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	<title>Arquivo de mandados de busca e apreensão - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de mandados de busca e apreensão - WeekNews</title>
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		<title>Delegada é presa em São Paulo suspeita de ligação com PCC</title>
		<link>https://weeknews.online/delegada-e-presa-em-sao-paulo-suspeita-de-ligacao-com-pcc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 12:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[CPI do Crime ouve direção da PF e promotor que atua contra PCC]]></category>
		<category><![CDATA[delegada]]></category>
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		<category><![CDATA[Falta integrar polícias contra facções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) faz, nesta manhã de sexta-feira (16) a Operação Serpens, para investigar o envolvimento de uma delegada de polícia suspeita de ter envolvimento com a facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela está presa. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá, e dois mandados de prisão temporária. Notícias relacionadas: Falta integrar polícias contra facções, diz promotor que investiga PCC. CPI do Crime ouve direção da PF e promotor que atua contra PCC. Segundo informações divulgadas pelo próprio MPSP, a delegada – que não teve o nome revelado – mantinha ligação pessoal e profissional com integrantes do PCC. Ela usava seu cargo de maneira irregular em audiências de custódia de&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Ministério Público de São Paulo (MPSP) faz, nesta manhã de sexta-feira (16) a Operação Serpens, para investigar o envolvimento de uma delegada de polícia suspeita de ter envolvimento com a facção criminosa do Primeiro Comando da Capital</strong> (<strong>PCC). Ela está presa.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768565316_842_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768565316_945_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá, e dois mandados de prisão temporária.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Falta integrar polícias contra facções, diz promotor que investiga PCC.</li>
<li>CPI do Crime ouve direção da PF e promotor que atua contra PCC.</li>
</ul>
<p>Segundo informações divulgadas pelo próprio MPSP, a delegada – que não teve o nome revelado – mantinha ligação pessoal e profissional com integrantes do PCC. <strong>Ela usava seu cargo de maneira irregular em audiências de custódia de presos da facção criminosa.</strong></p>
<p>Junto do MPSP nesta ação estão também o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo e Gaeco do Pará.</p>
<p> </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/delegada-e-presa-em-sao-paulo-suspeita-de-ligacao-com-pcc">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 16 Jan 2026 08:38:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Buscas da PF na Câmara têm como alvo ex-assessora de Lira</title>
		<link>https://weeknews.online/buscas-da-pf-na-camara-tem-como-alvo-ex-assessora-de-lira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 17:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Lula decidirá sobre PL da Dosimetria quando texto chegar ao Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[mandados de busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento secreto]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal cumpre mandados na Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade civil pede ao Senado rigor na análise do PL da Dosimetria]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Tuca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL) Mariângela Fialek foi o alvo do cumprimento de mandados de busca e apreensão na Câmara dos Deputados pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (12). Conhecida como “Tuca”, ela trabalhou para o deputado quando ele presidia a Casa.  As diligências foram autorizadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). As investigações apontam a ex-assessora como responsável por enviar ordens para comissões determinando a liberação de emendas parlamentares do chamado “orçamento secreto”, como ficou conhecida a destinação de verbas públicas sem identificação do político que fez a indicação ou dos beneficiários finais. Notícias relacionadas: Polícia Federal cumpre mandados na Câmara dos Deputados. Lula decidirá sobre PL da Dosimetria quando texto chegar ao Executivo. Sociedade civil pede ao Senado rigor na&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL) Mariângela Fialek foi o alvo do cumprimento de mandados de busca e apreensão na Câmara dos Deputados pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (12).</strong> Conhecida como “Tuca”, ela trabalhou para o deputado quando ele presidia a Casa. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765559800_278_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765559801_389_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>As diligências foram autorizadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). As investigações apontam a ex-assessora como responsável por enviar ordens para comissões determinando a liberação de emendas parlamentares do chamado “orçamento secreto”, como ficou conhecida a destinação de verbas públicas sem identificação do político que fez a indicação ou dos beneficiários finais.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Polícia Federal cumpre mandados na Câmara dos Deputados.</li>
<li>Lula decidirá sobre PL da Dosimetria quando texto chegar ao Executivo.</li>
<li>Sociedade civil pede ao Senado rigor na análise do PL da Dosimetria.</li>
</ul>
<p>As investigações tiveram como ponto de partida o depoimento de seis deputados e de uma servidora. <strong>Segundo os relatos, Tuca encaminhava a comissões ofícios da Presidência da Câmara ordenando a liberação de emendas em especial para Alagoas, estado do parlamentar. </strong></p>
<p>A ex-assessora de Lira, que hoje possui um cargo no gabinete da presidência do PP na Câmara, já havia tido o sigilo telemático quebrado, mas a PF apontou a necessidade de realizar buscas após constatar a ausência de mensagens salvas em aparelhos ou nuvens de dados, embora tenha encontrado indícios da prática de crimes. </p>
<p><strong>Ao autorizar as buscas, Dino justificou a medida “ante a concreta possibilidade de que a representada tenha adotado condutas voltadas a impedir a realização de backup de seus dados mais sensíveis em ambiente de nuvem, mantendo acervo em meios físicos (papéis, máquinas, etc)”. O ministro frisou que os indícios apontam para “uma atuação contínua, sistemática e estruturada” na organização do orçamento secreto. </strong></p>
<p>Nesse contexto, o ministro afirmou que as buscas em gabinete da Câmara se justificam “pelo fato de manter maior potencial probatório, considerando que as ações sob suspeita seriam empreendidas justamente no contexto da rotina de desempenho funcional da investigada na Casa Legislativa”.</p>
<p>Dino é relator também de uma ação em que o Supremo vedou as práticas do orçamento secreto, obrigando que a Câmara adotasse critérios mínimos de transparência e rastreabilidade do dinheiro público até o destinatário final. </p>
<p><strong>Atualmente, tramitam no Supremo variadas investigações sobre desvios de recursos de emendas parlamentares oriundas do orçamento secreto. </strong></p>
<h2>Conta de padaria</h2>
<p>A participação de Tuca na organização e imposição do orçamento secreto foi relatada à PF por seis parlamentares. São eles: os deputados Glauber Braga (Psol-RJ), José Rocha (União-BA),  Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União-SP), Dr. Francisco (PT-PI) e do senador Cleitinho (Republicanos-MG). </p>
<p>As falas reforçam a suspeita de que havia “redirecionamento forçado” de recursos de emendas por Lira, sublinhou o ministro Flávio Dino. </p>
<p><strong>Em relatório parcial, a PF destacou como desde 2020 Tuca ocupou diversos cargos estratégicos em empresas públicas e no Legislativo, sempre por indicação de Lira, que a permitissem manipular o direcionamento de emendas. </strong></p>
<p>Após encontrarem uma anotação à mão que coincide com o direcionamento de emendas, os investigadores destacaram “o incomum desapego à formalidade” na formulação do Orçamento da União. </p>
<p>“Uma anotação à mão, realizada de maneira rudimentar, foi responsável pela realocação de recursos de um Município para outro. Lamentavelmente, não há como não comparar a maneira de controlar e organizar o orçamento secreto coordenado por TUCA a uma ‘conta de padaria’”, escreveram os investigadores. </p>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/buscas-na-camara-tem-como-alvo-ex-assessora-de-lira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 12 Dec 2025 13:24:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>STF tem 3 votos contra aval do Legislativo para buscas no Congresso</title>
		<link>https://weeknews.online/stf-tem-3-votos-contra-aval-do-legislativo-para-buscas-no-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 18:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[10ª Vara Federal de Brasília determinou buscas nas dependências do Senado]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[blindagem]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[da PEC da Blindagem]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mandados de busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[Na Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Blindagem pode barrar ações contra corrupção no uso de emendas]]></category>
		<category><![CDATA[População deve cobrar Câmara sobre PEC da Blindagem]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli dá dez dias para Câmara se manifestar sobre PEC da Blindagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (19) por rejeitar um pedido da Mesa Diretora do Senado para que mandados de busca e apreensão contra parlamentares só pudessem ser cumpridos com o aval do presidente da Câmara ou do Senado.  Relator do tema, Zanin foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, somando assim três votos no sentido de não ser necessária a autorização legislativa para que mandados expedidos pelo Supremo possam ser cumpridos nas dependências do Congresso Nacional ou em imóveis funcionais.  Notícias relacionadas: PEC da Blindagem pode barrar ações contra corrupção no uso de emendas. População deve cobrar Câmara sobre PEC da Blindagem, diz ministro. Toffoli dá dez dias para Câmara se manifestar sobre&#8230;</p>
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				</p>
<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (19) por rejeitar um pedido da Mesa Diretora do Senado para que mandados de busca e apreensão contra parlamentares só pudessem ser cumpridos com o aval do presidente da Câmara ou do Senado. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758305585_478_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758305585_361_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Relator do tema, Zanin foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, somando assim três votos no sentido de não ser necessária a autorização legislativa para que mandados expedidos pelo Supremo possam ser cumpridos nas dependências do Congresso Nacional ou em imóveis funcionais. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PEC da Blindagem pode barrar ações contra corrupção no uso de emendas.</li>
<li>População deve cobrar Câmara sobre PEC da Blindagem, diz ministro.</li>
<li>Toffoli dá dez dias para Câmara se manifestar sobre PEC da Blindagem .</li>
</ul>
<p><strong>“Isso porque a Constituição ou a lei não fazem essas exigências e não cabe ao Supremo Tribunal Federal a estipulação de critérios que não foram previstos pelo legislador”, escreveu Zanin.</strong> </p>
<p>O tema é julgado no plenário virtual, em sessão iniciada às 11h desta sexta-feira. Os demais ministros têm até as 23h59 para votar. O julgamento pode ser interrompido por pedidos de vista (mais tempo de análise) ou destaque (remessa para discussão no plenário convencional). </p>
<p>Em seu voto, Zanin destacou que a entrada em espaço protegido, como residência e local de trabalho, só deve ocorrer mediante autorização do morador ou, se isso não for possível, por meio de ordem judicial que suplante essa autorização. </p>
<blockquote>
<p>“Em se falando das casas legislativas, as ordens de busca e apreensão, por exemplo, buscam justamente prevenir que o ingresso da polícia seja impedido pelo presidente da Câmara ou do Senado, caso contrário não haveria a necessidade do mandado judicial”, entende Zanin. </p>
</blockquote>
<p><strong>Caso prevaleça o entendimento do relator, o Supremo estará reafirmando sua jurisprudência contra a blindagem de endereços ligados a parlamentares.</strong> Essa interpretação, porém,  ainda não foi expressa em uma ação de controle concentrado, isto é, numa ação que produza efeitos amplos e vinculantes, como a que está sendo agora julgada. </p>
<h2>Competência</h2>
<p><strong>Os ministros que votaram até agora, contudo, concederam um dos pedidos do Senado, declarando que cabe somente ao Supremo, e nunca a juízes de outras instâncias, a competência para determinar medidas de investigação nas instalações do Congresso e nos imóveis funcionais.</strong> </p>
<p>Para Zanin, “ainda que a investigação não tenha como alvo direto o parlamentar, a apreensão de documentos ou aparelhos eletrônicos dentro do Congresso Nacional ou em imóvel funcional de parlamentar repercute, mesmo que indiretamente, sobre o desempenho da atividade parlamentar e, consequentemente, sobre o próprio exercício do mandato, o que atrai a competência do Supremo Tribunal Federal”. </p>
<p><strong>O tema está sendo votado poucos dias depois da aprovação, na Câmara, da PEC da Blindagem, que prevê a necessidade de aval da respectiva Casa legislativa para que processos criminais contra deputados e senadores possam tramitar no Supremo.</strong> </p>
<h2>Entenda </h2>
<p>A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) sobre o assunto foi aberta em outubro de 2016 pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), então presidente do Senado, após a deflagração da Operação Métis.</p>
<p><strong>A operação foi deflagrada a pedido da Polícia Federal (PF), que à época apurava a suspeita de que policiais legislativos e equipamentos do Senado eram empregados na varredura de endereços funcionais, com objetivo de desativar possíveis escutas instaladas com autorização judicial no âmbito da Operação Lava Jato.</strong> </p>
<p>Na ocasião, a 10ª Vara Federal de Brasília determinou buscas nas dependências do Senado, bem como a apreensão dos equipamentos supostamente utilizados. O então ministro Teori Zavascki, do Supremo, acabaria suspendendo as investigações e determinando a remessa do processo e de todo material apreendido para o Supremo.</p>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/stf-tem-3-votos-contra-aval-do-legislativo-para-buscas-no-congresso">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 19 Sep 2025 14:40:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/stf-tem-3-votos-contra-aval-do-legislativo-para-buscas-no-congresso/">STF tem 3 votos contra aval do Legislativo para buscas no Congresso</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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