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	<title>Arquivo de MapBiomas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de MapBiomas - WeekNews</title>
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		<title>Queimadas no Brasil caem 31% em 2025, e Amazônia tem menor área queimada em 41 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo divulga planejamento para enfrentar incêndios em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Brasil registrou 12,7 milhões de hectares queimados em 2025, uma redução de 31% em relação à média histórica de 18,4 milhões de hectares anuais. O número representa quase a metade da área atingida pelo fogo em 2024. Os dados constam da segunda edição do Relatório Anual do Fogo no Brasil, divulgado pelo MapBiomas, que reúne informações sobre as áreas queimadas no país entre 1985 e 2025. De acordo com o levantamento, a área queimada no ano passado interrompeu uma sequência de expansão, com destaque para a queda na Amazônia, principal fator para a redução. Depois de ter alcançado, em 2024, a maior área queimada da série histórica, com 15,8 milhões de hectares, o bioma registrou em 2025 a menor&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/queimadas-no-brasil-caem-31-em-2025-e-amazonia-tem-menor-area-queimada-em-41-anos/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/dji_0259_0-1024x512.jpg" alt="Queimadas no Brasil caem 31% em 2025, e Amazônia tem menor área queimada em 41 anos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/area-queimada-no-brasil-fica-31-abaixo-da-media-historica-em-2025" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Brasil registrou 12,7 milhões de hectares queimados em 2025, uma redução de 31% em relação à média histórica de 18,4 milhões de hectares anuais. O número representa quase a metade da área atingida pelo fogo em 2024. Os dados constam da segunda edição do Relatório Anual do Fogo no Brasil, divulgado pelo MapBiomas, que reúne informações sobre as áreas queimadas no país entre 1985 e 2025.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a área queimada no ano passado interrompeu uma sequência de expansão, com destaque para a queda na Amazônia, principal fator para a redução. Depois de ter alcançado, em 2024, a maior área queimada da série histórica, com 15,8 milhões de hectares, o bioma registrou em 2025 a menor marca dos últimos 41 anos: 3,1 milhões de hectares.</p>
<p>Apesar da redução, Amazônia e Cerrado continuam concentrando a maior parte das áreas queimadas no país. Juntos, os dois biomas respondem por 86% de toda a área atingida pelo fogo desde 1985. O Cerrado permaneceu como o bioma mais afetado pelas queimadas em 2025, com 8,7 milhões de hectares queimados.</p>
<p>O Pantanal apresentou a maior redução proporcional entre todos os biomas, com apenas 121 mil hectares queimados, uma queda de 85,6% em relação à média histórica. Já a Caatinga foi o único bioma que registrou área queimada acima da média no ano, com 505 mil hectares.</p>
<p>Segundo a diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e coordenadora do MapBiomas Fogo, Ane Alencar, a série histórica permite compreender mudanças no comportamento das queimadas ao longo do tempo. &#8220;Saber onde o fogo é recorrente, com que frequência ele retorna, qual é sua severidade potencial e quais áreas estão queimando mais ou menos é essencial para definir prioridades, orientar ações preventivas e implementar, de forma mais eficiente, a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo&#8221;, afirmou.</p>
<p>O relatório também apresenta, pela primeira vez, indicadores sobre a severidade potencial das queimadas (baixa, moderada, alta, muito alta ou extrema) e o intervalo de retorno do fogo (número de anos entre as ocorrências em uma mesma área). Quando considerado todo o país, 64% da área queimada teve severidade moderada ou baixa. Porém, na análise específica por bioma, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal tiveram metade ou mais da metade da área queimada com severidade alta e muito alta.</p>
<p>Os dados mostram ainda que 64% de toda a área queimada no país desde 1985 foi atingida pelo fogo mais de uma vez. Entre essas áreas, mais da metade voltou a queimar em até quatro anos. A Amazônia apresentou os menores intervalos de recorrência: 31,6% das áreas queimadas no bioma voltaram a pegar fogo em até dois anos.</p>
<p>O pesquisador do MapBiomas Fogo, Luiz Felipe Martenexen, explica que o tipo de vegetação influencia intensidade e frequência dos incêndios. &#8220;Na Amazônia, onde a vegetação não é adaptada ao fogo, intervalos tão curtos entre os eventos reduzem o tempo de recuperação da floresta e aumentam o risco de novos incêndios, mais intensos e degradantes. Esse processo pode comprometer progressivamente a regeneração e tornar a floresta cada vez mais vulnerável ao fogo&#8221;, disse.</p>
<p>No Cerrado, 66% de toda a área queimada desde 1985 sofreu mais de um episódio de fogo. Segundo a pesquisadora Vera Laísa Arruda, do MapBiomas e do IPAM, o aumento da frequência das queimadas pode comprometer a regeneração. &#8220;No Cerrado, o fogo faz parte da dinâmica natural do bioma, mas a incidência atual, marcada por eventos mais frequentes e extensos, pode ultrapassar a capacidade de recuperação da vegetação. Quando esse regime se intensifica, aumentam os riscos de perda de biodiversidade e degradação do bioma&#8221;, afirmou.</p>
<p>O levantamento mostra que Mato Grosso, Pará e Maranhão concentraram 47% de toda a área queimada no Brasil desde 1985. Os três estados acumulam, respectivamente, 45,1 milhões, 31,6 milhões e 20,7 milhões de hectares queimados no período. Em nível municipal, 11% de toda a área atingida pelo fogo no país está concentrada em apenas 15 municípios, com Corumbá (MS) e São Félix do Xingu (PA) liderando o ranking histórico.</p>
<p>Segundo o relatório, 71,5% de toda a área queimada entre 1985 e 2025 ocorreu em vegetação nativa, enquanto 28,5% atingiram áreas com atividades humanas, como pastagens e áreas agrícolas. A distribuição varia entre os biomas: na Amazônia e na Mata Atlântica, o fogo ocorre predominantemente em áreas modificadas pela ação humana, principalmente pastagens. Já na Caatinga, no Cerrado, no Pantanal e no Pampa, mais de 80% das áreas queimadas correspondem à vegetação nativa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/area-queimada-no-brasil-fica-31-abaixo-da-media-historica-em-2025" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Crédito rural de R$ 92,4 bilhões foi para áreas com alertas ambientais, aponta MapBiomas</title>
		<link>https://weeknews.online/credito-rural-de-r-924-bilhoes-foi-para-areas-com-alertas-ambientais-aponta-mapbiomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alerta ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda impasse entre bancada do agro e governo sobre dívidas rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamentos de projetos rurais sustentáveis terão juros mais baixos]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[MP de renegociação de dívidas rurais prevê punições contra fraudes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. A constatação é da nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, que identificou 831 mil operações de financiamento nessas condições, somando R$ 92,4 bilhões. No período analisado, o crédito rural público totalizou R$ 613,18 bilhões. O levantamento mostra que mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, equivalente a 56% do total, enquanto&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/1057811-ebc_07.12.2016-2948_07.12.16-1024x512.jpg" alt="Crédito rural de R$ 92,4 bilhões foi para áreas com alertas ambientais, aponta MapBiomas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. A constatação é da nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, que identificou 831 mil operações de financiamento nessas condições, somando R$ 92,4 bilhões. No período analisado, o crédito rural público totalizou R$ 613,18 bilhões.</p>
<p>O levantamento mostra que mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, equivalente a 56% do total, enquanto o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.</p>
<p>Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais — como alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas —, o Banco do Nordeste respondeu por 63% dos contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. O MapBiomas ressalta que um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.</p>
<p>O perfil do crédito revela que mais de 68% das operações tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, e aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 27% das operações.</p>
<p>O Piauí foi o estado com o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins (R$ 13,9 bilhões), seguido por Mato Grosso (R$ 13,3 bilhões) e Rondônia (R$ 13 bilhões).</p>
<p>Sobre a legalidade, o MapBiomas Alerta informa que a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por órgãos ambientais, como o Ibama. Um imóvel pode ter um alerta de satélite, mas sem auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para obter o crédito.</p>
<p>Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzar alertas de satélite — como o sistema Prodes — para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. No entanto, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.</p>
<p>O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais do MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. A plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes do Banco Central. A nova versão ampliou o monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.</p>
<p>O pesquisador do MapBiomas, Paulo Teixeira, explicou que agora é possível acompanhar financiamentos que antes não podiam ser localizados apenas pelas áreas financiadas (glebas). &#8220;A quantidade de operações analisadas pelo monitor mais que duplicou na nova versão. Estão sendo monitoradas todas as operações do Sicor que têm sua localização disponível publicamente, seja pela gleba ou pelo CAR. Isso permite que tenhamos uma melhor visão de para onde está sendo fornecido esse crédito e o que essas propriedades sobrepõem, trazendo mais transparência ao crédito rural brasileiro&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em nota, o Banco do Brasil informou que sua política de crédito &#8220;veda a concessão de financiamentos que englobem áreas protegidas, a exemplo das terras indígenas, quilombolas, florestas públicas e ainda em áreas com desmatamento ilegal&#8221;. A instituição disse que utiliza 33 bases públicas para verificar restrições legais e vedações normativas, além da ferramenta Diagnóstico Geo Socioambiental para identificar sobreposição com bases geográficas impeditivas. O banco afirma que monitora e fiscaliza periodicamente as operações e que há cláusulas que permitem decretar vencimento antecipado e suspensão imediata dos desembolsos em caso de infringências socioambientais. Em 2025, segundo o banco, &#8220;evitou que R$ 31,6 bilhões fossem direcionados a áreas que não estão alinhadas com normas socioambientais e com os princípios de sustentabilidade do banco, como áreas embargadas, terras indígenas, unidades de conservação e áreas com desmatamento ilegal&#8221;.</p>
<p>O Banco do Nordeste (BNB) afirmou, em nota, que todas as suas operações de crédito rural são concedidas em estrita conformidade com a legislação e os normativos vigentes, incluindo a verificação dos requisitos de regularidade socioambiental. O BNB disse que faz uso de ferramentas especializadas de avaliação socioambiental, complementadas por tecnologias de sensoriamento remoto e consultas a bases oficiais de controle. O banco destacou que operações eventualmente identificadas em áreas legalmente protegidas não implicam, por si só, irregularidades, pois podem estar vinculadas a beneficiários legalmente autorizados, como povos indígenas, comunidades quilombolas, extrativistas e demais povos e comunidades tradicionais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco</title>
		<link>https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 11:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[diz Alessandra Munduruku]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 7.805/1989]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de carbono ameaça vida indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[Rios na Amazônia têm risco muito alto de contaminação por mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Munduruku]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Munduruku volta a ser pressionada pelo desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas são, em média, de 9,1 µg/g. Os dados fazem parte do resultado preliminar do Estudo Longitudinal de Gestantes e Recém-Nascidos Indígenas Expostos ao Mercúrio na Amazônia, realizado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3) pelo coordenador da pesquisa Paulo Basta, durante a Rio Nature &#038; Climate Week, a semana do clima do Rio de Janeiro. Das 195&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas são, em média, de 9,1 µg/g.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte do resultado preliminar do <em>Estudo Longitudinal de Gestantes e Recém-Nascidos Indígenas Expostos ao Mercúrio na Amazônia</em>, realizado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz).</p>
<p>Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3) pelo coordenador da pesquisa Paulo Basta, durante a Rio Nature &#038; Climate Week, a semana do clima do Rio de Janeiro.</p>
<p>Das 195 mulheres monitoradas, 97% têm mercúrio no corpo acima do nível seguro. No caso mais extremo, uma delas apresentou 39,9 µg/g do metal, 20 vezes acima do tolerável.</p>
<p>Deste total, 134 mulheres já deram à luz. Os bebês também são acompanhados pelos pesquisadores. Cerca de 90% deles já nascem contaminados pelo mercúrio. O metal passa da mãe para a criança pela placenta.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=464975:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0g0a9609.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week com o tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0g0a9609.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week com o tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=464975 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=464975-->Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 &#8211; O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz &#8211; Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week. Ele foi o  coordenador da pesquisa sobre Indígenas expostos a mercúrio na Amazônia  Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=464975--></p>
</div>
</div>
<p>Os bebês têm em média concentrações de 5,8 µg/g, três vezes acima do limite. Em um caso extremo, um deles apresentou 30,8 µg/g, 15 vezes acima do nível seguro.</p>
<blockquote>
<p>“Esse bebê é monitorado ao longo dos primeiros dois anos de vida em diferentes momentos. São acompanhadas as curvas de crescimento, de peso para a idade, de estatura, entre outros. A nossa hipótese é que a exposição durante o período pré-natal ao mercúrio provoca retardo nesses marcos do neurodesenvolvimento”, diz Paulo Basta.</p>
</blockquote>
<p><strong>“O mercúrio se converte em uma neurotoxina que vai afetar principalmente o tecido do sistema nervoso central. Uma lesão que ocorre no sistema nervoso central é uma lesão irreversível. As pessoas vão ter que lidar com esse problema para sempre”, completa.</strong></p>
<p>O pesquisador cita crescimento de crianças nascendo com doenças neurológicas raras, síndromes, anomalias congênitas e doenças sem um diagnóstico formado ainda. Todas suspeitas de terem relação com a contaminação por mercúrio. Ele também destacou que o distrito sanitário especial indígena Rio Tapajós foi a unidade de saúde que mais demandou cadeiras de rodas para o Ministério da Saúde.</p>
<p>“É importante que esses dados se convertam em estatísticas oficiais, o que não existiam até muito recentemente no Brasil. O nosso sistema ainda não tem disponível uma ficha de notificação para os casos de contaminação específica por mercúrio”, disse Paulo.</p>
<blockquote>
<p>“Apesar dessas limitações, temos 751 casos identificados de indígenas contaminados por mercúrio com confirmação laboratorial.  Desse conjunto, 318 são do Pará e 378 são de Roraima, ligados ao povo Yanomami”, completa.</p>
</blockquote>
<h2>Revolta com diagnóstico</h2>
<p> </p>
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<p><!--copyright=464978-->Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 &#8211;  Alessandra Munduruku participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=464978--></p>
</div>
</div>
<p>A liderança Alessandra Korap Munduruku conta que houve uma comoção coletiva quando os primeiros resultados de contaminação por mercúrio foram divulgados em 2022. A primeira parte do estudo, que monitorava indivíduos de todas as idades, começou em 2019 em três aldeias da terra Sawré Muybu.</p>
<blockquote>
<p>“Estávamos doentes, mas sem exames, não sabíamos o que estava acontecendo. Quando tivemos os resultados, fizemos uma reunião e as mulheres estavam bem revoltadas. Perguntavam se deveriam interromper a gravidez porque o útero estaria contaminado e o leite materno também poderia contaminar os filhos”, conta.</p>
</blockquote>
<p>A região onde vive o povo Munduruku tem sido afetada pelo garimpo ilegal de ouro há décadas. O mercúrio é utilizado no garimpo para separar o ouro da terra. A prática contamina os rios e os seres que vivem nele. O metal entra no organismo humano principalmente pelo consumo de peixes contaminados.</p>
<p><strong>“Nossa principal fonte de alimento é o peixe e não há como fugir disso. Para quem mora na cidade é muito fácil. Vão nas prateleiras, compram frango e carne, tem outras opções. O coração dói quando vê a situação do povo, porque eles não têm como sair do território e ir para outro lugar”, diz Alessandra.</strong></p>
<p>“O lugar é nosso. Porque precisamos dar nosso espaço para empresas, garimpo, mineração, hidrelétricas, ferrovias? Porque que a carne do índio é mais barata? É como se nós não existíssemos. Que progresso é esse que mata rios, florestas e expulsa os povos?”, indaga.</p>
<h2>Rastro do garimpo</h2>
<p> </p>
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<p> Os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. <strong>Foto Divulgação/Ministério da Defesa</strong><!--END copyright=148821--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Cerca de 92% da área garimpada legal ou ilegal no Brasil se concentra na Amazônia, segundo dados do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://brasil.mapbiomas.org/wp-content/uploads/sites/4/2023/09/MapBiomas-FACT_Mineracao_21.09.pdf" target="_blank">MapBiomas</a>. A estimativa é que 85% dos garimpos no país se dedicam à extração de ouro.</strong></p>
<p>O índice alto de ilegalidade no setor traz impactos socioambientais para além da contaminação por mercúrio: desmatamento, violência, conflito com povos tradicionais trabalho escravo, sonegação de impostos e evasão de divisas.</p>
<p>Estudo divulgado esta semana pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.greenpeace.org/brasil/imprensa/lavagem-de-ouro-greenpeace-brasil-denuncia-fraudes-em-permissoes-de-garimpo-na-amazonia-e-revela-esquema-bilionario/" target="_blank">Greenpeace</a> mostra como Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) são usadas para venda de ouro extraído ilegalmente da Amazônia, com impactos em terras indígenas e áreas protegidas. A estratégia permite escapar do licenciamento ambiental mais rigoroso e das regras da mineração industrial, além de facilitar a lavagem de ouro.</p>
<p>Porém, os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. A atividade é regulamentada no Brasil principalmente pelo Código de Mineração, pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7805.htm" target="_blank">Lei nº 7.805/1989</a> e por normas da Agência Nacional de Mineração (ANM).</p>
<p>Para os analistas, flexibilizações indevidas do licenciamento ambiental em âmbito estadual e falta de transparência para implementar salvaguardas socioambientais enfraquecem o controle da atividade.</p>
<p>A promotora do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Eliane Moreira, reforça a responsabilidade dos entes públicos de todos os níveis no ciclo que envolve o garimpo e a contaminação dos povos indígenas por mercúrio.</p>
<blockquote>
<p>“Essa grande contaminação de mercúrio acontece a partir de um licenciamento bastante frágil. Em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), não há estrutura institucional para uma fiscalização suficiente e existe um ambiente propício para toda essa tragédia”, diz a procuradora.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 04 Jun 2026 07:54:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/">Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Desmatamento no Brasil registra queda de 20,6% em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/desmatamento-no-brasil-registra-queda-de-206-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 09:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Soberana: programa vai combater crimes em áreas de fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça novas áreas de proteção ambiental no Cerrado e no Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento da Mata Atlântica de São Paulo tem queda de 29%]]></category>
		<category><![CDATA[diz Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[unidades de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Pela primeira vez desde 2019, a área total de vegetação nativa desmatada no Brasil ficou abaixo de 1 milhão de hectares em um único ano. De acordo com o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), divulgado pelo MapBiomas nesta quarta-feira (27), foram desmatados 984.794 hectares no país em 2025, uma redução de 20,6% em relação a 2024. Todos os biomas do país tiveram redução da área desmatada. O Pantanal registrou a maior redução proporcional entre todos os biomas, com queda de 48,4% na área desmatada em relação a 2024, somando 12.260 hectares perdidos no ano. O Cerrado continua sendo o bioma com maior área desmatada, com 540.614 hectares em 2025. O MapBiomas alerta que, apesar da redução no desmatamento no ano passado,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
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<p>Pela primeira vez desde 2019, a área total de vegetação nativa desmatada no Brasil ficou abaixo de 1 milhão de hectares em um único ano. De acordo com o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), divulgado pelo MapBiomas nesta quarta-feira (27), <strong>foram desmatados 984.794 hectares no país em 2025, uma redução de 20,6% em relação a 2024.</strong></p>
<p>Todos os biomas do país tiveram redução da área desmatada. <strong>O Pantanal registrou a maior redução proporcional entre todos os biomas, com queda de 48,4% na área desmatada em relação a 2024</strong>, somando 12.260 hectares perdidos no ano. O Cerrado continua sendo o bioma com maior área desmatada, com 540.614 hectares em 2025.</p>
<p><strong>O MapBiomas alerta que, apesar da redução no desmatamento no ano passado, a área desmatada no Brasil chegou à média de 2.698 hectares por dia, cerca de 112 hectares por hora.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“É como se 17 parques do Ibirapuera &#8211; o maior parque urbano da cidade de São Paulo &#8211; fossem desmatados todos os dias”, comparou a entidade, em nota.</p>
</blockquote>
<p>Nos últimos sete anos, série histórica do MapBiomas Alerta, o Brasil perdeu mais de 10,9 milhões de hectares de vegetação nativa, área superior à do estado de Pernambuco.</p>
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<p><h6 class="meta">Parque Nacional do Pantanal &#8211; Foto: <strong>Palê Zuppani/ICMbio</strong><!--END copyright=457236--></h6>
</p>
</div>
<h2>Mais desmatados</h2>
<p><strong>A Amazônia e o Cerrado foram os biomas mais desmatados em 2025.</strong> Juntos, os dois biomas responderam por mais de 84% de toda a área desmatada no país no ano.</p>
<p>O Cerrado concentrou sozinho 54,9% do desmatamento do país, um total de 540.614 hectares, apesar da queda de 16,9% em relação a 2024. O bioma perdeu 1.482 hectares de vegetação nativa diariamente.</p>
<p>Na Amazônia, foram desmatados 289.478 hectares em 2025, uma redução de 23,5% frente ao ano anterior. <strong>O desmatamento no bioma foi de 792 hectares por dia</strong>, o que equivale à perda de cerca de 5 árvores por segundo, segundo análise do MapBiomas.</p>
<p>O levantamento mostrou que as formações savânicas lideram o tipo de vegetação nativa mais ameaçada. Pelo terceiro ano consecutivo, foram as mais afetadas pelo desmatamento no Brasil, respondendo por 51,4% da área total desmatada, seguidas das formações florestais, com 46,3%.</p>
<p><strong>Na Amazônia e Mata Atlântica predominou o desmatamento em formações florestais</strong>, enquanto nos biomas Cerrado, Caatinga e Pantanal, o predomínio foi de supressão das formações savânicas.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>A região conhecida como Matopiba, que reúne os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e Mato Grosso, concentra mais de 63% do desmatamento entre os estados. <strong>São as cinco unidades federativas com maior área desmatada em 2025.</strong></p>
<p>No acumulado de 2019 a 2025, o Pará é o estado com maior área desmatada, com mais de 2 milhões de hectares de vegetação nativa perdidos no período. No entanto, em 2025, o estado registrou queda de 40% em relação ao ano anterior.</p>
<p><strong>Entre os estados com maiores reduções absolutas, Maranhão, Pará e Tocantins registraram queda superior a 50 mil hectares de área desmatada.</strong> Sergipe e Alagoas reduziram mais de 60% em relação ao ano anterior.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/peixes_contaminados_trazem_riscos_a_saude_de_ribeirinhos_na_amazonia.jpg" alt="Brasília (DF),  19/03/2026 - Peixes contaminados trazem riscos à saúde de ribeirinhos na Amazônia.
Foto: ICMBio" title="ICMBio"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/peixes_contaminados_trazem_riscos_a_saude_de_ribeirinhos_na_amazonia.jpg" alt="Brasília (DF),  19/03/2026 - Peixes contaminados trazem riscos à saúde de ribeirinhos na Amazônia.
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<p><h6 class="meta">Ribeirinhos na Amazônia &#8211; Foto: <strong>ICMBio</strong><!--END copyright=456714--></h6>
</p>
</div>
<h2>Expansão agropecuária</h2>
<p>O desmatamento associado à expansão da agropecuária responde por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos sete anos, apontou o MapBiomas. </p>
<p><strong>Esse vetor de pressão responde por 99% da vegetação nativa perdida no Brasil em 2025.</strong></p>
<p>Além disso, no último ano, 99% da área desmatada associada ao garimpo estava concentrada na Amazônia, com maior incidência no Pará. Já os desmatamentos relacionados a empreendimentos de energia renovável estiveram concentrados na Caatinga, que respondeu por 97% da área desmatada associada a esse vetor.</p>
<p><strong>Os desmatamentos associados à expansão urbana apresentaram aumento de 7% em relação a 2024 e concentraram-se principalmente no Cerrado e na Amazônia</strong>, que juntos responderam por mais de 60% da área de vegetação nativa perdida vinculadas às áreas urbanizadas. </p>
<h2>Municípios</h2>
<p>Mais da metade dos 5.572 municípios brasileiros (2.932) tiveram pelo menos um evento de desmatamento detectado e validado em 2025. O município de Canto do Buriti, no Piauí, lidera o ranking de maior área desmatada pela primeira vez na série histórica, com 20.877 hectares desmatados.</p>
<p>Localizado no bioma da Caatinga, Canto do Buriti também apresentou o maior evento de desmatamento detectado em 2025, com 20.834 hectares desmatados. <strong>A média diária de desmatamento neste município foi de 57,2 hectares</strong>, o equivalente a cerca de 80 campos de futebol por dia.</p>
<p>Os dez municípios com maior área desmatada responderam juntos por 15% do total do desmatamento validado no país, sendo que oito desses municípios estão localizados no Matopiba. Só essa região concentra 40% da perda de vegetação nativa do país e 70% do desmatamento registrado no Cerrado.</p>
<h2>Áreas de proteção</h2>
<p>As Unidades de Conservação (UCs) e Terras Indígenas são as áreas mais preservadas, segundo análise do MapBiomas. Ainda assim, dentro de UCs, foram desmatados 46.257 hectares em 2025, redução de 21,4% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Dentro das unidades de conservação, as UCs de Proteção Integral (federais, estaduais e municipais) &#8211; modalidade com maior grau de preservação &#8211; registraram queda de 55,8%, com 2.034 hectares desmatados.</p>
<p>O Cerrado responde por 43,5% do desmatamento em UCs, sendo 97% desta área localizada em Áreas de Proteção Ambiental (APAs), que é uma das formas de uso sustentável &#8211; com objetivo de conciliar ocupação humana e sustentabilidade dos recursos naturais &#8211; localizada dentro de unidades de conservação.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/imgl8999.jpg" alt="Terra Indígena Apyterewa (PA), 11/12/2025 - Crianças indígenas na aldeia Apyterewa. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6 class="meta">Crianças indígenas na aldeia Apyterewa &#8211; Foto: <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=454215--></h6>
</p>
</div>
<p>A APA do Rio Preto, na Bahia, com grande parte de seu território no Cerrado, foi a UC com maior área desmatada (7.701 hectares) no Brasil em 2025, com aumento de 44% em relação a 2024.</p>
<p><strong>Em Terras Indígenas, a perda foi de 12.593 hectares, com redução de 22% em relação a 2024.</strong> A Terra Indígena Porquinhos dos Canela-Apãnjekra, no Maranhão, permanece pelo terceiro ano consecutivo no topo do ranking (com 4.089 ha desmatados), apesar de ter registrado queda de 34% na área desmatada.</p>
<p>Em 2025, 30% das TIs do Brasil registraram ao menos um evento de desmatamento. Entre 2019 e 2025, a parcela de 1,7% (184.622 hectares) do total de terras desmatadas no Brasil estavam em Terras Indígenas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/desmatamento-no-brasil-registra-queda-de-206-em-2025" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 27 May 2026 06:00:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desmatamento-no-brasil-registra-queda-de-206-em-2025/">Desmatamento no Brasil registra queda de 20,6% em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desmatamento da Mata Atlântica tem queda de 28% em um ano</title>
		<link>https://weeknews.online/desmatamento-da-mata-atlantica-tem-queda-de-28-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alertas de desmatamento caem 35% na Amazônia e 6% no Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação SOS Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Governo lança edital para combate ao desmatamento na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade dos rios da Mata Atlântica continua precária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A área de desmatamento na Mata Atlântica registrou queda de 28% em 2025, na comparação com os monitoramentos realizados em 2024, passando de 53.303 há dois anos, para 38.385 hectares (ha) no ano passado. Este é o menor nível da série histórica e confirma a trajetória de desaceleração no desmatamento do bioma, segundo avaliação da Fundação SOS Mata Atlântica. A entidade divulgou nesta quarta-feira (13) os resultados do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, que realiza em parceria com a MapBiomas e Arcplan, desde 2022. De acordo com o SAD, houve redução das derrubadas em 11 dos 17 estados do bioma, com destaque para Bahia e Piauí. No entanto, ambos ainda aparecem entre os maiores responsáveis pela perda florestal em 2025: Bahia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A área de desmatamento na Mata Atlântica registrou queda de 28% em 2025, na comparação com os monitoramentos realizados em 2024, passando de 53.303 há dois anos, para 38.385 hectares (ha) no ano passado. </strong></p>
<p>Este é o menor nível da série histórica e confirma a trajetória de desaceleração no desmatamento do bioma, segundo avaliação da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
<p>A entidade divulgou nesta quarta-feira (13) os resultados do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, que realiza em parceria com a MapBiomas e Arcplan, desde 2022.</p>
<p>De acordo com o SAD, houve redução das derrubadas em 11 dos 17 estados do bioma, com destaque para Bahia e Piauí. No entanto, ambos ainda aparecem entre os maiores responsáveis pela perda florestal em 2025: Bahia (17.635 ha), Minas Gerais (10.228 ha), Piaui (4.389 ha) e Mato Grosso do Sul (1.962 ha). Esses quatro estados concentraram 89% da área total desmatada.</p>
<p><strong>Nos demais estados, as perdas ficaram abaixo de 1 mil hectares: </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quase toda a destruição registrada pelo sistema (96%) foi convertida para uso agropecuário, grande parte com indício de ilegalidade&#8221;, destacou a SOS Mata Atlântica.</p>
</blockquote>
<h2>Atlas</h2>
<p><strong>Já o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mala Atlântica indicou a mesma tendência, com um dado ainda mais expressivo: houve redução de 40% no desmatamento, que passou de 14.366 ha em 2024 para 8.668 ha em 2025. </strong></p>
<p>O Atlas é realizado em parceria da Fundação SOS Mata Atlântica com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que desde 1985 monitora os grandes fragmentos de florestas maduras do bioma. Em 40 anos de monitoramento, a entidade informou que esta é a primeira vez que o desmatamento anual ficou abaixo de 10 mil hectares. </p>
<p>De acordo com a SOS Mata Atlântica, os resultados refletem ações como pressão pública, mobilização da sociedade, políticas ambientais e fiscalização.</p>
<p>Entre elas, estão a Operação Mata Atlântica em Pé, a aplicação de embargos remotos e a restrição de crédito a áreas desmatadas ilegalmente, além da afirmação da Lei da Mata Atlântica como principal instrumento de proteção da vegetação nativa do bioma.</p>
<h2>Risco concreto</h2>
<p>Apesar da queda anual de área desmatada, Luis Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da SOS Mata Atlântica, alerta para a necessidade de manter a vigilância sobre o bioma:</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O desmatamento continua acontecendo e, na Mata Atlântica, cada fragmento perdido faz diferença. O desafio é manter essa trajetória até zerarmos o desmatamento.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><strong>Ele apontou que há um risco concreto ao bioma em discussão no âmbito do Legislativo. Isso porque, em 2025, o Congresso Nacional aprovou a Lei Geral do Licenciamento Ambiental e a Lei da Licença Ambiental Especial. </strong></p>
<p>A SOS Mata Atlântica avalia que essas leis enfraquecem mecanismos de controle do desmatamento justamente quando eles demonstram resultados concretos:</p>
<p>&#8220;É uma distorção que leva o Brasil na contramão do Acordo de Paris e potencializa tragédias climáticas. Os números apontam que o desmatamento cai quando a lei é aplicada com rigor e critérios técnicos. Enfraquecer os instrumentos de proteção agora é arriscar o que levamos anos construindo&#8221;, disse Malu Ribeiro, diretora de políticas públicas da SOS Mata Atlântica.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/desmatamento-da-mata-atlantica-tem-queda-de-28-em-um-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 14 May 2026 14:22:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desmatamento-da-mata-atlantica-tem-queda-de-28-em-um-ano/">Desmatamento da Mata Atlântica tem queda de 28% em um ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>MapBiomas: fragmentação de áreas naturais quase triplicou em 40 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-quase-triplicou-em-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 04:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. A fragmentação de áreas naturais aumentou quase três vezes no Brasil em 40 anos, colocando em risco espécies vegetais e animais, de acordo com levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira. Fragmentação é o processo em que o desmatamento divide áreas de vegetação nativa em trechos menores e isolados. Isso acontece por causa da expansão agropecuária, da urbanização ou da abertura de estradas, por exemplo. São como pequenas ilhas de vegetação em meio a plantações e cidades. Em 1986, o país tinha 2,7 milhões de ilhas como essas, número que subiu para 7,1 milhões em 2023. E trechos cada vez menores também. Uma área fragmentada está mais vulnerável à degradação e ao desaparecimento de espécies, explica o pesquisador e coordenador do módulo de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-quase-triplicou-em-40-anos/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

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<p>A fragmentação de áreas naturais aumentou quase três vezes no Brasil em 40 anos, colocando em risco espécies vegetais e animais, de acordo com levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira. Fragmentação é o processo em que o desmatamento divide áreas de vegetação nativa em trechos menores e isolados. Isso acontece por causa da expansão agropecuária, da urbanização ou da abertura de estradas, por exemplo. São como pequenas ilhas de vegetação em meio a plantações e cidades.</p>
<p>Em 1986, o país tinha 2,7 milhões de ilhas como essas, número que subiu para 7,1 milhões em 2023. E trechos cada vez menores também. Uma área fragmentada está mais vulnerável à degradação e ao desaparecimento de espécies, explica o pesquisador e coordenador do módulo de degradação do MapBiomas, Dhemerson Conciani:</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Por exemplo, a área de borda, né, a deriva de agrotóxico, a suscetibilidade ao fogo e também entra uma questão que é o isolamento dos fragmentos. Quanto mais fragmentada uma área está, maior vai ser a distância entre esses fragmentos, o que vai dificultar a colonização, o compartilhamento de diversidade genética entre esses diferentes fragmentos. Então maior é o risco de extinções locais&#8221;, fala.</p>
</blockquote>
<p>O Pantanal e a Amazônia foram os biomas com maior aumento da fragmentação, mas Cerrado e Mata Atlântica ainda são os mais fracionados. Só que a Mata Atlântica viu um evento diferente: parte dos fragmentos que surgiram são áreas de recuperação, diz Dhemerson:</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Na Mata Atlântica, eh, a gente estima que cerca de 18,5% da vegetação nativa da Mata Atlântica ela é secundária, né, ela se deve a esse recrescimento da vegetação nativa&#8221;, aponta.</p>
</blockquote>
<p>A reversão do processo depende de duas frentes, afirma o pesquisador. Uma é de políticas públicas para barrar o desmatamento e a outra é a restauração e criação de corredores verdes para conectar as áreas fragmentadas.</p>
<p><em>*Matéria atualizada às 12h50 para correção de informação.</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-05/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-quase-triplicou-em-40-anos-no-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 13 May 2026 09:54:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-quase-triplicou-em-40-anos/">MapBiomas: fragmentação de áreas naturais quase triplicou em 40 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fragmentos de vegetação nativa cresceram no país 163% em 38 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/fragmentos-de-vegetacao-nativa-cresceram-no-pais-163-em-38-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 16:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[áreas verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil perde 15% de florestas naturais em quase 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[diz MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pampa Sul-Americano perdeu 20% de vegetação campestre]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório do MapBiomas revela Pantanal reconfigurado em 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação Nativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023, em todo o país, conclui um novo estudo do Mapbiomas divulgado nesta quarta-feira (13). O aumento de 163%, em 38 anos, demonstra como o desmatamento no Brasil transformou grandes extensões contínuas de cobertura verde em pequenos fragmentos remanescentes. Os dados são do Módulo de Degradação, uma plataforma desenvolvida pelo MapBiomas, que permite a análise, integração de dados e monitoramento das transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil. Pela primeira vez, a fragmentação &#8211; processo de divisão de grandes extensões de vegetação nativa – foi analisada. Além do aumento na quantidade, os pesquisadores também constataram a diminuição do tamanho dos fragmentos. Enquanto no início&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/fragmentos-de-vegetacao-nativa-cresceram-no-pais-163-em-38-anos/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023, em todo o país, conclui um novo estudo do Mapbiomas divulgado nesta quarta-feira (13).</strong></p>
<p>O aumento de 163%, em 38 anos, demonstra como o desmatamento no Brasil transformou grandes extensões contínuas de cobertura verde em pequenos fragmentos remanescentes.</p>
<p>Os dados são do Módulo de Degradação, uma plataforma desenvolvida pelo MapBiomas, que permite a análise, integração de dados e monitoramento das transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil. Pela primeira vez, a fragmentação &#8211; processo de divisão de grandes extensões de vegetação nativa – foi analisada.</p>
<p>Além do aumento na quantidade, os pesquisadores também constataram a diminuição do tamanho dos fragmentos. Enquanto no início da série histórica a média de tamanho dos fragmentos era de 241 hectares, em 2023 eles encolheram para um tamanho médio de apenas 77 hectares.</p>
<p>Segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Dhemerson Conciani, que coordena o Módulo de Degradação, os dados preocupam porque o tamanho dos fragmentos de vegetação nativa tem relação direta com a quantidade e variedade da fauna e da flora presente.</p>
<blockquote>
<p>“Cada vez que diminui o tamanho de um fragmento de vegetação nativa, mais problemas aparecem: aumenta o risco de extinções locais das espécies, diminui a chance de recolonização por indivíduos vindos de outros fragmentos vizinhos e maior é a proporção do efeito de borda [perda de características naturais mais presentes nas margens próximas às áreas degradas]”, analisa Conciani.</p>
</blockquote>
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<h2>Biomas</h2>
<p><strong>De acordo com o estudo, quase 5% da vegetação nativa do Brasil, o equivalente a 26,7 milhões de hectares, está em fragmentos menores que 250 hectares</strong>. E as pequenas porções isoladas estão mais presentes na Mata Atlântica, onde elas respondem por quase 28% da vegetação nativa remanescente &#8211; ou 10 milhões de hectares.</p>
<p>Em quantidade absoluta de fragmentos, a Mata Atlântica e o Cerrado são os que mais possuem porções isoladas de vegetação nativa, sendo 2,7 milhões em cada bioma. Para Natalia Crusco, coordenadora técnica de Mata Atlântica no MapBiomas, o avanço da fragmentação nos dois biomas ocorre por razões diferentes.</p>
<blockquote>
<p>“Enquanto no Cerrado o aumento no número de fragmentos está associado ao avanço do desmatamento e à divisão de grandes remanescentes de vegetação nativa em áreas menores; na Mata Atlântica, parte desse aumento também pode ser explicada por um processo no sentido oposto ao desmatamento, ou seja, pelo surgimento de múltiplas áreas de recuperação da vegetação secundária”.</p>
</blockquote>
<p>Nos biomas Amazônia, Caatinga, Pampa e Pantanal o número de fragmentos foi de respectivamente quase 662 mil, 600 mil, 324 mil e 45 mil, em 2023.</p>
<p>Ao longo dos 38 anos observados, Pantanal e a Amazônia foram os que sofreram mais fragmentação, com aumento de 350% e 332%, respectivamente. No Pampa, o número de porções isoladas cresceu 285% e no Cerrado aumentou 172%.</p>
<p>Caatinga e Mata Atlântica variaram menos, mas ainda tiveram aumento de fragmentação de suas vegetações com crescimentos de 90% e 68%, respectivamente.</p>
<p>Em redução de fragmentos, a Amazônia foi a mais impactada. As porções de vegetação nativa no bioma encolheram 82% ao longo do período estudado.</p>
<p><strong>Enquanto em 1986, a média de tamanho dos fragmentos era de 2.727 hectares; em 2023, essa média caiu para 492 hectares.</strong></p>
<h2>Novidade</h2>
<p>Os dados trazidos pelo Módulo de Degradação permitiram uma nova análise aos pesquisadores: a identificação de distúrbios no dossel de formações florestais &#8211; cobertura formada pelas copas das árvores mais altas &#8211; em toda a Amazônia Legal.</p>
<p>Entre 1988 e 2024, foi detectado algum sinal de distúrbio, ao longo de, pelo menos, um mês, em 24,9 milhões de hectares, área equivalente a 7% da cobertura de floresta na Amazônia Legal. Na prática, são clareiras resultantes de secas, ventos, incêndios, corte seletivo de madeira, efeito de borda ou outras perturbações.</p>
<p><strong>Segundo os pesquisadores, o corte seletivo de madeira é uma das principais causas de distúrbio de dossel na Amazônia Legal</strong>. Durante o período estudado, foram identificados 9,7 milhões de hectares com indícios de corte seletivo.</p>
<h2>Degradação</h2>
<p>Fatores como fragmentação, efeito de borda, fogo e corte seletivo nem sempre resultam em desmatamento com a terra exposta, mas degradam os biomas. O detalhamento da plataforma do Mapbiomas aponta que 24% de toda a vegetação nativa remanescente do Brasil está exposta a pelo menos um vetor de degradação, uma área equivalente a 134 milhões de hectares.</p>
<p>Segundo Dhemerson Conciani, o maior entendimento desses dados fortalece a formulação e implementação de políticas públicas para redução das emissões de gases do efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação.</p>
<blockquote>
<p>“Ao detectar a degradação de forma precoce é possível reverter esse processo e estabelecer áreas prioritárias para recuperação da vegetação nativa e consequente conservação das funções e serviços ambientais de ecossistemas”, conclui o pesquisador.</p>
</blockquote>
<p><em>* Matéria alterada para correção de informação &#8211; no título e no segundo parágrafo &#8211; no percentual de crescimento referente à vegetação nativa. O percentual anterior foi divulgado pela assessoria, porém revisto e comunicado à reportagem. </em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/areas-de-vegetacao-nativa-fragmentadas-cresceram-163-em-38-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 13 May 2026 09:49:00 -0300</p>
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			</item>
		<item>
		<title>MapBiomas: fragmentação de áreas naturais triplicou em 40 anos no país</title>
		<link>https://weeknews.online/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-triplicou-em-40-anos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. A fragmentação de áreas naturais aumentou mais de três vezes no Brasil em 40 anos, colocando em risco espécies vegetais e animais, de acordo com levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira. Fragmentação é o processo em que o desmatamento divide áreas de vegetação nativa em trechos menores e isolados. Isso acontece por causa da expansão agropecuária, da urbanização ou da abertura de estradas, por exemplo. São como pequenas ilhas de vegetação em meio a plantações e cidades. Em 1986, o país tinha 2,7 milhões de ilhas como essas, número que subiu para 7,1 milhões em 2023. E trechos cada vez menores também. Uma área fragmentada está mais vulnerável à degradação e ao desaparecimento de espécies, explica o pesquisador e coordenador do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

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<p>A fragmentação de áreas naturais aumentou mais de três vezes no Brasil em 40 anos, colocando em risco espécies vegetais e animais, de acordo com levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira. Fragmentação é o processo em que o desmatamento divide áreas de vegetação nativa em trechos menores e isolados. Isso acontece por causa da expansão agropecuária, da urbanização ou da abertura de estradas, por exemplo. São como pequenas ilhas de vegetação em meio a plantações e cidades.</p>
<p>Em 1986, o país tinha 2,7 milhões de ilhas como essas, número que subiu para 7,1 milhões em 2023. E trechos cada vez menores também. Uma área fragmentada está mais vulnerável à degradação e ao desaparecimento de espécies, explica o pesquisador e coordenador do módulo de degradação do MapBiomas, Dhemerson Conciani:</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Por exemplo, a área de borda, né, a deriva de agrotóxico, a suscetibilidade ao fogo e também entra uma questão que é o isolamento dos fragmentos. Quanto mais fragmentada uma área está, maior vai ser a distância entre esses fragmentos, o que vai dificultar a colonização, o compartilhamento de diversidade genética entre esses diferentes fragmentos. Então maior é o risco de extinções locais&#8221;, fala.</p>
</blockquote>
<p>O Pantanal e a Amazônia foram os biomas com maior aumento da fragmentação, mas Cerrado e Mata Atlântica ainda são os mais fracionados. Só que a Mata Atlântica viu um evento diferente: parte dos fragmentos que surgiram são áreas de recuperação, diz Dhemerson:</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Na Mata Atlântica, eh, a gente estima que cerca de 18,5% da vegetação nativa da Mata Atlântica ela é secundária, né, ela se deve a esse recrescimento da vegetação nativa&#8221;, aponta.</p>
</blockquote>
<p>A reversão do processo depende de duas frentes, afirma o pesquisador. Uma é de políticas públicas para barrar o desmatamento e a outra é a restauração e criação de corredores verdes para conectar as áreas fragmentadas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
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<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-05/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-triplicou-em-40-anos-no-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Wed, 13 May 2026 09:54:00 -0300</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/mapbiomas-fragmentacao-de-areas-naturais-triplicou-em-40-anos-no-pais/">MapBiomas: fragmentação de áreas naturais triplicou em 40 anos no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fragmentos de vegetação nativa cresceram no país 260% em 38 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/fragmentos-de-vegetacao-nativa-cresceram-no-pais-260-em-38-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[áreas verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil perde 15% de florestas naturais em quase 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[diz MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pampa Sul-Americano perdeu 20% de vegetação campestre]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório do MapBiomas revela Pantanal reconfigurado em 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação Nativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023, em todo o país, conclui um novo estudo do Mapbiomas divulgado nesta quarta-feira (13). O aumento de 260%, em 38 anos, demonstra como o desmatamento no Brasil transformou grandes extensões contínuas de cobertura verde em pequenos fragmentos remanescentes. Os dados são do Módulo de Degradação, uma plataforma desenvolvida pelo MapBiomas, que permite a análise, integração de dados e monitoramento das transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil. Pela primeira vez, a fragmentação &#8211; processo de divisão de grandes extensões de vegetação nativa – foi analisada. Além do aumento na quantidade, os pesquisadores também constataram a diminuição do tamanho dos fragmentos. Enquanto no início&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023, em todo o país, conclui um novo estudo do Mapbiomas divulgado nesta quarta-feira (13).</strong></p>
<p>O aumento de 260%, em 38 anos, demonstra como o desmatamento no Brasil transformou grandes extensões contínuas de cobertura verde em pequenos fragmentos remanescentes.</p>
<p>Os dados são do Módulo de Degradação, uma plataforma desenvolvida pelo MapBiomas, que permite a análise, integração de dados e monitoramento das transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil. Pela primeira vez, a fragmentação &#8211; processo de divisão de grandes extensões de vegetação nativa – foi analisada.</p>
<p>Além do aumento na quantidade, os pesquisadores também constataram a diminuição do tamanho dos fragmentos. Enquanto no início da série histórica a média de tamanho dos fragmentos era de 241 hectares, em 2023 eles encolheram para um tamanho médio de apenas 77 hectares.</p>
<p>Segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Dhemerson Conciani, que coordena o Módulo de Degradação, os dados preocupam porque o tamanho dos fragmentos de vegetação nativa tem relação direta com a quantidade e variedade da fauna e da flora presente.</p>
<blockquote>
<p>“Cada vez que diminui o tamanho de um fragmento de vegetação nativa, mais problemas aparecem: aumenta o risco de extinções locais das espécies, diminui a chance de recolonização por indivíduos vindos de outros fragmentos vizinhos e maior é a proporção do efeito de borda [perda de características naturais mais presentes nas margens próximas às áreas degradas]”, analisa Conciani.</p>
</blockquote>
<h2>Biomas</h2>
<p><strong>De acordo com o estudo, quase 5% da vegetação nativa do Brasil, o equivalente a 26,7 milhões de hectares, está em fragmentos menores que 250 hectares</strong>. E as pequenas porções isoladas estão mais presentes na Mata Atlântica, onde elas respondem por quase 28% da vegetação nativa remanescente &#8211; ou 10 milhões de hectares.</p>
<p>Em quantidade absoluta de fragmentos, a Mata Atlântica e o Cerrado são os que mais possuem porções isoladas de vegetação nativa, sendo 2,7 milhões em cada bioma. Para Natalia Crusco, coordenadora técnica de Mata Atlântica no MapBiomas, o avanço da fragmentação nos dois biomas ocorre por razões diferentes.</p>
<blockquote>
<p>“Enquanto no Cerrado o aumento no número de fragmentos está associado ao avanço do desmatamento e à divisão de grandes remanescentes de vegetação nativa em áreas menores; na Mata Atlântica, parte desse aumento também pode ser explicada por um processo no sentido oposto ao desmatamento, ou seja, pelo surgimento de múltiplas áreas de recuperação da vegetação secundária”.</p>
</blockquote>
<p>Nos biomas Amazônia, Caatinga, Pampa e Pantanal o número de fragmentos foi de respectivamente quase 662 mil, 600 mil, 324 mil e 45 mil, em 2023.</p>
<p>Ao longo dos 38 anos observados, Pantanal e a Amazônia foram os que sofreram mais fragmentação, com aumento de 350% e 332%, respectivamente. No Pampa, o número de porções isoladas cresceu 285% e no Cerrado aumentou 172%.</p>
<p>Caatinga e Mata Atlântica variaram menos, mas ainda tiveram aumento de fragmentação de suas vegetações com crescimentos de 90% e 68%, respectivamente.</p>
<p>Em redução de fragmentos, a Amazônia foi a mais impactada. As porções de vegetação nativa no bioma encolheram 82% ao longo do período estudado.</p>
<p><strong>Enquanto em 1986, a média de tamanho dos fragmentos era de 2.727 hectares; em 2023, essa média caiu para 492 hectares.</strong></p>
<h2>Novidade</h2>
<p>Os dados trazidos pelo Módulo de Degradação permitiram uma nova análise aos pesquisadores: a identificação de distúrbios no dossel de formações florestais &#8211; cobertura formada pelas copas das árvores mais altas &#8211; em toda a Amazônia Legal.</p>
<p>Entre 1988 e 2024, foi detectado algum sinal de distúrbio, ao longo de, pelo menos, um mês, em 24,9 milhões de hectares, área equivalente a 7% da cobertura de floresta na Amazônia Legal. Na prática, são clareiras resultantes de secas, ventos, incêndios, corte seletivo de madeira, efeito de borda ou outras perturbações.</p>
<p><strong>Segundo os pesquisadores, o corte seletivo de madeira é uma das principais causas de distúrbio de dossel na Amazônia Legal</strong>. Durante o período estudado, foram identificados 9,7 milhões de hectares com indícios de corte seletivo.</p>
<h2>Degradação</h2>
<p>Fatores como fragmentação, efeito de borda, fogo e corte seletivo nem sempre resultam em desmatamento com a terra exposta, mas degradam os biomas. O detalhamento da plataforma do Mapbiomas aponta que 24% de toda a vegetação nativa remanescente do Brasil está exposta a pelo menos um vetor de degradação, uma área equivalente a 134 milhões de hectares.</p>
<p>Segundo Dhemerson Conciani, o maior entendimento desses dados fortalece a formulação e implementação de políticas públicas para redução das emissões de gases do efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação.</p>
<blockquote>
<p>“Ao detectar a degradação de forma precoce é possível reverter esse processo e estabelecer áreas prioritárias para recuperação da vegetação nativa e consequente conservação das funções e serviços ambientais de ecossistemas”, conclui o pesquisador.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/areas-de-vegetacao-nativa-fragmentadas-cresceram-260-em-38-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 13 May 2026 09:49:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Minas Gerais tem maior área urbana em encostas íngremes no país</title>
		<link>https://weeknews.online/minas-gerais-tem-maior-area-urbana-em-encostas-ingremes-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 10:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[área de risco]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas em Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[com 65 mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Desastres climáticos afetaram mais de 336 mil pessoas no país]]></category>
		<category><![CDATA[Em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[encostas]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz de Fora]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz de Fora: desastre reflete negligência com aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Município mais atingido pelas chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[onde fortes chuvas deixaram 72 pessoas mortas e um desaparecido na semana passada]]></category>
		<category><![CDATA[Sobe para 72 o número de mortos nas chuvas em Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[urbanização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Minas Gerais é o estado brasileiro com a maior área urbanizada em alta declividade, isto é, construída em encostas íngremes que oferecem risco aos moradores. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (4) pelo MapBiomas, no Mapeamento Anual das Áreas Urbanizadas no Brasil. No estado, onde fortes chuvas deixaram 72 pessoas mortas e um desaparecido na semana passada, há quase 14,5 mil hectares de área com pessoas vivendo em locais de risco. Notícias relacionadas: Sobe para 72 o número de mortos nas chuvas em Minas Gerais. Juiz de Fora: desastre reflete negligência com aquecimento global. Desastres climáticos afetaram mais de 336 mil pessoas no país, em 2025. Cada hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, área maior que um campo de futebol profissional, que tem pouco mais de&#8230;</p>
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				</p>
<p>Minas Gerais é o estado brasileiro com a maior área urbanizada em alta declividade, isto é, construída em encostas íngremes que oferecem risco aos moradores. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (4) pelo MapBiomas, no Mapeamento Anual das Áreas Urbanizadas no Brasil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772620383_26_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772620383_90_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No estado, onde fortes chuvas deixaram 72 pessoas mortas e um desaparecido na semana passada, há quase 14,5 mil hectares de área com pessoas vivendo em locais de risco.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Sobe para 72 o número de mortos nas chuvas em Minas Gerais.</li>
<li>Juiz de Fora: desastre reflete negligência com aquecimento global.</li>
<li>Desastres climáticos afetaram mais de 336 mil pessoas no país, em 2025.</li>
</ul>
<p>Cada hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, área maior que um campo de futebol profissional, que tem pouco mais de 7 mil metros quadrados.</p>
<p>Os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina também têm grandes áreas urbanizadas em terrenos inclinados, com mais de 8,5 mil ha; 8,1 mil ha e 3,7mil ha, respectivamente.</p>
<p>Município mais atingido pelas chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais, com 65 mortos, Juiz de Fora é a terceira cidade brasileira com maior área urbanizada em declive. Em 2024, a cidade tinha 1.256 hectares construídos onde a inclinação representa risco maior de deslizamento.</p>
<p>As capitais Rio de Janeiro, com 1,7 mil hectares, e São Paulo, com 1,5 mil hectares, ocupam os primeiros lugares da lista.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/_rbr2075_1.jpg_0.jpg" alt="01/03/2026 - Juiz de Fora(MG) - Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas com deslizamentos, desmoronamentos e desalojados. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil" title="Tania Rego/ Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados em Juiz de Fora pelas fortes chuvas com deslizamentos, desmoronamentos e desalojados. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil<!--END copyright=454440--></h6>
</div>
</div>
<h2>Risco cada vez maior</h2>
<p>Com dados sobre a ocupação de cidades nos últimos 40 anos, o estudo revela ainda que<strong> a ocupação de áreas de risco cresceu em ritmo mais acelerado do que a urbanização em geral</strong>.</p>
<p>Enquanto as áreas urbanas no Brasil cresceram 2,5 vezes, o aumento de construções em terrenos inclinados mais que triplicou no mesmo período.</p>
<p>Entre os anos de 1985 e 2024, a área urbanizada no país cresceu de 1,8 milhão de hectares (ha) para 4,5 milhões de hectares. Isso significa um crescimento anual equivalente a 70 mil hectares, ou o tamanho de uma cidade de médio porte.</p>
<p>Já as áreas construídas em regiões com declividade acentuada e maior risco de erosão e deslizamento aumentaram de 14 mil hectares, em 1985, para 43,4 mil ha, em 2024.</p>
<p>Na avaliação da coordenadora do estudo, Mayumi Hirye, o contexto das mudanças climáticas e os riscos causados pelos episódios extremos são fatores a serem considerados na expansão das cidades.</p>
<p>“Afetam a todos, mas, em especial, incidem de forma mais dramática em áreas mais sensíveis e vulneráveis, cuja ocupação tem acontecido de forma mais acelerada do que o ritmo da urbanização total”, reforça.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/0g0a4305.jpg" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil <!--END copyright=454251--></h6>
</div>
</div>
<h2>Drenagem</h2>
<p>A proximidade de rios e córregos, onde ocorre a drenagem natural das cidades, também é considerada um fator de maior exposição às enxurradas.</p>
<p><strong>Em 2024, os pesquisadores identificaram que 1,2 milhão de hectares de áreas urbanas no Brasil apresentam risco maior de inundação por essa característica.</strong></p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Estragos devido às fortes chuvas e transbordamento do Rio Ubá, na região central da cidade. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil<!--END copyright=454555--></h6>
</div>
</div>
<p>Entre os estados com o maior território urbano em risco pela proximidade de áreas de drenagem natural, o Rio de Janeiro liderava em 2024, com 108,2 mil hectares nessa situação.</p>
<p>A ocupação de áreas com essa característica no território fluminense quase dobrou ao longo de 40 anos.</p>
<p>Já em Rondônia, a construção em áreas próximas da drenagem natural mais que duplicou. Em 1985, havia 7,3 mil hectares de área urbanizada com essa característica e, em 2024, o total chegou a 18,8 mil hectares.</p>
<p>Segundo o engenheiro ambiental do Mapbiomas, Edmilson Rodrigues, historicamente, as cidades se estabeleceram junto a corpos d’água, mas as mudanças climáticas aumentam o risco desse tipo de proximidade.</p>
<p>“Diante do aumento do número de eventos extremos e do conjunto de funções cumpridas por áreas de várzea e planícies alagáveis, é importante monitorar a expansão de áreas urbanizadas em margens fluviais, buscando conservar o ambiente e a qualidade de vida da população”, conclui.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Estragos devido às fortes chuvas e transbordamento do Rio Ubá, na região central da cidade. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil<!--END copyright=454579--></h6>
</div>
</div>
<p> </p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-03/minas-gerais-tem-maior-area-urbana-em-encostas-ingremes-no-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 04 Mar 2026 07:00:00 -0300 </p>

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