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	<title>Arquivo de Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump - WeekNews</title>
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		<title>Brasil amenizará efeitos do tarifaço com novos mercados, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 21:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[comércio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo quer aumentar número de setores fora do tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Lula e primeiro-ministro indiano conversam sobre tarifaço dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Costa Filho]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, classificou como “contraproducente” a mistura de agendas políticas e econômicas nas relações dos Estados Unidos com o Brasil. Em evento no Recife, ele disse que a forma como os Estados Unidos utilizam o tarifaço trará consequências ruins em termos de emprego, mas que o Brasil já está se mobilizando para amenizar esses efeitos, acessando novos mercados e destinos para seus produtos. Notícias relacionadas: Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump. Governo quer aumentar número de setores fora do tarifaço. Lula e primeiro-ministro indiano conversam sobre tarifaço dos EUA. Costa Filho participou, neste sábado (9), do seminário Esfera Infra. Ele dividiu a mesa com os ministros das Cidades, Jader Filho; e da Controladoria-Geral&#8230;</p>
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<p>O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, classificou como “contraproducente” a mistura de agendas políticas e econômicas nas relações dos Estados Unidos com o Brasil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754774893_159_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754774893_423_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em evento no Recife, ele disse que a forma como os Estados Unidos utilizam o tarifaço trará consequências ruins em termos de emprego, mas que o Brasil já está se mobilizando para amenizar esses efeitos, acessando novos mercados e destinos para seus produtos.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump.</li>
<li>Governo quer aumentar número de setores fora do tarifaço.</li>
<li>Lula e primeiro-ministro indiano conversam sobre tarifaço dos EUA.</li>
</ul>
<p>Costa Filho participou, neste sábado (9), do seminário Esfera Infra. Ele dividiu a mesa com os ministros das Cidades, Jader Filho; e da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho.</p>
<blockquote>
<p>“Infelizmente, a decisão [dos EUA] foi misturada com a agenda de anistia, de interesse daqueles setores bolsonaristas mais radicais. Defender isso é contraproducente com o Brasil porque emprego não é de direita nem de esquerda. Emprego é do povo brasileiro. Estamos prejudicando milhares de empresas por conta dessa taxação”, disse o ministro de Portos e Aeroportos.</p>
</blockquote>
<h2>Mercados alternativos</h2>
<p>De acordo com o ministro, em pouco menos de 8 meses de governo Donald Trump, os EUA estão sendo “levados à recessão, aumento do desemprego e aumento da inflação, prejudicando a economia mundial”. </p>
<p><strong>Ele disse, no entanto, que, por outro lado, a taxação dos Estados Unidos contra produtos brasileiros acabou por reforçar a estratégia brasileira de buscar mercados alternativos.</strong></p>
<p>“Em pouco menos de dois anos e meio, o governo Lula abriu mais de 390 novos mercados. Eu olho essa decisão dos EUA como um momento de reflexão. Não gostaríamos que tivesse acontecido, mas já que aconteceu, o próprio setor produtivo vai acelerar o que já estava acontecendo ao abrir novos mercados com a Ásia, Europa e outros países”, disse Costa Filho.</p>
<p>O ministro das Cidades, Jader Filho, disse esperar que surjam questionamentos internos no cenário norte-americano, de forma a rever as políticas externas implementadas por aquele país.</p>
<blockquote>
<p>“Tenho a impressão de que as grandes cabeças dos Estados Unidos pressionarão para que essa bola baixe, e que acabe essa loucura que está estabelecida na política internacional norte-americana”, disse Jader Filho.</p>
</blockquote>
<p>Também presente no evento, o ministro da CGU, Vinícuis de Carvalho, chamou a atenção para o fato de o governo Trump ter suspendido algumas legislações norte-americanas que previam punição a empresas americanas que corrompessem servidores públicos de outros países.</p>
<p><strong>O Brasil, segundo ele, tem, desde o fim da ditadura militar, avançado na construção de instituições voltadas à cooperação internacional e à governança multilateral de agendas.</strong></p>
<p>“Isso aconteceu em diversas áreas, e também na de combate e enfrentamento à corrupção, que se dá em cima de três pilares, a transparência, supervisão e sancionamento. Tudo isso em um contexto de criação de capacidades estatais e no contexto de participação da sociedade civil”, disse.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/brasil-amenizara-efeitos-do-tarifaco-com-novos-mercados-diz-ministro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 09 Aug 2025 18:00:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Embraer descarta demissões no Brasil e negocia tarifa zero nos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/embraer-descarta-demissoes-no-brasil-e-negocia-tarifa-zero-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 16:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[aviação]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Embraer]]></category>
		<category><![CDATA[Embraer fica livre de taxação e defende tarifa zero para setor]]></category>
		<category><![CDATA[está submetida à tarifa de 10% determinada pelo presidente americano]]></category>
		<category><![CDATA[governo americano decidiu que aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[peças e componentes de aviação ficam de fora do tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Embraer, fabricante brasileira de aeronaves, que escapou do tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos, descarta demissões aqui no país este ano e está confiante em conseguir reduzir a zero a atual taxação de 10% em cima de aviões e partes que exporta para os americanos. A declaração foi feita nesta terça-feira (5) pelo diretor-executivo da empresa, Francisco Gomes Neto, durante apresentação dos resultados do segundo trimestre da companhia. Notícias relacionadas: Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump. Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço. Embraer fica livre de taxação e defende tarifa zero para setor. “O nosso foco é realmente restaurar a tarifa zero. Ficamos muito felizes de passar de 50% a 10%, o que reduziu bastante&#8230;</p>
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				</p>
<p>A Embraer, fabricante brasileira de aeronaves, que escapou do tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos, descarta demissões aqui no país este ano e está confiante em conseguir reduzir a zero a atual taxação de 10% em cima de aviões e partes que exporta para os americanos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754412063_171_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754412063_679_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A declaração foi feita nesta terça-feira (5) pelo diretor-executivo da empresa, Francisco Gomes Neto, durante apresentação dos resultados do segundo trimestre da companhia.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump.</li>
<li>Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço.</li>
<li>Embraer fica livre de taxação e defende tarifa zero para setor.</li>
</ul>
<p>“O nosso foco é realmente restaurar a tarifa zero. Ficamos muito felizes de passar de 50% a 10%, o que reduziu bastante o impacto para os nossos clientes. Estamos trabalhando com eles para fazer a entrega das aeronaves. Mas, em paralelo, estamos nos esforçando com afinco para restaurar a tarifa zero”, disse.</p>
</blockquote>
<p>A Embraer emprega 18 mil pessoas no Brasil. Desde abril, a empresa, que exporta metade da produção para os Estados Unidos, está submetida à tarifa de 10% determinada pelo presidente americano, Donald Trump.</p>
<p>Nas últimas semanas, houve o receio de que a taxação subisse para 50%. Mas na quarta-feira (30), o governo americano decidiu que aeronaves, motores, peças e componentes de aviação ficam de fora do tarifaço.</p>
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<h2>Empregos</h2>
<p>De acordo com a companhia, a cobrança de 10% que passou a vigorar em abril significa um custo de US$ 65 milhões, cerca de R$ 350 milhões. Desse impacto, 20% foram sentidos no primeiro semestre e 80% devem ser percebidos no restante do ano. Esse valor é cobrado de partes de aviões executivos que a Embraer vende à subsidiária da empresa nos Estados Unidos, mas trata-se de um alívio se comparado à taxação de 50% da qual a empresa escapou.</p>
<blockquote>
<p>“Voltamos para uma situação mais gerenciável, tanto que já incluímos o impacto das tarifas nas nossas projeções financeiras. Estamos mantendo o nosso guidance [projeção] para o ano, e para atendê-lo temos que entregar todos os aviões que estão planejados. No momento, está completamente fora dos nossos planos qualquer tipo de alteração, redução de quadro por causa de redução de produção”, garantiu Neto.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em relação aos aviões comerciais vendidos aos Estados Unidos, o custo é pago pela empresa que compra a aeronave, o que acaba encarecendo o produto.</strong></p>
<p>Francisco Neto disse acreditar que negociações podem trazer de volta a tarifa zero, como nos últimos 45 anos. Ele citou acordos alcançados recentemente pelo Reino Unido e Europa. </p>
<p>Segundo Neto, as negociações se dão por intermédio do governo brasileiro e também diretamente com os americanos.</p>
<h2>Principal mercado</h2>
<p>Os Estados Unidos são o maior mercado de aviação do mundo e absorvem 70% da demanda por jatos executivos da Embraer e 45% de aeronaves comerciais.</p>
<p><strong>O diretor-executivo da companhia aponta a geração de emprego e investimentos nos Estados Unidos como um trunfo para que o governo Trump volte à tarifa zero.</strong></p>
<p>A Embraer emprega quase 3 mil pessoas em solo americano. Incluindo a cadeia de fornecedores locais, o contingente chega a 13 mil. A empresa planeja investir US$ 500 milhões, cerca de R$ 2,8 bilhões, em Dallas, no Texas, e Melbourne, na Flórida, nos próximos 5 anos e contratar mais 5,5 mil funcionários até 2030. As estimativas foram feitas, segundo Neto, em cima de cálculos sem a tarifa de 10%.</p>
<p>O executivo disse que se o governo americano decidir incluir aviões militares como o KC-390 em sua frota aérea, a Embraer projeta mais US$ 500 milhões para uma nova linha de montagem e mais 2,5 mil postos de trabalho.</p>
<p><strong>A empresa ressalta ainda a importância dos seus aviões E175, de até 80 assentos, considerados essenciais para a aviação regional americana.</strong></p>
<p>“Temos boa expectativa que isso venha acontecer”, avalia o diretor-executivo sobre a volta da tarifa zero, enfatizando que a estimativa é de saldo comercial positivo de US$ 8 bilhões para os americanos até 2030. Ou seja, no processo de fabricação de aviões, a Embraer gasta mais com compras nos Estados Unidos do que com vendas para lá.</p>
<h2>Resultado</h2>
<p>O resultado do segundo trimestre apresentado nesta terça-feira pela Embraer aponta que a empresa entregou 61 aeronaves no período, sendo 19 jatos comerciais, 38 executivos e quatro militares. No mesmo período do ano passado, foram 47.</p>
<p>A companhia trabalha com a estimativa de entrega de 77 a 85 aviões comerciais este ano e de 145 a 155 jatos executivos. <strong>A carteira total de pedidos atingiu US$ 29,7 bilhões no segundo trimestre deste ano, a maior já registrada.</strong></p>
<h2>A empresa</h2>
<p><strong>Fundada em 1969, a Embraer já fabricou mais de 9 mil aviões para mais de 100 países e 60 Forças Armadas.</strong> A empresa soma 23 mil funcionários, sendo 18 mil no Brasil, principalmente na sede em São José dos Campos, em São Paulo. Há contingente também nas cidades paulistas de Sorocaba, Botucatu e Gavião Peixoto, além de engenheiros em Florianópolis e Belo Horizonte.</p>
<p>Fora do Brasil e nos Estados Unidos, há uma fábrica em Portugal. Nos últimos anos, a companhia contratou 5 mil pessoas para atender a demanda atual e futura.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/embraer-descarta-demissoes-no-brasil-e-negocia-tarifa-zero-nos-eua">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 05 Aug 2025 12:43:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Lula descarta desafiar EUA, mas diz que Brasil não é republiqueta</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-descarta-desafiar-eua-mas-diz-que-brasil-nao-e-republiqueta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 17:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[36% das exportações brasileiros foram taxadas]]></category>
		<category><![CDATA[analistas têm apontado que essa proposta em discussão no Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump disse que está disposto a conversar com o presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[iniciar negociações]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump fez críticas ao bloco e prometeu retaliar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/lula-descarta-desafiar-eua-mas-diz-que-brasil-nao-e-republiqueta/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil não deve abrir mão de procurar viabilizar uma alternativa ao dólar como moeda para fazer comércio internacional, afirmou neste domingo (3) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante discurso sobre o tarifaço de 50% que os Estados Unidos (EUA) impuseram contra o país. Cerca de 36% das exportações brasileiros foram taxadas pela Casa Branca.  “Eu não vou abrir mão de achar que a gente precisa procurar construir uma moeda alternativa para que a gente possa negociar com os outros países. Eu não preciso ficar subordinado ao dólar”, afirmou o presidente brasileiro. Notícias relacionadas: Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço. Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump. Apesar de os EUA não citarem diretamente a substituição do&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Brasil não deve abrir mão de procurar viabilizar uma alternativa ao dólar como moeda para fazer comércio internacional, afirmou neste domingo (3) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante discurso sobre o tarifaço de 50% que os Estados Unidos (EUA) impuseram contra o país. Cerca de 36% das exportações brasileiros foram taxadas pela Casa Branca. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754243299_449_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754243300_19_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Eu não vou abrir mão de achar que a gente precisa procurar construir uma moeda alternativa para que a gente possa negociar com os outros países. Eu não preciso ficar subordinado ao dólar”, afirmou o presidente brasileiro.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço.</li>
<li>Lula reafirma disposição de diálogo após fala de Trump.</li>
</ul>
<p>Apesar de os EUA não citarem diretamente a substituição do dólar no comércio global como motivo para taxação do Brasil, analistas têm apontado que essa proposta em discussão no Brics está por trás da ação de Donald Trump. </p>
<p>Durante a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro (RJ), entre 6 e 7 de julho, Trump fez críticas ao bloco e prometeu retaliar países que substituam o dólar no comércio. O uso do dólar como moeda internacional concede uma vantagem competitiva para os EUA na economia global. </p>
<p>Em convenção do Partido dos Trabalhadores (PT), em Brasília, <strong>Lula destacou que o Brasil não quer desafiar os EUA, mas que o país tem interesses estratégicos que precisa defender</strong>. O presidente afirmou que <strong>o Brasil não é uma “republiqueta” e que quer negociar em igualdade de condições.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os EUA são muito grande, é o país mais bélico do mundo, é o país mais tecnológico do mundo, é o país com a maior economia do mundo. Tudo isso é muito importante. Mas nós queremos ser respeitados pelo nosso tamanho. Nós temos interesses econômicos e estratégicos. Nós queremos crescer. E nós não somos uma republiqueta. Tentar colocar um assunto político para nos taxar economicamente é inaceitável. É inaceitável”, avaliou.</p>
</blockquote>
<p>Lula fez referência às críticas dos EUA ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, um dos motivos apontados por Trump para taxar o Brasil.</p>
<h2>Relações diplomáticas </h2>
<p>O presidente brasileiro, por outro lado, acrescentou que o governo segue aberto a negociações com os EUA e que, apesar de o país norte-americano não ter mais a mesma importância econômica que já teve para o Brasil, as relações diplomáticas devem ser preservadas.</p>
<p>“O Brasil hoje não é tão dependente como já foi dos Estados Unidos. O Brasil tem uma relação comercial muito ampla no mundo inteiro. A gente está muito mais tranquilo do ponto de vista econômico. Mas, obviamente, que eu não vou deixar de compreender a importância da relação diplomática com os Estados Unidos, que já dura 201 anos”, afirmou.</p>
<p>Lula disse ainda que o governo vai trabalhar para defender as empresas e os trabalhadores afetados pelo tarifaço enquanto deixa a porta aberta para negociações com a Casa Branca.</p>
<p>“Vamos dizer o seguinte, ‘olha, quando quiser negociar, as propostas estão na mesa. Aliás, já foram apresentadas propostas pelo [vice-presidente] Alckmin e pelo [ministro das relações exteriores] Mauro Vieira. Então, é simplesmente isso”, finalizou.</p>
<h2>Negociações</h2>
<p>Após a formalização do tarifaço, a Secretaria de Tesouro dos EUA entrou em contato com o Ministério da Fazenda para iniciar negociações. Na última sexta-feira (1º), o presidente Donald Trump disse que está disposto a conversar com o presidente Lula.  </p>
<p>Segundo Haddad, o governo deve anunciar, nos próximos dias, um pacote de medidas com linhas de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço de Trump.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/lula-descarta-desafiar-eua-mas-diz-brasil-nao-e-republiqueta">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 03 Aug 2025 14:45:00 -0300 </p>

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