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	<title>Arquivo de Mostra de cinema questiona custos da extração mineral no país - WeekNews</title>
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		<title>A Melhor Mãe do Mundo: filme aborda violência doméstica e resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 19:26:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A Melhor Mãe do Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival Latinidades debate trabalho digno de mulheres jovens negras]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Latinidades mostra arte e empreendedorismo de mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma mulher preta, catadora de recicláveis e que foge de um relacionamento abusivo carregando seus pequenos filhos pelas ruas de São Paulo. O novo filme da diretora Anna Muylaert, A Melhor Mãe do Mundo, que será exibido neste mês de julho no Festival de Cinema Sul Americano de Bonito (Cinesur), conta a história de Gal, mas é também um retrato de muitas mães espalhadas pelo mundo. Estrelado por Shirley Cruz e Seu Jorge, o filme fez sua estreia mundial no Festival de Berlim e, desde então, vem emocionando plateias e acumulando importantes prêmios de roteiro, filme, fotografia, edição e atuação. Notícias relacionadas: Mostra de cinema questiona custos da extração mineral no país. Festival Latinidades debate trabalho digno de mulheres jovens negras . Festival&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p><strong>Uma mulher preta, catadora de recicláveis e que foge de um relacionamento abusivo carregando seus pequenos filhos pelas ruas de São Paulo. O novo filme da diretora Anna Muylaert, <em>A Melhor Mãe do Mundo</em>, que será exibido neste mês de julho no Festival de Cinema Sul Americano de Bonito (Cinesur), conta a história de Gal, mas é também um retrato de muitas mães espalhadas pelo mundo.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753471565_616_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753471566_869_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Estrelado por Shirley Cruz e Seu Jorge, o filme fez sua estreia mundial no Festival de Berlim e, desde então, vem emocionando plateias e acumulando importantes prêmios de roteiro, filme, fotografia, edição e atuação.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mostra de cinema questiona custos da extração mineral no país.</li>
<li>Festival Latinidades debate trabalho digno de mulheres jovens negras .</li>
<li>Festival Latinidades mostra arte e empreendedorismo de mulheres negras.</li>
</ul>
<p>“Ela é a mãe genuinamente brasileira, apesar de tanta identificação com o filme nos festivais mundo afora. É a mãe que está à flor da pele em todos os sentidos — positivos e negativos. Ela é a leoa, a onça, a que carrega os filhos e o mundo nas costas. A que ama incondicionalmente”, descreveu a atriz Shirley Cruz, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Em meio aos desafios da falta de moradia, essa mãe vai transformando a fuga em uma grande aventura para proteger os filhos da dura realidade de sua casa e das ruas. <strong>O filme trata da violência doméstica, mas transforma-se em uma jornada de coragem e resistência, impulsionada pelo instinto de proteger a infância e manter a esperança em seus filhos.</strong></p>
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<h6 class="meta">Cena do filme A melhor mãe do mundo &#8211; <strong>Universo Produção/Divulgação</strong><!--END copyright=431940--></h6>
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<p><strong>Diretora de Que Horas Ela Volta, esta não é a primeira vez que Anna Muylaert aborda os temas da maternidade e da desigualdade social em um filme.</strong></p>
<p>“Esse é um filme sobre violência doméstica, da vergonha e do sofrimento que é para uma mulher amar um cara, ter saudade dele, ter tesão por ele, mas não poder ficar porque ele é violento. É também sobre maternidade e sobre o lixo, que é o avesso do capitalismo”, contou a diretora à reportagem. “Também acho, principalmente, que é uma visão política da mãe, dela como um personagem político porque ela está completamente abandonada”.</p>
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<p>Se em realidade essa mãe não vai encontrar oportunidades de transformação por meio dos governos ou de políticas públicas, no filme ela vai se deparar com uma rede de solidariedade que a ajudará a enfrentar as dificuldades.</p>
<blockquote>
<p>“Quando ela entra na Ocupação 9 de Julho [um dos símbolos de moradia na capital paulista] e ela encontra uma rede de apoio, aí ela pode começar a viver dignamente. Eu acho que, politicamente pensando, a gente deveria fazer comunidades porque acho que o que a mãe mais precisa &#8211; e a criança também &#8211; é de uma rede de apoio. Se isso fosse institucionalizado, ajudaria demais”, diz Mulayert.</p>
</blockquote>
<h2>Reconhecimento</h2>
<p><strong>Premiada por sua atuação em festivais realizados em Guadalajara e em Recife, Shirley Cruz diz que esse é um papel que sempre sonhou representar. </strong>“É tudo o que eu sonhei e trabalhei muito para concretizar”, diz. “E, sob a perspectiva pessoal — como mulher, mulher preta e mãe —, é forte demais. Foi lindo e continua sendo, a cada exibição”.</p>
<p>O reconhecimento por essa atuação, diz, “é muito bem-vindo”, mas é resultado de um intenso trabalho. “Comecei no filme <em>Cidade de Deus</em> &#8211; e lá se vão 25 anos de trabalho. Recebo os prêmios com alegria e com naturalidade, como prosperidade e como colheita”, falou.</p>
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<h6 class="meta">Cena do filme A melhor mãe do mundo &#8211; <strong>Universo Produção/Divulgação</strong><!--END copyright=431939--></h6>
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<p><strong>Ela ressalta que representar Gal é falar sobre as violências que as mulheres sempre sofreram</strong>. “As violências contra a mulher são inúmeras, infinitas, primitivas — e nascem ali, coladinhas com o surgimento da humanidade.  Elas foram normalizadas na nossa sociedade e resultam em milhares de abusos, humilhações e mortes todos os dias, no mundo inteiro. Aliás, o Brasil faz feio nesse ranking. A forma, os requintes de crueldade e a posse sobre o corpo e a mente das mulheres são algo insano. Eu não posso afirmar que vai acabar, mas tenho certeza de que a gente não vai desistir de viver”, reforçou.</p>
<p><strong>Para a atriz, a mudança na vida de Gal e de outras mães como ela só será possível quando houver “respeito, afeto e empatia da sociedade, além de políticas públicas para mulheres, mães e crianças”.</strong></p>
<h2>Sobrevivência</h2>
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<h6 class="meta">Anna Muylaert deseja que o filme gere reflexões &#8211; <strong>Leo Lara/Universo Produção</strong><!--END copyright=431942--></h6>
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<p><strong>A mãe retratada no filme busca, principalmente, manter-se viva, ressalta a diretora. </strong>Mas em um processo de intensas e duras descobertas, ela também vai se conhecendo e se entendendo como mãe e mulher. “Eu acho que a grande decisão da personagem &#8211; e por isso o filme se chama <em>A Melhor Mãe do Mundo</em> &#8211; é proteger a prole. Há um entendimento de que, se ela continuar sofrendo abuso, a filha também vai sofrer abuso e se vai continuar uma maldição”.</p>
<p>Buscando poupar os filhos e acabar com esse ciclo de violência, Gal finge que dormir nas ruas de São Paulo é uma brincadeira de acampar. “A mãe sempre quis levar vocês para fazer uma coisa grandiosa, uma grande aventura. Chegou a hora”, diz a personagem, em uma das cenas do filme.</p>
<p>E assim como em um <em>road movie</em>, em que os personagens viajam e se transformam, <em>A Melhor Mãe do Mundo</em> é também como uma grande metáfora do fazer cinematográfico. “Será cada dia em um lugar, fazendo coisas diferentes. Aventura, mistério, ação. Coisa de cinema”, diz a personagem retratada por Shirley Cruz.</p>
<h2>Expectativa</h2>
<p>Depois de passar por diversos festivais pelo mundo todo, a diretora espera que agora, no Brasil, o filme continue emocionando as pessoas e gerando reflexões.</p>
<blockquote>
<p>“Minha expectativa é de que o filme seja visto, seja discutido, emocione as pessoas e que gere compaixão por tudo o que a Gal representa: a catadora, a mulher solteira, a mulher que sofre violência e a mulher preta. E que o público dê um tratamento afetuoso e de vitória para ela”.</p>
</blockquote>
<p>Expectativa que também é compartilhada pela atriz do filme. “Espero ver os cinemas lotados porque a magia só acontece quando as pessoas estão sentadas de frente para a tela — e, a partir daí, vem a transformação social. Este filme é uma contribuição efetiva não só para refletir sobre os muitos temas que ele trata, mas para nos convocar a agir. Porque, afinal, como sociedade, estamos ruindo”, diz Shirley.</p>
<p><strong><em>A Melhor Mãe do Mundo</em> será exibido no dia 31 de julho, no Centro de Convenções de Bonito, dentro da programação do Cinesur, que tem início na noite desta sexta-feira (25) com a exibição do filme paraguaio <em>As Herdeiras</em>, dirigido por Marcelo Martinesse. </strong></p>
<p><strong>Na edição deste ano, o festival reúne 63 filmes de nove países da América do Sul, consolidando o evento como espaço de encontro entre culturas e linguagens desse imenso território.</strong> “É preciso conhecer a riqueza da produção audiovisual da América do Sul e criar condições para que haja circulação das produções entre os países do continente. Há um grande mercado a ser explorado, são muitos países, muita gente e um grande potencial econômico”, afirmou Nilson Rodrigues, criador e diretor do festival,</p>
<p>Além das exibições de curtas e longas, o festival também promove oficinas de formação, seminários e debates. Todas as atividades promovidas pelo CineSur são gratuitas.</p>
<p>Mais informações sobre o festival, que será realizado de 25 de julho a 2 de agosto no Centro de Convenções de Bonito, podem ser obtidas no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bonitocinesur.com.br/2025/" target="_blank">site do evento</a>.</p>
<p><em>* A repórter viajou a convite do Festival de Cinema Sul Americano Bonito Cinesur 2025</em></p>
<p> Elaine Patrícia Cruz &#8211; Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-07/melhor-mae-do-mundo-filme-aborda-violencia-domestica-e-resistencia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 25 Jul 2025 15:51:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Aumenta risco em barragem de rejeitos, e Brumadinho evacuará área</title>
		<link>https://weeknews.online/aumenta-risco-em-barragem-de-rejeitos-e-brumadinho-evacuara-area/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 21:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[2 mi contra Vale por tragédia de Brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[barragem de rejeitos]]></category>
		<category><![CDATA[brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Brumadinho: DPU faz mutirão para atendimento sobre indenização da Vale]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de cinema questiona custos da extração mineral no país]]></category>
		<category><![CDATA[risco de rompimento]]></category>
		<category><![CDATA[STJ mantém multa de R$ 86]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O município de Brumadinho, em Minas Gerais, voltou a figurar entre os que temem situações de emergência causadas por barragens de mineração. De acordo com  a Agência Nacional de Mineração (ANM), dez famílias estão em área considerada perigosa segundo o plano de cuidados da Barragem BA1, que atende a uma mina da empresa Emicon Mineração e Terraplanagem Limitada. A estrutura era considerada de Risco Emergencial 1 e foi reclassificada pela agência, em concordância com o Ministério Público Federal, o Ministério Público de Minas Gerais, a Defensoria Pública estadual, a Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) e a prefeitura. Notícias relacionadas: Brumadinho: DPU faz mutirão para atendimento sobre indenização da Vale. STJ mantém multa de R$ 86,2 mi contra Vale por tragédia de Brumadinho.&#8230;</p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>O município de Brumadinho, em Minas Gerais, voltou a figurar entre os que temem situações de emergência causadas por barragens de mineração. De acordo com  a Agência Nacional de Mineração (ANM), dez famílias estão em área considerada perigosa segundo o plano de cuidados da Barragem BA1, que atende a uma mina da empresa Emicon Mineração e Terraplanagem Limitada. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753391236_764_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753391236_207_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A estrutura era considerada de Risco Emergencial 1 e foi reclassificada pela agência, em concordância com o Ministério Público Federal, o Ministério Público de Minas Gerais, a Defensoria Pública estadual, a Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) e a prefeitura.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brumadinho: DPU faz mutirão para atendimento sobre indenização da Vale.</li>
<li>STJ mantém multa de R$ 86,2 mi contra Vale por tragédia de Brumadinho.</li>
<li>Mostra de cinema questiona custos da extração mineral no país.</li>
</ul>
<p>Segundo a ANM, foram encontradas condições de estabilidade marginal na estrutura da barragem, mas estudos conduzidos por auditores e projetistas indicam que os resultados obtidos não podem ser considerados conclusivos, devido a insuficiência nas investigações geotécnicas. Será contratada uma empresa independente para nova análise, e a elevação do nível de emergência de Nível 1 para Nível 2 foi adotada como &#8220;medida preventiva&#8221; para resguardar a vida das pessoas que ocupam a Zona de Autossalvamento, informou, em nota, a agência.</p>
<p><strong>As avaliações descartaram risco iminente de rompimento, o que permitirá uma evacuação planejada.</strong></p>
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<p>No sistema de pesquisa georreferenciada da ANM, a barragem aparece como de risco elevado, assim como de risco potencial elevado. O volume atual do reservatório é de 914.500,00 metros cúbicos (m3) distribuídos em área de altura máxima de 37 metros de altura. Esta área não faz parte do complexo de mineração no qual uma barragem de rejeitos rompeu-se em 2019,  deixando 270 mortos e atingindo o Rio Paraopeba.</p>
<p><strong>Segundo o boletim mensal do Grupo Educação, Mineração e Território da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em junho deste ano, o estado de Minas Gerais tinha 24 barragens com nível de alerta ou emergência acionados, nas quais há um total de 1 milhão de metros cúbicos de rejeitos. O estado tinha, então 20 barragens em nível de alerta. </strong></p>
<p>Minas Gerais tem ainda 77 barragens em níveis de emergência, das quais 69 são em nível 1, entre as quais, a própria BA-1; sete em Nível de Emergência 2 e duas em Nível de Emergência 3, no qual há risco de colapso. Essas barragens são a de Serra Azul, da empresa ArcellorMittal,em Itatiaiuçu, e a de Forquilha III, da Vale, em Ouro Preto.</p>
<p><strong>Nem todas as barragens no Nível 1 são consideradas como  em nível de alerta ou de emergência acionado, com risco potencial de dano, portanto. No Brasil, são 97 barragens com NA ou NE nestas condições. O estado com mais barragens em tal situação é Minas Gerais, com 33. Mato Grosso tem 19; São Paulo, dez; Amapá, sete e Bahia, também sete. </strong></p>
<p>Os demais estados têm menor número de barragens nessas condições.</p>
<p><strong>Segundo o Grupo Educação, Mineração e Território da UFMG, das 97 barragens com destaque para nível de alerta ou de emergência, 55 têm potencial alto de dano. </strong></p>
<p> Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/aumenta-risco-em-barragem-de-rejeitos-e-brumadinho-evacuara-familias">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 24 Jul 2025 17:50:00 -0300 </p>

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