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	<title>Arquivo de Lei Maria da Penha Vai à Escola - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Lei Maria da Penha Vai à Escola - WeekNews</title>
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		<title>Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba o que é misoginia; lei pode criminalizar discurso de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[Um quarto das estudantes adolescentes já foi alvo de violência sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica. A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino. Notícias relacionadas: Um quarto das estudantes adolescentes já foi alvo de violência sexual. Saiba o que é misoginia; lei pode criminalizar discurso de ódio. Para especialistas, alfabetização na idade correta é marco para o país. O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre&#8230;</p>
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				</p>
<p>Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14164.htm" target="_blank">Lei Maria da Penha Vai à Escola</a> (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774538456_399_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774538456_776_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Um quarto das estudantes adolescentes já foi alvo de violência sexual.</li>
<li>Saiba o que é misoginia; lei pode criminalizar discurso de ódio.</li>
<li>Para especialistas, alfabetização na idade correta é marco para o país.</li>
</ul>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.</p>
<p><strong>Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. </strong>“Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”</p>
<blockquote>
<p>“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.</p>
</blockquote>
<h2>Instituições públicas</h2>
<p>Durante a cerimônia <strong>Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília</strong>, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.</p>
<p><strong>O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.</strong></p>
<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”</p>
<p>A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.</p>
<blockquote>
<p>“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”</p>
</blockquote>
<p>O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.</p>
<blockquote>
<p>“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais.</strong> “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”</p>
<h2>Mulheres Mil</h2>
<p>No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.</p>
<p><strong>A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</strong></p>
<p>O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.</p>
<p>Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme <em>Mulheres Mil</em>, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na <strong>vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.</strong></p>
<p><strong>As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.</strong></p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/escolas-terao-conteudos-de-prevencao-violencia-contra-mulher">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 25 Mar 2026 14:47:00 -0300 </p>

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