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	<title>Arquivo de Lula cogita &quot;medidas drásticas&quot; para conter alta dos alimentos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Lula cogita &quot;medidas drásticas&quot; para conter alta dos alimentos - WeekNews</title>
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		<title>Clima e foco em exportação explicam alta de alimentos no longo prazo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 13:51:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da Carta do Ibre, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O texto, assinado pelo economista Luiz Guilherme Schymura, traz a colaboração de outros pesquisadores do Ibre e aponta motivos que explicam a inflação de alimentos subir em velocidade maior que a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A análise aponta que a alta no preço da comida&#8230;</p>
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<p>Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portalibre.fgv.br/sites/default/files/2025-03/03ce2025cartadoibre.pdf">Carta do Ibre</a>, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742133082_360_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742133082_131_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto, assinado pelo economista Luiz Guilherme Schymura, traz a colaboração de outros pesquisadores do Ibre e aponta motivos que explicam a <strong>inflação de alimentos subir em velocidade maior que a inflação oficial do país</strong>, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A análise aponta que a alta no preço da comida é reflexo do fato de a produção no campo não acompanhar a demanda da população.</p>
<p>O IPCA de fevereiro mostrou que a inflação do grupo alimentos e bebidas subiu 7,25% no acumulado de 12 meses, acima do índice geral, que apresentou alta de 4,56%. A Carta do Ibre observa esse descolamento entre inflação da comida e inflação geral durante um tempo mais longo.</p>
<blockquote>
<p>“Entre 2012 e 2024, o item alimentação no domicílio teve alta de 162%, enquanto o IPCA geral elevou-se 109%”, afirma o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Clima e dólar</h2>
<p>O Ibre ressalta que “a alta dos alimentos – que tem peso maior na cesta de consumo dos mais pobres – no Brasil e no mundo é um processo que já tem quase duas décadas, com muitos e complexos fatores explicativos”.</p>
<p>Schymura destaca como responsáveis pelo descasamento entre a inflação dos alimentos e o índice geral as mudanças climáticas, com aumento de eventos extremos e maior imprevisibilidade meteorológica, que “provocam perturbações crescentes na oferta de commodities [mercadorias negociadas com preços internacionais] e produtos alimentícios, num processo que afeta diversas partes do globo e, de forma bastante nítida e relevante, o Brasil”.</p>
<p>A análise frisa que efeitos negativos das mudanças climáticas começaram a emergir claramente a partir de meados dos anos 2000, com efeitos ainda mais negativos em partes mais quentes do globo, como no Brasil.</p>
<p>O documento assinala também que a “expressiva desvalorização cambial” possui parcela de culpa no encarecimento dos alimentos, uma vez que estimula a exportação.</p>
<p><strong>Com o real desvalorizado, vender para outros países e obter receita em dólar torna mais lucrativa a atividade do produtor.</strong></p>
<p>Mais um impacto do fator câmbio alto é o encarecimento de insumos agrícolas importados, como defensivos, fertilizantes, máquinas e equipamentos.</p>
<p>Outro elemento apontado são políticas internas de incentivo ao consumo, como “forte aumento real do salário mínimo e a ampliação expressiva do Bolsa Família”. Com mais renda, a população tende a aumentar o consumo, pressionando a relação produção x demanda.</p>
<p> </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/_mg_4117_0.jpg" alt="Muçum (RS), 22/06/2024 - Tiago Dalmolin e seus filhos na varanda da sua casa, após enchente que atingiu toda a região. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/_mg_4117_0.jpg" alt="Muçum (RS), 22/06/2024 - Tiago Dalmolin e seus filhos na varanda da sua casa, após enchente que atingiu toda a região. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/><br />
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<p><!--copyright=390027-->Destruição causada por enchentes na cidade de Muçum, no Rio Grande do Sul. <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=390027--></p>
</div>
</div>
<h2>Produção agrícola</h2>
<p>A publicação da FGV traz dados que apontam perda de velocidade na oferta de alimentos. “O crescimento da produção agrícola mundial, que teve ritmo médio de cerca de 2,6% ao ano nas décadas de 1990 e 2000, desacelerou para 1,9% nos anos 2010”.</p>
<p>O Ibre detalha cenários específicos do Brasil. <strong>“O Brasil não está produzindo comida suficiente para o próprio país e o mundo”. Um dos motivos para isso é troca de culturas – alimentos dando lugar a soja e milho.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A produção das lavouras está crescendo menos do que o necessário para atender à demanda interna e externa de alimentos voltados especialmente para consumo humano; uma parte da área plantada aparentemente está saindo dos alimentos e indo para esses produtos mais voltados à exportação”.</p>
</blockquote>
<p>O Ibre detalha aumentos específicos no preço da alimentação no domicílio de 2012 a 2024, como frutas (subiram 299%), hortaliças e verduras (246%), cereais, legumes e oleaginosas (217%), e tubérculos, raízes e legumes (188%), enquanto o índice geral de inflação foi 109%.</p>
<h2>Área plantada</h2>
<p>O estudo mostra que a área total plantada no Brasil aumentou de 65,4 milhões de hectares em 2010 para 96,3 milhões em 2023. Mas essa expansão se deve basicamente à soja e ao milho. Sem essas duas culturas, voltadas à exportação, a área plantada ficou estável, registrando 29,1 milhões de hectares em 2010, e 29,3 milhões em 2023.</p>
<p><strong>Segundo o Ibre, a produção de feijão por habitante no Brasil caiu 20%; e do arroz, 22%, quando se compara 2024 com 2012.</strong></p>
<p>“A área plantada de arroz no Brasil passou de 2,8 milhões de hectares em 2010 para 1,6 milhão em 2024, o que reforça a ideia de que culturas de alimentos estão dando lugar a culturas de exportação, especialmente de soja e milho”, escreve Schymura</p>
<p>O pesquisador frisa que a produção por habitante de quase todas as principais frutas caiu no Brasil a partir do início da década passada. No caso da banana, essa queda foi de 10%; no da maçã, de 5,6%; no da laranja, de 20% (afetada pelo greening, um tipo de praga); no do mamão, de 40%; e no da tangerina, de 8%. A exceção foi a uva, com aumento de 9%.</p>
<p> </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/inflacion1.jpg" alt="Brasília (DF) 10/01/2025 - Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta&#13;&#10;Percentual é o mais alto desde 2022 (5,79%)&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Grãos à venda em mercado de Brasília.  <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=410839--></p>
</div>
</div>
<h2>Hortaliças e verduras</h2>
<p>Em relação a hortaliças e verduras, segundo item de alimentação no domicílio que mais cresceu acima do IPCA em 2012-2024, o economista lembra que são culturas mais vulneráveis a climas adversos.</p>
<blockquote>
<p>“Outra hipótese, que não exclui a primeira, é o aumento Título 2da demanda em função de mudança de hábitos, como a busca de alimentação mais saudável. Por fim, o crescimento das áreas urbanas, em detrimento dos ‘cinturões verdes’, e o encarecimento da mão de obra também podem ser fatores que restringem a produção de hortifrutigranjeiros”, sugere.</p>
</blockquote>
<h2>Carne</h2>
<p>A análise aponta também fatores que tornam a carne mais cara, como o “clico do boi”, que provoca redução da oferta a cada cinco anos, aproximadamente.</p>
<p>A demanda de outros países pela carne brasileira apresenta também um fator de encarecimento. Houve, diz o Ibre, grande aumento da exportação do produto desde 2017, enquanto a produção nacional se manteve relativamente estável.</p>
<p>Segundo a publicação,<strong> em 2017, a disponibilidade de carne bovina para consumo doméstico foi de 39,9 kg/habitante, indicador que caiu para 36,1 em 2023</strong> – patamar mais baixo desde pelo menos 2013.</p>
<p>Além disso, observa a análise, a produção de carne também vem sendo afetada pelas mudanças climáticas, com destaque, em 2021, para o dano às pastagens causado pela forte seca.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>A Carta do Ibre conclui que “a alta dos alimentos não é um fenômeno passageiro” e recomenda as seguintes políticas de suprimento e segurança alimentar:</p>
<ul>
<li><strong>Foco nas culturas que produzem diretamente alimentos para a mesa dos brasileiros.</strong></li>
<li><strong> Monitoramento da produção</strong></li>
<li><strong> Recomposição de estoques públicos</strong></li>
<li><strong> Silagem (estruturas de armazenamento)</strong></li>
<li><strong> Vias de escoamento</strong></li>
<li><strong> Crédito focalizado</strong></li>
</ul>
<h2>Cultura de exportação</h2>
<p>Em relação às culturas de exportação, Schymura comenta que “não se trata de restringir”. Ele afirma que a soja, por exemplo, traz muitos benefícios ao país, na forma de entrada de moeda estrangeira e da “consequente estabilização macroeconômica propiciada por elas”. Ele assinala ainda que essas culturas permitem o barateamento das rações, que são insumo nas cadeias de proteínas animais.</p>
<blockquote>
<p>“O foco deve ser o de estimular a produção adicional de alimentos, e não dificultar outras áreas do agronegócio. Não se trata de um jogo de soma zero”, conclui.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=281091:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/dolar_moeda_0803221210.jpg" alt="Dólar" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/dolar_moeda_0803221210.jpg" alt="Dólar" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=281091 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=281091-->Nota de 100 dólares americanos. <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=281091--></p>
</div>
</div>
<h2>Derrubada de impostos</h2>
<p>O preço dos alimentos é uma das principais preocupações atuais do governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a dizer que cogita “medidas drásticas” para conter a pressão de alta.</p>
<p>Na quinta-feira da semana passada (6), o governo decidiu zerar o Imposto de Importação de nove tipos de alimentos, na tentativa de baratear preços.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz acreditar que a supersafra esperada para este ano seja fator de alívio na inflação de alimentos.</p>
<p>De acordo com estimativa anunciada nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos 2024/25 será de 328,3 milhões de toneladas, expansão de 10,3% ante a safra 2023/24.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no-longo-prazo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 16 Mar 2025 10:12:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no-longo-prazo/">Clima e foco em exportação explicam alta de alimentos no longo prazo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Haddad prevê queda da inflação em 2025 por causa de super safra</title>
		<link>https://weeknews.online/haddad-preve-queda-da-inflacao-em-2025-por-causa-de-super-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 01:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba quais alimentos terão tarifa zero de importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na noite desta sexta-feira (7) que a inflação dos alimentos deverá diminuir em 2025, influenciada principalmente pela super safra prevista para este ano. O ministro acrescentou que a queda do dólar também deverá ajudar na desaceleração inflacionária.     “Eu acredito que uma série de produtos que estão mais caros hoje vão ter os seus preços reduzidos com a entrada da safra, que vai ser muito expressiva esse ano. Vai ser uma supersafra, ao contrário do ano passado”, disse em entrevista ao Flow Podcast, na capital paulista. “A safra do ano passado não foi tão boa, teve um aumento de preço. Teve seca, teve inundação no Rio Grande do Sul, o que afetou produção de arroz, teve seca&#8230;</p>
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<p>O <strong>ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na noite desta sexta-feira (7) que a inflação dos alimentos deverá diminuir em 2025, influenciada principalmente pela super safra</strong> prevista para este ano. O ministro acrescentou que a queda do dólar também deverá ajudar na desaceleração inflacionária.    <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741397838_949_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741397838_40_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Eu acredito que uma série de produtos que estão mais caros hoje vão ter os seus preços reduzidos com a entrada da safra, que vai ser muito expressiva esse ano. Vai ser uma supersafra, ao contrário do ano passado”, disse em entrevista ao Flow Podcast, na capital paulista.</p>
</blockquote>
<p>“A safra do ano passado não foi tão boa, teve um aumento de preço. Teve seca, teve inundação no Rio Grande do Sul, o que afetou produção de arroz, teve seca no Centro-Oeste, afetou outras culturas, você teve problema com o milho, que ficou caro. A galinha come milho, então o frango ficou caro, o ovo ficou caro”, acrescentou.</p>
<p>Haddad destacou ainda o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) alcançado pelo país em 2024, que atingiu 3,4%, um dos maiores do mundo. O <strong>ministro ressaltou que, em 2025, a elevação do PIB deverá ser um pouco menor em razão da inflação</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“A previsão do Ministério da Fazenda é um crescimento de 2,5% para esse ano 2025”, disse.</p>
</blockquote>
<p>“Previsão é previsão, você pode errar. Mas eu acredito que nós vamos continuar crescendo com um pouquinho mais de moderação por causa da inflação”, acrescentou. </p>
<p>Segundo o Haddad, o <strong>país terá de “moderar” na oferta de produtos para acompanhar a demanda e não gerar inflação</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A renda das famílias cresceu, elas estão comprando mais e se a oferta não acompanha o crescimento da demanda, você tem um ajuste no preço, que é o que está acontecendo em alguns produtos agora”.</p>
</blockquote>
<p>“Essa calibragem, ela é fundamental para você continuar crescendo, mas mantendo a inflação minimamente controlada”, acrescentou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/haddad-preve-queda-da-inflacao-em-2025-por-causa-de-super-safra">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 07 Mar 2025 21:57:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/haddad-preve-queda-da-inflacao-em-2025-por-causa-de-super-safra/">Haddad prevê queda da inflação em 2025 por causa de super safra</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Piauí zera imposto de alguns produtos da cesta básica</title>
		<link>https://weeknews.online/piaui-zera-imposto-de-alguns-produtos-da-cesta-basica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 23:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo zera tarifa de importação de 9 alimentos para reduzir preços]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Lula cogita "medidas drásticas" para conter alta dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[novas medidas do governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Fonteles]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba quais alimentos terão tarifa zero de importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governador do Piauí, Rafael Fonteles, anunciou nesta sexta-feira (7) a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns produtos da cesta básica. A medida entra em vigor no dia 1º de abril e tem a finalidade de baixar o custo dos alimentos para a população. No estado, os itens que terão isenção total do imposto são: arroz, feijão, farinha de mandioca, hortaliças, frutas frescas, ovos, leite in natura e pasteurizado, além de carnes e derivados de aves, suínos, caprinos e ovinos, sejam eles vivos, abatidos ou processados. Também entram na lista produtos como banha suína, fava comestível, polvilho de mandioca e sal de cozinha. Além disso, alguns produtos terão um regime tributário especial, com redução da base de cálculo do ICMS para 7%.&#8230;</p>
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<p>O governador do Piauí, Rafael Fonteles, anunciou nesta sexta-feira (7) a <strong>isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns produtos da cesta básica.</strong> A medida entra em vigor no dia 1º de abril e tem a finalidade de baixar o custo dos alimentos para a população.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741388481_260_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741388482_57_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No estado, <strong>os itens que terão isenção total do imposto são: arroz, feijão, farinha de mandioca, hortaliças, frutas frescas, ovos, leite <em>in natura</em> e pasteurizado, além de carnes e derivados de aves, suínos, caprinos e ovinos, sejam eles vivos, abatidos ou processados.</strong> <strong>Também entram na lista produtos como banha suína, fava comestível, polvilho de mandioca e sal de cozinha.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>alguns produtos terão um regime tributário especial, com redução da base de cálculo do ICMS para 7%. </strong>Entre eles estão café em grão cru ou torrado e moído (exceto solúvel ou descafeinado), óleo vegetal comestível (exceto de oliva), margarina, creme vegetal, leite em pó e pó para preparo de bebida láctea em embalagem de até 200 gramas.</p>
<p>De acordo com Fonteles, a medida faz parte dos esforços do governo para reduzir os preços dos alimentos essenciais. “Essa é uma lei sancionada ainda no ano passado, acompanhada de um decreto, que garante a isenção de ICMS para diversos produtos da cesta básica. O estado do Piauí está contribuindo diretamente para a redução dos preços dos alimentos”, afirmou o governador, em rede social.</p>
<p>Nesta quinta-feira (6), o vice-presidente da República Geraldo Alckmin anunciou novas medidas do governo federal para reduzir o custo dos itens da cesta básica, incluindo a isenção da alíquota de importação. Alckmin solicitou também aos estados que zerem o ICMS sobre esses produtos.</p>
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<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/piaui-zera-imposto-de-alguns-produtos-da-cesta-basica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 07 Mar 2025 19:33:00 -0300 </p>

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