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	<title>Arquivo de Instituições se unem para desvendar pinturas rupestres em Itatiaia - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Instituições se unem para desvendar pinturas rupestres em Itatiaia - WeekNews</title>
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		<title>Intervenção humana cresce ao redor de sítios arqueológicos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 10:01:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[arqueologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Iphan é a favor da conservação do sítio arqueológico Quilombo Saracura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma iniciativa inédita disponibilizou informações sobre os sítios arqueológicos brasileiros, onde estão os resquícios das populações que habitaram o território nacional em outras épocas. Ao todo, foram mapeados 27.974 sítios em todo o país, e os dados disponibilizados permitem análises comparativas de imagens no período entre 1985 a 2023. O Projeto MapBiomas ─ cobertura e uso da terra nos sítios arqueológicos no Brasil (1985-2023) reuniu as informações cadastradas e georreferenciadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e as tornou públicas, com acesso gratuito. “O cruzamento e a disponibilização destes dados abertos ao público ajudam a entender onde estes sítios estão localizados, se é numa área impactada por atividades humanas ou não, e também pode apontar para uma tendência de aumento&#8230;</p>
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<p>Uma iniciativa inédita disponibilizou informações sobre os sítios arqueológicos brasileiros, onde estão os resquícios das populações que habitaram o território nacional em outras épocas. <strong>Ao todo, foram mapeados 27.974 sítios em todo o país</strong>, e os dados disponibilizados permitem análises comparativas de imagens no período entre 1985 a 2023.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745920866_651_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745920866_684_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Projeto MapBiomas ─ cobertura e uso da terra nos sítios arqueológicos no Brasil (1985-2023) reuniu as informações cadastradas e georreferenciadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e as tornou públicas, com acesso gratuito.</p>
<p>“O cruzamento e a disponibilização destes dados abertos ao público ajudam a entender onde estes sítios estão localizados, se é numa área impactada por atividades humanas ou não, e também pode apontar para uma tendência de aumento de atividades antrópicas em alguma determinada região e a extensão desse aumento, o que pode nos gerar um alerta”, explica Thiago Berlanga Trindade, chefe do Serviço de Registro e Cadastro de Dados do Iphan.</p>
<p>A partir da análise desses dados, <strong>os pesquisadores do Mapbiomas concluíram que houve uma inversão na cobertura e uso da terra nas proximidades de 100 metros dos sítios arqueológicos nas últimas décadas: em 2023, mais da metade desses espaços de memória estão em áreas marcadas por intervenções humanas recentes, o que aumenta os riscos à preservação</strong>.</p>
<p>Atualmente, quase metade desses locais, 49,6%, estão em áreas desmatadas e ocupadas por usos humanos como pastagens, agricultura e áreas urbanas. Em 1985 esse percentual era de apenas 41,5%, e a maior parte, 53,5% ficava em áreas de vegetação nativa, como florestas, savanas e campos naturais.</p>
<p>Há 40 anos, as florestas eram predominantes ao redor desses locais históricos, sendo 43,2% da área do entorno. Já em 2023, a agropecuária ocupa a maior parcela, representando 43,1% do uso solo ao redor dos sítios arqueológicos.</p>
<p>De acordo com a coordenadora científica do MapBiomas, Julia Shimbo, <strong>foi muitas vezes a própria atividade humana que revelou a presença desses sítios arqueológicos,</strong> identificados por meio de pesquisas, obras de infraestrutura ou após um desmatamento.</p>
<p>“Apesar da ocupação humana histórica desses sítios, agora podemos analisar as mudanças e os impactos da ocupação recente sobre essas áreas”, diz.</p>
<h2>Biomas</h2>
<p>Em números absolutos, <strong>a Amazônia é o bioma com maior quantidade de sítios arqueológicos</strong>. <strong>São 10.197, mais de um terço do total nacional.</strong> A Caatinga possui 7.004 pontos com resquícios da presença humana em outras épocas, o Cerrado e a Mata Atlântica também se destacam com a presença respectivamente de 4.914 e 4.832 desses locais. Pampa e o Pantanal possuem registrados respectivamente, 904 e 123.</p>
<p>Quando os pesquisadores analisaram as atividades humanas no entorno dos sítios arqueológicos por bioma, constataram que a Mata Atlântica registrou maior proporção de sítios em áreas antrópicas, com 63% nessas condições. Na Amazônia 47,5%, em 2023, já estavam em áreas antropizadas, enquanto que em 1985 eram apenas 19%.</p>
<blockquote>
<p>“Quando um sítio arqueológico está localizado em uma área antropizada, uma série de preocupações com a sua preservação e conservação devem ser observadas, e esse levantamento pode apontar para os locais onde devemos prestar mais atenção, ou tratar de maneira priorizada”, destaca Berlanga.</p>
</blockquote>
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<p>Seca no Amazonas revela esculturas rupestres <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong><!--END copyright=365908--></p>
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<h2>Estados</h2>
<p>O recorte por estados apontou também em quais unidades federativas estão os achados históricos no Brasil, com a Bahia registrando 2.718 sítios arqueológicos cadastrados, Paraná com 2.363 desses locais e Mina Gerais com 2.029.</p>
<p>Na análise de uso de terra nas proximidades dos sítios históricos nos estados, o Acre lidera com 89,2% dos locais em seu território com atividades humanas no entorno. Rio de Janeiro (76,1%) e Espírito Santo (75,4%) aparecem em seguida nessas condições.</p>
<p>Já os sítios de Roraima, Piauí e Amapá foram os que proporcionalmente mais apresentaram vegetação nativa nas proximidades, com 87,6%, 78,7% e 69,4% de cobertura originária respectivamente.</p>
<p> </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/sitio_arqueologico_3.jpg" alt="São Paulo (SP), 08.11.2023 - Peritos fazem vistoria no canteiro de obras do metro Linha 6 - Laranja, no bairro do Bexiga, onde foi encontrado um sítio arqueológico, nomeado como Saracura Vai-Vai. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/sitio_arqueologico_3.jpg" alt="São Paulo (SP), 08.11.2023 - Peritos fazem vistoria no canteiro de obras do metro Linha 6 - Laranja, no bairro do Bexiga, onde foi encontrado um sítio arqueológico, nomeado como Saracura Vai-Vai. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=357597 --></div>
<p><h6 class="meta">Peritos fazem vistoria no canteiro de obras do metro Linha 6, em São Paulo, onde foi encontrado um sítio arqueológico, nomeado como Saracura Vai-Vai <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=357597--></h6>
</p>
</div>
<h2>Desmatamento</h2>
<p>Os alertas de desmatamento também foram aplicados aos dados para o período entre 2019 e 2024. Nessa análise, <strong>122 sítios arqueológicos estavam em área com alertas de desmatamento nesse período</strong>. Desse total, a maioria estava nos biomas Caatinga (29), da Mata Atlântica (31) e da Amazônia (17).</p>
<p>Para o pesquisador Marcos Rosa, coordenador técnico do MapBiomas, <strong>o cruzamento desses dados permite evitar que o processo recente de ocupação humana cause danos ou destrua a história contida nesses espaços.</strong> Ele explica que, a partir desses dados, já é possível apurar que “quase dois terços [79 sítios arqueológicos] estão em áreas desmatadas para expansão das áreas agrícolas. No Rio Grande do Norte, estão 13 dos 19 sítios arqueológicos em alertas de desmatamento relacionados à expansão de projetos de energias sustentáveis [solares ou eólicas]”, analisa.</p>
<p>Diante dos dados, a cientista e professora da UFSC, Marina Hirota, que também colaborou com o estudo, faz um alerta. “O crescimento de atividades antrópicas ao redor dos sítios reforça a importância de políticas de conservação e gestão do patrimônio arqueológico brasileiro, especialmente frente às crescentes pressões sobre os biomas”, conclui.</p>
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<p>Pesquisas das pinturas rupestres localizadas no Parque Nacional de Itatiaia, no RJ <strong>Concessionária Parquetur/PNI/Divulgação</strong><!--END copyright=420123--></p>
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    </div>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-04/intervencao-humana-cresce-ao-redor-de-sitios-arqueologicos-no-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 29 Apr 2025 06:50:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/intervencao-humana-cresce-ao-redor-de-sitios-arqueologicos-no-brasil/">Intervenção humana cresce ao redor de sítios arqueológicos no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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