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	<title>Arquivo de Moraes proíbe uso de farda por réus em depoimento sobre golpe - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Moraes proíbe uso de farda por réus em depoimento sobre golpe - WeekNews</title>
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		<title>Plano de golpe era cenário de inteligência militar, diz réu ao STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 20:58:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coronel diz que reunião de kids pretos era encontro entre amigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Réu fala em “silêncio ensurdecedor” do Exército sobre acampamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O tenente-coronel do Exército Hélio Ferreira Lima disse nesta segunda-feira (28) que o plano de “neutralização” de autoridades, apontado pela Polícia Federal (PF) como prova central de uma trama golpista favorável ao ex-presidente Jair Bolsonaro, era na verdade um documento de inteligência militar destinado à construção de cenários para o comandante da 6ª Divisão do Exército, em Porto Alegre.  Preso preventivamente há 9 meses, Lima foi interrogado no Supremo Tribunal Federal (STF) como réu do núcleo 3 da trama golpista. Composto por dez réus, o grupo foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de praticar ações de campo em prol do golpe e de promover uma campanha para convencer o alto comando das Forças Armadas a aderir ao complô.  Notícias relacionadas: Moraes proíbe&#8230;</p>
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				</p>
<p>O tenente-coronel do Exército Hélio Ferreira Lima disse nesta segunda-feira (28) que o plano de “neutralização” de autoridades, apontado pela Polícia Federal (PF) como prova central de uma trama golpista favorável ao ex-presidente Jair Bolsonaro, era na verdade um documento de inteligência militar destinado à construção de cenários para o comandante da 6ª Divisão do Exército, em Porto Alegre. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753736287_575_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753736287_889_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Preso preventivamente há 9 meses, Lima foi interrogado no Supremo Tribunal Federal (STF) como réu do núcleo 3 da trama golpista. Composto por dez réus, o grupo foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de praticar ações de campo em prol do golpe e de promover uma campanha para convencer o alto comando das Forças Armadas a aderir ao complô. </p>
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<li>Moraes proíbe uso de farda por réus em depoimento sobre golpe.</li>
<li>Réu fala em “silêncio ensurdecedor” do Exército sobre acampamentos.</li>
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</ul>
<p>Em 2022, o militar Hélio Lima estava lotado como oficial de inteligência da 6ª Divisão do Exército, com a atribuição de abastecer o comandante com cenários hipotéticos sobre diversos assuntos. </p>
<p><strong>Um desses cenários teria especulado sobre as conclusões do relatório de fiscalização das Forças Armadas sobre o processo eleitoral, documento produzido pelo Ministério da Defesa no fim de 2022, segundo contou o militar.</strong> </p>
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<p>Segundo o tenente-coronel, o documento apreendido pela PF em um pen drive após buscas em sua casa, nomeado “des.op.Luneta”, não tratava de uma Operação Luneta para dar um golpe de Estado, mas era, na verdade, um “desenho operacional”, tipo de documento destinado a desenhar cenários futuros sobre acontecimentos que possam ser de interesse militar.</p>
<blockquote>
<p>“A função do oficial de inteligência militar é reduzir incertezas e evitar a surpresa”, disse Lima. </p>
</blockquote>
<p>No caso, o cenário trabalhado por ele partia da premissa de que o relatório da Defesa confirmasse fraude eleitoral em 2022. </p>
<p>Questionado por representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) por que o documento considerava como “ameaça” apenas uma possível fraude por parte de “grupos de esquerda”, Lima respondeu que foi a esquerda que venceu as eleições, e que por isso considerou que, se houvesse fraude, seria em favor de quem havia vencido o pleito. </p>
<p><strong>“Fraude em favor dos derrotados não faria sentido”, disse, acrescentando que o oficial de inteligência militar não tem lado. </strong></p>
<p>O tenente-coronel Lima disse que o que escreveu como sendo o “resultado desejado” da “ameaça” hipotética acabou sendo transformado pela PF no resultado desejado do próprio militar. “Foi tudo invertido”, disse. </p>
<p>Ele negou que tenha recebido ordens para elaborar o documento, afirmando ser função do oficial de inteligência construir os cenários e apresentá-los ao general responsável, que poderia pedir mais aprofundamento ou descartar aquele cenário por completo. </p>
<blockquote>
<p>“Não há ordem para fazer cenário prospectivo”, explicou. </p>
</blockquote>
<p>Segundo o militar, seu superior à época pediu que descartasse aquela linha e passasse a cuidar de outro assunto.</p>
<h2>Monitoramento </h2>
<p>O tenente-coronel Hélio Lima negou ainda que tenha ido a Brasília para monitorar o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, uma das autoridades que seriam “neutralizadas”, de acordo com a suposta Operação Luneta. </p>
<p><strong>O militar trouxe documentos e mensagens da ex-esposa para demonstrar que foi a Brasília para mobiliar o apartamento dos filhos, que moravam sozinhos e estudavam na Universidade de Brasília.</strong> </p>
<p>Ele disse ainda que quando ia a Brasília sempre entrava em contato com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro e delator da trama golpista, por serem amigos de turma da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). </p>
<p>Em um desses encontros, Cid o teria convidado a ir à casa do general Braga Netto, ex-ministro da Defesa, apontado pela PGR como um dos líderes do complô. </p>
<p>O militar negou ter tratado sobre qualquer tipo de golpe na ocasião, tendo permanecido menos de meia hora no local. </p>
<p><strong>“Nem uma água eu bebi”, relatou. “Essa minha ida a Brasília foi transformada em um crime completo”, acrescentou.</strong></p>
<p>Em relação ao motivo de ter ficado em silêncio na chance que teve de prestar depoimento na PF, o tenente-coronel Hélio Lima acusou o delegado Fabio Shor, responsável pela investigação da trama golpista, de dar-lhe a opção de responder a mais de 100 perguntas ou a nenhuma, prática conhecida no meio criminal como “silêncio parcial”. </p>
<p>Ele disse que o processo não era dele, que ele só seguia as ordens de cima. E a ordem que ele havia recebido, ordem do ministro-relator, era ‘ou respondia tudo ou não respondia nada’. <strong>O militar disse ter momentos em que se arrepende de não ter falado na ocasião.</strong> </p>
<p>“Se tivesse insistido e falado, talvez não tivesse ficado nove meses preso”. </p>
<p><strong>Antes de encerrar o depoimento, ele suplicou para que pudesse aguardar em liberdade até o julgamento final da ação penal.</strong></p>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-07/plano-de-golpe-era-cenario-de-inteligencia-militar-diz-reu-ao-stf">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Jul 2025 17:40:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Coronel diz que reunião de kids pretos era encontro entre amigos</title>
		<link>https://weeknews.online/coronel-diz-que-reuniao-de-kids-pretos-era-encontro-entre-amigos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 16:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Após ordem de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[deputado aliado de Bolsonaro deixa acampamento]]></category>
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		<category><![CDATA[STF interroga kids pretos que são réus pela trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O coronel Bernardo Romão Correa Neto, réu da trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, disse que a reunião em que teriam sido planejadas ações contra adversários do complô era na verdade uma confraternização entre amigos da mesma especialidade militar. O militar foi interrogado na manhã desta segunda-feira (28) no Supremo Tribunal Federal. Romão Correia Neto negou qualquer envolvimento com alguma ideia de ruptura institucional ou golpe de Estado, ou qualquer planejamento de sequestro ou execução de autoridades adversárias ao complô golpista.  Notícias relacionadas: Moraes proíbe uso de farda por réus em depoimento sobre golpe. STF interroga kids pretos que são réus pela trama golpista . Após ordem de Moraes, deputado aliado de Bolsonaro deixa acampamento. “O que&#8230;</p>
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<p>O coronel Bernardo Romão Correa Neto, réu da trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, disse que a reunião em que teriam sido planejadas ações contra adversários do complô era na verdade uma confraternização entre amigos da mesma especialidade militar. O militar foi interrogado na manhã desta segunda-feira (28) no Supremo Tribunal Federal.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753719484_719_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753719484_42_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Romão Correia Neto negou qualquer envolvimento com alguma ideia de ruptura institucional ou golpe de Estado, ou qualquer planejamento de sequestro ou execução de autoridades adversárias ao complô golpista. </strong></p>
<blockquote>
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</ul>
<p>“O que houve na verdade foi um encontro de amigos das Forças Especiais. Não houve organização. Esses encontros ocorrem espontaneamente quando há várias pessoas reunidas numa guarnição”, declarou o militar. </p>
</blockquote>
<p>O coronel disse ainda que, em 28 de novembro de 2022, data da suposta reunião golpista, ele estava em Brasília em cumprimento de missão, e que o encontro entre os membros das Forças Especiais ocorreu pela coincidência de outros colegas estarem na capital do país na mesma ocasião. </p>
<p>Segundo ele, não houve organização prévia para o evento, nem a discussão de qualquer tipo de planejamento de ações para um golpe. “Esse encontro foi realizado num salão de festa, cercados de paredes de vidro. Foi entregue pizza, refrigerante, as pessoas estavam conversando de forma casual, porteiro passando… Impossível que um planejamento de Forças Especiais seja feito dessa forma”, opinou. </p>
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<h2>Carta</h2>
<p><strong>O militar foi questionado ainda sobre uma carta que foi encaminhada por ele a um colega, cujo teor faz ataques ao então comandante do Exército, general Freire Gomes, por ele não aderir aos planos golpistas. </strong></p>
<p>Segundo o coronel, tal documento foi solicitado a ele por um colega, e ele apenas buscou o arquivo em um grupo de aplicativo de mensagens, do qual disse que era membro mas não participava, e o encaminhou. </p>
<p><strong>Ele negou que o texto tenha sido preparado na suposta reunião de kids pretos, </strong>como são informalmente chamados os integrantes das Forças Especiais do Exército.</p>
<h2>Mensagens</h2>
<p>Bernardo Romão Correa Neto foi confrontado também com mensagens que enviou ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, com teor cifrado em que parece se lamentar pela hesitação do ex-presidente ou dos comandantes das Forças Armadas em tomar alguma atitude diante da situação do país. </p>
<p><strong>O coronel disse ser um “militar alegre”, que gosta de se relacionar, e por isso tinha conversas informais com os colegas, mas que não devem ser levadas a sério, sendo apenas “preocupações com a situação do país”.</strong></p>
<p>Sobre uma das mensagens, em que ele diz ser necessário “influenciar” o alto comando das Forças Armadas, o coronel disse que a Polícia Federal (PF), no relatório final da investigação sobre a trama, teria retirado a palavra “positivamente” do texto. </p>
<p>Segundo o coronel, “influenciar positivamente” seria convencer os comandantes a esclareciam a seus subordinados sobre a real situação do país, após uma mensagem oficial do Exército ter legitimado as manifestações em frente aos quartéis. “As pessoas ficaram achando que as Forças Armadas fariam alguma coisa, mas isso não era verdade”, disse. </p>
<p>Ele pediu desculpas ao Exército e aos seus superiores pelo “vazamento” de mensagens que seriam privadas. </p>
<p>“Ficou a impressão de que eu estava sendo ingrato. Eu nunca fui ingrato, pelo contrário, admiro muito a minha instituição, amo a minha instituição e me desculpo com meus superiores”, disse. “Nunca vou ser a favor de uma ruptura ou de um golpe de Estado ou nada nesse sentido” </p>
<h2>Réus </h2>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta segunda-feira (28) os interrogatórios do núcleo 3 da trama golpista formado por nove militares e um policial federal.</p>
<p>O grupo é acusado de realizar ações de campo para consumar o golpe, colocando em marcha um plano para “neutralizar” adversários, e também de promoverem uma campanha para pressionar o alto comando das Forças Armadas a aderir ao complô golpista. </p>
<p>Confirma a lista de réus a serem interrogados hoje:</p>
<ul>
<li>Bernardo Romão Correa Netto (coronel);</li>
<li>Estevam Theóphilo (general);</li>
<li>Fabrício Moreira de Bastos (coronel);</li>
<li>Hélio Ferreira (tenente-coronel);</li>
<li>Márcio Nunes De Resende Júnior (coronel);</li>
<li>Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel);</li>
<li>Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel);</li>
<li>Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel);</li>
<li>Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel);</li>
<li>Wladimir Matos Soares (policial federal).</li>
</ul>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-07/coronel-diz-que-reuniao-de-kids-pretos-era-encontro-entre-amigos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Jul 2025 12:39:00 -0300 </p>

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