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	<title>Arquivo de Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas - WeekNews</title>
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		<title>Espera por Margem Equatorial custa R$ 4 milhões por dia, diz federação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 22:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Especialistas alertam para risco de novas frentes de petróleo no país]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[a diretora de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[criticou a espera]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em entrevista em outubro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura similar funciona em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Única dos Petroleiros]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[instalação de um centro de tratamento de animais em Oiapoque]]></category>
		<category><![CDATA[leiloou novos blocos exploratórios na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobras conclui unidade exigida para licença da Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras reduz em 14% preço do gás natural para distribuidoras]]></category>
		<category><![CDATA[que aumentava os custos da companhia]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como se formaram a Margem Equatorial e o petróleo da região]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvia Anjos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) criticou nesta segunda-feira (28) a demora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em decidir sobre a exploração de petróleo na chamada Margem Equatorial.  Órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ibama reconsidera um pedido da Petrobras para explorar petróleo na região, tida como um novo pré-sal, por causa do potencial reservatório que se acredita haver na região. Notícias relacionadas: Petrobras conclui unidade exigida para licença da Margem Equatorial. Petrobras reduz em 14% preço do gás natural para distribuidoras . Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas. Em comunicado à imprensa, a FUP afirma que não há justificativa técnica por parte do Ibama para postergar&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A Federação Única dos Petroleiros (FUP) criticou nesta segunda-feira (28) a demora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em decidir sobre a exploração de petróleo na chamada Margem Equatorial. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753740006_293_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753740007_745_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ibama reconsidera um pedido da Petrobras para explorar petróleo na região, tida como um novo pré-sal, por causa do potencial reservatório que se acredita haver na região.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Petrobras conclui unidade exigida para licença da Margem Equatorial.</li>
<li>Petrobras reduz em 14% preço do gás natural para distribuidoras .</li>
<li>Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas.</li>
</ul>
<p>Em comunicado à imprensa, a FUP afirma que não há justificativa técnica por parte do Ibama para postergar para 12 de agosto uma reunião com a Petrobras sobre o planejamento da Avaliação Pré-Operacional (APO) na Margem Equatorial. A APO é a última etapa do processo de licenciamento ambiental e simula uma situação de emergência por vazamento de óleo.</p>
<blockquote>
<p>“Por que da protelação do Ibama?”, questiona o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar. Para ele,  o Ibama “está retardando o processo de licenciamento e impondo custos adicionais ao país de mais de R$ 4 milhões por dia com o aluguel de sonda de perfuração”.</p>
</blockquote>
<p>Bacelar afirma que o equipamento está parado no litoral do Pará há mais de 20 dias, à espera de autorização do Ibama para realização do simulado preventivo.</p>
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<p><strong>Para o dirigente da FUP, a reunião poderia ocorrer ainda nesta semana. “Bastaria o Ibama marcar a APO”, disse Bacelar, que reconhece a importância do aval do Ibama. “O Ibama é um órgão importante, com corpo técnico sério e competente.”</strong></p>
<p>Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o Ibama explicou que a Petrobras sugeriu a antecipação da reunião em oito dias, mas o instituto reiterou a data de 12 de agosto, “uma vez que já há inúmeras atividades preparatórias em curso para realização da APO”. </p>
<p>O Ibama informou ainda que continua empenhado em contribuir para o eficiente andamento do processo de licenciamento ambiental, sempre balizado pelo rigor técnico e processual necessário, sobretudo para uma região com as características ambientais da bacia da Foz do Amazonas.</p>
<p>&gt;&gt; Saiba como se formaram a Margem Equatorial e o petróleo da região </p>
<h2>Petrobras</h2>
<p><strong>A Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos por ser tratada como nova e promissora fronteira de exploração de petróleo e gás. Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador.</strong></p>
<p>No Brasil, a área se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá. A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas só tem autorização do Ibama para perfurar dois, na costa do Rio Grande do Norte.</p>
<p>A exploração é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção de especialistas de que se trata de uma contradição à transição energética, que preza por menos combustíveis fósseis e mais energia renovável, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.</p>
<p>&gt;&gt; Especialistas alertam para risco de novas frentes de petróleo no país</p>
<p>A busca pela licença de exploração de petróleo no bloco FZA-M-59 começou em 2013, quando a petrolífera multinacional britânica BP arrematou a licitação da área. Por decisão estratégica, a companhia repassou a concessão para a Petrobras em 2021.</p>
<p><strong>Em maio de 2023, o Ibama negou a licença para outras áreas, como a da Bacia da Foz do Amazonas, conhecida como bloco FZ-AM-59. A Petrobras pediu ao Ibama uma reconsideração e espera uma decisão.</strong></p>
<p>A Petrobras insiste que a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo na próxima década. Em entrevista em outubro de 2024, a diretora de Exploração e Produção (E&amp;P) da Petrobras, Sylvia Anjos, criticou a espera, que aumentava os custos da companhia.</p>
<p>A estatal tem afirmado que seguirá padrões de segurança para evitar acidentes ambientais e frisa que, apesar do nome Foz do Amazonas, o local fica a 540 quilômetros da foz do rio propriamente dita.</p>
<p>Em abril, a Petrobras informou que concluiu uma das últimas exigências do Ibama, a instalação de um centro de tratamento de animais em Oiapoque, no Amapá, para o caso de derramamento de óleo. Uma estrutura similar funciona em Belém. </p>
<p>Apesar de não haver ainda a licença ambiental, em junho, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador da atividade, leiloou novos blocos exploratórios na Foz do Amazonas. </p>
<p> Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/espera-por-margem-equatorial-custa-r-4-milhoes-por-dia-diz-federacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Jul 2025 17:54:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Ibama aprova plano da Petrobras sobre fauna na Foz do Amazonas</title>
		<link>https://weeknews.online/ibama-aprova-plano-da-petrobras-sobre-fauna-na-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 01:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alcolumbre vê avanço para exploração de petróleo na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama pede à Petrobras mais dados para perfurar na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aprovou o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) apresentado pela Petrobras como parte do Plano de Emergência Individual (PEI), conforme informou a empresa petrolífera. O plano é uma das medidas para a obtenção da licença ambiental para perfuração de poço exploratório em águas profundas do litoral do Amapá, na Bacia da Foz do Amazonas. De acordo com o Ibama, “a aprovação do conceito do PPAF indica que o plano, em seus aspectos teóricos e metodológicos, atendeu aos requisitos técnicos exigidos e está apto para a próxima etapa: a realização de vistorias e simulações de resgate de animais da fauna oleada”. Na próxima e última etapa prevista no processo&#8230;</p>
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<p>O<strong> Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aprovou o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) apresentado pela Petrobras</strong> como parte do Plano de Emergência Individual (PEI), conforme informou a empresa petrolífera.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747705691_555_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747705691_751_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <strong>plano é uma das medidas para a obtenção da licença ambiental para perfuração de poço exploratório em águas profundas do litoral do Amapá</strong>, na <strong>Bacia da Foz do Amazonas</strong>.</p>
<p>De acordo com o Ibama, <strong>“a aprovação do conceito do PPAF indica que o plano, em seus aspectos teóricos e metodológicos, atendeu aos requisitos técnicos exigidos e está apto para a próxima etapa</strong>: a <strong>realização de vistorias e simulações de resgate de animais da fauna oleada</strong>”.</p>
<p>Na<strong> próxima e última etapa prevista no processo de licenciamento</strong>, a Petrobras e o Ibama realizarão uma <strong>simulação <em>in loco</em> das ações de resposta a emergência</strong>, a Avaliação Pré-Operacional (APO). Nesse exercício, <strong>será simulado um evento acidental de vazamento de óleo, com o objetivo de avaliar a eficácia do plano de emergência para a atividade de perfuração</strong>.</p>
<p>O <strong>Ibama avaliará a eficiência dos equipamentos, a agilidade na resposta, o cumprimento dos tempos de atendimento à fauna previstos e a comunicação com autoridades e partes interessadas</strong>. O exercício envolverá mais de 400 pessoas e contará com recursos logísticos como embarcações de grande porte, helicópteros e uma sonda de perfuração, que será posicionada no local a ser perfurado.</p>
<p>Nesta etapa, a <strong>Petrobras terá de demonstrar a capacidade de atuar com prontidão para poder receber a licença para perfuração do poç</strong>o.</p>
<p>A <strong>presidente da Petrobras</strong>, <strong>Magda Chambriard,</strong> disse que a <strong>“companhia vem cumprindo de forma diligente todos os requisitos e procedimentos estabelecidos pelos órgãos reguladores, licenciadores e fiscalizadores</strong>&#8220;.</p>
<p>&#8220;Temos total respeito pelo rigor do licenciamento ambiental que esse processo exige. Estamos satisfeitos em avançar para essa última etapa e em poder comprovar que estamos aptos a atuar de forma segura na costa do Amapá. Vamos instalar na área a maior estrutura de resposta à emergência já vista em águas profundas e ultra-profundas”, explicou. </p>
<p>De acordo com a companhia, “a confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial poderá abrir uma importante fronteira energética para o país, que se desenvolverá de forma integrada com outras fontes de energia e contribuirá para que o processo de transição energética ocorra de forma justa, segura e sustentável”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/ibama-aprova-plano-da-petrobras-sobre-fauna-na-foz-do-amazonas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 19 May 2025 21:39:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Indústria de defesa tem R$ 112,9 bilhões em investimentos</title>
		<link>https://weeknews.online/industria-de-defesa-tem-r-1129-bilhoes-em-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 18:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Vida: governo fará nova seleção com 100 mil imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Indústria Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras assina contrato de venda de petróleo com estatal indiana]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal apresentou nesta quarta-feira (12) os investimentos que estão sendo feitos para impulsionar o desenvolvimento de tecnologias de interesse para a soberania e defesa nacionais, como lançadores de foguetes, radares e satélites. Os recursos somam R$ 112,9 bilhões, sendo R$ 79,8 bilhões de recursos públicos e R$ 33,1 bilhões do setor privado. Os projetos estão ligados à Missão 6 do programa Nova Indústria Brasil (NIB), que completou um ano em janeiro e foi celebrado hoje em evento no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que coordena o NIB, destacou a ampliação da exportação e crescimento da indústria em 2024. “Nós crescemos o ano&#8230;</p>
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<p>O governo federal apresentou nesta quarta-feira (12) os investimentos que estão sendo feitos para impulsionar o desenvolvimento de tecnologias de interesse para a soberania e defesa nacionais, como lançadores de foguetes, radares e satélites. Os recursos somam R$ 112,9 bilhões, sendo R$ 79,8 bilhões de recursos públicos e R$ 33,1 bilhões do setor privado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739383532_927_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739383533_378_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os projetos estão ligados à Missão 6 do programa Nova Indústria Brasil (NIB), que completou um ano em janeiro e foi celebrado hoje em evento no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que coordena o NIB, destacou a ampliação da exportação e crescimento da indústria em 2024. “Nós crescemos o ano passado, a indústria em geral 3,1%, a indústria de transformação, 3,7%, o dobro da média mundial. O dobro da média do mundo foi o crescimento da indústria brasileira o ano passado. Exportações da indústria de transformação somaram US$ 189 bilhões, que também foi recorde. E recorde também na criação de emprego e de renda para nossa população”, comemorou.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=413700:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/nova-industria-brasil_mcamgo_abr_12022025-4.jpg" alt="Brasília (DF), 12/02/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da cerimônia que celebra um ano do programa Nova Indústria Brasil e do lançamento da Missão 6: Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacionais, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/nova-industria-brasil_mcamgo_abr_12022025-4.jpg" alt="Brasília (DF), 12/02/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da cerimônia que celebra um ano do programa Nova Indústria Brasil e do lançamento da Missão 6: Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacionais, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=413700 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=413700-->Brasília (DF), 12/02/2025 &#8211; Geraldo Alckmin destacou o crescimento da indústria no último ano &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=413700--></h6>
</p>
</div>
<p>Só na área de defesa, segundo Alckmin, estratégica para a indústria nacional, o Brasil exportou, em 2024, US$ 1,8 bilhão, aumento de 22% em relação a 2023. No ano anterior, as exportações haviam somado US$ 1,5 bilhão, um crescimento expressivo de 123% em comparação a 2022.</p>
<p>A NIB é uma política industrial com seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, transição ecológica e modernização do parque industrial. O programa foca nos setores da agroindústria, saúde, infraestrutura urbana, tecnologia da informação, bioeconomia e defesa e visa impulsionar o desenvolvimento nacional até 2033 com instrumentos como subsídios, empréstimos com juros reduzidos e ampliação de investimentos.</p>
<p>No total, a indústria brasileira já conta com R$ 3,4 trilhões em investimentos públicos e privados anunciados. O investimento público é de R$ 1,2 trilhão, incluindo recursos do Plano Mais Produção (P+P), braço de financiamento da NIB, e de programas relacionados, como o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Plano de Transformação Ecológica. Já o setor produtivo anunciou R$ 2,2 trilhões em investimentos da produção nacional nos próximos anos.</p>
<h2>Soberania e defesa</h2>
<p>Apenas para a Missão 6, apresentada hoje, dos R$ 79,8 bilhões em recursos públicos, R$ 42,1 bilhões já foram alocados em 2023 e 2024 e R$ 37,7 bilhões estão disponíveis até 2026. Os investimentos incluem o PAC Defesa, com R$ 31,4 bilhões para projetos como o caça Gripen, o cargueiro KC-390, viaturas blindadas, fragatas e submarinos.</p>
<p>Já o investimento privado de R$ 33,1 bilhões será dividido entre os setores aeroespacial e defesa (R$ 23,7 bilhões), nuclear (R$ 8,6 bilhões) e segurança e outros (R$ 787 milhões). Durante o evento, a Embraer assinou cartas de financiamentos de R$ 331 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de R$ 2,1 bilhões com a Finep – empresa pública de financiamento de projetos ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Este último é para a aquisição de até 16 aeronaves da Embraer por uma companhia aérea dos Estados Unidos.</p>
<p>A Finep também investe em projetos estratégicos, como o reator multipropósito brasileiro e o foguete de decolagem para veículos hipersônicos, com R$ 4,2 bilhões já investidos e previsão de mais R$ 331 milhões.</p>
<p>A Missão 6 visa fortalecer as cadeias produtivas de satélites, veículos lançadores e radares, definidas como prioritárias com base na existência de capacidades locais construídas, potencial de geração de exportações de alta intensidade tecnológica e de geração de empregos qualificados.</p>
<p>A meta é alcançar 55% de domínio das tecnologias críticas para a defesa até 2026, e 75% até 2033. Atualmente, o Brasil domina 42,7% das tecnologias críticas, definidas a partir de lista de 39 projetos estratégicos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.</p>
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<p> Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-02/industria-de-defesa-tem-r-1129-bilhoes-em-investimentos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Feb 2025 14:28:00 -0300 </p>

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		<title>Petrobras assina contrato de venda de petróleo com estatal indiana</title>
		<link>https://weeknews.online/petrobras-assina-contrato-de-venda-de-petroleo-com-estatal-indiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 16:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende que Ibama autorize explorar petróleo na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobras diz ter atendido exigências do Ibama sobre Margem Equatorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Petrobras assinou, nesta quarta-feira (12), contrato para exportação de petróleo com a estatal indiana BPCL &#8211; Bharat Petroleum Corporation Limited. O contrato prevê um volume total de venda de até 6 milhões de barris por ano e terá início ainda este ano. O contrato é na modalidade framework, que concede flexibilidade a ambas as partes. Segundo a Petrobras, é um mecanismo que comprovadamente funcionou neste mercado anteriormente. &#8220;Este modelo de contrato facilita todo o processo de marketing. As partes negociam periodicamente, seguindo a realidade vigente do mercado e buscam um acordo comercial que seja compatível com suas alternativas. Se este acordo é alcançado, este contrato pré-aprovado acelera a operação. É uma estratégia para aumentar nossa base de clientes neste mercado&#8221;, explicou o&#8230;</p>
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<p>A Petrobras assinou, nesta quarta-feira (12), contrato para exportação de petróleo com a estatal indiana BPCL &#8211; Bharat Petroleum Corporation Limited. O contrato prevê um volume total de venda de até 6 milhões de barris por ano e terá início ainda este ano.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739377828_628_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739377828_554_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O contrato é na modalidade framework, que concede flexibilidade a ambas as partes. Segundo a Petrobras, é um mecanismo que comprovadamente funcionou neste mercado anteriormente. &#8220;Este modelo de contrato facilita todo o processo de marketing. As partes negociam periodicamente, seguindo a realidade vigente do mercado e buscam um acordo comercial que seja compatível com suas alternativas. Se este acordo é alcançado, este contrato pré-aprovado acelera a operação. É uma estratégia para aumentar nossa base de clientes neste mercado&#8221;, explicou o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser.</p>
<p>O acordo foi assinado em Nova Delhi, na Índia, com a presença de Schlosser. Executivos da companhia participam, esta semana, de missão empresarial ao país, durante a India Energy Week, evento que contou com painel da presidente de estatal, Magda Chambriard.</p>
<p>&#8220;Espera-se com esse contrato aumentar a participação da Índia nas exportações de petróleo da Petrobras. Estamos sempre buscando clientes que valorizam a qualidade do petróleo exportado pela companhia&#8221;, disse o diretor.</p>
<h2>Parceria</h2>
<p>A Índia foi, em 2024, o destino de 4% das exportações de petróleo da Petrobras. Terceiro maior importador do mundo, o país teve cerca de 85% de sua demanda de petróleo suprida por importações no ano passado. Com um potencial incremento em sua demanda energética, impulsionado por um robusto crescimento econômico, a Índia continua sendo um destino relevante para o petróleo brasileiro.</p>
<p>“O contrato representa um passo importante para o fortalecimento das relações comerciais entre a Petrobras e o segmento de refino estatal na Índia”, avalia a estatal brasileira.</p>
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<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/petrobras-assina-contrato-de-venda-de-petroleo-com-estatal-indiana">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Feb 2025 13:06:00 -0300 </p>

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