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	<title>Arquivo de Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares - WeekNews</title>
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		<title>Macaé diz que carta de princípios dos direitos humanos foi &#034;rifada&#034;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 11:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[55 defensores de direitos humanos foram mortos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, disse, na noite dessa segunda-feira (26), que a Carta de Princípios dos Direitos Humanos foi “rifada” por grupos que detêm o poder em determinados países. De acordo com a ministra, conceitos como a democracia estão sendo usados para impor a autoridade dos mais fortes sobre os mais fracos.    “Nós estamos num momento da história do mundo em que aquele acordo da nossa carta de princípios dos direitos humanos foi, eu vou usar a palavra popular, rifado por grupos que hoje detêm a hegemonia no poder em determinados países”, disse.  Notícias relacionadas: Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares. Em 2 anos, 55 defensores de direitos humanos foram mortos, diz&#8230;</p>
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				</p>
<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, disse, na noite dessa segunda-feira (26), que a Carta de Princípios dos Direitos Humanos foi “rifada” por grupos que detêm o poder em determinados países. <strong>De acordo com a ministra, conceitos como a democracia estão sendo usados para impor a autoridade dos mais fortes sobre os mais fracos.   </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769512597_288_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769512597_590_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Nós estamos num momento da história do mundo em que aquele acordo da nossa carta de princípios dos direitos humanos foi, eu vou usar a palavra popular, rifado por grupos que hoje detêm a hegemonia no poder em determinados países”, disse. </p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares.</li>
<li>Em 2 anos, 55 defensores de direitos humanos foram mortos, diz estudo.</li>
</ul>
<p><strong>“Acham que vamos esquecer tudo o que a gente combinou e pactuou até aqui, da necessidade de respeito à soberania, à autodeterminação dos povos, e vão impor a lei do mais forte”, acrescentou.</strong></p>
<p>A ministra deu as declarações na Casa do Povo, no Bairro do Bom Retiro, na capital paulista. <strong>O centro cultural foi construído pela comunidade judaica após a Segunda Guerra Mundial e inaugurado em 1953 em memória às vítimas do nazismo. O local foi também lugar de resistência contra a ditadura militar.</strong></p>
<p>Durante a tarde, Macaé Evaristo visitou instituições da comunidade judaica sediadas no Bom Retiro, como o Memorial do Holocausto e instituição beneficente Ten Yad, e fez uma caminhada pela região, marcada por uma série de violações aos direitos humanos.  </p>
<blockquote>
<p>“Esse território é marcado por tantas violências, despejo das pessoas da Favela do Moinho, despejo do Teatro de Container, despejo de populações vulneráveis, ataque a pessoas em situação de rua”, destacou o diretor da Casa do Povo, Benjamin Seroussi.</p>
</blockquote>
<p><strong>“É a nossa história judaica que nos traz até o momento presente. Não podemos discutir o antissemitismo sem discutir outras formas de opressões ainda mais agudas, infelizmente, no território onde vivemos”, acrescentou.</strong></p>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-01/macae-diz-que-carta-de-principios-dos-direitos-humanos-foi-rifada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 27 Jan 2026 08:02:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Mulheres negras marcham hoje em Brasília por reparação e bem-viver</title>
		<link>https://weeknews.online/mulheres-negras-marcham-hoje-em-brasilia-por-reparacao-e-bem-viver/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 09:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Confira aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Anielle sobre marcha]]></category>
		<category><![CDATA[Expectativa é que mulheres sejam ouvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[jingle]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras em marcha defendem reparação econômica]]></category>
		<category><![CDATA[primeira marcha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Caravanas de diversas partes do país vão ocupar, nesta terça-feira (25),  a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para a 2ª Marcha das Mulheres Negras, com o tema “por Reparação e Bem Viver.” A expectativa é reunir 1 milhão de pessoas. Organizada pelo Comitê Nacional da Marcha das Mulheres Negras, a mobilização nacional busca colocar em pauta os direitos básicos desse segmento da população &#8211; como moradia, emprego, segurança -, mas também por uma vida digna, livre de violência e por ações de reparação. Notícias relacionadas: Mulheres negras em marcha defendem reparação econômica. Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares. Expectativa é que mulheres sejam ouvidas, diz Anielle sobre marcha. A jornada faz parte da programação da Semana por Reparação e&#8230;</p>
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				</p>
<p>Caravanas de diversas partes do país vão ocupar, nesta terça-feira (25),  a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para a 2ª Marcha das Mulheres Negras, com o tema “por Reparação e Bem Viver.” A expectativa é reunir 1 milhão de pessoas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764064205_706_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764064205_605_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Organizada pelo Comitê Nacional da Marcha das Mulheres Negras, a mobilização nacional busca colocar em pauta os direitos básicos desse segmento da população &#8211; como moradia, emprego, segurança -, mas também por uma vida digna, livre de violência e por ações de reparação.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mulheres negras em marcha defendem reparação econômica.</li>
<li>Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares.</li>
<li>Expectativa é que mulheres sejam ouvidas, diz Anielle sobre marcha.</li>
</ul>
<p>A jornada faz parte da programação da Semana por Reparação e Bem-Viver, de 20 a 26 de novembro, na capital federal, marcada por debates, atividades e apresentações culturais para exaltar o protagonismo das mulheres negras em todo o país.</p>
<h2>Segunda edição</h2>
<p>A nova edição da Marcha das Mulheres Negras é realizada no mês em que é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, em 20 de novembro.</p>
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Arte Marcha de Mulheres Negras/Divulgação" title="Marcha de Mulheres Negras/Divulgação"><br />
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<h6 class="meta">Marcha de Mulheres Negras 2025 ocorre nesta terça-feira (25) em Brasília &#8211; Foto <strong>Divulgação</strong><!--END copyright=445768--></h6>
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<p>O evento ocorre dez anos depois da primeira marcha, em 18 de novembro de 2015, quando mais de 100 mil mulheres negras do Brasil marcharam em Brasília contra o racismo, a violência contra a juventude negra, a violência doméstica e o feminicídio, que vitimam essas mulheres, e pelo bem viver, rejeitando a mera sobrevivência. </p>
<p>Neste ano, as mulheres negras vão marchar pela promoção de mobilidade social, considerando os danos deixados pela escravidão através de séculos, que se tornaram obstáculos ao desenvolvimento econômico dessa população.</p>
<h2>Programação </h2>
<p>A programação oficial da 2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, nesta terça-feira (25), tem início às 9h, com concentração no Museu da República, próximo à Rodoviária do Plano Piloto. No mesmo local, haverá uma roda de capoeira e cortejo de berimbaus.</p>
<p>Às 9h também, o Congresso Nacional realizará sessão solene em comemoração à Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-Viver, no plenário da Câmara.</p>
<p>Por volta das 11h, está agendada a saída da marcha pela Esplanada dos Ministérios.</p>
<p>O<em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.instagram.com/p/DQrdj-1EaUB/" target="_blank">jingle</a></em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.instagram.com/p/DQrdj-1EaUB/" target="_blank"> oficial</a> da marcha, que promete embalar as mulheres na caminhada rumo ao gramado do Congresso Nacional, já está no ar. com a frase “Mete marcha negona rumo ao infinito. Bote a base, solte o grito! Bem-viver é a nossa potência, é a nossa busca, é reparação!”</p>
<p>Às 16h, o público poderá conferir os shows de artistas que representam a diversidade da produção cultural negra no Brasil. As cantoras são engajadas com as pautas da temática da negritude, do antirracismo e do feminismo. São elas: Larissa Luz, Luanna Hansen, Ebony, Prethaís, Célia Sampaio e Núbia.</p>
<h2>Espaço de articulação</h2>
<p>A marcha de 2025 ultrapassa as fronteiras do Brasil. Para fortalecer a articulação global, a manifestação reunirá mulheres negras em diáspora (imigração forçada de africanos), e do continente africano, comprometidas com a construção de um futuro livre das violências impostas pelo racismo, pelo colonialismo e pelo patriarcado.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/0g0a6880_0.jpg" alt="São Paulo (SP), 24/11/2025 –  Saída dos ônibus com mulheres de São Paulo para participar da Marcha das Mulheres Negras em Brasília. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Saída dos ônibus com mulheres de São Paulo para participar da Marcha das Mulheres Negras em Brasília. Foto <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=445788--></h6>
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<p>Lideranças negras do Equador estão em Brasília para participar da Marcha de 2025. O objetivo é, de acordo com o grupo equatoriano, aprofundar e visibilizar as lutas das mulheres afrolatinas, afrocaribenhas e da diáspora.</p>
<p>Elas estão focadas no fortalecimento da articulação regional e global das mulheres negras, na recuperação da memória e visibilidade das mulheres afrolatinas em todos os níveis e no  fortalecimento político, por meio do posicionamento coletivo dos direitos das mulheres.</p>
<p>A ativista de San Lorenzo (Equador) e membro da Confederação Comarca Afro-equatoriana do Norte de Esmeraldas (Cane), Ines Morales Lastra, explica que elas defendem os direitos coletivos e dos territórios ancestrais do povo afro-equatoriano e que viajaram a Brasília para somar na luta feminina. “Marcharemos para ecoar a firmeza de nossa voz e nossas demandas, porque são nossas as vozes de nossas avós.”</p>
<h2>Lélia Gonzalez</h2>
<p>Quem também participará da 2ª Marcha das Mulheres Negras é Melina de Lima, neta da antropóloga Lélia Gonzalez, falecida em 1994, aos 59 anos.</p>
<p>No último dia 10, Melina esteve em Brasília para receber, em nome de Lélia Gonzalez, o título de Doutora Honoris Causa concedido pela Universidade de Brasília.</p>
<p>Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado. A ativista é referência nos estudos e debates de gênero, raça e classe no Brasil, na América Latina e no mundo.</p>
<p>Ela é considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país e foi a criadora de conceitos como “amefricanidade” e “pretuguês”.</p>
<p>&#8220;Amefricanidade&#8221; é um conceito que se refere à condição dos povos negros nas Américas, unindo ancestralidades africanas e ameríndias para descrever uma identidade política e cultural específica. O termo questiona a dominação colonial e o racismo que persistem após a escravidão,</p>
<p>O &#8220;Pretuguês&#8221; é o termo para descrever as influências das línguas africanas na língua portuguesa falada no Brasil. </p>
<p>Atualmente, Melina de Lima é diretora de educação e cultura do Instituto Memorial Lélia Gonzalez e cofundadora do projeto Lélia Gonzalez Vive.</p>
<h2>Meninas e mulheres negras</h2>
<p>As meninas e mulheres negras são o maior grupo populacional do país.</p>
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<h6 class="meta">Mulheres embarcam em ônibus no Rio de Janeiro para participar, em Brasília, da Marcha das Mulheres Negras &#8211; Foto <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=445767--></h6>
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</div>
<p>De acordo com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), elas somam 60,6 milhões de pessoas, divididas entre pretas (11,30 milhões) e pardas (49,30 milhões).  O total corresponde a cerca de 28% da população geral do país.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://marchadasmulheresnegras.com.br/wp-content/uploads/2025/11/V2-__-Agenda-Coletiva-da-Marcha-das-Mulheres-Negras-por-Reparacao-e-Bem-Viver-%E2%80%93-Brasilia-2025-1-1.pdf" target="_blank">Confira aqui</a> a programação oficial da 2ª Marcha das Mulheres Negras e da Semana por Reparação e Bem-Viver, que vai até quarta-feira (26).</p>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/mulheres-negras-marcham-hoje-em-brasilia-por-reparacao-e-bem-viver">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Nov 2025 06:42:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>&#034;Nossa expectativa é que nos escutem&#034;, diz Aniele sobre marcha</title>
		<link>https://weeknews.online/nossa-expectativa-e-que-nos-escutem-diz-aniele-sobre-marcha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 01:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Cármen Lúcia ressalta gravidade da violência contra mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação e bem-viver: por que marcham as mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, emocionou-se, nesta segunda-feira (24), em Brasília, ao lembrar a luta da irmã, a vereadora Marielle, em evento com ativistas do movimento negro, na véspera da Marcha das Mulheres Negras. Marielle foi assassinada no Rio de Janeiro, em março de 2018. Notícias relacionadas: Reparação e bem-viver: por que marcham as mulheres negras?. Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares. Cármen Lúcia ressalta gravidade da violência contra mulheres negras. “Há 10 anos, eu me lembro da minha mãe e da minha irmã, comentando, se aprontando [para a marcha]. Hoje eu fico pensando onde ela estaria. Certamente estaria na marcha conosco hoje”, disse a ministra em entrevista à Agência Brasil. A ministra esteve em roda&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><strong>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, emocionou-se</strong>, nesta segunda-feira (24), em Brasília, <strong>ao lembrar a luta da irmã, a vereadora Marielle, em evento com ativistas do movimento negro</strong>, na véspera da Marcha das Mulheres Negras.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764032584_231_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764032584_291_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Marielle foi assassinada no Rio de Janeiro, em março de 2018.</p>
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<p>“Há 10 anos, eu me lembro da minha mãe e da minha irmã, comentando, se aprontando [para a marcha]. Hoje eu fico pensando onde ela estaria. Certamente estaria na marcha conosco hoje”, disse a ministra em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
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<p>A ministra esteve em roda de conversa, em evento com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e as deputadas Benedita da Silva (PT-RJ) e Erika Hilton (PSOL-SP) em evento organizado pelo Movimento “Mulheres Negras Decidem”.</p>
<p>A ministra Anielle Franco defendeu que a marcha, que será realizada nesta terça-feira (25), tornou-se um sinônimo de luta da coletividade para as mulheres negras de todo o país. Ela acrescentou que estão confirmadas, inclusive, a presença de representações estrangeiras.</p>
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<p>“A nossa expectativa é que, de fato, as pessoas nos escutem, escutem o nosso amor, o nosso apelo e a nossa luta”, disse. </p>
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<p>Anielle Franco ressaltou que a marcha tem a presença de mulheres que vivem um enfrentamento diário contra todas as formas de opressão. O ato também significa, conforme entende, honrar a memória de mulheres que perderam a vida durante a luta. </p>
<p>“Seja a Marielle, seja a mãe Bernadette [liderança quilombola assassinada em agosto de 2023], sejam tantas outras lideranças que nós tivemos”. </p>
<p>Anielle avaliou, também para a reportagem, que as demandas de segurança pública estão também entre as prioridades das mulheres que fazem a marcha.</p>
<p>Ela recordou as 122 mortes ocorridas no Rio de Janeiro durante a Operação Contenção. “A gente está aqui com mães do Complexo do Alemão e da Penha. E essa dor… só quem passa entende”. </p>
<p>Além da segurança pública,<strong> Anielle destacou que os temas de educação, saúde, cultura e lazer devem fazer parte das reivindicações </strong>das manifestantes no evento.</p>
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descrição da atividade: O Ato Político por uma ministra negra no STF Já! é um 
chamado público por representatividade no mais alto tribunal do país
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=445818-->Brasília (DF), 24/11/2025 – Ministra Marina Silva participa de evento na véspera da Marcha das Mulheres Negras. <strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=445818--></h6>
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<p>Também no evento, a ministra Marina Silva afirmou que outro tema que deve ter reflexões durante a marcha é o “racismo ambiental”.</p>
<p>Esse conceito é compreendido sobre como grupos em maior vulnerabilidade, como comunidades negras e indígenas, sofrem de forma desproporcional o impacto das mudanças climáticas.</p>
<p><strong>“São os que pagam as piores consequências por estarem nos piores espaços para morar e terem as piores condições de infraestrutura”, disse a ministra, à Agência Brasil. </strong></p>
<p>De toda forma, Marina Silva diz que é preciso esperar reivindicações sobre o combate a todas as formas de discriminação e por respeito aos direitos sociais que viraram lei, mas não saíram do papel. </p>
<h2>Direito ao trabalho</h2>
<p>Ela ainda acrescentou que mulheres negras devem ter direito de empreender.</p>
<p>“Muitas vezes as oportunidades para o empreendedorismo não vêm para elas na mesma intensidade e com a mesma qualidade de suporte”, lamentou.  Ainda no campo profissional, Marina criticou que mulheres negras são impedidas de ocupar espaços de liderança, tanto no ambiente público como privado.  </p>
<h2>&#8220;Mães solo como eu&#8221;</h2>
<p>Aliás, sentem a opressão no campo profissional trabalhadoras como a paulistana Pamella de Jesus, de 32 anos, que viajou a Brasília para a marcha. Ela é uma das 8 mil mulheres que atuam como operadora de telemarketing em São Paulo, e também atua como sindicalista</p>
<p>“Pelo menos 90% das trabalhadoras são negras. Muitas mães solo como eu”, conta. </p>
<p>Ela, que trabalha seis dias e descansa um, afirma que <strong>mulheres negras são ainda mais vulneráveis a assédios moral e sexual no trabalho</strong>.</p>
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<p>“Fazemos longas jornadas e recebemos metas inalcançáveis”. </p>
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<p>Pamella acorda todos os dias às 5h, arruma a filha de quatro anos para a creche, e segue para o trabalho. Ela garante que a luta diária é dura, mas é necessário reivindicar, em momentos como a marcha das mulheres negras.</p>
<p>Uma das conquistas recentes para a categoria, conforme exemplifica, foi a extensão da licença maternidade para 180 dias. &#8220;Faz muita diferença&#8221;, garante.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/anielle-expectativa-e-que-nos-escutem-na-marcha-das-mulheres-negras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 24 Nov 2025 21:50:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/nossa-expectativa-e-que-nos-escutem-diz-aniele-sobre-marcha/">&quot;Nossa expectativa é que nos escutem&quot;, diz Aniele sobre marcha</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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