalista para controlar a inteligência artificial&#8221;, afirmou Trump na sede da ONU, em Nova York.</p>
<p>O presidente americano disse ainda que pretende mudar o nome da tecnologia para &#8220;superinteligência&#8221;. &#8220;Daqui para frente, será oficialmente chamada de superinteligência. Mudamos o nome porque o uso da palavra &#8216;artificial&#8217; faz a inteligência parecer falsa&#8221;, declarou.</p>
<p>Trump também afirmou que os EUA mantêm vantagem na corrida tecnológica e que não pretende frear o setor. &#8220;No momento, estamos muito à frente da China e de todos os outros. E vamos manter essa vantagem. Vamos manter uma postura firme e decidida. Não vou sufocar o crescimento de algo que será maior do que a Revolução Industrial&#8221;, disse.</p>
<p>O posicionamento ocorre em meio à disputa entre China e Estados Unidos por influência sobre a cadeia produtiva da IA. A iniciativa de Washington prevê um sistema com &#8220;parceiros confiáveis&#8221; para controlar o desenvolvimento da tecnologia, enquanto a proposta liderada por Pequim convoca todas as nações a participar da governança por meio de sistemas de códigos abertos, que permitem a apropriação da tecnologia por qualquer empresa ou organização.</p>
<p>Segundo Ettore Arpini, especialista em governança de IA e fundador da organização Plures, a posição de Trump se opõe a diversas iniciativas, inclusive na ONU, com o objetivo de deixar as empresas sem regulação alguma. &#8220;Isso é totalmente contrário ao movimento de outros países de formar uma aliança de potências médias para colaborarem, para trazerem de novo um multilateralismo e criarem um modelo de governança e de regulamentações internacionais para IA&#8221;, comentou à Agência Brasil.</p>
<p>Arpini também criticou a proposta de rebatizar a tecnologia. Para ele, chamar a IA de superinteligência pode mais confundir do que ajudar e favorecer a posição dos EUA na corrida pelo controle global. &#8220;Tem uma dimensão política também, porque em Washington tem uma narrativa de que os Estados Unidos liderem a IA. Chamar a AI de superinteligência também ajuda a construir essa narrativa que favorece os EUA&#8221;, afirmou.</p>
<p>O especialista defende que o debate não deve se concentrar na definição do termo. &#8220;Isso pode até nos distrair. O que importa é quais capacidades esses sistemas têm, quão autônomos eles são, quem os governa e quais consequências produzem sobre a sociedade &#8211; e quais países estão se preparando&#8221;, finalizou.</p>
<p>O discurso de Trump acontece uma semana depois de líderes da indústria de IA nos Estados Unidos defenderem uma desaceleração no ritmo de desenvolvimento dos modelos mais avançados, que estariam evoluindo mais rapidamente do que os mecanismos de controle e segurança. Economistas também têm apontado uma possível &#8220;bolha&#8221; no setor devido ao elevado nível de investimentos e às dúvidas sobre a capacidade de retorno desses recursos, o que poderia gerar crises financeiras com repercussões na economia global.</p>
<p>&#8220;A intensa competição aumenta o risco de as empresas alocarem recursos em excesso a projetos de investimento com retornos ainda incertos, tornando todas as empresas vulneráveis a decepções nos resultados da IA&#8221;, diz informe do Banco de Compensações Internacionais (BIS).</p>
<p>Analistas críticos da IA, como o cientista brasileiro Miguel Nicolelis, apontam que o termo &#8220;inteligência&#8221; aplicado à IA é uma metáfora ou estratégia de marketing para sugerir que a tecnologia possui capacidades humanas que, na realidade, os sistemas não dominam, o que valorizaria os serviços vendidos pelas gigantes do setor.</p>
<p>Análise WeekNews: A recusa de Trump a mecanismos globais de governança da IA contrasta com a movimentação de outros países, que buscam construir modelos multilaterais de regulação. Ao mesmo tempo, a proposta de rebatizar a tecnologia como &#8220;superinteligência&#8221; tem efeito simbólico na disputa por narrativa entre Washington e Pequim, sem alterar as capacidades técnicas dos sistemas. O alerta do BIS sobre excesso de investimentos e retornos incertos indica que a discussão sobre limites ao setor não se restringe à geopolítica, mas envolve também riscos financeiros apontados por instituições econômicas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/trump-rejeita-limitar-ia-e-critica-governanca-global-da-tecnologia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Quase metade dos jovens argentinos vive em situação de vulnerabilidade, aponta pesquisa da UBA</title>
		<link>https://weeknews.online/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-situacao-de-vulnerabilidade-aponta-pesquisa-da-uba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 19:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[informe]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicarágua adia reforma constitucional que exclui oposição de eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Omã apresenta ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto no Japão causa falta de energia e interrompe transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Quase metade dos jovens argentinos — 48,9% do total, o equivalente a 4,1 milhões de pessoas — vive em situação de vulnerabilidade social, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Buenos Aires (UBA) divulgada nesta semana. O estudo, intitulado “Jovens Vulneráveis na Argentina: Condições de Vida, Crenças e Expectativas sobre o Futuro”, entrevistou 1.002 jovens de 18 a 29 anos em condições de vulnerabilidade entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. O levantamento considera como jovens em situação de vulnerabilidade aqueles que têm entre 18 e 29 anos, com algum nível de “pobreza econômica” ou que não concluíram os estudos básicos, tendo finalizado, no máximo, o ensino fundamental. Entre os jovens vulneráveis, 57% afirmam que o dinheiro obtido&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/923029-sambodromo_argentinos0010-1024x512.jpg" alt="Quase metade dos jovens argentinos vive em situação de vulnerabilidade, aponta pesquisa da UBA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-vulnerabilidade-social" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Quase metade dos jovens argentinos — 48,9% do total, o equivalente a 4,1 milhões de pessoas — vive em situação de vulnerabilidade social, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Buenos Aires (UBA) divulgada nesta semana. O estudo, intitulado “Jovens Vulneráveis na Argentina: Condições de Vida, Crenças e Expectativas sobre o Futuro”, entrevistou 1.002 jovens de 18 a 29 anos em condições de vulnerabilidade entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.</p>
<p>O levantamento considera como jovens em situação de vulnerabilidade aqueles que têm entre 18 e 29 anos, com algum nível de “pobreza econômica” ou que não concluíram os estudos básicos, tendo finalizado, no máximo, o ensino fundamental. Entre os jovens vulneráveis, 57% afirmam que o dinheiro obtido com o trabalho não é suficiente para chegar ao fim do mês, e apenas 24,8% continuam estudando.</p>
<p>A pesquisa também revela que dois em cada dez jovens argentinos não estudam nem trabalham, enquanto 30% estão desempregados. Do total da população jovem do país, 32% não estudam, não trabalham e nem buscam trabalho. Entre os que trabalham, a maioria (56,1%) não estuda mais. Apenas 15% dos jovens que trabalham têm emprego registrado; 76% atuam na informalidade ou por conta própria.</p>
<p>“O emprego concentra-se em atividades pouco qualificadas e altamente informais: comércio, construção e trabalho por conta própria, como venda ambulante ou online, limpeza e cuidados com idosos”, destaca o documento. A taxa de emprego é maior entre os homens do que entre as mulheres, e maior na Região Metropolitana de Buenos Aires (AMBA) do que no restante do país.</p>
<p>Além do desemprego, a pesquisa aponta que a depressão e o uso de álcool e outras drogas estão entre os fatores que prejudicam a juventude argentina. Aproximadamente 30% dos jovens reconhecem que não conseguem controlar o próprio consumo de álcool, cigarro ou outras drogas. A situação de vulnerabilidade social se reflete na saúde mental: mais de 70% manifestaram ter “problemas frequentes” de nervos ou ansiedade, e mais de 50% disseram sentir apatia ou depressão.</p>
<p>“Os sinais de sofrimento psicológico não são experiências excepcionais, mas sim parte do cotidiano, o que reforça a multidimensionalidade da vulnerabilidade”, afirma o informe. “Essas vulnerabilidades, no plural, portanto, se configuram de maneiras concretas no cotidiano: déficits materiais de moradia, famílias numerosas, dificuldade ou impossibilidade de fechar as contas, interrupções na educação e trabalho informal”, completa.</p>
<p>No que diz respeito à saúde e segurança, 78% dos jovens não têm plano de saúde, dependendo exclusivamente dos serviços públicos, e 40% afirmam viver em bairros considerados “inseguros ou muito inseguros”.</p>
<p>O estudo também investigou os hábitos de informação dos jovens: 66% se informam sobre temas da atualidade principalmente pelas redes sociais, com destaque para Instagram (36%) e Facebook (22%). Meios tradicionais, como a TV, ficaram em terceiro lugar, com 18%. “Níveis mais elevados de escolaridade estão associados a uma maior centralidade do Instagram e a uma diversificação das fontes digitais, enquanto em níveis mais baixos de escolaridade, o Facebook e a TV continuam sendo canais relevantes”, pondera o estudo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/quase-metade-dos-jovens-argentinos-vive-em-vulnerabilidade-social" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Israel e EUA atacaram quase 400 unidades de saúde no Líbano e Irã</title>
		<link>https://weeknews.online/israel-e-eua-atacaram-quase-400-unidades-de-saude-no-libano-e-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 01:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Irã lança mísseis contra Israel após Trump falar em controle de Ormuz]]></category>
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		<category><![CDATA[Papa Leão chama guerra no Oriente Médio de "escândalo" para humanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O número de ataques de Israel ou dos Estados Unidos (EUA) contra centros e profissionais de saúde segue crescendo ao longo da nova fase do conflito no Oriente Médio. No Líbano, 70 unidades de saúde foram alvo de bombardeios. No Irã, cerca de 300 equipamentos do setor foram danificados. Ataques contra unidades de saúde representam uma violação do direito humanitário internacional. Não foram registrados, até o momento, ataques a centros médicos em Israel ou outros países do Golfo Pérsico alvos de ataques iranianos. Notícias relacionadas: Irã lança mísseis contra Israel após Trump falar em controle de Ormuz. Brasileiros no Líbano relatam drama da guerra: raiva, medo e incerteza. Papa Leão chama guerra no Oriente Médio de &#8220;escândalo&#8221; para humanidade. No Líbano, o Ministério&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O número de ataques de Israel ou dos Estados Unidos (EUA) contra centros e profissionais de saúde segue crescendo ao longo da nova fase do conflito no Oriente Médio. No Líbano, 70 unidades de saúde foram alvo de bombardeios. No Irã, cerca de 300 equipamentos do setor foram danificados.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774574339_450_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774574339_574_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ataques contra unidades de saúde representam uma violação do direito humanitário internacional. <strong>Não foram registrados, até o momento, ataques a centros médicos em Israel ou outros países do Golfo Pérsico alvos de ataques iranianos.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Irã lança mísseis contra Israel após Trump falar em controle de Ormuz.</li>
<li>Brasileiros no Líbano relatam drama da guerra: raiva, medo e incerteza.</li>
<li>Papa Leão chama guerra no Oriente Médio de &#8220;escândalo&#8221; para humanidade.</li>
</ul>
<p>No Líbano, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.moph.gov.lb/userfiles/images/Prevention/PHEOC/Cumulative%20Emergency%20Report/24-3-2026.pdf" target="_blank">Ministério da Saúde informou</a>, nesta terça-feira (24), que 70 unidades de saúde foram atingidas por bombardeios desde o dia 2 de março. Há duas semanas, o número de centro médicos atacados eram de 18.</p>
<p>Dois paramédicos foram assassinados hoje na cidade libanesa de Nabatieh, após um ataque de Israel contra um comboio de motocicletas, segundo relatou a Agência Nacional de Notícias do Líbano, veículo estatal de notícias.  </p>
<p>Ao todo, os ataques a unidades de saúde no Líbano mataram 42 profissionais e feriram outros 119. Os bombardeios obrigaram o fechamento de cinco hospitais no país, causando danos parciais a outras nove unidades. Ao menos 54 unidades básicas de saúde foram fechadas, segundo as informações do governo local. </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil</strong> no WhatsApp</a></p>
<p>A Força de Defesa de Israel (FDI) afirma que o Hezbollah tem feito “uso militar extensivo” de ambulâncias e instalações médicas e que agirá contra o grupo caso mantenha essa prática, segundo o porta-voz Avichay Adraee, em comunicado publicado no jornal israelense <em>The Times Of Israel</em>.</p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.amnesty.org/en/latest/news/2026/03/lebanon-israel-must-halt-attacks-on-healthcare-workers-medical-facilities-and-first-responders/" target="_top">Anistia Internacional</a> diz que Israel não apresenta provas das acusações que faz, destacando que o país também usou a estratégia de assassinato de profissionais de saúde no conflito no Líbano de 2024.</p>
<blockquote>
<p>“Lançar acusações alegando que instalações de saúde e ambulâncias estão sendo usadas para fins militares sem apresentar qualquer prova não justifica tratar hospitais, instalações médicas ou transporte médico como campos de batalha, nem tratar médicos e paramédicos como alvos”, diz Kristine Beckerle, diretora Regional Adjunta para o Oriente Médio e Norte da África da Anistia Internacional.</p>
</blockquote>
<p>Os danos vêm sobrecarregando o saturado sistema de saúde do Líbano, que precisa atender mais de 2,9 mil feridos pelo conflito, além dos pacientes em tratamento ou em recuperação de ataques anteriores.</p>
<blockquote>
<p>“Desde o início da escalada, profissionais e instalações de saúde no Líbano têm sido repetidamente afetados por ataques, incluindo incidentes que resultaram em múltiplas mortes e feridos. A infraestrutura de saúde foi gravemente afetada”, diz <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.emro.who.int/images/stories/lebanon/Lebanon-Emergency-Sitrep-12-2026.pdf" target="_blank">informe</a> da Organização Mundial da Saúde (OMS), que vem confirmando os dados do governo libanês. </p>
</blockquote>
<p><strong>Confira mais informações sobre o Conflito no Oriente Médio no Repórter Brasil, da TV Brasil</strong></p>
</p>
<h2>Irã</h2>
<p>No Irã, o Ministério da Saúde local informou, nesta terça-feira (24), que ataques de Israel e dos EUA causaram danos a 313 centros médicos, hospitais, ambulâncias ou outros equipamentos do sistema de saúde. Os ataques teriam assassinado 23 profissionais da área no país.</p>
<p>O número oficial do governo iraniano é semelhante ao cálculo da Crescente Vermelha Iraniana, organização de ajuda humanitária que atua em diversos países. A entidade informou que os ataques dos EUA e de Israel danificaram 281 centros médicos, hospitais, farmácias e filiais da Crescente Vermelho.</p>
<blockquote>
<p>“Dezessete bases do Crescente Vermelho no país foram alvejadas pelo inimigo agressor e 94 ambulâncias e veículos de resgate foram alvejados diretamente por mísseis inimigos”, informou Pir-Hossein Kolivand, presidente do Crescente Vermelho Iraniano.</p>
</blockquote>
<p>Até o dia 18 de março, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.emro.who.int/images/stories/eha/ME-Sitrep-2-19-March-26.pdf" target="_blank">OMS</a> havia reconhecido ataques a 20 unidades de saúde no Irã, com nove mortes. </p>
<p>Os EUA têm negado ataques a instalações civis no Irã. O secretário de Estado, Marco Rubio, ponderou que “efeitos colaterais” dos ataques são possíveis durante os combates.  </p>
<h2>Destruição como estratégia</h2>
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<div class="meta"><!--copyright=457314-->Hospital destruído em Teerã- <strong>Hossein Zohrevand/Press TV</strong><!--END copyright=457314--></div>
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<p><strong>O jornalista e especialista em geopolítica Anwar Assi avalia que o alto número de unidades de saúde atacadas no Irã e no Líbano indicam que não se trata de efeito colateral da guerra, mas de uma estratégia deliberada.</strong></p>
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<p>“É um crime de guerra e pretendem, com isso, pressionar e aterrorizar a população civil, mostrando que eles vão atacar e não vai ter ninguém para ajudar eles. Isso é uma estratégia que Israel usa desde a década de 1990”, afirmou.</p>
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<p>Filho de libaneses, Anwar acrescenta que o objetivo é forçar a população a se revoltar para promover uma “mudança de regime” no Irã ou se voltarem contra o Hezbollah no Líbano. “É a mesma estratégia que eles pensaram no Irã. Atacar civis, o povo vai para a rua, faz uma rebelião. Mas nunca acontece”, completou.</p>
<p>O especialista acrescenta que, além de ataques diretos a hospitais, tem sido realizado muitos ataques aos prédios do entorno das maiores unidades, prejudicando o atendimento e forçando uma evacuação de pacientes.</p>
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<p>“Assim, quando eles atacam um prédio que fica ao lado do hospital, acabam quebrando os vidros dentro do hospital. Acabam quebrando um quarto. Então, assim, eles vão destruindo os grandes hospitais de forma indireta”, completou.</p>
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<h2>Gaza</h2>
<p>Os ataques a centros e unidades de saúde por Israel também foram uma marca dos conflitos mais recentes na Faixa de Gaza, depois de 7 de outubro de 2023. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiODAxNTYzMDYtMjQ3YS00OTMzLTkxMWQtOTU1NWEwMzE5NTMwIiwidCI6ImY2MTBjMGI3LWJkMjQtNGIzOS04MTBiLTNkYzI4MGFmYjU5MCIsImMiOjh9" target="_blank">OMS</a> registrou 931 ataques a unidades de saúde em Gaza nesse período, além de outros 940 ataques a equipamentos do sistema de saúde na Cisjordânia, seja por meio do uso da força ou da obstrução dos serviços.</p>
<p>A organização informa que 991 profissionais de saúde foram assassinados em Gaza desde o dia 7 de outubro, com outros 2 mil feridos. Israel sempre justificou esses ataques dizendo que o Hamas estaria utilizando as unidades de saúde como “escudo”. O grupo palestino negou essas alegações.</p>
<p><strong>Ainda segundo as Forças de Defesa de Israel, os militares respeitam o direito humanitário e buscam evitar a perda de vidas civis, inclusive por meio de avisos prévios para evacuações de áreas que serão bombardeadas.</strong></p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/israel-e-eua-atacaram-quase-400-unidades-de-saude-no-libano-e-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 24 Mar 2026 15:31:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/israel-e-eua-atacaram-quase-400-unidades-de-saude-no-libano-e-ira/">Israel e EUA atacaram quase 400 unidades de saúde no Líbano e Irã</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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