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	<title>Arquivo de Irmãos Brazão - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Irmãos Brazão - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>STF forma maioria para tornar réus acusados de obstruir caso Marielle</title>
		<link>https://weeknews.online/stf-forma-maioria-para-tornar-reus-acusados-de-obstruir-caso-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CAso Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Marielle e Anderson: STF condena irmãos Brazão a 76 anos]]></category>
		<category><![CDATA[foram sentenciados a 76 anos e três meses como mentores do crime]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes autoriza transferência de condenados no caso Marielle para RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes vota para tornar réus acusados de obstrução no caso Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Plenário Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[prisão de Ronnie Lessa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria na manhã desta quinta-feira (21) para tornar réus três integrantes da Polícia Civil do Rio de Janeiro investigados por obstrução de Justiça e associação criminosa no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018.  Até o momento, votaram pela abertura de uma nova ação penal sobre o caso os ministros Alexandre de Moraes, relator, Cristiano Zanin e Flávio Dino, que votou nesta quinta formando a maioria. Falta o voto apenas de Cármen Lúcia, que tem até sexta-feira (22) para votar na sessão virtual.  Entre os acusados está Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil fluminense que já foi condenado, em fevereiro, a 18 anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria na manhã desta quinta-feira (21) para tornar réus três integrantes da Polícia Civil do Rio de Janeiro investigados por obstrução de Justiça e associação criminosa no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018. </p>
<p><strong>Até o momento, votaram pela abertura de uma nova ação penal sobre o caso os ministros Alexandre de Moraes, relator, Cristiano Zanin e Flávio Dino, que votou nesta quinta formando a maioria. </strong>Falta o voto apenas de Cármen Lúcia, que tem até sexta-feira (22) para votar na sessão virtual. </p>
<p>Entre os acusados está Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil fluminense que já foi condenado, em fevereiro, a 18 anos de prisão por sua participação para atrapalhar a apuração do crime. <strong>Os outros dois investigados, que agora devem se tornar réus, são o delegado Giniton Lages e o comissário de polícia Marco Antonio de Barros Pinto, conhecido como Marquinho HP.</strong> </p>
<p>Segundo denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), os acusados cometeram atos para desaparecer com provas, incriminaram pessoas inocentes, usaram testemunhas falsas e realizaram diligências desnecessárias para “garantir a impunidade” dos mandantes e executores do assassinato.</p>
<p>Em fevereiro, os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/caso-marielle-e-anderson-stf-condena-irmaos-brazao-76-anos" target="_blank">foram sentenciados a 76 anos e três meses como mentores do crime</a>, cuja motivação foram disputas em torno da grilarem de terras na Zona Oeste do Rio de Janeiro, conforme os autos do processo. </p>
<p>Os irmãos Brazão foram condenados pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao atentado. </p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Antes do julgamento, a defesa de Rivaldo defendeu a rejeição da denúncia por falta de provas e disse que o ex-chefe da Polícia Civil do Rio foi acusado com base em inferências.</p>
<p><strong>Os advogados de Giniton afirmaram que ele não tem foro privilegiado e não pode ser julgado pelo Supremo.</strong></p>
<p>A defesa de Marco Antonio de Barros afirmou que nenhum elemento de prova foi produzido e que o trabalho da polícia resultou na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/ex-pm-ronnie-lessa-e-condenado-90-anos-de-prisao-por-morte-de-casal" target="_blank">prisão de Ronnie Lessa,</a> delator e executor do crime.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-forma-maioria-para-tornar-reus-acusados-de-obstruir-caso-marielle" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 21 May 2026 10:42:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Moraes vota para tornar réus acusados de obstrução no caso Marielle</title>
		<link>https://weeknews.online/moraes-vota-para-tornar-reus-acusados-de-obstrucao-no-caso-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 21:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Dino abre apuração sobre emendas para produtora do filme de Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026: financiamento coletivo de campanha começa nesta sexta]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (15) para tornar réus três acusados de atrapalhar as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. O voto do ministro, que é relator do caso, foi proferido no julgamento virtual da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa, o delegado Giniton Lages e o comissário de polícia Marco Antonio de Barros. De acordo com a procuradoria, os acusados cometeram atos para desaparecer com provas, incriminaram pessoas inocentes, usaram testemunhas falsas e realizaram diligências desnecessárias para “garantir a impunidade” dos mandantes e executores do assassinato. Em fevereiro deste&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (15) para tornar réus três acusados de atrapalhar as investigações sobre o assassinato da vereadora <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/marielle-franco" target="_blank">Marielle Franco</a> e o motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro.</strong></p>
<p>O voto do ministro, que é relator do caso, foi proferido no julgamento virtual da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) <strong>contra o ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa, o delegado Giniton Lages e o comissário de polícia Marco Antonio de Barros.</strong></p>
<p><strong>De acordo com a procuradoria, os acusados cometeram atos para desaparecer com provas, incriminaram pessoas inocentes, usaram testemunhas falsas e realizaram diligências desnecessárias para “garantir a impunidade” dos mandantes e executores do assassinato.</strong></p>
<p>Em fevereiro deste ano, os <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/caso-marielle-e-anderson-stf-condena-irmaos-brazao-76-anos" target="_blank">irmãos Brazão</a>, acusados de serem os mandantes, Rivaldo e outros acusados foram condenados pelo assassinato da vereadora.</p>
<p>No voto proferido, Moraes votou pela abertura de uma ação penal contra os denunciados.</p>
<p>“Há indícios mínimos de autoria e materialidade de que Rivaldo Barbosa, em conluio com Giniton Lages e Marco Antônio de Barros obstruíram, mediante ação e omissão imprópria, as investigações correlatas aos referidos homicídios”, afirmou.</p>
<p>A votação virtual é realizada pela Primeira Turma da Corte e ficará aberta até o dia 22 de maio.</p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Antes do julgamento, a defesa de Rivaldo defendeu a rejeição da denúncia por falta de provas e disse que o ex-chefe da Polícia Civil do Rio foi acusado com base em inferências.</p>
<p>Os advogados de Giniton afirmaram que ele não tem foro privilegiado e não pode ser julgado pelo Supremo.</p>
<p>A defesa de Marco Antonio de Barros afirmou que nenhum elemento de prova foi produzido e que o trabalho da polícia resultou na prisão de Ronnie Lessa, delator e executor do crime.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/moraes-vota-para-tornar-reus-acusados-de-obstrucao-no-caso-marielle" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 15 May 2026 17:59:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Condenação é recado para quem debochou de Marielle, diz Anielle</title>
		<link>https://weeknews.online/condenacao-e-recado-para-quem-debochou-de-marielle-diz-anielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 20:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Marielle e Anderson: STF condena irmãos Brazão a 76 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Por unanimidade]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os irmãos Brazão a 76 anos e três meses de prisão]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[STF condena assassinos de Marielle e Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse nesta quarta-feira (25) que a condenação dos réus acusados de participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro, representa um recado para quem debochou das mortes ao longo da investigação. Anielle é irmã da vereadora. Mais cedo, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os irmãos Brazão a 76 anos e três meses de prisão por terem atuado como mandantes do crime. Mais três acusados também foram apenados. Notícias relacionadas: Caso Marielle e Anderson: STF condena irmãos Brazão a 76 anos . Por unanimidade, STF condena assassinos de Marielle e Anderson. A ministra e os demais familiares da vereadora e do motorista acompanharam o julgamento presencialmente.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse nesta quarta-feira (25) que a condenação dos réus acusados de participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro, representa um recado para quem debochou das mortes ao longo da investigação</strong>. Anielle é irmã da vereadora.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772053070_144_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772053070_809_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Mais cedo, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os irmãos Brazão a 76 anos e três meses de prisão por terem atuado como mandantes do crime. Mais três acusados também foram apenados.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Caso Marielle e Anderson: STF condena irmãos Brazão a 76 anos .</li>
<li>Por unanimidade, STF condena assassinos de Marielle e Anderson.</li>
</ul>
<p>A ministra e os demais familiares da vereadora e do motorista acompanharam o julgamento presencialmente. Anielle relembrou que os familiares foram alvo de deboche ao cobrarem a punição dos envolvidos no crime.</p>
<blockquote>
<p>“Isso [condenação] é também um recado para uma parcela da sociedade que debochou da morte da minha irmã. Uma parcela da sociedade, que, em todo ano eleitoral, traz minha irmã como um elemento descartável, sendo apenas mais uma, ou como falavam, mimimi sobre Marielle Franco&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Marinete Silva, mãe de Marielle, disse que o julgamento é histórico e que a <strong>família sai do julgamento com o &#8220;coração acalentado&#8221; com a condenação dos envolvidos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É um alívio, porque a pergunta que ecoava no mundo era: quem mandou matar Marielle? Hoje, sabemos. A gente sai daqui com a cabeça erguida&#8221;, declarou.</p>
</blockquote>
<p>O pai de Marielle, Antonio Francisco, teve um pico de pressão durante o julgamento e passou mal. Após ser atendido por uma equipe médica, ele conversou com a imprensa e disse que “foram quase oito anos de angústia” até a condenação dos envolvidos.</p>
<p>Agatha Reis, viúva de Anderson Gomes, disse esperar que a condenação dos acusados de homicídio alcance outras pessoas que aguardam resposta da Justiça.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Ainda há esperança, ainda há quem faça o bem. O mal não vai sobreviver. Hoje foi prova disso&#8221;, disse.</p>
</blockquote>
<p>Fernanda Chaves, assessora de Marielle e que sobreviveu ao atentado, disse que o STF tomou uma decisão histórica no combate à violência de gênero na política.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O Estado brasileiro passa o recado de que crimes como esse, o feminicídio político não é tolerável. O Brasil responde ao mundo uma pergunta que a gente passou se fazendo por oito anos, quase uma década. É muito tempo”, completou.</p>
</blockquote>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/condenacao-e-recado-para-quem-debochou-de-marielle-diz-anielle">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 25 Feb 2026 17:09:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Moraes vota por condenar irmãos Brazão pelo assassinato de Marielle</title>
		<link>https://weeknews.online/moraes-vota-por-condenar-irmaos-brazao-pelo-assassinato-de-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR)]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes diz que não há dúvida que irmãos Brazão mandaram matar Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Parentes de Marielle e Anderson esperam justiça e mais investigação]]></category>
		<category><![CDATA[PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Turma do STF]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/moraes-vota-por-condenar-irmaos-brazao-pelo-assassinato-de-marielle/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O primeiro voto da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes foi pela condenação dos irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao atentado. Segundo o voto do ministro relator da ação, Alexandre de Moraes, as provas materiais e testemunhais obtidas comprovam mais que suficientemente para as condenações. Notícias relacionadas: PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle. Moraes diz que não há dúvida que irmãos Brazão mandaram matar Marielle. Parentes de Marielle e Anderson esperam justiça e mais investigação. “Tanto o executor quanto os mandantes respondem por três crimes: duplo homicídio qualificado e&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>O primeiro voto da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes foi pela condenação dos irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao atentado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772038836_639_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772038836_95_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo o voto do ministro relator da ação, Alexandre de Moraes, as provas materiais e testemunhais obtidas comprovam mais que suficientemente para as condenações.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle.</li>
<li>Moraes diz que não há dúvida que irmãos Brazão mandaram matar Marielle.</li>
<li>Parentes de Marielle e Anderson esperam justiça e mais investigação.</li>
</ul>
<p>“Tanto o executor quanto os mandantes respondem por três crimes: duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado. Em relação aos réus Domingos e João Francisco Brazão [os irmãos Brazão], não tenho nenhuma dúvida de julgar a ação totalmente procedente, tanto pelos pelos três crimes contra a vida quanto pela organização criminosa”, afirma Moraes.</p>
</blockquote>
<p>Com relação ao réu Ronald Alves, foram imputadas não só participação como “execução material de outros atos além da execução, por meio de monitoramento das atividades de Marielle Franco”. Ele teria fornecido aos executores informações essenciais à consumação dos crimes.</p>
<p><strong>Em relação ao réu Robson Calixto Fonseca, Moraes julgou procedente a acusação de participação e organização criminosa armada.</strong></p>
<p>No caso do delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, o ministro Moraes disse não ter dúvida de que ele estava na folha de pagamento de várias milícias, caracterizando os crimes de obstrução de justiça e de corrupção passiva majorada.</p>
<p><strong>O ministro, no entanto, avaliou que, apesar de a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter imputado ao réu triplo homicídio, sendo dois consumados e um tentado, não há “prova específica” de que Rivaldo tenha participado diretamente dos assassinatos.</strong></p>
<p>“Afasto, mas por dúvida razoável, e não negativa de autoria, o triplo homicídio, uma vez que não há prova que corrobore a delação”, justificou o ministro em seu voto.</p>
<h2>Provas</h2>
<p>Entre as provas citadas pelo ministro contra o grupo criminoso, estão loteamentos irregulares, vínculos funcionais e operações feitas em terrenos irregulares e empreendimentos, “e uma série de documentos, inclusive sobre o veículo utilizado para os assassinatos”.</p>
<p><strong>Ao iniciar seu voto, Alexandre de Moraes citou provas materiais, como loteamentos irregulares, vínculos funcionais e operações feitas em terrenos irregulares e empreendimentos, e uma série de documentos, inclusive sobre o veículo utilizado para os assassinatos, e testemunhais.</strong></p>
<p>Na avaliação do ministro, testemunhas ouvidas no caso comprovaram o envolvimento dos réus nesse e em outros crimes “com finalidades econômicas e políticas”, inclusive para a formação de redutos eleitorais que proibiam campanhas de políticos que não fossem ligados à organização criminosa.</p>
<blockquote>
<p>“A manutenção, por parte da milícia, do seu domínio econômico territorial e do domínio político são dois vetores que direcionaram os mandantes dos crimes. O modo de funcionamento do domínio territorial, com exploração econômica de territórios e serviços; e a dominação política, impedindo que qualquer outro candidato pudesse, lá, fazer sua campanha. Ou seja, transformando a localidade em curral eleitoral”, argumentou Moraes.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ele reiterou que os dados fornecidos pela colaboração foram corroborados por testemunhas, por vários fatos e por provas técnicas produzidas pela Polícia Federal (PF).</strong></p>
<p>Entre as testemunhas citadas, está o ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora e o motorista. Segundo Moraes, ele teria detalhado as motivações para o crime.</p>
<p>“Marielle iria combater os loteamentos da milícia, e virou uma pedra no caminho, a ser eliminada”, testemunhou o colaborador.</p>
<p>Ainda sobre as motivações para o crime, Moraes disse que tanto a delação quanto as provas produzidas pela PF foram confirmadas em juízo.</p>
<p><strong>&#8220;As provas produzidas na instrução processual penal demonstram inclusive que, num primeiro momento, não teria sido escolhido especificamente a vítima Mariele. Naquele primeiro momento, ao deputado, era Marcelo Freixo [do PSOL, também muito atuante contra as milícias do RJ] quem se queria eliminar”, disse Moraes.</strong></p>
<h2>Racismo e misoginia</h2>
<p><strong>Segundo Alexandre de Moraes, a mudança do alvo teve motivações misóginas e racistas.</strong> “Juntou-se a questão política com a misoginia e com o racismo. Marielle Franco era uma mulher preta e pobre, que estava peitando os interesses de milicianos. Na cabeça misógina e preconceituosa de mandantes e executores, quem iria ligar [para isso]? Na cabeça deles, não haveria grande repercussão”.</p>
<p>Rony Lessa, segundo Moraes, delatou sobre a preocupação dos mandantes com a repercussão do caso. &#8220;Eles não esperavam tamanha repercussão. E, a partir disso, teve início uma série de queimas e arquivos”, disse Moraes referindo-se a Edimilson Oliveira da Silva (Macalé), entre outros.</p>
<p><strong>Macalé era sargento reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, executado em novembro de 2021, em uma possível &#8220;queima de arquivo&#8221;, uma vez que ele conhecia a cadeia de comando do grupo criminoso.</strong> Coube a Macalé fazer a intermediação entre os mandantes e os executores dos assassinatos.</p>
<h2>Julgamento</h2>
<p>O julgamento dos acusados dos assassinatos teve início na terça-feira (24), quando foram apresentadas as sustentações orais da acusação e das defesas. A sessão desta quarta-feira é dedicada à apresentação dos votos dos ministros.</p>
<p><strong>Após o voto de Moraes, relator da matéria na Corte, votam os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e, por fim, o presidente da Primeira Turma do STF, Flávio Dino.</strong> Na sequência, será proclamado o resultado final do julgamento.</p>
<p>A votação que vai decidir pela condenação ou absolvição dos acusados contará com quatro votos. Com a saída do ministro Luiz Fux para a Segunda Turma, ocorrida durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, o colegiado não está com quórum completo de cinco ministros.</p>
<h2>Acusados</h2>
<p>São acusados de participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Polícia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente.</p>
<p>Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.</p>
<h2>PGR</h2>
<p><strong>Na manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), a quem cabe a acusação, os réus constituíram e participaram ativamente de organização criminosa armada que, com a ajuda de milícias, praticaram crimes de associação estruturada, com clara divisão de tarefas no Rio de Janeiro, tudo com o objetivo de obter vantagens econômicas, sempre mediante a prática de crimes graves, segundo a acusação.</strong></p>
<p>Ao defender a condenação dos cinco réus, a PGR alegou que o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/moraes-vota-por-condenar-irmaos-brazao-pelo-assassinato-de-marielle">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 25 Feb 2026 13:05:00 -0300 </p>

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		<title>PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle</title>
		<link>https://weeknews.online/pgr-pede-condenacao-de-cinco-acusados-do-assassinato-de-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 17:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas da ONU pedem justiça plena para Marielle e Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Milícia]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes diz que não há dúvida que irmãos Brazão mandaram matar Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Parentes de Marielle e Anderson esperam justiça e mais investigação]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O vice-procurador-geral da república Hindemburgo Chateaubriand pediu a condenação dos cinco acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O julgamento teve início nesta terça-feira (24), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os acusados de participação no crime são o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente. Notícias relacionadas: Moraes diz que não há dúvida que irmãos Brazão mandaram matar Marielle. Parentes de Marielle e Anderson esperam justiça e mais investigação.&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O vice-procurador-geral da república Hindemburgo Chateaubriand pediu a condenação dos cinco acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O julgamento teve início nesta terça-feira (24), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771952616_60_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771952616_479_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os acusados de participação no crime são o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente.</p>
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</ul>
<p>Na avaliação da Procuradoria-Geral da República (PGR), os acusados “constituíram e participaram ativamente de organização criminosa armada” que, com a ajuda de milícias, praticaram crimes de associação estruturada, com clara divisão de tarefas no Rio de Janeiro, com o objetivo de obter “vantagens econômicas, sempre mediante a prática de crimes graves”.</p>
<p>Segundo a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora e o motorista, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.</p>
<p>Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.</p>
<h2>Acusação</h2>
<p>De acordo com o procurador, os acusados não só praticaram ocupação ilícita do solo urbano como impuseram domínio territorial por meio de milícias, o que “permitiu-lhes a constituição de fortes currais eleitorais dentro dos quais obtiveram monopólio de atos de campanha eleitoral”.</p>
<p>Segundo ele, a contrapartida para esses grupos milicianos foi o “acesso aos benefícios que o poder político lhes poderia proporcionar, inclusive por meio da ocupação de cargos em comissão e funções de confiança em órgãos do poder público”.</p>
<p>Na avaliação de Chateaubriand, há nos autos “provas robustas de que a organização criminosa composta pelos denunciados e por integrantes de milícias, praticava de forma sistemática os crimes de distorção de usura e de parcelamento irregular do solo”.</p>
<p>Embora a organização fosse intelectualmente liderada pelos irmãos Brazão, Robson Calixto Fonseca, também conhecido por Peixe, “desempenhava, ali, papel fundamental” para a organização criminosa, de acordo coma acusação. Segundo a PGR, ele atuava como intermediário entre os irmãos e as milícias que atuavam na região, inclusive viabilizando candidaturas nas eleições, bem como para a ocupação de cargos públicos.</p>
<h2>Marielle</h2>
<p>Diante desse cenário, o procurador afirmou que a vereadora Marielle representava ameaça aos “currais eleitorais dos irmãos, apresentando perspectiva de revogação fundiária que contrariava um padrão de poder territorial que já estava consolidado pelas milícias, por meio de grilagem”.</p>
<p>O procurador explicou que as dificuldades colocadas por Marielle contra o grupo criminoso ocorriam já nos primeiros dias de mandato. </p>
<blockquote>
<p>“Tão logo empossada, MarielLe se opôs de forma veemente é um projeto de lei de iniciativa de João Francisco. Projeto que, de acordo com dados técnicos apresentados pela Polícia Federal, teria impacto primordial em áreas de influência dos irmãos Brazão”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Chateaubriand reforçou que Marielle &#8220;ameaçava os currais eleitorais&#8221; dos irmãos Brazão. </p>
<blockquote>
<p>“E, no exercício sua pauta parlamentar, na esfera de habitação e urbanismo, Marielle ameaçou os currais eleitorais dos irmãos, apresentando uma perspectiva de revogação fundiária que contrariava o já consolidado padrão de poder territorial das milícias, criando obstáculos de limitação de projetos de lei que interessava a organização criminosa”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Quadro probatório</h2>
<p><strong>Tendo por base todas essas contextualizações, o procurador afirmou que a versão apresentada por Roni Lessa sobre a motivação dos homicídios “encontra-se amplamente demonstrada”.</strong></p>
<p>“Posto assim, com o quadro probatório demonstrado, não há dúvida de que estão comprovadas a materialidade e autoria delitiva dos homicídios praticados contra Marielle Franco e Anderson Gomes, na forma consumada; e contra Fernanda Gonçalves Chaves, na forma tentada, por motivo torpe e mediante promessas de recompensa”, acrescentou.</p>
<p>O procurador lembrou que, durante a intervenção federal no Rio de Janeiro, a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça produziu um relatório que também fazia menção a “uma grande organização criminosa com a atuação em todo o estado, em especial na capital, formada principalmente para explorar jogos de azar, com empregos de violência”, o que reforçou ainda mais as suspeitas contra a organização criminosa.</p>
<blockquote>
<p>“A milícia monopolizou o uso da violência, sendo responsável por diversos homicídios, no interesse da organização. E a Polícia Civil, por meio da divisão de homicídios, assumiu o papel de garantir a impunidade do grupo, de modo que os crimes de homicídios vinculados à contravenção não fossem devidamente investigados”, acrescentou, ao ressaltar o papel de Rivaldo Barbosa na organização.</p>
</blockquote>
<p>O procurador disse não ter dúvidas em afirmar a responsabilidade de Rivaldo Barbosa pelos crimes de homicídio que lhe foram imputados.</p>
<p>Com base nas provas apresentadas contra, o procurador disse que o major da Polícia Militar Ronald de Paula era miliciano com a atuação preponderante em Rio das Pedras.</p>
<blockquote>
<p>“Nos termos a denúncia, Ronald teria sido responsável pelo monitoramento da rotina de Marielle antes dos homicídios, em cargo que recebera do próprio grupo”, disse Chateaubriand ao citar várias situações de monitoramento comprovadas durante as investigações.</p>
</blockquote>
<p>O procurador pediu a procedência da ação, o que inclui também o pagamento de indenização por danos morais e materiais às famílias das vítimas.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/pgr-pede-condenacao-de-cinco-acusados-do-assassinato-de-marielle">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 24 Feb 2026 13:12:00 -0300 </p>

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		<title>Moraes pede data para julgar réus pelo assassinato de Marielle Franco</title>
		<link>https://weeknews.online/moraes-pede-data-para-julgar-reus-pelo-assassinato-de-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 22:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Dino mantém cassação do mandato do ex-deputado Chiquinho Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco cobra julgamento dos mandantes do crime]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento a ação penal que trata do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. Na decisão, o ministro pediu ao presidente da Primeira Turma da Corte, Flávio Dino, o agendamento de uma data para julgamento presencial do caso. Notícias relacionadas: Instituto Marielle Franco cobra julgamento dos mandantes do crime. Dino mantém cassação do mandato do ex-deputado Chiquinho Brazão. Devido ao período de recesso na Corte, que começa no dia 19 deste mês e vai até 1° de fevereiro, o julgamento deve ocorrer em 2026. São réus pela suposta participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos&#8230;</p>
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<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), <strong>liberou para julgamento a ação penal que trata do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes</strong>, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764886843_926_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764886843_34_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Na decisão, o <strong>ministro pediu ao presidente da Primeira Turma da Corte, Flávio Dino, o agendamento de uma data para julgamento presencial do caso.</strong></p>
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<li>Dino mantém cassação do mandato do ex-deputado Chiquinho Brazão.</li>
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<p>Devido ao período de recesso na Corte, que começa no dia 19 deste mês e vai até 1° de fevereiro, o <strong>julgamento deve ocorrer em 2026</strong>.</p>
<p>São réus pela suposta participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente. </p>
<p>Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de realizar os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os <strong>irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.</strong></p>
<p>Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de realizar o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa. </p>
<p>De acordo com a investigação realizada pela Polícia Federal, o <strong>assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão</strong>, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.</p>
<p>Nos depoimentos prestados durante a investigação, os acusados negaram participação no assassinato.</p>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/moraes-pede-data-para-julgar-reus-pelo-assassinato-de-marielle-franco">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 04 Dec 2025 19:16:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Moraes nega pedido de assassino de Marielle para receber R$ 249 mil</title>
		<link>https://weeknews.online/moraes-nega-pedido-de-assassino-de-marielle-para-receber-r-249-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 18:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[a prisão domiciliar por razões de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Assasinato de Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Marielle: Moraes mantém prisão de Brazão e Rivaldo Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquinho teve concedida]]></category>
		<category><![CDATA[condenado a mais de 78 anos de prisão pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco e o do motorista Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Em abril]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes mantém prisão de 2 acusados pelo assassinato de Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Ronnie Lessa]]></category>
		<category><![CDATA[Sete anos sem Marielle: saiba quem são os envolvidos no crime]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/moraes-nega-pedido-de-assassino-de-marielle-para-receber-r-249-mil/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido feito pelo ex-policial militar Ronnie Lessa para receber R$ 249 mil em salários retroativos aos anos de 2019 a 2023, quando foi expulso da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Lessa foi condenado a mais de 78 anos de prisão pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco e o do motorista Anderson Gomes, em uma emboscado na região central do Rio de Janeiro, em 2018. No carro estava também a assessora parlamentar Fernanda Chaves, que foi atingida por estilhaços. Ele confessou ser o autor dos disparos e fechou acordo de colaboração premiada para identificar os mandantes do crime.  A defesa do ex-policial pediu ao Supremo a liberação do soldo atrasado da&#8230;</p>
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<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido feito pelo ex-policial militar Ronnie Lessa para receber R$ 249 mil em salários retroativos aos anos de 2019 a 2023, quando foi expulso da Polícia Militar do Rio de Janeiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748025614_486_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748025614_158_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Lessa foi condenado a mais de 78 anos de prisão pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco e o do motorista Anderson Gomes, em uma emboscado na região central do Rio de Janeiro, em 2018. No carro estava também a assessora parlamentar Fernanda Chaves, que foi atingida por estilhaços. Ele confessou ser o autor dos disparos e fechou acordo de colaboração premiada para identificar os mandantes do crime. </p>
<p><strong>A defesa do ex-policial pediu ao Supremo a liberação do soldo atrasado da época em que Lessa era policial militar, além de R$ 13,1 mil bloqueados desde a prisão, bem como celulares, dispositivos eletrônicos e documentos de imóveis. O argumento foi o de que a medida está prevista nos termos da delação premiada.</strong></p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/2019-03-14t153312z_2015129942_rc1dad834300_rtrmadp_3_brazil-violence.jpg" alt="Ronnie Lessa, suspeito do assassinato da vereadora Marielle Franco, é escoltada por um policial quando ele deixa o departamento de homicídios para prestar depoimento na justiça Rio de Janeiro." title="REUTERS / Lucas Landau /Direitos reservados"/><br />
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<p><!--copyright=135179-->Defesa de Ronnie Lessa, assassino de Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, pediu ao STF liberação do soldo atrasado da época em que Lessa era policial militar, além de R$ 13,1 mil bloqueados desde a prisão  &#8211; <strong>REUTERS / Lucas Landau /Direitos reservados</strong><!--END copyright=135179--></p>
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<p><strong>&gt;&gt;Sete anos sem Marielle: saiba quem são os envolvidos no crime</strong></p>
<p><strong>Ao negar o pedido, Moraes afirmou que os benefícios previstos no contrato de colaboração só podem ser concedidos após o julgamento dos mandantes do crime, único momento em que será possível verificar se a delação foi ou não eficaz para esclarecer o crime</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A delação inútil, as informações vazias ou insuficientes, a participação irrelevante do delator geram a inefetividade da delação e não permitem que se obtenham as vantagens prometidas e acordadas com o Ministério Público”, escreveu o ministro, que é relator da ação penal no Supremo sobre os mandantes do crime.</p>
</blockquote>
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<p><strong>Na delação, Lessa apontou o deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ) e seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).</strong></p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/53611361250_c0a484d0ee_o.jpg" alt="Caso Marielle Franco - Domingos Brazão, seu irmão Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa. Os três foram presos por forte envolvimento com o assassinato de Marielle Franco Foto: Alerj, ABr e Câmara Deputados" title="Alerj"/><br />
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<p><!--copyright=378116-->Caso Marielle Franco &#8211; Domingos Brazão, seu irmão Chiquinho Brazão, acusados por Lessa como mandantes do assassinato Foto: Alerj, ABr e Câmara Deputados &#8211; <strong>Alerj</strong><!--END copyright=378116--></p>
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<p>Réus no Supremo, os dois estão presos preventivamente desde março de 2024, sendo que Chiquinho teve concedida, em abril, a prisão domiciliar por razões de saúde.</p>
<p><strong>Não há prazo certo para que o caso seja julgado em definitivo pelo Supremo, embora a tramitação da ação penal já se encontre em estágio avançado</strong>.</p>
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    </div>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-05/moraes-nega-pedido-de-assassino-de-marielle-para-receber-r-249-mil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 23 May 2025 15:26:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/moraes-nega-pedido-de-assassino-de-marielle-para-receber-r-249-mil/">Moraes nega pedido de assassino de Marielle para receber R$ 249 mil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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