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	<title>Arquivo de Macaé Evaristo - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Macaé Evaristo - WeekNews</title>
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		<title>Macaé diz que carta de princípios dos direitos humanos foi &#034;rifada&#034;</title>
		<link>https://weeknews.online/macae-diz-que-carta-de-principios-dos-direitos-humanos-foi-rifada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 11:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[55 defensores de direitos humanos foram mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Carta]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, disse, na noite dessa segunda-feira (26), que a Carta de Princípios dos Direitos Humanos foi “rifada” por grupos que detêm o poder em determinados países. De acordo com a ministra, conceitos como a democracia estão sendo usados para impor a autoridade dos mais fortes sobre os mais fracos.    “Nós estamos num momento da história do mundo em que aquele acordo da nossa carta de princípios dos direitos humanos foi, eu vou usar a palavra popular, rifado por grupos que hoje detêm a hegemonia no poder em determinados países”, disse.  Notícias relacionadas: Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares. Em 2 anos, 55 defensores de direitos humanos foram mortos, diz&#8230;</p>
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				</p>
<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, disse, na noite dessa segunda-feira (26), que a Carta de Princípios dos Direitos Humanos foi “rifada” por grupos que detêm o poder em determinados países. <strong>De acordo com a ministra, conceitos como a democracia estão sendo usados para impor a autoridade dos mais fortes sobre os mais fracos.   </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769512597_288_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769512597_590_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Nós estamos num momento da história do mundo em que aquele acordo da nossa carta de princípios dos direitos humanos foi, eu vou usar a palavra popular, rifado por grupos que hoje detêm a hegemonia no poder em determinados países”, disse. </p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares.</li>
<li>Em 2 anos, 55 defensores de direitos humanos foram mortos, diz estudo.</li>
</ul>
<p><strong>“Acham que vamos esquecer tudo o que a gente combinou e pactuou até aqui, da necessidade de respeito à soberania, à autodeterminação dos povos, e vão impor a lei do mais forte”, acrescentou.</strong></p>
<p>A ministra deu as declarações na Casa do Povo, no Bairro do Bom Retiro, na capital paulista. <strong>O centro cultural foi construído pela comunidade judaica após a Segunda Guerra Mundial e inaugurado em 1953 em memória às vítimas do nazismo. O local foi também lugar de resistência contra a ditadura militar.</strong></p>
<p>Durante a tarde, Macaé Evaristo visitou instituições da comunidade judaica sediadas no Bom Retiro, como o Memorial do Holocausto e instituição beneficente Ten Yad, e fez uma caminhada pela região, marcada por uma série de violações aos direitos humanos.  </p>
<blockquote>
<p>“Esse território é marcado por tantas violências, despejo das pessoas da Favela do Moinho, despejo do Teatro de Container, despejo de populações vulneráveis, ataque a pessoas em situação de rua”, destacou o diretor da Casa do Povo, Benjamin Seroussi.</p>
</blockquote>
<p><strong>“É a nossa história judaica que nos traz até o momento presente. Não podemos discutir o antissemitismo sem discutir outras formas de opressões ainda mais agudas, infelizmente, no território onde vivemos”, acrescentou.</strong></p>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-01/macae-diz-que-carta-de-principios-dos-direitos-humanos-foi-rifada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 27 Jan 2026 08:02:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Macaé Evaristo estimula mulheres a disputar espaço em todos os lugares</title>
		<link>https://weeknews.online/macae-evaristo-estimula-mulheres-a-disputar-espaco-em-todos-os-lugares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 20:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA["Sou Pantera Negra do meu tempo"]]></category>
		<category><![CDATA[a cota não foi respeitada pelos partidos políticos]]></category>
		<category><![CDATA[afirma gestora cultural e ativista]]></category>
		<category><![CDATA[Cármen Lúcia ressalta gravidade da violência contra mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres na política]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras em marcha defendem reparação econômica]]></category>
		<category><![CDATA[negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na véspera da 2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-viver, que deve reunir 1 milhão de participantes, em Brasília, a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, defendeu que as mulheres devem disputar espaço em todos os setores da sociedade brasileira. Segundo ela, é preciso criar condições para o protagonismo feminino nas mais diversas áreas e combater a ideia de que a mulher deve ocupar apenas papéis tradicionalmente atribuídos a ela. Na avaliação da ministra, esse pensamento de restringir as mulheres, especialmente as negras, a lugares subalternizados está impregnado na matriz histórica do país. Notícias relacionadas: Cármen Lúcia ressalta gravidade da violência contra mulheres negras. Mulheres negras em marcha defendem reparação econômica. &#8220;Sou Pantera Negra do meu tempo&#8221;, afirma gestora cultural e ativista. “Isso&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Na véspera da 2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-viver, que deve reunir 1 milhão de participantes, em Brasília, a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, defendeu que as mulheres devem disputar espaço em todos os setores da sociedade brasileira.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764016204_361_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764016204_511_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo ela, é preciso <strong>criar condições para o protagonismo feminino nas mais diversas áreas</strong> e combater a ideia de que a mulher deve ocupar apenas papéis tradicionalmente atribuídos a ela. Na avaliação da ministra, esse pensamento de restringir as mulheres, especialmente as negras, a lugares subalternizados está impregnado na matriz histórica do país.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Cármen Lúcia ressalta gravidade da violência contra mulheres negras.</li>
<li>Mulheres negras em marcha defendem reparação econômica.</li>
<li>&#8220;Sou Pantera Negra do meu tempo&#8221;, afirma gestora cultural e ativista.</li>
</ul>
<p>“Isso precisa ser desconstruído no imaginário na sociedade brasileira e desconstruído é, efetivamente, a gente começar a disputar espaço em todos os lugares, seja na associação de moradores, na Câmara Federal, no Senado”, disse Macaé Evaristo.</p>
</blockquote>
<p>A ministra participou nesta segunda-feira (24), na capital federal, do seminário Democracia: Substantivo Feminino, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No campo da política,<strong> a ministra defendeu a maior participação feminina em espaços de poder e de tomada de decisão. </strong></p>
<p>No Brasil, a legislação eleitoral estabelece que os partidos devem reservar um percentual mínimo de 30% para as candidaturas femininas, com o objetivo é assegurar a participação mais igualitária entre homens e mulheres. No entanto, levantamento divulgado pelo Observatório Nacional da Mulher na Política da Câmara dos Deputados mostra que a cota não foi respeitada pelos partidos políticos em 700 dos 5.569 municípios, no primeiro turno das eleições municipais, realizado no dia 6 de outubro de 2024.</p>
<p>A ministra lembrou que as mulheres representam 53% da sociedade brasileira e disse que elas devem ter a mesma proporção nas assembleias legislativas e no Congresso Nacional. “Temos que lutar para ter cotas no serviço público, em todas as instituições, no Judiciário”, completou. <strong>Para a ministra, também é fundamental pensar na ampliação da presença da mulher na política sob a ótica do financiamento público de campanha.</strong></p>
<p>Macaé Evaristo contou que, ao ser convidada para chefiar o Ministério dos Direitos Humanos, ouviu alguém comentar que ela teve uma &#8220;carreira meteórica.&#8221; Ela contou que, na ocasião, rebateu a fala, e disse que estava com 60 anos, foi durante mais de 20 anos professora, diretora, assessora pedagógica, coordenadora de programas de ensino, formou professores, até ser eleita pela primeira vez vereadora e, depois, deputada. E indagou: “Uma mulher com 60 anos chegar a ser ministra é uma carreira meteórica? É isso que se pensa para a trajetória das mulheres nesse país?”. A ministra acrescentou que homens são eleitos jovens para diversos cargos e ninguém acha que isso é meteórico.</p>
<p>A ministra destacou que a Marcha das Mulheres Negras será uma <strong>mobilização em defesa da dignidade, do bem-viver, de um novo tipo de sociedade em que as mulheres não sejam assassinadas por seus maridos, namorados, familiares.</strong> “Que as mulheres não tenham que dormir com o inimigo dentro de sua casa”, concluiu.</p>
<p>A <strong>jornalista e pesquisadora Cibele Tenório</strong>, que também participou do evento no TSE, <strong>lembrou ainda que as mulheres negras foram fundamentais na conquista da cidadania feminina no Brasil</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Faz pouco mais de 90 anos que as mulheres podem votar e serem votadas no Brasil. Devemos isso à articulação política das sufragistas, entre elas Almerinda Gama, liderança negra que foi parte fundamental na conquista do voto feminino no país. Quando afirmamos que nossos passos vêm de longe, estamos falando de trajetórias como a dela.”</p>
</blockquote>
<p>Cibele é autora do livro <em>Almerinda Gama: a sufragista negra</em>, que conta a trajetória pouco conhecida da alagoana que foi uma das lideranças da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, entidade feminista que nos anos de 1920 e 1930 encabeçou a luta pelo sufrágio feminino.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/macae-evaristo-estimula-mulheres-a-disputar-espaco-em-todos-os-lugares">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 24 Nov 2025 17:17:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Lula envia ministros para reunião com Castro na tarde desta quarta</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-envia-ministros-para-reuniao-com-castro-na-tarde-desta-quarta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 18:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[ações como esta apenas fortalecem a violência]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas denunciam "massacre" em ação policial no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Castro: operação foi "sucesso" e policiais mortos foram únicas vítimas]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Rio estima 119 mortes; moradores retiram corpos da mata]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[o governador do Rio de Janeiro considerou a operação "um sucesso"]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Contenção]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[transferência para presídios federais]]></category>
		<category><![CDATA[Violência no Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os ministros Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública; Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos e Cidadania; e Anielle Franco, da Igualdade Racial, seguem para o Rio de Janeiro às 15h desta quarta-feira (29) para uma reunião com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também fará parte da comitiva. A informação foi confirmada pelo próprio Lewandowski após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizado pela manhã. A reunião com o presidente, no Palácio da Alvorada, para tratar da Operação Contenção, ocorrida nessa terça-feira (28), no Rio de Janeiro, durou cerca de três horas e contou também com a participação de outros integrantes do primeiro escalão. Lewandowski afirmou que oferecerá peritos criminais e&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Os ministros Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública; Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos e Cidadania; e Anielle Franco, da Igualdade Racial, seguem para o Rio de Janeiro às 15h desta quarta-feira (29) para uma reunião com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro</strong>. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também fará parte da comitiva. A informação foi confirmada pelo próprio Lewandowski após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizado pela manhã.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761760929_153_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761760929_467_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A reunião com o presidente, no Palácio da Alvorada, para tratar da Operação Contenção, ocorrida nessa terça-feira (28), no Rio de Janeiro, durou cerca de três horas e contou também com a participação de outros integrantes do primeiro escalão.</strong> Lewandowski afirmou que oferecerá peritos criminais e médicos legistas da Polícia Federal e da Força Nacional para ajudar na identificação dos corpos.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Castro: operação foi &#8220;sucesso&#8221; e policiais mortos foram únicas vítimas.</li>
<li>Governo do Rio estima 119 mortes; moradores retiram corpos da mata.</li>
<li>Ativistas denunciam &#8220;massacre&#8221; em ação policial no Rio.</li>
</ul>
<p>A Operação Contenção, ocorrida nos complexos do Alemão e da Penha, na capital do estado, deixou mais de 130 mortos, mas a contagem de corpos – muitos ainda sendo retirados de área de mata pelos próprios moradores dessas comunidades – ainda não está fechada.</p>
<p>Em entrevista coletiva na manhã de hoje, o governador do Rio de Janeiro considerou a operação &#8220;um sucesso&#8221; e lamentou apenas as mortes de quatro policiais na ação.</p>
<p><strong>De acordo com o ministro da Justiça, Castro não solicitou a decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no âmbito dessa operação.</strong> Caso essa solicitação chegue, a decisão caberá ao presidente da República.</p>
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<h2>Operação mais letal da história</h2>
<p>As forças de segurança do estado realizaram a operação mais letal da história, para combater o Comando Vermelho. Em retaliação, os criminosos interditaram 35 ruas em diversos pontos da cidade, com veículos atravessados, latões de lixo, barricadas e pilhas de materiais em chamas. Para especialistas, a operação gerou um grande impacto na capital fluminense e não atingiu o objetivo de conter o crime organizado, pelo contrário, ações como esta apenas fortalecem a violência.</p>
<p>O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, atendeu, ainda na terça, o pedido do governador do Rio de Janeiro para transferência para presídios federais de 10 detentos que teriam liderado de dentro da cadeia ações que contribuíram com o caos na cidade.</p>
<p><strong>Assista a reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre a repercussão da Operação Contenção</strong></p>
</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/lula-envia-ministros-para-reuniao-com-castro-na-tarde-desta-quarta">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Oct 2025 14:11:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Lewandowski anuncia série de iniciativas do programa Crescer em Paz</title>
		<link>https://weeknews.online/lewandowski-anuncia-serie-de-iniciativas-do-programa-crescer-em-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 00:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Crescer em Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias Fortes]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[MJSP]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/lewandowski-anuncia-serie-de-iniciativas-do-programa-crescer-em-paz/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou, nesta quarta-feira (15), uma série de iniciativas do programa Crescer em Paz, criado para proteger crianças e adolescentes da violência, do crime e do uso de drogas. Lançada em abril de 2025, a iniciativa reúne 45 ações, que incluem também o acolhimento e a recuperação das vítimas, além da garantia de acesso à justiça.  Lewandowski afirmou que os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025 revelam um cenário muito preocupante: “Entre 2023 e 2024, as mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes aumentaram 4,2%, vejam, em apenas um ano, totalizando a impressionante cifra de 2.356 óbitos, sobretudo na faixa mais vulnerável, dos 12 aos 17 anos. Denúncias de maus-tratos, negligência e crimes&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou, nesta quarta-feira (15), uma série de iniciativas do programa Crescer em Paz, criado para proteger crianças e adolescentes da violência, do crime e do uso de drogas. Lançada em abril de 2025, a iniciativa reúne 45 ações, que incluem também o acolhimento e a recuperação das vítimas, além da garantia de acesso à justiça. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760576349_151_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760576349_691_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Lewandowski afirmou que os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025 revelam um cenário muito preocupante:</p>
<blockquote>
<p>“Entre 2023 e 2024, as mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes aumentaram 4,2%, vejam, em apenas um ano, totalizando a impressionante cifra de 2.356 óbitos, sobretudo na faixa mais vulnerável, dos 12 aos 17 anos. Denúncias de maus-tratos, negligência e crimes digitais também cresceram exponencialmente.”</p>
</blockquote>
<p>Na ocasião, foram assinados diversos documentos, como a atualização do Pacto Nacional pela Escuta Protegida, que previne a revitimização de crianças e adolescentes e consolida uma rede integrada de proteção. Outra portaria trata da classificação indicativa, com a inclusão da chamada interatividade digital, que além de avaliar conteúdos como sexo, nudez, drogas e violência, também verifica riscos presentes em jogos eletrônicos, aplicativos e redes sociais.</p>
<p>Segundo Lewandowski, o objetivo é criar mecanismos que contribuam para a construção de um ambiente midiático e digital mais seguro, educativo e respeitoso para os jovens brasileiros.</p>
<h3>Desafio</h3>
<p>Mais de 2,5 mil registros criminais de bullying e 450 de cyberbullying foram registrados em 2024, principalmente entre jovens de 10 e 17 anos. De acordo com a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, será um desafio superar esse cenário.</p>
<blockquote>
<p>“Todos os índices de violência contra crianças subiram: abandono de incapaz, maus-tratos, agressão decorrente de violência doméstica e produção e distribuição de material de abuso sexual infantil. Também houve um aumento de 245,6% de interrupções no calendário escolar por conta da violência. Isso nos mostra a urgência da pauta de prevenção e proteção à vida e à integridade física”, destacou a ministra.</p>
</blockquote>
<p>O representante do Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, no Brasil, Joaquín Gonzalez-Aleman, parabenizou os esforços do governo brasileiro em defesa dos direitos das crianças e adolescentes e ressaltou a magnitude de programas como o Escuta Protegida e o Crescer em Paz:</p>
<blockquote>
<p>“São esses esforços que permitirão que, no futuro, possamos testemunhar a redução das estatísticas de violências contra as crianças e adolescentes. Mas o pacto é só o passo inicial. Após sua assinatura, precisaremos dedicar esforços para construir fluxos e protocolos de atendimento para cada criança ou adolescente no sistema de garantia de direitos, que representarão um acréscimo expressivo na capacidade que o Estado brasileiro tem de prevenir e responder às violências.”</p>
</blockquote>
<p>Na mesma cerimônia foi lançado o programa Famílias Fortes, com foco na prevenção ao uso de álcool e outras drogas para famílias com crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">3:43</span> Pedro Lacerda – Repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2025-10/lewandowski-anuncia-serie-de-iniciativas-do-programa-crescer-em-paz">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 15 Oct 2025 21:08:00 -0300 </p>

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		<title>Famílias de 63 vítimas da ditadura recebem atestado de óbito corrigido</title>
		<link>https://weeknews.online/familias-de-63-vitimas-da-ditadura-recebem-atestado-de-obito-corrigido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 23:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil tem queda na desigualdade em educação]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro de pessoas desaparecidas renova esperanças]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[dizem famílias]]></category>
		<category><![CDATA[emprego e meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações alertam para agenda anti-indígena no Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. “Morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro no contexto da perseguição sistemática à população, identificada como dissidente política por regime ditatorial instaurado em 1964”. Declarações de óbitos retificadas com esse texto foram entregues, nesta quinta (28), a familiares de 63 pessoas assassinadas pela ditadura militar no Brasil (1964-1985), que haviam sido dadas como desaparecidas. A solenidade ocorreu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Foram entregues os documentos de pessoas nascidas, falecidas ou desaparecidas no Estado. Confira aqui os nomes das vítimas com atestado retificado. Assassinados Notícias relacionadas: Brasil tem queda na desigualdade em educação, emprego e meio ambiente. Cadastro de pessoas desaparecidas renova esperanças, dizem famílias. Organizações alertam para agenda anti-indígena no Congresso Nacional. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>“Morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro no contexto da perseguição sistemática à população, identificada como dissidente política por regime ditatorial instaurado em 1964”.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756423653_994_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756423654_425_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Declarações de óbitos retificadas com esse texto foram entregues, nesta quinta (28), a familiares de 63 pessoas assassinadas pela ditadura militar no Brasil (1964-1985), que haviam sido dadas como desaparecidas</strong>. A solenidade ocorreu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Foram entregues os documentos de pessoas nascidas, falecidas ou desaparecidas no Estado.</p>
<p>Confira <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/1-cerimonia-solene-de-entrega-de-certidoes-de-obito-1" target="_blank">aqui</a> os nomes das vítimas com atestado retificado.</p>
<h2>Assassinados</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil tem queda na desigualdade em educação, emprego e meio ambiente.</li>
<li>Cadastro de pessoas desaparecidas renova esperanças, dizem famílias.</li>
<li>Organizações alertam para agenda anti-indígena no Congresso Nacional.</li>
</ul>
<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, disse que o evento foi carregado de um simbolismos e significados. “Esse ato nos diz que houve um dia em que, no nosso país, defender direitos, a liberdade, a dignidade e a cidadania era se opor aos interesses daqueles que dominavam o Estado brasileiro”, afirmou. </p>
<p><strong>Macaé Evaristo enfatizou que a repressão matou operários, trabalhadores, intelectuais, estudantes, ativistas sociais, artistas, jornalistas, ambientalistas, humanistas, que ousaram exercer o seu papel crítico e político na vida comunitária, acadêmica e trabalhista.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O Brasil tem profundas sequelas de períodos históricos nefandos, que vêm desde a escravização até a ditadura militar. E ainda segue hoje em muitas periferias, favelas e no campo brasileiro”, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A ministra entende que a retificação faz parte de um processo de cura social.</strong> “Estamos vigilantes e certos de que a defesa da democracia é o único caminho possível para a proteção e defesa da dignidade humana, do livre pensamento, da pluralidade e da diversidade de ideias. Só quem vive ou é impactado pelo horror da opressão e da política do medo é quem pode medir o valor desse momento”.</p>
<h2>Causas falsas</h2>
<p><strong>A presidente da comissão de mortos e desaparecidos políticos, Eugênia Gonzaga, recordou que, antes, as pessoas que morreram naquele período, vitimadas pelo Estado, tiveram certidões de óbito com causas falsas, como suicídio ou acidente automobilístico.</strong> “Outras pessoas não receberam nenhum único documento do Estado brasileiro nem satisfação”.</p>
<p>Depois, em 1995, 10 anos desse término formal da ditadura, quase 30 anos depois que as mortes aconteceram, o Estado não reconhece que matou, mas sim que as pessoas morreram sob pressão policial em locais de repressão. “Mas essa certidão foi um avanço. Era melhor do que nada para quem não tinha nenhum reconhecimento”. </p>
<p>Em 2017, houve uma alteração na legislação, mas a comissão foi interrompida em 2019, no início do governo de Jair Bolsonaro. Depois, em 30 de agosto do ano passado, foi reativada. “Um ano depois, essa comissão, fruto da luta de familiares, eu quero que os familiares recebam, juntamente com cada documento, o nosso mais sincero pedido de desculpas”, afirmou. </p>
<h2>&#8220;Agonia indescritível&#8221;</h2>
<p>A ministra Maria Elizabeth Rocha, do Superior Tribunal Militar, também presente na cerimônia, disse que participava do evento também como cunhada do desaparecido político Paulo Costa Ribeiro Bastos, capturado pela ditadura em 1972.</p>
<blockquote>
<p>“O sofrimento de perder alguém, de desconhecer o seu paradeiro, de saber que foi flagelado e assassinado pelo regime, é uma agonia indescritível”. </p>
</blockquote>
<p>Ao final do evento, familiares das vítimas testemunharam a força que o novo documento tinha para eles. Eles testemunharam que o atestado de óbito retificado não chegou a tempo de encontrar vivos avós, pais, companheiros. No entanto, descendentes jovens enfatizaram a necessidade de divulgar a violência da ditadura para o Brasil pelas redes sociais. </p>
<p>A militante Diva Santana, que perdeu a irmã Dinaelza, assassinada pela repressão na década de 1970, afirmou que o evento não deveria significar o fim da luta. “Essa juventude que está aí tem que reagir e lutar. Lutar em defesa da soberania do nosso país. Motivos pelos quais os nossos parentes deram suas vidas”.</p>
<p> Luiz Cláudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-08/familias-de-63-vitimas-da-ditadura-recebem-atestado-de-obito-corrigido">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 28 Aug 2025 20:10:00 -0300 </p>

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		<title>ECA só foi possível graças ao trabalho da sociedade civil, diz Macaé</title>
		<link>https://weeknews.online/eca-so-foi-possivel-gracas-ao-trabalho-da-sociedade-civil-diz-macae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[ECA 35 anos: Estatuto regulamentou direitos das crianças no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Social]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou a união da sociedade civil nos esforços que resultaram na criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA completou 35 anos no último domingo (13) e, para ela, a participação de movimentos sociais na luta pela defesa dos direitos das crianças foi fundamental. “Se hoje celebramos 35 anos, isso é resultado de um trabalho conjunto das organizações, dos movimentos da infância, do movimento de mulheres, do movimento negro, do movimento LGBTQIA+ e também do movimento sindical, do movimento de trabalhadores e trabalhadoras, daqueles que lutaram pelo trabalho decente”, disse a ministra na abertura do evento 35 Anos do ECA, em Brasília. Notícias relacionadas: ECA 35 anos: Estatuto regulamentou direitos das&#8230;</p>
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				</p>
<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou a união da sociedade civil nos esforços que resultaram na criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). <strong>O ECA completou 35 anos no último domingo (13) e, para ela, a participação de movimentos sociais na luta pela defesa dos direitos das crianças foi fundamental.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752693069_107_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752693070_590_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Se hoje celebramos 35 anos, isso é resultado de um trabalho conjunto das organizações, dos movimentos da infância, do movimento de mulheres, do movimento negro, do movimento LGBTQIA+ e também do movimento sindical, do movimento de trabalhadores e trabalhadoras, daqueles que lutaram pelo trabalho decente”, disse a ministra na abertura do evento 35 Anos do ECA, em Brasília.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>ECA 35 anos: Estatuto regulamentou direitos das crianças no Brasil.</li>
</ul>
<p>“Muitos ativistas de diferentes denominações, coletivos e organizações, que entendem que a construção de um país mais justo para nossas crianças e adolescentes, ainda é um dever do presente”, completou.</p>
</blockquote>
<p>Macaé também lembrou que, dentro do grupo de crianças e adolescentes no Brasil, existem vários recortes diferentes. Dentre eles, menores de idade que, por condições sociais e raciais, não são tratados de acordo com a idade que têm.</p>
<p>&#8220;Nós queremos uma vida digna baseada no princípio da proteção integral de todas as crianças e adolescentes”.</p>
<p>O seminário é organizado pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente em parceria com o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais.</p>
<p>De acordo com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), o seminário tem por objetivo reafirmar o compromisso entre a pauta da infância e os movimentos sociais que apoiaram a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e reúne representantes do governo federal, pesquisadores, movimentos sociais e integrantes do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes (SGDCA).</p>
<p>O seminário “35 Anos do ECA: Justiça Social e Ambiental” acontece até quinta-feira (17) e é transmitido ao vivo pelo ministério em seu canal do YouTube.</p>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-07eca-so-foi-possivel-gracas-ao-trabalho-da-sociedade-civil-diz-macae">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 16 Jul 2025 08:28:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Seminário sobre 35 anos do ECA termina nesta quinta-feira</title>
		<link>https://weeknews.online/seminario-sobre-35-anos-do-eca-termina-nesta-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 11:51:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[ECA 35 anos: Estatuto regulamentou direitos das crianças no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Social]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, participou, nessa terça-feira (15), da  abertura do evento 35 Anos do ECA: Justiça Social e Ambiental”, no Espaço Cultural Renato Guerreiro, na sede da Anatel, em Brasília. A promoção terminará nesta quinta-feira (17) e é transmitida ao vivo pelo ministério em seu canal do YouTube. “Nós queremos uma vida digna baseada no princípio da proteção integral de todas as crianças e adolescentes”, disse a ministra. Notícias relacionadas: ECA 35 anos: Estatuto regulamentou direitos das crianças no Brasil. O seminário visa reafirmar o compromisso entre a pauta da infância e os movimentos sociais que apoiaram a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e reúne representantes do governo federal, pesquisadores, movimentos sociais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/seminario-sobre-35-anos-do-eca-termina-nesta-quinta-feira/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p><strong>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, participou, nessa terça-feira (15), da  abertura do evento 35 Anos do ECA: Justiça Social e Ambiental”, no Espaço Cultural Renato Guerreiro, na sede da Anatel, em Brasília. A promoção terminará nesta quinta-feira (17) e é transmitida ao vivo pelo ministério em seu canal do <em>YouTube</em>.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752666706_197_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752666706_133_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Nós queremos uma vida digna baseada no princípio da proteção integral de todas as crianças e adolescentes”, disse a ministra.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>ECA 35 anos: Estatuto regulamentou direitos das crianças no Brasil.</li>
</ul>
<p><strong>O seminário visa reafirmar o compromisso entre a pauta da infância e os movimentos sociais que apoiaram a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e reúne representantes do governo federal, pesquisadores, movimentos sociais e integrantes do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes (SGDCA). O ECA foi instituído pela Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990.</strong></p>
<h2>Construção coletiva</h2>
<p>Para a ministra Macaé Evaristo, a instituição do estatuto só foi possível através de uma construção coletiva. Ela ressaltou a importância da proteção integral de crianças e adolescentes e da participação de movimentos sociais na luta pela defesa dos direitos das crianças.</p>
<blockquote>
<p>“Se hoje celebramos 35 anos, isso é resultado de um trabalho conjunto das organizações, dos movimentos da infância, do movimento de mulheres, do movimento negro, do movimento LGBTIA+ e também do movimento sindical, do movimento de trabalhadores e trabalhadoras, daqueles que lutaram pelo trabalho decente. Muitos ativistas de diferentes denominações, coletivos e organizações, que entendem que a construção de um país mais justo para nossas crianças e adolescentes, ainda é um dever do presente”, afirmou a ministra.</p>
</blockquote>
<p>O seminário é organizado pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente em parceria com o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais. </p>
<p> </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-07/aberto-seminario-que-debate-35-anos-do-eca-justica-social-e-ambiental">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 16 Jul 2025 08:28:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/seminario-sobre-35-anos-do-eca-termina-nesta-quinta-feira/">Seminário sobre 35 anos do ECA termina nesta quinta-feira</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Direitos Humanos: Ministra Macaé Evaristo pede fim dos ataques a Gaza</title>
		<link>https://weeknews.online/direitos-humanos-ministra-macae-evaristo-pede-fim-dos-ataques-a-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 00:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de Direitos Humanos e Cidadania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/direitos-humanos-ministra-macae-evaristo-pede-fim-dos-ataques-a-gaza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, pediu nesta terça-feira que os ataques em Gaza sejam encerrados de forma permanente e chamou a atenção para a importância da proteção das populações mais vulneráveis. Macaé Evaristo lidera a comitiva brasileira na 18ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, realizada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. &#8220;O Brasil defende um cessar-fogo permanente, a entrada contínua de ajuda humanitária em Gaza e a proteção de crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência. Sob a liderança do presidente Lula, entendemos que a convenção só se concretiza quando há paz e a vida das pessoas é, de fato, impactada pela garantia de&#8230;</p>
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<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, pediu nesta terça-feira que os ataques em Gaza sejam encerrados de forma permanente e chamou a atenção para a importância da proteção das populações mais vulneráveis.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749603065_492_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749603065_163_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Macaé Evaristo lidera a comitiva brasileira na 18ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, realizada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O Brasil defende um cessar-fogo permanente, a entrada contínua de ajuda humanitária em Gaza e a proteção de crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência. Sob a liderança do presidente Lula, entendemos que a convenção só se concretiza quando há paz e a vida das pessoas é, de fato, impactada pela garantia de direitos.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>A ministra destacou ainda que esses grupos minoritários são os mais prejudicados pelos efeitos das mudanças climáticas e defendeu a convergência entre os temas: inclusão, justiça climática e direitos humanos.</p>
<p>Macaé Evaristo também citou o Censo brasileiro de 2022, que mostrou que mais de 14 milhões de brasileiros vivem com algum tipo de deficiência, 7,1% da população. E reafirmou o compromisso do país com os direitos humanos, o anti-capacitismo e a inclusão.</p>
<p>O evento da ONU tem como tema principal “aumentar a conscientização pública sobre os direitos e as contribuições das pessoas com deficiência para o desenvolvimento social, em preparação para a Cúpula Social Mundial&#8221;.</p>
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<p> maria.melo , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-06/direitos-humanos-ministra-macae-evaristo-pede-fim-dos-ataques-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 11 Jun 2025 00:02:38 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/direitos-humanos-ministra-macae-evaristo-pede-fim-dos-ataques-a-gaza/">Direitos Humanos: Ministra Macaé Evaristo pede fim dos ataques a Gaza</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Empoderamento de mulheres é tema de reunião ministerial do Brics</title>
		<link>https://weeknews.online/empoderamento-de-mulheres-e-tema-de-reuniao-ministerial-do-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 02:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ: relator nega recurso de Glauber contra cassação de mandato]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que atitude do governo dos EUA com Erika Hilton é abominável]]></category>
		<category><![CDATA[Lula sanciona leis para proteção de direitos das mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[morto na segunda-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Ministério das Mulheres liderou, nesta quinta-feira (24), em Brasília, a reunião ministerial de mulheres do Brics, grupo de países de economias em desenvolvimento, que também contou com a participação de representantes da sociedade civil. No evento, foram debatidos os seguintes temas: Mulheres, Desenvolvimento e Empreendedorismo, Governança Digital: Misoginia e Desinformação e Empoderamento das Mulheres, Ação Climática e Desenvolvimento Sustentável. Ao fazer um balanço inicial sobre o encontro, a coordenadora do grupo ministerial, a ministra das Mulheres do Brasil, Cida Gonçalves, afirmou que as questões levantadas pelos países à mesa focaram na participação das mulheres no desenvolvimento econômico, na inclusão das mulheres nos campos político, financeiro e, efetivamente, de políticas públicas de igualdade de gênero. “O Brics representa, hoje, uma força significativa para a&#8230;</p>
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<p>O <strong>Ministério das Mulheres liderou, nesta quinta-feira (24), em Brasília, a reunião ministerial de mulheres do Brics</strong>, grupo de países de economias em desenvolvimento, que também contou com a participação de representantes da sociedade civil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745547305_169_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745547305_881_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>No evento, foram debatidos os seguintes temas: Mulheres, Desenvolvimento e Empreendedorismo, Governança Digital: Misoginia e Desinformação e Empoderamento das Mulheres, Ação Climática e Desenvolvimento Sustentável.</strong></p>
<p>Ao fazer um balanço inicial sobre o encontro, a coordenadora do grupo ministerial, a ministra das Mulheres do Brasil, <strong>Cida Gonçalves, afirmou que as questões levantadas pelos países à mesa focaram na participação das mulheres no desenvolvimento econômico, na inclusão das mulheres nos campos político, financeiro e, efetivamente, de políticas públicas de igualdade de gênero.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O Brics representa, hoje, uma força significativa para a construção de uma nova ordem mundial multipolar, onde as vozes do Sul global possam ser efetivamente ouvidas. E nós, mulheres, temos um papel fundamental nesta transformação”, destacou a ministra.</p>
</blockquote>
<p>Cida Gonçalves completou que a expansão do grupo do Brics, em agosto de 2023, representa a oportunidade de fortalecer as vozes coletivas das mulheres nos fóruns internacionais e de promover uma agenda de desenvolvimento que as coloca no centro das políticas públicas. “</p>
<blockquote>
<p>Acreditamos que o intercâmbio de boas práticas e o fortalecimento das parcerias estratégicas podem acelerar o progresso em direção à igualdade de gênero em todas as suas dimensões.”</p>
</blockquote>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0d4a7770_0.jpg" alt="Brasília- DF - 24/04/2025 - A Reunião Ministerial de Mulheres do BRICS no Palácio Itamaraty. O encontro, liderado pelo Ministério das Mulheres. Foto Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/0d4a7770_0.jpg" alt="Brasília- DF - 24/04/2025 - A Reunião Ministerial de Mulheres do BRICS no Palácio Itamaraty. O encontro, liderado pelo Ministério das Mulheres. Foto Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6 class="meta">Reunião Ministerial de Mulheres do BRICS no Palácio Itamaraty &#8211; <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=421996--></h6>
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<h2>Vozes</h2>
<p>Durante a abertura do evento, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Macaé Evaristo, defendeu o fortalecimento da agenda da democracia, dos direitos humanos e do multilateralismo como ferramenta de pacificação, diante do que ela classificou como momentos de incerteza e de insistência na força bruta. </p>
<p>“Nesse encontro, que possamos avançar e pensar como que, estrategicamente, os Brics, as áreas que são responsáveis por pensar desenvolvimento econômico, o fortalecimento Sul-Sul, para que a gente possa avançar com uma firme presença das mulheres, que possamos nos unir para barrar e cessar toda forma de misoginia, de violência contra as mulheres, especialmente, contra as meninas, as quais precisamos ter o maior cuidado.”</p>
<p>No Palácio do Itamaraty, a ministra da Igualdade Racial (MIR), Anielle Franco, citou a ONU Mulheres, órgão das Nações Unidas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, para afirmar que uma em cada dez mulheres do mundo vive em extrema pobreza.</p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=421995-->Durante a reunião, Macaé Evaristo defendeu o fortalecimento da agenda da democracia,- <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=421995--></h6>
</p>
</div>
<p>Anielle defendeu que a busca por soluções para o desenvolvimento sustentável e o enfrentamento aos vários tipos de violência deve ser feita de forma coletiva pelos países. “No mundo todo, somos nós que carregamos nas costas a organização e gestão doméstica, familiar e territorial. Mas, infelizmente, com trajetórias mais precarizadas pelo acúmulo de opressões que somam os nossos corpos, como racismo, machismo e discriminação territorial”.</p>
<p>A socióloga e primeira-dama brasileira, Janja Lula da Silva, relembrou fala do papa Francisco, morto na segunda-feira (21), sobre as mulheres, em fevereiro deste ano. “Uma sociedade que elimina as mulheres da vida pública empobrece. Igualdade de direito, sim, mas também igualdade de oportunidades, igualdade de possibilidade de progredir, porque, do contrário, empobrece”, parafraseou o ex-líder da Igreja Católica. </p>
<h2>Brics</h2>
<p>O Brasil preside o Brics em 2025 e adotou o tema Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável. Composto por 11 países, o bloco atua como um espaço de articulação político-diplomática para promover a cooperação em diversas áreas.</p>
<p>O bloco reúne os membros originários, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e os países incorporados durante a 15ª Cúpula do BRICS, em Joanesburgo (África do Sul), em agosto de 2023: Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. Por fim, a Indonésia aceitou formalmente o convite para integrar o grupo em 2024.</p>
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    </div>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-04/empoderamento-de-mulheres-e-tema-de-reuniao-ministerial-do-brics">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 24 Apr 2025 20:38:00 -0300 </p>

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